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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

terça-feira, 11 de março de 2014

OPINIÃO: GUINÉ-BISSAU, A CAMINHO DA TRANSPARÊNCIA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Duas travagens bruscas fizeram parar o País nas últimas semanas.
Acontecimentos registados em dois momentos distintos e na mesma estrada que leva aos quatro caminhos, nada fácil, para quem tem dúvidas do percurso a seguir.
Situação nova que impôs dificuldade de decisão entre militantes, tudo por causa das escolhas para liderar o Partido e sobretudo, logo a seguir, para Candidato Presidencial do PAIGC.

Neste entroncamento de quatro caminhos há dúvidas a esclarecer, é preciso transpor obstáculos, fazer uma escolha capaz de fintar os atrasos constantes verificados no desenvolvimento do País.
Temos que lidar com uma dificuldade crónica, a corrupção de sempre, é um dos obstáculos que persiste em gerir o Estado da Guiné-Bissau como uma empresa privada ou uma sociedade anónima, em que os resultados nunca são transparentes para o Povo.

Esta mentalidade corrupta não desiste, procura embarcar de novo nesta vaga de mudança para um novo rumo, custe o que custar, eles andam aí, tentam de novo e, infelizmente.

Numa primeira travagem brusca, fez o País parar expectante à espera do VIII Congresso do PAIGC que tardou, viciado em sucessivos adiamentos.
Quando terminou vimos que só lavaram apenas a cara da Sede do Partido, mas sem pintura nova no seu interior que ficou quase tudo na mesma.
Embora saibamos que a crise sendo profunda, não se pode mudar/resolver tudo ao mesmo tempo, porque nem tudo que é novo, é melhor.
Lembramos, no entanto, ao seu líder que quem promete, cumpre ou morre pela boca como um peixe de águas rasas! 

Dá a sensação que o Presidente do PAIGC ainda não está apto a pisar o chão e a andar pelas próprias pernas, talvez por falta de maturidade motora e experiência emocional para lidar com a "neurose" do Partido. Na verdade, temos sentido uma timidez ou acanhamento desde a sua tomada de posse, pois, em casa velha não faltam baratas, tem de se habituar a “elas”.

Serão sintomas de cobranças difíceis, como reflexos das “negociações” para ganhar o congresso, que agora quase não se houve o Eng.º. Domingos Simões Pereira, na voz própria?
Bem, vamos dar tempo ao tempo, seguindo de perto este casamento com o poder político, mas não esqueça, quem casa quer casa arrumada a gosto, faça por isso, que começa bem. 

Com este quadro político-partidário saído do VIII Congresso, percebemos porém, porque nunca mais vimos o líder na voz própria e afinada, cantando e rindo como um Chefe feliz, contente!
Perguntamos se ainda está sendo transportado às costas da "mãezinha" (hanta’Engº. Domingos Simões Pereira, bambudu hymda, n’ka fya-dê!?), não acredito, mas se assim for, alertamos para o seguinte, que a partir de uma certa idade na vida, aprendemos muito rapidamente por conta e risco (ba nhú fymkamdall na tchôm, pá sy pé kúztuma). 

Há que usar a voz própria e andar com os pés bem firmes no chão, fazer a pega frontal do touro, segurar fortemente os cornos do animal, uma vez conseguindo, sentirá braços firmes a apoiar suas forças, até dominar e vencer todo este processo progressivamente, até a vitória final. 

De outro modo, perderá o contacto com a realidade política em que está comprometida a sua promessa como novo Líder (a consciência colectiva que representa para os militantes do partido), e isso é o mesmo que atirar a toalha ao chão, pense nisso.

Na segunda travagem brusca que está a acontecer neste momento, o País parou novamente expectante e, à  espera, desta vez do Candidato Presidencial do PAIGC, que por motivos de carácter judicial aguarda nova decisão do supremo Tribunal de Justiça, por suspeitas de comportamento ilícito, enquanto Ministro das Finanças do Governo deposto a 12 de Abril de 2012.

Será uma coincidência, penso que não! Pelos piores motivos ainda, as dúvidas em relação à transparência numa escolha do Partido, é muito mau e para qualquer força política. Para além de fragilizar uma escolha partidária, induz a ideia de culto de desonestidade e corrupção continuada.

Este símbolo parasita (corrupção) teima em não largar o País, porque continua colado às escolhas de liderança que se vão fazendo, mantém o mesmo padrão de comportamento como se o País fosse de meia dúzia de sócios gerentes e mais nenhum Guineense pudesse assumir o controlo do território nacional.

Porque é que  preferimos fazer as escolhas, sempre pelo lado mais difícil?

Porque é que preferimos fingir não ver, em vez de encararmos com frontalidade a luta pelo progresso e desenvolvimento sustentado do País?

Porque é que não optamos pela escolha dum “treinador-inteligente”, preferindo a escolha afectiva dentro do partido. Pondo em risco a vitória nas eleições ou então o andamento rápido do Pais, rumo a bom porto?

Porquê os mesmos erros de sempre, alguém sabe?

Há que despachar esta nova etapa de luta política que se apresenta hoje ao País, eleições. 
Preparar e executar da melhor maneira possível, deve ser a prioridade máxima neste momento.

Faz-me lembrar uma noiva indecisa diante de meia dúzia de pares de cuecas espalhadas em cima da cama, a ter de escolher umas para o casamento. Nisto, pergunta com cara de caso, “ó mãe, qual delas devo levar?”
A mãe irritada com a demora para a Igreja, responde prontamente: "que importa isso filha a uma hora destas, que ele vai-te "comer", vai, portanto já vês...", como quem diz, a escolha do individuo é mais importante do que a roupagem.

Aqui, sabendo que há grande probabilidade de ganhar as presidenciais (eleitorado do PAIGC), mas, como nunca é de menosprezar um rival a caminho da Presidência, i. é, falando de um Presidente para todos os Guineenses, temos todos os motivos nesta conjuntura para acertar na melhor escolha, na mais bem posicionada, um Presidente com visão, para o futuro próximo da Guiné-Bissau. 

Então! Porque não optamos por uma escolha-inteligente, para o País andar mais depressa, a partir de Abril de 2014?

Temos uma oportunidade de ouro para sairmos desta crise da melhor maneira possível, usando o sentido de patriotismo, de transparência e da meritocracia. Uma vez conseguida iremos registar avanços a curto e médio prazo, para o arranque total deste comboio gigante rumo a bom porto, acredite!

Temos memória do passado e do presente duma política com pouca qualidade no País, e queremos, contudo, fazer despedida racional dos seus aspectos menos bons, travar o seu efeito contagiante na governação, eliminando os seus “tentáculos” e seguir em frente, só.

Os maus políticos devem ser afastados, queremos uma roupagem limpa e transparente, evitar a mediocridade no poder, só.

Basta de políticos corruptos, gente que é capaz de tomar banho com água choca dos porcos por exemplo e, a seguir vestir roupa limpa, para enganar ou disfarçar a sujidade do corpo e da alma (nô tené “pulytykus” ky kam’porta laba kurpu ku hyágu-dy-purku, hy-kumssa bysty rôpa lympu-púz, pa say hyamda mutrumdady-som!), mas basta!

Hoje sabemos que nem tudo que é novo significa ser o melhor, e nem tudo que é “velho” significa ser o pior, há que selecionar nos dois extremos e escolher, de facto, o melhor (temos por onde escolher, graças a Deus).

Disse um poeta anónimo: “os velhos sabem e não podem, os novos podem, mas não sabem”, que fazer? Deixando a ideia da necessidade dum intercâmbio de experiências
entre os dois extremos, cruzando sabedorias e aprendizagens, para retirarmos o melhor fruto do conhecimento existente.

Pois somos obrigados a saber fazer isto bem, e ainda, mais do que “obrigados a ganhar as eleições” por ser maioria possível, visto que logo a seguir, convém lembrar aos líderes que o País precisará de todos!

Guineenses, Unamo-nos, evitando mais uma vez o falhanço, evitando ver o nosso País adoptado por economias mais fortes e organizadas (suma fydjus dy kyryasom).

Viva o Povo da Guiné-Bissau.

Djarama. Filomeno Pina.








Ballet de Chefes de Estado na Costa do Marfim: Yayi Boni em Abidjan Hoje.

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Gabon:
© Presidência por Aristide 
Gabão: as audiências concedidas pelo Presidente Ouattara em Libreville, à margem da final da CAN, aos presidentes Yayi Boni e Jean Ping. 
Domingo, 12 de fevereiro de 2012. Libreville (Gabão). Á margem da final da CAN, o Presidente Alassane Ouattara recebeu seu homólogo do Benin, Sr. Yayi Boni.

Salvo mudança de última hora, o presidente Yayi Boni da República do Benin, chega hoje a Abidjan, capital da Costa do Marfim. Durante a sua estada, sem dúvida, o primeiro do Benim, e o seu homólogo marfinense terá uma agenda lotada. Eles certamente vão rever a cooperação entre os três países, mas, além disso, de todos os países da CEDEAO. Especialmente a Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO que é esperado para acontecer nos próximos dias na capital política da Costa do Marfim. Pode ser que na ocasião, o Presidente em exercício da CEDEAO, Alassane Ouattara passa o controle para um de seus pares. Fontes dizem que a tocha será passada provavelmente para Ellen Johnson Sirleaf, a presidente da Libéria. A menos que os Chefes de Estado da CEDEAO decidam que o chefe de Estado da Costa do Marfim deve prosseguir o seu mandato. Especialmente em seu registro como chefe da organização que é mais do que positivo. Ele, que tem conseguido gerir com tato, as crises do Mali e da Guiné -Bissau. Enquanto aguarda as eleições presidenciais na Guiné-Bissau, malianos saboream o regresso à ordem constitucional com a eleição do IBK à cabeça de seu país. É como se dissesse que a sub-região virou as costas aos golpes.

# abidjan.net

Como gato os salários gordos empurram a economia do Quênia à beira da ruína.

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A saga de subida de salário queniano teria sido uma farsa hilariante, se não fosse tão trágica.

Uma estação do generoso salário que sobe em oito anos  para funcionários públicos e uma farra de contratação podem levar a economia do Quênia à beira da ruína.

Como resultado, o projeto de lei dos salários tem vindo a aumentar a uma média de 21 por cento nos últimos três anos. No ano passado o movimento financeiro cresceu espantosamente em 34 por cento.

Portanto, agora há pouco dinheiro para qualquer outra coisa.

Juntamente com as pensões para os trabalhadores públicos aposentados, conta-se também o salário do governo que agora está orçado em Sh543.7 bilhões ( 6.300 milhões dólares ), ou 54 por cento de todas as receitas do governo.

Dado que o governo também gasta mais do que Sh200 bilhões ( 2,3 bilhões dólares ) para pagar a dívida externa, para não mencionar o que vai para pagar dívidas locais, o dinheiro que sobra para estradas, escolas e hospitais é pequeno demais.

Estranhamente, todo esse dinheiro está sendo gasto com trabalhadores que fazem pouco.

Em uma produtividade de apenas 30 por cento, são necessários três funcionários quenianos para fazer o trabalho de uma pessoa.

Mas o dinheiro está indo para um grupo seleto, não todos. O funcionário público mais bem pago no Quênia ganha 120 vezes mais do que os ganhos que são atribuídos ao que os mais pobres estão ganhando, criando dessa forma uma das forças de trabalho mais desiguais do planeta.

Em outras palavras, um pequeno grupo de funcionários do governo estão ganhando somas fantásticas de dinheiro para uma quantidade de trabalho que, por todas as medidas, é um escândalo nacional.

Em média, o trabalhador de um sector público ganha mais dinheiro do que um no setor privado, embora as médias são na realidade de medidas pobres.

Quênia gasta mais dinheiro com pagamento de salários, 7,8 por cento do Produto Interno Bruto de Tanzânia (6,3), Uganda ( 3,9) e Ruanda ( 3,9). ( As ordens do presidente do Quênia é que os principais chefes determinem o corte nos pagamentos de salários).

O único país a fazer pior é o Burundi (11,3) que parece ter convertido todos os seus recursos para o pagamento de salários .

O dinheiro está apertado

Como resultado, o dinheiro para orçar com o desenvolvimento ficou apertado. A proporção de projetos de desenvolvimento financiados pelo governo é até cinco por cento do PIB, abaixo dos 6,5 por cento.

O governo é obrigado a pedir dinheiro emprestado para preencher os buracos em suas despesas..

O estado inflacionário elevou o custo de vida e criou demandas por maiores salários, enfraquecendo o shilling ( moeda nacional), elevando o custo de matérias-primas importadas e a perturbar o estado econômico ainda mais.

Em terceiro lugar, há menos dinheiro disponível para pagar a dívida, aumentando o perigo de tipo colapso grego.

Um país que está devastada, que não é competitiva e não pode crescer, o que certamente gera um novo ciclo de destruição.

Na segunda-feira, Comissão organizou uma reunião para discutir os Salários e Remuneração que provocaram a crise e o que fazer sobre isso. ( Leia-se: Quênia abre o debate sobre salários da função pública em fuga ).

Alto-falantes anunciam, incluindo secretários de gabinete, pintam um quadro de que o governo está gradualmente regredindo de designar sempre que em breve ficará sem dinheiro para operações e manutenção: a compra de suprimentos médicos, combustível para carros e manutenção de estradas e a polícia.

Segundo as estatísticas, a massa salarial tem aumentado a um nível de 13 por cento do Produto Interno Bruto .

Salário em enfermarias 

Em termos mais simples, isso significa que 13 por cento da riqueza criada na economia vai para pagar os funcionários públicos e agentes do Estado.

De acordo com o Ministro dos Tesouro Nacional Henry Rotich, a tendência preocupante foi causada por prêmios salariais para setores da Função Pública e um setor público em rápida expansão - e uma proliferação de instituições criadas pela nova Constituição.

Sr. Rotich advertiu que um projeto de lei alto salário poderia levar a um maior déficit o que afetará negativamente a dinâmica da dívida e colocará o país em risco de sobre-endividamento.

Ele disse que a dívida interna do Quênia dobrou nos últimos cinco anos, a partir de Sh518.5 bilhões ( 6.100 milhões dólares americanos ) para Sh1.05 trilhões ( 12,2 bilhões dólares americanos ).

" O grande aumento no estoque da dívida pública também resultaram em aumentos concomitantes em pagamentos de juros sobre a dívida interna, que passou de Sh45.9 bilhões ( 533 milhões de dolares ) em 2008 para Sh110.1 bilhões em 2013 ( 1,28 bilhão de dólares ) ", disse ele.

Ele acrescentou que grandes aumentos nos pagamentos de juros sobre a dívida pública vai reduzir os gastos discricionários do governo nos anos seguintes, como o aumento dos recursos vão para o serviço da dívida .

Sr. Rotich disse ter constituído uma equipe para analisar as questões de taxas de juros e em breve lançará seu relatório.

Ele disse que o governo também está fazendo todo o possível para lidar com a corrupção e desgastes, bem como remover funcionários fantasmas na folha de pagamento do governo.

Para seu conhecimento: ( $ 1 = 86 shillings quenianos )

# africareview.com

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