Postagem em destaque

Ucrânia: Lula se recusa a entregar munição para tanques.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O governo brasileiro se opôs ao pedido da Alemanha de entrega de mun...

quarta-feira, 28 de março de 2018

BRASIL: Temer assina medida provisória que destina R$ 1,2 bilhão para intervenção no Rio.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Decisão foi anunciada por Temer no mês de fevereiro
Michel Temer
O presidente Michel Temer assinou nesta terça-feira (27) medida provisória que destina R$ 1,2 bilhão para as ações de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. A medida deve ser publicada na edição de amanhã do Diário Oficial da União.

Leia também
Intervenção inicia nova fase no Rio e faz operação fora do entorno da capital
Temer irá destinar R$ 1 bilhão para intervenção no Rio
Governo vai liberar crédito extraordinário para intervenção no Rio de Janeiro


No Twitter, o presidente informou que assinou a medida provisória e registrou que “vamos vencer essa batalha contra o crime organizado”. O valor previsto inicialmente pelo governo era R$ 1 bilhão.

No último dia 21, Temer confirmou a liberação do recurso para a intervenção federal e disse que, se necessário, seriam destinadas mais verbas para as ações no Rio de Janeiro.

A intervenção foi anunciada por Temer em fevereiro e, ao assinar o decreto, o presidente disse que se trata de uma “medida extrema”, mas necessária para combater o crime organizado. A previsão é que a medida dure até o dia 31 de dezembro deste ano.

O comandante militar do Leste, General Walter Braga Netto, foi nomeado por Temer interventor para a área de segurança pública no Rio de Janeiro. A intervenção federal transfere o comando das forças de segurança pública do estado, incluindo o sistema prisional, para Braga Netto.
fonte: folhape.com.br

GUINÉ-BISSAU: MULHERES JORNALISTAS DA GUINÉ-BISSAU ACUSAM SINDICATO DE MARGINALIZAÇÃO.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Bissau - As jornalistas da Guiné-Bissau acusaram segunda-feira o sindicato da classe, que está reunido no seu segundo congresso, de marginalização, por apenas existirem oito delegadas num universo de 100 pessoas. 

Dircia Sá e Artemisa Cabral, ambas jornalistas da televisão da Guiné-Bissau, criticaram o facto de nenhuma mulher ter sido escolhida como delegada ao congresso nos quatro órgãos de comunicação social públicos (rádio, televisão, jornal estatal e agencia noticiosa da Guiné). 

"Até parece que não há mulheres com competência nesses órgãos", afirmou Bucansil Cabral.

As mulheres jornalistas fizeram ver o seu desagrado com a sua exclusão no congresso que teve início segunda-feira em Bissau sob o lema por um sindicalismo mais forte e um jornalismo mais credível e independente.

Disputam a liderança do sindicato de jornalistas e técnicos de comunicação social (Sinjotecs) da Guiné-Bissau, Indira Baldé e Assimo Baldé, ambos jornalistas da delegação da RTP-Africa na Guiné-Bissau.

A eleição de uma nova direcção deve acontecer nesta terça-feira.

Segunda-feira, a direcção cessante, liderada pelo jornalista Mamadu Candé, viu o seu relatório de actividades de quatro anos aprovado com emendas e com muitas críticas.

O congresso conta com o apoio financeiro e logístico do Gabinete Integrado das Nações Unidas para Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (Uniogbis).

Fonte: Lusa | Fotos: Jornalista, Braima Darame, via facebook

Milhares protestam na Rússia após incêndio que matou 41 crianças.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Manifestantes acusam autoridades de negligência e de esconder real dimensão do desastre, ocorrido em shopping na Sibéria. Investigações apontam que alarme estava desativado, e saídas de emergência, bloqueadas.
fonte: DW África
Protestos em Kemerovo após incêndio em shopping que matou 64 pessoas
Protestos em Kemerovo após incêndio em shopping, que matou aom menos 64 pessoas
Em meio a rumores de que autoridades teriam ocultado o número real de vítimas fatais do incêndio em um shopping na cidade de Kemerovo, na Sibéria, o luto da população se mistura a protestos contra os responsáveis pelo centro comercial, o governo e os políticos.
Milhares de russos protestaram nesta terça-feira (27/03) na praça central de Kemerovo, culpando as autoridades pela morte de ao menos 64 pessoas no incêndio, entre elas 41 crianças, segundo informou a agência russa Interfax.
O incêndio, ocorrido no último domingo, destruiu o shopping Zimnyaya Vishnia (cereja de inverno). O lugar era um destino popular para famílias e estava cheio no momento em que foi atingido pelas chamas, no primeiro dia das férias escolares.
A lista de acusações populares inclui negligência aos padrões de segurança, bloqueio das saídas de emergência e sobrecarga das equipes de resgate, falhas que teriam transformado o shopping em chamas numa armadilha, especialmente para as crianças que estavam num parquinho interno e no cinema no último andar do edifício. 
O presidente russo Vladimir Putin homenageia vítimas em Kemerovo
Criticado por resposta defasada à tragédia, presidente Vladimir Putin homenageou vítimas
O presidente russo, Vladimir Putin, visitou Kemerovo, 3 mil quilômetros a leste de Moscou, e afirmou que as mortes foram causadas por "negligência criminosa e desleixo". Ele não compareceu à manifestação, que durou pelo menos seis horas. Outras cidades do país também foram palco de homenagens às vítimas do incêndio.
Centenas de vítimas?
O shopping tinha uma ampla área de entretenimento, incluindo, além de cinema, um zoo com animais de estimação e boliche. Muitas das crianças que estavam no local ainda não foram encontradas. Em meio a especulações nas redes sociais, usuários chegaram a dizer que o real número de mortos seria de 250 a 300 pessoas.
Um manifestante, Igor Vostrikov, disse ao governo local que as famílias das vítimas acham que o número de mortes é maior do que o informado, porque o cinema inteiro pegou fogo.
"Não estamos pedindo sangue. Precisamos de justiça", disse Vostrikov, que perdeu a esposa, a irmã e três filhas, de dois, cinco e sete anos de idade, no incêndio.
"Elas morreram porque estavam trancadas no cinema", disse Vostrikov ao canal de televisão Dozhd. "Elas estavam gritando lá: ‘Estamos presas, estamos sufocando'. Ninguém ajudou porque, quando o incêndio começou, todo mundo saiu correndo", contou.
População denuncia resposta defasada
A agência russa Interfax informou que os manifestantes se reuniram durante várias horas no centro de Kemerovo para exigir a demissão de Aman Tuleyev, governador da região de mesmo nome.
No cargo há mais de 20 anos, o governador não apareceu no protesto, que teve forte presença de policiais e integrantes da Guarda Nacional. Tuleyev também ainda não visitou o local da tragédia, nem encontrou os familiares das vítimas, de acordo com a agência AP.
Porém, após encontro com Putin, Tuleyev acusou "a oposição" e "interferências locais" de fomentar o protesto, dizendo que os familiares das vítimas não estavam na manifestação.
Putin também foi criticado por não se pronunciar imediatamente à nação ou logo declarar um período de luto. Aparentemente cedendo à pressão popular, ele assinou um decreto declarando luto nacional para esta quarta-feira.
População homenageia vítimas de incêndio de shopping em Kemerovo
População depositou flores e brinquedos em tributo às vítimas, a maioria crianças
"Investigação minuciosa"
Putin também visitou uma cerimônia espontânea em memória às vítimas no shopping, onde residentes locais vêm depositando flores, velas e brinquedos. O presidente colocou um buquê de rosas vermelhas no local e exigiu uma minuciosa investigação da tragédia.
"Todas as autoridades serão investigadas, começando com aquelas que fizeram o registro do edifício", disse Putin, em declarações divulgadas pela agência estatal de notícias TASS.
"Quem permitiu o uso desses materiais? São inflamáveis", afirmou o presidente russo, em alusão a materiais como plástico barato, usados na construção do edifício e que estão sendo apontados como a principal causa da rápida propagação das chamas. O que restou do shopping, construído há cinco anos, será agora derrubado.
O prefeito de Kemerovo pediu aos manifestantes na praça central que nomeassem representantes para visitar o necrotério para verificarem que as autoridades não estão mentindo sobre o número de mortos.
Alguns poucos manifestantes atenderam ao pedido e se encontraram depois com Putin, que lhes pediu para "não duvidarem" de que haverá investigações transparentes.
Bloqueio das saídas
Investigadores federais afirmaram que saídas de emergência foram bloqueadas e que um segurança desligou o alarme. Várias outras pessoas foram detidas para serem interrogadas, incluindo o diretor da administradora do shopping e o locatário das instalações onde se suspeita que o fogo tenha começado, próximo ao cinema no quarto andar.
Alexander Bastrykin, líder do comitê investigativo, disse a Putin nesta terça que o alarme de incêndio não estava funcionando há duas semanas e que o segurança foi preso, mas que ele ainda não tinha obtido uma explicação para a sua atitude.
Um vídeo registrado pelas câmeras de vigilância do shopping mostrou o incêndio começando numa área de entretenimento, com uma nuvem negra de fumaça dominando o amplo espaço em segundos. Adultos se apressaram em juntar as crianças que estavam no local e evacuar o prédio. Nesta terça-feira, autoridades russas anunciaram o fim das buscas por vítimas fatais das chamas.
RK/dpa/ap/efe/ots

Caso Zenú: Oposição saúda "nova realidade" em Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

CASA-CE diz que há uma "nova Procuradoria" em Angola: antes, casos como o do filho do ex-Presidente angolano, José Filomeno dos Santos, suspeito de autorizar uma transferência ilícita, não teriam entrado "na secretaria".
fonte: DW África
default
Para o vice-presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), a constituição como arguido de José Filomeno "Zenú" dos Santos, filho do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, mostra que há uma nova realidade no país.
"Até há bem pouco tempo, esse tipo de assunto não passaria da secretaria, ou não daria sequer entrada na secretaria. No entanto, hoje temos uma nova Procuradoria, e os angolanos podem esfregar as mãos de contentes com a esperança de dias melhores", afirma Fernandes.
"Zenú" dos Santos, ex-presidente do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) é suspeito de ter autorizado uma transferência ilícita de 500 milhões de dólares para Inglaterra e foi constituído arguido, no mesmo processo, com o ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, e outros três cidadãos angolanos.
O filho do ex-Presidente angolano entregou, esta terça-feira (27.03) os seus passaportes à Justiça angolana e prontificou-se a continuar a cooperar com a Procuradoria-Geral da República, segundo um comunicado divulgado pela rádio pública de Angola, citado pela agência de notícias Lusa. A DW África não conseguiu confirmar estas informações com a assessoria de imprensa do ex-presidente do FSDEA.
Moralização da sociedade?
Agora, é preciso deixar a Justiça trabalhar, comenta o secretário-geral do Partido de Renovação Social (PRS), Rui Malopa.
"Pouco a pouco, a sociedade vai melhorando a imagem. Mais tarde ou mais cedo, todos aqueles que tenham tendências de prevaricar e cometer atos indecorosos serão responsabilizados", afirma Malopa. "Portanto, não interessa ser filho do ex-Presidente da República ou o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas - mesmo que seja o próprio Presidente da República."
Esta segunda-feira (27.03), num caso separado, a Procuradoria anunciou que o atual chefe do Estado-Maior, o general Geraldo Sachipengo Nunda, também foi constituído arguido num processo de tentativa de burla de 50 mil milhões de dólares ao Estado angolano, envolvendo um alegado fundo tailandês.
Neste processo, foram detidos quase uma dezena de implicados, nomeadamente quatro tailandeses, dois angolanos, um eritreu e um canadiano.
O deputado pela União Nacional para a Independência de Angola (UNITA), Nelito da Costa Ekuikui, saúda a atuação da Procuradoria-Geral da República em nome da moralização da sociedade.
"Penso que a detenção ou possível condenação destas figuras, sem exceção, vai ajudar a moralizar a sociedade e impedir o cometimento de crimes desta natureza no futuro. Mas, se o processo não avançar, vamos manchar o nosso sistema de Justiça", diz.
"A Procuradoria-Geral da República já não pode recuar", conclui Ekuikui.

ANGOLA: Dois anos depois da condenação, o que é feito dos "15+2"?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Faz esta quarta-feira (28.03) dois anos que 17 ativistas angolanos foram condenados por atos preparatórios de rebelião. O que mudou nas suas vidas após a condenação? Para alguns, o desemprego passou a ser uma realidade.
fonte: DW África
Prozess gegen Aktivisten in Angola (Reuters/H. Corarado)
Os 17 ativistas angolanos do caso que ficou conhecido como 15+2 foram condenados a 28 de março de 2016 pelo Tribunal Provincial de Luanda, a penas entre dois e seis meses de prisão. Foram acusados de atos preparatórios de uma rebelião e de associação de malfeitores. Passados dois anos, o que é feito dos "revús"?
Laurinda Gouveia, uma das ativistas envolvidas no processo, lembra o dia em que o juíz Januário Domingos ordenou a detenção.  À DW África conta que "ficou sem chão". No entanto, possegue, "consegui recompor-me no mesmo dia devido aos meus companheiros que estiveram em situações piores".
Os jovens viriam a ser ilibados pela Lei da Amnistia em junho desse ano, apesar de não concordarem por não se considerarem criminosos.
José Gomes Hata voltou a cantar rap e a dar aulas numa escola pública na província do Bengo, profissão que exercia antes da condenação. "A questão do emprego ficou salvaguardada, não perdi o emprego, felizmente", diz o ativista, acrescentando, no entanto, que "se tratou de uma questão de direito e não de favor".
Rosa Conde, outra das ativistas envolvidas no processo, exerce atualmente o cargo de secretária numa das formações políticas com assento parlamentar, a CASA-CE.
Desemprego é realidade para alguns
Mas outros ativistas do processo vivem dias difíceis. Fernando António "Nicola", por exemplo, tem paludismo e não tem dinheiro para comprar medicamentos.
O desemprego é um dos problemas com que alguns destes jovens tiveram que aprender a lidar. Laurinda Gouveia, que voltou à universidade para uma segunda licenciatura, vende churrasco à porta de casa de uma tia para pagar os estudos. A jovem confessa que, apesar das suas "tentativas", ainda não "conseguiu emprego", mesmo tendo terminado o curso o ano passado.
Na mesma situação de desemprego está Nito Alves. À DW África diz que é sua intenção retomar os estudos. Mas dá conta também das barreiras que continua a ter que enfrentar por causa do processo. "Tenho barreiras para conseguir emprego. Já tentei procurar emprego e a resposta é que tenho de aguardar porque há um crime no meu registo criminal", conta.
Arante Kivuvu, também desempregado, retomou os estudos na Universidade Agostinho Neto. "Antes de ser condenado eu trabalhava na SGO Ambiental, onde prestava serviço de recolha de resíduos sólidos. Agora sou desempregado e as dificuldades aumentam a cada dia que passa", confessa.
De regresso à "vida normal"
Nelson Mendes dos Santos, Hitler Jessy, Mbanza Hanza e Luaty Beirão são alguns dos rostos da recém-criada ONG Handeka - uma organização que defende a liberdade de expressão e de participação de todos no exercício da cidadania.
O investigador Nuno Álvaro Dala continua a desenvolver atividades que denunciam a violação de direitos humanos. Atualmente lidera a campanha de recolha de assinaturas para pressionar o governo a intervir na reabilitação da escola "Angola e Cuba" no município do Cazenga, abandonada há oito anos.
Já o jornalista Domingos da Cruz, considerado o "cabecilha do grupo", encontra-se na Suécia, onde continua a desenvolver pesquisas e a dirigir o site "Observatório de Imprensa". E por fim, Sedrick de Carvalho, jornalista, está em Portugal a preparar o lançamento de um livro sobre Cabinda.
Governação de João Lourenço
Questionado pela DW África sobre o novo governo angolano, o ativista Arante Kivuvu mostrou-se cético, afirmando que esta "governação de João Lourenço pode ser uma faca de dois gumes". "Podes esperar algumas pequenas aberturas e podemos esperar as coisas piorarem um pouco porque o MPLA tem aquela matriz partido Estado", diz.
Por seu lado, Nito Alves afirma que ainda há muitos motivos para a realização de manifestações pacíficas em Angola."É uma irracionalidade por parte de um ativista e defensor dos direitos humanos dizer que Angola, neste momento, já não necessita de manifestação. É uma utopia por parte de quem diz isso".

Rapto de Ericino Salema “é totalmente catastrófico”, académico José Mucuane.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Ercino de Salema, jornalista moçambicano

Mucuane, que, em 2016, foi também vítima de violência de desconhecidos, diz que a imagem do país, que enfrenta uma grave crise financeira, será novamente beliscada.
O académico moçambicano José Mucuane diz que o rapto do jornalista Ericino Salema é “ totalmente catastrófico,” tendo em conta que ”nos últimos três anos o país tem um histórico de deterioração de direitos humanos”.
Rapto de Ericino Salema “é totalmente catastrófico”, académico José Mucuane
No media source currently available
0:004:470:00
 Faça o Download 
Mucuane, que, em 2016, foi também vítima de violência de desconhecidos, diz que a imagem do país, que enfrenta uma grave crise financeira, será novamente beliscada.
José Jaime Mucuane, académico
José Jaime Mucuane, académico
“Infelizmente parece não haver nenhum esforço sério para a gente sair desta crise. E quando parece haver avanços para a paz, voltamos a ver este tipo de ataques”, diz o académico.
“É extremamente desolador viver num país onde podemos ser vítimas da violência por exercer os nossos direitos”, desabafa.
Aliás, diz Mucuane, “é típico de regimes autoritários, pseudodemocráticos, criar limites sobre o que se pode dizer”.
No media source currently available
0:000:01:300:00
Salema foi raptado e abandonado inconsciente hoje, 27, em Maputo, por indivíduos desconhecidos. A polícia confirmou o incidente e promete seguir o caso.
Nyusi não aborda os direitos humanos com seriedade
“Tenho sérias dúvidas que vá ser esclarecido. Só para se ter uma ideia, no meu caso já passam quase dois anos e não ouvi mais nada,” diz Mucuane.
Este analista lamenta o facto de “nos últimos três anos não ter ouvido um pronunciamento muito forte do chefe de Estado em relação à violação dos direitos humanos (...) e o que tem dito é superficial”.
Mucuane sublinha que, tendo o governo moçambicano “um gravíssimo histórico de violação de direitos humanos, é estranho o chefe de Estado não levar (a questão) a sério”.

fonte: VOA

    Total de visualizações de página