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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

João Lourenço nomeia ministros e governadores.

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João Lourenço

João Lourenço

Governo tem 12 ministras num elenco de 30; todos os 18 governadores são homens.
Trinta ministros fazem parte do novo governo de Angola. Augusto Archer de Sousa Mangueira é o novo titular das Finanças, Manuel Domingos Augusto vai chefiar as Relações Exteriores, Salviano de Jesus Sequeira ocupa a pasta da Defesa, e Manuel José Nunes Júnior fica com o Desenvolvimento Económico e Social.
Diamantino Pedro Azevedo, Ângelo de Barros da Veiga Tavares e Anibal João da Silva Melo lideram respectivamente os ministérios de Recursos Minerais e Petróleos, Interior e Comunicação Social.
Os nomes constam de um decreto do novo presidente de Angola, João Lourenço, divulgado hoje, 28, na capital Luanda.
Da lista de 30 ministros, 12 são mulheres. Entre elas, Silvia Paula Lutucuta (Saúde), Bernarda Gonçalves Martins da Silva (Indústria), Victória Francisco Lopes Neto ( Pescas e Mar), Ana Paula de Carvalho (Ordenamento do Território e Habitação), Maria do Rosário Sambo (Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação),Maria Cândida Teixeira (Educação) e Carolina Cerqueira (Cultura).
Lourenço divulgou igualmente os governadores provinciais. Todos os 18 nomeados são homens.
Eis a lista:

Adriano Mendes De Carvalho -Luanda;

Eugénio César Laborinho - Cabinda;

José Joana André - Zaire;

Mpinda Simão - Uíge;

João Bernardo De Miranda - Bengo;

José Maria Ferraz Dos Santos - Kwanza Norte;

Norberto Fernandes Dos Santos - Malanje;

Ernesto Muangala - Lunda Norte;

Ernesto Fernando Kiteculo - Lunda Sul;

Manuel Gonçalves Muandumba - Moxico;

Eusébio De Brito Teixeira - Kwanza Sul;

Rui Luís Falcão Pinto De Andrade - Benguela;

João Baptista Kussumua - Huambo;

Álvaro Manuel De Boavida Neto - Bié;

Carlos Da Rocha Cruz - Namibe;

João Marcelino Tyipinge - Huíla;

Kundhi Paihama - Cunene; e

Pedro Mutinde - Kuando Kubango.

fonte: VOA

Tensão entre JOMAV e líder do Parlamento guineense.

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Na Guiné-Bissau continua a guerra de palavras entre a Presidência da República e o presidente do Parlamento por causa da origem da crise política que assola o país há cerca de três anos.



No passado dia 24 de Setembro, no seu discurso do dia da independência, o Presidente José Mário Vaz voltou a responsabilizar o Parlamento, nomeadamente os deputados do PAIGC, de ser o epicentro da crise política.
Hoje em conferência de imprensa, Armindo Handem, um porta-voz de Cipriano Cassamá, refutou as acusações e acusou o Chefe de Estado de desrespeito à Constituição do país.
"O Presidente da República envereda não só pelo desrespeito à Constituição como incentiva a sua violação de forma sistemática e perigosa chegando ao ponto de por em causa a própria estabilidade do país e o princípio de separação de poderes", descreveu Armindo Handem, um porta-voz do presidente da Assembleia Nacional Popular.
As declarações acontecem um dia depois de o executivo de Umaro Sissoco Embaló ter anunciado o fim da tolerância para com os insultos às figuras do Estado guineense. Quem ofender o Presidente da República, o líder do Parlamento ou o primeiro-ministro pode ser preso.
Armindo Handem, um porta-voz de Cipriano Cassamá
fonte: RFI

ANGOLA: ELES AÍ ESTÃO. MINISTROS SÃO 30.

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NOTÍCIA ACTUALIZADA COM AS ALTERAÇÕES NOS GOVERNOS PROVINCIAIS. O novo Governo angolano, nomeado pelo Presidente da República que é também Titular do Poder Executivo, João Lourenço, vai continuar a contar com três dezenas de ministros, dos quais nove mantêm as mesmas pastas do executivo liderado até terça-feira por José Eduardo dos Santos.

Ainformação consta de um comunicado de imprensa divulgado pela Presidência da República angolana, dando conta que as nomeações dos titulares dos diferentes departamentos governamentais foram feitas hoje, por decreto presidencial.
O Governo nomeado por João Lourenço passa a contar com três ministros de Estado (mais um em relação à governação anterior), com Manuel Nunes Júnior a acumular com o Desenvolvimento Económico e Social, Pedro Sebastião com as funções de Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República e Frederico Manuel dos Santos e Silva Cardoso como Chefe da Casa Civil.
Mantêm as mesmas pastas Ângelo de Barros da Veiga Tavares (ministro do Interior), Augusto Archer Mangueira (Finanças), Marcos Alexandre Nhunga (Agricultura e Florestas), Bernarda Martins (Indústria), João Baptista Borges (Energia e Águas), Augusto da Silva Tomás (Transportes), Victória de Barros Neto (Pescas e do Mar), José Carvalho da Rocha (Telecomunicações e Tecnologias de Informação) e Carolina Cerqueira (Cultura).
O Ministério da Defesa Nacional, que no Governo anterior era liderado por João Lourenço, passa a ser tutelado por Salviano de Jesus Sequeira, enquanto Manuel Domingos Augusto é promovido de secretário de Estado a ministro das Relações Exteriores, o mesmo acontecendo com Adão de Almeida, que sobe para ministro do Território e Reforma do Estado.
No novo executivo, com posse agendada para o palácio presidencial no sábado, 30 de Setembro, destaque para Diamantino Pedro Azevedo, que assume o cargo de ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, duas pastas que no Governo anterior estavam separadas.
António Rodrigues Afonso Paulo é o novo ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Ana Paula Chantre Luna de Carvalho é nomeada ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Pedro Luís da Fonseca assume a pasta da Economia e Planeamento, Maria do Rosário Sambo o Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, e Maria Cândida Teixeira a Educação.
As nomeações do novo chefe de Estado angolano envolvem ainda Manuel Tavares de Almeida, para o cargo de ministro da Construção e Obras Públicas, Sílvia Paula Lutucuta, para a Saúde, Maria Ângela Bragança, para a Hotelaria e Turismo, Victória Correia da Conceição, para o cargo de ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Ana Paula Sacramento Neto, para a Juventude e Desportos, e Aníbal João da Silva Melo, para a Comunicação Social.
Após mais de 20 anos como governador provincial do Moxico, João Ernesto dos Santos ‘Liberdade’ assume agora o cargo de ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Jofre Van-Dúnem Júnior a pasta do Comércio e Paula Cristina Francisco Coelho é a nova ministra do Ambiente, enquanto para secretária do Conselho de Ministros foi nomeada Ana Maria de Sousa e Silva.
Na quarta-feira, a Presidência angolana já tinha anunciado o antigo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil da Presidência da República de José Eduardo dos Santos, Edeltrudes Costa, como o primeiro ministro nomeado por João Lourenço, neste caso para o cargo de ministro e director do Gabinete do Presidente da República.
O anterior Governo contava com mais de 30 ministérios, mas na tomada de posse, na terça-feira, João Lourenço reafirmou a intenção de promover a redução do executivo, no âmbito de uma reforma do Estado, prevendo a “descentralização de poderes, a implementação gradual das autarquias e a municipalização dos serviços em geral”.
“A estrutura do executivo será reduzida de modo a garantir a sua funcionalidade sem dispersão de meios e evitando o esbanjamento e o desperdício de recursos que são cada vez mais escassos”, apontou João Lourenço, que encabeçou a lista do MPLA que venceu as eleições gerais angolanas de 23 de Agosto.

Alterações nos governos provinciais

João Lourenço nomeou hoje governadores para as 18 províncias do país, mas com apenas cinco mudanças, nomeadamente em Luanda, a capital, assumindo o cargo Adriano Mendes de Carvalho, que substitui o general Higino Carneiro.
Foram igualmente nomeados hoje, por decreto presidencial, para governador da província de Cabinda, Eugénio César Laborinho, que no Governo anterior ocupou a pasta de secretário para a Protecção Civil e Bombeiros do Ministério do Interior.
Para governador da província do Uíge foi nomeado o anterior ministro da Educação Pinda Simão, para a província da Lunda Sul Ernesto Fernando Kiteculo e para o Moxico Manuel Gonçalves Muandumba, que ocupou no Governo anterior a pasta da Assistência e Reinserção Social.
Foram reconduzidos no cargo os governadores da província do Zaire, José Joana André, do Bengo, João Bernardo de Miranda, do Cuanza Norte, José Maria Ferraz dos Santos, de Malanje, Norberto Fernandes dos Santos, da Lunda Norte, Ernesto Muangala, e do Cuanza Sul, Eusébio de Brito Teixeira.
O decreto presidencial reconduziu igualmente nos cargos os governadores da província de Benguela, Rui Luís Falcão Pinto de Andrade, do Huambo, João Baptista Kussumua, do Bié, Álvaro Manuel de Boavida Neto, do Namibe, Carlos da Rocha Cruz, da Huíla, João Marcelino Typinge, do Cunene, Kundhi Paihama, e do Cuando Cubango, Pedro Mutinde.

Favores com favores se pagam

Oantigo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil da Presidência da República de José Eduardo dos Santos, Edeltrudes Costa, foi o primeiro ministro a ser nomeado pelo novo chefe de Estado angolano, João Lourenço. As ligações familiares começam a vir à tona na Presidência da República, no Tribunal Constitucional e a Comissão Nacional Eleitora.
De acordo com informação oficial enviada à comunicação social, João Lourenço nomeou o seu Gabinete de Trabalho, com Edeltrudes Maurício Fernandes Gaspar da Costa a ocupar o cargo de ministro e director do Gabinete do Presidente da República.
Edeltrudes Costa ocupou até 5 de Setembro de 2016 as funções de ministro de Estado e chefe da Casa Civil, durante a presidência de José Eduardo dos Santos, que terminou na terça-feira, com a posse de João Lourenço.
Ainda sobre o Gabinete de Trabalho do chefe de Estado, foi nomeado Félix de Jesus Cala para o cargo de secretário-geral do Presidente da República e Edson Ulisses de Carvalho Alves Barreto para o cargo de director do Gabinete de Quadros do chefe de Estado.
Igualmente por decreto presidencial assinado por João Lourenço, foi nomeado Marcy Cláudio Lopes para o cargo de secretário para os Assuntos Políticos, Constitucionais e Parlamentares do Presidente da República, Victor Manuel Rita da Fonseca Lima para secretário para Assuntos Diplomáticos de Cooperação Internacional, Itiandro Slovan de Salomão Simões, para secretário para os Assuntos Judiciais e Jurídicos do Presidente da República.
Luís Fernando é nomeado por João Lourenço para o cargo de secretário para os Assuntos de Comunicação Institucional e de Imprensa do Presidente da República e Flávio Saraiva de Carvalho da Fonseca, para secretário para os Assuntos Regionais e Locais.
As ligações familiares começam a vir à tona na Presidência da República, no Tribunal Constitucional e na CNE. Recorde-se que Rui Ferreira é o presidente do Tribunal Constitucional desde 2008, eleito para um mandato único de… 7 (sete) anos!
Ora então, Rui Ferreira é o sogro de Marcy Lopes, secretário para os assuntos Políticos, Constitucionais e Parlamentares do Presidente da República, tendo ocupado até dia 27 de Setembro, o cargo de director para assuntos ligados aos partidos do Tribunal Constitucional.
A esposa de Marcy Lopes e filha do juiz Rui Ferreira é membro do secretariado da CNE liderada pelo juiz Silva Neto.
Sónia Neto é membro do secretariado da CNE e filha do juiz Silva Neto.
Rui Ferreira, o presidente cessante do Tribunal Constitucional declarou que tem uma dívida impagável para com o Presidente da República cessante:
1 – Foi advogado do Presidente da República (ainda é através do seu escritório);
2 – O PR indicou o seu nome para PCA da Nova Cimangola;
3 – Dirige o Tribunal Constitucional que desvalorizou as reclamações dos partidos da Oposição em dois pleitos eleitorais, transformando-o numa sucursal do regime;
4 – Deu posse a José Eduardo dos Santos e a João Lourenço como presidentes da República em eleições muito contestadas.
A recompensa (para além da promiscuidade) ou algo como isso já vem de longe.


Embora tenha jurado respeitar a Constituição e a lei, espera-se que pelo menos João Lourenço use com parcimónia a via expresso que terá aos seus pés durante os próximos cinco anos. Ou seja, que faça o que prometeu, melhorando que está bem e corrigindo o que está mal.
fonte: http://jornalf8.net

Moçambique nega compra de armas à Coreia do Norte.

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O ministro da Defesa Salvador Mtumuke negou as acusações das Nações Unidas sobre a compra de armas à Coreia do Norte e garante que não existem provas sobre tais factos.



Moçambique não comprou armas à Coreia do Norte. O ministro da Defesa Salvador Mtumuke reagiu neste sentido, e pela primeira vez, à acusação das Nações Unidas e desafia os peritos para que venham ao país para provar o contrário.
O ministro moçambicano da defesa quebrou o silêncio. Atanásio Mtumuke nega que o país tenha adquirido armas à Coreia do Norte violando o embargo imposto pela Nações Unidas a 10 anos.
O chefe da diplomacia moçambicana Oldemiro Balói nega a compra de armas mas admite erros cometidos pelo país, durante a vigência das sanções, o apoio militar recebido pela Coreia do Norte.
Há quase duas semanas que as Nações Unidas acusaram Moçambique e Angola, únicos países africanos falantes da língua portuguesa, de terem violado o embargo militar imposto a Coreia do Norte há uma década.
Mais pormenores com Orfeu Lisboa
Correspondência Orféu Lisboa

fonte: RFI

ONGs angolanas descrentes sobre mudanças com nova legislatura.

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Deputados eleitos tomam posse em meio a ceticismo da sociedade civil sobre alterações na ordem política. Representantes ouvidos pela DW África dizem que mudanças só vão ocorrer com saída do MPLA do poder.
fonte: Dw África
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Sede da Assembleia Nacional de Angola, em Luanda
As peças do jogo político permaneceram as mesmas com as eleições gerais de 23 de agosto em Angola. Esta quinta-feira (28.09), os 150 deputados do Movimento Popular da Libertação de Angola (MPLA), o partido no poder, tomaram posse mantendo a maioria absoluta na Assembleia Nacional. A União Nacional para a Independência Totald e Angola (UNITA), o maior partido da oposição, ficou com 51 do total de 220 assentos.
Representantes de ONGs ouvidos pela DW África não acreditam em "mudança na continuidade" como proposto pelo presidente eleito, João Lourenço, e estão céticos sobre uma alteração da ordem política no país após 40 anos de independência. Um deles é Elias Isaac, diretor da ONG Open Society em Angola.
"Nós acreditamos que o debate político, as políticas públicas e a legislação serão do mesmo tipo e servirão para perpetuarem o sistema vigente no país e, acima de tudo, para restringir cada vez mais os direitos da população. A oposição, mesmo junta, não tem força para desfazer a maioria absoluta que o MPLA tem no Parlamento. A oposição estará sempre fragilizada, sem voz e sem espaço. Essa configuração parlamentar não ajuda a pluralidade democrática que Angola precisa", critica.
Angola Rohstoffe
Elias Isaac, diretor da ONG Open Society em Angola
Para Elias Isaac, depois de quatro décadas sob o regime de José Eduardo dos Santos, Angola precisava de um Parlamento mais equilibrado para se alcançassem "políticas de consenso e não de controle". Ele concorda com a proposta da UNITA de despartidarizar as instituições da governação, mas prevê um árduo caminho para que esse objetivo seja alcançado.
"Só haverá despartidarização das instituições do Estado no dia em que o MPLA sair do poder. Essa é a realidade. É preciso uma mudança na configuração da estrutura política de Angola. O MPLA terá que abandonar a governação do país para que a sociedade angolana se despartidarize", ressalta. 
Criticando a omissão do regime de José Eduardo dos Santos sobre as mortes envolvendo a extração de diamantes na região das Lundas, Jordan Muacabinza, do Movimento do Protectorado da Lunda-Tchokwé, espera que os deputados mudem o foco para atender às necessidades do povo angolano.
"Eu espero que o Parlamento seja para os angolanos e não para uma equipa que quer beneficiar-se. O atual presidente eleito deve mostrar suas capacidades não como um ditador, mas demonstrar capacidade de governar como se fosse um humanista. Além disso, o MPLA precisa respeitar os outros partidos com assentos no Parlamento", explica.
Ao referir-se ao recente assassinato do filho do deputado Joaquim Nafóia, da UNITA, Jordan Muacabinza assinalou que os partidos no poder devem abster-se da violência e trabalhar para melhorar a situação dos direitos humanos em Angola. "Esse modelo nunca vai acabar até que tenhamos uma nova liderança e um presidente independente. Nós estamos numa selva, onde os caçadores têm tendência de aniquilar qualquer tipo de animal. E os animais somos nós. Somos vítimas do regime no poder", afirma.
Lições do passado
Já Padre Gaudêncio Félix Yakuleinge, diretor-executivo da Associação Ame Naame Omunu (ANO), que significa "Eu também sou pessoa", confia que os novos deputados podem mudar o destino de Angola.
"Nós, desta vez, acreditamos que os números e distribuição dos partidos podem não ser o ideal e que analistas desejariam que fosse diferente, mas acreditamos ser possível que haja alguma coisa positiva. Mesmo os próprios deputados devem ter tomado consciência dos erros que foram cometidos ao longo da história e com a experiência que ganharam e os novos desafios poderão ser obrigados a dar passos positivos", analisa.
"Se olharmos as estatísticas, o partido no poder tem estado a perder cada vez mais votos e isso poderá jogar um papel muito importante para recuperarem os votos que perderam arté aqui. A situação socioeconômica também obriga os deputados a fazer esforços para que haja uma mudança", acrescenta. 
Gaudêncio Féliz concorda, no entanto, com a opinião da UNITA de que existe uma partidarização das instituições do governo, com membros do MPLA a comandar sítios-chave da governação, mas acha ser possível alterar esse cenário.


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Deputados tomam posse na Assembleia Nacional de Angola.

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O Parlamento angolano tem caras novas, a partir desta quinta-feira (28.09), depois das eleições gerais de 23 de agosto. O líder da UNITA afirma que deputados vão ocupar os assentos para "combater a corrupção".
fonte: DW África
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A cerimónia de investidura dos 220 deputados eleitos nas eleições de 23 de agosto tem lugar esta quinta-feira (28.09) na sede do Parlamento angolano.
O Movimento Popular da Libertação de Angola (MPLA) conta com 150 deputados, a União Nacional para a Independência Totald e Angola (UNITA) tem 51, a Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) tem 16 parlamentares, na bancada do Partido de Renovação Social (PRS) estão sentados dois deputados e apenas um representa a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA).
Apesar de contestar os resultados das eleições gerais de 23 de agosto, a UNITA decidiu que os seus deputados vão tomar posse.
Angola - UNITA Parteiführer Isaias Samakuva
Isaías Samakuva, presidente da UNITA
"O Grupo Parlamentar da UNITA vai para este Parlamento não para consolidar a errada impressão dos que pensam que se vai ao parlamento por causa dos Lexus [alusão à distribuição de viaturas luxuosas por todos os deputados à Assembleia Nacional], mas para demonstrar permanentemente que estão lá porque esse é o palco mais indicado para combater os males do país", afirmou o líder Isaías Samakuva, esta quarta-feira (27.09), em Viana, arredores de Luanda, na abertura da quarta reunião ordinária da Comissão Política do Comité Permanente.
Entre esses "males", Samakuva destacou "a má governação, o desemprego, os assaltos aos cofres do Estado e o nepotismo".
Isaías Samakuva, que anunciou que vai abandonar a liderança do Galo Negro, disse que para o principal partido da oposição angolana, "constitui prioridade nacional absoluta a institucionalização das autarquias municipais em todo país".
O líder da UNITA, que ocupa o cargo desde 2003, depois da morte do fundador Jonas Savimbi, em 2002, entende que o "fim da era da partidarização do Estado, do enriquecimento ilícito na utilização de cargos públicos e uma nova abordagem sobre reconciliação nacional" são algumas das metas que os angolanos esperam dos seus representantes na Assembleia Nacional.
No entender de Isaías Samakuva, os deputados da UNITA devem combater no parlamento a "exclusão social e a discriminação económica", bem como a "subalternização" do Estado e da Assembleia Nacional ao MPLA e ao Governo.
Infografik Abgeordnete im angolanischen Parlament POR
Regime angolano "não mudou”
Num discurso crítico, Isaías Sdamakuva entende que os problemas de Angola "vão continuar" com João Lourenço na presidência, uma vez que o regime "não mudou" com as eleições de 23 de agosto.
Joao Lourenco Angola
João Lourenço tomou posse como terceiro Presidente de Angola
"As violações dos direitos humanos continuam e vão continuar, o país continua e vai continuar com uma profunda crise de valores, com um Estado predador, uma constituição atípica, uma economia prostituída, uma dívida pública insustentável", apontou Samakuva.
No entender do líder da UNITA, o grande obstáculo à concretização da justiça e da paz social é "a captura das instituições do Estado pelo partido/Estado, a partidarização do Estado".
Angola precisa de "de amplos diálogos", nomeadamente "entre ricos e pobres, letrados e iletrados", acrescentou Isaías Samakuva.
O discurso do líder da principal força da oposição aconteceu no mesmo dia em que João Lourenço tomou posse como terceiro Presidente da República de Angola.
Os partidos da oposição não se fizeram representar na cerimónia, por contestarem os resultados oficiais divulgados pela Comissão Nacional Eleitoral.

FUNCIONÁRIOS DA TELEVISÃO DÃO 24 HORAS PARA GOVERNO PARAR DE INTERFERIR NAS NOTÍCIAS.

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Os funcionários da Televisão da Guiné-Bissau deram, esta terça-feira (26), ultimato ao Ministro da Comunicação Social para, até o dia 28 corrente, acabar com censura das notícias de alguns partidos políticos durante o telejornal

O ultimato dos funcionários vem na sequência da reunião entre os funcionários e o Sindicato de Base da TGB, dos órgãos público e igualmente do Sindicato Nacional dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS).

O Presidente do Sindicato de Base da TGB, Francisco Indeque, diz aos jornalistas que, dentro de 24 horas, se o Ministro da Comunicação Social não responder a carta, os funcionários vão boicotar todos os trabalhos dos partidos políticos…

O Presidente Interino da SINJOTECS, Domingos Sanca, lamenta a intervenção directa nos trabalhos jornalísticos.

De referir que os funcionários da Televisão da Guiné-Bissau entregam abaixo-assinado no início do mês em curso ao Governo que, doravante, não vão admitir que haja censura às notícias de qualquer natureza.


Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira/radiosolmansi com Conosaba

FEZ SEXO COM O GENRO E TENTA ATROPELÁ-LO PARA ESCONDER O CASO.

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Faz sexo com o genro e tenta atropelá-lo para esconder o caso
Kathleen Davis, uma mulher de 58 anos, que manteve relações sexuais com o marido da filha, Michael, de 33 anos, tentou atropelar o amante para esconder o caso.

De acordo com o jornal The Mirror, Michael terá confessado à mulher que tinha uma relção extra-conjugal com a mãe desta. Quando Kathleen soube, ficou furiosa com a ideia de que a filha a pudesse vir a odiar e agiu violentamente contra o homem de 33 anos.

Os factos ocorreram na Florida, EUA. Michael contou à polícia que começou por ouvir barulhos no exterior da sua casa. Quando abriu a porta, o homem deparou-se com a amante, de 58 anos, a atirar ovos contra a sua habitação e o seu carro.

Completamente enfurecida, Kathleen tentou inclusivamente atropelar mais do que uma vez o marido da filha. A mulher entrou no seu carro e começou a perseguir o homem, que tentava desesperadamente escapar do veículo.

A mulher acabou por parar quando se apercebeu de um carro da polícia no local, cujo agente a deteve imediatamente. A mulher encontra-se presa por suspeita de agressão agravada com recurso a arma mortal.

Fonte: Correio da Manhã, in http://noticias.mozmassoko.co.mz



PM DA GUINÉ-BISSAU MARCOU PRESENÇA NO Vº CONGRESSO DO PRS.

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Presença do Primeiro-ministro General Umaro Sissoco Embaló, acompanhado de membros do governo no V°Congresso Ordenário do PRS onde afirma que o PRS é um referência na Guiné-Bissau é um Partido com grande credibilidade interno e externo.

Conosaba/http://faladepapagaio.blogspot.pt/

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Estados Unidos:11 de Setembro - 16 Anos Depois: Sem Memória, sem Verdade e sem Justiça.

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11/9, 16 Anos Depois: Sem Memória, sem Verdade e sem Justiça. 27377.jpeg

"É preciso coragem para questionar quando tudo ao seu redor em que você acredita, tem sido dito para você acreditar. É preciso coragem para questionar os poderosos, e falar a verdade em relação ao poder", diz na longa conversa a seguir Michael "Mike" Berger, coordenador de mídia de 911Truth.org neste aniversário de 16 anos dos ataques do 11/9 sem memória, sem verdade e sem justiça.

Mike analisa que a infinita "Guerra ao Terror", com gastos maciços deficitários, mudanças radicais na política interna e externa incluindo a redução das liberdades civis dos norte-americanos, foram justificadas pelos ataques do 11 de Setembro. "No entanto, a história apresentada pelo governo sobre como os ataques se desenrolaram sem uma resposta do nosso estabelecimento de defesa de trilhões de dólares, traz centenas de contradições e comprovadas mentiras. Se realmente quisemos proteger e defender o País, precisamos saber como nosso governo não nos protegeu no 11 de Setembro realizando mudanças efetivas para defender o País do ataque", pontua Mike, quem ainda lembra que, após o 11/9, muitos funcionários do governo de seu país "se tornaram denunciantes, porque foram impedidos de executar seus trabalhos - para proteger e defender os Estados Unidos".

O advogado Kenneth "Ken" Feinberg, escolhido pelo regime de Bush para decidir sobre o valor em dinheiro a ser oferecido a cada família que perdeu um ente querido nos ataques, também respondeu algumas questões a esta reportagem.

Kenneth Feinberg: 
O Fundo de Compensação Federal de 11 de setembro de 2001 foi um sucesso absoluto. Aproximadamente 5.300 pessoas foram compensadas, e mais de 7 bilhões de dólares em fundos de contribuintes foram distribuídos durante um período de 33 meses, estabelecido pelo estatuto federal.

Todos os processos civis relativos aos ataques do 11 de Setembro foram resolvidos e estabelecidos no Tribunal Federal em Manhattan, cerca de cinco anos após os ataques. As principais reivindicações envolveram negligência por parte do fabricante do avião, as companhias aéreas, o World Trade Center, o MassPort [Massachusetts Port Authority] e a Autoridade Aeroportuária de Nova Iorque e de Nova Jersey, etc.

Nesta entrevista, Mike fala sobre as observações de Feinberg, convidado em seguida a apresentar sua réplica às declarações de Mike, ao que não respondeu. as famílias que recusaram o dinheiro do silêncio nunca foram capazes de obter justiça através dos tribunais, do Congresso nem de nenhumo outro meio. Não é assim que nosso sistema deveria funcionar".

Diante disso, no momento mais emocionante desta entrevista, questionado se os bilhões de dólares do governo compraram o silêncio da grande maioria de familiares de vítimas, Mike é categórico na resposta: "Sim, comprou o silêncio eterno", observando que cada assassinato no 11/9 acabou rendendo muito dinheiro a seus respectivos familiares que permanecem vivos. "Muitas famílias apoiaram e ajudaram a 'vender' a história do governo", lamenta Mike, para quem o desafio psicológico de se conviver com verdades dolorosas, como as evidências de excução interna naquele dia que mudou o curso da história, é um obstáculo para se descobrir o que realmente aconteceu em 11 de stembro de 2001.

"As pessoas deste país foram traumatizadas pelo 11 de Setembro, quer tenham consciência disso ou não", resslta o ativista e produtor de filme, ao mesmo tempo que observa que o 11/9 não é apenas um assunto dos norte-americanos. "A política externa norte-americana foi justificada pelos ataques do 11 de Setembro", pontua sobre os atentados que levaram ao ferimento da Constituição de seu país sem precedentes, e ao rompimento das relações internacionais em quase 400 anos."Quase 16 anos após os assassinatos não resolvidos de milhares de norte-americanos e incontáveis ​​centenas de milhares de vítimas da "Guerra contra o terrorismo" dos Estados Unidos, quem no mundo pode responsabilizar aqueles que estão acima da lei?", questiona Mike.

Mike Berger nasceu e cresceu a cerca de 20 minutos de Manhattan. É formado em Sociologia pela Universidade de Washington, com foco em motivação humana.

Quase 18 meses após os ataques, ele passou a questionar a versão oficial quando leu sobre compras significativas de Opções de Venda antes do 11 de Setembro por empresas diretamente afetadas pelos ataques. Essas grandes apostas financeiras, colocadas nos mercados de ações e opções mundiais, fez com que grandes investidores se beneficiassem com a previsão dos ataques. Isso deu início a anos de pesquisa em relação aos detalhes dos ataques, e como o registro público está repleto de fatos credíveis que contradizem muitas das mentiras e omissões registradas no Relatório da Comissão do 11 de Setembro, vendidas ao público norte-americano e mundial pelos principais meios de comunicação.

Mais de quatro anos de investigação culminaram no primeiro documentário de Mike, Improbable Collapse: The Demolition of our Republic, primeiro a revisar minuciosamente as evidências das demolições controladas do World Trade Center sob uma perspectiva científica.

A íntegra da entrevista, a seguir.

Edu Montesanti: Qual sua avaliação do desempenho midiático em 11/9/2001, e ao longo desses 16 anos após os atentados?

Mike Berger: Muitos jornais, repórteres e agências de notícias relataram fatos com precisão. No entanto, outros falsificaram e, intencionalmente, manipularam reportagens e os fatos para promover a teoria conspiratória do governo.

Quando fomos entrevistados depois que o Pentágono lançou a "filmagem de vídeo" do voo 77que atingiu o Pentágono, tanto a ABC News quanto a BBC nos fizeram a mesma pergunta repetidamente. Eles não aceitaram nossa resposta, quando perguntaram "por que você não acredita que um avião atingiu o Pentágono?".

Nossas respostas foram consistentes: nunca negamos que um avião ou o voo 77 tenham atingido o Pentágono. Acreditamos que uma questão-chave sobre o ataque do Pentágono é como algo poderia atacar o Pentágono, dado o testemunho de Norma Mineta [maio de 2003], de que Cheney estava recebendo atualizações em tempo real de que um "voo que entrava em Washington DC"? Devemos acreditar que o Pentágono estava impossibilitado de ser defendido? Em caso afirmativo, isso deve levantar muitas outras questões alarmantes sobre o destino de trilhões de dólares dos contribuintes dos Estados Unidos, gasto na defesa dos Estados Unidos contra ataques.

New York Times, ao cobrir a entrevista coletiva do National Institute of Standards and Technology (NIST) anunciando os resultados finais para explicar o colapso do Edifício 7 do World Trade Center, relatou uma citação de Shyam Sunder, pesquisador principal do NIST. A equipe disse que a menor ocorrencia de explosão capaz de fragilizar a coluna principal do edifício teria produzido um "nível de som de 130 a 140 decibéis, a uma distância de meia milha", mas nenhum ruído tão alto foi relatado por testemunhas nem gravado em vídeos.

New York Times ignorou, ou convenientemente esqueceu seu próprio processo que forçou a cidade de Nova Iorque a divulgar os relatos orais dos Primeiros Respondentes que continham dezenas de testemunhos oculares, comparando o que viram e ouviram com demolições controladas. Na primeira página do New York Times, eles citaram o investigador principal, Shyam Sunder, dizendo que não havia gravações de áudio de explosões nem nenhum relato de testemunhas oculares.

O Edifício 7 não foi atingido por um avião, mas reportagens da BBC e da CNN anunciaram que o prédio havia entrado em colapso antes do colapso tr acontecido de fato.


O que você acha da versão que diz que os sauditas e os Qataris apoiaram os supostos sequestradores do 11 de Setembro? O economista canadense, Michel Chossudovsky, um dos pesquisadores mais respeitosos do mundo sobre o 11 de Setembro, diz que implicar os sauditas e agora os qataris simplesmente desvia o foco dos ativistas pela verdade do 11/9, ou seja, o 11 de Setembro foi uma execução interna po completo. Como você responde a Chossudovsky? Lembremo-nos de que os principais meios de comunicação, que se opõem a uma investigação independente em apoio à versão oficial, abordam em grande parte o suposto complô saudita e qatari nos ataques do 11 de Setembro. Esse fato, e evidências dos ataques do 11 de Setembro de execução interna, não devem dar razão ao economista canadense?

O 11 de Setembro é uma rede complexa de conexões, algumas discerníveis e visíveis, enquanto outras permanecerão ocultas para sempre. Sabemos que os sauditas forneceram algum financiamento aos sequestradores. Sabemos que os sauditas estiveram envolvidos. Eles dirigiram a operação? É duvidoso. No entanto, simplesmente porque eles podem não ter estado na liderança não significa que não estiveram envolvidos. Ignorar o envolvimento do governo saudita ou de qualquer outro governo, nada mais é que moldar os fatos de acordo com a teoria.

Participações de muitas nações podem estar envolvidas na questão. Sabemos de algum envolvimento dos sauditas, de Israel, Alemanha, Paquistão, Emirados Árabes Unidos, etc. Sem poder de intimação ou um grande júri para emitir mandados, não podemos descobrir nada.

Existem muitas teorias alternativas. Que foi uma execução interna, parece muito evidente. A vida, é muitas vezes, bastante confusa e complicada. Como na vida, a compreensão do 11 de Setembro requer a capacidade de aceitar o paradoxo e a contradição inerentes a acontecimentos complexos. Embora possamos nunca vir a saber exatamente o que aconteceu, temos uma ampla gama de evidências que rejeitam a versão do governo.

Será que Bin Laden, os sauditas ou os qataris detiveram as defesas aéreas norte-americanas? Eles poderiam ter feito a rede de comando parar no 11 de Setembro? Eles poderiam ter impedido, com sucesso, a Força Aérea de enviar jatos em direções distantes dos aviões? É claro que não. Isso foi feito por pessoas de dentro do nosso próprio governo. A conclusão de que o 11 de Setembro foi um trabalho interno rejeita ou minimiza o envolvimento de muitos outros países, e o conjunto de evidências em relação aos autores intelectuais por trás dos ataques.

As inteligências israelenses do Mossad, as britânicas e alemãs também estiveram envolvidas na vigilância dos sequestradores. O Mossad seguiu os sequestradores em todo os Estados Unidos por muito tempo, conforme relatado na Fox News. Algumas pessoas, então, concluem imediatamente que Israel, ou "os judeus" foram responsáveis. Sempre tentei seguir os fatos, o bom senso e a lógica. Tento não deixar passar desapercebidas determinadas conclusões, apenas porque tantos parecem gostar de agir assim

Isso diz respeito à necessidade de saber. Algumas pessoas são curiosas, prestam atenção ao que está acontecendo no mundo e tentam dar sentido a isso. No entanto, com tantos fatos como temos agora, e inquestionáveis, é um grande desafio reuni-los de forma coerente o que não significa que não sabemos o suficiente para dizer com confiança que houve um envolvimento óbvio de membros do governo dos Estados Unidos, das agências militares e da inteligência.

Além disso, as muitas advertências específicas dadas à administração de Bush antes dos ataques, por parte de Rússia, Grã-Bretanha, Israel, Alemanha, etc, parecem indicar que também havia agentes e agências de inteligência em todo o mundo trabalhando para evitar os ataques. Isso também inclui muitos agentes de inteligência dos Estados Unidos, alguns dos quais se tornaram denunciantes porque foram impedidos de executar seus trabalhos - para proteger e defender os Estados Unidos.


Qual o estado de espírito dos norte-americanos em geral, em relação à busca pela verdade em relação o 11 de Setembro?

Acredito que abordei isso na minha resposta anterior, sobre os desafios que enfrentamos. A psicologia da negação torna difícil persuadir o público a enxergar, e muito menos avaliar os fatos que contradizem o que lhes foi dito que aconteceu. É mais fácil ignorar os fatos e simplesmente deixá-lo em paz. "Se é verdade [execução interna do 11/9], simplesmente não quero saber", ouvi muitas vezes.


Quais as principais reivindicações de 911Truth.org em relação às contradições da versão oficial dos fatos?

911Truth.org não faz, por si mesma, reivindicações, mas promove reportagens investigativas, pesquisa acadêmica e educação pública sobre as realidades suprimidas de 11 de Setembro.

Nesta estapa da história, 911Truth.org é um repositório para um corpo de pesquisa que expõe fatos relativamente desconhecidos pela maioria dos norte-americanos, até hoje.

A maior "reivindicação" que fizemos foi publicar o fato que contradiz a afirmação do governo, de que quatro caixas pretas indestrutíveis dos dois aviões que atingiram as Torres, nunca foram recuperadas - de acordo com o Relatório da Comissão do 11 de Setembro.

O que aconteceu com as quatro caixas pretas indestrutíveis que deveriam ter sido recuperadas no Marco Zerro? Sabemos que pelo menos três foram recuperadas, mas o Relatório da Comissão do 11 de Setembro afirma, claramente em uma nota de rodapé, que nenhuma dessas caixas pretas foi recuperada.

Também acompanhamos uma reportagem do jornalista investigativo Dave Lindorff, que confirmou que o FBI se apoderou dessas caixas pretas recuperadas, e que foram analisadas pelo NTSB [National Transportation Safety Board].

Uma fonte no National Transportation Safety Board, a agência que tem a tarefa de decifrar a data das caixas pretas recuperadas em locais de acidentes - incluindo aqueles que estão sendo tratados como crimes e sob a jurisdição do FBI -, diz que as caixas haviam sido recuperadas e analisadas pelo NTSB.

Qual a importância de se esclarecer esses fatos, e narrar a história real dos fatos?

Acreditamos ser importante para quem quer investigar ou estudar os assassinatos do 11 de Setembro que tenham acesso a pesquisas e fatos acadêmicos. Muitos dos artigos que publicamos ao longo dos anos provêm de fontes da grande mídia.

A razão pela qual mantemos e atualizamos o sítio na Internet é para que inspire o público a superar a negação, e entenda a realidade da nossa situação atual. É preciso ter conhecimento, e aprender com o passado para não repeti-lo.

Os fatos contam uma história diferente daquela contada pelos relatórios oficiais do governo dos Estados Unidos.


Quais os maiores desafios nos Estados Unidos para criar uma investigação independente, trazendo a verdade definitivamente à luz?

Kenneth Feinberg é advogado. O governo o escolheu para avaliar e decidir sobre o valor em dólares a ser ferecido a cada família que perdeu um ente querido. Ele não era advogado do governo nem dos familiares: o governo o nomeou para esse fim. Os membros da família que aceitaram o dinheiro establecido por Kenneth Feinberg desistiram do direito de lutar por um processo legal contra o governo, as companhias aéreas, os fabricantes de aviões, etc. O trabalho de Feinberg era conseguir o máximo possível que tudo acabasse assm.

A questão principal aqui, como eu vejo, é que as famílias que recusaram o dinheiro do silêncio nunca foram capazes de obter justiça através dos tribunais, do Congresso nem de nenhumo outro meio.

Não é assim que nosso sistema deveria funcionar.

Se você pode tentar imaginar o que seria perder seu esposo. Ele rendeu muito dinheiro, em muitos casos. Você deve apoiar seus filhos e criá-los sozinhos. Como você pode escolher entre tentar seguir em frente, e tornar a vida do seu filho decente sem o dinheiro oferecido pelo governo... e seguir em frente? Isso deve ter sido uma escolha impossível para muitas famílias. Mas tenha em mente que muitas famílias apoiaram e ajudaram a "vender" a história do governo.


Então, você quer dizer que os bilhões de dólares compraram o silêncio dos familiares?

Sim, os pagamentos compraram o silêncio eterno. Muitas famílias do 11 de Setembro nunca falaram abertamente [sobre as mentiras do 11/9].


Por quê? Receio? Pressão?

Muitos, muitos motivos.

Isso exigia imensa coragem para enfrentar a mídia, o governo, os amigos, etc. Eles, e nós fomos rotulados de teóricos da conspiração. Esperava-se que as famílias ficassem fechadas.

Pressão social, pressão financeira, mídia, etc... eles tiveram muitas razões para ter medo, e sentirem-se preocupados.


Continuando com os desafios que os Estados Unidos enfrentam, Mike...

Este não é apenas um desafio norte-americano. A política externa norte-americana foi justificada pelos ataques do 11 de Setembro. Quase 16 anos após os assassinatos não resolvidos de milhares de norte-americanos e incontáveis ​​centenas de milhares de vítimas da "Guerra contra o terrorismo" dos Estados Unidos, quem no mundo pode responsabilizar aqueles que estão acima da lei?

Não existe um tribunal, um governo ou uma instituição global que esclarecerá a verdade ou irá buscá-la em relação ao 11 de Setembro. Todas as tentativas dos membros da família para obter o seu dia no tribunal, para descobrir quem não conseguiu executar seu trabalho naquele dia [para prevenir os atentados] e nos dias que antecederam os ataques, aqueles qu acoertaram e até mesmo facilitaram os ataques, cada um desses casos legais foi freado antes que qualquer descoberta significativa pudesse ter sido feita. Kenneth Feinberg pressionou as famílias a pegar o dinheiro, e renunciar aos direitos legais de ir ao tribunal. Ele teve muito sucesso ... conforme se mesmo se gabou com você.

Enquanto ele afirmou que os processos foram resolvidos, isso não é verdade dependendo da definição da palavra "resolvido". Se "resolvido" significa que os tribunais frustraram os casos legais das famílias, então o que ele disse esta correto. Mas sabemos que ele não usou o termo neste sentido.

O governo dos Estados Unidos fez esforços extraordinários para evitar descobertas legais, e para proteger os fatos inconvenientes que surgiram em um tribunal de justiça. Parece significativo, então, que o Congresso esperou mais de 15 anos para permitir que as famílias processassem os sauditas.

É claro que muitos dos sauditas envolvidos ou ligados aos crimes agora estão falecidos, sob uma perspectiva do governo: agora é algo "seguro", que as famílias busquem ações legais. Além disso, muitos familiares provavelmente deixaraão isso passar visto que seus filhos cresceram. Suas vidas podem ter retornado a um novo ritmo normal, então, por que retornariam ao trauma?

Acredito que o maior desafio para uma investigação tem tudo a ver com nossa capacidade de negar fatos desconfortáveis ​​e conhecimentos inconvenientes. As pessoas deste país foram traumatizadas pelo 11 de Setembro, quer tenham consciência disso ou não. Examinar esse tópico abre as feridas. Crescemos querendo acreditar no que nos falamos sobre o que os Estados Unidos representam, e nosso lugar no mundo.

O desafio psicológico de viver com verdades dolorosas é, provavelmente, o maior desafio para descobrir o que realmente aconteceu.

O que acontece quando as pessoas boas estão em silêncio? Todas as atrocidades. É preciso coragem para questionar quando tudo ao seu redor em que você acredita, tem sido dito para você acreditar. É preciso coragem para questionar os poderosos, e falar a verdade em relação ao poder.


De que maneira a Constituição dos Estados Unidos foi atacada pelo 11 de Setembro, como mencionado no sítio 911Truth.org?

Os últimos 13 anos evidenciam como os assassinatos do 11 de Setembro foram usados ​​para justificar violações constitucionais. Por exemplo, as agências de inteligência nos Estados Unidos têm supervisionado ilegalmente, através de escutas telefônicas sem mandados judiciais, em violação da Quarta Emenda.

Os Estados Unidos violaram o acordo das Convenções de Genebra contra a tortura. As agências de inteligência foram flagradas ajudando e, em alguns casos, iniciando ataques terroristas nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos se comprometeram em homicídio extrajudicial, dirigido pelo governo, de cidadãos norte-americanos. A CIA foi considerada culpada por sequestro e tortura um clérigo muçulmano. Alguns sugeriram que não temos mais um governo civil. Há um artigo específico, escrito por um ex-embaixador da administração Bush e vice-secretário de Estado adjunto. Cartas secretas e ilegais de segurança nacional, que pode sr lido através desta ligação.

A maioria dos norte-americanos desconhece o continuismo do governo. Há evidências que sugerem que os Estados Unidos permanecem em estado de emergência contínuo. Mais violações da Quarta Emenda. Os Estados Unidos com Obama, e continuando na administração de Trump, processam jornalistas e denunciantes.


Como atuou o regime de Obama e o que você pode dizer sobre o regime Trump, em relação a uma comissão independente pela verdade do 11 de Setembro?

Ambos se opuseram a qualquer investigação independente tanto quanto eu tive conhecimento. Com Trump, as palavras realmente não significam nada. Portanto, o candidato Trump pode ter dito coisas como se estivesse aberto a uma nova investigação. Mas esse cara já se foi. Esse indivíduo nunca vai fazer isso.

Edu, essas perguntas poderiam ser respondidas através de livros. A "versão" do 11 de Setembro, o contexto necessário para entender o que aconteceu e quais as conseqüências foram, parecem exigir uma pesquisa incrivelmente ampla para compreender plenamente a insidiosa forma de chegar ao nosso momento e circunstância presentes.

Como o Pentágono não foi defendido, mais de uma hora depois de saber que estávamos sendo atacados?


O que você espera do futuro em relação à investigação e, consequentemente, encontrar a verdade desta maneira fazendo justiça pelo 11 de Setembro?

Não acredito que as pessoas diretamente responsáveis se verão no interior de uma sala do tribunal antes de morrer. A justiça não será frequentada por essa gente.

Espero uma comissão de verdade e a reconciliação, uma discussão pública de verdades e de perdão. Não vejo um caminho para que isso aconteça no futuro próximo, mas ainda tenho esperanças.
fonte: pravda.ru

Brasil: A permanência de Temer no poder é uma afronta a democracia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

fonte: Pravda.ru

 
A permanência de Temer no poder é uma afronta a democracia. 27370.jpeg


O que entendemos por democracia é que seja um regime político em que a soberania é exercida pelo povo. Curiosamente, este conceito não se aplica nos dias atuais uma vez que o regime político existente está sendo exercido despoticamente por um presidente golpista, sem credibilidade apoiado por um congresso desmoralizado e envolvido, tanto quanto o presidente, em atos de corrupção que desabona qualquer tipo de governo constituído. Para agravar ainda mais o lamentável cenário que nos cerca, este mesmo governo conta com o mais baixo índice de aprovação popular já registrado nos anais da nossa nada gloriosa história, 3,5 por cento. Que democracia é esta em que os interesses de uma reduzida minoria prevalece e se sobrepõe os interesses de  uma esmagadora maioria?

Sergio Jones*
O que faz com que uma pessoa com elevado grau de rejeição continue apegado ao poder. Só uma palavra me vem à mente, obsessão. De acordo com definições dadas pelos gurus neste setor, esta anomalia é resultado de uma perturbação anímica produzida por uma ideia fixa que devido à sua tenaz persistência se apodera da mente. Este pensamento, sentimento ou tendência  aparece em desacordo com o pensamento consciente da pessoa, mas persiste mais além dos esforços por se livrar dele (a).
A obsessão tem um carácter compulsivo e acaba por adquirir uma condição penosa e angustiante para quem sofre da mesma. Quando as obsessões e as compulsões se tenham tornado crónicas, fala-se de uma neurose que perturba a vida normal do sujeito e que se transforma num transtorno obsessivo-compulsivo. A literatura a respeito aponta a existência de diversos tipos de obsessões, sendo, na minha humilde opinião de leigo no assunto, a mais danosa o apego desmedido pelo poder. O efeito deste distúrbio, no nosso caso específico, resulta em sérios danos para as vidas de milhões de brasileiros  que habitam esta chamada terra Brasillis. Que Deus tenha piedade de todos nós, meros mortais. Diante de tanta vileza se não lutarmos, a pobreza de hoje será a miséria de amanhã.
*Sérgio Jones (jornalista)

João Lourenço investido como terceiro Presidente da República de Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O general na reserva, de 63 anos, tomou posse esta terça-feira (26.09), pelas 12h15. É o terceiro Presidente que o país conhece desde a independência, em novembro de 1975.
fonte: DW ÁFRICA
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João Lourenço discursa na cerimónia de tomada de posse
O ato, presenciado por convidados nacionais e internacionais e milhares de populares, decorreu no Memorial António Agostinho Neto, em Luanda, no mesmo local e dia (26 de setembro) em que José Eduardo dos Santos foi investido pela última vez como chefe de Estado Angolano, após as eleições de 2012. 
A cerimónia, que contou com a presença de cerca de duas dezenas de chefes de Estado e do Governo - incluindo Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente português e fortemente aplaudido pelos presentes - iniciou-se pelas 12h00, orientada pelo juiz conselheiro presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, que proclamou a eleição de João Lourenço e de Bornito de Sousa para os cargos, respetivamente, de Presidente e vice-Presidente angolanos. O evento ficou marcado pela ausência da oposição, com excepção do líder do Aliança Patriótica Nacional, Quintino Moreira. 
Pelas 12h10, João Lourenço prestou juramento à nação, com a mão direita sobre a Constituição da República de Angola, assinando o termo de posse, cinco minutos depois.
O adeus ao Presidente José Eduardo dos Santos
Depois de empossar o novo inquilino da Cidade Alta, o juiz presidente do Tribunal Constitucional de Angola, Rui Ferreira, afirmou que os angolanos têm uma "dívida de gratidão impagável" por tudo o que José Eduardo dos Santos fez no país. O juiz pediu ao novo chefe de Estado angolano que cumpra tudo aquilo que prometeu. 
"A partir de hoje, abra-se a seus pés e para os próximos cinco anos, uma via expressa para fazer o que prometeu aos angolanos. Faça-o, senhor presidente. Corrija o que está mal. Melhore o que está mal. Combata a corrupção. Fortaleça o Estado democrático e de direito. Diversifique a economia", afirmou. 
Joao Lourenco Angola
Na cerimónia, João Lourenço jurou pela sua honra dedicar-se ao cargo de Presidente de Angola
Já investido nas funções de novo Presidente da República, João Lourenço deslocou-se ao local onde se encontrava o Presidente cessante, José Eduardo dos Santos, para este lhe colocar o colar presidencial e lhe ceder o lugar, o que aconteceu pouco depois.  
O ato marcou a saída do poder de José Eduardo dos Santos, que liderava o país desde 1979 - o segundo Presidente há mais tempo no poder em todo o mundo - e que não se recandidatou ao cargo nas eleições de 23 de agosto último. 
A cerimónia terminou com o desfile dos três ramos das Forças Armadas Angolanas, seguindo-se a execução do hino nacional e disparos de 21 salvas de canhão.
"Serei o Presidente de todos os angolanos"
O novo Presidente assumiu o compromisso de "tratar" dos "problemas da nação" ao longo do mandato de cinco anos que hoje iniciou, com uma "governação inclusiva". 
"Neste novo ciclo político (...), legitimado nas urnas, a Constituição será a nossa bússola de orientação e as leis o nosso critério de decisão", apontou João Lourenço, falando pela primeira vez como novo Presidente de Angola. 
"Uma vez investido no meu cargo, serei o Presidente de todos os angolanos e irei trabalhar na melhoria das condições de vida e bem-estar de todo o nosso povo", afirmou o chefe de Estado, que na mesma cerimónia recebeu simbolicamente o poder das mãos de José Eduardo dos Santos, que estava no cargo há 38 anos. "Cumpriu a sua missão com um brio invulgar", reconheceu João Lourenço, referindo-se ao Presidente cessante.
Numa intervenção de quase uma hora, perante milhares de pessoas, duas dezenas de chefes de Estado e do Governo e centenas de convidados nacionais e internacionais, João Lourenço enfatizou a melhoria das condições de vida dos angolanos será prioritária. 
Recordando que a "construção da democracia deve fazer-se todos os dias", apontou que essa missão "não compete apenas aos órgãos do poder do Estado", sendo antes "um projeto de toda a sociedade, um projeto de todos nós". "Vamos, por isso, construir alianças e trabalhar em conjunto para podermos ultrapassar eventuais contradições e engrandecer, assim, o nosso país", exortou. 
Numa aparente crítica aos partidos da oposição, que questionam os resultados oficiais das eleições gerais de 23 de agosto, João Lourenço afirmou, perante os aplausos do público, que "o interesse nacional tem de estar acima dos interesses particulares ou de grupo, para que prevaleça a defesa do bem comum". 
Jornalista impedido de cobrir evento
Angola Pedrowski Teca
Pedrowski Teca
O general que vai governar Angola nos próximos cinco anos prometeu ainda reforçar o investimento na comunicação social. O governante aconselhou os gestores públicos a saber conviver a diferença de opinião. 
"Neste mandato vamos assegurar o maior investimento público no sector da comunicação social, de modo a que os angolanos tenham uma informação fidedigna em todo território nacional. Apelo aos servidores públicos uma maior abertura e que aprendam com a crítica e com a diferença de opinião,favorecendo o debate de ideia", disse o novo Presidente da República de Angola. 
Entretanto,  durante a cerimónia de investidura,  o jornalista do Folha 8, Pedrowski Teca, foi impedido de cobrir o evento. Em declarações à DW África, o ativista afirma que foi retirado do local onde se encontravam mais de 20 profissionais de comunicação por homens que desconfia serem agentes secretos.
Pedrowski Teca afirma que foi deixado sob custódia da Polícia, sem que lhe fossem adiantadas as razões da detenção: "Só me soltaram após o término do evento, às 14h00. Mas para me soltarem tiveram que chamar um policial, deram-lhe orientações para me soltarem. Não me disseram nada e nem me devolveram a credencial [para cobrir o evento]".

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