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terça-feira, 26 de abril de 2016

Cuba: Serão lançados 25 títulos de e sobre Fidel em seu 90º aniversário.

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Zuleica Romay, presidenta do Instituto Cubano do Livro, assinalou que essa homenagem se manterá ao longo do ano.


A edição de luxo “Soy Santiago”, foi lançada durante o encerramento da Feira do Livro. Photo: Eduardo Palomares

SANTIAGO DE CUBA.— O lançamento e apresentação de 25 títulos de e sobre Fidel, pelo ensejo do seu 90º aniversário, foi qualificada como um presente especial para todo nosso povo pela presidenta do Instituto Cubano do Livro, Zuleica Romay Guerra, durante o encerramento nesta cidade, da 25ª Feira do Livro, desenvolvida ao longo do país.
Considerada igualmente a homenagem do sistema editorial cubano ao comandante-em-chefe, o projeto previsto desde o começo desta festa da leitura e a literatura até fins do ano, por parte de várias editoras nacionais, será muito mais visível mediante um programa de apresentações concebido para o segundo semestre do ano.
Romay Guerra significou que junto ao onomástico do Líder da Revolução, o centenário do escritor de Santiago de Cuba José Soler Puig e o 130º aniversário da abolição da escravatura, foram algumas das motivações centrais de um acontecimento que em 26 cidades sedes exibiu melhor organização e design em geral.
No balanço que cada ano tem lugar aqui, disse que finalmente pôde contar-se nas 522 novidades editadas com 2.563.337 exemplares de livros e outros projetos, entre os que citou os dedicados a acompanhar o sistema de educação, para que em todas as escolas as crianças aprendam brincando e desfrutando. A cifra é menor à da edição do ano anterior.
Gerado pelo que chamou tensões produtivas, acrescentou que essa redução respeito ao ano anterior, acarretou que pela vez primeira nas últimas 15 edições não tenha sido atingido o milhão de exemplares vendidos, ainda que apesar da presença de chuvas em não poucas jornadas, se registrasse 1.988.000 visitantes.
Não obstante, em nível territorial apreciam-se experiências devido à possibilidade de escolher a data conveniente, pois ressaltam Sancti Spíritus com mais vendas que no ano passado, os crescimentos de Cienfuegos e Pinar del Río, e o design certo dos recintos das feiras em Santiago de Cuba, Holguín, Villa Clara e Pinar del Río.
Al valorizar o principal acontecimento cultural cubano o ministro da Cultura, Julián González Toledo, reconheceu o esforço dos trabalhadores do livro e as instituições do setor para integrar as diversas manifestações da arte, em uma verdadeira festa dessa recreação sadia pela que advogasse o 7º Congresso do Partido.
A jornada santiagueira reservou o lançamento dos livros De la pérdida del safari a la jungla, de Lina de Feria, bem como Iwé Olumo Yono, Libro de las descargas, de Rogelio Martínez Furé, na presença destes autores aos quais foi dedicada a Feira, junto à República Oriental do Uruguai, como país convidado de honra.
Igualmente, na presença dos membros do Comitê Central Lázaro Expósito e Reinaldo García, máximos líderes do Partido e o governo na província, respectivamente, foi acolhida Soy Santiago, edição de luxo que com 400 páginas e igual número de imagens coordenadas pelo doutor Vicente González, representa uma homenagem à cidade em seus 500 anos.

Durante o encerramento, efetuado na Praça da Revolução major-general Antonio Maceo, transcendeu que a feira também foi encerrada nas províncias de Sancti Spíritus, Artemisa e no município especial Isla de la Juventud e que os autores e o país convidado de honra aos quais será dedicada a edição de 2017, serão dados a conhecer proximamente em Havana.
# granma.cu


Justiça moçambicana terá coragem de ouvir responsáveis por empréstimos duvidosos?

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"Tenho muito pouca esperança", diz Ericino de Salema, jurista moçambicano. Armando Guebuza era Presidente aquando dos empréstimos. O atual chefe de Estado Filipe Nyusi chefiava a Defesa e Manuel Chang as Finanças.
Atual chefe de Estado de Moçambique, Filipe Nyusi; ex-Presidente Armando Guebuza; e antigo ministro das Finanças, Manuel Chang (da esq. para a dir.)
Os empréstimos poderão deixar Moçambique completamente dependente de instituições financeiras e doadores internacionais, e por isso debaixo da sua batuta. Foram contraídos durante os mandatos do ex-Presidente Armando Guebuza, quando o atual chefe de Estado Filipe Nyusi era ministro da Defesa e Manuel Chang tinha a pasta das Finanças.

Parte desse dinheiro, avaliado em 1,35 mil milhões de dólares, terá sido usada para a compra de equipamento militar, portanto, um dossiê que não será completamente estranho ao atual Presidente do país.

O Fundo Monetário Internacional manteve conversações, na semana passada, com uma delegação técnica do Governo de Moçambique, em Washington, a fim de esclarecer as dívidas de empresas públicas do país, que terão sido escondidas aos investidores.

No entanto, escasseiam esclarecimentos do Governo e quando surgem são, às vezes, contraditórios. Por outro lado, o Parlamento, dominado pela Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) recusou-se a pedi-los quando exigido pela oposição.
Devido aos empréstimos que terão sido esconidos, o FMI cancelou a missão prevista para Moçambique e suspendeu o desembolso da segunda tranche do empréstimo
Face à falta de transparência e omissões, será caso já para o Ministério Público (MP) ouvir os responsáveis por essas transações? “Sim, há condições para que se investigue”, responde Ericino de Salema, jurista e jornalista moçambicano.
“Tratando-se de indícios do cometimento de crimes públicos, como parece ser o caso de abuso de poder e de cargo, há espaço para que o MP, enquanto titular da ação penal em Moçambique, conforme a Constituição e o próprio Código Penal, empreenda esforços no sentido de investigar aquilo que eventualmente terá acontecido, numa perspetiva jurídico-criminal", detalha o jurista.

Mais precisamente, "o estatuto legal do MP, aprovado pela lei nº 22/2007, diz que qualquer indício de crime público que seja reportado pelos média tem que ser motivo bastante para que o MP, a partir dali, enquanto titular da ação penal, inicie uma investigação", acrescenta Ericino de Salema.

O jurista lembra que as consequências dos empréstimos duvidosos podem comprometer gerações vindouras. Também a justiça pode comprometer o futuro do país se continuar a mostrar-se cega e inativa perante casos suspeitos, como tem sido frequente até agora.

Justiça atada por laços partidários

De lembrar que cargos como o de procurador-geral da República são nomeados pelo chefe de Estado e logo fica subjacente a confiança política na sua indicação e, consequentemente, uma aparente relação de subserviência.
Barcos da Emprsa Moçambicana de Atum, que terá esconido empréstimos de mais de mil milhões de dólares
Por exemplo, a atual procuradora-geral, Beatriz Buchili, foi nomeada pelo ex-Presidente Armando Guebuza.
Considerando esses pressupostos, teria o MP a ousadia de abrir uma investigação contra os responsáveis dos empréstimos? "Tenho muito pouca esperança de que haverá algo que poderá ser investigado de forma séria e profunda", responde Ericino de Salema, jurista e jornalista moçambicano.

“A economia política da constituição desses órgãos vai no sentido de nada fazerem nessas situações. E se [o MP] fizer, o que é muito improvável, há de ser somente para inglês ver, como se diz na gíria popular", considera o jurista.
"Em boa verdade, tudo deverá depender do Presidente da República, Nyusi, de conceder as garantias necessárias à procuradora-geral da República de que tem de investigar. É óbvio que ela poderá naturalmente investigar. Mas numa perspetiva de economia política é muito complicado, porque é do partido FRELIMO que as pessoas são nomeadas”, comenta Ericino de Salema.

População quer sair à rua

Quem está revoltada com os sucessivos escândalos financeiros é a população que exige esclarecimentos e já convocou até manifestações nas redes sociais. Mas os protestos ainda não têm cara e desconhece-se, para já, se foram autorizados.
Moçambicanos perdem confiança nos políticos e prometem sair à rua

“A gota está a fazer transbordar o copo" admite o filósofo moçambicano Severino Ngoenha.

"As pessoas até agora assistiram, controladas pelo medo e pela confiança. Mas, a confiança perdeu-se completamente e o medo, a pouco e pouco, vai-se dissipando. E as consequências podem ser manifestações, mas não se sabe até onde podem chegar as consequências" de um povo exausto, afirma o filósofo.

"Neste momento, nunca como antes da independência de Moçambique, correram boatos reais de pessoas que querem manifestar-se abertamente de que não têm confiança naqueles que governam”, constata Severino Ngoenha.

No final, as consequências destes negócios custarão aos moçambicanos. E a letargia em que está mergulhada a justiça nacional faz com que o povo se torne juiz de causas, batendo o martelo contra o Governo sem que este tenha a possibilidade de resposta, considera Ericino de Salema.

“O povo já condenou o senhor Armando Emílio Guebuza e o senhor Manuel Chang. E a condenação popular não tem direito a contraditório", avalia o jurista moçambicano.
Antigos dirigentes como "Armando Emílio Guebuza e Manuel Chang correm o risco de serem vaiados e apupados na praça pública, embora eles se possam defender de forma eficaz para ficarem limpos e apesar de ser muito difícil, tendo em conta as suas responsabilidades e o código penal no que diz quanto ao abuso de cargo ou de função”, remata Ericino de Salema.
#dw.de

Brasil: Ex-miss bumbum comemora a posse do marido, o ministro do Turismo Alessandro Teixeira

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A posse do novo ministro do Turismo do governo Dilma Rousseff, Alessandro Teixeira, na última sexta-feira (22/4), ganhou fotos e elogios animados da mulher do político, Milena Santos, eleita ex-Miss Bumbum, nos Estados Unidos, em 2013. Ativa em redes sociais, até pelo trabalho como modelo, Milena postou imagens do marido no gabinete e se proclamou "a Primeira Dama do Ministério do Turismo do Brasil".

"Não é a toa que ao lado de um grande Homem, existe sempre uma linda e poderosa mulher", escreveu Milena. Além de Miss Bumbum, Milena foi vereadora na Bahia e mantém suas postagens nas redes sociais alimentadas com temas políticos na mesma proporção em que exibe imagens malhando na academia.

Por meio da assessoria, o Ministério do Turismo explicou o episódio. "O ministro repudia a exposição dele e da esposa, como também o resgaste de fotos antigas. As postagens são na rede social privada dela e que mostram a intimidade de um casal apenas."
#correiobraziliense.com.br

GUINÉ-BISSAU: MORREU SANHÁ CLUSSÉ, CHEFE DE ESTADO-MAIOR DA ARMADA GUINEENSE

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Vítima de uma doença prolongada, faleceu este domingo, 24 de abril, em Marrocos, o Chefe de Estado-maior da Armada guineense, Sanhá Clussé, confirmou uma fonte familiar à e-GLOBAL.

Sanhá Clussé foi nomeado Chefe de Estado-maior da marinha guineense, durante a “era” do GeneralAntónio Indjai, e logo após aa detenção de José Américo Bubu Na Tchutu pelas autoridades norte americanas.

Os graves problemas de saúde de Clussé nos últimos anos, impediram que assumisse efetivamente as suas funções, tendo o seu vice, Carlos Mandunga, garantido a chefia da Armada durante dois anos.

Conosaba

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