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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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domingo, 9 de janeiro de 2022

Rumores de ataque terrorista: a reação do Estado-Maior do Exército da Costa do Marfim.

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Em um comunicado do qual Fratmat.info recebeu uma cópia, neste domingo, 9 de dezembro de 2022, o Estado-Maior das Forças Armadas da Costa do Marfim nega os rumores de um ataque terrorista.

A Assessoria de Informação e Imprensa das Forças Armadas nota com pesar a publicação nas redes sociais de informações totalmente falsas que suscitam questionamentos sobre o objetivo pretendido. Os últimos relatórios referem-se a um atentado terrorista que causou várias mortes entre as Forças Armadas da Costa do Marfim. Dada a coincidência com a publicação nas redes sociais de um documento de trabalho que não se pretende difundir fora do quadro militar, o projeto dos autores desta campanha de intoxicação parece verdadeiramente malicioso. Porque, neste, se fala mais de um ataque terrorista repelido pela FACI na Zona Operacional Norte sem vítimas amigas, mas pontuado por numerosas apreensões de materiais inimigos. Esses fatos datam de 3 de janeiro de 2022 e ocorreram nas proximidades da Helintira. Eles se somam a muitos outros contratempos infligidos aos Grupos Armados Terroristas (GAT), que regularmente procuram se infiltrar na área. A Assessoria de Informação e Imprensa das Forças Armadas lembra que a comunicação relativa às operações militares em curso é de responsabilidade exclusiva do Estado-Maior das Forças Armadas, que avalia a conveniência e avalia o alcance. Por isso, apela a um sentido de responsabilidade pela segurança dos soldados que diariamente lutam contra o terrorismo.

Feito em Abidjan, 09 de janeiro de 2022

O Chefe da Assessoria de Informação e Imprensa das Forças Armadas

Angola deve formar polícia anticorrupção na magistratura.

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O centro de pesquisa sobre Angola, Cedesa, defende a criação de um instituto autónomo para gerir verbas orçamentais e as do combate à corrupção e a formação de uma polícia anticorrupção na magistratura (PACOM).


As medidas foram propostas no âmbito de um processo de uma reforma da justiça angolana, que o Cedesa considera essencial.

"Além do reforço de verbas, seja através do Orçamento Geral do Estado, seja através dos bens recuperados nos processos da corrupção, deve ser encarado um novo modelo de gestão dos dinheiros da justiça que garanta a racionalidade e eficiência da alocação de recursos", afirma o Cedesa, numa análise a que a Lusa teve acesso.

Neste contexto, o grupo de académicos defende a entrega da gestão da justiça "a um instituto autónomo e com gestão transparente da administração da justiça, que geriria as receitas orçamentais, as receitas do combate contra a corrupção e poderia ter receitas próprias ligadas às atividades da justiça".

O instituto teria "gestores profissionais e seria auditado por uma empresa internacional de auditoria" e o seu modelo de funcionamento "seria descentralizado com um gestor adstrito a cada tribunal de comarca e tribunal superior", acrescenta.

No entender do Cedesa, com a criação deste instituto, haveria, "a par do reforço de verbas, uma autonomização da gestão dos dinheiros da justiça, que seriam administrados por um instituto com gestores profissionais constituído para o efeito e que funcionaria de forma descentralizada em cada tribunal".

Angola Justiz Symbolbild

Cedesa propõe criação de uma Polícia Anticorrupção na Magistratura dependente da Assembleia Nacional

Polícia Anticorrupção na Magistratura

Além disto, o Cedesa propõe também "a criação de uma Polícia Anticorrupção na Magistratura (PACOM), dependente da Assembleia Nacional".

Aquela polícia (PACOM) deveria funcionar "por sete anos, com poderes de investigação dos magistrados judiciais limitados a situações de corrupção", considera.

Assim, teria um mandato muito restrito "para evitar acusações de interferência" e seria controlada pela Assembleia Nacional e também pela sociedade civil”, acrescenta.

"O controlo pela sociedade civil dar-se-ia através de um sistema estilo 'grande júri norte-americano' e "qualquer investigação que a PACOM decidisse levar a cabo contra algum magistrado judicial só avançaria depois de validada por um grupo de 12 membros da sociedade civil, que funcionariam como filtro e fiscalizador das intenções da polícia anticorrupção em relação aos magistrados", específica.

Assim, "a investigação da corrupção de determinado juiz não seria apenas uma decisão policial, mas também da sociedade", sublinha.

Após os sete anos, "seriam implementados sistemas de autocontrolo dentro da própria magistratura, esperando que no final desse tempo uma nova pedagogia e prática tivessem sido adotadas", conclui.

Decisões com base em influências

Para o Cedesa, a corrupção é um dos principais bloqueios da justiça angolana, a par de um contexto legal inadequado, falta de meios materiais e gestão eficiente do orçamento do setor e a questão política, ou seja a sua politização.

"Com o intuito de se propor uma reforma adequada da justiça angolana, haverá que prioritariamente identificar os bloqueios e impedimentos ao bom funcionamento desta, pois será nestes 'nós górdios', e não em declarações gerais e abstratas que se deverá centrar o processo reformista", lê-se no documento.

Polizisten Angola Afrika

Para o Cedesa, a corrupção é um dos principais bloqueios da justiça angolana

O Cedesa adianta que realizou "um curto inquérito fechado" em relação à corrupção na magistratura angolana entre operadores judiciais, que lhe "permitiu chegar à conclusão que a maioria acredita que os juízes se deixam influenciar por razões monetárias ou políticas, e, nesse sentido, muitas das decisões são tomadas com base nessas influências, não tendo em conta o Direito aplicável".

Insegurança jurídica

Segundo o grupo de académicos, há "mesmo referências, por parte de magistrados, de tentativas variadas de ofertas de presentes ou quantias monetárias".

O centro de pesquisa ressalva que este inquérito não tem uma amostra suficientemente alargada para permitir retirar conclusões científicas. "Apenas nos dá uma impressão das opiniões existentes entre advogados, magistrados e funcionários judiciais", sublinha.

Mas, conclui, "tem-se criado uma imagem de insegurança jurídica junto dos operadores judiciários e investidores e [que] é fundamental ser ultrapassada", afirma.

Outra bloqueio e questão na ordem do dia é a da politização dos tribunais angolanos, refere.

"Não existe dia que não surja uma opinião publicada, geralmente, ligada à oposição, indicando a falta de credibilidade, sobretudo dos tribunais superiores, e nestes do Tribunal Constitucional, devido à sua politização", nomeadamente relacionadas com a filiação partidária dos juízes e porque "direta ou indiretamente, a larga maioria dos juízes acaba por depender da nomeação do Presidente da República ou do partido maioritário na Assembleia Nacional, o MPLA".

fonte: DW África

Benin almeja uma taxa de crescimento de dois dígitos até 2026.

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No Benin, o Programa de Ação Governamental (PAG) para o período 2021-2026 foi apresentado esta quinta-feira, 6 de janeiro, a ministros, prefeitos, funcionários de ministérios, diretorias e agências estatais. Foi na Sala Azul do Palais des Congrès em Cotonou. De acordo com as explicações de Achille Houssou, presidente da comissão técnica responsável pelo desenvolvimento deste segundo PAG, o Benin alcançará uma taxa média de crescimento de 8,3% no período 2021-2026.

1.300.000 empregos diretos e indiretos a serem criados em 5 anos
“Nos últimos cinco anos, ficamos em uma média de 5%, o que ainda está em linha com nossas projeções. Os investimentos que serão realizados (no âmbito do PAG II) são estimados em 12.000 bilhões ... para atingir uma taxa média de crescimento de 8,3% em 5 anos e atingir uma taxa de crescimento de dois dígitos até 2026 »Acrescentou o presidente do comitê técnico responsável pelo desenvolvimento do PAG II. A implantação desse programa deve gerar mais de 1.300.000 empregos diretos e indiretos segundo o governo.

189 projetos do PAG I continuam no PAG II por um custo total de 7658 bilhões de francos CFA.
Lembremos que 189 projetos do PAG I continuam no PAG II por um custo total de 7658 bilhões de francos CFA. O PAG II contém apenas 153 novos projetos a serem executados com 4363 bilhões de FCFA. O governo lembrou que já tem financiamento de 3431 bilhões de francos CFA. O PAG tornou-se o único instrumento de planejamento operacional no Benin. O Ministro Abdoulaye Bio Tchané, em representação do Chefe do Estado, explicou que o objetivo do exercício era permitir que ministros, prefeitos, dirigentes de ministérios, diretorias e órgãos do Estado tivessem o mesmo entendimento do conteúdo deste documento.

fonte: https://lanouvelletribune.info/

PR de Cabo Verde vê Angola como exemplo da "África não submissa".

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José Maria Neves considerou Angola como um exemplo da “África não submissa” desejado para o futuro do continente, apostando no reforço das relações bilaterais na visita de Estado que a partir de domingo realiza a Luanda.

"Angola tem uma perspetiva destemida, é a África não submissa que nós queremos para o futuro e, portanto, esta visita tem um forte valor simbólico e sobretudo pelo facto de ser o primeiro país também que visitarei enquanto Presidente da República”, destacou José Maria Neves, em declarações aos jornalistas na Praia, este sábado (08.01).

O Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, realiza de 09 a 12 de janeiro uma visita de Estado a Angola, a primeira deslocação do género ao exterior desde que assumiu funções.

"Angola desempenha um papel de ‘player' na região da África austral, na África central e em todo o continente africano e na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa)", destacou José Maria Neves.

De acordo com uma nota anterior da Presidência da República cabo-verdiana, trata-se da "primeira visita de Estado” de José Maria Neves a um país terceiro e "vem efetivar o convite efetuado” pelo Presidente angolano, João Lourenço, um dos chefes de Estado presentes na tomada de posse do Presidente cabo-verdiano, em novembro passado.

"Uma visita extremamente importante, é a primeira visita de Estado que faço ao exterior, a Angola, um país africano, mas também que preside à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e vai ser um momento de reforço das relações de amizade e de cooperação entre Cabo Verde e Angola", destacou hoje José Maria Neves.

João Lourenço, Angola Präsident

José Maria Neves irá encontrar-se com o Presidente de Angola, João Lourenço, no Palácio Presidencial

"Enormes potencialidades"

Do programa da visita consta um encontro de José Maria Neves com o Presidente de Angola, João Lourenço, na segunda-feira, 10 de janeiro, no Palácio Presidencial, seguido de uma declaração conjunta à comunicação social.

"Há aqui enormes potencialidades. Angola já tem investimentos importantes em Cabo Verde no domínio da banca, no domínio das telecomunicações, no domínio dos combustíveis. Queremos alargar para outros setores designadamente os transportes aéreos e marítimos, e também a questão do turismo e do ensino superior, ciência e inovação e toda a área da reforma do Estado e da Administração Pública", descreveu José Maria Neves.

Ainda na segunda-feira, o chefe de Estado cabo-verdiano vai ser recebido na Assembleia Nacional de Angola, também em Luanda, numa sessão plenária extraordinária em alusão à visita.

"Esta visita será também uma oportunidade para falar ao parlamento angolano e através do parlamento ao povo angolano sobre a necessidade que todos temos de reforçarmos a cooperação entre os nossos países nestes tempos de pandemia”, afirmou, garantindo que a deslocação a Luanda representa um "sinal forte" para o "reforço” das "relações de amizade e de cooperação" entre Cabo Verde e Angola.

"Tem um forte simbolismo. Angola é um país muito amigo de Cabo Verde, com o qual, reafirmo, temos a intenção de reforçar e elevar o patamar das relações entre os dois países”, disse.

Angola Luanda | Straßenszene

PR deseja reforço das relações de amizade e de cooperação entre Cabo Verde e Angola

Encontro com comunidade cabo-verdiana

Durante a visita a Luanda está também previsto um encontro de José Maria Neves com a comunidade cabo-verdiana radicada em Angola.

"Nós precisávamos levar mais Cabo Verde a África e mais África a Cabo Verde. A zona de livre comércio que está em implementação [em África] precisa de ser efetivamente implementada, acelerada, para aumentarmos as trocas entre os países africanos. Isso é essencial é um pilar fundamental na construção do futuro do continente”, assumiu.

Integram a comitiva do Presidente cabo-verdiano representantes dos partidos políticos com assento parlamentar, nomeadamente do Movimento para a Democracia (MpD) e do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), bem como das duas câmaras de comércio do arquipélago.

"Queremos que haja mais parcerias, queremos um pouco que Angola transforme Cabo Verde numa plataforma de negócios nesta região e seria, portanto, importante essa troca”, apontou o chefe de Estado.

José Maria Neves, antigo primeiro-ministro (2001 a 2016) pelo PAICV (atualmente na oposição), tomou posse em 09 de novembro de 2021 como quinto Presidente da República de Cabo Verde, após vencer na primeira volta as eleições presidenciais cabo-verdianas de 17 de outubro.

fonte: DW África

O primeiro astro negro de Hollywood, Sidney Poitier, morre aos 94 anos.

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                          Ele foi o primeiro comediante negro a ganhar o Oscar de Melhor Ator.

O lendário ator Sidney Poitier, a primeira estrela de cinema negra da América, morreu aos 94 anos, anunciou o vice-primeiro-ministro das Bahamas, onde ele cresceu, na sexta-feira.

"Perdemos um ícone, um herói, um mentor, um lutador e um tesouro nacional", escreve o vice-primeiro-ministro Chester Cooper em sua página no Facebook, sem mencionar a causa de sua morte.
Nascido prematuramente em Miami, Flórida, em 20 de fevereiro de 1927, quando seus pais se mudaram das Bahamas vizinhas, Sidney Poitier obteve a dupla nacionalidade americana e bahamense.

Em 1964, ele foi o primeiro afro-americano a ganhar o Oscar de Melhor Ator por "Le Lys des champs". “A viagem foi longa para chegar lá”, disse emocionado, recebendo a estatueta de ouro.

"Eu apoiei todo um povo"
Graças aos seus papéis, o público pôde conceber que os afro-americanos poderiam ser um médico ("A porta abre" - 1950), engenheiro, professor ("Les anges aux poings tightés" - 1967), ou mesmo um policial (" No calor da noite ”- 1967).

Mas aos 37 anos, quando o ator sorridente recebeu seu Oscar, ele era a única estrela negra em Hollywood. “A indústria cinematográfica ainda não estava pronta para elevar mais de uma personalidade minoritária ao status de estrela”, disse ele em sua autobiografia “This Life”. “Na época, (...) endossava a esperança de todo um povo. Não tinha controlo sobre o conteúdo dos filmes (...) mas podia recusar um papel, o que fiz muitas vezes ”.

Em "Adivinha quem vem jantar?" “Em 1967, ele interpretou o noivo de um jovem burguês branco que o apresentou a seus pais, um casal de intelectuais que se consideram ter a mente aberta. O encontro é um choque e resulta em um grande filme sobre o racismo da época.
Ativistas da causa negra, no entanto, criticam duramente Sidney Poitier por ter aceitado esse papel de médico de renome internacional, em desacordo com a discriminação sofrida por seus pares. Ele é referido como o "negro de plantão", "fantasia branca". Suas qualidades irreais como genro ideal mascaram sua negritude e problemas racistas, dizem eles.

Em 2002, Sidney Poitier recebeu um Oscar Honorário por "seu desempenho extraordinário, sua dignidade, seu estilo e sua inteligência".

fonte: seneweb.com

ANGOLA: O PERSONALISMO NANICO DE QUEM SE JULGA MESSIAS.

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O nosso chão, individual, as nossas terras, colectivas, berços dos reinos e micro nações, onde estão enterradas as secundinas dos ancestrais e de muito de nós, clamam por um novo porvir, em 2022. O emergir de uma nova proclamação da independência, da eleição de um verdadeiro poder constituinte, capaz de ouvir todas as vozes, vontades, sentires e gemeres, para a edificação de um ente jurídico nacional e internacional, republicano e democrático.

Por William Tonet

Em 2022, cada um, tem de ser capaz de interpretar o valor e poder da sua micro soberania, quer através do voto, quer da contestação social, para ver harmonizados e conciliados, todos os povos e micro nações. É preciso uma revolução de ideais, entre os diferentes, para ser aprovada a proclamação ou alteração da denominação Angola, uma construção colonial de país, que parece, nestes 46 anos, possuído pelo demónio partidocrata, que nos (des)governa.

O ano 2021, terminou. A esperança foi moribunda. O desemprego astronómico. A política ruinosa. A justiça dantesca. O Executivo partidocrata. O descalabro presidencial foi total… A discriminação atingiu o pico do absurdo. As liberdades foram cerceadas. O contraditório banido do léxico informativo. A ética foi atirada para o ralo.

A fome absoluta, corroeu (e corrói) o estômago de mais de 20 milhões de autóctones atirados para as trincheiras da pobreza extrema, fruto de uma política neoliberal assassina, do Titular do Poder Executivo, capitaneada pela visão barroca do teórico, Manuel Júnior, inspirada nos ditames do Fundo Monetário Internacional (FMI), impróprios para países africanos e subdesenvolvidos.

O FMI, criado sob visão e superioridade ocidental, teve sempre de África e países em vias de desenvolvimento, uma política incubada de continuação e manutenção da escravatura, depois de 1945, por outros meios.

Os novos escravocratas ocidentais surgem, agora, como investidores, elegendo e preferindo ter ditadores, autoritários, ambiciosos, como parceiros, por lhes escancararem as riquezas nacionais e serem avessos às boas práticas governativas, ao respeito pelos direitos humanos, à existência de órgãos de soberania, verdadeiramente, independentes, à liberdade de imprensa, à verdade eleitoral e à alternância do poder, como no ocidente.

Angola é disso um exemplo, indesmentível.

O FMI, desde que os pobres africanos, da América Latina, Ásia e Médio Oriente, carreguem a carga tributária descomunal, os impostos, os salários de miséria, o analfabetismo, tornando-se ainda mais miseráveis com a implantação de políticas económicas escravocratas, que convertem as elites dirigentes em nababos, abrem champanhe de contentamento e marimbam-se pela desgraça da maioria.

É, infelizmente, esta política promotora do desemprego, do encerramento de empresas angolanas, do IVA descomunal, de impostos absurdos, que aumenta a miséria da maioria autóctone, que tem sido “orgulhosamente” adoptada, pelo consulado de João Lourenço, com tão maus resultados, principalmente, em 2021.

No ano que findou a cumplicidade espúria: EXECUTIVO X FMI, deixou como alternativa, para muitos, os contentores e monturos de lixo, como reserva alimentar, para sobrevivência.

E diante desta revoltante e repugnante miséria, o país viu emergir, quando menos esperava, no dia 06 de Janeiro de 2021, a insensibilidade de um Presidente da República, indiferente à fome que mata milhões, regozijar-se com as imposições do FMI, por lhe garantirem mais dinheiro para gastos descomunais, que não beneficiam a maioria, mas que, no final, do regabofe governativo, tem de pagar a factura…

O deleite de João Lourenço, nos ombros de organizações económicas internacionais: FMI e BM (Banco Mundial), nestes cinco anos, visou mais a criação, sub-reptícia de um escudo, para a consolidação de um poder autoritário, do que garantir investimentos para alavancar a economia e estimular as boas práticas governativas e democráticas.

O Presidente mancomunado com a política neoliberal, tem procedido à entrega gradual das riquezas angolanas, desvalorizando as acções das grandes empresas públicas, as poucas viáveis e de soberania: SONANGOL, ENDIAMA, ANGOLA TELECOM, TAAG, BPC; BCI, para depois, as entregar de bandeja, ao capital estrangeiro e/ou corrupto partidocrata.

Em 2021, o Estado Islâmico fruto de acordos secretos conseguiu transformar o país na maior lavandaria de dinheiro sujo, corrupto, do terrorismo e droga, através da implantação de lojas comerciais, por todo o território nacional, geridas igualmente, por islâmicos, que, lentamente, têm estado a implantar a sharia e o radicalismo nas acções diárias, como a queima de cidadãos com pneus, que não fazia parte das culturas dos vários povos angolanos.

O FMI sabe qual o estado de autoritarismo, de agressão às liberdades de imprensa e partidária, de perseguição à oposição, mas cala-se de forma cúmplice, por lhe interessar mais a desordem do que a responsabilidade, a democracia e o compromisso com os reais interesses de defesa de uma soberania económica, financeira e política fortes, nacionais e republicanas.

O FMI, ante a seca e fome no Sul de Angola, não se pronuncia, mostra-se cego, surdo e mudo, por serem angolanos e não ocidentais, a morrer, defendendo a lógica do caos, condição que lhe permite continuar a beneficiar de juros altos, face aos financiamentos de pendor neocolonialistas, que afastam os pobres do centro do orçamento e das grandes decisões.

Se o FMI pugna-se pela boa governação, redução da pobreza, desenvolvimento económico, democracia, respeito pelos direitos humanos, honestidade e transparência eleitoral e alternância pacífica do poder, haveria, pelo menos um país africano ou subdesenvolvido de outro continente, como modelo das suas políticas. Não havendo, está tudo dito…

O poder angolano deitou, em 2021, o sonho, o orgulho e a esperança da maioria dos cidadãos, para um pântano fedorento, de tal monta que os cães dos dirigentes governativos, no poder, se alimentam melhor do que os pobres, racionais e humanos. Exemplos, para quê? Eles estão à mão de semear, em qualquer esquina, numa clara demonstração de ser sistémica a incompetência de políticos, cada vez mais comprometidos com o satânico.

O POVO É QUEM MAIS ORDENA

O MPLA, sob a liderança de João Lourenço deixou de ser uma organização de pendor esquerdista, transformando-se num partido de extrema-direita, defensor do neoliberalismo, do capital financeiro, da entrega das riquezas e património público aos estrangeiros, vendendo a soberania nacional, por meia dúzia de dólares.

Por tudo isso, a decepção foi geral e o desempenho do Presidente da República considerado ruim, daí não ter ficado entre as PERSONALIDADES POSITIVAS DO ANO, que teve no pódio: Adalberto da Costa Júnior, pela perseguição atroz do regime.

Dom Belmiro Chissenguety, bispo de Cabinda, por ter conseguido unir a Diocese local e defendido os pobres dos tubarões do poder.

José Eduardo dos Santos, pela gestão de silêncio, ante a perseguição mórbida do seu sucessor, que lhe prendeu o filho, descapitalizou as filhas, afugentou os seus próximos, mas manteve-se imperturbável, fazendo com que, em função da fome e carestia de vida, as populações carenciadas o recordem, pelo estômago, uma vez que a cesta básica, no seu consulado, era mais baixa, o desemprego menor e as políticas do FMI, não eram seguidas às cegas.

As PERSONALIDADES MAIS CONSEQUENTES, na sondagem F8 e TV8, foram Abel Chivukuvuku, por mesmo ilegalizada a sua comissão instaladora manteve a estrutura organizativa e mobilizadora unida, humilhando o Tribunal Constitucional e a Presidência, que impediram politicamente, a sua legalização, com a ladainha de não conseguir assinaturas, mas ser dos poucos, não partido legalizado, capaz de em 24 horas colocar na rua, mais de 5 mil populares.

Marcolino Moco, político que manteve a coluna vertebral identitária, rejeitando converter-se em caracol, quando utilizado como administrador não executivo da SONANGOL, não se calou, preferiu não trair a coerência, nem assassinar o carácter, “rugindo, qual leão de Ekunha”, para a ampla pradaria, que a perseguição voraz, a uma elite política, não é solução para resolução dos males de que Angola enfrenta.

Padre Pio Wakussanga pela tenaz luta em defesa dos pobres e descamisados no Sul de Angola.

Reverendo Ntony Nzinga pela coerência verbal, sentido de conciliação e desafio às autoridades para a implantação de uma política que não discrimine, os autores políticos e a maioria populacional.

Finalmente, as PERSONALIDADES MAIS NEGATIVAS foram: João Lourenço, que adoptou uma política de raiva e ódio, dividiu o MPLA, perseguiu o dinheiro, transformou a corrupção e justiça selectivas, promoveu o desemprego, encerrou órgãos de imprensa, colocou jornalistas e cidadãos no desemprego, discriminou a oposição e apadrinhou o capital estrangeiro e a implantação comercial do regime islâmico.

Manuel Júnior, ministro de Estado da Economia e Planeamento, pela incompetência e ser o mentor do programa económico neoliberal, que promove o desemprego e o encerramento das empresas angolanas.

Rui Falcão, secretário de Informação do MPLA pela sua arrogância, perseguição e prisão de jornalistas, bem como a truculência verbal, contra todos os profissionais que não lhe façam vénia.


fonte: folha8

Nova polêmica para Boris Johnson, acusado de corrupção após a divulgação de mensagens do WhatsApp

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Nova polêmica para Boris Johnson, acusado de corrupção após a divulgação de mensagens do WhatsApp

Postagem Única

Boris Johnson acusado de corrupção na Inglaterra
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson é acusado na sexta-feira de corrupção após a divulgação, no dia anterior, de mensagens trocadas no WhatsApp entre ele e o rico patrono do partido David Brownlow.

Nessas trocas que datam de novembro de 2020, Boris Johnson pede a liberação de recursos financeiros para a luxuosa reforma de sua residência oficial na 10 Downing Street, em Londres. Em troca, ele parece prometer promover o projeto de um empreendedor, um grande evento batizado de "Grande Exposição 2.0". Algumas semanas depois, o então Ministro da Cultura Oliver Dowden se encontrou com o Sr. Brownlow para discutir o projeto.

Diz-se que Johnson teve sua residência oficial reformada por um valor de 112.000 libras esterlinas (cerca de 134.000 euros), enquanto os líderes britânicos só têm direito a um máximo de 30.000 libras (36.000 euros) por ano. O primeiro-ministro britânico teria pedido a Brownlow que construísse uma base para financiar a obra, mas o plano falhou.

A questão de quem pagou esta reforma já foi objeto de várias investigações. A Comissão Eleitoral do Reino Unido multou o Partido Conservador em £ 20.000 pelo financiamento impróprio do partido pelo Sr. Brownlow. Boris Johnson foi repreendido por não disponibilizar as mensagens do WhatsApp, que vieram à tona em uma investigação da comissão eleitoral. Seu conteúdo era mais explosivo do que o esperado.

fonte: seneweb.com

Senegal: Campanha local 2022: demonstração de força de Bby em Guédiawaye.

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Para o lançamento da sua campanha eleitoral no departamento de Guédiawaye, a coligação presidencial Benno bokk yakaar (Bby) utilizou os grandes meios para uma mobilização excepcional. Neste sábado, o campo de futebol da cidade Hamo 5 que abrigou a mega reunião de lançamento recusou o mundo. Centenas de ativistas vieram mostrar sua lealdade aos seus vários líderes e candidatos: Baïdy Ba (prefeito cessante de Medina Goumass), Modou Bousso Ndiaye (candidato a prefeito do notário de Sam), Lat Diop (candidato a prefeito de Golf Sud), Aïda Sow Diawara (prefeito cessante de Golf Sud), Mor Woré Guèye (prefeito cessante de Ndiarème Limamou Laye), Racine Talla (prefeito cessante de Wakhinane nimzatt), Ministro Néné Fatoumata Tall (diretor de campanha) e Aliou Sall (prefeito cessante da cidade de Guédiawaye) )

Estimulados pela mobilização excepcional neste sábado, os líderes de Bby insultam a oposição. “Essa mobilização mostra que a vitória já foi conquistada. Caros cidadãos do Golf Sud, votemos em Lat Diop e Aliou Sall para a cidade ”, disse Aïda Sow Diawara. Confundindo a mesma trombeta, Aliou Sall disse: “Acredito que em Guediawaye não há luta, a vitória já foi conquistada. Parabenizo todos os grandes dirigentes de Bby por esta mobilização excepcional. Estou perguntando onde está a oposição? Peço que fiquem mobilizados até o dia 23 de janeiro para uma vitória retumbante ”.

“Você (Aliou Sall) fez um sucesso com o seu lançamento. Você nos encoraja e nos tranquiliza ”, diz Racine Talla, que convida seus companheiros a se mobilizarem mais. Para os líderes de Bby, em Guediawaye, a votação de 23 de janeiro é apenas uma formalidade.

fonte: seneweb.com

Caso de passaporte diplomático no Senegal: liberdade provisória recusada a um deputado.

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O caso relacionado com o tráfico de passaportes diplomáticos no Senegal continua a ser manchete. De fato, de acordo com informações veiculadas pela mídia, a liberdade provisória foi recusada a um deputado envolvido no caso. Este é um juiz do 2º gabinete. Pelas razões apresentadas pelo magistrado, o deputado Mamadou Sall não oferece quaisquer garantias de regresso à justiça após o tratamento.

 O entrevistado apresentou, de fato, um atestado médico comprovando que estava doente. Mas o advogado também afirma que o documento apresentado não é compatível com a prisão preventiva. O Ministério Público também se opôs à libertação provisória do deputado senegalês. Recorde-se que além do deputado Mamadou Sall, outro deputado envolvido neste caso também se encontra detido.

Várias estruturas envolvidas

Alguns agentes da presidência senegalesa, bem como do Ministério das Relações Exteriores do Senegal, também foram presos em conexão com este caso. O cérebro da gangue se chamava E.D. Kondé. A busca na casa do idoso de 50 anos também identificou documentos bastante comprometedores para os dois governantes eleitos citados. Certificados de casamento falsos eram freqüentemente emitidos para clientes para que eles pudessem estabelecer o passaporte diplomático.

fonte: https://lanouvelletribune.info/

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