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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Cabo Verde à conquista de investimentos franceses

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Luís Filipe Tavares, ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde
Luís Filipe Tavares, ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde governo.cv
 
O ministro cabo-verdiano dos negócios estrangeiros, Luís Filipe Tavares, defendeu nesta quinta-feira em Paris a necessidade de atrair mais investidores franceses para o arquipélago. O chefe da diplomacia do arquipélago presidia na embaixada do seu país um Encontro com empresários e investidores franceses. 
 
Luís Filipe Tavares, ministro cabo-verdiano dos negócios estrangeiros, comunidades e defesa, salientou a importância de alguns investimentos gauleses já em curso no arquipélago.
E isto à luz também de um fórum realizado no ano passado e que se traduzira em promessas de investimentos de 800 milhões de euros.
Daí a realização deste evento para partilhar e ouvir os investidores acerca da forma como este processo está a decorrer, para melhor o agilizar.
O sector do turismo é um dos mais proeminentes. A França representa cerca de 10% dos cerca de 800 000 turistas que visitam anualmente o país, cifra comparável com a dos turistas portugueses, mas muito atrás dos 25% de turistas britânicos.
Os franceses concentram-se essencialmente nas ilhas de São Vicente, Santo Antão, Sal e Boavista, segundo o ministro cabo-verdiano.
Energias renováveis, serviços financeiros são outros dos sectores para, "transformar Cabo Verde numa grande plataforma de serviços no Atlântico", reforçou o governante.
O chefe da diplomacia da Cidade da Praia frisou ainda as questões logísticas também, "logística marítima e aeroportuária são aspectos fundamentais da nossa estratégia de desenvolvimento".
Tavares lembrou, nomeadamente, o projecto do "hub" da Ilha do Sal aproveitanto a encruzilhada do território entre vários continentes (africano, europeu e americano).
O governante lembrou ainda a sinergia de pontos de vista entre os dois países, dois países de tradição democrática e a presença de uma comunidade significativa de Cabo Verde em França, estimada na ordem dos 100 000 cidadãos, bem como a existência de uma Parceria especial com a União Europeia.
O ministro cabo-verdiano que não deixou de referir o facto de ele próprio ter feito a sua formação superior em França, afirmando sentir-se em casa quando visita este país europeu.

fonte: RFI

 

PORTUGAL: Bruno Fernandes teve mais uma noite de recordes e é o melhor marcador da Liga Europa. "Faça aquilo que mais gosto", diz.

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Bruno Fernandes leva 11 golos e oito assistências numa época que promete não ficar longe da melhor, a última, onde bateu vários recordes. Médio lidera marcadores da Liga Europa e bateu outro registo.

 “Ficar até ao fim da época? São coisas que não posso prometer, não sou eu que tenho a força para decidir isso ou não. Esta renovação nada tem a ver com uma eventual saída ou ficar aqui, nunca foi isso que esteve em jogo. Esta renovação tem vindo a ser negociada há algum tempo mas só agora aconteceu. Estou feliz, é um sinal de reconhecimento do meu trabalho e dá-me mais vontade e obrigação de lutar e querer fazer mais, por mim e pela responsabilidade que o clube coloca em cima de mim”, destacou esta semana Bruno Fernandes.

Entre algumas “farpas” pelo que considera ser um excesso de ruído em torno do ordenado atualizados nos leões, o internacional português falou também do futuro. Um futuro que, com exibições como a que teve esta noite com o PSV, dificilmente passará muito mais tempo por Alvalade. E um futuro que, segundo o próprio, seria difícil repetir os números da última temporada: depois dos 16 golos e 20 assistências em 56 jogos em 2017/18, o número 8 pulverizou todos os recordes tornando-se o médio com mais golos numa só época na Europa (32, mais 18 passes decisivos em 53 partidas) mas já leva em 2019/20 11 golos e oito assistências… em 18 encontros.

“A equipa fez uma boa exibição, num grande jogo, com um ritmo alto. Tivemos muita bola, conseguindo segurar o jogo, às vezes com o desespero de querermos marcar e isso nem sempre é conseguido. Com essa posse de bola, desgastámos muito o PSV e logo ao intervalo já tínhamos um bom resultado”, destacou na zona de entrevistas rápidas da SIC Notícias. “Tem de ser sempre assim, pois é isto que o Sporting exige, a sua equipa técnica e os próprios jogadores. Mesmo não ganhemos, trabalhamos sempre para fazer mais e melhor”, acrescentou. 

fonte: observador.pt 

PORTUGAL: Bruno e os melhores 775 euros que um clube pode gastar para ficar cem palavras (a crónica do Sporting-PSV)

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Bruno Fernandes renovou contrato e falou-se de números. Do salário. De cláusulas. Mas há mais números, como os da goleada do Sporting ao PSV (4-0): em 127 jogos, marcou ou deu a marcar... 100 golos.

De um lado, Tiago Ilori. Do outro, Bruma. Recuando à temporada 2012/13, a pior de sempre do Sporting a nível de Campeonato (sétimo lugar, ficando pela segunda vez na história fora das competições europeias), os então jovens da formação leonina foram duas das poucas boas notícias de uma época atribulada com eleições pelo meio, tendo sido lançados por necessidade na equipa principal mas tendo ficado por mérito entre os melhores. No final, ambos forçaram a saída. Ilori assinou pelo Liverpool, onde não fez um único jogo na Premier League em quatro anos de ligação contratual, andou emprestado a Granada, Bordéus, Aston Villa e Reading, voltou a Alvalade. Bruma, que foi para o Galatasaray, esteve cedido ao Gaziantepspor e à Real Sociedad, parecia estar a crescer de vez no RB Leipzig mas perdeu brilho no PSV. A dupla arriscou e pouco petiscou. Mas também há exemplos contrários.
Nessa mesma época, Bruno Fernandes arriscou sair da formação do Boavista para uma aventura em Itália, onde se estrearia pelo Novara (curiosamente, jogando com Seferovic). Depois, entre Udinese e Sampdória, foi ganhando cabedal. Físico, tático, goleador. E sempre que era chamado à Seleção Sub-21, todos pensavam o que andava a fazer um jogador assim em solo transalpino sem nunca ter jogado na Primeira Liga. Por indicação de Jorge Jesus, o Sporting pagou 8,5 milhões de euros por 90% do passe do médio. Hoje, dois anos e meio depois, percebe-se que o agora capitão é o maior negócio da década do clube. E a renovação esta semana conta o resto.
Muito se falou do aumento salarial que Bruno Fernandes recebeu. E que é factual: mantendo a ligação contratual até 2023 e a cláusula de rescisão nos 100 milhões de euros, passou de 1,2 milhões líquidos por ano para dois milhões de euros limpos por ano (quatro milhões para o Sporting, contando com os restantes encargos). Mais: além de ter abdicado de cinco milhões de euros a que teria direito após a recusa de uma proposta do Tottenham acima dos 35 milhões, deixou cair essa alínea no novo vínculo. Mas há outros números que justificam o novo vencimento além da influência que tem na equipa. Em particular, dois. Em duas temporadas e meia em Alvalade, o jogador fez 10.969 em jogos oficiais, o que perfaz um total de 775 euros por minuto atendendo ao valor pago pelo seu passe (8,5 milhões). Em paralelo, e sendo um médio, leva um contributo direto em 100 golos marcados pelo Sporting nesse lapso de tempo, entre remates certeiros (59) e assistências (41). Esta noite, marcou dois e deu outros tantos a marcar, sendo a principal figura na goleada do conjunto verde e branco ao PSV (4-0).
 
Com Luís Maximiano a assumir a baliza em vez do lesionado Renan, naquela que foi a estreia mais nova desde Rui Patrício na posição, Silas trocou o recuperado Mathieu pelo condicionado Coates, voltou a ter à disposição Acuña para lateral e assinou de vez o certificado de redenção para Wendel, depois de ter estado afastado alguns encontros por motivos disciplinares (estando mesmo a treinar nos Sub-23). Na frente, jogaram Bolasie e Luiz Phellype em simultâneo, no apoio andou também Vietto. Mas foi o coletivo que mais se destacou em 45 minutos de sonho que deram a sétima vantagem leonina de três golos na Europa ao intervalo. E foi através desse coletivo transfigurado que mais brilhou aquele que salva o coletivo mesmo quando joga poucochinho: Bruno Fernandes.
O PSV, treinado por um antigo jogador que quando estava no ativo era conhecido por deixar marca nas equipas e também nos adversários (Van Bommel), deixou tudo menos marca em Alvalade. Aliás, à exceção de um período a meio da metade inicial em que conseguiu ligar algumas transições, nunca passou da mediania perante o acumular de erros defensivos e de posicionamentos que deu à mobilidade leonina na frente o espaço para se destacar. Bruno Fernandes, no seguimento de uma jogada pela direita, ganhou espaço no corredor central, tentou um primeiro remate mas Unnerstall defendeu bem para canto (7′). Dois minutos depois, num lance com tanto de simples como de eficaz, nada conseguiu fazer: lançamento lateral de Acuña na esquerda, cruzamento de primeira do capitão verde e branco e desvio de cabeça de Luiz Phellype ao primeiro poste a inaugurar o marcador (9′).

fonte: observador.pt

 
 

Guiné-Bissau: Demissão de Aristides Gomes "custou reeleição" a Jomav

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 O chefe de Estado cessante reconhece os resultados eleitorais publicados pela CNE, diz que está de "consciência tranquila" e afirma que não foi reeleito por ter demitido o primeiro-ministro.
Guinea-Bissau Jose Mario Vaz (Getty Images/AFP/Seyllou)
  José Mário Vaz

O Presidente José Mário Vaz, que concorreu à sua sucessão nas eleições presidenciais de domingo, na Guiné-Bissau, reconheceu os resultados eleitorais publicados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e prometeu continuar a servir o seu país.
Foi na sua sede de campanha, na capital guineense, perante os seus apoiantes, esta quinta-feira (28.11), que José Mário Vaz reconheceu os resultados eleitorais que o colocaram na quarta posição, impossibilitando assim a sua reeleição ao mais alto cargo da nação.
Visivelmente abatido, sem permitir questões por parte dos jornalistas, Jomav fez um balanço positivo dos seus cinco anos de mandato, para depois afirmar que, apesar das irregularidades verificadas no processo eleitoral, aceita os resultados para pacificar a sociedade.
"O poder é do povo e este entendeu que chegou a hora de colocar nesta cadeira um outro cidadão que conduzirá os destinos do país nos próximos cinco anos. Eu vou continuar a servir o meu país, o meu povo, no setor privado, de onde eu tinha saído", sublinhou.
Demissão do PM impediu reeleição
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Guiné-Bissau: Demissão do PM "custou reeleição" a Jomav

O Presidente cessante disse ainda que não foi reeleito por ter demitido o primeiro-ministro Aristides Gomes, em cumprimento da Constituição que "obriga à demissão" do Governo quando há formação de uma nova maioria. "Foi isso que me custou a reeleição como Presidente da República", afirmou José Mário Vaz.
"Num atentado à nossa soberania, a CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental] foi ludibriada a fim de ditar limitações ilegais ao mandato do chefe de Estado, apesar da lei eleitoral da Guiné-Bissau ser clara e inequívoca ao estabelecer que o mandato termina com a realização de eleições, que se devem realizar entre os dias 23 de outubro e 25 de novembro", considera.
Segundo o Presidente cessante, a "comunidade de interesses" violou a Carta da Organização das Nações Unidas e "impediu o cumprimento do ditame constitucional que obriga à demissão do Governo minoritário quando a dinâmica constitucional dá lugar à formação de uma nova maioria, celebrada um mês antes das eleições" de domingo (reunindo o Madem, PRS e APU).
Na declaração, José Mário Vaz agradece também às forças de defesa e segurança pelo "comportamento republicano".
Um mandato inédito
"Ao transferir a faixa presidencial ao meu sucessor, facto inédito na Guiné-Bissau, ao fim de 46 anos, farei com orgulho, pois será o marco na democracia da Guiné-Bissau e eu sairei de cabeça erguida, com a missão cumprida e caminharei pelas ruas desta nossa terra, com a consciência tranquila", garantiu o Presidente cessante, que felicitou os dois candidatos que vão disputar a segunda voltaa 29 de dezembro: Domingos Simões Pereira, candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC),  e Umaro Sissoco Embaló, apoiado pelo Movimento para Alternância Democrática (MADEM G-15).
José Mário Vaz, primeiro Presidente guineense a completar os cinco anos no poder, na era da democracia, obteve nas eleições de domingo, de acordo com a CNE, 12, 41%, ficando na quarta posição, mas não conseguiu a reeleição.
O analista político Rui Landim, que considera justa a derrota de Jomav nas presidenciais, afirmou em entrevista à DW África que o Chefe de Estado cessante não deixa um bom legado: "Saiu com a missão de destruir o país, mas não com a missão de servir a Guiné-Bissau. A missão de servir a sua própria agenda, agenda pessoal, de enriquecer-se à custa do erário público, com programas e projetos fantasmagóricos".
Bild-Kombo Domingos Simões Pereira und Umaro Sissoco Embaló (DW/B. Darame)

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