Postagem em destaque

BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

terça-feira, 12 de maio de 2020

Combate à corrupção exige acções sincronizadas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Combate à corrupção exige acções sincronizadas 


Secretária do Estado da província de Sofala pede maior colaboração dos funcionários públicos no combate à corrupção. Stela Zeca que falava no empossamento dos directores dos serviços provinciais pediu também a sincronização de acções contra a corrupção.  
“É preciso termos o mesmo conceito no combate à corrupção. Estarmos alinhados e harmonizados, porque parte dos problemas da nossa população que não conseguimos resolver, é porque algo aconteceu que tem a ver com corrupção. Se os poucos recursos que nós temos e afirmamos que não suficientes, fossem devidamente encaminhados até ao último centavo, com certeza que o nosso desempenho seria melhor”, afirmou Stela Zeca.
Stela Zeca que falava durante a tomada de posse de cinco directores dos serviços provinciais pediu um esforço acrescido por parte dos empossados, no sentido de, com as suas acções no combate à corrupção, gradualmente voltarem a conquistar a confiança das instituições do Estado por parte da população.
“O combate à corrupção deve estar sempre na linha da frente para reconquistarmos a confiança da população”.
Tomaram posse Adérito Mavie, director dos serviços provinciais de actividades económicas, Octávio Chicoco, director dos serviços de infra-estrutura, Ermilinda Maquinze, directora dos serviços provinciais de ambiente, Príscila Filimone, directora dos serviços socias e Mário Xavier director dos serviços de justiça.

Trump abandona conferência de imprensa após discussão com jornalista nascida na China.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Presidente dos EUA sugeriu à correspondente da CBS na Casa Branca, Weijia Jiang, que fizesse a sua pergunta à China. Insistência da jornalista da CNN para que a colega terminasse a sua intervenção levou Trump a concluir a conferência de imprensa.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, abandonou a conferência de imprensa de segunda-feira, na Casa Branca, depois de sugerir a uma jornalista de origem chinesa que dirigisse à China a sua pergunta sobre a realização de testes à covid-19 nos Estados Unidos.

Weijia Jiang, uma repórter do canal de televisão CBS nascida na China e que emigrou para os Estados Unidos com os seus pais aos dois anos de idade, questionou Trump sobre a sua insistência em salientar o número de testes realizados no país.
“Refere muitas vezes que os Estados Unidos estão a fazer um trabalho muito melhor do que qualquer outro país no que diz respeito aos testes”, disse a jornalista. “Porque é que isso importa?”, questionou. “Porque é que olha para isto como uma competição global, quando todos os dias os americanos continuam a perder as suas vidas e continuamos a ter mais casos a cada dia que passa?”
Na resposta, o Presidente norte-americano disse que “há pessoas a perder as suas vidas em todo o mundo”.

Trump abandona conferência de imprensa após discussão com jornalista nascida na China

Presidente dos EUA sugeriu à correspondente da CBS na Casa Branca, Weijia Jiang, que fizesse a sua pergunta à China. Insistência da jornalista da CNN para que a colega terminasse a sua intervenção levou Trump a concluir a conferência de imprensa.
Em Abril, o Presidente Trump disse a Weijia Jiang para "falar mais baixo"
Foto
Em Abril, o Presidente Trump disse a Weijia Jiang para "falar mais baixo" REUTERS/KEVIN LAMARQUE
O Presidente norte-americano, Donald Trump, abandonou a conferência de imprensa de segunda-feira, na Casa Branca, depois de sugerir a uma jornalista de origem chinesa que dirigisse à China a sua pergunta sobre a realização de testes à covid-19 nos Estados Unidos.
Weijia Jiang, uma repórter do canal de televisão CBS nascida na China e que emigrou para os Estados Unidos com os seus pais aos dois anos de idade, questionou Trump sobre a sua insistência em salientar o número de testes realizados no país.
“Refere muitas vezes que os Estados Unidos estão a fazer um trabalho muito melhor do que qualquer outro país no que diz respeito aos testes”, disse a jornalista. “Porque é que isso importa?”, questionou. “Porque é que olha para isto como uma competição global, quando todos os dias os americanos continuam a perder as suas vidas e continuamos a ter mais casos a cada dia que passa?”
Na resposta, o Presidente norte-americano disse que “há pessoas a perder as suas vidas em todo o mundo”.
“Talvez devesse fazer essa pergunta à China”, sugeriu Trump à jornalista. “Não me pergunte a mim, pergunte à China. Quando lhes fizer essa pergunta, talvez receba uma resposta muito invulgar.”
Em seguida, o Presidente norte-americano apontou para a jornalista que estava atrás de Weijia Jiang, a correspondente da CNN Kaitlan Collins, pedindo-lhe que fizesse outra pergunta. Mas a repórter da CBS reagiu: “Porque é que me fez essa pergunta a mim, especificamente, sobre a China?”
“Não estou a dizer-lhe especificamente a si, digo-o a qualquer pessoa que me faça uma pergunta desagradável”, respondeu o Presidente norte-americano.
Ao ver que a correspondente da CNN permitira que Weijia Jiang fizesse uma segunda pergunta antes de ela própria tomar a palavra, Donald Trump recusou-se a responder a Kaitlan Collins e passou à jornalista seguinte, Yamiche Alcindor, do canal público PBS.
Donald Trump deu por concluída a conferência de imprensa e abandonou os jardins da Casa Branca quando a jornalista Yamiche Alcindor também quis esperar que a sua colega da CNN fizesse uma pergunta.

Chefe de gabinete de Tshisekedi começa a ser julgado por desvio de dinheiro.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Vital Kamerhe foi presente a tribunal esta segunda-feira (11.05), em Kinshasa. Em prisão preventiva há quase um mês, o político congolês é suspeito de desviar cerca de 50 milhões de euros. Nega todas as acusações.
Vital Kamerhe, chefe do gabinete do Presidente da República Democrática do Congo
Vital Kamerhe, chefe do gabinete do Presidente da República Democrática do Congo
Vital Kamerhe, um dos homens mais próximos do Presidente da República Democrática do Congo (RDC), Félix Tshisekedi, começou a ser ouvido em tribunal por suspeitas de corrupção, num caso sem precedentes no país africano.
Kamerhe, que tem estado no centro da vida política na RDC há duas décadas, é acusado de desviar mais de 50 milhões de dólares, destinados a financiar grandes obras no âmbito de um plano de ação de emergência de 100 dias, lançado por Tshisekedi, após a tomada de posse, em janeiro do ano passado.
Além de Kamerhe, que terá sido responsável pela autorização das despesas públicas, há outros dois suspeitos envolvidos neste caso de corrupção. Um deles é o empresário libanês Samih Jammal, acusado de desviar cerca de 45 milhões de euros, entre março de 2019 e janeiro de 2020.
Os arguidos são acusados do desvio de 46 milhões de euros dos fundos destinados à construção de 4.500 casas pré-fabricadas para pessoas pobres e, alegadamente, de um milhão de euros de um programa de construção de habitações para a polícia e militares em Kinshasa.
A RDC tem uma abundância de recursos naturais, mas a maioria dos seus 80 milhões de habitantes vive abaixo do limiar da pobreza.
Um caso com "motivação política"?
Vital Kamerhe, que não se demitiu desde que foi acusado, negou todas as alegações, afirmando que todos os contratos do setor público foram "herdados" de governos anteriores.
Os apoiantes de Vital Kamerhe dizem que este caso tem uma "motivação política": acreditam que seja uma possível tentativa de impedir o político de concorrer às próximas eleições presidenciais, em 2023.
Os advogados de Kamerhe apresentaram um pedido de libertação temporária, após o pedido anterior ter sido indeferido em abril.
"Nunca na história política do Congo, nas últimas duas décadas, um ator tão importante na cena política foi posto atrás das grades", afirmou o Grupo de Estudos do Congo (CSG) da Universidade de Nova Iorque, numa análise formal.
O caso contra Kamerhe faz parte de uma ampla investigação, que deverá marcar a "renovação" do sistema judicial congolês, na luta contra a corrupção entre a elite desde a independência do país, em 1960.
fonte: DW África
default

PRESIDENTES A TODO O CUSTO

Maurice Kamto: o auto-proclamado "presidente"

O candidato da oposição às presidenciais de 7 de outubro nos Camarões, Maurice Kamto, reivindica a vitória frente a Paul Biya. "Convido o Presidente da República a criar as condições para uma transição pacífica para proteger os Camarões de uma crise eleitoral desnecessária", declarou o líder do MRC - Movimento para o 

"Luanda Leaks": Justiça usou passaporte falso para arrestar bens, diz Isabel dos Santos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Em comunicado, a empresária acusa Angola e Portugal de terem usado como prova no arresto de bens um passaporte falsificado, com assinatura do mestre do kung-fu e ator de cinema já falecido Bruce Lee.
default
Segundo um comunicado da empresária, a que a agência de notícias Lusa teve acesso esta terça-feira (12.05), o Estado angolano terá usado como prova para fazer o arresto preventivo de bens "um passaporte grosseiramente falsificado, com uma fotografia tirada da Internet, data de nascimento incorreta e uso de palavras em inglês, entre outros "sinais de falsificação".
O passaporte em causa terá sido usado como prova em tribunal pela Procuradoria-Geral da República de Angola para demonstrar que Isabel dos Santos pretendia ilegalmente exportar capitais para o Japão, alega a filha do antigo Presidente angolano José Eduardo dos Santos.
A empresária acusa a Procuradoria angolana de fazer uma "utilização fraudulenta do sistema de justiça de Angola" para se apoderar do seu património empresas e apela à justiça portuguesa, que decidiu cooperar com Angola e executou vários arrestos em Portugal, para que "à luz desta denúncia e de outras que se seguirão, "reavaliar estas execuções 'às cegas'".
No mês passado, Isabel dos Santos já havia classificado a decisão do arresto dos seus bens como "abusiva" e "excessiva" por parte das autoridades.
fonte: DW África

Covid-19: Como fica a situação das empresas angolanas?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Angola cumpre desde segunda-feira (11.05) mais 15 dias de estado de emergência. O Presidente João Loureço reconhece que as consequências do confinamento social já se sentem nas empresas. A indústria angolana debate-se com sérios problemas financeiros, falta de matérias-primas e pagamento de salários.
Segundo o presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, as consequências da Covid-19 para as empresas angolanas são várias e visíveis. Os cerca de quatro mil associados enfrentam problemas de vária ordem.
"Matérias-primas, problemas financeiros, relações laborais, atividades suspensas, assunção de salários", afirmou o presidente da AIA.
Segundo José Severino, o setor da construção civil também trabalha a meio gás e com muitas despesas a cobrir.  
"Muitos dos contratos ou a maioria foram suspensos, mas há os custos dos estaleiros, do pessoal administrativo. Por isso, as ferramentas que o Governo dá do ponto de vista financeiro não correspondem a premissa do problema que as empresas têm, que é financiamento, pagamento diferido e juros de 7,5%. A segurança social, naturalmente, está hoje a suportar o salário da função pública", completou o Severino.
O Presidente angolano, João Lourenço, reconhece que o novo coronavírus está a causar danos ao setor empresarial angolano: "As empresas, as indústrias e o comércio foram igualmente atingidos porque algumas tiveram que encerrar as suas portas ou trabalhar muito abaixo das capacidades instaladas".
Para mitigar os efeitos da Covid-19 nas empresas angolanas, o Governo de Luanda adotou algumas medidas como alívio fiscal e alívio no pagamento de salários, entre outras.
Crise mundial e mercado interno
O presidente da AIA reconhece o esforço do Estado na mitigação dos problemas das empresas, apesar da crise financeira, da baixa do preço do petróleo no mercado internacional e da escassez de divisas.
Das Unternehmen in Angola hat Lieferenpässe und finanzielle Probleme
José Severino diz que a circulação de produtos agrícolas está mais aberta e alguns cereais são matéria-prima para o funcionamento das indústrias. Mas deixa uma sugestão para melhorar o funcionamento das fábricas.
"Que as nossas fábricas, e mesmo os grandes estaleiros, funcionem em circuito fechado, aquele modelo que os do petróleo usam 28/28. No nosso caso, as plataformas seriam de cinco em cinco dias, grupos de trabalho fechados, com todas as normas de biossegurança e, obviamente, com alimentação e, no fim dos cinco dias, regressar a casa", exemplificou José Severino.
Diversificação da economia
E como fica o sonho da diversificação da economia face a esta crise e com a queda do preço do petróleo? Para o economista Francisco Paulo, da Universidade Católica de Angola, é preciso entender como fica a diversificação da economia diante desta crise.
"Diversificar a estrutura produtiva do país, isto é, o conjunto do Produto Interno Bruto (PIB) é fazer com que mais setores tenham mais peso no Produto Interno Bruto. Se olharmos a diversificação da economia em termos do PIB, vamos ver que o setor petrolífero nos últimos cinco, seis anos, tem perdido peso", analisa o economista.
O especialista também entende que se devia diversificar a estrutura de exportação de bens e serviços de Angola. Ou seja, olhar para além do petróleo e diamantes. Mas há planos do Governo nesse sentido?  
"Há muito trabalho a ser feito e não vejo em nenhum programa do Governo metas que estabelecem os timingspara podermos alcançar algum desiderato, quer no que diz respeito à estrutura do PIB quer na estrutura das exportações", afirma o economista Francisco Paulo.
Entre as várias medidas adotadas pelo Governo para diversificar a economia está o Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, que parece não ter surtido efeito. Segundo o economista, o Governo precisa ir para além dos discursos.
"Pode haver alguma intenção do Governo, mas não está a ser bem formulado em termos de política porque o lobby de importação no país anda muito forte. Algumas pessoas estão a ganhar com o monopólio nas importações. Preferem que haja mais importação do que a produção interna", concluiu o economista angolano Francisco Paulo.
fonte: DW África

Total de visualizações de página