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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

domingo, 30 de novembro de 2014

Senegal: Os Chefes de Estado francófonos elegeram a canadense Michaëlle Jean à cabeça de OIF.

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Michaelle Jean est la nouvelle secrétaire générale de l'OIF.
Michaelle - a nova secretário geral de OIF. © Vincent Fournier/J.A.


Na sequência de uma reunião à porta fechada preste a terminar em Dakar, os Chefes de Estado membros da OIF, designaram a canadense Michaëlle Jean para o cargo de secretário-geral da organização.
A canadense Michaëlle Jean, a ex-governadora do Canadá, é a primeira mulher a liderar a Organização Internacional da Francofonia (OIF). Ela sucede o senegalês Abdou Diouf, que terminou o seu segundo mandato.
Durante a sessão fechada de Chefes de Estado, em Dakar, no domingo, 30 de novembro, foi realizada uma reunião a parte que foi tida entre o chefe do Estado francês François Hollande, o senegalês Macky Sall e os quatro presidentes que indicaram um candidato: o congolês Denis Sassou Nguesso (para Henri Lopes), o Burundês, Pierre Nkurunziza (para Pierre Buyoya), o Canadense, Stephen Harper (para Michaëlle Jean) e o mauriciano Kailash Purryag (para Jean-Claude de l'Estrac).
Durante uma hora e meia, os líderes se reuniram em privado antes de entrar para a sala onde os outros estavam esperando por representantes dos países membros. Depois de muito debate, eles finalmente chegaram a um consenso. É esse o consenso em torno da pessoa de Michaëlle Jean, essa que foi aceita em assembleia com participação de todos os chefes de Estado e de Governo.
Aos 57 anos, Michaëlle Jean se tornou o terceiro Secretário-Geral da OIF, depois de Abdou Diouf, e de Boutros Boutros-Ghali. Ela deverá tomar posse em 1º de Janeiro de 2015.

#jeuneafrique.com

sábado, 29 de novembro de 2014

Criminalidade em Angola adquire contornos preocupantes.

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Os crimes passionais, os homicídios, roubos qualificados, o consumo de drogas, a violação dos direitos civis e políticos, sobretudo os crimes selectivos, são os mais preocupantes.



A criminalidade está a ganhar corpo em Angola. As forças da ordem revelam-se incapazes de controlar na totalidade a situação. Analistas entendem que o aumento de crimes deve-se à causas sociais e à falta de definição de estratégias de actuação mais eficazes por parte do Estado.
Os crimes passionais, os homicídios, roubos qualificados, o consumo de drogas, a violação dos direitos civis e políticos, sobretudo os crimes selectivos, são os mais preocupantes. A sua proporção está a atingir contornos que mexem com a segurança dos citadinos.
O Professor e Coordenador dos Cursos de Pós-graduações da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Paulo de Carvalho, pensa que a globalização é um dos factores que influenciam a onda de crimes selectivos no país, que, grosso modo, aumentam o sentimento de insegurança no seio dos cidadãos.
A acção da polícia precisa de ser mais incisiva, assim como os métodos de investigação criminal devem ser aprimorados para que os crimes sejam esclarecidos, os criminosos encontrados e responsabilizados civil e judicialmente.

#VOA

OMS confirma oitavo caso de ébola no Mali.

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Agência despachou equipa para reunir-se com autoridades sanitárias do país e da vizinha Guiné Conacri; Missão da ONU de Resposta de Emergência ao Ébola instala-se oficialmente em Bamako esta quarta-feira.


Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

As autoridades malianas confirmaram mais dois casos de ébola, que elevaram o total de infeções para oito. Uma nota da Organização Mundial da Saúde, OMS, ressalta que os seis primeiros infetados pela doença no país morreram.
Cerca de 99% das pessoas com quem os pacientes tiveram contacto já foram identificadas para que tenham seguimento diário. A agência da ONU disse que com base nas experiências do Senegal e da Nigéria a medida dá indicações positivas para uma rápida contenção do surto no Mali.
Medidas Transfronteiriças
A OMS disse ter enviado uma equipa para reunir-se com autoridades sanitárias do Mali e da Guiné Conacri com vista a discutir medidas transfronteiriças para coordenar os esforços de controlo. Com a Libéria e com a Serra Leoa o país é um dos mais afetados pela doença que já fez mais de 5,4 mil mortos.
Foi a partir da Guiné Conacri que surgiu o primeiro caso maliano, numa menina de 2 anos que vivia com a família. O diagnóstico ocorreu no Mali, a 23 de outubro, um dia antes de perder a vida.
Esta quarta-feira, a Missão das Nações Unidas para Resposta de Emergência ao Ébola abre oficialmente o seu escritório em Bamako para apoiar os esforços malianos para conter o surto.
Importação
Na visita efetuada esta semana ao país, a diretora-geral da OMS, Margareth Chan, disse que a intervenção de parceiros vai ajudar a deter a transmissão e a responder de forma robusta a futura importação do vírus.
No Mali, Chan inteirou-se dos testes da vacina contra o ébola, que estão ainda na primeira fase em seres humanos.
A responsável disse que um dos elementos mais importantes para travar o surto é um forte envolvimento dos líderes comunitários influentes tanto no combate ao estigma como na comunicação para defender práticas culturais seguras.
*Apresentação: Laura Gelbert.
# Rádio ONU

Zimbabwe: detido o líder de veteranos de guerra

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Presidente Robert Mugabe. FOTO | ARQUIVO

Um líder dos ex-combatentes da guerra de libertação do Zimbabwe foi preso por se opor a elevação da mulher do presidente Robert Mugabe no topo da liderança do Partido Zanu-PF.

Sr Jabulani Sibanda, que no ano passado conduziu a campanha eleitoral violenta para Zanu-PF, foi acusado por supostamente ter minando a autoridade do Presidente Mugabe.

Sua detenção está supostamente ligada a comentários que fez prometendo se opor ao que ele chamou de um "quarto golpe '.

O franco líder dos veteranos de guerra tem sido criticado por conceder apoio ao Vice-presidente Joice Mujuru.

Sra Mujuru está à beira de perder o seu posto, tanto no partido como no governo por supostamente conspirar para derrubar o presidente Mugabe.

A polícia confirmou a prisão de Sr. Sibanda, mas não quis dar mais detalhes sobre o caso.

Sua esposa disse que ele havia informado de que ele foi detido por policiais seniores.

Sob ataque

O Presidente Mugabe no início deste mês atacou o veterano de guerra por este ter referido a indicação de sua esposa como um "quarto golpe '.

"Jabulani fala de como está possuído pelo demônio", disse então.

"É Jabulani agora a querer governar o país? Ouvi dizer que ele quer ir para a guerra contra mim ( eu Mugabe). Assim, como estes veteranos de guerra, ele quer lutar comigo, com meus soldados? Vou ter que ver para quando ele está planejando isso. "

Quinta-feira passada, um político da oposição, o Sr. Job Sikhala, da principal facção do Movimento para a Mudança Democrática foi temporariamente detido por supostamente trabalhar com a campanha da Sra Mujuru em um complô para matar o presidente Mugabe.

A mídia estatal informou no fim de semana que tinha obtido uma gravação onde o Sr. Sikhala estava discutindo com uma facção governista da Zanu-PF, onde eles planejavam para afastar o 90º(nonagésimo) líder do poder.

A Primeira mulher vice-presidente do Zimbábue,  Grace Mugabe está sendo atacada, e passaram a exigir a sua demissão há dois meses por supostamente tentar derrubar seu marido.

Ela prometeu ficar parada, mas os recentes acontecimentos na festa indicam que ela pode não sobreviver ao ataque.

# africareview.com

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cuba: Marcas na memória.

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Jovens e estudantes marcharam neste 27 de novembro, por ocasião do 143º aniversário do opróbrio que matou os oito estudantes de Medicina, os quais foram fuzilados ante um paredão.
Nesta ocasião, antes de partir desde a escadaria da Universidade de Havana, foi recordada essa parte da história que Cuba não repetirá jamais, se prestaram honras à inocência lacerada e se falou do legado que esses jovens deixaram e que levam consigo os médicos cubanos a cada canto do mundo onde multiplicam internacionalismo e solidariedade.
Por isso agora se fala da brigada Henry Reeve, do exemplo dos que agora mesmo combatem o Ébola na Guiné Conacri, Serra Leoa ou Libéria e da continuidade garantida pelo relevo em formação.
A Federação Estudantil Universitária convocava, e o povo, os estudantes e os jovens acudiram...
Bandeiras cubanas e dos países onde está presente nossa colaboração médica ondularam durante a Marcha até o Mausoléu de La Punta, onde teve lugar o oprobrioso fato. Também foram colocadas oferendas florais em nome da juventude, dos estudantes e do povo que aderiram às enviadas por Fidel e Raúl.

# granma.cu

OIF - Sucessão Diouf: Africa vai falar a uma só voz?

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Abdou Diouf à la sortie de l'Elysée, le 10 septembre 2014.
Abdou Diouf do lado de fora do Palácio do Eliseu, em 10 de setembro de 2014. © Kenzo Tribouillard / AFP

Uma reunião de última hora pode ter lugar antes do fecho da sessão de Chefes de Estado no domingo. Objetivo: chegar a um consenso sobre um candidato Africano para a sucessão do Secretário-Geral da Francofonia, Abdou Diouf.

África falará a uma só voz no momento da nomeação do sucessor de Abdou Diouf, no domingo, durante uma reunião a portas fechadas entre chefes de Estado presentes em Dakar? Por enquanto, nada está certo, o que preocupa algumas delegações, que temem que isso possa levar a desunião e incentivar a indicação do candidato canadiano Michaëlle Jean. "É tanto que ele como pessoa, Michaëlle Jean tem muitas qualidades, mas nós não vemos a razão do canadense estar à cabeça de OIF", disse uma fonte Ministerial Africana presentes em Dakar. É verdade que na cimeira de 2012, em Kinshasa, o canadense se opôs a alargamento do círculo dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU em um país Africano.

Dada a dificuldade de se chegar a um consenso sobre um candidato do continente, há rumores sobre uma solução de última hora que deveria permitir contornar o bloqueio. São, portanto, mencionados os nomes do ex-prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, ou o ex-presidente libanês, Michel Sleiman. Outro cenário considera chegar a um acordo para uma extensão do tempo de mandato de Abdou Diouf .

"Se nós queremos nos ridicularizar ..."
Segundo a nossa informação, nos bastidores da reunião interministerial na quinta de manhã, várias delegações africanas formularam uma sugestão para se tentar uma mediação de última chance. A idéia é organizar o mais rápido um reencontro na XVª cimeira entre, o senegalês Macky Sall, como na cimeira anterior, com o congolês Joseph Kabila e os quatro chefes de Estado africanos com um candidato concorrendo (do Burundi, do Congo - Brazzaville, da Guiné Equatorial e Maurícias). Objetivo: chumbar, como desejado ardentemente o presidente senegalês, a uma candidatura de consenso que seria, então, proposto às delegações africanas. "Se temos de ridicularizar, pelo menos que seja tanto em grupo", ironizou um chefe da delegação Africana envolvida nesta iniciativa. Único problema: "o presidente de maurícias não está envolvido na reunião", assegurou no final do dia, uma fonte próxima a sua comitiva ...

Mehdi Ba em Dacar

# jeuneafrique.com

Líderes chegam para a cimeira da Francofonia no Senegal.

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Presidente Macky Sall. ARQUIVO | GROUP Nation Media

Chefes de Estado e de Governo chegaram nesta sexta-feira no Senegal para os dois dias da 15ª Cimeira da Francofonia.

A reunião cimeira será aberta em Dakar, no sábado.

O ex-presidente do Senegal, Abdou Diouf, que é o secretário-geral da organização internacional, será substituído por qualquer um dos cinco candidatos, incluindo o ex-presidente do Burundi, Pierre Boyoya.

Vários líderes africanos, incluindo o presidente de Camarões Paul Biya chegaram em Dakar e foram recebidos pelo presidente do Senegal, Macky Sall.

O presidente francês, Francois Hollande deve chegar na sexta à noite em Dakar depois de algumas horas de visita à vizinha Guiné.

Diouf esteve no Senegal a quase duas semanas para supervisionar acordos para a realização do evento.

Na quarta-feira, cerca de 35 ministros dos Negócios Estrangeiros dos Estados membros se reuniram previamente em Diamniadio, a cerca de 25 km fora de Dakar, e elaboraram os nove pontos a serem adotados pelos chefes de Estado.

Entre eles estão o pedido de financiamento adequado para a luta contra o vírus Ebola e a remoção de restrições de viagem aos países membros, devido à epidemia, mas mantendo a vigilância e a realização de campanhas de sensibilização pública.

# africareview.com

Estados Unidos: Pais de jovem morto desmentem polícia.

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Fotografia: AFP

Na primeira entrevista que deu desde o episódio, o polícia Darren Wilson afirmou que Michael Brown o agrediu e tentou tirar-lhe a arma.
“Ele veio até mim, pensei que me ia matar”, declarou à rede ABC.
A mãe de Michael Brown ficou revoltada com esta versão dos factos e denunciou a “total falta de respeito pelo filho”.
“Não acredito numa palavra sequer. Conheço muito bem o meu filho. Jamais fazia isso, nunca provocou ninguém”, disse Lesley McSpadden ao programa “This morning”, da CBS.
O pai da vítima, Michael Brown Sr., disse que o relato do polícia “é simplesmente uma loucura”.
“Em primeiro lugar, o meu filho respeitava as forças de ordem. E, depois, que pessoa em perfeito juízo se atrevia a atacar um agente da Polícia que tem uma arma na mão?”, questionou.
A cidade de Ferguson, Missouri, viveu duas noites de distúrbios após a decisão de segunda-feira do tribunal ilibar o polícia branco que matou o jovem negro, ao mesmo tempo que protestos de indignação se espalharam pelos Estados Unidos com denúncias de discriminação racial.
Na quarta-feira de madrugada foram detidas 44 pessoas, anunciou Jon Belmar, chefe da Polícia do condado de Saint Louis, ao qual pertence Ferguson.
Milhares de pessoas protestaram diante da Embaixada dos Estados Unidos em Londres para condenar a absolvição do polícia que matou o jovem desarmado na cidade de Ferguson, Estado do Missouri.
A multidão, com cartazes com os dizeres “Prisão para os Polícias Racistas” ou “A vida dos negros é importante”, a multidão fez um minuto de silêncio em homenagem por todos os mortos pela Polícia no mundo.
Entre os manifestantes estava Carol Duggan, tia de Mark Duggan, morto em Agosto de 2011, em Londres, por agentes da Polícia em circunstâncias obscuras, caso que gerou uma onda de violência na capital britânica.
“Devemos enviar uma mensagem à família de Mike Brown. Sentimos a sua dor, conhecemos a dor de perder alguém às mãos da Polícia”, disse Carol Duggan à multidão. “As pessoas em todo o mundo entendem a frustração e a raiva que nos consomem quando um dos nossos é morto na rua” pela Polícia, disse Marcia Rigg, irmã de Sean Rigg, músico negro morto em Londres em 2008.

#jornaldeangola.sapo.ao


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Costa do Marfim: Chegada em Abidjan do Presidente Ali Bongo, Presidente do Gabão para em seguida efectuar sua visita oficial à Costa do Marfim.

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Arrivée
© Presidência por DR
Chegada dos presidentes Ali Bongo Ondimba e Alassane Ouattara em Abidjan.
Quinta-feira, 27 de novembro de 2014. Chegada em Abidjan dos presidentes Ali Bongo Ondimba e Alassane Ouattara provenientes de Yamoussoukro, e o Presidente da República do Gabão começará uma visita oficial de 72 horas à Costa do Marfim.

O Chefe de Estado do Gabão, Ali Bongo Ondimba chegou nesta quinta-feira, no final da manhã, a Abidjan, onde ele continua a sua visita oficial à Costa do Marfim que começou em Yamoussoukro, a capital política e administrativa da Costa do Marfim.

Bongo, e seu colega marfinense Alassane Ouattara foram recebidos no aeroporto internacional Felix Houphouet Boigny pelo primeiro-ministro marfinense, Daniel Kablan Duncan.

Na parte da tarde, o presidente do Gabão vai receber as chaves de Abidjan e o pergaminho de cidadão honorário pelas mãos do Governador do Distrito de Abidjan, Robert Beugre Mambé.Ele terá encontro depois com a comunidade do Gabão que vive na Costa do Marfim.

Um jantar será organizado em sua honra pelo Presidente Alassane Ouattara. Além disso, Ali Bongo Ondimba terá audiências de subvenção políticas antes de deixar Abidjan, esperada para esta sexta-feira.

Cinco acordos de cooperação nas áreas de economia, diplomacia, educação, agricultura e militar foram assinados na quarta-feira para reforçar as relações entre os dois países. 22 outros acordos serão assinados em Abidjan.

Anteriormente, os dois presidentes visitaram o mausoléu de Felix Houphouet Boigny, onde Ali Bongo Ondimba depositou uma coroa de flores no túmulo do pai da independência da Costa do Marfim, que morreu em 1993.

A visita de trabalho de três dias em solo marfinense é a segunda que efectuará Ali Bongo Ondimba neste país da África Ocidental após o ano 2009.

O final desta primeira visita oficial está agendada para sexta-feira. O Gabão e Costa do Marfim mantêm relações políticas e diplomáticas de vários anos. Uma forte colônia de estudantes do Gabão vive em Abidjan.

#abidjan.net

Nigéria: Ministra do Petróleo, Alison-Madueke eleita pela primeira vez como presidente mulher da Opep.

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Foto: Premium Times
Alison-Madueke.

Viena - A Ministra dos recursos petrolíferos, a Sra Diezani Alison-Madueke, foi eleita a primeira mulher presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Alison-Madueke foi eleita Presidente da OPEP, nesta quinta-feira, na 166ª Assembleia Geral permanente do corpo, em Viena, na Áustria.

Ela substitui o ex-presidente da Opep, o Líbio e Vice Primeiro-Ministro das Corporações, Abdourhman Atahar Al-Ahirish.

Ela era antes de ser eleita, esta manhã, a presidente suplente da OPEP e está prevista para começar imediatamente a servir o mandato de um ano à frente dos negócios da OPEP.

Da Opep espera-se que na 166ª reunião, se tomará decisões importantes que poderão travar a queda de preço cada vez maior de petróleo bruto.

Al-Ahirishhad em seu discurso de abertura antes da reunião a portas fechadas, afirmou que a ampla oferta, demanda moderada, e o dólar dos Estados Unidos cada vez mais forte e as incertezas sobre o crescimento econômico global têm sido fatores-chave para a recente evolução dos preços.

Isto, observou ele, foi além do impacto das atividades especulativas no mercado de petróleo.

#allafrica.com

Burkina Faso: O General Gilbert Diendéré demitido de suas funções.

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Gilbert Diendéré et l'otage suisse, Béatrice Stockly, en avril 2012 à Ouagadougou.
Gilbert Diendéré e a refém suíça, Beatrice Stockly em abril de 2012 em Ouagadougou. © AFP

O presidente da transição, Michel Kafando, pós fim, na quinta-feira, pelo decreto as funções de chefe do Estado Maior, particularmente na presidência do Burkina Faso do general Gilbert Diendéré, chefe do Regimento da Segurança Presidencial (RSP).
Gilbert Diendéré não é mais chefe do Regimento da Segurança  Presidencial. O general foi demitido por decreto do Presidente da transição Michel Kafando, na quinta-feira, 27 de novembro.
O documento não faz, no entanto, questão de dar detalhes sobre quem vai substituí-lo na cabeça deste regimento estratégico. Michel Kafando tinha reconhecido a necessidade de iniciar reformas a nível do exército para eliminar os "clãs" dentro dele.

O primeiro-ministro Zida Isaac, também da RSP, também foi relatado em 24 novembro de 2014 de que uma de suas principais tarefas, como o ministro da Defesa Nacional, seria a de reformar o exército.
Outros militares também foram agraciados, entre eles o assessor especial ao ex-presidente Blaise Compaoré, Justin Damo Barro e o Secretário Permanente do Conselho Presidencial para Investimento, Djibrina Barry.


Decreto abaixo:
# jeuneafrique.com


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Burkina Faso: GOVERNO ZIDA - "Sagnon" BRAVO!

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Gouvernement Zida : Bravo Sagnon !

Nós organizamos a dança couro cabeludo em torno de sua cadeira, ele ainda não a tinha ocupado, ele foi embora sem pedir o seu lugar. Cerca de 24 horas após as manifestações hostis depois dele ter nomeado para os cargos de Ministro da Cultura e do Turismo no governo de transição, Adama Sagnon apresentou ontem, terça-feira, 25 novembro de 2014, a carta de demissão ao primeiro-ministro, Yacouba zida, que aceitou imediatamente.
  "Esta renúncia seguiu-se aos eventos no Ministério da Cultura em resposta a minha nomeação à frente deste departamento", disse o ministro efêmero, antes de dar uma razão: "Tendo em conta as altas atribuições atribuídas a você, o que coloca as pessoas no centro das suas preocupações, eu gostaria que você aceitasse o meu pedido de demissão em nome dos melhores interesses da nação, a coesão social no âmbito do Ministério da Cultura e Turismo, bem como a solidariedade governamental ".
Adama Sagnon poderia ter feito de um tal registro um sério candidato à longevidade ministerial da corte máxima.
Nomeado no domingo, 23 de novembro de 2014, ele jogou a toalha, dois dias depois, sem sequer assumir o cargo. Consequentemente provocou um estilingue que rapidamente se espalhou a partir da nomeação de alguém que, com ou sem razão, é acusado de ter enterrado o caso de Norbert Zongo.
Na verdade, ele foi Procurador de Burkina Faso, onde ele julgou instruções da época, de Wenceslas Ilboudo, pronunciado, em 2006, não houve necessidade de pronunciamento de Kafando, o único réu no assassinato do editor do semanário "The Independent". Claramente, por força das circunstâncias e da profissão, ele encontrava-se no lugar errado e na hora errada.
Assim, para muitos, o magistrado do Ministério Público é culpado, necessariamente culpado de negar a justiça.
Oito anos mais tarde, em um momento crucial da nossa história política, marcada pela queda do regime de Blaise Compaoré, o irmão mais novo, Francisco ( "François" ), é suspeito de envolvimento no assassinato do nosso colega, a presença deste "julgamento repassado "ao governo de transição é percebido senão como um erro do elenco, ao menos uma provocação.
É isso mesmo, não é fácil um alto responsável se bater em retirada. Mas ao decidir pedir a sua demissão, o ministro que até agora era de Cultura e Turismo fez a escolha certa.
O que teria de fato servido para persistir tanto a ele como aqueles que se designaram uma vez assumir sua cadeira "indesejável" e que não pode exercer a plenitude de seu cargo?
Esta abdicação nem para Adama Sagnon, nem para sua esposa, nem para seus filhos, nem para aqueles que confiavam nele, e que não poderiam por isso ter vergonha. Muito pelo contrário. Esta retirada honrosa, faz crescer as receitas de alguma elegância republicana. Afinal, não é apenas como o ministro que melhor você pode servir o seu país.
Em se ejetando, preserva-se o governo de transição, especialmente as duas cabeças do executivo, um calvário desnecessário com um resultado incerto. Nós também escrevemos sobre isso em nosso editorial de terça-feira, 25 novembro de 2014: "Teme-se que a disputa vá ficar maior e que não vem para selar os primeiros passos de um governo de transição. Seria de fato uma equipe de piedade de Zida [o Premier] que usa de toda a sua energia bruta para resolver a crise quando ela precisa de toda a serenidade e entusiasmo que eles precisam para "enfrentar os estaleiros titanic na frente ". Portanto, em nossa humilde opinião, acreditamos que seria melhor e com coragem, que o ministro Sagnon assumisse a liderança em decidir deixar o navio. "
O grão de areia de Sagnon que ameaçava a máquina do governo derrubado, espera-se que o conjunto Kafando-Zida terá o campo livre e o cotovelo angulado para efetivamente liderar o processo de transição para a conclusão.
Alain São Robespierre
# l´obseervateur.com


O Presidente Jammeh da Gâmbia assina lei sobre prisão perpétua para os homossexuais.

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Presidente gambiano, Yahya Jammeh. Previsivelmente, o Ocidente levantou um clamor contra a legislação anti-gay. ARQUIVO | GROUP Nation Media.

O Presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh aprovou um projeto de lei que prevê prisão perpétua para pessoas condenadas por envolvimento em homossexualidade no país.

A lei foi aprovada pelo Parlamento em Agosto e foi oficialmente promulgada na terça-feira após a assinatura presidencial.

Antes disso, as pessoas encontradas em envolvimento em atos homossexuais no país poderiam ser presas por períodos de até cinco anos.

Em uma reação rápida, o governo canadense solicitou um pedido ao presidente Jammeh para defender as obrigações internacionais.

Os EUA foram rápidos para denunciar a lei através de uma comunicação do Departamento de Estado: "Estamos consternados com a decisão do Presidente Jammeh ao assinar pela legislação a lei que restringe ainda mais os direitos dos indivíduos: LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans-sexuais] e estamos profundamente preocupados com as detenções relatadas e detenção de suspeitos ligados a LGBT na Gâmbia. "

O Canadá também condenou a lei, que chamou de "chocante".

'Epidemia'

Jammeh, um ex-oficial militar que tomou o poder através de um golpe em 1994, denunciou repetidamente a homossexualidade e prometeu uma vez decapitar gays, embora mais tarde ele retratou a ameaça.

No ano passado, ele disse na Assembleia Geral da ONU de que "aqueles que promovem a homossexualidade querem pôr fim à existência humana."

"Ele está se tornando uma epidemia e nós os muçulmanos e africanos vamos lutar para acabar com esse comportamento", disse ele.

A lei da Gâmbia é muito semelhante a um projeto de lei de Uganda que foi promulgada em 2013, determinando penas a prisão perpétua por "homossexualidade agravada". Em meio a pressão ocidental pesada, um tribunal anulou a lei este ano. Mas um grupo de deputados estão conspirando para reintroduzir o projeto de lei para a legislação.


#africareview.com

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Transição em Burkina Faso: 4 militares em um governo de 26 ministros.

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Yacouba Isaac Zida et Michel Kafando le 21 novembre 2014 à Ouagadougou.
Yacouba Isaac Zida e Michel Kafando em 21 de novembro de 2014 em Ouagadougou. © AFP

O governo de transição foi anunciado no domingo, em Burkina Faso. No total, o Exército ocupa quatro ministérios-chaves. O tenente-coronel Zida acumula notadamente o cargo de Primeiro-Ministro e ao mesmo tempo de Ministro da Defesa.
Nomeado após intensas negociações, o governo de transição do Burkina Faso deve ter seu primeiro Conselho de Ministros na segunda-feira, 24 de novembro, às 10 horas (hora local). O corpo do Governo anunciou ainda para sexta-feira, o mais tardar para sábado, enfim para domingo, as negociações que se arrastavam.

As tensões entre civis e militares para a formação de governo
As divergências e rivalidades dentro da oposição e da sociedade civil, as quais um militar denunciou o "apetite voraz", tinha inicialmente complicado o processo. Sábado, a recusa por parte do exército de vários candidatos indicados pela sociedade civil destacou a demora, de acordo com uma fonte militar.
No total, o Exército tem quatro membros (com o Ministério de Minas e também de Esportes) no governo de transição que inclui 26 pastas e que governará Burkina Faso até as eleições presidenciais e legislativas marcadas para novembro de 2015.

O braço direito do Zida no Ministério de Interior
O tenente-coronel Zida acumula o cargo de primeiro-ministro com o de ministro da Defesa, e um dos seus braços direito, o coronel Auguste Denise Barry, foi nomeado como ministro da Administração Territorial e de Segurança o equivalente ao do Ministério do Interior.
O presidente da transição, Michel Kafando, que durante muito tempo foi embaixador nas Nações Unidas, mas também ocupava o cargo de ministro das Relações Exteriores.

Kafando x Zida, uma cerimônia de transferência ou partilha de poderes?
Vários postos importantes foram confiados a membros da sociedade civil no governo de transição. A Economia e Finanças de volta para Jean Gustave Sanon, que havia trabalhado neste ministério em Burkina Faso, antes de sua carreira no UEMOA (União Monetário Oeste Africana, da zona franca CFA) e do Fundo Monetário Internacional (FMI ).
Joséphine Ouédraogo, candidato derrotado para o cargo de Presidente da transição, tornou-se ministro da Justiça. O ex-ministro de Thomas Sankara será aguardado, o presidente Kafando tem registado o seu mandato, com vista ao regresso à política da "moral" e da luta contra os excessos do antigo regime do presidente deposto Blaise Compaoré.

"O governo de tecnocrátas"
Augustin Loada, figura eminente da sociedade civil, é responsável pela Função Pública. "Este é um governo de tecnocrátas, nós não esperamos mais outra coisa", reagiu Ablassé Ouédraogo, um tenor da oposição.
Voluntariamente, os líderes da oposição não figuram no governo de transição, pois nenhum dos membros do novo executivo será permitido a participar nas eleições de novembro de 2015. "Esse é um governo de missão. Eles não têm tempo para a luta política. Nós esperamos que eles conduzam o país a seus pés por aquilo que chamam de rigor no trabalho ", disse um outro político, que pediu anonimato.

# jeuneafrique (Com AFP)

Brasil: Pelé volta à internação em hospital de São Paulo, com infecção urinária.

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Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, voltou a ser internado nesta segunda-feira (24/11) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O Rei do futebol retornou para uma consulta de rotina depois de ser submetido a uma cirurgia para retirada de cálculo renal, no último dia 13.

A assessoria do ex-jogador revela que foi detectada uma infecção urinária e Pelé teve de ficar internado para ser medicado com antibiótico. Não há previsão de alta.

Relembre

O ex-jogador foi internado no último 13 de novembro, no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo. Inicialmente, a informação era de que ele estava internado para se recuperar de uma indisposição estomacal, mas exames apontaram a presença de cálculos renais e obstrução ao fluxo urinário. Na ocasião, Pelé precisou cancelar um evento em Santos, no qual seria o homenageado. 

Em 2012, Pelé esteve internado no mesmo hospital para uma cirurgia no quadril, após sentir intensas dores na região. No procedimento, foi retirado parte do osso e colocada uma prótese de titânio.
#correiobraziliense.com

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Os EUA que não se intrometam nos negócios da Rússia.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Os EUA que não se intrometam nos negócios da Rússia. 21189.jpeg

Observações sobre o que disse o presidente Putin: "Os EUA que não se intrometam nos negócios da Rússia" 22/11/2014, Peter Koenig,Vineyard of the Saker.


Press TV noticia, em matéria de 22/11/2014, que o presidente Putin, falando num fórum da Frente de Povos de Toda a Rússia, em Moscou, dia 17/11, disse que "Eles [os EUA] querem nos submeter, querem resolver os problemas deles, à nossa custa. Ninguém, na história, jamais conseguiu submeter a Rússia e ninguém jamais conseguirá."

Não há aí qualquer exagero. A Rússia não tem só uma sólida aliança monetária e comercial com a China, que já deixou para trás o sistema ocidental dominado pelo dólar ocidental; a Rússia é também um dos países chaves dos BRICS e da Organização de Cooperação de Xangai [orig. Shanghai Cooperation Organization (SCO)] que se reuniu em setembro passado em Dushanbe, Tadjiquistão, para ampliar o número de membros (China, Rússia, Cazaquistão, Tadjiquistão e Uzbequistão) e incluir Índia, Paquistão, Irã e muito provavelmente também a Mongólia. A Turquia, que abriga uma base crucialmente estratégica da OTAN e vacila entre o ocidente  e o oriente, aspirou durante algum tempo a também se integrar à OCX. Países falantes de turco e que já são membros da OCX apoiariam provavelmente a demanda da Turquia, o que criaria vasto conflito e seria rude golpe contra as potências ocidentais, especialmente Washington - e dificilmente passariam sem 'receber castigo'.

Essa OCX expandida controlaria cerca de 20% do petróleo do mundo e metade das reservas globais de gás. Além do mais, o bloco reuniria cerca de metade da população mundial. A OCX e os BRICS juntos cobrem mais de metade da população mundial e controlam 1/3 do PIB total mundial.

O lançamento de uma nova moeda global comum por esses países, seja imediatamente, de uma só vez, seja passo a passo, já é certeza. A questão é quando. Dado o curso desastroso das economias ocidentais, essa nova moeda e respectivo novo sistema monetário não podem ser providências muito demoradas. A nova moeda substituirá gradualmente o (petro)dólar no comércio mundial, e também como moeda de reserva. Esse último processo já começou. Há uma década, cerca de 90% das reservas mundiais eram securities denominadas em dólar. Hoje, essa proporção já encolheu para 60% e - apesar de a maioria dos seres humanos não terem nem ideia disso -, continua consistentemente a encolher.

Segundo o FMI, as reservas em outras moedas nos mercados emergentes encolheram para cerca de ¼ do que eram em 2003. De agosto de 2013 até fevereiro de 2014, a Coreia do Sul multiplicou por 25 suas reservas em yuan.

Significa que as palavras aparentemente 'duras' do presidente Putin encontram sólida base em fatos. O sistema ocidental predatório está se desmontando rapidamente. Rússia e China já estão, hoje, preparadas com um sistema alternativo. Trabalham ativamente com os outros países BRICS e da OCX para construir sistema monetário alternativo, em sólida maior escala, livre do FED, de Wall Street, do FMI e do Banco Internacional de Compensações [orig. Bank for International SettlementsBIS).

Epidemias e pandemias

Em outro campo, aparentemente sem relação com o que se discutiu acima, está emergindo fenômeno novo. Desde o início parece nada ter a ver com a disputa ente leste e oeste pelo poder econômico. Mas absolutamente não é fenômeno não conectado à fracassada economia ocidental.

Fala aqui da ameaça de pandemias mortais que parecem emergir todas ao mesmo tempo - e todas sob o controle da ONU e de seu braço especializado, a Organização Mundial da Saúde (OMS), constituída, assistida e aconselhada por várias empresas fabricantes de medicamentos, cuja atividade dentro da OMS é também ignorada pela opinião pública mundial. Quase todas as epidemias, potencialmente pandêmicas, começaram na África, onde estão hoje cerca de 60% dos recursos naturais não renováveis do planeta - recursos que são empenhadamente buscados, para o próprio conforto e bem-estar, pelas elites que governam os hemisférios ocidental e norte.

O ebola reapareceu há alguns meses na África Ocidental - Libéria, Sierra Leone, Guiné e, na sequência, disseminou-se para o Mali e a Nigéria. Ebola não é doença nova. Desde os anos setenta há casos observados e registrados na África Central, ex-Zaire. A OMS conhece antídotos e vacinas. Mas o Departamento de Defesa dos EUA - o qual, por falar dele, mantém um programa de pesquisas de armas para guerra biológica - contratou um laboratório canadense há dois anos, para testar e desenvolver uma vacina contra o ebola, em hospitais especialmente construídos para esse fim na Libéria e em Sierra Leone. Desde o início do novo surto de ebola em julho de 2014, já teriam morrido mais de 5 mil pessoas, segundo a OMS.

Há alguns dias, circulou a notícia, distribuída pela OMS, de uma outra epidemia, em Madagascar, que já provocara 40 mortes desde agosto de 2014. - A peste bubônica, também chamada Peste Negra, era considerada extinta, depois de ter dizimado 1/3 da população da Europa no século 14, embora haja notícia de uma forma menos virulenta da doença, que continuaria a existir até hoje. A última notícia de epidemia é de 1904, quando morreram cerca de 3% da população de Bombaim, em momento em que ainda não havia antídotos. A versão que se encontra hoje pode, ao que se sabe, ser combatida bem facilmente com antibióticos e pesticidas. Assim sendo, por que continuaria a matar pessoas em Madagascar? E por que as notícias só apareceram agora?

Há algumas semanas, o vírus da febre aviária, o mortal H5N1, foi novamente encontrado nos Países Baixos, na Alemanha e no Reino Unido. De sete casos recentemente notificados dessa febre aviária no Egito, dois doentes morreram. Em 2009, graças a um falso alarme distribuído pela OMS, a Europa comprou centenas de milhares de doses de vacina anti-H5N1 - o que foi como ganhar na loteria para as gigantes da indústria farmacêutica -, escândalo que maculou profundamente a imagem da OMS. Em alguns países, dentre os quais a Suíça, pessoas que não manifestavam qualquer sintoma de resfriado foram praticamente forçadas a vacinar-se.[1]

A epidemia de AIDS (em português SIDA, Síndrome Da Imunodeficiência Adquirida), doença causada pelo vírus HIV - também criado como experimento do Pentágono para a guerra biológica -, eclodiu nos anos 1980s, também na África, de onde se teria disseminado para o Haiti, de onde teria sido 'importada' para os EUA e para o resto do mundo. Hoje, embora permaneça incurável, a doença já pode ser controlada. Mas uma nova cepa do mesmo vírus sempre poderá ser facilmente criada, para tornar impotentes as drogas que se usam hoje.

Tudo isso obriga a pensar em esforço organizado e concentrado, pela elite do poder, para (i) manter paralisadas as populações; e justificar a aplicação de leis marciais (e na maioria das vezes de lei-zero) para sufocar quaisquer levantes potenciais, por exemplo contra uma nova onda de assalto/roubo organizado pela ganância da predatória elite econômica ocidental; e (ii) para ajudar a gradualmente reduzir a população mundial - alvo que a elite ocidental busca alcançar desde o final da 2ª Guerra Mundial - e também um dos objetivos chaves do Grupo Bilderberg, como já se ouviu anunciado por várias figuras do poder como, dentre outras, Bill Gates e, várias vezes, também por Henry Kissinger, muito provavelmente o pior criminoso de guerra ainda vivo no mundo.

Alguns doentes podem ser facilmente postos sob quarentena por Ordem Executiva assinada pelo presidente, sob o pretexto de que a quarentena dos doentes protegeria a população em geral - e aquelas pessoas podem receber vacinas e antídotos desenvolvidos clandestinamente como parte do programa de guerra biológica - para protegerem a elite -, com outros medicamentos destinados ao público em grande escala, provavelmente já distribuídos junto com a própria doença que se supõem que devessem evitar. Uma vez que Washington dê a ordem, por exemplo, de vacinação obrigatória, ou de lei marcial, - os lacaios europeus simplesmente obedecerão; é modo fácil para manter as populações sob controle, ao mesmo tempo que o sistema financeiro ocidental corre para o seu objetivo final: depredar, pôr abaixo, reduzir a ruínas o que reste das redes de proteção social, de saúde pública e as poupanças públicas.

Mais uma vez - no cenário da economia ocidental em cacos e das ameaças das pandemias construídas contra os pobres do mundo -, as palavras duras do presidente Putin contra os EUA, aquele seu grito de 'não se metam com a Rússia' - são sinal bem claro para que Washington não se atreva, para que reconsidere seus 'planos' contra uma Rússia (e uma China) já vigilantes, no momento em que a única realidade que se vê no horizonte é o iminente colapso do sistema monetário ocidental; e já atentos, também, ao jogo sujíssimo das ameaças massivas de guerra militar e biológica no qual o ocidente ainda insiste.

É ideia que merece um segundo de atenção? Claro que merece. Como também merece divulgação massiva, para que as pessoas tenham os meios para ligar todos os pontos. *****
# pravda.ru

domingo, 23 de novembro de 2014

De passagem por Paris: Macky Sall faz visita a Abdou Diouf na sede da Francofonia.

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O presidente da República, Macky Sall, de retorno da Cimeira do G20, na Austrália, e após uma visita oficial à Itália, esteve ontem, em Paris, ao lado do Secretário-Geral da Organização Internacional da Francofonia (OIF), Abdou Diouf.
Chegando na capital francesa na quinta-feira, o presidente Macky Sall foi recebido ontem a tarde, na sede da Francofonia na avenida Bosquet, na sua 7ª visita a Paris, a capital francesa. Foi a primeira visita do chefe de Estado à nova sede à disposição da Francofonia pelo Estado francês. O Chefe de Estado foi recebido na entrada da sede pelo Presidente Abdou Diouf, rodeado de seus colaboradores mais próximos, cujos assessor especial é o ex-ministro senegalês da Juventude e Desportos, Ousmane Paye, o Administrador da OIF, Clément Duhaime, o diretor de gabinete e dos conselheiros.
Em seguida, o presidente Macky Sall conheceu, um-a-um com o Secretário-Geral, que por sua vez, apresentou-o os seus principais colaboradores e os diretores dos departamentos. O Chefe de Estado visitou o majestoso edifício que dá acesso a sala de Leopold Sedar Senghor, no piso térreo, um dos pais fundadores da Francofonia e primeiro presidente do Senegal. Antes de despedir-se de seu anfitrião, o presidente Macky Sall assinou o livro de visitas e respondeu às perguntas dos nossos colegas em cena. Vale ressaltar que na composição de sua delegação, houve a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Senegal e de Senegales no Exterior, Sr. Mankeur Ndiaye, do Secretário-Geral da Presidência, Sr. Maxime Ndiaye, do conselheiro diplomático, Sr. Demba Ba Oumar, do Embaixador do Senegal em Paris, Sr. Paul Badji, Pr Penda Mbow, do Embaixador e Representante Permanente do Chefe de Estado para a Francofonia.


#africareview.com

Ondulações da insurreição no Burkina Faso.

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Manifestantes acenam com alguns retratos do amado Thomas Sankara na manifestação dessa tarde  com cerca de 10.000 Burkinabés, segundo a polícia, eles participaram de um protesto na Praça da Nação em Ouagadougou, em 18 de janeiro de 2014 contra uma modificação da Constituição do Burkina Faso que permitiria Blaise Compaoré a apresentar -se em 2015 para um terceiro mandato de cinco anos. FOTO | ARQUIVO.

As ondulações da insurreição civil em Burkina Faso, que culminaram com a destituição do Presidente Blaise Compaoré tem provocado algumas reações óbvias de vários governos africanos, particularmente aqueles com estruturas não democráticas.

A primeira reação óbvia veio do mais antigo líder do golpe militar do continente, Teodoro Obiang Nguema da Guiné Equatorial, que tomou o poder de seu tio em 1979.

Quase imediatamente após a destituição do Presidente Compaoré, a excitação decorrente do evento foi capturada e refletida pela mídia local, obrigando o Presidente Nguema a proibir apressadamente ambos os meios de comunicação independentes e estatais de mencionar a revolta.

Um jornalista na emissora estatal que pediu anonimato disse à Agence France Press (AFP) que todos os jornalistas nos meios de comunicação estatais receberam ordens para não relatar a queda do presidente Compaoré.

No vizinho Congo, o Presidente Denis Sassou Nguesso, um ex-general que também tomou o poder de um presidente democraticamente eleito, também rapidamente ficou triste com a insurreição no Burkina.

Sassou Nguesso, também é acusado de estar a planear para alterar a Constituição do seu país para capacitá-lo participar para um quarto mandato nas eleições de 2016, após 16 anos no poder.

Mas seguindo a agitação da oposição inspirada por eventos em Burkina Faso, um comunicado oficial advertiu os congoleses que "Congo não é Burkina Faso".

O protesto em curso no Congo foi impulsionado pela prisão de 32 membros da oposição na sua maioria pertencentes ao Partido Social-Democrata do Congo, 20 deles já foram libertados, enquanto o restante ainda está sob custódia.

A Radio France Internacional informou que as prisões ocorreram em Brazzaville em 04 de novembro de 2014, durante uma reunião política na casa do líder da oposição, Clément Meirassa. A fonte afirmou que os políticos da oposição estavam discutindo planos de como acabar com o aperto do Presidente Sassou Nguesso no poder.

Uma conexão de Biafra

No Togo, o jovem presidente Faure Gnasingbe também acredita-se que está planejando se agarrar ao poder. Mas o espírito da insurreição no Burkina Faso está vivo e forte no Togo e poderia forçá-lo a recuar.

Em um movimento programado para coincidir com o drama político dos Burkinabés, a oposição apoiada pela sociedade civil começou a dois meses a longa campanha para coletar 500.000 assinaturas de jovens do Togo em idade de votar.

A intenção é anexá-las a uma petição que seria apresentada ao parlamento em uma tentativa de limitar o mandato presidencial para cinco anos, renovável uma vez.

Paul Amagakpo, o diretor-executivo do Fórum Nacional da Sociedade Civil, que está dirigindo a iniciativa, com sede em Dakar, disse na Radio que com a Democracia na África Ocidental, a petição seria também uma forma de acabar com o voto de uma rodada para a presidência, que foi instituído pelo pai Presidente do Gnassingbe, o general Gnassingbe Eyadema.

No Gabão, mesmo que a pressão contra o presidente Ali Bongo não está intrinsecamente ligada à insurreição no Burkina, a classe política aproveitou a oportunidade do evento para intensificar os esforços para impedir o líder jovem de contestar a candidatura de 2.016 nas urnas.

Por isso, a oposição política, incluindo o ex-presidente da União Africana, Jean Ping, está usando o livro como um trampolim para atacar e bloquear o Presidente Bongo de tentar um outro mandato.

O autor francês Pierre Péan alega no livro intitulado Nouvelles Africaines Affaires (novos escândalos africanos) que Ali Bongo não é de nacionalidade Gabonês por nascimento, alegando que ele havia sido adotado por seu pai e sua primeira esposa, Patience Dabany, de Biafra, na Nigéria. .

De acordo com a edição de novembro 2014 do relatório do Instituto de Estudos de Segurança, durante a guerra de Biafra em 1960, um número de órfãos de guerra fugiram para o Gabão, e Ali Bongo se presume ter sido um deles.

Sr Péan, um jornalista investigativo, baseia estas alegações no testemunho dos que estão no círculo íntimo de Ali Bongo. Ele sustenta que a questão da nacionalidade de Ali Bongo tem sido um segredo que está aberto durante anos.

Ele também usa inconsistências na certidão de nascimento do presidente, que teria sido elaborada apenas dois meses antes da morte de seu pai Omar Bongo em junho de 2009, como prova da adoção. Por isso, a oposição está insistindo em que o presidente do Gabão falsificou sua certidão de nascimento que, inicialmente, o identificava como um nigeriano de Biafra.

O governo do Gabão anunciou que vai apresentar uma queixa contra o autor.

Manifestações de âmbito nacional organizadas pela oposição que estavam para acontecer em 13 de novembro de 2014 foram proibidas no último minuto, com os agentes policiais que foram colocados em estado de alerta máximo.

#africareview.com

Rússia: Putin diz que pode disputar quarto mandato como presidente em 2018

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"Sim, existe esta possibilidade de que seja candidato outra vez. Ainda não sei se isso acontecerá ou não, ainda não sei", explicou Putin.

Moscou - O presidente russo, Vladimir Putin, declarou em uma entrevista publicada neste domingo que pode se apresentar a um quarto mandato como presidente em 2018, permanecendo, se for eleito, no poder até 2024. "Sim, existe esta possibilidade de que seja candidato outra vez. Ainda não sei se isso acontecerá ou não, ainda não sei", explicou Putin em entrevista à agência Tass.

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O presidente afirmou que o fato de a Constituição permitir que busque outro mandato não "quer dizer que tomarei esta decisão", que dependerá do contexto geral e de seu próprio estado de ânimo.

"É realmente necessário falar disso agora? Nem mesmo 2014 terminou e você já está me perguntando sobre 2018", disse Putin. Putin pode se apresentar à presidência por dois mandatos consecutivos, segundo a Constituição russa. O presidente russo teria 72 anos em 2024.

#correiobraziliense.com

sábado, 22 de novembro de 2014

Togoleses não querem nova candidatura do presidente.

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Togoleses não querem nova candidatura do presidente

As forças de segurança do Togo dispersaram milhares de manifestantes na capital, Lomé, que protestavam contra uma possível candidatura do presidente Faure Gnassingbé à reeleição.
O presidente sucedeu em 2005 ao pai, que governou o país durante 38 anos. Foi já eleito duas vezes.
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A desventura de um repórter com os militares  ontem na marcha do CAP 2015



Togo - Entre o Ministro BAWARA e manifestantes as versões divergem quanto à presença de soldados na cidade ontem para acabar com a manifestação da oposição. Nós apresentamos aqui o pequeno acidente com um colega ontem, na cidade com os militarares. Testemunho.
Quando o ministro Gilbert BAWARA desenvolve argumentos no show "No coração da Nação" que os militares não saíram para reprimir a marcha do CAP 2015, dá a impressão de querer considerar os togoleses, especialmente os jornalistas que tiraram as fotos, como "loucos".

Então, nós que fomos agredidos pelos soldados atrás do BTCI na área de Zongo, teriamos vindo de outro planeta? Eis o que aconteceu neste lugar nesta sexta-feira, 21 de novembro de 2014 às 14:40 com dois jipes militares cheios exibindo suas cabaças em forma de capacete, coletes à prova de bala vieram para ficar desmobilizados por trás BTCI? Cada um dos jeeps continha uma dúzia de militares. Três dos meus colegas e eu estávamos fazendo o nosso trabalho como jornalistas, filmando a cena. De repente, um militar veio na nossa direção para atacar: "Ei, você aí, me dá seu telefone." E ele avançou em nossa direção com a arma e um porrete na mão. Ele foi seguido por três outros soldados. Eles nos apressaram. Mas não havíamos fugido. Eu tentei fazê-los entender que nós estávamos fazendo o nosso trabalho, como eles também fazem o seu próprio trabalho. Mas essa tentativa de acalmar os militares foi em vão. Um dos soldados quase se atirou contra o meu colega, querendo arrancar sua câmera das mãos. Ele resistiu. Ele ainda conseguiu escapar. E disse:  "Dá-me a arma, eu lhe darei a minha câmera". Enquanto isso, outro militar também tentou arrebatar a minha câmera digital. Mas eu não queria dar-lhe esse prazer. E outro militar gritou para os outros que estavam esperando no carro: "Eu ainda preciso de quatro homens aqui! Para cercar e imobilizá-los. Eles nos incomodam aqui. "Neste ponto, começamos a rir, porque os soldados nos surpreenderam por seu zelo.

Foi então que um deles teve a presença de espírito de pedir para ver nossos cartões de visita. O que nós conseguimos mostrar. Mas, novamente, dois deles nos mostrou o ódio que eles têm para com a imprensa privada no país. "Você é de Togopresse? Se eles não são de Togopresse então mandá-los embora todos ", disse um dos soldados. Neste momento, eles começaram circulando em torno de nós. Meus colegas e eu tínhamos ficado calmo. Não entrem em pânico. Mantivemos o nosso sorriso, mas muito firme na proteção dos nossos materiais de trabalho. Mas, como em qualquer grupo, sempre há pelo menos um lúcido, um dos soldados pediu aos outros para nos deixar. "Pelo menos quando você quer tirar fotos, tivemos que perguntar primeiro se podemos ou não. Você veio exibir suas câmeras e câmeras sobre nós. O que estamos fazendo de errado? Tentamos manter a ordem ", ele disse, é uma obrigação dos militares manter a ordem na cidade quando do evento público.

"Em um evento que se degenerou, com perseguições entre manifestantes e policiais e até militares como vocês, nós os jornalistas não precisamos pedir permissão de ninguém para fotografar. Nem mesmo de vocês, os militares ", respondi a ele. Ao ouvirem estas palavras, eles queriam nos agitar novamente. Mas nós não sabemos o quê que os fez mudar de idéia e, eventualmente, voltaram para seus jipes para começar com um novo golpe com um "just in time" de um deles.

Após este incidente, nós ainda descobrimos outros soldados em seus jipes na cidade, incluindo os de Deckon e Be, em outros confrontos.

E quandofiquei em frente à minha TV à noite pelas 21 horas, eu ouvi o ministro Gilbert BAWARA dizer que não havia soldados nas ruas durante a repressão do protesto, caí nu. Mas estamos em que país, exatamente? De líderes sagrados!

NB: É importante que os uniformizados (militares, policiais e gendarmes) saberem que as pessoas, especialmente os jornalistas não são seus inimigos. Nossa missão é informar as pessoas sobre o que está acontecendo aqui e em outros lugares. E nós nos esforçamos para fazer isso com profissionalismo e respeitamos as regras de ética profissional.
Quando nós tomamos conhecimento de que as pessoas estão habilitadas a escutar os programas em nossas rádios ou ler os nossos jornais, mexem com o nosso corpo, ficamos orgulhosos. Ninguém pode negar-lhes o direito de serem informados. Então queridos militares, policiais e gendarmes, ajudem-nos a servi-los melhor. Isso é também a expressão da verdadeira democracia.

Isy K
jornalista freelance

# icilome.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Funcionários lançam Som de alarme sobre o provável potencial da Crise de Ebola no Mali.

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Líderes da Organização das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde expressaram um renovado alarme na sexta-feira sobre a tenacidade de Ebola na África e, em particular, o seu potencial para devastar um quarto país, o Mali, onde eles disseram que centenas de pessoas foram expostas a um clérigo infectado que morreu no mês passado.

Em uma entrevista coletiva na webcast dos escritórios do Banco Mundial em Washington, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o diretor-geral da OMS, Margaret Chan, que também apareceram para redefinir suas agendas para conter o vírus Ebola, que tem afetado pelo menos 15.351 pessoas e matou 5.459, de acordo com a OMS, atualização postada mais cedo, na sexta-feira.

Ban Ki-moon disse nada a fazer sobre o objetivo de enterrar com segurança 70 por cento dos mortos e tratar 70 por cento dos doentes até 01 de dezembro, em vez expressar esperança de que o surto pode ser contido até ao meio do próximo ano.

O enviado especial de Ban Ki-moon sobre a crise de Ebola, David Nabarro, também expressou dúvidas sobre a realização até 01 de dezembro o objetivo do tratamento, segundo comentários nas Nações Unidas. "Confiante? Não ", disse ele a repórteres do lado de fora do Conselho de Segurança, que estavam acompanhando uma reunião sobre a crise de Ebola.

Embora o esforço para deter o vírus tem registrado progressos, com fortes indícios de que os resultados de pior caso pode ser evitado, o tom das observações feitas por Ban Ki-moon e Dr. Chan foi cauteloso.

"A resposta internacional está ultrapassada perante esta propagação do Ebola", disse Ban Ki-moon.

Alerta contra qualquer complacência, Dr. Chan acrescentou: "Nós não devemos esquecer: Ebola é um inimigo potencial."

A maioria dos casos ocorreu em três países mais atingidos: Libéria, Guiné e Serra Leoa.

No entanto, o foco da mensagem de Ban Ki-moon e do Dr. Chan é de suas preocupações com o Mali, um país vasto, como o lugar onde o governo não tem o controle total e onde uma força de paz das Nações Unidas foi implantado. Pelo menos seis pessoas no Mali já morreram de Ebola.

Ocorreu um bem-sucedido esforço para deter infecções do Ebola no Mali no mês passado, foi motivado por uma infecção a uma menina de 2 anos de idade, da Guiné, mas que agora foi ofuscada uma segunda e muito mais séria fonte de infecção, de um imame da Guiné. Ele havia sido mal diagnosticado com um problema nos rins depois de viajar para Bamako, a capital, a procurar de tratamento.

Dr. Chan disse que cerca de 500 pessoas no Mali e na Guiné haviam entrado em contato com o imã, cujo corpo tinha sido levado para casa e foi dado um funeral com ritual muçulmano.

Ban Ki-moon, disse que uma equipe liderada pelo Dr. Chan estava indo para Mali e que um novo centro de apoio seria estabelecido lá.

Dr. Chan foi contundente ao pronunciar sobre o potencial para uma piora no Mali.

# nytimes.com

O ex-Presidente Compaoré deixa Costa do Marfim e vai para Marrocos.

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Blaise Compaoré presidente deposto de Burkina Faso. FOTO | ARQUIVO.

O Presidente deposto do Burkina Faso, Blaise Compaoré chegou em Marrocos vindo da Costa do Marfim, onde ele estava exilado desde sua expulsão em uma revolta popular no mês passado, anunciou sexta-feira cedo o ministério dos Negócios Estrangeiros marroquino.

Compaoré, de 63 anos, chegou com outras cinco pessoas para uma "visita a termo", disse em um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias MAP, sem mencionar qualquer tempo de permanência.

"O reino de Marrocos, que tem fortes laços históricos, humanos e políticos com Burkina Faso, reiterou o seu apoio ao processo de transição no país", acrescentou.

Sexta-feira mais tarde, o presidente interino de Burkina Faso, Michel Kafando, ex-ministro das Relações Exteriores assume formalmente o poder.

No entanto o tenente-coronel Isaac Zida, o oficial do exército que assumiu o poder após a queda de Compaoré, foi nomeado na quarta-feira nomeado como o primeiro-ministro, assegurando o exército, mas manterá o controle sobre o governo, apesar da pressão para uma transição civil.

De Marrocos, o Rei Mohammed VI enviou uma mensagem de felicitações ao Presidente Kafando depois que ele foi empossado na terça-feira.

Compaoré fugiu para a Costa do Marfim em 31 de outubro, a convite do seu aliado, o Presidente Alassane Ouattara depois que ele foi deposto.

Mas a presença de Compaoré irritou simpatizantes do ex-presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo.

Compaoré é amplamente visto pelos apoiantes de Gbagbo como aquele que esteve por trás do golpe de 2002 buscando depô-lo, o que mergulhou a Costa do Marfim em quase uma década de conflito.

"Bem-vindo de volta"

Compaoré deixou Burkina Faso sob pressão de protestos em massa desencadeada por sua tentativa de mudar a Constituição para estender o seu reinado de 27 anos.

Costa do marfim concedeu um abrigo a ele e a seu séquito considerável em uma vila amuralhada em Yamoussoukro, capital política do país.

Mas uma fonte no gabinete do presidente da Costa do Marfim, disse que na quinta-feira, Compaoré, sua esposa Chantal e membros da família embarcaram em um avião fretado especialmente para Marrocos.

A fonte insistiu de que a partida de Compaoré não era definitiva e que ele seria "bem-vindo quando voltar".

A chegada de Campaoré na Costa do Marfim - facilitada pelos militares franceses - tinha provocado a ira de alguns, por causa da tentativa de golpe de 2002, que efetivamente dividiu o país em dois, com os rebeldes a controlar a parte do norte que faz fronteira com o Burkina Faso e o sul sob o controle por parte do governo.

Fontes francesas alegaram que centenas de rebeldes da Costa do Marfim foram treinados em Burkina Faso e que Compaoré deu apoio financeiro para a Ouattara.

O Sr. Laurent Gbagbo dirigiu a Costa do Marfim durante uma década, que  terminou em ignomínia depois que ele se recusou a aceitar a derrota em uma eleição em novembro de 2010.

Ele foi preso em abril de 2011 pelas forças pró-Ouattara, e será levado para o julgamento perante o Tribunal Penal Internacional de Haia por crimes contra a humanidade em Julho do próximo ano.

#africareview.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Nigéria: Folorunsho Alakija - Mulher mais rica da Nigéria diz que educação formal não é pré-requisito para o sucesso.

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Segundo Folorunsho Alakija, receita é trabalho duro somado à persistência: “universidade é um bônus”.
A mulher mais rica da Nigéria, Folorunsho Alakija, revelou que ela não frequentou uma universidade e insiste que a educação formal não é um requisito para obter sucesso na vida. Com uma fortuna estimada US$ 2,6 bilhões (R$ 5,8 bilhões), ela falou sobre o assunto durante a cerimônia do Dia Internacional dos Jovens da ONU na Universidade de Lagos.

“Eu tenho 63 anos e ainda quero fazer muitas coisas. Então qual é a sua desculpa? Eu nunca frequentei uma universidade e tenho orgulho de dizer isso, porque acredito que não tenha feito nenhum mal”, contou Folorunsho durante a cerimônia.

A empresária nigeriana explicou aos alunos que, apesar de um diploma universitário ser importante e poder melhorar significativamente as perspectivas de vida, trabalho duro e persistência foram as ferramentas mais importantes para seu sucesso. "Você não tem de ter uma educação universitária para ser capaz de ter sucesso, então conte esta etapa com um “algo a mais” em sua vida”.

Alakija prosseguiu seus estudos de design de moda ainda jovem em Londres, e depois voltou para a Nigéria para trabalhar como secretária em um banco comercial. Ela posteriormente fundou o Supreme Stitches, uma roupa de alfaiataria que adequa-se à clientela de luxo, incluindo a ex-primeira dama da Nigéria Maryam Babangida.

Em 1993, ela adquiriu uma licença de prospecção de petróleo que concedeu um bloco lucrativo nas águas costeiras da Nigéria. Sua empresa, Famfa Oil, passou a deter uma participação de 60% no campo de petróleo. Ela também é o fundador da The Rose of Sharon Foundation, que presta apoio a órfãos e viúvas.

# http://www.sangunja.com




Barack Obama elogia Angola.

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Fotografia: AFP



O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou terça-feira em Washington o papel de Angola e do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, na Conferência Internacional dos Grandes Lagos (CIRGL) que promove a paz e a estabilidade nesta região do continente africano.
Barack Obama, que falava na Casa Branca, durante a audiência que concedeu ao novo embaixador de Angola nos Estados Unidos, Agostinho Tavares, disse que os Estados reconhecem e apreciam a posição de liderança que Angola assumiu no continente africano, particularmente na Conferência Internacional na Região dos Grandes Lagos (CIGRL) e na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
O Presidente norte-americano felicitou também Angola pela sua eleição para Membro Não Permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e pela presidência do Processo Kimberly, que certifica a origem dos diamantes, destacando que tudo isso são “sinais de crescimento e engajamento do país na arena internacional, o que promove um futuro brilhante, seguro e próspero para todos os angolanos”.
“Nesta última década, Angola não apenas se recuperou da guerra civil devastadora, como igualmente desenvolveu uma economia que se posiciona entre as maiores do continente africano”, disse Barack Obama. O Presidente Barack Obama reconheceu os progressos registados em Angola desde o alcance da paz e felicitou o Chefe de Estado angolano pelo seu empenho pessoal na assumpção de compromissos que ajudaram a diminuir os conflitos no continente africano. 
Barack Obama lembrou que desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, em Maio de 1993, a cooperação bilateral não se resume apenas ao comércio, mas abrange um compromisso para o alcance da paz e segurança.
Na cerimónia, que serviu para o novo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Angola nos Estados Unidos apresentar as suas cartas credenciais ao Chefe de Estado dos EUA, Barack Obama referiu que a indicação do diplomata angolano acontece num momento crucial das relações bilaterais entre os dois Estados que tendem a crescer cada vez mais.
O embaixador angolano realçou os dividendos da paz e o processo de consolidação da reconciliação nacional que ocorre no nosso país. “Após mais de 20 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países é notório o volume de negócios, cujas transacções cresceram significantemente, o que é visível pelo número de companhias americanas que operam em Angola, nomeadamente nos sectores de óleo e gás”, disse o diplomata.
No seu discurso, durante a cerimónia de acreditação na Casa Branca, o embaixador Agostinho Tavares fez referência às prioridades para o desenvolvimento de Angola no quadro do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2013-2017.
Este plano, sublinhou, prevê investimentos consideráveis em infra-estruturas e nos sectores de energia, indústria, agricultura e saúde, diversificação da economia, a melhoria das condições de vida das populações e a reduçãodas assimetrias entre as regiões.
Os progressos alcançados pelo país na cooperação bilateral, assim como o empenho do Executivo angolano no reforço das instituições democráticas, a defesa dos direitos humanos, a redução da pobreza e a boa governação, foram destacados pelo embaixador Agostinho Tavares.
Agostinho Tavares é licenciado em Relações Internacionais pelo Centro Universitário de Brasília e tinha apresentado as suas cartas figuradas ao Departamento de Estado dos EUA no dia 14 de Novembro. Agostinho Tavares foi nomeado pelo Presidente José Eduardo dos Santos no dia 26 de Agosto de 2014 para chefiar a Embaixada de Angola nos Estados Unidos.
#AFP

Primeira-dama-de-cabo-verde-recebe-premio-de-liderança-inspiradora.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Lígia Fonseca, advogada e primeira-dama de Cabo Verde de visita à Voz da América, em Agosto de 2014. Washington DC.
Lígia Fonseca - primeira-dama de Cabo Verde.

Acesse o Link abaixo e leia e assista a entrevista:

" Convite de Michelle Obama à Primeira Dama de Cabo Verde: certeza de que podemos estabelecer parcerias"

# VOA

OMS revisa para 5.420 os mortos e 15.145 os casos de Ebola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Equipe especializada no enterro de vítimas do vírus Ebola no cemitério Fing Tom, de Freetown, Serra Leoa

O número de mortos na epidemia de Ebola chega a 5.420 em oito países da África, de um total de 15.145 infectados pelo vírus, segundo um boletim da Organização Mundial da Saúde, publicado nesta quarta-feira.
O balanço anterior da OMS, publicado em 14 de novembro, calculou 5.177 mortos e 14.413 casos. O novo boletim traz números atualizados até 16 de novembro.
A OMS estima que os números destes balanços não são exatos devido à falta de notificações.
PAÍSES PARTICULARMENTE AFETADOS: LIBÉRIA, GUINÉ E SERRA LEOA
A epidemia, a mais grave desde a identificação do vírus, em 1976, surgiu na Guiné no fim de dezembro de 2013. Em 16 de novembro, foram registrados naquele país 1.192 mortes de 1.971 casos.
Na Libéria, foram registrados 2.964 mortes de 7.069 casos.
Em Serra Leoa, a OMS contabilizou 1.250 mortes de 6.073 casos.
No Mali, o último país afetado pelo vírus, a OMS registrou 6 casos, que provocaram 5 mortes.
O balanço na Nigéria e no Senegal permaneceu inalterado em mais de 49 dias, com 20 casos, sendo oito mortais na Nigéria e um no Senegal, um estudante guineano cuja cura foi anunciada pelas autoridades em 10 de setembro. Estes dois países foram retirados da lista daqueles afetados pela epidemia.
PESSOAL DE SAÚDE NA LINHA DE FRENTE
O número de mortos entre funcionários da saúde aumentou ainda mais, com 329 mortos e 568 contaminações (324 mortes e 570 casos no balanço anterior). Vários casos de contaminação foi requalificados e retirados do balanço.
FORA DA ÁFRICA
Nos Estados Unidos, quatro casos foram registrados mas apenas um paciente liberiano, de volta de seu país, morreu vítima da doença.
A Espanha registrou um caso de infecção, uma auxiliar de enfermagem que cuidou de dois missionários contaminados e repatriados a Madri, onde morreram em agosto e setembro. A enfermeira foi declarada curada posteriormente.


# AFP

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