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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Brasil: O massacre do casal Garotinho.

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Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
O massacre do casal Garotinho. 27783.jpeg

Pouco sei da carreira política do casal Garotinho. Cada vez que escrevo sobre eles, amigos correm para sugerir cautela. Mas a perseguição que lhes é movida pelo sistema do Rio de Janeiro - Tribunal de Justiça, procuradores e Globo -, sob silêncio geral, é um massacre.

Garotinho é um político local que tentou um voo mais alto. Não conseguiu se transformar em um líder nacional, capaz de mntar alianças com os sistemas de poder - Judiciário, Congresso, mídia -, mas ficou grande demais para se abrigar nas asas de algum padrinho político, em partidos ou nos tribunais superiores. Não tem vinculação nem com esquerda, nem com direita, nem com intelectuais, nem com juristas. Não tem aliados nos partidos maiores, menos ainda na mídia.
Mesmo assim, é politicamente atrevido nos desafios que faz e fez. Já desafiou o Tribunal de Justiça do Rio, a Globo.
Com esse atrevimento - e essas vulnerabilidades - tornou-se um prato para esse pessoal. Podem aprontar o que quiser com seus direitos que não haverá gritos de revolta, manifestações dos órgãos de defesa dos direitos humanos, clamor dos juristas mais conhecidos ou a defesa do Gilmar Mendes. Não haverá manifestações internas, menos ainda as internacionais.
Leio, agora, que o bravo TJ-RJ tirou os direitos políticos de Rosinha Garotinho por 2 a 5 anos, pela acusação de ter usado recursos públicos para um anúncio no qual respondia a ataques a uma política que implementou em Campos. Seu advogado diz que é armação.
A prisão do casal Garotinho, a humilhação a que foram expostos por procuradores - que permitiram cenas da prisão no Fantástico -, a perseguição implacável da mídia, cobrando até a submissão de Rosinha às faxinas do presídio, mostram o Rio de Janeiro definitivamente como uma terra de ninguém.
É covardia dos eminentes magistrados, é covardia da Globo, é covardia de todos os que se calam, porque as vítimas não se enquadram em nenhum dos escaninhos do poder ou da oposição.
Defender Garotinho não enriquece currículos.
Por isso, mais do que os prisioneiros políticos da Lava Jato, a prisão do casal Garotinho é o maior desafio que os direitos individuais enfrentam nesse país sem leis.
sex, 01/12/2017 - 10:52
Lá no blog do Garotinho, está a defesa que está sendo feita. Ele foi preso por causa de uma DOAÇÃO DECLARADA E APROVADA PELA JUSTIÇA ELEITORAL. Quando o promotor de Campos viu que tinha uma doação da JBS para o Diretório Nacional do PR, que foi transferida para o Diretório Estadual do PR(ou seja, não foi para o Garotinho, mas para os candidatos a deputado federal e estadual) enloqueceu totalmente. Na verdade, para a Globo, o candidato preferido para ser governador continua sendo o Eduardo Paes, que gastou dinheiro público com caros museus e entregou para a Fundação Roberto Marinho.

Juventude africana: Um barril de pólvora? - QUE OS POLÍTICOS AFRICANOS PRESTEM MUITA ATENÇÃO A ESSA ALERTA!!!

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77% da população africana tem menos de 35 anos. A frustração cresce entre os jovens sem perspetivas. A DW lança o projeto "Os 77 por cento - em busca do futuro" para dar voz aos jovens que se sentem excluídos em África.
fonte: DW África
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"Não me sinto representado por ninguém. Os nossos líderes não estão interessados nas nossas reivindicações". A afirmação é de Emmanuel Ntobi da Tanzânia, que disse à DW que muitos jovens estão desempregados e têm problemas em pagar dívidas ou financiar uma formação. "Não temos dinheiro para abrir um pequeno comércio para melhorarmos um pouco as condições de vida", lamenta.
DW The 77 Percent (Sendungslogo portugiesisch)
Nas plataformas de social media da DW há um debate aceso sobre o futuro dos jovens em África. A maioria diz que não se sente representada pelos governos. Muitas vezes os presidentes têm a idade dos seus avôs.
"Quando olho para os nossos governantes claro que penso que não nos representam como deviam", diz Rama Athumani, da Tanzânia. "Obviamente que nos instrumentalizam em períodos eleitorais, mas depois do voto esquecem-se completamente de nós".
A jovem sudanesa Meseret diz que só tem uma opção: emigrar de um país que não permite aos jovens dizer o que pensam. "Se os jovens saírem às ruas para protestar, serão presos ou chacinados", afirma. "Não há paz nem justiça. É por isso que a juventude não está em posição para contribuir para o desenvolvimento do país", disse ainda Meseret à DW.
Frustração crescente
Em todo o continente africano cresce a frustração dos jovens pela escassez de oportunidades económicas, a corrupção endémica, a subida do desemprego e a falta de participação política.
Libyen - Arbeitslosigkeit
O desemprego é o maior flagelo da juventude africana
Frustrados, muitos optam por emigrar. O que implica uma viagem muito perigosa, que inclui travessias do deserto e do Mediterrâneo. Os jovens arriscam a vida na tentativa de refazer a vida na Europa. É uma viagem que começa sempre com esperança mas muitas vezes termina no desespero.
Entre janeiro e novembro de 2017, cerca de 160.000 africanos entraram na Europa pela rota mediterrânica, segundo estimativas da Organização Internacional da Migração (OIM). Mais de 3.000 morreram na travessia.
Desde a tragédia de outubro de 2013 ao largo da ilha italiana de Lampedusa, quando morreram 360 pessoas, a travessia custou a vida a mais e 15.000 pessoas, segundo a OIM. 
Presidentes idosos que se agarram ao poder?
Muitos dos que partiram estão agora encalhados na Líbia. Na recente cimeira entre a União Europeia (UE) e a União Africana (UA) na Costa do Marfim, Marrocos prometeu fornecer aviões para repatriar aqueles que desejam regressar a casa.
Numa entrevista à DW antes da cimeira, o Presidente da UA, Alpha Condé, salientou que os países africanos têm que investir em boa governação e na juventude, para melhorar a vida das pessoas. O chefe de Estado de 79 anos acrescentou que a juventude africana é um barril de pólvora que poderá explodir caso os seus problemas não sejam resolvidos adequadamente.
Mas Condé, que é Presidente da Guiné-Conacri, não concorda que ele próprio deva retirar-se do poder por causa da sua idade avançada. 
"O problema não é a idade. É mais importante saber o que é que tem que ser feito para os jovens. Pode-se ter 30 anos e não fazer nada pela juventude. E pode-se ter 90 anos e fazer muito pelos jovens. Parece-me que esse debate está a enveredar pelo caminho errado".
Não é uma opinião partilhada por muitos jovens. A camaronesa Cyrille Tamatcho defende que todos os políticos com mais de 70 anos devem passar à reforma. 
"Será que Condé está a fazer alguma coisa extraordinária pela juventude? Há muita gente na Guiné e em África com menos de 50 anos que é competente e suficientemente ambiciosa para resolver os desafios que a juventude enfrenta", disse Cyrille à DW.
Tansania - Kinder in einer Hütten-Siedlung in der Region Kentumbeine
As crianças são o fututo - mas só se tiverem perspetivas
Boubacar Signate, do Senegal, diz que é a favor de um limite de idade para impedir que os políticos se perpetuem no poder. "Também podíamos perguntar: será que sabem colocar um cartão SIM de 4G num telemóvel? A juventude africana e os seus presidentes não operam nos mesmos sistemas. Já não há atualização para eles. "Sugiro a introdução de um limite de idade também os governantes".
Em todo o continente os jovens parecem estar de acordo num ponto: os seus líderes não assumem a responsabilidade pelas suas ações. "Temos provas", disse à DW Richard Yehouenou, do Benim. "Há corrupção e ladroagem. Escondem as riquezas roubadas na Europa. Fazem acordos desonestos com o Ocidente. Quando adoecem tratam-se em hospitais noutros continentes. Os filhos frequentam escolas ocidentais e roubam os nossos recursos. É a desonestidade total", critica.
Os jovens devem agir
Mas também há jovens que insistem na própria responsabilidade em mudar as coisas. "Constato que a maioria dos jovens não se esforça o suficiente para alcançar posições de topo", disse à DW o tanzaniano Mimwani Keneth. "Não participam em conferências que debatem os seus problemas", acrescentou.
Mas a verdade é que há muitos que não têm a preparação suficiente para levantar a voz e envolver-se ativamente. "50% dos alunos na África do Sul não entram no ensino secundário. O que representa meio milhão de jovens por ano sem hipótese de encontrar emprego", disse Alex Smith da Ikamva Youth, uma organização juvenil sul-africana, que apoia e treina jovens empresários que são também ativistas.
Os jovens sentem-se impotentes por causa da falta de educação e transparência política, acrescentou Smith. Muitos têm dificuldades em sobreviver, quanto mais encontrar forças para uma maior participação política: "Quem tem que lutar para encontrar o que comer não tem tempo para marchas de protesto".

Zimbabué: Governo de Mnangagwa criticado por "não trazer nada de novo".

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Analistas dizem que Executivo de Emmerson Mnangagwa, que deve tomar posse esta segunda-feira (04.12), mantém "características" do tempo de Robert Mugabe. Já os membros da ZANU-PF apoiam as escolhas do Presidente.
Simbabwe neuer Präsident Mnangagwa (Getty Images/AFP/T. Karumba)
Emmerson Mnangagwa tomou posse a 24 de novembro
Os novos membros do Executivo do Zimbabué devem tomar posse esta segunda-feira (04.12). No entanto, o novo Presidente Emmerson Mnangagwa, tem vindo a ser sucessivamente criticado desde o anúncio, na semana passada, do seu novo gabinete.  Mnangagwa atribuiu cargos a figuras ligadas às forças armadas e aos veteranos da União Nacional Africana do Zimbabué - Frente Patriótica (ZANU-PF), deixando de fora a oposição. Os críticos dizem que o novo Presidente, ao contrário do que prometeu, não está a formar um Governo "inclusivo”.
Simbabwe Generalmajor Sibusiso Moyo (Reuters/ZBC)
Sibusiso Moyo foi nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros
Na lista dos 22 membros nomeados por Emmerson Mnangagwa está o general Sibusiso Moyo, que a 15 de novembro anunciou a intervenção militar na televisão estatal. O general será o próximo ministro dos Negócios Estrangeiros do Zimbabué.
Outro nome polémico é o do comandante da Força Aérea, Perrance Shiri, que assumirá a pasta do Território. Perrance Shiri liderou, na década de 1980, uma unidade militar que terá alegadamente participado no massacre de Matabeleland, que resultou na morte de 20 mil pessoas.
"Nada de novo"
Para Lovemore Madhuku, analista e apoiante da oposição, as nomeações do Presidente Mnangagwa mantêm as características do Governo anterior. "A única mudança é que Robert Mugabe já não é o Presidente em pessoa. Mas o Governo permanece com as suas características. O Governo ZANU-PF recompensa as pessoas que são leais, dando-lhes cargos públicos", assevera.
Ao tomar posse como Presidente da República a 24 de novembro, após a renúncia de Robert Mugabe, que ficou 37 anos no poder, Emmerson Mnangagwa disse que o país vive o auge de uma nova democracia. No entanto, na opinião de Thoko Matshe, analista política, o novo gabinete do Executivo não reflete o discurso do Presidente. Para a também ativista dos direitos humanos, o novo Governo, no qual foi depositada "tanta expetativa”, não tem estado a trazer "nada de novo”. "São velhos conhecidos sendo reciclados. É uma deceção também na medida em que quase não há mulheres, jovens ou nomes novos”, constata.
Terry Mutsvanga foi um dos milhares de cidadãos que comemorou a renúncia do ex-Presidente Robert Mugabe. Agora, depois de conhecidas as nomeações para o novo Executivo, diz-se desapontado. "Não há nada de novo neste gabinete. Não aumenta a nossa confiança. Não há nenhum jovem. Imagine que o ministro da juventude é alguém de quase 70 anos", frisa um zimbabuano, acrescentando que não há razões para comemorar. "Se quisermos encontrar a democracia neste país, ainda temos um longo caminho a percorrer", conclui.
Membros do ZANU-PF satisfeitos
No entanto, o descontentamento não é geral. Os membros do partido no poder aprovam as nomeações para o novo gabinete. Shepherd Takawand, membro da juventude da ZANU-PF, é um dos que "confia" e "aprova" as ideias do Presidente. A seu ver, Emmerson Mnangagwa "tem uma razão para nomear este gabinete". "Mesmo que ele nomeie um macaco, eu aprovo este macaco. Ele viu algo positivo neste macaco, que eu sei que trará resultados", explica.
Simbabwe Christopher Mutsvangwa Vize-Außenminister (Imago/Xinhua Afrika)
Christopher Mutsvangwa será conselheiro especial do Presidente Mnangagwa
Este fim de semana, o Presidente voltou atrás na nomeação de alguns dos seus ministros. Lazarus Dokora, a primeira escolha para a pasta da Educação, deixou o Governo após uma onda de críticas que o acusava de precarizar o sistema nacional de educação em anos anteriores. O seu substituto será Paul Mavima.
O chefe de Estado substituiu também o professor Clever Nyathi pela deputada do partido no poder Petronella Kagonye no Ministério do Trabalho e Segurança Social. O primeiro será conselheiro especial da Presidência para a segurança nacional e reconciliação.
Também Christopher Mutsvangwa, ex-militar e líder da Associação Nacional de Veteranos da Guerra de Libertação do Zimbabué, deixa o Ministério da Informação para ser conselheiro especial do Presidente.
Segundo um comunicado do Governo, as mudanças foram feitas para "garantir o cumprimento da Constituição e atender considerações de género".

Falta de divisas afecta estudantes angolanos na Rússia em iminência de expulsão da universidade.

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Estudantes angolanos na Rússia queixaram-se em carta aberta ao Presidente João Lourenço que não conseguem pagar as propinas, nem têm dinheiro para comer, porque os familiares não conseguem fazer transferências para o exterior.
A VOA falou com um dos representantes da organização dos estudantes angolanos na Rússia, Miguel Rodrigues, estudante de 2º ano de Engenharia de Petróleo na Universidade Estatal de Petróleo da República da Basquiria, que explicou a situação.
A organização de estudantes esteve no programa da VOA, Washington Fora d'Horas na semana passada.
fonte: VOA

EX-PRIMEIRA-DAMA GRACE PEDE DIVÓRCIO DE ROBERT MUGABE

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O mundo ficou em estado de choque depois que fontes próximas da família de Mugabe confirmaram que Grace havia pedido um divórcio na quarta-feira
A ex-primeira dama do Zimbabwe Graça Mugabe, deixou o marido após 21 anos de casamento para não ter que se preocupar com seu papel como ex-primeira dama e irresponsável a ser um flagelo para a economia nacional.

O mundo ficou em estado de choque depois que fontes próximas da família de Mugabe confirmaram que Grace havia pedido um divórcio na quarta-feira. A mulher nascida na África do Sul expressará preocupação sobre seu papel como primeira-oficial senhora do Zimbabwe, dizendo que é hora de que ela tem para ter uma vida tranquila, e ela não está pronta para ser ridicularizada nos próximos anos.

O ostracismo e a renúncia de seu marido como líder do Zimbabwe tornou-se progressivamente uma  dor  de cabeça dolorida. “Ela estava muito chateada depois que seu marido abandonou o poder a seu vice-presidente deposto“, disse uma fonte próxima à família. “Ela queria um papel de primeira-dama, nada de mulher subordinada“.


Nem está pronta para deixar seu estilo de vida luxuoso para ir a uma casa cativa. ela acha que a paisagem é desprezível e irreparável “, relatou a fonte.
Outros relatórios afirmam que a figura-chave e o centro da actual crise política do Zimbabwe “Gucci Grace” pediu o divórcio em alegadas reivindicações para evitar qualquer constrangimento e desgraça que já atingiu sua família. Grace Mugabe se divorcia do marido para que ela possa se livrar do ridículo.

O porta-voz da Justiça, Lawrence Brown, confirmou que o processo de divórcio estava em andamento e que, se ambas as partes concordassem, poderiam se separar em cerca de um mês.

Grace Mugabe teve um caso com o presidente casado quando trabalhava como secretária em seu escritório. Após a primeira esposa de Mugabe, Sally morrer, Mugabe casou-se com Grace quatro anos depois. Grace Mugabe assumiu um papel cada vez mais político nos últimos anos.

Grace, nascida na África do Sul, de 52 anos, também é lendária por sua ostentosa vida, tanto assim que ela foi apelidada de “Gucci Grace” por suas compras, pois milhões de zimbabweanos vivem em miséria.

CASAL CHINÊS TENTOU PASSAR SEGURANÇA DE AEROPORTO COM 200 BARATAS NA MALA

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Os seres vivos acabaram por ser apreendidos pela segurança.

Aequipa de segurança de um aeroporto da China deparou-se com algo verdadeiramente estranho quando um casal passou a bagagem de mãe no raio-x, no passado dia 25 de novembro.

“Havia um saco de plástico com objetos pretos a mexerem-se”, contou uma funcionária ao jornal chinês Kankan News, o que levou a mala a ser analisada.

Quando a bagagem foi aberta, “uma barata saltou para fora”, e instalou-se o pânico. Não era uma, mas sim 200 baratas.

O homem justificou-se com o facto de as baratas servirem como tratamento para a pele da mulher. “Misturam-se as baratas num creme medicinal e coloca-se na pele”, garantiu o homem.

A segurança do aeroporto acabou por apreender as baratas, já que na China não é possível viajar com seres vivos na bagagem de mão.

Conosaba/noticiasaominuto

MULHER PEDE DIVÓRCIO PORQUE PÉNIS DO MARIDO É GRANDE DEMAIS.

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Esta notícia é como o vinho do porto.

Nigeriana contou ter ficado traumatizada. Homem não negou a 'acusação' em tribunal

Nigéria - Uma mulher pediu o divórcio alegando que seu marido tinha um pênis muito grande, de acordo com o Daily Mail nesta quarta-feira. A dona de casa Aisha Dannupawa decidiu terminar o casamento com Ali Maizinari uma semana após oficializar a união, em um tribunal em Zamfara, na Nigéria. De acordo com a Aisha Dannupawa se casou com Ali Maizinari após se divorciar do seu primeiro marido. No entanto, ficou traumatizada na lua-de-mel ao ver sua noite de amor se transformar em uma cena de filme de terror.

Maizinari não negou a 'acusação' de Aisha e disse ao tribunal que estava disposto a desfazer a união se o seu dote e dinheiro gasto durante o namoro foi pago de volta.

“Quando ele chegou, me pediu para fazer sexo, só que isso se tornou um pesadelo. Ao invés de ser proveitoso foi horrível para mim porque seu pênis é muito grande”, afirmou Aisha à corte de Zamfara. Ela ainda contou que chegou a tomar remédios para tentar aguentar a relação. "Contei para minha mãe sobre a experiência e ela me disse que com o tempo eu conseguiria suportar. Então me deu alguns remédios", disse.

Segundo a mulher, os dois tentaram fazer sexo mais uma vez, mas foi 'demais para suportar "e que o casal concluiu que nenhum remédio poderia ajudar a sua vida sexual ou seu casamento.

De acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira, o tamanho considerado normal de um pênis é de 9,16 cm, flácido; 13,12 cm, ereto, e 13,24 cm, esticado. Outro dado calculado foi a circunferência: 9,31 cm, em repouso, e 11,66 cm, rígido.

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