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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Senegal: O Presidente Macky Sall paga uma dívida de $ 100 bilhões de franco CFA.

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O Chefe de Estado ordenou o pagamento de facturas em dívida e bônus ao Tesouro. De acordo com a directiva presidencial, o Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento desembolsará na terça-feira um pacote de 100 bilhões de francos CFA para o pagamento das prestações efectivas.
Tornou-se uma tradição desde que chegou ao poder o presidente Macky Sall, e garante o pagamento da dívida interna na véspera do Tabaski. Uma maneira de permitir que as empresas possam atender diretamente os seus fornecedores e seus empregados. (Fonte: The Observer).

#seneweb.com

ANGOLA: A filha do Presidente, a Isabel dos Santos foi "acabar com a festa" na Sonangol?

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Isabel dos Santos assumiu liderança da Sonangol com objetivo de fazer "limpeza" na "manjedoura"? Questão que se coloca quando a Sonangol mergulha no ambiente de desconfiança e centralização de poderes, segundo Rui Verde.
Jose Eduardo dos Santos Angola
Será que José Eduardo dos Santos escolheu a sua filha (à direita) para "acabar com a festa" na Sonangol?
Segundo um artigo do jurista Rui Verde, publicado no site Maka Angola, está instalada a desconfiança na petrolífera Sonangol. Isabel dos Santos terá entrado com uma postura hostil e com isso um mau clima entre a velha e nova administração instalado.
E uma deliberação da empresa de finais de junho impõe novas medidas que consubstânciam essas suspeitas, por exemplo a dispensar todos os advogados da empresa que estivessem a acompanhar, defender ou atacar em tribunais ou a revogar todas as procurações e representações dadas a gestores e funcionários para assinar cheques ou fazer transferências.
Face a nova forma de operar é caso para se deduzir que Isabel dos Santos foi nomeada para Presidente do Conselho de Administração pelo seu pai com o objetivo de "acabar com a festa" da anterior administração?
O jurista Rui Verde responde: "Bom, se havia festa ela entrou com o objetivo, certamente, de acabar com tudo o que a anterior administração estava a fazer. Foi assim uma espécie de tomada de um castelo inimigo, a atitude dela."
Rui Verde, jurista angolano
Revolução contra-producente

Por seu lado, o economista angolano Fernando Heitor recorda que esta é uma prática muito comum nas instituições públicas do país. E ela assume duas vias: a da revolução e da reforma. Para o economista a filha do Presidente José Eduardo dos Santos optou pela primeira, o que a seu ver é contra-producente.
Heitor cita as consequências ao nível dos recursos humanos, defendendo que "é preciso que se salvaguardem os direitos dos trabalhadores. Acho que os trabalhadores visados devem estar atentos, têm de recorrer as instâncias de direito para protegerem os seus próprios direitos."

No referido artigo, Rui Verde considera anormal uma demissão coletiva dos juristas, sem avaliar caso por caso. Para ele esse tipo de ações só tem lugar quando há desconfiança em relação a tudo e todos.
De lembrar que durante cerca de 12 anos a Sonangol foi liderada por Manuel Vicente, homem de confiança de José Eduardo dos Santos, que só abandonou o cargo em 2012 para ocupar a vice-presidência de Angola, onde está até hoje. Desde então, Francisco de Lemos José Maria dirigiu a empresa até junho de 2016, quando foi exonerado para dar lugar a Isabel dos Santos, filha do Presidente José Eduardo dos Santos.
É caso para se questionar se o Presidente angolano não confia mais nos altos quadros angolanos para dirigir os bens maiores do país? Rui Verde diz que " é claro, que ele está a concentrar na família os bens maiores de Angola, ou está a filha ou está o filho. Porque todos os bens importantes, desde o Fundo Soberano, os petróleos, o desenvolvimento da cidade de Luanda são só os filhos. Isso revela a desconfiança ou uma mera centralização absoluta do poder, não sei bem. Mas se calhar são as duas coisas."
E que consequências podem trazer decisões radicais? Fernando Heitor explica que "não se sabe. As revoluções são muito violentas, são drásticas, provocam muitos custos humanos e até muitos custos económicos e financeiros. E normalmente provocam aquilo que se chama clima instável no local de trabalho, o que é negativo."
E o economista argumenta: "Portanto, não se pode partir para a caça as bruxas, ainda que haja um e outro corrupto, um ou outro ladrão no local de trabalho, não significa que todos são gatunos, todos os setores não são corruptos. Portanto, é preciso se ter cuidado quando se estão a tratar de questões de recursos humanos. E depois há uma outra vertente, há pessoas que já têm experiência e esses quadros não pdoem ser preteridos, afastados de animo leve."
Fernando Heitor, economista angolano
Dívidas da Sonangol 

E a Sonangol, suspeita de falta de transparência, não enfrenta apenas problemas decorrentes da restruturação, no que diz respeito a sustentabilidade também não goza de boa saúde. Segundo o Maka Angola, a empresa enfrenta dificuldades em pagar uma dívida de mais de 13 mil milhões de dólares a banca internacional.

Rui Verde cita as dificuldades nos seus diferentes níveis:"Que está em dificuldades, está, e talvez por três razões: a primeira, que é óbvia, porque o preço do petróleo desceu. A segunda, que não é tão óbvia, é que a Sonangol serviu para tudo, durante anos e anos foi uma espécie de Estado dentro de um Estado. E a terceira tem a ver com o nível de endividamento muito elevado."
Esses problemas desencadearam outros ainda. De acordo com Rui Verde, no que se refere ao endividamento "criou alarme nos bancos europeus desde que José Eduardo dos Santos não cumpriu aquela promessa de uma garantia bancária para o BESA. As dificuldades da Sonangol acabam por refletir as dificuldades de Angola e não propriamente dificuldades concretas. É evidente que ela espera que a filha, e os seus assessores, resolvam os problemas."
Sede da Sonangol
#dw.de

CPLP vai monitorizar eleições em Angola em 2017.

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A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa integrará grupo de observadores internacionais que se desloca a Angola para acompanhar escrutínio. Secretário-executivo diz que as eleições em São Tomé foram transparentes.
O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, confirmou à DW África que a organização irá monitorizar as eleições gerais de 2017 em Angola. "Vamos fazer todos os possíveis para quem estiver aqui como secretário executivo garantir que a CPLP esteja presente. Se me convidarem para ser o chefe da delegação da CPLP, vou aceitar com todo o gosto", afirmou.
A participação da CPLP no processo eleitoral angolano, já em fase de preparação, deverá ser orçamentada este ano. Este será certamente um dos itens da agenda da cimeira de Brasília, ainda sem data definida. "Isto tem que ser já visto este ano, porque vão ser necessários recursos [financeiros]."
Murade Murargy, secertário executivo da CPLP
No entanto, tendo em conta a dimensão do território angolano, importa saber se a missão de observação será abrangente, de modo a cobrir a monitorização do ato eleitoral, não só nas grandes cidades.
"Em Moçambique aconteceu o mesmo, mas nós não podemos pretender que vamos cobrir todo o território angolano. São várias as organizações que vão para lá, incluindo a União Africana (UA), e tem De haver uma cooperação entre elas", explica Murargy.
"Normalmente, tentamos cobrir o máximo possível, porque a representação da CPLP é uma por cada Estado-membro que compõe a delegação. Portanto, tenta-se distribuir todos esses membros pelos locais e cidades mais importantes do país."
A cobertura das zonas rurais terá de ser ponderada nesse contexto, já que cada organização tem que criar as condições de movimentação para as localidades mais distantes.
Eleições em São Tomé e Príncipe
Por razões financeiras, a CPLP não enviou observadores para acompanhar as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, que terminaram neste domingo (07.08) à segunda volta com a vitória do candidato único, Evaristo Carvalho.
Sede da CPLP em Lisboa
"A organização é pequena e os Estados-membros atravessam dificuldades financeiras enormes", afirma o secretário-executivo da CPLP, citando os problemas de recursos verificados em Angola, Portugal e Brasil, os países que mais contribuem financeiramente com a organização.
Timor-Leste é o único país que tem conseguido manter sua musculatura financeira em relação ao apoio oferecido à Guiné-Bissau. O país também apoiou São Tomé e Príncipe na preparação do recenseamento eleitoral.
Murargy saúda o facto de as eleições terem decorrido na normalidade e tem fé na missão de observação da UA, afirmando que o ato que legitima a escolha de Evaristo Carvalho para novo Presidente de São Tomé e Príncipe tenha sido realizado com transparência.
#dw.de

«PALAVRAS DE JOMAV» PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU, JOSÉ MÁRIO VAZ DEIXOU UMA MENSAGEM (NO FACEBOOK) AO POVO GUINEENSE, AOS NOSSOS ATLETAS OLÍMPICOS E, EM ESPECIAL, PARA A NOSSA MENINA DE OURO - TACIANA BALDÉ.

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“Mais rápido, mais alto, mais forte”!

A Guiné-Bissau está no Brasil para provar exactamente isso.


O país está representado nos Jogos Olímpicos "Rio 2016" em

3 modalidades: Luta Livre, Judo e Atletismo.

O país está orgulhoso da participação dos seus atletas – independentemente do número de medalhas que possam conquistar. O mais importante para nós, guineenses, é o desportivismo que deles esperamos. 

Pois, o outro lema dos Jogos Olímpicos é "o mais importante não é vencer, mas participar".

Uma palavra especial para a nossa menina de ouro – Taciana.

Taciana Lima Baldé, toda a nação guineense está consigo. Tem toda a nossa compreensão, a nossa solidariedade e continuamos a depositar a nossa confiança em si. A Taciana é a nossa embaixadora, o nosso orgulho, reconhecemos em si a mulher lutadora. Tem à sua frente um futuro promissor.

Uma palavra de encorajamento a todos os atletas e a equipa técnica.

Que Deus proteja e abençoe os atletas olímpicos da Guiné-Bissau!







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