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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Sector de Bubaque: ADMINISTRADOR DENUNCIA A COMPRA DA CASTANHA DE CAJÚ A 150 FCFA POR QUILÓGRAMA.

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[REPORTAGEM] O administrador do sector de Bubaque, região de Bolama/Bijagós, sul do país, denunciou numa entrevista conjunta concedidas aos repórteres dos jornais ODemocrata e Nô Pintcha, que os comerciantes locais, estrangeiros e nacionais, compram a castanha de cajú actualmente no valor de 150 a 300 francos cfa (menos de um Euro) por quilograma (kg).

O preço de mil francos cfa por kg anunciado pelo Chefe de Estado, José Mário Vaz, em Gabú criou muita expectativa em torno dos camponeses a nível do país, mas a castanha está a ser comprada a preços muito inferiores ao valor anunciado pelo Chefe de Estado, facto que, ainda segundo o administrador, criou um sentimento de frustração da parte dos camponeses que se encontram neste momento num beco sem saída.

ADMINISTRADOR: CAMPANHA DE CAJÚ TEVE REFLEXOS MUITO NEGATIVOS EM BUBAQUE
Para o administrador Francisco António Morreira, a presente campanha de comercialização da castanha de cajú está a ter um reflexo muito negativo a nível nacional, principalmente no sector de Bubaque devido à sua insularidade.

“No ano passado, o preço mínimo estipulado foi de 500 francos cfa por quilograma. Porém subiu depois até 1000 francos cfa. Este ano o preço estipulado foi de 1000 francos cfa, infelizmente acabou por descer até aos150. Isso prejudicou e muito os camponeses que viram a sua renda familiar descer e sem solução à vista”, lamentou.

Explicou neste particular que a maioria dos camponeses daquele sector continua a armazenar a sua castanha, com a esperança do um dia, se houver um interessado, poder vendê-la a 1000 francos cfa por quilo, um preço muito acima dos 150 a 300 francos cfa que está a ser praticado.

Sobre a situação administrativa do sector de Bubaque, Francisco António Morreira assegurou ao repórter que herdou uma administração com enormes dificuldades em diferentes sectores. Contudo, diz ter elegido algumas como prioridade para os restantes quatros meses antes das eleições legislativas marcadas para 18 de novembro.

Uma das maiores preocupações dos populares tem a ver com o estado do troço principal da estrada que liga o centro da cidade de Bubaque à praia de Bruce, com buracos que não permitem a circulação normal de veículos. No entanto, o administrador informou que a sua equipa tomou o engajamento de diligenciar junto ao ministério das Obras Públicas para uma avaliação actualizada para que se possa investir na sua reabilitação, através de mobilização de fundos junto dos parceiros.

“Uma cidade como Bubaque é tida como centro que acolhe todos os estudantes de outras pequenas ilhas ao seu redor, como Canogo, Sogá, Canhabaque, Orangozinho. Eles procuram a cidade para prosseguir os seus estudos. Por isso regista-se uma aglomeração de pessoas. A atividade comercial também traz pessoas de outras ilhas a Bubaque”, observou.

BUBAQUE ENFRENTA PROBLEMAS DE ÁGUA POTÁVEL

Relativamente à questão da falta de água potável no sector, explicou que a cidade tem apenas um furo de água que é “muito bom”. Fica a três quilómetros do centro. Contudo, avançou que de momento a electrobomba que bombeava a água está com avarias técnicas, razão pela qual regista-se a falta de água potável na cidade.

Afiançou, no entanto, que a administração está empenhada nas diligências necessárias para aquisição de materiais para a reparação do aparelho, de forma a ser retomado o abastecimento de água a cidade.

No concernente a limpeza da cidade efectuada pela população local uma vez por ano, garantiu que doravante será programada para duas vezes anuais e vai ser estendida até a praia de Bruce. Acrescentou que a primeira acção de limpeza será na primeira semana de agosto e a segunda será em novembro.

“Esta iniciativa evitará perigos a vida das pessoas por causa de cobras, como também ajudará na prevenção de doenças como o paludismo, transmitido através de mosquitos. E como se sabe, essa acção será voluntária e será uma ação conjunta que contará com a participação de todas as instituições privadas e estatais que atuam em Bubaque”, notou.

Explicou ainda que as suas ações são orientadas através do plano diretor setorial, que está dentro do plano diretor regional. Sublinhou, no entanto, que meses atrás o plano foi atualizado, o que permitirá a sua execução.

Em relação às receitas recolhidas pela administração, Francisco António Morreira disse que, na verdade, está sob a dependência do ministério da Administração Territorial. Contudo explicou que o sector consegue as suas rendas por meio das receitas recolhidas nas cobranças do mercado como também de algumas taxas municipais aplicadas aos sectores do turismo, comércio, pequenos butiques e restaurantes, terrenos ocupados pelos hotéis.

ENERGIA ELÉTRICA É MAIS CARRA EM BUBAQUE EM COMPARAÇÃO COM A CAPITAL BISSAU

Confrontado com as queixas dos citadinos da ilha, em particular dos comerciantes, sobre a alta taxa de cobranças da eletricidade que pode custar até 1000 francos cfa para um período de sete horas de consumo para as casas normais e pequenos estabelecimentos de negócios e 2000 a 3000 francos cfa para hotéis e apart-hotéis, dependendo da sua grandeza, explicou que depois de assumir a função de administrador, estava a funcionar o gerador que foi oferecido à comunidade, dado a um grupo de técnicos e que trabalha sob gerência privada.

“Existem duas tarifas: uma de 1000 (mil francos) e outra de 500 (quinhentos) francos cfa, mas os motivos de diferenciação das tarifas ainda não foram explorados pelo governo local. De facto existem duas tarifas, mas desconhecemos as explicações. Vamo-nos reunir para recolher informações saber do funcionamento do gerador e as condições de cobranças”, espelhou.

Reconheceu ainda que existe uma grande dificuldade das pessoas para pagar a electricidade. Contudo, sustentou que em termos da comparação, a electricidade em Bissau é mais barata, porque em Bubaque custa 15.000 FCFA mensal enquanto em Bissau, para casas normais, o valor é menor.

Solicitado a pronunciar-se sobre as medidas que a sua administração vai adoptar sobre naufrágios que muitas vezes são verificados na época chuvosa, disse que na verdade nos últimos tempos registou-se uma redução de naufrágios devido a vigilância rigorosa do Instituto Marítimo Portuário.

“O instituto marítimo tem estado a fazer um ótimo trabalho porque está a ordenar todas as embarcações a obrigarem os passageiros a usarem os coletes salva-vidas. Portanto é preciso reforçar mais medidas deste tipo”, notou.

Explicou ainda que algumas pirogas tentam resistir às medidas adotadas, ignorando-as. Por exemplo, no princípio deste mês uma piroga saiu de Bissau e ficou sem combustível junto à ilha das Galinha, que é um lugar considerado algo turbulento.

EROSÃO INVADE AS PRAIAS DE BUBAQUE E ASSUSTA OS POPULARES

As praias da ilha de Bubaque e outras ilhas deparam-se com enormes problemas de erosão, fato que preocupa os citadinos daquele sector. Contudo, o administrador explicou à repórter que a situação merece igualmente a preocupação das autoridades regionais, tendo frisado que programaram um encontro com os responsáveis do Instituto da Biodiversidade e Áreas Protegidas (IBAP) e da UICN, de forma a poderem analisar em conjunto o assunto e pensar numa solução a curto prazo, ou seja, nas medidas a serem adotadas para estancar a erosão devastadora e acelerada que se regista mais a cada dia.

Assegurou ainda que a situação precisa de uma avaliação do Conselho de Ministros, tendo avançado que a falta de canais de drenagem contribuiu muito no avanço da erosão.

“Esta zona norte está a cair e até ao monumento histórico, o Comité de Estado, a antiga residência do Presidente Luís Cabral. Os portos, como sabemos, são antigos e resistentes, mas já não estão a resistir a erosão. Isso preocupa-me e muito” sublinhou.

Em relação à prostituição que se especula que existe nas ilhas, disse que a situação é discreta e que não tem provas, no entanto, “se isso acontece mesmo, então é mantida discretamente, por isso é difícil afirmar que acontece”. Afirmou neste particular que o que pode levar as pessoas pensar que existe prostituição nas ilhas é o desenvolvimento que se regista a cada dia e o aumento do número de turistas.

“Bubaque é uma zona com características turísticas e é muito ativa. Antes, as raparigas e rapazes não demoravam na rua como agora tudo é ao contrário. Há 20 anos Bubaque não era assim, agora não há controlo familiar sobre adolescentes e jovens”, lamentou.

Neste sentido, disse que o Estado não pode desencorajar o turismo, mas “as famílias são fatores determinantes para fazerem face à esta situação que se especula, se é que existe, porque senão não haverá controlo nem por parte da família e nem do Estado”.

“Os jovens podem iludir facilmente a vigilância familiar, devido a precariedade das famílias e da vida que gostariam de ter”, afirmou para de seguida revelar que agora regista-se um aumento do consumo de droga (canábis) na ilha.

Francisco António Morreira afiançou que o nível da escolarização é muito bom, porque há uma aceitação de escolarização, apesar da falta de professores bem como de carteiras.

“Há ainda ilhas que não têm escolas, como também professores que rejeitam trabalhar nas ilhas. Preferem ficar em Bissau ou outras zonas insulares. Portanto esta é a grande dificuldade da delegacia de educação, até porque não tem subsídios de incentivo” enalteceu.



Por: Epifania Mendonça

Foto: E.M

ANGOLA: LOURENÇO TEME ATAQUE DO FANTASMA DE SAVIMBI.

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O líder da UNITA, fazendo eco do sentimento generalizado dos militantes e simpatizantes do seu partido, lamentou que o Estado angolano (MPLA) continue a reter os restos mortais de Jonas Savimbi, morto em 2002, facto que Isaías Samakuva disse constituir “um testemunho gritante da política de exclusão entre irmãos”. Isto, é claro, no ingénuo pressuposto de que o MPLA considera irmãos todos os que não militam nas suas fileiras.

Numa intervenção pública em Viana, destinada a assinalar que, se fosse vivo, Jonas Savimbi, primeiro presidente e fundador da União Nacional da Independência Total de Angola (UNITA), teria feito na sexta-feira 84 anos, Isaías Samakuva acrescentou que a atitude do MPLA (partido que governa o país desde 1975) “simboliza a necessidade imperativa da genuína reconciliação nacional”.
“A prisão dos restos mortais do co-fundador da República de Angola constitui um testemunho gritante da política de exclusão entre irmãos e simboliza a necessidade imperativa da genuína reconciliação nacional, que a República ainda luta contra si própria e que os angolanos ainda não são um só povo, uma só Nação”, sublinhou Isaías Samakuva.
“Não há razão alguma para que o Estado angolano mantenha Jonas Malheiro Savimbi preso mesmo depois de morto. Porque é que os restos mortais de Jonas Savimbi foram capturados pelo Estado angolano? Porque é que se prende um morto”, questionou.
Jonas Savimbi nasceu a 3 de agosto de 1934, no Munhango, uma vila situada ao longo do Caminho de Ferro de Benguela. Filho de Loth Malheiro Savimbi e de Helena Mbundo Sakato Savimbi.
O Líder histórico da UNITA viria a ser morto em combate após uma perseguição das forças armadas angolanas (com o vital apoio de alguns ex-generais das FALA , entre os quais Geraldo Sachipengo Nunda) a 22 de Fevereiro de 2002 próximo de Lucusse, na província do Moxico, onde os seus restos mortais permanecem sepultados, à guarda do Estado angolano.
Para Isaías Samakuva, há que “ultrapassar” a situação e criar uma “nova atitude” perante a Pátria e perante o futuro, uma vez que, disse, uma “Angola unida e reconciliada será mais forte, mais legítima e mais rica”.
Nesse sentido, o líder da UNITA apelou ao Presidente angolano, general João Lourenço, para “capitalizar o momento histórico” e “potenciar as pontes de diálogo” para um novo pacto social “que conduza a uma efectiva reconciliação nacional”.
“Hoje, 50 anos depois, não devemos nunca mais perder de vista o essencial. O essencial é reconhecermos que todos os povos tiveram as suas guerras fratricidas e que não há guerra que não destrua. O essencial é reconhecer que, em todas essas guerras de irmãos, em todos os conflitos de família, não há apenas um único culpado. Das nossas guerras e destruições, dos futuros mutilados e dos sonhos destruídos, culpados somos todos, responsáveis somos todos e vítimas somos todos”, frisou.
Para Isaías Samakuva, a luta pela construção do país só será bem-sucedida se todos a fizerem com “patriotismo, sentido de nação plural e grandeza moral”.
Segundo o responsável máximo da UNITA, “não há razão alguma que justifique” que os feitos históricos de Jonas Savimbi, reconhecidos por África e pelo mundo, “não sejam reconhecidos formalmente pelo Estado angolano que ele próprio ajudou a erigir e do qual é co-fundador”.
“Savimbi foi um homem culto, abnegado e destemido, que marcou de forma decisiva e inapagável o curso da História política de Angola e da África Austral. Amado por muitos, odiado por outros, mas respeitado por todos, Savimbi deixou-nos um legado que devemos estudar”, sublinhou.
“Honrar hoje a memória de Jonas Malheiro Savimbi significa estabelecer imediatamente as autarquias locais. Significa fiscalizar e auditar a dívida pública, reduzir a inflação, parar com os roubos e com a impunidade daqueles que utilizam o Estado para se governarem a si próprios”, defendeu.
Para Isaías Samakuva, honrar Savimbi significa também “transformar radicalmente” os sistemas de educação, de saúde e nacional de segurança social, canalizar os investimentos produtivos para o interior do país, “parar o crescimento anárquico” de Luanda e promover a criação de cidades ecológicas, economicamente sustentáveis.
“O maior legado de Jonas Malheiro Savimbi é sem dúvida a conquista da nacionalidade angolana para todos os povos de Angola”, concluiu.

Se o MLA é Angola…

Recorde-se que João Lourenço, na altura ostentando o rótulo de candidato mas já com o resultado eleitoral no bolso, deslocou-se à província do Bié para um acto político e, perante milhares de pessoas (são sempre milhares e milhares), disse: “A nossa bandeira é bastante conhecida, ninguém pode dizer que não conhece a nossa bandeira, num desses comícios, a brincar, eu dizia que a nossa bandeira é mais conhecida que a Coca-Cola”. E é verdade. A bandeira nacional angolana é uma réplica da bandeira do MPLA.
No seu discurso, o agora Presidente de todos os angolanos… do MPLA, referiu-se igualmente ao passado histórico da província do Bié, fortemente atingida no período de guerra civil, considerando que a mesma “deveria passar para a história como a cidade do perdão”. Perdão que o regime de João Lourenço confunde com submissão, rendição, esclavagismo.
Para João Lourenço, a província do Bié e a sua capital, Cuito, são a “cidade do perdão, da tolerância”, por terem sabido “perdoar, serem tolerantes ao ponto de terem contribuído bastante para que a reconciliação nacional entre os angolanos vingasse”.
Reconciliação? Essa só contaram para João Lourenço que, como ministro da Defesa, deu o exemplo de que o mais importante para o regime é a razão da força e não a força da razão. Reconciliação pela força é como acontecia durante o colonialismo português, em que os chefes do posto apresentavam à sociedade os “voluntários devidamente amarrados”.
João Lourenço pediu o voto do povo do Bié, para acabar com a fome, pobreza e a miséria, que ainda grassa por algumas regiões do país, reactivando a agricultura e a indústria, prometendo milhares e milhares de empregos para a juventude. Isto é, o MPLA promete fazer agora o que o MPLA não fez durante 42 anos.
Sem citar nomes, deixando a identificação para os militantes, João Lourenço recordou que o país já teve num passado recente um potencial de indústrias, no entanto, destruídas em tempo de guerra. Guerra em que, como todos sabemos, só as balas, as bombas, as minas da UNITA matavam o Povo. As do MPLA, inteligentes, paravam e perguntavam: és Povo? Se era… elas desviavam.
“Vamos repor as indústrias, não só para que voltemos a produzir os bens industriais, mas sobretudo para resolvermos um problema, que é o emprego. Aqueles que destruíram a indústria e, consequentemente, destruíram os postos de trabalho que a indústria oferecia são os mesmos que hoje vêm dizer que a juventude não tem emprego”, acusou aquele que hoje é Presidente da República e que, em breve, será igualmente Presidente do MPLA.
Ora aí está. A culpa só pode ser daqueles que destruíram tudo e mataram quase todos. A UNITA, é claro. Aliás, um dia destes ainda se provará que os massacres do 27 de Maio de 1977 foram levados a cabo pela UNITA sob comando de Jonas Savimbi. Mais atrasado está o dossier em que o MPLA trabalha para provar que Savimbi também foi responsável pelo holocausto nazi.
“Hoje com maior descaramento vêm dizer que a juventude não tem emprego. Vamos criar milhares de postos de trabalho para a nossa juventude. Os que destruíram os postos de trabalho vão ser penalizados e duramente penalizados (…) vamos castigá-los no voto, é a melhor forma de os castigar”, frisou João Lourenço que, pelos vistos, nada tem a ver com o passado do MPLA pois, asseguram-nos fontes do regime, só ontem (ou terá sido hoje?) chegou a Angola.


Folha 8 com Lusa

Explosão na Itália faz pelo menos um morto e dezenas de feridos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Entre os feridos, há 14 pessoas em estado grave.

Explosão na Itália faz pelo menos um morto e dezenas de feridos

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      ma explosão numa estrada junto ao aeroporto de Borgo Panigale, em Bolonha, na Itália, causou um morto e dezenas de feridos nesta segunda-feira (6).
A explosão teria sido partido de um caminhão que pegou fogo, mas as chamas se propagaram.
O jornal italiano Repubblica informa que uma pessoa morreu e outras 55 ficaram feridas, sendo 14 delas em estado considerado grave.
Nas redes sociais, internautas compartilharam imagens que mostraram a imensidão das chamas.
As autoridades italianas cortaram o trânsito na via próxima do aeroporto mas a circulação nos arredores está também fortemente condicionada.
fonte: noticiasaominuto

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