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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Marcelino dos Santos (1929-2020), o líder histórico que assumia: “Sou a Frelimo” .

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Marcelino dos Santos, ao centro, com Agostinho Neto, após a proclamação da independência de Angola em novembro de 1975
Alain MINGAM/Getty Images

Nascido em 20 de maio de 1929, na Ilha de Moçambique, norte do país, Marcelino dos Santos interessou-se pela causa da independência de Moçambique muito antes de se juntar à Frelimo, movimento criado em 1962.

 Marcelino dos Santos, que morreu esta terça-feira de doença, aos 92 anos, viveu tão intensamente a sua ligação à causa nacionalista e à Frente de Libertação de Moçambique que afirmou: "Não sou da Frelimo, sou a Frelimo".

Nascido em 20 de maio de 1929, na Ilha de Moçambique, norte do país, Marcelino dos Santos interessou-se pela causa da independência de Moçambique muito antes de se juntar à Frelimo, movimento criado em 1962. Durante a sua passagem por Lisboa (1948-1951) destacou-se, na Casa dos Estudantes do Império e no Centro de Estudos Africanos, como militante anticolonialista.
Após abandonar a capital portuguesa por volta de 1951, devido à impiedosa perseguição movida pela PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado), rumou para Paris, onde estreitou a relação com o nacionalista angolano Mário Pinto de Andrade.
Os dois estabeleceram vínculos de amizade e camaradagem com quase todos os dirigentes dos movimentos que conduziram as antigas colónias francesas de África à independência.
Marcelino dos Santos exerceu um papel crucial na mobilização de muitos intelectuais franceses, que escreveram a Salazar a exigir-lhe a independência para as colónias e a libertação imediata do nacionalista, e mais tarde primeiro Presidente da República Popular de Angola, Agostinho Neto, que estava preso.
Com Mário Pinto de Andrade, Amílcar Cabral e Aquino de Bragança, Marcelino dos Santos criou em 1961 a Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (CONCP), tendo sido eleito seu secretário-geral em Rabat, capital de Marrocos.
Ainda nesse ano, Marcelino dos Santos adere à União Democrática Nacional de Moçambique (Udenamo) e escreve os estatutos desta organização. A Udenamo participou mais tarde na fusão das três organizações que resultaram na fundação da Frelimo.
Redigiu os estatutos da Frelimo, tendo-se tornado chefe das Relações Exteriores e chefe do Departamento de Orientação Política. Nessas funções, foi determinante no reconhecimento internacional da Frelimo como representante legítimo da causa da luta do povo moçambicano pela independência e na definição da estratégia de luta política e armada para o alcance desse objetivo.
Em pleno auge das guerras contra o colonialismo português, Marcelino dos Santos, Agostinho Neto e Amílcar Cabral, histórico nacionalista do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foram recebidos pelo papa Paulo VI no Vaticano, em 01 de julho de 1970, provocando a ira do Governo português.
Com o assassinato do primeiro presidente da Frelimo, Eduardo Mondlane, em 3 de fevereiro de 1969, Marcelino dos Santos fez parte do triunvirato escolhido para a liderança do movimento até à escolha de uma nova direção. Na sequência do afastamento de Uria Simango do triunvirato, devido a divergências internas, Samora Machel foi eleito presidente da Frelimo e Marcelino dos Santos vice-presidente.
Após a independência de Moçambique em 25 de junho de 1975 e a assunção da chefia do novo Estado moçambicano pela Frelimo, Marcelino dos Santos foi nomeado, em 1977, ministro para a Coordenação Económica e posteriormente secretário da Comissão Permanente da Assembleia Popular (depois Assembleia da República). Em 1986, assume a presidência da Assembleia Popular, cargo que exerce até à investidura da primeira Assembleia da República multipartidária, em 1994.
Fiel aos princípios em que acreditava e marxista-leninista assumido, sempre se referiu à Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), hoje principal partido da oposição, como "bandidos armados", em alusão ao envolvimento da organização na guerra civil que durou 16 anos até à assinatura do Acordo Geral da Paz.
Marcelino dos Santos negou publicamente cumprimentar o falecido líder da Renamo Afonso Dhlakama e declarou várias vezes o seu desencanto com a viragem para o capitalismo da "sua" Frelimo. Debilitado pela doença, aparecia raramente em público nos últimos tempos, deslocando-se com um andarilho. Além de político, era um entusiasta da poesia, tendo assinado vários poemas com os heterónimos 'Kalungano' e 'Lilinho Micaia'.

fonte: expresso.pt

Contas bancárias de Isabel dos Santos em Portugal foram congeladas.

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 Duas fontes bancárias confirmaram ao Expresso que as contas da empresária angolana em Portugal foram congeladas.

Contas bancárias de Isabel dos Santos em Portugal foram congeladas As autoridades judiciais portuguesas ordenaram o congelamento das contas bancárias de Isabel dos Santos em Portugal, noticia o Expresso, que diz que a informação foi confirmada por duas fontes do setor bancário.
Segundo o semanário, uma das contas bancárias congeladas terá sido a Banco Comercial Português.
No final do ano passado, o tribunal de Luanda ordenou o arresto das participações de Isabel dos Santos e do marido Sindika Dokolo, nas empresas onde têm posição acionista, como por exemplo na Sonangol, na Unitel e nos bancos BIC e BFA. Para além disso, o tribunal decidiu também congelar as contas bancárias do casal.

fonte: sabado.pt






Costa do Marfim: como Alassane Ouattara está preparando sua reforma constitucional.

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 Papel do vice-presidente, eleição para uma rodada, retorno do limite de idade para candidatos à presidência ... O que mudará a reforma constitucional liderada pelo presidente da Costa do Marfim?

Por vários meses, Alassane Ouattara (ADO) e seu primeiro círculo trabalham em um projeto de reforma constitucional.

Foi convocado o comitê de especialistas que redigiu a Constituição de 2016. O chefe de Estado ainda não decidiu vários pontos importantes, como o papel do vice-presidente. Segundo um de seus parentes, a abolição da função de primeiro-ministro no Senegal o levou a questionar a utilidade de manter esse cargo de vice-presidente, criado em 2016.


Senegal: Macky vende o porto de Ndayane para a DP World por 1000 bilhões.

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O futuro porto multifuncional de Ndayane foi vendido por Macky Sall à Dubai Ports World, informa a L'Observateur em sua publicação na terça-feira.

O acordo do plano de investimento para este projeto de cerca de 1000 bilhões de FCFA foi assinado na sexta-feira passada em Dubai.

O porto de Ndayane, que abrange 600 hectares, será um porto de águas profundas com 18 metros de profundidade e um dos maiores da África Ocidental e Central.

Por fim, será capaz de receber pós-Panamax, isto é, navios porta-contêineres que podem vir com 10.000 contêineres, foi explicado.

Também oferecerá uma forte oportunidade de conexão com a Zona Econômica Integrada Especial, além de se beneficiar da proximidade do Aeroporto Internacional Blaise Diagne (AIBD) de Dakar.

Quando entrar em serviço, esta plataforma servirá como uma alternativa ao porto de Dakar, que atualmente captura 95% do comércio do Senegal.
 
fonte: seneweb.com

Testes de confirmação para o coronavírus na África Ocidental: a OMS mandata o Instituto Pasteur em Dakar

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 No momento em que o coronavírus, que matou quase mil pessoas na China, alargando-se, as autoridades de saúde estão tranquilizando as medidas tomadas pelo nosso país para prevenir a doença. "O Senegal possui um sistema eficiente de vigilância de epidemias", tranquiliza Amadou Sall, administrador geral do Instituto Pasteur em Dakar. Nas colunas do jornal diário nacional Le Soleil desta terça-feira, o especialista em doenças virais informa que o Instituto Pasteur de Dakar recebeu um mandato do OMS para realizar testes nos casos de coronavírus de todos os países africanos da costa ocidental da África.

fonte: seneweb.com

Senegal: Terceiro mandato - Mesmo que Macky Sall se aventurasse a correr, ele perderia.

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 Questionado pela RFI e pela França 24 sobre um possível terceiro mandato, o presidente guineense Alpha Condé disse que não entendeu: "Eu não entendo, há muitos países que mudaram sua Constituição e foi como uma carta ao posto, quando se trata da Guiné, como Alpha Condé é um homem independente que tem sua franqueza, talvez isso chateie muita gente ”.

Em vinte anos, mais de dez presidentes africanos mudaram a constituição de seu país para concorrer a mais um mandato. É assim que muitos presidentes africanos mantêm o claro-escuro sobre a questão do terceiro mandato. No Senegal, o presidente Sall se recusa a ser claro sobre o assunto por seus próprios motivos. Por que você gostaria de estar à frente de um país pobre, onde todos os setores estão em agonia, pobreza em todas as esquinas e pessoas desempregadas que estão aumentando em 400.000 diplomados por ano? Por que o africano gosta de se apegar ao poder fugaz?

Era uma vez o homem mais educado da Cidade do Cabo no Cairo

Em uma entrevista concedida em 18 de setembro de 2009 à VOA, Abdoulaye Wade anunciou que iria concorrer a um terceiro mandato. Imediatamente após esse anúncio, os líderes da oposição zombaram da decisão, dizendo que era apenas o estratagema do presidente deixar de lado a questão imobiliária até que ele pudesse posicionar melhor seu filho, Karim Wade para substituí-lo.

Na antiga constituição do Senegal, não havia limites no número de mandatos para o cargo de presidente. O presidente Wade foi eleito em 2000 sob esta constituição. Em 2001, o Senegal adotou uma nova constituição que introduziu um limite de dois mandatos consecutivos para a presidência e reduziu o mandato para cinco anos. No entanto, essa lei não foi aplicada retroativamente ao primeiro mandato do presidente Wade porque ele foi eleito antes da entrada em vigor da nova constituição. Por esse motivo, seu primeiro mandato foi de sete anos e os dois mandatos consecutivos começaram com o segundo, iniciado em 2007. No entanto, em uma emenda posterior, a Assembléia Nacional do Senegal, a pedido do Presidente Wade, estendeu o prazo para sete anos. Essa alteração não foi aplicada retroativamente ao segundo mandato, que seria de cinco anos e terminou em 2012.

A Assembléia Nacional havia se preparado para outra emenda constitucional para mudar a eleição do presidente de duas rodadas para um sistema de primeiro após o posto. Wade sabia que nem ele nem seu herdeiro poderiam coletar os 50% necessários para evitar o segundo turno. Amadou Gallo Ndiaye, ex-deputado do PDS, chegou a dizer que a questão havia sido resolvida de antemão e que a eleição presidencial seria realizada em uma rodada. Em resposta, o falecido Ousmane Tanor Dieng, ex-secretário-geral do PS, disse que seria o canudo que quebraria as costas do camelo.

Compreender melhor o eleitorado incompreensível

À medida que a recessão persiste, o presidente Senghor entrega seu suposto golfinho Abdou Diouf em 1980. Uma decisão aplaudida pela opinião internacional, mas criticada pela oposição senegalesa. Em 6 de março de 1983, os resultados publicados pelo Supremo Tribunal Federal foram os seguintes: dos 1.928.257 eleitores registrados, 1.093.244 votados, com 4.169 cédulas estragadas, o número de votos emitidos foi de 1.089.075 e isso é naturalmente, o presidente Diouf venceu com 908.879 votos, ou 83,45%.
Foi com dificuldade que esse mandato decorreu, as políticas econômicas fracassaram, a dívida era de 800 bilhões de francos CFA, ou cerca de 70% do PIB e o serviço da dívida, que representava 50% da receita orçamentária. Apesar de tudo isso combinado com a reclamação dos estudantes e o Ano Branco, o Presidente Diouf venceu as eleições de 1988 com 73,20% dos votos expressos.

A renúncia do Presidente do Conselho Constitucional foi um golpe brutal ao regime socialista, pois implicava que os resultados foram fraudados. Os resultados das eleições de 1993 não chegarão até 20 dias após a eleição e o assassinato de Maitre Babacar Seye, vice-presidente do Conselho Constitucional. O presidente Diouf venceu no primeiro turno com 58,40% dos votos.

Durante o desenraizamento do baobá em 2000, o presidente Diouf obteve 41,33% dos votos no primeiro turno e 41,51% no segundo turno e Abdoulaye Wade se tornou o terceiro presidente da República do Senegal com 58,49% vozes. Após sete anos no poder e em grandes projetos, o Presidente Wade conseguiu convencer os senegaleses durante as eleições de 2007 de que ele vencerá no primeiro turno com 55,90% dos votos. Durante seu segundo e tecnicamente último mandato, o desfalque e o filho foram a fonte de um grande problema para muitos senegaleses. No entanto, ele decide aparecer pela terceira vez.


fonte: seneweb.com

ONU quer mais dinheiro para combater praga de gafanhotos em África.

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 A Organização das Nações Unidas (ONU) apelou ontem à comunidade internacional por “mais fundos” financeiros para apoiar de “imediato os países afetados” pela maior praga de gafanhotos no continente africano nos últimos 25 anos.























De acordo com o comunicado divulgado na página oficial das Nações Unidas na internet, o subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Mark Lowcock, afirmou que o apoio financeiro é destinado a 13 milhões de pessoas na Etiópia, Somália, Quénia, Djibuti e Eritreia que estão a ser afetadas pela ‘nuvem’ de gafanhotos.
Segundo a nota da ONU, “uma nuvem (de gafanhotos) de até 2,4 mil quilómetros quadrados foi observada no nordeste do Quénia” e estima-se que “os cerca de 200 mil milhões de insetos observados” consigam comer o equivalente para “alimentar 84 milhões de pessoas” num dia. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla inglesa) pediu 70 milhões de dólares, em 30 de janeiro, para mobilizar urgentemente a ajuda necessária às populações do Quénia, Somália e Etiópia, prossegue o comunicado.
O valor foi, entretanto, “atualizada para 76 milhões de dólares para cobrir as necessidades crescentes no Djibuti e na Eritreia”. Contudo, o apelo para o apoio financeiro não deverá ficar por aqui, uma vez que o avanço da praga de gafanhotos “coloca outras cerca de seis milhões” de pessoas “em grande risco de passar fome no Sudão do Sul e no Uganda”.
Mark Lowcock considera urgente a resposta a este apelo, uma vez que os “países afetados com a situação já estão sobrecarregados”. A praga de gafanhotos que assola o Corno de África foi declarada "emergência nacional" na Somália, onde estes insetos têm devastado o aprovisionamento alimentar de uma das regiões mais pobres do mundo, anunciou em 02 de fevereiro o Ministério da Agricultura do país.
A Somália foi o primeiro país da região a mobilizar-se para combater a praga de gafanhotos, cujo surgimento, segundo os especialistas, se deve às variações climáticas extremas. Nuvens espessas de gafanhotos famintos têm se espalhado da Etiópia e Somália para o Quénia, onde a agência das FAO estimou no final de janeiro que apenas uma dessa nuvem cobriria uma área de 2.400 quilómetros quadrados, o tamanho do Luxemburgo.
Entretanto, milhões de gafanhotos que atingem parte do Quénia, na pior praga dos últimos 70 anos, estão a ser combatidos por aviões que lançam pesticidas, o único meio efetivo de controlo, segundo os especialistas. Trata-se de um trabalho desafiante, especialmente em partes remotas do Quénia, onde não existe rede de telemóvel e as equipas em terra não conseguem comunicar facilmente coordenadas ao pessoal de voo.
Cinco aviões estão atualmente a dispersar 'spray' no Quénia e outras autoridades estão a tentar impedir os gafanhotos de se espalharem aos vizinhos Uganda e Sudão do Sul. As Nações Unidas afirmaram que são necessários imediatamente 76 milhões de dólares para desenvolver tais esforços no leste de África. Especialistas avisaram que sem controlo, o número de gafanhotos pode crescer 500 vezes até junho, quando o tempo mais seco poderá ajudar a controlar o surto.

fonte: jornaldeangola


Itália: agressão racista em Palermo, senegalês espancado e ferido.

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