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quinta-feira, 14 de junho de 2012

ARTIGO DE OPINIÃO: AMIGOS, MAS “NEGÓCIOS À PARTE” (CDEAO/CPLP).

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Há pouco mais de dois meses de um conflito político militar na Guiné-Bissau, o mundo todo foi sacudido para mais um golpe de Estado, que mais não trouxe do que uma guerra de palavras, por conflito de interesses, mais parecendo um concurso de mister na passerelle da diplomacia internacional e, mais não trouxe do que a separação entre organizações com alguns anos de relacionamento diplomático frágil, que agora, ansiosas, em crise de valores “na cama com" transferem ou projectam "culpas", distribuindo soluções com ou sem sentido, mas pouco inteligentes e frias por uma das partes com maior resistência para negociar uma saída da crise..
Esta separação psicológica não se sabe se terminará em divórcio entre CEDEAO e CPLP, ambas foram "amiguinhas" até há bem pouco tempo, mas na falta de resultados materiais dantes havidos, perderam a confiança uma na outra, por causa da Guiné-Bissau. Esta “separação” colocou cada uma das partes a desabafar aos ouvidos dos "amantes" escondidos nos quatro cantos do mundo. Nota-se que a passerelle, de repente engrossou sua fila, com uns "jeitosos" das diplomacias de cada país, tentando seduzir parceiros num jogo de cintura que não tem conseguido atracção suficiente para o “engate”, ninguém lhes "pega", porque já gastas as suas ideias numa redundância pobre e de fraca criatividade, que giro, pena é porque nem todos mereciam uma plateia de cegos, surdos e desdentados, onde o efeito narcísico esperado não passou, nem com manteiga, escorrega numa mente mais aberta e tolerante.

Assistimos a posturas de arrogância, frieza e ignorância disfarçadas em citações conventuais do léxico jurídico, lançadas como defesa, por preguiça, quiçá ignorância, por arrastamento em matérias específicas de conflito, subjacentes num golpe de Estado. Mesmo um culpado tem o direito à defesa, é preciso ser ouvido, os motivos levados em conta para uma análise política e à luz do direito internacional ou dos acordos e estatutos comuns as organizações. Não se mexeram (CPLP), porque não foram ouvir uma das partes, passaram a utilizar o que ouviram de terceiros e tirar as suas elações, um erro crasso e arrogante, nunca se deve evitar ouvir uma das partes, porque agimos por pré-conceitos, logo não somos mais isentos para testemunhar uma sentença mais justa possível, só.  

Na Guiné-Bissau, logo no início deste conflito político/militar, muitos analistas políticos conhecidos da praça e organizações políticas internacionais, quiseram avançar com uma sugestão de envio de uma força de interposição e não de intermediação do conflito (operações de manutenção da paz).
Na altura, muitos de nós questionamos o porquê de uma força de interposição, se o País não está em guerra (um facto evidente mas abandonado nas suas considerações), o que aliás anteviu a pouca vontade por parte da CPLP em entrar no terreno e fazer a constatação e recolha de argumentos, todo o material para uma análise exaustiva do conflito que, ainda fresco, facilitava uma melhor leitura.
Mas escolheram então o passeio aéreo por "bandas" com montras mais atractivas e não o lamaçal deste conflito que ia ganhando raízes pós-golpe de Estado no País. Foi o primeiro erro crasso cometido contra o tempo, evitaram pôr o dedo na ferida e preferiram analisar discursos e fotos online. Mas que pena, se são pagos para muito mais, enfim, batendo no ferro ainda quente, facilmente seria moldado a gosto, porque frio é mais custoso e difícil, é o que está a acontecer. Houve, portanto, uma falta de sentido de oportunidade dos diplomatas, alguns preferiram o frio artificial dos gabinetes em vez de arregaçar as mangas no calor tórrido deste conflito no terreno.
É de realçar um factor importante aqui, não vemos duas forças militares em guerra aberta, mas tivemos um golpe militar sem derramamento de sangue e com duas prisões efectivas, tornadas públicas até hoje. Continua num impasse o que toca a soluções definitivas que englobem a totalidade das forças políticas no território, auto – exclusão do maior partido político no terreno (PAIGC). Uma guerra de palavras substitui as balas no teatro das operações, um combate em duas frentes, nacional e na Diáspora, uma falta de harmonia nos objectivos traçados, com ambas as partes em perfeita surdez propositada, que aponta para um impasse de longa duração nesta resolução que se pretende positiva e mais justa, de acordo com uma paz possível a conquistar num período de transição.

Mas, meus compatriotas e amigos, "onde houver mel, mete-se o dedo e chupa-se" dizia o outro, e porque não, perguntamos nós. Só se houver o controle desta riqueza que todos cobiçam e ninguém dispensa para a sua saúde física e financeira reconhecidas no futuro, na biodiversidade, na existência de muitas outras riquezas no mar e no subsolo deste território hoje cobiçado por "aves" de rapina, que em voo parado de reconhecimento aguardam por um momento certo, quando já estiverem cadáveres os nativos, para baixar as âncoras e subtrair o que puderem. Chegam trazidos nas costas de alguns Guineenses inconscientes da sua ligação “sanguínea” à Terra, e fazendo tudo para vender a Mãe a preço de saldo, e tudo o que não teria preço, pela sua natureza visceral do afecto, respeito pelo Povo, culturas, patrimónios físico, material e humano deste Povo.

Na Síria, infelizmente a situação do conflito atinge proporções desastrosas. Há já alguns meses que se previu esta evolução galopante para uma guerra civil, como todas elas, com resultados imprevisíveis, na única certeza porém de nada travar as mortes, assassinatos, abusos e barbárie, acostumados a rever cenários de chacina, e como se não bastasse, a comunidade internacional aguarda calma, numa estratégia algo duvidosa e expectante, quando as potências que costumam policiar o mundo, até hoje nada fizeram para travar militarmente esta situação. Dá para perceber que só chegam quando o que lhes interessa assim o exige, tudo leva a crer que esta afirmação militar acontece sempre com contrapartidas materiais e económicas à vista. Como exemplo temos  o caso Líbia, que em poucas semanas, numa gigantesca operação militar, aviões descolaram vinte e oito mil vezes para bombardear esse território, hoje basta ver, pensarmos, sabemos que benefícios estiveram por trás destas intervenções rápidas. Perguntamos, porque ainda não foram intervir na Síria, onde morrem crianças, mulheres e velhos todos os dias.

Posto isto, recorda-me que em jeito de reflexão, ter lamentado numa ocasião neste site, as incompatibilidades das duas organizações (CDEAO E CPLP) no que concerne às disputas da “razão” em campos diferentes neste conflito político/militar. Não se tem conseguido demonstrar a isenção esperada, verificamos uma confusão total de papéis que cada uma das partes desempenha, e acabando por meter os pés pelas mãos sem reconhecer o erro de “identificação” negativa cometida contra os estatutos, neste caso da CPLP por exemplo (objectivos para que foi criado) os estatutos previstos para esta organização no seu desempenho, nos campos de acção em que deveria actuar, sem se imiscuir no que não lhe diz respeito, no tempo e no espaço da sequência dos conflitos politico militar na Guiné-Bissau, demonstrou ter dois pesos e duas medidas, pondo em causa todo a seu método e pedagogia utilizada até aqui.

Estas duas organizações pouco têm feito, na prática, pelo Continente Africano, em várias situações onde podiam “medir” forças e fazer vincar as suas opiniões, nada se ouviu, foram sempre a reboque das potências, principalmente a CPLP, chegamos a não perceber o que faz ou tem feito, não há nada para ser exibido como “troféu”, é muito pobre a sua história até hoje, é preciso ser mais interventivo, ter voz própria, mostrar carácter e personalidade colectiva dos que vem dizendo que representam. Vejamos, por exemplo, no caso do conflito na Líbia, era esperado muito mais da CDEAO na sua voz activa, uma forte opinião sobre tudo o que se passou na Líbia, mas, nada, apenas apareceram para assistir ao “velório”, sem a presença do corpo. É preciso maior dignidade e carácter no desempenho e actuação destas diplomacias no terreno, só.

A CPLP e CEDEAO apresentam uma interacção com muitas dificuldades, são variáveis difíceis de medir, o sentido e valor do empenho de cada um. Um desconhecimento traiçoeiro para os políticos de “transição” neste momento. Aparentemente separados mas inter-relacionados nos assuntos fazem um bloco-problema para as nossas cabeças, convém não descurar este aspecto, deve ser equacionada, sempre que se justificar, uma avaliação concreta sobre este conflito.

Esta realidade, passando despercebida, pode ser traiçoeira para a Guiné-Bissau, porque na verdade não há uma fronteira estanque entre as duas organizações, isto que acabo de afirmar é subliminar, por isso, Guiné-Bissau deve agir em "relaxe", manter o estado de profunda racionalização, numa atitude de pensar os problemas sem perder de vista os seus interesses, e só os seus, repito como prioridade máxima. Todas as outras organizações são como que Clubes de futebol num campeonato “mafioso” com árbitros comprados e a peso de ouro, com a única diferença a nosso favor, o facto do campo de jogo ser nosso, a chave sermos nós que a temos com se espera (alguns de nós).

O mal é que não existe uma única cópia da chave principal. Neste momento foi poli copiada e ninguém sabe quantas se encontram espalhadas em mãos alheias, o que é revoltante, tornando difícil a estrutura do vínculo entre irmãos, com isto, outros adversários ganham terreno, isto é, outras equipas que já têm "comprados" alguns "pontas de lança" disfarçados, mas Guineenses, a pactuar com "treinadores" da equipa adversária, levando recados que nos são retirados sem sabermos quantos segredos já estarão do outro lado. É de realçar que não estamos todos no mesmo barco, o que nos fragiliza bastante numa altura destas que deveríamos estar mais unidos entre os líderes.

Temos muitas informações que passam de um lado para o outro sem controlo, de certeza absoluta, visto que temos irmãos “desavindos” e com “guarda-costas” oriundos de Países do estrangeiro, interessados nas mesmos conteúdos em discussão e análise, um verdadeiro obstáculo e quebra-cabeças que tem vindo a castigar tudo e todos…

Sabemos que negociar sem ter "o segredo" a sete chaves trancado, é obviamente trazermos um rótulo na testa, em que toda a gente, sabendo ler, antecipa o que queremos ou o que vamos dizer, eis a pior dificuldade neste momento para a Guiné-Bissau.
Repito, CPLP, CEDEAO, são dois principais adversários dos reais e profundos interesses da Guiné-Bissau, mas igualmente nossos parceiros, porque estamos representados no seu interior. Aparentemente um deles (CEDEAO) está melhor posicionado neste momento, mais próximo e deve ser encarado como uma relação com os dias “contados”, um casamento a curto prazo, quase uma "rapidinha" relação de interesse no nosso País. Mas todos nós sabemos que na "prostituição" não existe amor (e é bem feito para os seus clientes), porque o amor não é uma fricção de mucosas, e aqui, nestas organizações muitos esfregam as mãos, já coça, todos “excitados” pelo mesmo (com alguns chulos à mistura) oferecem compensações aos seus "pontas de lança" que são nossos irmãos Guineenses, que jogam nessas equipas (CEDEAO/CPLP), para marcarem o máximo de golos possíveis. Temos muita dificuldade todos, para lidarmos ao mesmo tempo e, perigosa se torna quando perdemos o controle da chave mestra, mas, tudo passa pelos níveis de alerta máximo, que trazemos dentro de Casa, até porque estes pontas de lança que são nossos irmãos, pode até ser que aceitem "subornos" no bom sentido (aconselhamento) para marcarem na própria baliza, o que seria muito bom para a Guiné-Bissau, neste período de debate, de consciência nacional na resolução definitiva desta crise. Senão, cada vez mais, temos quase tudo perdido, há que renegociar muita coisa e com a cabeça fria, sem partir do princípio que temos "amigos" pré-estabelecidos (CDEAO/CPLP), nunca porque não se pode acreditar, aqui só a Mãe é amiga, os outros, às vezes, são muito esquecidos e podem mudar de estratégia, de interesses e até de “identificação”.

Um político não tem amigo noutra “bancada”, cada um defende os seus interesses, o segredo é a chave para se ganhar a questão, quanto mais bem guardado, melhor. Perante as ideias somos adversários, no domínio de interesses que cada um defende, há que não misturar emoções pessoais ou princípios de orientação traçados a partir dos nossos objectivos gerais e específicos.

A CPLP e CDEAO são dois organismos distintos dos quais fazemos parte integrante, mas que cada um dos seus membros defenda a sua “casa”, em cada casa um presidente com o seu governo, na mesma cama, o amor e o ódio dormem lado a lado, mesmo que a roçarem-se, são igualmente distintos, por isso, o segredo é a alma do negócio, sempre que os interesses venham à tona, estamos pelo que nos interessar mais…

Esta crise é profunda e traz um golpe igualmente profundo, temos muitos pontos internos e externos que vão aguardar a cicatrização por muito tempo, neste período de convalescença devemos aproveitar para visitar as ideias dos nossos irmãos “zangados”, discutir com todos, ser tolerantes e saber ceder, encontrar soluções de paz, esperança e de confiança, baseados na transparência e nas lutas comuns que venham a dignificar as nossas escolhas, como Povo da Guiné-Bissau. Para isso, devemos hoje estar ligados sem hesitar, assinar por baixo, nos compromissos que não mais podem esperar por, tarde de mais, a sua exigência no espaço e tempo das necessidades, este futuro é hoje, só.

Viva a Guiné-Bissau livre, democrático e progressista.
Djarama. Filomeno Pina.

Eduardo dos Santos e seus homens continuam a se articular no mundo como verdadeiros mafiosos.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
zedu67
O mundo da máfia está cada vez mais organizado e poderoso com as novas artimanhas que vão fabricando todos os dias,  para controlar os negócios mais sujos de uma grande parcela do planeta.

Angola , com a maioria das suas riquezas entregue em mãos de governantes corruptos , pontifica na lista da máfia internacional em lugar , que já vai causando grandes preocupações, e desastrosas conseqüências ao povo sofredor de angola.
No mundo dos negócios da máfia internacional, alguns governantes angolanos continuam a atingir alguns dos seus objectivos, sejam eles criminosos ou não, por que a maioria deles trabalham em sintonia com multinacionais internacionais muito fortes, em termos de estrutura.
Eles hoje parecem, mais habilitados graças ao esforço de alguns inteligentes que resolveram meter suas inteligências ao serviço de um governo mafioso, sem qualquer compromisso com a pátria e o povo angolano.
Hoje na corrida desenfreada aos dólares, eles negociam de tudo um pouco, desde aos nucleares, políticos, desportivos até mesmo a dignidade de seu próprio povo.
Tudo na perspectiva de roubar o mais rápido possível, por que o amanha poderá ser tarde demais, numa altura em que o povo angolano parece ganhar consciência e ir se libertando do medo, imposto pelo regime.
As estratégias são quase sempre elaboradas por pessoas muito ligadas ao governo, que acabam por se beneficiar dos esquemas e negócios muitas vezes, dos mais sujos da história da humanidade.
Por exemplo, mesmo a pouco tempo foi descoberto de que, a participação de angola no mundial da Alemanha, afinal tinha sido negociada com uma determinada organização, em troca de 10 % da produção de diamantes e 17% da produção do petróleo, em jogadas de bastidores.
São nessas e noutras jogadas sujas, que o governo mafioso de angola não se importa gastar volumosas somas de dólares.
Também fala-se em estratégias negociadas para desacreditar figuras de partidos da oposição e membros de associações cívicas como a Omunga e outras, para se manter no poder e conseguir adormecer e outros que se julgam conhecer tudo.
Não são poucas as vezes que ficamos sem compreender, como é que, pessoas de tão boa formação, acadêmica, profissional e diria mesmo política, se deixam enrolar, por alguns dúbios de formação medíocre, que governam um país tão rico como Angola, também em matéria humana.
A questão angolana se quisermos ser sinceros e realistas, já não se coloca do ponto de vista político, porque aquilo que o MPLA / JES tem feito em Angola,  já não tem nada haver com política.
Se mesmo depois de mais 30 anos não conseguiram criar instituições públicas credíveis e suficientemente sólidas, argumentando alguns, de que, ainda é muito cedo, o que não foi cedo para roubarem os biliões aos cofres públicos.
De 1975 para cá Angola tem, alternamos entre Netismo, Eduardismo, Ditaduras, além de algumas farsas democracias, do jeito musculado.
Na realidade, Angola tem tido eleições mesmo sendo manipuladas e serão sempre, porque os homens que se instalaram no governo, têm sabido explorar as fraquezas do povo angolano, em proveito da bandidagem, e faz do medo desse povo, sua fonte de rendimento.
Embora existam regras que devem garantir a lisura eleitoral, o regime angolano cheio de vícios e embaraços jamais, se sentirá, obrigado a cumprir com as regras democráticas.
Como por exemplo tudo valeu nas eleições passadas, para fraudar o processo eleitoral naquele país, sem que os Angolanos tivessem coragem de protestar, as aldrabices do partida da situação.
Nas eleições passadas tudo valeu para fraudar e viciar o processo.
Desde a qualificação dos eleitores, entre sulanos e nortenhos e até de pessoas imaginadas, tudo foi feito, para derrotar, quem partia para o jogo esperando por justiça.
No dia das eleições, muitos eleitores foram impedidos de colocar seu boletim de votos e houve, troca de boletins por outros previamente preparadas .
Houve militares que em troca de 500 á 700 dólares tiveram a missão de queimarem urnas e falsificarem atas, numa contagem fraudulenta, onde se alterava a contagem dos votos.
Haviam figuras de expressão local nas províncias que controlavam o acesso a muitos empregos, mobilizando e fazendo promessas, de que, concederiam benefícios aos que votassem no MPLA e criariam embaraços, para quem não estivessem do seu lado.
Em Luanda os directores de quase todas as empresas lidagas ao Estado, tiveram a missão de oferecer cabazes aos seus familiares em troca de votos e as ameaças para votar no MPLA era uma constante.
Todas as estratagemas foram utilizadas entre oferta de dinheiro, roupas, chapéus, porta chaves, tudo para comprarem a consciência dos angolanos e forçá-los a votar no MPLA.
Muito antes de encerrar o acto eleitoral muitas figuras do partido no poder já, cantavam á vitória com a certeza do trabalho sujo ter sido cumprido até ao último pormenor.
Em regiões onde eram consideradas como espinha dorsal da oposição, o regime não perdeu tempo, os escândalos até chegaram a ser ás escancaradas, os militares cumpriam as ordens dadas pelas chefias e estratégias elaboradas e coordenadas, pela famigerada comissão eleitoral de eleições de Angola.
E no fim conclui-se de que as eleições não satisfazia e nem representava a vontade popular , mas sim dos partidários do MPLA de Eduardo dos Santos, um dos maiores assassinos do continente africano.
Sembele Muene (Em Portimão)
fonte: mpdaangola






Cécilia Attias: "Quando você ajuda uma mulher, você ajuda a humanidade"

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Cecilia Attias disse a SlateAfrique porque o destino das mulheres no continente toca o seu coração.

Cécilia Attias, terceiro da esquerda, no New York Fórum África, em Libreville, Junho 2012 © Wilfried MBINAH / AFP.
SlateAfrique - Testemunhos de mulheres africanas se reuniram no Fórum de Nova York, em Libreville para que eles mudassem sua visão sobre o continente? Cécilia Attias - O que muda completamente, isso é o que vemos como um espectador na cadeira atrás de sua televisão ou o que você lê na imprensa e estar no campo para atender essas mulheres que experimentaram. Eu vi essa mulher que tem sido muito marcada, a mulher somali, que disse: "O mundo em que vivo não é de todo o mundo, mesmo que você mencionou. Nos campos na Somália, um é forçado a monetizar paz das mulheres, explicando aos homens, por vezes, apresentados somente se eles não batem em suas esposas, retornando. "Há mundos que são fundamentalmente opostas, de modo longe um do outro.Seja no campo, mesmo se o tempo foi limitado pela carga de trabalho, e ver essas mulheres, seu olhar é terrivelmente impressionante. De repente, as coisas estão tomando forma. Porque através da televisão ou jornal, não está em contato direto com um olhar, uma emoção. A história desta mulher foi profundamente comovente. Ela foi recebido porque o somali disse que, talvez, para falar, ela teria que ouvir e ajudar. Esta é a função primária da nossa fundação. Nossa fundação é fazer tudo para que possamos ver e ouvir essas mulheres. O evento reuniu pessoas que podem ajudar, por todos os meios à nossa disposição para apoiá-los.SlateAfrique - A cada encontro forte não dá para você ter que ir com mais freqüência no campo? C.A. - Deixe-me ser muito franco com você. Inicialmente, quando eu configurar esse fundamento, eu queria abordar mulheres directamente. E então eu sabia que as mulheres excepcionais que têm dedicado suas vidas a esta causa, deixando suas famílias, seu país e que estão no terreno dia e noite sem descanso. Quais são essas mulheres que eu quero ajudar. Elas fornecem assistência, é importante. Tente financiá-las, fornecendo-lhes com os voluntários que podem gastar dois ou três meses com eles, dar-lhes o equipamento é já uma ajuda considerável. Eu não tenho certeza de ser capaz de fazer o trabalho que elas fazem todos os dias, longe da família e entes queridos, tenho uma profunda admiração por essas mulheres. SlateAfrique - Você mencionou que temos muita informação sobre o status das mulheres e a mobilização continua a ser baixa. Mas essa informação sobre estupro das mulheres na RDC, em particular, não estão relegados para o fim dos jornais? C.A. - Isto é o que é monstruoso! Uma função de nossa fundação é para obviar a esta situação indo para o campo. Vamos acompanhar o trabalho feito nas plataformas do site. • Movendo e mostrando o que vai abrir os olhos de algumas pessoas. Claro que podemos fazer coisas melhores. É por isso que muitas celebridades concordam sobre as causas do mundo, porque eles têm um público maior. Não tenho a pretensão de ter um grande público, mas na minha humilde nível, tenho credibilidade. Credibilidade com as mulheres que vêm a mim, que confiam e estão dispostos a explicar o seu problema. SlateAfrique - A sua intervenção na Líbia para libertar enfermeiras búlgaras ela foi o gatilho para esse fim? CA - Eu trabalhei para as mulheres e com as mulheres por muito tempo, ninguém fala sobre isso e é muito mais complicado. Eu tentei cuidar de crianças cujos pais morreram servindo na Polícia Nacional e como as mulheres espancadas. Eu tentei abrir centros para saudar o dia em Paris, etc. Sempre ocupado o outro. E então, de repente, o fato da mudança em os EUA, onde havia bases tantas, tantas pessoas que se envolveram e ajudaram, me fez pensar. Eu pensei: como posso fazer a minha contribuição, eu não tinha muito dinheiro, eu não vou levantar fundos, eu não sei o quão bela jantares de gala, de onde viemos e fazemos milhões dólares, eu não posso fazer isso. No entanto eu sei que ir ao encontro do povo: ouvi-los e ajudar com os meus meios, como eu posso e é isso que eu quero fazer. Eu posso não ser capaz de passar minha vida com pessoas que estão sofrendo no chão, a sacrificar a minha família para isso. Mas eu posso ouvi-los, ouvi-los e dar-lhes a ajuda que necessitam. Na verdade, não tem sido um catalisador, um gatilho, a sensação de ser ouvido, acredita, ter essa força que faz as coisas acontecerem. SlateAfrique - Ter que passar horas de negociação, a Líbia, a libertação de enfermeiras búlgaras mostrou que você era capaz de agir no terreno? CA - Eu estou orgulhoso de ter vidas salvas. Talvez alguém teria feito isso comigo, se eu não tivesse conseguido sair. Um porque estava muito doente, outro era um suicida, foi mais de nove anos, eles estavam lá. Enfim, eu provavelmente trouxe alguma esperança a estas enfermeiras e do médico palestiniano. E não é tão ruim a dizer que poderia ser de alguma utilidade. Ele faz você querer ajudar ainda mais. SlateAfrique - Agora que você não é mais senhora primeira da França, você se sente muito mais livre em seu discurso e em suas ações?CA - Porque eu tinha um diálogo com sete Primeiras Damas Africanas? Porque elas fazem uma ação de campo impressionante. Elas não podem se expressar, em última análise, não importa. Todo mundo sabe, você sabe, eu sei. Elas estão ligadas por um dever de confidencialidade e devemos respeitá-las.No entanto, elas são trabalhadores de campo real que eu queria mostrar, convidando-os a depor. Para mostrar que seu compromisso era total e elas precisavam de apoio, elas podem não ter os meios e dinheiro, mas elas trabalham no campo, acreditem em mim noite e dia, como fundações são excepcionais e ninguém fala. Por que eu queria criar um diálogo? Nem um pouco para mostrar "primeiras damas". Mas para mostrar que são continuamente no chão, elas nunca falam sobre isso, elas andam em territórios inteiros, muitas vezes enormes, quentes, com um clima difícil. Eu também queria que elas tivessem alguma forma de ajuda de pessoas, que ouvem e sabem ouvir. Jeannette Kagame, a esposa do Presidente do Ruanda, é uma mulher notável, que fundou uma fundação excepcional. Ela chegou em Ruanda depois do genocídio, uma vez que não poderia estar em casa antes. Ela é marcada pelo que aconteceu. A reconstrução é grande porque as pessoas estavam matando uns aos outros e de forma rasgada. É assustador, ela me disse. É sua missão e ela não diz nada. Mas ela está sempre no chão. Essas mulheres também têm direito ao reconhecimento, há que ajuda-las, ouvi-las, dar-lhes o apoio que necessitam. SlateAfrique - Muitas ações são dedicadas à luta contra a AIDS. Mas como separar o destino dessas mulheres que têm filhos? CA- Não é que as mulheres serão separadas de crianças. Ouvindo as palavras maravilhosamente devum dos participantes do fórum: ". Quando você ajuda uma mulher você ajuda a humanidade, quando ajudamos uma mulher com uma criança" É óbvio! Então eu não separo um do outro. Em nenhum momento! Entrevista com Peter Cherruau, editor-gerente da SlateAfrique em Libreville.

fonte: SlateAfrique

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