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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Senegal: Missão Integrada das Nações Unidas para a Estabilização no Mali - 12.600 soldados de uniformes azuis serão implantados no Norte.

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O Conselho de Segurança da ONU autorizou, ontem, a criação de uma força de manutenção de paz de 12.600 soldados responsáveis ​​pela estabilização do norte do Mali após a intervenção francesa contra os islâmicos que controlavam a região.
Esta Missão Integrada pelas Nações Unidas para a Estabilização no Mali (Minusma), que vai assumir a Misma (força Panafricana) será implantado de forma eficaz a 1 de Julho, se as condições de segurança o permitam, e "por um período inicial 12 meses. "
Nos próximos 60 dias, o Conselho de Administração determinará se a segurança no terreno é suficiente, diz a resolução, desenvolvida pela França e aprovada por unanimidade.
O máximo de integrantes da Minusma inclue 11.200 soldados e 1.440 policiais, incluindo "batalhões de reserva capazes de rápida intervenção."
O texto autoriza "as tropas francesas (...) para intervir em apoio aos elementos da Minusma em caso de perigo grave e iminente, é a solicitação do " secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Mil soldados franceses devem permanecer no Mali para combater uma possível guerrilha grupos islâmicos armados. O exército francês também tem retaguarda no Senegal, Costa do Marfim e Chade.
O contingente francês no Mali deve ultrapassar 3.850 soldados hoje, 2.000 em julho, e um mil no final de 2013. No auge da operação Serval, lançada em 11 de janeiro, o contingente tinha cerca de 4.500 homens. O Minusma não é uma missão de contraterrorismo, mas vai "estabilizar principais centros urbanos, particularmente no Norte" e "evitar um retorno de elementos armados nessas áreas." Os uniformes azuis devem também deve proteger os civis e o património cultural e monitorar o cumprimento dos direitos humanos.
De acordo com a Human Rights Watch, Minusma recebeu um "mandato forte em matéria de direitos humanos", mas deve "agir rapidamente para proteger os civis vulneráveis" e evitar represálias contra os tuaregues e árabes suspeitos de terem apoiado em Bamako os jihadistas da região Norte.

Muitos riscos

Uniformes azuis também podem ajudar as autoridades do Mali para estabelecer "um diálogo político nacional,organizar eleições livres, justas e transparentes" e promover a reconciliação com os Tuaregues do Norte. Um representante especial da ONU para o Mali será nomeado para liderar o Minusma.
Sua implantação real vai depender de certos critérios, incluindo "o fim das grandes operações de combate por forças internacionais" e uma "redução significativa na capacidade das forças terroristas representarem uma ameaça significativa".
As forças de uniformes azuis serão escolhidos o quanto possível para integrar os efetivos  da Misma, a força conjunta dos países da África Ocidental. A Misma tem 6.300 homens membros da Comunidade Económica do Oeste Africano (Cedeao) e do Chade, implantados em Bamako e no norte. "O aumento de Minusma vai demorar meses", disse um diplomata, o número deve chegar a 6.000 homens, o número deve aumentar até 1 de Julho com a redução do contingente francês. Cerca de 150 soldados franceses devem participar da Minusma, incluindo oficiais de comando integrado. Segundo um especialista, a operação deverá custar várias centenas de milhões de dólares por ano com força total.
Esta iniciativa representa um "desafio" para a ONU, disse outro diplomata: "É incomum para lançar uma operação de manutenção da paz quando não há paz para manter."
Em um recente relatório, Ban Ki-moon observou que são "muitos riscos", os "ataques terroristas". Após uma visita ao Mali, em meados de março, o Sub-Secretário-Geral Edmond Mulet, falou de "ameaças sem precedentes já encontradas em um contexto de paz."

fonte: lesoleil.sn


Homem condenado a passear na cidade vestido de mulher.

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foto para ilustração.

Um juíz de Marivan, no curdistão iraniano, castigou um delinquente com um passeio pela cidade vestido de mulher. O caso gerou uma onda de indignação e uma manifestação na cidade reprimida com violência.
Um juíz de Marivan, no curdistão iraniano, decidiu no passado dia 15 de abril castigar um suposto delinquente com um passeio pelo centro da cidade...vestido de mulher. O caso despoletou uma campanha no Facebook onde homens curdos se deixaram fotografar vestidos de mulher, juntamente com protestos de feministas e uma carta aberta de vários deputados aos ministros do interior e da Justiça em sinal de protesto.
"Ser mulher não é algo que deva castigar ou humilhar ninguém", pode ler-se na página online com o título "Homens curdos pela igualdade", onde se podem ver homens jovens e adultos vestidos com os trajes tradicionais das mulheres curdas numa manifestação de solidariedade.
Segundo o jornal espanhol "El País" esta é uma reação muito parecida com a que aconteceu em dezembro de 2009 quando se deu a detenção do líder estudantil Majid Tavakoli. Na altura, as autoridades iranianas diulgaram uma imagem sua vestido de mulher tal como a lei do irão obriga a que as mulheres se vistam em público e afirmaram que o jovem tentara fugir da universidade vestido de mulher. Na realidade, tentavam humilhá-lo (mais tarde foi descoberto que o obrigaram a vestir-se de mulher para a foto), mas o tiro saiu pela culatra às autoridades do país e centenas de homens deixaram fotografar-se com a cabeça coberta com lenços verdes (a cor dos reformistas) em sinal de apoio a Tavakoli.
No recente caso não há imagens divulgadas pelas autoridades, mas a notícia do homem vestido de mulher que foi obrigado a percorrer várias ruas da cidade escoltado por agentes da polícia indignou Marivan. Apenas 24 horas depois do sucedido, um grupo de ativistas curdas organizou uma manifestação de protesto contra o insulto às mulheres. Para elas, e para os homens que as apoiaram, o castigo torna-se mais humilhante para as mulheres do que para os condenados.
"A Associação de Mulheres de Marivan condena essa acção e considera-a um insulto às mulheres", escreveu o grupo na sua página do Facebook, onde denunciou o incidente e anunciou a manifestação de protesto. Quem não esteve de acordo com os protestos foram as autoridades que enviaram para o local brigadas anti-motim para reprimir a manifestação. Segundo uma organização de Direitos Humanos iraniana, dos confrontos com a polícia resultaram várias detenções. A violência policial fez vários feridos e uma mulher foi levada ao hospital com uma perna partida.
por Luís Manuel Cabral

fonte: dn.pt

Jornal de Angola critica "elites corruptas e ignorantes de Lisboa" num texto sobre o 25 de Abril.

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“Não é de estranhar que seja em Madrid" que "hoje se realiza um grande fórum de investidores europeus interessados em Angola", escreve o diário oficial.


Jornal tem denunciado alegada campanha contra AngolaSTEPHANE DE SAKUTIN/AFP

Jornal de Angola volta esta quinta-feira a criticar as “elites corruptas e ignorantes de Lisboa”, que, em seu entender, determinam e estão a prejudicar as relações entre Portugal e Angola. As críticas constam de um editorial intitulado “Um Abril sem festa”, que tem como pretexto o 25 de Abril. O editorial insere-se numa série de textos críticos da actuação da justiça e dosmedia portugueses. O Jornal de Angola, único diário do país, e jornal oficial, que chegou já a defender o fim dos investimentos angolanos em Portugal, afirma desta vez que a cooperação bilateral está a ser afectada.As “elites corruptas e ignorantes”, que o editorial não identifica concretamente, preferem “dar as mãos a gente de baixa categoria, que vive da mentira, da difamação e do embuste”, e com isso, segundo o jornal oficial, “é a cooperação bilateral que sai prejudicada”. Por essa razão, acrescenta, “não é de estranhar que seja em Madrid, e não em Lisboa, que hoje se realiza um grande fórum de investidores europeus interessados em Angola. Muitos homens de negócios da Europa começam a ver que a falta de visão de Lisboa está a atrasar e prejudicar os seus investimentos em Angola”. Em Portugal, “só os bandoleiros têm respeito e são bem recebidos”, diz também o jornal. “Qualquer marginal é um cavalheiro para as elites corruptas portuguesas, desde que diga mal dos titulares dos órgãos de soberania angolanos.” As críticas abrangem também com particular veemência os mediaportuguesas. “Um qualquer escroque tem passadeira vermelha nos órgãos de comunicação social portugueses, neste momento bem mais asquerosos do que os propagandistas do regime fascista.” Noutra passagem, o texto acusa-os de darem “espaço a toda a espécie de mentiras e calúnias” “Por muitos ventos contrários que soprem de Lisboa, por muitas punhaladas que as elites ignorantes e corruptas portuguesas desfiram nos nossos Povos, jamais conseguirão pôr-nos de costas voltadas”, diz, no entanto, o editorial. As elites “ignorantes e corruptas até conseguiram afastar Manuel Alegre e Mário Soares das comemorações do 25 de Abril. Vasco Lourenço é para eles mais um Capitão de Abril a abater. Otelo Saraiva de Carvalho já nem sequer tem lugar entre os beneficiários da revolução que ele comandou destemidamente”, refere também o texto. O último editorial crítico  foi publicado no último domingo. Nele, o director do diário de Luanda, José Ribeiro, atacou a justiça portuguesa a propósito da condenação de Maria Eugénia Neto, viúva do primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto, por crime de difamação da historiadora Dalila Cabrita Mateus. O texto recordava também que o Ministério Público tinha mandado arquivar uma queixa apresentada por generais angolanos contra o activista Rafael Marques.  Na sequência da divulgação dessas investigações, dois membros do Governo português, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, tentaram restabelecer a confiança de Luanda em Portugal. O "sistema judicial português não é lugar adequado para dirimir questões internas de outros Estados", disse Portas. A comunicação social portuguesa tem sido criticada por notícias como a investigação ao procurador-geral de Angola. Em Novembro de 2012, o Jornal de Angola denunciou em editorial o que considerou uma “campanha contra Angola […] do poder ao mais alto nível” em Portugal e previu que as relações entre Luanda e Lisboa fossem prejudicadas. No que ao 25 de Abril diz respeito, o editorial desta quinta-feira relaciona as lutas pelas independência do país e a construção da democracia em Portugal e escreve que os angolanos “não vão esquecer” que o Movimento das Forças Armadas, que há 39 anos  derrubou o Estado Novo, “se juntou ao MPLA, à FNLA e à UNITA na luta pela liberdade, pela Independência Nacional e pela democracia”. Diversos dirigentes angolanos são referidos como “heróis da libertação do povo português” e vários “capitães de Abril” são “também nossos heróis” – escreve o jornal. No grupo dos primeiros são nomeados os então líderes do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e da FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola), Agostinho Neto e Holden Roberto, respectivamente. Não é mencionado Jonas Savimbi, que liderou a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), que combateu o governo do MPLA. 

fonte: publico.pt

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