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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Os Ministros da Cultura da CEDEAO têm sua Vª reunião Estatutária em Lomé.

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Ouverture
Os ministros da Cultura da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) se reunirão de 29 a 30 de Janeiro de 2015, em Lomé, Togo, para sua Quinta Reunião Ordinária Estatutária afim de examinar alguns documentos essenciais da organização regional sobre os programas de eventos comunitários e  culturais.
Estes documentos serão submetidos à sua apreciação pela Comissão Técnica de Peritos da cultura da CEDEAO, comumente chamado de Comissão Técnica, que se reunirá de 27 a 29 Janeiro de 2015, ainda na capital togolesa.

Eles deverão notadamente informar os ministros das realizações, dificuldades, desafios e oportunidades identificadas durante as várias consultas e a implementação de programas de desenvolvimento cultural e planos de ação.
A reunião de peritos também irá fornecer o Programa Cultural Regional para o período de 2015-2017 e analisar relatórios de várias reuniões anteriores sobre questões culturais.

Isto é, entre outros, a reunião do Observatório de direitos autorais, por peritos do Património e Museus e da oficina preparatória para a primeira edição do Festival de Artes e Cultura do CEDEAO (EcoFest).

Os especialistas também vão discutir os resultados da reunião de validação do estudo sobre o primeiro Fórum da CEDEAO sobre a educação para uma cultura de paz através do diálogo inter-religioso.
Além de especialistas e ministros da Cultura dos Estados membros e funcionários da Comissão da CEDEAO, na reunião de Lomé também estarão pessoas de recursos, portanto, os representantes de organizações religiosas, como a religião cristã, a religião islâmica e religiões endógenos.

Representantes dos parceiros de desenvolvimento e dos membros das organizações da sociedade civil que trabalham na área da cultura também vão participar desta reunião.

Nota-se que o dia 31 de janeiro de 2015, será dedicado à organização de eventos culturais na capital togolesa.

#abidjan.net

Primeiro-ministro da Guiné-Bissau realiza visita de dois dias a Cabo Verde.

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Domingos Simões Pereira vai efetuar de 27 a 29 deste mês, uma visita oficial ao país.

VISITA OFICIAL

Santa Maria - 19 de Janeiro - A deslocação estava prevista para o início de Dezembro, mas foi adiada devido à erupção vulcânica na ilha do Fogo, iniciada a 23 de Novembro.
De acordo com a agência lusa, durante esta visita está prevista a realização de uma "cimeira de cooperação" para analisar o reforço das relações bilaterais no domínio económico e empresarial, reforma do Estado e da Administração Pública, governação eletrónica, turismo, ensino superior, ciência, inovação e segurança social.
o programa de visita do executivo há muito está a ser ultimado, mas hoje uma fonte do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder) disse à lusa que Simões Pereira, na qualidade de líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), poderá antecipar a deslocação, uma vez que foi convidado a participar no Congresso da força política cabo-verdiana no poder desde 2001, que decorre de sexta-feira a domingo na Cidade da Praia.

Foto-Agência Lusa
Ocean Press

Empresários de Cabo Verde e da Guiné-Bissau discutem relações bilaterais.

O Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, vai efectuar, de 27 a 29 deste mês, uma visita oficial a Cabo Verde. Durante a visita de Simões Pereira ao arquipélago, está prevista um encontro entre empresários cabo-verdianos e guineenses. O encontro está agendado para a próxima terça-feira, 27.

Empresários de Cabo Verde e da Guiné-Bissau discutem relações bilaterais
Durante este encontro serão analisados o reforço das relações bilaterais no domínio económico e empresarial, governação electrónica, turismo, ensino superior, ciência e inovação.
Domingos Simões Pereira vem acompanhado dos principais Membros do Governo e Representantes da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços da Guiné-Bissau.
Após a visita do premier guineense, há a possibilidade de o chefe do executivo cabo-verdiano, José Maria Neves, cumprir idêntica iniciativa na Guiné-Bissau em data a acertar.
#asemana.publ.cv

Breves notícias da Guiné-Bissau.

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Ministro das Pescas do Senegal vai deslocar-se a Bissau para discutir licenças de pesca.
Ministro das Pescas e da Economia Marítima do Senegal, Oumar Gueye (foto AP)

O Ministro das Pescas e da Economia Marítima do Senegal, Oumar Gueye, anunciou que pretende deslocar-se brevemente a Bissau para discutir com o governo guineense a questão das licenças de pesca.

«É urgente para nós resolver o problema das licenças de pesca com Guiné-Bissau. Temos recebido algumas queixas sobre esta questão», disse o ministro.

Segundo noticia o Senenews, os pescadores senegaleses têm sentido alguns problemas para efetuar a sua atividade em águas guineenses.

«Sem recursos é impossível trabalhar. Os pescadores comunicaram-me que ainda estão à espera que as suas licenças de pesca na Guiné-Bissau sejam renovadas», explicou Oumar Gueye.


Governo espera realizer eleições autárquicas até 2017.
Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro da Guiné-Bissau (foto LUSA)
O secretário de Estado do Ordenamento e Administração do Território da Guiné-Bissau, Abu Camará, revelou que o governo guineense está focado em realizar eleições autárquicas até ao final da legislatura, em 2017.

«O governo liderado por Domingos Simões Pereira está determinado na realização de eleições autárquicas durante a vigência da presente legislatura, esperando por isso que a lei das autarquias locais seja promulgada pelo Presidente da República. Assim sendo, e uma vez cumpridas as atualizações impostas pela lei e a Comissão Nacional de Eleições, vai estar em condições de melhor preparar o seu trabalho em relação ao processo», referiu Abu Camará àPortuguese News Network, esta sexta-feira, em Canchungo, região de Cachéu, no norte da Guiné-Bissau, durante a cerimónia de abertura do encontro dos técnicos de Administração Eleitoral.


Governo e UE discutem pescas pela primeira vez desde 2011.

Uma comissão mista bilateral, instituída pelo acordo de parceria para as pescas entre Guiné-Bissau e União Europeia (UE), esteve reunida na capital guineense pela primeira vez desde 2011, anunciou, em comunicado, a delegação da UE.

Durante o encontro foram analisadas a evolução da atividade desde 2012 e do quadro regulador vigente e respetivas modificações em fase de elaboração, assim como a programação das verbas da UE para o setor.

«O apoio europeu ronda cerca de três milhões de euros por ano, a somar a outros seis milhões anuais de compensação financeira», pode ler-se no comunicado da delegação da UE.
Várias missões internacionais ligadas às pescas têm passado por Bissau desde julho de 2014.


Empresários israelitas querem investir na produção de arroz
Empresários israelitas pretendem investir no setor agrário da Guiné-Bissau, em concreto na produção de arroz, noticiou o jornal estatal Nô Pintchja.

Segundo a publicação, que cita o ministro da Agricultura Aníbal Pereira, uma delegação de Israel, constituída por especialistas na produção de arroz, manifestou, recentemente, esta intenção durante uma visita ao país.

«As perspetivas são boas, porque a missão constatou que existem excelentes potencialidades agrícolas na Guiné-Bissau. O que falta são os meios...», disse Aníbal Pereira.

A delegação Israelita, chefiada por Acher Benkemur, visitou pela primeira vez Bissau em setembro de 2014 e manteve encontros com o presidente da República José Mário Vaz e com o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira.

O arroz é a principal base da alimentação da população guineense.

#abola.pt






O enviado dos EUA se reúne com candidatos presidenciais da Nigéria.

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Secretário de Estado dos EUA John Kerry. FOTO | AFP

O Secretário de Estado dos EUA John Kerry realizou no domingo reuniões separadas com dois candidatos presidenciais da Nigéria sobre a necessidade de assegurar a realização de eleições livres sem violência e advertiu que os infratores seriam negados vistos americanos.

Kerry que se encontrou com o presidente Goodluck Jonathan do Partido Democrático do Povo (PDP) e general aposentado Muhammadu Buhari do All Progressives Congress (APC), aconselhou os políticos nigerianos a trabalharem para garantir uma eleição geral, pacífica e sem violência em fevereiro.

Em uma coletiva de imprensa no domingo, em Lagos, no final de uma reunião a portas fechadas, ele disse: "O governo dos EUA acredita fortemente na Nigéria e que terá eleições credíveis, livres e justas no próximo mês."

Ele disse que a comunidade internacional e o governo dos Estados Unidos estão profundamente interessados na condução da eleição do próximo mês.

Kerry disse que ficou impressionado com o resultado de seu encontro com os dois principais candidatos à presidência nas próximas eleições.

Boko Haram

Ele, no entanto, disse que o governo dos EUA não hesitaria em negar vistos americanos para qualquer-candidato a cargo político envolvido em violência política na Nigéria.

"Queremos dizer que qualquer nigeriano que promove a qualquer forma de violência durante as eleições, ele permanecerá inelegível para visto dos EUA '', disse Kerry.

Ele disse que o presidente Barack Obama enviou-o especificamente para se encontrar com os dois candidatos com vista a ter uma eleição livre sem violência.

Em matéria de segurança, o secretário de Estado reafirmou o compromisso de seu governo para continuar a apoiar a Nigéria na luta contra a seita Boko Haram.

"Os Estados Unidos vão continuar a trabalhar com as forças armadas nigerianas em pôr fim aos assassinatos contínuos de nigerianos inocentes e ataques a comunidades.

"Os Estados Unidos condenam fortemente esses ataques, que se intensificaram nas últimas semanas e estão se espalhando gradualmente para os países vizinhos, '' disse ele.

Kerry também refutou a alegação de que os EUA no futuro discriminarão os nigerianos e outros africanos ocidentais suspeitos de terem contactos com os que contraíram a Doença do Vírus Ebola (EVD).


#africareview.com

domingo, 25 de janeiro de 2015

Emenda Constitucional: Presidente Kabila, ele realmente recuará?

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Presidente Joseph Kabila


Após quatro dias de confrontos em Kinshasa e Goma e fez quarenta vítimas, o poder congolês através do Presidente da Assembleia Nacional, Aubain Minaku, anunciou no sábado, que alínea controversa da lei eleitoral, de cuja adoção ateou fogo no pó seria simplesmente excluído. Imediatamente, a oposição gritou para a vitória, alegando o crédito para este retiro. Mas isso faz você se perguntar se não é triunfalismo prematuro? Especialmente desde que a lei foi aprovada neste domingo, e não foi tornada pública. Em qualquer caso, esta opacidade não é tranquilizadora.
Incontestavelmente, a comunicação de Minaku Aubain é uma consequência da turbulência que Kinshasa tem experimentado na última semana. O governo congolês queria lançar um balão de ensaio para ter uma idéia da magnitude da reação da oposição e da sociedade civil. E o mínimo que podemos dizer é que ela foi usada.

Impressão da Compreensão
É verdade, as ruas da capital congolesa não tinham experimentado uma mobilização popular idêntica que forçou Blaise Compaoré à partida prematura; mas os alunos que responderam aos slogans dos líderes da oposição têm mostrado determinação. Eles estão tensos com o aparato de segurança impressionante para dificultar as suas aspirações. Destacando a paralisia da cidade, diplomatas estrangeiros não estavam esperando melhor para convencer Joseph Kabila da estupidez de sua teimosia. O Presidente congolês, por sua vez, deu a impressão de que ele finalmente entendeu a mensagem.

Permanecer vigilantes
È assim que Aubain Minaku fez a sua saída surpresa no sábado. Mas o fato de que a lei aprovada ontem não foi comunicada às duas câmaras do parlamento, o que sugere que as autoridades congolesas não necessariamente querem ceder tão facilmente. Eles não querem ceder em um projeto que é caro para eles também. Eles, obviamente, querem usar esta opacidade inventado a partir do zero. Além da alegria que tinha manifestado a oposição congolesa parecia pecar por uma certa ingenuidade.
Mesmo que, de acordo com a promessa feita pelo presidente da Assembleia Nacional, a lei fosse efetivamente podada a cláusula controversa, não estaria terminando as ambições de Joseph Kabila de ir além para o seu segundo mandato. Certamente, a questão do adiamento das eleições presidenciais e legislativas seriam resolvidos, mas Kabila poderia voltar sempre para a sua primeira estratégia, ou seja, a alteração do artigo 220, referente ao número de termos. Daí a necessidade de a oposição e a sociedade civil congolesa de permanecerem vigilantes até dezembro de 2016. E mesmo fora dela, como o poder congolês explorará todas as brechas que se desenrolam à sua frente. Estas são as oportunidades do sistema mórbido ou conveniência política!

Por Boubacar BARRY Sanso GCI


# 2015 - GuineeConakry.info





sábado, 24 de janeiro de 2015

Ebola: Mais de cinco casos confirmados na Libéria.

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A Monrovia, la capitale libérienne, le 27 septembre 2014.
Em Monróvia, a capital liberiana, em 27 setembro de 2014. © AFP

A Libéria, anunciou neste sábado que havia apenas cinco casos confirmados de Ebola no país, onde milhares de pessoas morreram da epidemia de febre hemorrágica que parece estar perto de sua erradicação.
"Nós temos cinco casos de Ebola confirmados até o momento na Libéria", disse à AFP o vice-ministro da Saúde Tolbert Nyensuwah. O pior surto já registrado do vírus fez oficialmente cerca de 9.000 mortes em um ano nos três países mais afetados (Libéria, Guiné e Serra Leoa). Mas especialistas acreditam que os resultados reais sejam significativamente mais elevados.
De acordo com Nyensuwah três casos estão na capital Monrovia e outros em Bomi e Grand Cape Mount (Noroest). "Isso significa que nós vamos chegar a zero (casos) se tudo correr bem, se outras pessoas não adoecerem em outro lugar", disse o vice-ministro.

Este anúncio não foi confirmado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), cujos balanços patrimoniais são muitas vezes diferentes das dos países em causa.

#jeuneafrique.com

Ruanda: Altos escalões insinuam que há um plano do Presidente Kagame para concorrer a um terceiro mandato.

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O debate sobre a possibilidade de alterar a Constituição para permitir que o presidente Paul Kagame se candidate a um terceiro mandato poderia ser decidido por um referendo, sob ponto de vista emergentes sobre a questão das autoridades do governo que não estão caminhando nada bem.

O Presidente Kagame é inelegível para ser candidato às eleições em 2017, que deve acontecer no final de seu segundo mandato. No entanto, o debate sobre planos para mudar as regras para permitir que ele continuasse no cargo continua, em meio à crescente preocupação pública sobre o futuro do país, com opiniões de que se ele deveria se aposentar, bem como a preocupação sobre a sua reputação caso ele se junta à crescente lista de líderes africanos a tentarem mudar as regras do jogo para permanecer no cargo.

O Presidente Kagame e altos dirigentes do regime estão relutantes em prosseguir o debate público, deixando a porta aberta para os oficiais de baixa patente em moldá-los e dar um vislumbre do novo pensamento dentro do governo.

A mais recente indicação de que o país pode estar a caminho de um referendo é um artigo de opinião publicado em 19 de janeiro de 2015 no jornal diário pró-governamental, o New Times, por um funcionário do governo local exigindo um referendo para alterar o artigo 101 da Constituição que impõe um limite de dois mandatos na presidência.

"O impacto positivo criado pela visão e liderança do presidente Kagame em Ruanda faz a maioria dos ruandeses ficarem incertos sobre o futuro do Ruanda sob o comando de outra pessoa", escreveu Fred Mufulukye, o diretor-geral e responsável pela administração territorial e boa governação no Ministério da Governo local.

O dirigente argumentou que os limites de mandato não se traduzem automaticamente em democracia, os países do Ocidente, incluindo a Grã-Bretanha, Dinamarca, Alemanha, Holanda que não podem ser citados. Quando o Sr. Mufulukye não está no top do governo ou no partido oficial, a idéia de um referendo para determinar o assunto acredita-se que é para se desfrutar de apoio nos mais altos escalões do Estado.

Também aprendemos que Sheikh Musa Fazil Harerimana, o ministro da Segurança Interna no governo e membro do Partido Democrata Idealista (PDI), começou a pedir uma emenda constitucional para eliminar os limites de mandato, já em outubro de 2010, apenas algumas semanas depois que o presidente Kagame foi empossado para o seu último mandato de sete anos.

Continua a incerteza sobre o sucessor de Kagame o que poderia afetar o crescimento

Em uma carta datada de 9 de outubro de 2010, uma cópia da qual foi recebido pelo Presidente da República, o Presidentes do Senado e da Baixa Câmara dos Deputados, bem como o primeiro-ministro, e que este jornal teve conhecimento, o funcionário delineou planos do partido PDI para convocar um referendo sobre a alteração da Constituição e reduzir o prazo de sete para cinco anos.

O partido, através dos seus deputados, está planejando apresentar uma moção para pedir uma emenda constitucional para eliminar os limites de mandato em um referendo e também para permitir que o presidente Kagame se candidate a outro mandato.

Em fevereiro de 2013, a Frente Patriótica de Ruanda, que está no poder desde 1994, convocou uma reunião de um dos seus principais órgãos e convocou uma equipe, incluindo o secretário-geral François Ngarambe, o senador Dr Jean Damasceno Bizimana, o senador Tito Rutaremara e o CEO do Ruanda o Gestor da Diretoria Prof Shyaka Anastase, para traçar o roteiro para 2017.

A comissão de transição foi incumbido da tarefa de encontrar uma fórmula para gerir a transição. Dois anos mais tarde, no entanto, a equipe ainda está para tornar públicas as suas recomendações.

Em uma entrevista anterior com o EastAfrican, Sr Rutaremara disse que o trabalho da equipe é de encontrar uma fórmula para garantir a "mudança, continuidade e estabilidade". Ele observou que, mesmo se o presidente Kagame não estiver interessado em outro mandato, "Não é para ele decidir. "

O Presidente Kagame tem repetidamente prometido respeitar a Constituição e as suas disposições sobre os limites de mandato, mas deixou a porta aberta para o partido e os seus apoiantes para decidirem. Durante uma conferência de imprensa em 15 de janeiro, ele disse que estava preocupado com a aceleração do desenvolvimento e transformação econômica, e não com o que vai acontecer em 2017.

"Pelo menos isso não é algo que me dá noites sem dormir", disse ele, em resposta a uma pergunta de um jornalista. "Eu estou sentado confortavelmente sabendo que os ruandeses irão gerenciar isso com muita facilidade."

As chamadas estão a crescer, tanto entre apoiantes e opositores do Presidente Kagame, para um debate público mais aberto sobre a questão da sucessão.

"Kagame não é imortal", disse um alto dirigente do partido RPF, que falou sob condição de anonimato. "O partido tem de ter uma discussão franca sobre sua possível sucessão e preparar a próxima geração para assumir."

Remodelação do gabinete reacende debate sucessão

Frank Habineza, o chefe do Partido Verde Democrática do Ruanda, o mais novo partido político de oposição do país, disse que o debate deve ser aberto, pois o tempo está se esgotando.

"Achamos que é hora desta questão ser discutida pelos ruandeses com os partidos aliados ao RPF que fizeram suas demandas públicas para que o presidente Kagame deva continuar e que a constituição deve ser mudado", disse ele.

Embora nenhum debate público formal é permanente, tem havido apelos crescentes por apoiantes do Presidente Kagame para ele permanecer no cargo a partir de 2017 durante programas regulares do presidente de sensibilização da comunidade. Conclusões, no entanto, continua dividida na rua.

"Rwanda ainda precisa dele para consolidar a paz e estabilidade porque suas habilidades de liderança são únicas e permitiram ao país alcançar tanto em tão pouco tempo. A menos que ele apoia publicamente alguém para substituí-lo, o que daria segurança aos ruandeses de que ele ainda está no controle ", disse um ruandês de meia-idade, falando sob condição de anonimato.

Outros acreditam que uma transição bem gerida é a melhor garantia da estabilidade a longo prazo.

"O poder tende a corromper aqueles que o têm, como já vimos em muitos países", disse um outro que se opõe às alterações propostas.

"Ele deveria se aposentar honrosamente".


#africareview.com


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

SEGURANÇA EM ÁFRICA: OS DÉFICES ESTRUTURAIS A UM ESTADO CRÍTICO.

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O último relatório da "Think Security Africa" é o quinto teste anual sobre a segurança em África por parte da organização. Ela avalia mudanças na situação da segurança em África entre 2013 e 2014, em três categorias principais: (1) os desafios que impactaram na cadeia nacional de comando, (2) a manutenção da integridade territorial e (3) a gestão da sociedade.



As principais conclusões do relatório, que se baseiam em recursos visuais; como tabelas, gráficos, resumos e mapas, é que os países africanos têm cada vez mais défice em manter a sua integridade territorial. Em 2014, dez governos africanos competiram com grupos REBELDES em via de exercer o controle territorial, o que corresponde a um crescimento de mais de cinqüenta por cento em comparação com o ano passado.
O agravamento registrado em 2014, devido ao fato de que os grupos não-governamentais agora formularam mais pedidos, mas agem, criando fortalezas, indicando uma deterioração da capacidade do governo em lidar com atores rebeldes. Além disso, o número de países afetados pelos desafios na segurança da fronteira  e da segurança marítima tem aumentado consideravelmente, revelando um problema estrutural crescente de extensão regional.
O relatório, de fato relatou uma diminuição no número de países que enfrentam desafios em termos de gestão de cadeias nacionais de comando e da sociedade. Melhorias nestas áreas, no entanto, são compensadas pela redução significativa na capacidade global de governos africanos para manter a integridade territorial. O resultado é um aumento acentuado no número de países afetados por conflitos. Entre 2013 e 2014, o número de governos africanos envolvidos sob o impacto dos conflitos graves situa-se entre sete a dez.

"A chave que irá melhorar a segurança em África, bem como a capacidade dos governos em manter a integridade territorial deve perpetuar em 2015, com as melhorias nos países que enfrentam sérios desafios na cadeia de comando. Isso vai ser difícil, tendo em conta as eleições deste ano em muitos Estados frágeis ", disse Adunola Abiola, fundador da "Think Security Africa".

2015 - GuineeConakry.info

Desenvolvimento: Quando Harvard chega à República Democrática do Congo.

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Augustin Matata Ponyo cAFP pour JA
Três conselheiros do primeiro-ministro congolês Augustin Matata Ponyo (foto) são a causa desta conferência. © AFP

Africanos, a Universidade Americana de Harvard e a primatura congolesa organizaram uma conferência econômica em Kinshasa, dedicada à investigação de novos caminhos para o desenvolvimento da República Democrática do Congo.

Os dias 8 e 9 de janeiro último, Harvard e primeiro ministro congolês organizaram um colóquio econômico consagrado a República Democrática do Congo, com vista a encontrar novos caminhos para o desenvolvimento do país. A primeira pela Universidade Americana para um país Africano.

São os três assessores do primeiro-ministro Augustin Matata Ponyo - o marroquino Abdeslam El Harouchy, o ex-graduado de Harvard, o chefe de gabinete José Sele Yaluguli, que recentemente realizou um seminário na prestigiosa instituição de Boston, e João Batista Ntagoma encarregado de estratégias e perspectivas econômicas - que estão na origem deste evento, uma forma, segundo eles, de atrair a atenção de investidores privados, incluindo os Anglo-Saxônicos, muito tímidos no país.

Intelectuais Internacionais

Do lado norte-americano, eles solicitaram o apoio de James Robinson, de especializada na análise de políticas de desenvolvimento econômico nos países emergentes e professor de Harvard.

Terminando actualmente um estudo no Congo, ele trouxe a sua assistência para fazer chegar vários intelectuais internacionais, incluindo o Prêmio Nobel Roger Myerson, professor belga Stefaan Marysse e Stefan Dercon, economista-chefe do Departamento para o Desenvolvimento Internacional (DFID) do Reino.

#jeuneafrique.com

Crise do Ébola: Mali diz que não tem mais nenhum caso.

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O Ministro da Saúde do Mali diz que o país agora está livre do vírus Ebola, depois de 42 dias sem um novo caso da doença.

"Eu declaro este dia ... o fim da epidemia do vírus Ebola no Mali", disse Ousmane Kone.

O último paciente infectado com Ebola no Mali recuperou-se e recebeu alta hospitalar no início de dezembro.

Os números mais recentes mostram que em os três países da África Ocidental mais afectados, todos eles registraram um declínio de novos casos de Ebola.

Tanto a Serra Leoa como a Guiné registraram o menor número semanal de casos confirmados de ebola desde agosto, segundo dados da ONU na quinta-feira.

Libéria, que não registrou nenhum novo caso em dois dias da semana passada, teve seu total caso registrado como o mais baixo na semana desde junho.

O número total de mortos chegou a 8429 com 21.296 casos registrados até agora.

Mali registou o seu primeiro caso de Ebola em outubro, quando uma criança de dois anos de idade, contraiu a doença na Guiné e veio a morrer.

Na pior das hipóteses, alega-se 300 casos de contato que estão sob investigação no país.

Mas o país tende agora a "sair" da epidemia, disse Ibrahima Soce Fall, o chefe do escritório maliano da Missão das Nações Unidas para Resposta Emergente ao Ebola (UMEER).

O período de incubação do Ebola é de 21 dias, e os países devem considerar livres de novos casos por dois períodos de incubação consecutivos, 42 dias, para serem declarados como livres do vírus.

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Curtas notícias da Guiné-Bissau.

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Coreia do Sul oferece duas embarcações para fiscalização da pesca.


A Coreia do Sul ofereceu à Guiné-Bissau duas embarcações para reforçar a fiscalização da pesca em águas territoriais guineenses.

Além das duas vedetas rápidas, foi entregue à Secretaria de Estado das Pescas e da Economia Marítima variado material informático, num pacote avaliado em 118 mil euros.



Em declarações à Agência de Notícias da Guiné, o secretário de Estado Ildefonso de Barros disse que a ajuda vem reduzir algumas dificuldades na fiscalização da zona económica exclusiva.


Roberto Indequi vai concorrer a Bastonário da Ordem dos Advogados.
Fotografia de arquivo (foto )
Roberto Indequi vai candidatar-se ao cargo de Bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau (OAGB), segundo avançou uma fonte à`Portuguese News Newtwork´(PNN).

Segundo a PNN, Indequi vai manter a candidatura, mesmo depois do anúncio da sua exclusão da corrida por parte da mesa da Assembleia-geral da OAGB.

As eleições estão agendadas para 24 de janeiro.

#abola.pt


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Boko Haram! ONU saúda o Chade por seu apoio aos Camarões e encoraja uma aproximação coordenada.

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Pelo Escritório Regional das Nações Unidas para a África Central (UNOCA)



Libreville (Gabão), 19 de janeiro de 2015 - O Representante Especial do Secretário-Geral da ONU e Chefe do Escritório Regional das Nações Unidas para a África Central (UNOCA), o Sr. Abdoulaye Bathily, saúda a decisão de Chade de implantar suas tropas nos Camarões para participar na luta contra o Boko Haram, cujas atividades criminosas causaram a fuga de mais de 36.000 refugiados da Nigéria no Extremo Norte dos Camarões e muitos deslocados internos.

"Esta iniciativa notável é tão importante para o Chade, cuja economia e segurança também são ameaçados por repetidos ataques de Boko Haram. Felicito as autoridades do Chade por seu forte compromisso na luta contra o terrorismo na África Central e mais além ", diz Bathily, também prestou homenagem à comunidade internacional e, especialmente, os países amigos da África, que anunciaram sua ajuda e expressaram sua solidariedade a favor dos Camarões. Além disso, o chefe de UNOCA encoraja todos os estados da Bacia do Lago Chade e na África Central, em geral, a reforçar a sua cooperação, nomeadamente com a Nigéria, para dar uma resposta regional e coordenada a este flagelo, que é um cancro perigoso para a sub-região.

Além disso, o Sr. Bathily apoia as medidas tomadas pela Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), em particular a de "aproveitar as altas autoridades do Conselho de Paz e Segurança na África Central (COPAX) para que sejam tomadas medidas concretas para apoiar Camarões e eliminar a ameaça do Boko Haram. "

O Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a África Central afirma que "Boko Haram é uma séria ameaça contra a paz, segurança e estabilidade na África Ocidental e Central, mas também contra a economia e serviços sociais básicos nas áreas afetadas ". Ele pediu para que os povos das regiões onde há esta seita islâmica que estejam vigilantes, dadas as ações imprevisíveis, insurgentes e covardes.

Sr. Bathily aproveita a oportunidade para convidar os membros de Boko Haram para que cessem imediatamente seus ataques e libertem todos aqueles que injustamente foram capturados. Ele está particularmente preocupado com a situação das mulheres e crianças vítimas de seqüestros injustificáveis. O mais recente ocorreu no domingo, 18 de janeiro de 2015, durante um novo ataque em aldeias fronteiriças de Camarões com a Nigéria. "Lamento esta situação. Isso mostra a necessidade de maiores esforços para apoiar os esforços louváveis de Camarões na luta contra o Boko Haram ", diz o chefe do UNOCA. e renovou o seu apreço ao Chade e outros países por seu forte apoio.


#journalducameroun.com

O Presidente Ouattara a caminho de Cotonou para participar da cúpula da UEMOA.

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Le

Abidjan - O Presidente Alassane Ouattara deixou Abidjan nesta segunda-feira para Cotonou, Benin, onde vai participar na 18ª Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), em colaboração com a AIP fonte oficial.

Os líderes dos oito países da UEMOA vão estar a olhar para o nível de execução das políticas e reformas adoptadas a nível institucional, macroeconômica e setorial, e darão orientações para um avanço significativo do processo de integração, de acordo com o Departamento de Comunicação da Presidência.

O chefe de Estado da Costa do Marfim regressará a Abidjan na parte da tarde, disse o comunicado.

Dos oito países: Benin, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Togo e Senegal, todos da UEMOA - que é uma organização sub-regional, cuja missão é a realização da integração económica dos Estados-Membros.

#abidjan.net

Crise do Boko Haram: Grupo de Camaroneses capturados estão libertados.

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Protestos pedindo que algo mais seja feito para salvar as meninas sequestradas. FOTO | ARQUIVO.

Pelo menos entre 20 a 80 pessoas feitas reféns por militantes do Boko Haram no Camarões, no fim de semana, são considerados livres.

O Ministério da Defesa de Camarões disse que os reféns foram libertados ", quando as forças de defesa perseguiram os atacantes que se dirigiam de volta para a Nigéria".

Muitos dos sequestrados no ataque na fronteira foram considerados ser crianças.

Foi o maior sequestro por Boko Haram fora da Nigéria e isso levantou temores de que ele está expandindo seus ataques.

Boko Haram tem tomado o controle de cidades e aldeias no nordeste da Nigéria e começou a ameaçar os países vizinhos.

Chad, que também faz fronteira com a Nigéria, enviou recentemente soldados para ajudar os Camarões a enfrentar os militantes islâmicos.

#africareview.com

domingo, 18 de janeiro de 2015

OPINIÃO: ESPERANÇA ACTIVA E CONSEQUENTE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Filomeno Pina

O destino da República da Guiné-Bissau está para além de obstáculos, barreiras, cogitações negativas e juízos de causa/efeito dum passado, dos tempos idos que o Povo reconhece de olhos fechados, suportando sua dor, o atraso provocado por homens e mulheres implicados na infeliz curvatura da espinha dorsal do desenvolvimento do País (é verdade). Mas, hoje, nada conseguirá, neste momento, travar ou impedir o avanço da Guiné-Bissau, em todas as frentes do desenvolvimento sustentado.
A meta de hoje é vista como positiva, estando ao alcance do País do futuro, devemos caminhar de cabeça levantada e não empinada, olhando só sobre o passado menos bom, porque existe neste momento o que chamo de - Esperança Activa e consequente!
Há que viver para além das desgraças reconhecidas dum passado recente, e encarar o “Sol” brilhante que emerge das novas ideias de mudança, uma luz que começa a iluminar tudo e todos, com amplitude global capaz de aquecer todo o território nacional a curto e médio prazo. Por isso mesmo, é bom evitarmos qualquer desvio de atenção política e social, para centralizarmos energias e capacidades na especificidade dos trabalhos repartidos pelos vários Ministérios no País. Trabalhar em unidade de acções convergentes rumo ao sucesso e à prosperidade do País, criar/inventar a “prótese” necessária para corrigir, recuperar daqui para a frente o que for de aproveitar e inovar ou fazer tudo de novo, sem poupar esforços.
O passado serviu e servirá como objecto de estudo a ter em conta, sempre. Terá a importância adequada à sua medida e dimensão causal (do ponto de vista politico, económico, social e cultural) da coisa em si, analisada, mas – não deve ser ao mesmo tempo utilizado como forma de bloqueio – no curso do desenvolvimento do projecto de mudança, neste novo arranque do País!
Há que valorizar reflexões centradas também no passado, mas convém adiantar aqui, que o presente é sempre abstrato. Portanto, entre o passado e o futuro, penso que o – Futuro – será sempre mais importante, porque é objectivamente a preocupação maior que todos os lideres deverão ter mais em linha de conta, acredite Camarada!
Cada caso merece atenção especial quando há problemas a resolver, mas com cada coisa no seu devido lugar ou na Sede própria! Por vezes chego a imaginar que o “Galo” dentro da capoeira terá perdido algum valor moral, físico ou outro. Mas como símbolo, deve ser exemplo da casa com influência forte, sobre os restantes membros da família institucional, penso.
No entanto não convém esquecer ou fingir esquecer para provocar mau estar entre uns e outros, porque a figura ímpar dum símbolo estará sempre para além da beleza estética! Daí que a imagem simbólica do Galo, quando canta, ajuda o Povo a cedo acordar, e quem está comprometido com tarefas do ofício, agradece o conteúdo do canto como sinal de alerta.
Posto isto, admitamos que é um dos seus papéis como Chefe de Estado, cantar alto e em bom som, porque a hora é de Avante Camaradas, na capoeira ou fora dela!
Neste circulo fechado (Presidência, Governo e Parlamento) de trabalhos em defesa do território nacional, quanto mais não seja pelo DNA da Democracia, é muito bom o facto de estarmos juntos, o que permite as diferenças coabitarem com dignidade no mesmo espaço politico e social, evitando desequilíbrios por falta de qualidade criactiva intelectual na interacção intra/inter-institucional esperada.
Um facto não desejado por nós seria a existência de gêmeos iguais, como filhos da mesma família política, gente programada nos laboratórios das intenções da corrupção, como instrumentos do lobby, tanto no exterior como no País. Pronto para influenciar quem está no terreno, mas tudo dependerá dos nossos líderes, acredito que desta vez não vai ser fácil roubar, desviar ou branquear (...).
Só teremos a ganhar se partirmos as correntes da ligação com os antigos “padrinhos” e começarmos de novo, com o único propósito de servir o Povo, tomar o comando do nosso navio e lavar tudo a bom porto!
Basta lembrar o passado duma gestão antiga do território nacional, houve sempre “tomates” em saldo forçado, para haver compensações materiais e financeiras a distribuir entre poucos. Este efeito chantagem funcionou sobre alguns “lavradores” da nossa praça, pois não admira que alguns líderes ainda tenham o rabo preso, envoltos na nudez prolongada com preço certo ou, ainda não se tenham livrado na totalidade, dum estado de espírito do passado recente, porque ainda tremem com os “tomates” nas mãos, como cana verde!
Parece que algumas cabeças venderam a sua massa cinzenta a preço de “mioleira” do talho, é revoltante, mas, não vale a pena chorar sobre o leite derramado. A hora é de olharmos em frente, de cabeça levantada, fazer bem feito daqui para a frente, deve ser o lema!
Não perder tempo a lamber o sujo, misturado com migalhas que ainda temos na memória dum tempo perdido, infelizmente durante décadas.
Devo acrescentar que às más políticas com contrapartidas financeiras para o sistema corrupto, hoje se os líderes actuais quiserem, os maus desta fita juntos não têm força suficiente, para imporem desordem na Casa e a seguir beneficiarem-se disso para conduzir a exploração do Povo.
Os maus políticos têm telhados de vidro, todos eles, para além de permitirem que os seus mirones mantenham a espingarda apontada à cabeça (debaixo de olho): Na verdade os próprios são frágeis, fracos e aprendizes da coragem que nos faz falta nesta altura do campeonato, a presença forte com toda a dignidade pessoal e institucional, para defesa do património nacional.
Galo que é Galo, não galopa para fugir, não se confunde, porque enterra as unhas no terreno esgravatando o chão, separando a porcaria do resto que seja comestível e nunca confunde, misturando tudo para o bico ou no mesmo tacho.
Porque conhece bem a couve da sua horta, age por medida, sabe identificar cada um dos seus camaradas mais próximos. Pois então vamos acreditar no nosso Árbitro e na sua equipa montada para fiscalizar os vários desafios que o País tem pela frente, ok?
A Guiné-Bissau está para além das quezílias pessoais, de grupos ou outros fantasmas! O Povo perdeu muito dinheiro, alguma matéria-prima, etc. Por esquemas montados propositadamente para o efeito, um sistema que funcionou, infelizmente, muito tempo.
Mas agora podemos dizer – NÃO – e mudar as coisas, impor o nosso desejo, cumprir este mandato na íntegra, com a responsabilidade política e institucional dum Estado de Direito.
O tempo da Governação e do Mandato Presidencial têm limite acertado pela Constituição da República da Guiné-Bissau (sabemos), há que respeitar tudo!
Mas o tempo no geral nunca chega para tudo aquilo que queremos fazer, também não é um tempo de todos ou para todos ao mesmo tempo! Para uma gestão desta natureza temos Governo eleito, para GOVERNAR.
Há que estabelecer prioridades dentro do limite estabelecido para cada projecto em curso no tempo estipulado. Nunca misturar tudo no mesmo saco, os acordos são para se cumprir e a boa vizinhança da relação triangular Presidência/Governo/Parlamento, também e, será sempre a diplomacia necessária manter, custe o que custar, dentro de valores da Democracia politica, para levar a bom Porto este navio de grande porte à terra firme! 
Nisto, o exercício do executivo de cada uma das partes, deve ter o cuidado de não agitar águas partilhadas (interinstitucional) no plano público e de forma gratuita, “a roupa suja lava-se em casa”, entre os lideres responsabilizados, com discrição, fazendo o seu trabalho sem agitar gratuitamente, sons estridentes que podem não levar a nada, mas, são aproveitados para interpretações múltiplas, algumas em nada abonatórias para o executivo nesta fase que o País atravessa.
Devemos evitar a obsessão criactiva/recriactiva da figura do “Réu” abstracto!
Uma figura supostamente idealizada a partir de pré-conceitos ou suposições, devemos parar com isso de uma vez por todas. Há que lembrar que temos o Tribunal para quem de Direito, mostrar serviço público quando bem entender e em Sede própria.
Vamos respeitar a Constituição e evitar fazer pressão, talvez lesar quem não devíamos.
Agora nesta altura do campeonato, pesa o sentido de responsabilidade dos nossos líderes, nas tarefas que lhes dizem directamente respeito, e não será pouco, penso.
Aproveito mais uma vez para desejar bom trabalho a todos…


Djarama. Filomeno Pina.

BURKINA FASO: Inquérito sobre os tiros do exército contra os manifestantes.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Em um relatório divulgado na quinta-feira, 15 de janeiro, de Amnistia Internacional que apela as autoridades de transição do Burkina Faso para investigar o uso excessivo de força e letal no outono passado pelos militares, incluindo a guarda presidencial, contra os manifestantes, que em sua maioria protestava contra o governo de forma pacífica. Estes eventos causaram 10 mortes e centenas de feridos.



O relatório, intitulado "O que eles tinham na cabeça para atirar nas pessoas?" A repressão das manifestações contra o governo em Burkina Faso, * é o resultado de uma investigação completa sobre o uso excessivo e às vezes letal da força por parte da Guarda Presidencial - chamada de Regimento de Segurança Presidencial (RSP) - a polícia e as forças militares durante os protestos que eclodiram em Ouagadougou e em outras cidades do país entre 30 de Outubro e 2 de novembro de 2014.

Os elementos presentes alegaram que as forças militares deram pouco ou nenhum aviso antes de abrir fogo contra os manifestantes. Alguns deles tinham erguido as mãos no ar e assim mesmo muitos levaram  tiros nas costas enquanto tentavam fugir. Nos termos da lei Burkinabé, os militares não têm sequer o direito de serem mobilizados para estas circunstâncias.

'' Abrir fogo sem aviso prévio contra manifestantes pacíficos que, de toda evidência não ameaçam ninguém, o que não devia constituir uma ameaça escandalosa e inaceitável de uso da força excessiva, o que fez muitos mortos e centenas de feridos, '' disse Gaëtan Mootoo, pesquisador da Amnistia Internacional para a África Ocidental.

'' Esta última tentativa de esmagar o protesto legítimo e apoiar o regime do ex-presidente Blaise Compaoré gerou a repressão militar mais violenta que o Burkina Faso tem visto em décadas. Pelo menos 10 pessoas foram mortas durante os protestos e centenas ficaram feridas. Devemos julgar os soldados e seus comandantes supostamente envolvidos nessas ações causando mortes e feridos a pessoas fora do alcance da lei. "

Além de tiros de balas reais, os autores utilizaram paus e cordas para bater e bater nos manifestantes e transeuntes, incluindo crianças. Pelo menos um jornalista foi espancado por soldados.

Durante sua última missão de investigação, a delegação da Amnistia Internacional visitou um dos principais hospitais em Ouagadougou, onde obteve uma prova médica confirmando a lista de mortes, indicando a natureza da lesão. Este documento menciona ferimentos de bala no peito e nos braços.

De acordo com o relatório, a prova credível para mostrar que os soldados, em sua maioria membros da RSP tinham em 30 de outubro e 2 de novembro, usado força excessiva para prender os manifestantes nas ruas que levam à residência do presidente e do seu irmão.

Os manifestantes marchavam pacificamente e muitos ergueram suas mãos no ar para mostrar que eles estavam desarmados quando eles foram surpreendidos com fogo das forças armadas, da polícia civil e da RSP.

Os dados recolhidos pela Anistia Internacional indicam claramente que os atiradores não agiram em legítima defesa. Nenhum aviso foi dado e eles não procuraram negociar com os manifestantes para dispersar multidões ou por outros meios. Uma testemunha, na verdade, disse à Amnistia Internacional: "Se as forças de segurança tivessem disparado tiros de advertência, os manifestantes teriam ido embora."

Outra testemunha contou como Kabre Tibo, um homem de 46 anos, que estava de pé ao lado dele, foi morto a tiros quando aproximavam soldados na rua que leva ao palácio de Kosyam.

"Nós levantamos nossas mãos para mostrar que não estavamos armados, começamos a cantar o hino nacional, alguns gritavam "Blaisé fora! ". De repente, os soldados estavam atirando em nós, foi a
debandada, estávamos correndo em todas as direções, as pessoas caíram diante de mim.
Os ferimentos graves, Tibo Kabré, foi levado para o hospital Yalgado, e morreu pouco tempo depois. "

Além disso, as informações obtidas pela Amnistia Internacional indicam que em 30 de outubro, os guardas prisionais atiraram e mataram três detentos da prisão central de Ouagadougou. Dois outros morreram por asfixia e desidratação depois de passarem três dias trancados em suas celas.

O governo de transição criou uma comissão ad hoc para desenhar o estoque das violações dos direitos humanos cometidos seguindo a "" insurreição popular ", mas a comissão não foi acusado das investigações em andamento. A Amnistia Internacional apela à criação de uma comissão para investigar a fundo e de forma imparcial os fatos e as violações cometidas.

"A fim de virar a página da história do Burkina Faso, é necessário que as autoridades transitórias assegurem que estas graves alegações de violações dos direitos humanos são objecto de investigações independentes e imparciais. Todas as pessoas suspeitas de terem matado ou ferido manifestantes são responsáveis ", disse Gaëtan Mootoo.

"Devem ser tomadas medidas urgentes para todos vítimas e suas famílias conhecerem a verdade e serão concedidos a eles a justiça e reparação. "

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Mais informações

Este relatório é baseado em conclusões de uma missão de pesquisa no país realizada pela Anistia Internacional.

Os protestos foram desencadeados após Blaise Compaoré tentar, em outubro de 2014, alterar o artigo 37 da Constituição para permitir a ele concorrer novamente em 2015. Era a terceira vez desde o início de seu mandato que o Presidente Blaise Compaoré tentava mudar a constituição para favorecer sua candidatura à presidência.

De acordo com as conclusões da Amnistia Internacional a missão de investigação de novembro e dezembro de 2014 , constatou que 33 pessoas morreram durante os protestos no país entre 30 de Outubro e 02 de novembro de 2014.
Dessas vítimas, 10 foram mortas por tiros de militares e da guarda presidencial, o Regimento da Segurança Presidential (RSP).
Um relatório independente publicado em dezembro de 2014 por uma coalizão de organizações de direitos humanos burkinabé confirmou estes números.

Na lei de Burkina Faso, o exército nacional, a polícia civil e da RSP podem intervir no domínio da aplicação da lei, em certas condições muito específicas. De acordo com as provas reunidas pela Amnistia Internacional, essas condições não foram cumpridas na recente agitação. No entanto, a delegação foi incapaz de estabelecer claramente se as forças militares tinham sido requisitadas. Segundo as autoridades, não há qualquer vestígio de qualquer ordem de requisição.

De acordo com o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP), a Organização das Nações Unidas, para o qual Burkina Faso é membro, o Estado tem a obrigação de proteger o direito à vida (artigo 6.1). O PIDCP também prevê o direito de manifestação pacífica.

* * Documento Público
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* Para mais informações, muito obrigado. Pode  entrar em contato com Sadibou Marong, da imprensa oficial e encarregado da África Ocidental: +221 77 658 62 27 ou 226 74 34 51 09

www.guineeconakry.info

Líbia: Milícias anunciam cessar-fogo.

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Uma importante coligação de milícias líbias, maioritariamente islâmicas, anunciou na sexta-feira um cessar-fogo em todas as frentes, enquanto ocorrem em Genebra negociações de paz sob os auspícios das Nações Unidas, informou a Fajr Libya.


Fotografia: AFP

As milícias acertaram um cessar-fogo em todas as frentes sob a condição de que as demais partes respeitem a trégua, revela a Fajr Libya, coligação que não participa nas negociações em Genebra.
A Fajr Libya cita as forças do general Khalifa Haftar, aliado do governo reconhecido pela comunidade internacional, que se deslocou para o leste do país após a conquista de Trípoli pela coligação de milícias islâmicas, em Agosto passado.
Em Genebra, os participantes na reunião organizada pela Missão das Nações Unidas para a Líbia (MISNUL) chegaram a um acordo sobre uma agenda visando formar um governo de unidade. Os participantes também pediram a todas as partes para porem fim às hostilidade e assim criarem um ambiente positivo para o diálogo, segundo nota difundida após dois dias de reunião. A Fajr Libya comprometeu-se a abrir corredores de segurança para a entrega de ajuda humanitária, especialmente em Benghazi, segunda cidade do país.
#jornaldeangola.sapo.ao


Cuba: Todos a favor da economia do país.

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A Central de Trabalhadores de Cuba convocou para um processo de assembleias onde se discutirá o Plano da Economia e o Orçamento de 2015
YOSEL E. MARTINEZ CASTELLANOS
A Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) convoca para um processo de assembléias em todos os coletivos de trabalho, para que as administrações informem em cada um dos centros as cifras aprovadas no Plano da Economia e o Orçamento de 2015.
Em coletiva de imprensa, efetuada quarta-feira (14), o secretário-geral da CTC e membro do Comitê Central do Partido e do Conselho de Estado, Ulises Guilarte de Nacimiento, destacou que este chamamento tem um caráter eminentemente político, contribuinte e de mobilização.

#granma.cu

sábado, 17 de janeiro de 2015

"Deus jamais permitirá que bandidos perturbem a paz na Gambia"

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Presidente da Gâmbia Yahya Jammeh 


O chefe de justiça da Gâmbia, Ali Nawaz Chowhan, enviou uma carta ao Presidente da República, expressando sua grande tristeza sobre o ataque terrorista planejado contra o governo democraticamente eleito da Gâmbia, dizendo que o "Todo-Poderoso Allah nunca, nunca permitirá que a paz na Gâmbia seja perturbada pelos bandidos ".

O texto completo da sua carta à Sua Excelência Sheikh Alhaji e Prof Dr Yahya Jammeh - lê-se: "Eu soube com grande tristeza durante minhas férias no Paquistão sobre a conspiração por parte de poucos Gambianos que tentaram derrubar o governo democraticamente eleito da República da Gâmbia. A tentativa do ataque terrorista  fracassou consideravelmente, porque o Deus Todo-Poderoso nunca, nunca permitirá que a paz na Gambia seja perturbada por bandidos.

Para Vossa Excelência, a boa notícia sobre o fracasso da tentativa de golpe e a segurança de Vossa Excelência e sua família e do seu gabinete e todo povo gambiano nos trouxe grande alívio pessoal.

A minha família e eu ficamos chocados com as informações iniciais. Estávamos lá constantemente orando a Deus por ajuda e proteção de Vossa Excelência e da família.

Agradecemos a Deus o Todo-Poderoso por deitar a sua mão, pelos cuidados e protecção concedidos à Vossa Excelência, no grande interesse dos povos amantes da paz da Gâmbia, e que amam o seu líder, todo capaz e dedicado ao mundo muçulmano e Africano. Mais uma vez eu rezo por Vossa Excelência e pela sua família por longos anos de vida, saúde e felicidade.

Queira aceitar, Excelência, as minhas orações e os protestos da minha mais alta estima e consideração ".



# Daily Observer

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Angola: Ministro das Telecomunicações Ordena Despejo de Cozinheira.

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Felizarda Agostinho, de 45 anos, não coube em si de contente quando, há dois anos, a esposa do ministro das Telecomunicações, José Carvalho da Rocha, lhe entregou as chaves de uma residência social no Zango 2, em Luanda. A cozinheira, que serviu o ministro durante cinco anos, tem agora menos de 24 horas para abandonar a residência, sob pena de despejo compulsivo. Alegadamente, a ordem de despejo resulta de uma zanga em torno de uma carne cozida que estava congelada há mais de um mês e que a cozinheira deitou para o lixo.

“Eu tenho ordens de deitar fora a comida que fica muito tempo na arca. Havia carne cozida, que tinha restado de uma refeição há mais de um mês e que eu deitei para o lixo. Sabia que os meus patrões não a comeriam”, explica a cozinheira.

Segundo Felizarda Agostinho, no dia 6 de Janeiro, a esposa do ministro, Zulmira Mitange da Rocha, chamou-a de “gatuna, entre outros nomes muito feios, por causa da carne. Eu respeitosamente disse apenas que a tia é quem sabia se eu deveria continuar a trabalhar ou não”.

A seguir, Zulmira Mitange da Rocha terá confiscado o seu passe de entrada no condomínio Cajú, no Talatona, onde a família reside, bem como o seu cartão de saúde, dando-lhe um mês para abandonar a casa que lhe tinha sido concedida.

Como parte dos privilégios atribuídos aos membros do governo, o ministro José da Rocha tem três empregadas domésticas assalariadas como funcionárias públicas pelo ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação. A funcionária auferia um salário mensal de 75 mil kwanzas (US $750).

Segundo o advogado Gika de Castro, foi o ministério quem atribuiu as referidas casas sociais, incluindo a que foi entregue à sua cliente Felizarda Agostinho. “Foi o Estado quem deu a residência. Nem o ministro nem a sua esposa têm competência para expulsá-la da residência, que agora é sua propriedade privada”, argumenta.

Entretanto, ontem, 15 de Janeiro, o segurança pessoal do ministro José da Rocha bateu à porta da residência de Felizarda Agostinho para lhe transmitir um recado do ministro. “O segurança veio dizer-me que o senhor ministro José Rocha ordenou que eu abandone a casa até amanhã, sábado, senão serei despejada à força pela sua segurança”, afirma Felizarda.


O Maka Angola contactou telefonicamente a esposa do ministro, que foi peremptória: “Ela [a cozinheira] tem de o informar de tudo o que aconteceu.”

Ante a insistência deste portal em ouvir a versão dos empregadores, Zulmira Mitange da Rocha respondeu em tom ríspido: “O senhor fale bem com ela [a empregada]. Fale bem com ela”, e abruptamente terminou a chamada.

O Maka Angola tentou saber junto da cozinheira sobre outras possíveis causas que tenham levado o ministro e a esposa a ordenarem a entrega da casa. “A senhora Zulmira explicou o que eu estou a esconder? Eu contei o que aconteceu. Se há algo mais, cabe a ela explicar”, respondeu Felizarda.

Por sua vez, o seu advogado tentou, no domingo passado, solicitar um encontro com a família do ministro para propor um acordo extrajudicial. “Pedi desculpas à senhora Zulmira por ter ligado no domingo a solicitar uma audiência, dada a urgência do caso”, conta.

Segundo Gika de Castro, a esposa do ministro reagiu perguntando: “Você sabe quem eu sou?” E o advogado prossegue: “O ministro recebeu o telefone da mulher e disse-me ‘você sabe com quem está a falar? A sua cliente não lhe disse onde trabalha?’. Eu expliquei que sabia. Então o ministro disse-me ‘desliga lá isso e vai perguntar a sua cliente para quem ela trabalha’”.

Gika de Castro nota que a sua cliente, sendo assalariada do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, deveria ter sido chamada pelos recursos humanos desta instituição para ser ouvida em processo disciplinar. “O despedimento sem o cumprimento desse procedimento é nulo”, explica.

Por sua vez, o ministro José Carvalho da Rocha não respondeu às chamadas telefónicas e à mensagem do Maka Angola, para esclarecer o caso, de acordo com a sua versão dos factos.

#
Maka Angola 

O Presidente Marfinense se entretém com o seu homólogo beninense em Abidjan.

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Audience
© Presidência por DR
Audiência do Presidente Alassane Ouattara com o seu homólogo beninense, Sr. Thomas Yayi Boni nesta Sexta-feira, 16 de janeiro de 2015. 

Abidjan - O Presidente Alassane Ouattara se reuniu esta sexta-feira no Palácio Presidencial, em Abidjan com o seu homólogo beninense, Thomas Yayi Boni, que chegou no meio da manhã para uma sessão de trabalho no Banco Africano de Desenvolvimento, de acordo com AIP fonte oficial.

O Presidente Ouattara, nesta ocasião, expressou sua gratidão ao seu "irmão e amigo", o Presidente Yayi Boni, por esta visita de cortesia, ajudando a fortalecer as relações "seculares" entre a Costa do Marfim e o Benin, indicou a NOTA de informação do serviço de comunicação da presidência da Costa do Marfim .

O Presidente Yayi Boni, por sua vez, aproveitou a oportunidade para renovar os cumprimentos de Ano Novo do povo do Benin para o Presidente Alassane Ouattara e para o povo da Costa do Marfim e se diz confiante de que o ano 2015 permitirá a realização de todas as ambições do seu homólogo para com o povo da Costa do Marfim, e em particular, para os povos da sub-região em geral.

O Chefe de Estado do Benin aproveitou sua estadia para visitar a ponte "Henri Konan Bédié" para a compreensão de sua criação que começa com a energia e infra-estrutura.

Presidente beninense retornou ao seu país no início da tarde.

(AIP)


Senegal deporta dissidente gambiano para a França.

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Sheikh Sidia Bayo está entre os dissidentes gambianos exilados e que há muito exigiam a deposição do presidente Yahya Jammeh.

Senegal finalmente deportou um dissidente gambiano procurado pelo presidente Yahya Jammeh como o principal instigador da tentativa de golpe de Estado na Gâmbia no mês passado.

Sheikh Sidia Bayo, que tem nacionalidade francesa, foi deportado para a França "por perturbar a ordem pública", de acordo com um comunicado do Ministério da Justiça do Senegal.

Senegal assim como os Estados Unidos um dos países, que juntamente, Jammeh da Gâmbia tinha acusado de ser cúmplice do golpe frustrado.

Mas a deportação foi vigorosamente condenada por grupos de direitos civis senegaleses, que têm se oposto ao regime autocrático de Jammeh.

O comunicado do governo senegalês acusou Bayo de violar as leis de entrada e residenciais do Senegal.

Ele também foi acusado de incitar o exército gambiano para derrubar o governo do presidente Jammeh.

Palácio atacado

Enquanto no Senegal, o Sr. Bayo  é apontado como o homem que liderou os homens que tentaram derrubar o líder gambiano em 30 de dezembro de 2014.

O Presidente Jammeh apontou o Sr. Bayo entre os quase duas dezenas de dissidentes que, segundo ele, tinham vindo do estrangeiro para executar o abortado golpe de Estado.

Na semana passada, o governo americano citou dois outros Gambianos que tiveram conexão com a tentativa de golpe contra o "amigo e aliado ".

Ainda assim, os EUA mantêm-se na vanguarda de criticar o regime de Jammeh sobre violações de direitos humanos.

Quatro dos supostos dissidentes armados que atacaram o palácio do Presidente Jammeh foram mortos e um deles foi preso. Os outros quatro que estão foragidos estão sendo procurados.


Eles foram apontados de terem sido detidos na Guiné-Bissau, mas as autoridades deste país não refuta as alegações, descrevendo-as como "falsas e infundadas".

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