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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Testemunhos dos líderes sobre Nelson Mandela.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
   
É certo que Nelson Mandela muito tem a ensinar aos líderes do mundo. 

Lideres-Mandela-PortugalAlguns tiveram oportunidade de privar com ele, de testemunhar o misto de sensações que todos referem como tendo sentido ao estarem com ele. Mas o que pensam dele? O que mais os marca e destacam? Como vêem este grande líder? 

Nas suas próprias palavras, Mandela chama a atenção dos líderes e incita-os a trabalhar para mudar o mundo: "Ação sem visão é apenas uma perda de tempo; visão sem ação é meramente um sonho; mas visão com ação tem o poder para mudar o mundo."

Veja o que têm a dizer sobre Nelson Mandela.


Armenio RegoMandela costuma ser representado como o “santo secular”. A denominação (que o próprio não se tem cansado de reputar como indevida) faz jus a uma vida corajosamente dedicada a uma causa: a remoção do apartheid e o respeito pela dignidade de todos os seres humanos. Quase três dezenas de anos na prisão não deixaram Mandela vencer-se por sentimentos de vingança para com os “inimigos”. Em liberdade, como Presidente do seu país ou como figura inspiradora, evitou que o revanchismo imperasse e criou condições para a reconciliação nacional. Importa compreender as razoes explicativas do seu legado e do seu exemplo como líder. A descrição que seguidamente apresentarei não conseguira descrever a magnitude da sua influência – apenas pretende suscitar a reflexão sobre o que se pode aprender com a liderança desta figura impar. (Continue a ler o testemunho de Arménio Rego)
Arménio Rego, Professor na Universidade de Aveiro, consultor, formador e coach at Organizações diversas
 
 

Artur-Santos-SilvaA 18 de Julho de 1918 nasce Nelson Mandela, aquele que, como diz o seu biógrafo Richard Stengel, será muito possivelmente hoje o último herói puro no planeta. Nelson Mandela dedica toda a sua vida, incluindo 27 anos em reclusão, muitos deles em circunstâncias inumanas, na procura de uma transição pacífica para uma África do Sul livre, justa e democrática.
A Fundação Calouste Gulbenkian partilha inúmeros destes valores, visando com a sua intervenção independente a existência de uma sociedade mais humana, que efetivamente ponha em prática uma aproximação entre culturas procurando, em última instância, a defesa dos direitos dos mais vulneráveis.
Todo o percurso de Nelson Mandela é inspirado na filosofia Ubuntu, conceito africano que significa: respeito, entreajuda, comunidade e confiança. Luther King, Gandhi, Desmond Tutu, Aung San Suu Ki são outros dos principais protagonistas desta filosofia de vida. 
Conscientes da importância desta forma de estar na vida, a Fundação Calouste Gulbenkian associou-se ao Instituto Padre António Vieira no sentido de difundir valores como coragem, resiliência e generosidade junto de jovens líderes de comunidades menos favorecidas, criando assim catalisadores desta filosofia Ubuntu e homenageando em paralelo quem, como Nelson Mandela, conseguiu contribuir de forma tão determinante para um mundo melhor.
Artur Santos Silva, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian


Eduardo-Catroga-EDP
Um Herói Mundial do sec XX...com influencia eterna como Gandhi!

Eduardo Catroga, Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP





Ferreira-de-Oliveira-GALP-mandela
Muitos parabéns a Nelson Mandela neste dia do seu 95º aniversário!
Nelson Mandela é um exemplo de igualdade e justiça que ajudou a mudar o Mundo. Inspiremo-nos em Mandela, para fazermos um Mundo melhor!”
 


Joao-Bento-EFACECNelson Mandela, líder resiliente, corajoso, carismático e inspirador, incutiu nos seus seguidores a ambição por mudanças profundas na sociedade com vista à igualdade e aos mais fundamentais direitos do homem, à justiça, à educação e à paz. Mandela considera que só pode haver paixão e entusiasmo pela vida, se esta proporcionar desafios suficientemente ambiciosos. “Parece sempre impossível até estar feito” é uma das frases emblemáticas de Nelson Mandela.
No atual difícil contexto socioeconómico mundial, em que cada líder e gestor tem um papel decisivo na transformação de ameaças em oportunidades e desafios, os ideais de Nelson Mandela parecem ser ainda mais necessários e aplicáveis à gestão das organizações. Neste contexto desafiante, surpreendemo-nos com frequência com as conquistas e os feitos que, parecendo ser impossíveis, devido à grande complexidade de recursos envolvidos, as organizações e as empresas são, ainda assim, capazes de concretizar.
A visão e os valores principais de Nelson Mandela e os valores e orientações que os países e as organizações ou empresas devem seguir, assentam assim objetivamente em inúmeros fatores comuns, de que se salienta, acima de tudo, a incontornável orientação para as pessoas e para a sua valorização, nomeadamente através da educação e do seu papel decisivo para a construção de ideais mais equilibrados e mais justos e que possam ser partilhados com sucesso. Nelson Mandela afirmou a este propósito que “a educação é a arma mais poderosa do mundo”.
Releva-se de igual modo a necessidade de equilíbrio nas decisões, como outro dos aspetos fundamentais do pensamento de Mandela, povoado pelo ideal da conciliação de interesses, com forte orientação para a preponderância do trabalho conjunto com os opositores (para os transformar em parceiros), com o uso da sua própria linguagem e o recurso à argumentação com base em aspetos emocionais e éticos. Seguindo os mesmos princípios e orientações, a generalidade das empresas e das organizações deverão procurar a conciliação de expectativas e dos objetivos das suas diferentes partes interessadas.
João Bento, Presidente da EFACEC e Presidente da Direção da COTEC Portugal



João-Miranda-FrulactOs ensinamentos de Nelson Mandela não são teorias, são exemplos vivos que registamos e que a história se encarregará de imortalizar.
Permanecerá sobre todos nós a sua auréola de paz, serenidade, persistência, resiliência, diálogo, perdão, igualdade, união e amor, que influenciarão positivamente as novas gerações e os novos líderes mundiais.
“Madiba” é o líder dos líderes… e é um mentor inigualável.
João Miranda, CEO da FRULACT



Jorge-Portugal-mandelaNelson Mandela é um símbolo universal de sacrifício e de conquista. Sacrifício da liberdade em nome da liberdade. De conquista da verdade e da reconciliação de uma nação. Um Homem que, pela sua vontade e humildade, superou o mito. Um líder que, na sua essência, serviu o seu povo. Qualquer que seja o futuro da nação arco-íris, Madiba será lembrado como aquele que sonhou o sonho e tornou, para todos, o sonho realidade.
Jorge Portugal, Assessor do Presidente da República para a Inovação
 
 
 
Jorge-Tome-BanifIn 2007, when a bronze sculpture of Nelson Mandela was unveiled in the British Parliament square, taking its place besides the likes of Sir Winston Churchill and Abraham Lincoln, a frail and old Mandela stated: "We never dreamed we would all be here today. Though this statue is of one man, it should in actual fact symbolise all those who have resisted oppression, especially in my country."
In a nutshell, this simple statement reveals the extraordinary leader Mandela was: one who never lost hope in the face of despair and extreme suffering and humiliation; a Man who when released and elected as the first black President of South Africa never sought revenge or entertained hatred. Instead he had another dream - a dream of an all-inclusive nation, where all people, be they black, white, coloured or indian, were treated with equal respect. The rainbow nation!!!
I make Gordon Brown's words my own when he said: "suffering in the case of freedom will never be in vain. No matter how long the night of oppression, the morning of liberty will break through."
Jorge Tomé, Presidente Executivo do Banif



Jose-LamengoConheci Nelson Mandela pouco depois da sua saída da prisão. Em Outubro de 1993, fui um dos organizadores da sua visita a Portugal. Visitei-o depois na sua qualidade de Presidente da República da África do Sul.
Mandela abriu uma janela de esperança na África do Sul: de esperança na cidadania igual, na reconciliação, num futuro de maior justiça. E também uma janela de esperança em todo o continente africano: de esperança na boa governação, na transparência das instituições, numa cultura de tolerância e de diálogo.
Foi muito mais do que um político sul-africano. E até mais do que um político de África e do mundo. É uma figura moral, que liderou pelo exemplo. Celebrar este seu aniversário é celebrar a esperança num mundo melhor.
José Lamego, Advogado e Professor na Faculdade de Direito de Lisboa



Mira-AmaralNelson Mandela é um exemplo para todos nós pela resistência ao longo cativeiro e maus tratos que suportou, o que ainda mais realça a sua atitude de liderança exemplar e de moderação na transição democrática na África do Sul com a supressão do apartheid.
O Mundo e a África do Sul muito ficam a dever a esta grande figura símbolo da resistência ao apartheid e depois de grande moderação na hora da vitória do ANC.
Luís Mira Amaral, Presidente Executivo do Banco BIC Português



Luis-Pais-Correia-DalkNelson Mandela foi e será sempre uma figura inspiradora para mim. Da perseverança que lhe permitiu resistir durante anos na cadeia sem nunca perder a Visão do que era realmente importante, até aos pequenos gestos que contribuíram para criar uma nova nação, como o seu apoio à equipa de râguebi da África do Sul no campeonato do mundo de 1995, previamente um símbolo da diferença racial, todos os seus gestos e ações são marcas de um grande líder. Acho que bastaria que cada um de nós se colocasse a questão “O que teria feito Mandela perante esta situação?...” para que as nossas ações fossem mais positivas e criadoras de valor(es). Como alguém disse, a única coisa mais forte do que o medo é a Esperança. Mandela ensinou-nos a ter Esperança e isso, por si só, é um legado imortal.
Luís Pais Correia, CEO NAMEA (North Atlantic, Middle East, Asia-Pacific) da Dalkia International



Luis-Portela-BialJamais poderei esquecer o olhar sereno de Nelson Mandela nos momentos que se seguiram à sua saída da cadeia, após cerca de um quarto de século enclausurado apenas por defender a igualdade para os homens e as mulheres com a sua cor de pele: o negro.
Mas também foi marcante, nos meses seguintes, o discurso contemporizador que utilizou, incitando todos os sul-africanos à convivência pacífica e mostrando um invulgar discernimento e uma enorme capacidade de luta por um objetivo superior e superiorizante.
Depois, como Chefe de Estado, Mandela implementou um sistema de convívio que contrariava frontalmente os hábitos e as leis até aí seguidos pela África do Sul, conseguindo conquistar brancos, negros e mestiços para uma saudável convivência entre todos. E governou com sabedoria, quer no plano interno, quer no plano internacional.
Com os seus índices de popularidade teria sido fácil ficar longos anos agarrado ao poder, como tantas vezes acontece em África e até noutros continentes. Mas soube retirar-se em tempo, passando a levar uma vida simples e tranquila.
Em Longo Caminho para a Liberdade, Mandela escreveu: “Eu não nasci com fome de liberdade. Nasci livre – livre de todas as formas minhas conhecidas”. E assim se manteve ao longo de toda a sua existência, que se tornou um grande exemplo para a Humanidade.
Luís Portela, Presidente de BIAL

 
Luis-Paulo-SalvadoOcasionalmente, a humanidade é bafejada por alguém assim. Qual pequena centelha de luz, inicialmente muito discreta, mas que rapidamente, pela sua força interior, evolui para um enorme sol radioso, que a todos ilumina, inspira e aquece! Mandela é e será o cidadão do nosso futuro, o nosso “guia” para uma nova civilização, uma nova forma de estarmos e de nos relacionarmos uns com os outros. Obrigado Nelson Mandela!
Luis Paulo Salvado, CEO da Novabase



Pedro-Reis-AICEPLiderando toda uma vida pelo exemplo, no combate ativo e empenhado pelos valores mais nobres, não só de um País mas de toda a Humanidade, Nelson Mandela, Pai que uniu e reconciliou toda uma Nação, é um símbolo mundial de Coragem, de Vontade, de Paz e de Justiça e, como todos os Grandes da História que são muito poucos, a sua memória e o seu legado são eternos e continuarão as inspirar as gerações vindouras.
Pedro Reis, Presidente da AICEP



Pedro-Soares-SantosNelson Mandela é, como muito poucos o foram e são, a prova viva de que a verdadeira liderança nasce da força interior e da capacidade de um Homem superar as suas circunstâncias. A sua vida será sempre um exemplo inspirador de Humanidade, Visão e Resistência, em nome de um Bem maior."
Pedro Soares dos Santos, Administrador delegado da Jerónimo Martins
 
fonte: portaldaliderança

Angola - Escândalo Kangamba: Parlamento deve investigar e responsabilizar - Mãos Livres.

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Manuel José – Voz da América
 
Organização apela à oposição para interpelar a Assembleia Nacional. Diz que vai enviar cartas ao parlamento e presidência.
A Associação Mãos Livres quer explicações urgentes do Parlamento angolano, sobre o escândalo Bento Kangamba.

O dirigente do MPLA é indicado como destinatário de cerca de três milhões de Euros apreendidos em França, onde a policia local deteve oito indivíduos suspeitos de crimes de branqueamento de capitais, corrupção e associação de malfeitores, entre os quais Carlos Silva funcionário de Bento Kangamba e José Francisco "Kamanguista" que confessou ser amigo pessoal de Kangamba.

O advogado e presidente da Associação Mãos Livres, Salvador Freire,  assegura que ainda esta semana vão remeter uma carta ao Parlamento angolano, a exigir esclarecimentos,  sobre este caso.

Para a associação Mãos Livres, pela gravidade do assunto, urge a necessidade dos partidos políticos da oposição questionarem o executivono parlamento , para que os culpados sejam responsabilizados.

"A associação Maos Livres, como a sociedade angolana e os partidos políticos da oposição devem levar esta questão junto do parlamento e exigir da Assembleia Nacional a investigação necessária e depois responsabilizar Bento Kangamba," disse o presidente desta organização.

Salvador Freire diz que vão ser também endereçadas cartas a outros órgãos de poder de Angola.

"Dentro de pouco tempo vamos escrever para o presidente da república, para o ministro das Relações Exteriores e para a Assembleia Nacional, para pedir explicações,” disse.

“Os angolanos precisam de explicações já e urgentes," acrescentou.

As autoridades angolanas continuam a manter o silêncio total sobre a questão.

O Presidente Eduardo dos Santos que se encontra em Barcelona, Espanha, há várias semanas, convocou Kangamba para uma reunião após o escândalo ter sido noticiado mass desconhece-se pormenores do mesmo.

Dos Santos não fez qualquer comentário sobre a questão ou emitiu qualquer comunicado.

O Presidente tem laços familiares com Kangamba que é acusado com uma sobrinha do presidente que trabalha na presidência.

O dinheiro apreendido era proveniente de Portugal e o Presidente da associação Mãos Livres, Salvador Freire considera Portugal como o centro de toda lavagem de dinheiro dos dirigentes angolanos.

"Portugal tem sido a lavandaria destes actos de corrupção envolvendo figuras de proa, ligadas ao presidente da república," disse

"Isto mancha o nome de Angola e dos angolanos no estrangeiro, sobretudo nesta altura em que a corrupção está no topo da pirâmide de desenvolvimento, de varias figuras angolanas.,” disse.

“Bento Kangamba não 'e o único caso, há outros elementos envolvidos em casos de corrupção que evidentemente devem ser responsabilizados," acrescentou

Para a associação Maos Livres, pela gravidade do assunto, urge a necessidade dos partidos políticos da oposição questionarem o executivono parlamento , para que os culpados sejam responsabilizados.

"A associação Maos Livres, como a sociedade angolana e os partidos políticos da oposição devem levar esta questão junto do parlamento e exigir da Assembleia Nacional a investigação necessária e depois responsabilizar Bento Kangamba," disse o presidente desta organização

Freire diz não perceber como tanto dinheiro existe, pra sair ilegalmente do país e enquanto internamente falta quase tudo e as pessoas morrem de fome e por falta de medicamentos.

"Enquanto aqui em Angola cidadãos morrem por falta de comida, por falta de Aspirina, por falta de água potável, por diversas doenças, alguns angolanos ligados ao presidente da república, José Eduardo dos Santos infelizmente praticam actos de corrupção, branqueamento de capitais, fuga de valores do nosso país, para o estrangeiro," disse.

fonte: Página Global



Manuel José – Voz da 

Aniversário de Mandela comemorado em todo o mundo.

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Nelson Mandela saúda a assistência de um concerto contra a pobreza em julho de 2005 em Joanesburgo
Nelson Mandela saúda a assistência de um concerto contra a pobreza em julho de 2005 em Joanesburgo.


O Prémio Nobel da Paz completa 95 anos e a ONU apela a todos para dedicarem hoje 67 minutos a uma boa ação, em memória dos 67 anos de militância cívica de Nelson Mandela.

Coros infantis, uma subida ao Kilimanjaro e bandeiras na Volta à França são algumas das ações organizadas para assinalar hoje o 95.º aniversário do líder histórico sul-africano Nelson Mandela, que continua hospitalizado em Pretória em estado crítico.
As Nações Unidas declararam em 2010 o dia 18 de julho como o "Mandela Day" e, nesta data, a organização apela a todos os cidadãos para que façam uma boa ação em honra do antigo Presidente sul-africano e consagrem simbolicamente 67 minutos à memória dos 67 anos de militância política e pela paz de Nelson Mandela.
As Nações Unidas realizam, em Nova Iorque, um reunião informal da sua assembleia geral que terá como oradores o ex-Presidente norte-americano Bill Clinton, o reverendo Jesse Jackson, o ator e ativista Harry Belafonte e Andrew Mlangeni, 87 anos, amigo próximo de Mandela e que com ele esteve preso.
Elementos da missão sul-africana na ONU e do consulado da África do Sul em Nova Iorque irão ainda ajudar a reconstruir casas destruídas em outubro pelo furacão Sandy e distribuirão fruta e postais comemorativos do Dia Internacional Nelson Mandela numa das principais avenidas da cidade.

Crianças cantam os parabéns a Madiba


Na África do Sul, um coro de milhares de crianças sul-africanas cantará os parabéns a Nelson Mandela logo pela manhã.
Pintura de escolas, oferta de roupas aos mais pobres, limpeza de sepulturas dos veteranos da luta antiapartheid, conferências e debates são outras atividades previstas para assinalar o dia de aniversário do Prémio Nobel da Paz.
Segundo uma sondagem divulgada na quarta-feira, 89 por cento dos jovens sul-africanos afirmaram que planeiam participar nas iniciativas.
As autoridades sul-africanas, nomeadamente o Presidente Jacob Zuma, programaram igualmente um conjunto de iniciativas oficiais, que incluem a inauguração de uma ponte e escolas.
Zuma, que está em campanha para as eleições de 2014, deverá ainda presidir a uma cerimónia de entrega de casas em Pretória.
As autoridades escolheram também o dia de aniversário do ícone da democracia sul-africana para entregar os primeiros cartões de identificação biométricos, que serão entregues aos veteranos da luta anti-apartheid, nomeadamente o arcebispo Desmond Tutu ou Ahmed Kathrada, amigo de Mandela que passou 26 anos com ele na cadeia.

Megaconcerto de música africana em Melborne


Fora da África do Sul, várias celebridades, como o magnata britânico Richard Branson, prometeram envolver-se nas iniciativas "e dar 67 minutos para tornar o mundo melhor".
Richard Branson oferecerá uma sessão de formação profissional a jovens empreendedores.
Cerca de uma vintena de cidades norte-americanas promovem vários eventos. Em Melborne, na Austrália, realizar-se-á um megaconcerto de música africana, enquanto um festival de música programado para breve na Noruega deverá ser dedicado a Mandela.
Em Manila, 50 crianças abandonadas vão visitar um estúdio de televisão e assistir à atuação de artistas locais.
Enquanto o mundo celebra o 95.º aniversário de Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul continua internado numa clínica privada em Pretória e o seu estado continua a ser considerado crítico, apesar das declarações de otimismo, nomeadamente do ex-presidente Thabo Mbeki.
Thabo Mbeki deu a entender, em declarações recentes, que a saída de Nelson Mandela do hospital poderia estar próxima, mas a presidência sul-africana reafirmou na terça-feira que não se registaram mudanças no estado de saúde de "Madiba", como é conhecido na África do Sul.
Nelson Mandela mantém-se em estado "crítico, mas estável" desde 27 de junho, respira com a ajuda de uma máquina e continua a comunicar com o olhar com a sua família, referiu a presidência.
Hospitalizado há mês e meio, Mandela sofre de uma infeção pulmonar recorrente, uma sequela dos 27 anos de prisão.
Nascido a 18 de julho de 1918, Nelson Rolihlahla Mandela foi eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, depois de décadas de luta contra o regime segregacionista da minoria branca que governou a África do Sul.
Herói da luta antiapartheid, liderou com o último presidente imposto pela minoria branca, Frederik de Klerk, uma transição para a democracia baseada na reconciliação nacional, o que lhe valeu a atribuição do prémio Nobel da Paz em 1993.

fonte: expresso.pt


O perigo ronda o Brasil e alguma medida tem que ser tomada antes que seja demasiado tarde...

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Nus, manifestantes tiram foto na Câmara de Porto Alegre. 

Em uma imagem que circula nas redes sociais, 22 pessoas aparecem nuas dentro do prédio da

 Câmara

Segundo um dos manifestantes, o movimento é "libertário" e não é possível repudiar ou repreender a atitude Foto: Reprodução
Segundo um dos manifestantes, o movimento é "libertário" e não é possível repudiar ou repreender a atitude
Foto Reprodução
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fonte: terra.com.br

Vamos terminar com a morte de homossexuais em Camarões.

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Se nada for feito, as autoridades serão culpadas de transformar o Camarões em um país de selvagens.

Un homosexuel camerounais © Amnesty International

Nos últimos anos, o Camarões tornou-se famoso, em ser um dos países africanos muito perigoso para se sair a noite, se você é gay. Entre prisões arbitrárias, acusações falsas, ameaças de qualquer espécie e prisão como uma vingança, os ativistas gays e LGBT arriscam suas vidas todos os dias.

É neste contexto que o jornalista e ativista gay Eric Lembembe foi encontrado morto em sua casa em Yaounde, capital dos Camarões, em 15 de julho de 2013.

Assassinato macabro

De acordo com a ONG Human Rights Watch, amigos de Eric Lembembe que dirigem uma associação de combate contra a AIDS, o encontraram sem vida, depois de tentar, sem sucesso, durante dois dias para chegar ao telefone.

"O jovem tinha o pescoço e pé quebrado, com as mãos e os pés que foram queimados com ferro", reportou HRW, citando um amigo que descobriu o corpo.

"Nós não sabemos quem matou Eric Lembembe ou por que ele foi morto, mas uma coisa é clara: o fracasso total das autoridades dos Camarões em seu dever de coibir a violência homofóbica é um incentivo para que os autores se sintam estar seguros de impunidade ", disse Neela Ghoshal, da Human Rights Watch.

Na verdade, Eric Lembembe se tornou um dos militantes mais ativos e mais ainda para os direitos gays em Camarões. Assim, ele trabalhou com o Human Rights Watch e outras organizações locais de defesa lésbicas, bi, gay e transexuais fazendo um relatório sobre o número de prisões de homossexuais em Camarões.

Violência renovada

Este relatório, quando foi publicado em março 2013 causou um ressurgimento da homofobia no país, com ameaças de morte óbvias.

Portanto, não é surpreendente que em muitos locais, no país, consideram a morte de Eric Lembembe como um crime homofóbico. Há pouco mais de um mês, em 26 de junho, na sede da ONG Alternativas-Camarões, uma organização que defende os direitos dos homossexuais, com base em Douala (capital econômico) que foi incendiado.

Uma dezena de dias passadas, o escritório do advogado Michel, que defende pessoas no tribunal ", acusados ​​de homossexualismo" foi destruído. Seu colega, professor Alice Nkom, outro defensor de gays, recebeu ameaças de morte por mensagem de texto.

No entanto, nada foi feito. As autoridades ainda não começaram qualquer investigação. As pessoas têm visto tudo isso, assim como quaisquer outras sentenças arbitrárias que foram impostas há mais de cinco anos, com alguma indiferença. Em Camarões, o ódio, a ignorância e a intolerância foram erguidas em regra de conduta. Incidentes em discursos homofóbicos tornaram-se comuns no maior desprezo pelos direitos humanos.

O silêncio dos culpados

No entanto, a morte de Eric Lembembe é um ato homofóbico também. Paul Biya, presidente de Camarões deve quebrar o silêncio, senão será considerado responsável (e culpado) do que está sendo cada vez mais parecido com a barbárie. Paul Biya deve quebrar o silêncio e exigir que os autores deste crime sejam presos e punidos.

Este é o sintido da petição lançado por All Out. Este é o sentido da condenação internacional em todas as direções, incluindo os Estados Unidos, que exigem das autoridades a abertura de uma investigação.

As autoridades de Camarões não querem suprimir o artigo 347 bis do Código Penal, que condena a cinco anos de prisão relações entre pessoas do mesmo sexo, ou! Os ativistas, dizem que vão levar a luta até o fim. Mais que elas contribuem, com o seu silêncio, a "homofobia Estatal", como apontou um relatório da Anistia Internacional (publicado em 25 de junho), isso é inaceitável.

Que as pessoas, eles mesmas não dizem nada (e muitas vezes envolvidas) contra o que começa a parecer uma verdadeira matança gays em Camarões, é o suficiente para se saber se o país está se tornando um país sem rumo.

Por: Raoul Mbog

fonte: slateafrique.com



Brasil - Rio de Janeiro: Protesto no Leblon, começa pacífico e termina com confusão.

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Acesse o Link e acompanha o desenrolar dos acontecimentos:

A bandidagem toma conta da cidade...

Uma espécie de barricada foi montada nas ruas do Leblon em protestos nesta quarta-feira (17). (Foto: Gabriel Barreira /G1)

fonte: globo.com

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