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sábado, 18 de maio de 2013

Guiné-Bissau: “República di Mininus” questiona os conflitos em África.

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“República di Mininus” questiona os conflitos em África

O filme do realizador Flora Gomes teve a sua estreia esta quinta-feira (16.05.) em Portugal. A quinta longa-metragem do guineense tem a participação do norte-americano Danny Glover e o toque de Youssou N'Dour.
Maputo foi o cenário escolhido para o novo filme de Flora Gomes. Com crianças que desempenham o papel central, o mais prestigiado realizador guineense transforma a capital moçambicana numa “República di Mininus”, uma “República de Crianças”.

Num país fictício em guerra, algures no continente africano, os adultos desaparecem assustados e cansados das tragédias que eles mesmos provocaram. Para trás deixam as crianças, que terão de unir-se para conseguirem sobreviver à nova realidade. Convivem numa sociedade de respeito e harmonia, onde profissões e cargos normalmente ocupados por adultos são assumidos por elas. Até que, um dia, cinco crianças-soldado, de atitudes conturbadas, chegam à República, pondo em risco a paz instituída. As crianças são então postas à prova: ou se aceitam umas às outras como grupo ou terão de partir para um mundo sem esperança.

Um grito de desespero e, afinal, também de esperança
Flora Gomes viu nas revoltas, guerras e golpes de Estado em África a base para a sua históriaFlora Gomes viu nas revoltas, guerras e golpes de Estado em África a base para a sua história
“Nunca perguntamos às crianças o que pensam do comportamento dos adultos”, conta Flora Gomes. No filme, as crianças “esquecem os adultos e começam a construir o seu futuro”.

Crescer ou não crescer – é precisamente este o dilema que as acompanha ao longo da história. Só já no final, revela Gomes, “as crianças concluem que, afinal, terão de crescer”. Esta foi a forma que o realizador encontrou para questionar os vários conflitos que acontecem no continente, a exemplo da situação na vulnerável Guiné-Bissau, seu país natal.

“República di Mininus” é um apelo de desespero e advertência sobre as turbulências em África. Mas ao mesmo tempo, acrescenta o guineense, trata-se também de um grito de esperança.

As estrelas da “República di Mininus”
No filme, o ator norte-americano, Danny Glover, desempenha o papel de conselheiro Dubem, um homem visionário que olha o futuro através de um simples par de óculos. Glover e Gomes conheceram-se no Festival de Cinema de Cannes, França, quando o realizador concorreu com a longa-metragem “Pau de Sangue” de 1996. “A simplicidade com que ele trabalhou comigo”, conta Flora Gomes, “dá gosto de continuar a fazer cinema”.

Outra estrela que trabalhou para a “República” foi o músico senegalês, Youssou N'Dour, que compôs a banda sonora do filme.

Além de Lisboa, esta co-podução luso-francesa e alemã irá percorrer outras capitais europeias.

fonte: DW.DE

Costa do Marfim: índice de insegurança passou de 3,8 para 1,6, disse o (primeiro-ministro).

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© Abidjan.net por Atapointe
O primeiro-ministro Duncan à imprensa
Quinta - feira, 4 de abril de 2013, em Abidjan. O primeiro-ministro Kablan Duncan concede uma conferência de imprensa com a presença de vários membros do governo.


A situação de segurança melhorou na Costa do Marfim, onde o "índice de insegurança passou de 3,8 para 1,6", afirmou nesta sexta-feira, em Abidjan, o Primeiro-Ministro da Costa do Marfim, Daniel Kablan Duncan.

"O índice geral de insegurança foi de 3,8 em janeiro de 2012 caiu para 1,9, no início de 2013 e 1,6 durante o mês de maio", disse Daniel Kablan Duncan em uma reunião com os parceiros técnicos e financeiros da Costa doo Marfim.

De acordo com o Sr. Duncan Kablan, esta "melhoria significativa" da situação de segurança é devido a "todas as reformas" e "acções relacionadas".

O índice de segurança leva em conta, nomeadamente, os roubos, o fenômeno de salteadores de estradas, ataques a casas, ataques a empresas, assaltos na rua, acidentes de trânsito e furtos de veículos.

O chefe do governo da Costa do Marfim tem enfatizado a reforma em curso no sector da segurança na Costa do Marfim depois de confrontos pós-eleitorais, em 2010, que resistiu profundamente a segurança e a defesa que culminou com uma proliferação de armas.

Esta reforma visa "reconstruir e modernizar a capacidade de defesa e segurança da Costa do Marfim", segundo Daniel Kablan Duncan acrescentou que a aceleração da reforma não pode ser feito sem o desarmamento, desmobilização e reintegração dos pró-Gbagbo e pró-Ouattara identificados regularmente, cujo número é estimado em 64.777 de ex-combatentes.

"O governo pretende abordar esta questão dentro de dois anos, bem antes de 2015", assegurou.

O primeiro-ministro também observou "progressos significativos" em relação à reconciliação nacional e da coesão social, sublinhando que o seu governo não vai "escolher entre a paz e a justiça", mas sim combiná-las.

"Nós acreditamos que é afirmado o Estado de Direito, e que a justiça faça o seu trabalho", disse ele, antes de concluir que "em um ambiente pós-conflito, não pode haver reconciliação duradoura sem justiça ".

fonte: abidjan.net

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