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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

ANGOLA: ISABEL – DE KO EM KO!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

isab-santa

De Henrique Granadeiro a Zeinal Bava, passando por Paulo Azevedo e Fernando Ulrich, sem esquecer José Sócrates, Passos Coelho, Paulo Portas e Cavaco Silva, todos foram ao tapete. Utilizando o seu poderoso manancial de golpes, Isabel dos Santos coloca-os todos  em KO.

Por Orlando Castro
Os jabs, ganchos, directos e uppercutes que usa são apenas uma ínfima parte do arsenal que a Isabelinha tem ao seu dispor. É obra. O que ela quer tem, tanto em Angola como no estrangeiro (então no protectorado do MPLA na Europa – Portugal – nem se fala), tem força de lei.
O que está à venda ela compra, o que não está à venda ela faz com que esteja. É um autêntico tsunami. E não adianta alertas, protestos, moções de censura ou vigílias. Ela manda e o resto são cantigas.
É por tudo isto que, mesmo de barriga vazia, mesmo sabendo que o dinheiro lhes é roubado, os angolanos adoram a sua Santa Isabel (cada país tem a santa que merece).
Honra lhe seja feita, a filha do presidente vitalício José Eduardo dos Santos resiste estoicamente à crise económica. Trata a riqueza por tu, só sabe multiplicar e faz milagres que coram de espanto qualquer outra santa conhecida.
Embora dizer o que pensamos seja, quando não é o mesmo que o regime pensa (raramente isso acontece, assumimos), um crime contra a segurança do Estado e prova de tentativa de golpe de Estado, não é mau manter a memória alimentada pela verdade.
Importa por isso recordar que Isabel dos Santos, a filha do Presidente (no poder há 36 anos sem nunca ter sido nominalmente eleito) José Eduardo dos Santos, mas também filha do Presidente do MPLA e do Titular do Poder Executivo, é a mulher mais rica de África e também a mais rica de… Portugal.

Nada a ver (é claro) com o pai

E então como é que Isabel dos Santos se tornou – não sabemos quantas vezes – milionária? Desde logo porque – graças ao pai ser o dono do reino – ficava, fica e ficará com uma parte das empresas que se estabelecem em Angola. É assim. Quando assim não é, o seu pai trata de mandar fazer leis, decretos e regulamentos que permitam a Isabel facturar sobre tudo o que entenda. Simples, não é?
Isabel dos Santos assume-se, afinal, como uma santa e acusa todos os que divulgam mentiras sobre a sua divina capacidade empreendedora. Tem razão. Aos escravos não assiste a veleidade, muito menos o direito, de – seja qual for a razão – denegrir a impoluta e divina imagem e labuta de figuras honoráveis como ela e, é claro, como o seu pai.
Certo é que Isabel dos Santos é milionária e que no seu país cerca de 70% dos habitantes vivem com menos de 2 dólares por dia. A Forbes escreveu em tempos que “é uma rara janela para a mesma trágica narrativa cleptocrática em que ficam presos muitos outros países ricos em recursos naturais”. O resultado viu-se. Isabel comprou a Forbes.
José Eduardo dos Santos, Presidente de Angola desde 1979, é o chefe de Estado que governa há mais anos sem ser um monarca propriamente dito. Assim sendo, e com o apoio da comunidade internacional que prefere negociar com ditadores (dos bons, é claro!) do que com democratas, inclui a família em todos os grandes negócios feitos em Angola ou com Angola. Nada mais transparente.
É uma forma de extrair dinheiro do seu país, enquanto se mantém à distância, de maneira formal. Se for derrubado, pode reclamar os seus bens, através da sua filha. Se morrer enquanto está no poder, ela mantém o saque na família.
Não se sabe com rigor em que negócios Isabel dos Santos está, de facto, metida. Mesmo assim, tem posição preponderante e decisiva na Endiama, a empresa concessionária da exploração mineira (criada por decreto… presidencial, que exigia a formação de um consórcio com parceiros privados).
Os parceiros privados da filha do Presidente, que incluíam negociantes israelitas de diamantes, criaram a Ascorp, registada em Gibraltar. Na sombra tinha o negociante de armas russo Arkadi Gaidamak, um antigo conselheiro do Presidente seu pai durante a guerra civil de 1992 a 2002. Tudo bons rapazes, igualmente impolutos e honoráveis cidadãos.
O escrutínio internacional dedicado aos ‘diamantes de sangue’ aconteceu no mesmo período em que Isabel dos Santos transferiu a sua parte do negócio para a mãe, uma cidadã britânica. Tudo continua em família. Antes do Povo está o clã Eduardo dos Santos. Obviamente.
Além dos diamantes, também continua a ter posição basilar na Unitel, a primeira operadora de telecomunicações privada em Angola que – novamente por decreto… presidencial – foi presenteada a Isabel dos Santos.
A parceria com o homem mais rico de Portugal, Américo Amorim, levou-a para áreas financeiras, através do banco BIC, e petrolífera, através da Amorim Energia e dos seus negócios na Galp e com a Sonangol. Sucesso garantido. Como garantido foi o investimento de 500 milhões na portuguesa ZON e explica também como Isabel dos Santos acabou por ficar à frente da cimenteira angolana Nova Cimangola, Mais uma vez por via dos negócios com Américo Amorim.
Do ponto de vista mediático, mesmo no âmbito da Educação Patriótica que o regime pretende dar a todos os angolanos desde a barriga da mãe até à morte, Isabel dos Santos é a heroína do reino. Prova disso é dada pelo Pravda do regime (também conhecido por Jornal de Angola) que escreveu: “Estamos maravilhados por a empresária Isabel dos Santos se ter tornado uma referência do mundo das finanças. Isto é bom para Angola e enche os angolanos de orgulho.”

A compra de Portugal

Desde 2008 que a rainha santa Isabel dos Santos tem vindo a acumular um autêntico império em Portugal. Nada de anormal. Segundo o português Diário Económico, a esposa de Sindika Dokolo, recentemente medalha de ouro das “olimpíadas” demagógicas da Câmara Municipal do Porto, tem investimentos directos na banca, nas telecomunicações, na energia e no imobiliário, e indirectos em quase tudo o resto. Diz o jornal que já investiu um total de três mil milhões de euros em Portugal.
A mais recente chocadeira foi a compra da Efacec Power Solutions pela módica quantia de 200 milhões de euros. Isabel dos Santos, indiferente à crise petrolífera do país onde o seu pai é rei, continua a não ter dificuldades em descobrir onde chocar os ovos de ouro.
Admitem os observadores que, ao comprar a Efacec, a rainha santa pretende transportar o centro de gravidade da multinacional para Angola, beneficiando das competências de engenharia do grupo que também actua nos sectores da energia, ambiente, serviços e transportes em vários países africanos, americanos e asiáticos.
Feitas as contas, as participações de Isabel dos Santos em empresas cotadas em Portugal valem mesmo um montão de pipas de massa (bem mais de três mil milhões de euros), somando-se ainda os investimentos pessoais no sector imobiliário.
Nascida em 1973 em Baku (Azerbaijão, ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS), Isabel é a primeira filha de José Eduardo dos Santos, um presidente que é um sério candidato a um qualquer Prémio Nobel e, igualmente, uma figura cuja visão é muito superior – segundo os seus súbditos – a Amílcar Cabral e Nelson Mandela.
Perante a separação dos pais (a mãe é a jogadora de xadrez russa Tatiana Kukanova), Isabel foi viver com a mãe em Londres, onde estudou engenharia no King’s College, e conheceu o seu futuro marido, Sindika Dokolo, com quem se casou em 2002.
Nessa época, contam os cronistas do reino, Isabel abriu o seu primeiro negócio, um bar na baía de Luanda. Terá sido nos recantos desse negócio que descobriu a mina ou chocadeira que a transformaria na mulher mais rica do continente africano… e arredores.
Os cronistas anti-regime (pobres e mal agradecidos) falam que o autor do milagre é, isso sim, o seu pai que, no uso dos seus poderes (que gosta de dizer que são democráticos), tem uma comissão em tudo quanto envolva dinheiro. Em Abril de 2015 foii notícia que todos os investimentos superiores a 10 milhões de dólares serão exclusivamente tramitados pelo Presidente da República

Socialismo? O que é isso?

A ideologia socialista/comunista de Eduardo dos Santos só durou até o final dos anos 1990, altura em que já tinha quase 20 anos de comando do regime. Foi então que, por obra divina, abraçou o capitalismo e começou a assinar contratos de concessão com o capital privado estrangeiro para a exploração dos inesgotáveis recursos naturais que deveriam ser de todos mas que, obviamente, passaram a ser seus e dos seus comparsas.
Por alguma razão, segundo a organização Transparency International, no mundo há apenas 10 países mais corruptos do que Angola. Luanda desmente. E tem razão. O que o mundo chama de corrupção é, de acordo com o regime, uma forma normal de negociação entre quem pode e quem precisa.
Isabel dos Santos, como bem defendem os cronistas e arautos do regime, rejeita as insinuações de que seus negócios estão muito relacionados com a presidência vitalícia do seu pai. Faz sentido. Importa não esquecer que, como ela disse ao “Financial Times”, aos seis anos de idade vendia ovos como uma qualquer zungueira dos nossos dias.
O seu marido, o tal a quem o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, atribuiu a medalha de ouro da cidade, é mais assertivo quando fala da Isabel: “É muito tranquila e muito estável, gosta de ter uma perspectiva a longo prazo. Possui três qualidades que a transformam na grande força de Angola: autoconfiança, estabilidade e ambição.”
Registe-se como epílogo parcelar, que Isabel dos Santos é uma digna sucessora da mulher do rei português D. Dinis, a rainha Santa Isabel, que se tornou célebre – ao contrário da mulher mais rica de África e uma das mais ricas de todo o mundo – pela sua imensa bondade em relação aos necessitados.
A diferença está em que, para a “nossa” santa, os necessitados são apenas os que, como ela, roubaram e continuam a roubar o dinheiro que pertencia ao Povo.
 #http://jornalf8.net

ANGOLA: NÃO ADIANTA APONTAR….

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BPI-isabel

“OConselho de Administração do Banco BPI irá, agora, analisar as propostas apresentadas por V. Exas e transmitir-lhes-á a sua posição sobre as mesmas logo que tal análise se encontre concluída”, lê-se numa carta enviada pelo presidente executivo do banco português, Fernando Ulrich, à Unitel, com data de hoje.
O documento foi disponibilizado no portal da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de Portugal e é a resposta da equipa de gestão do BPI à carta enviada pela Unitel no último dia do ano passado, na qual a operadora angolana, que detém 49,9% do BFA, apresentou uma proposta firme de compra de acções representativas de 10% do capital social do banco angolano.
Este avanço da Unitel (que é detida em 25% por Isabel dos Santos) surge no âmbito da intenção manifestada pelo BPI de avançar com um projecto de cisão simples das suas operações em África, com destaque para as participações detidas no BFA e no moçambicano Banco Comercial e de Investimentos (BCI).
O objectivo da equipa de gestão do BPI é entregar aos seus accionistas a maioria do capital do BFA, além de outros interesses que detém no sector financeiro em África, de modo a respeitar as exigências do Banco Central Europeu (BCE) que implicam a redução da concentração de riscos ao Estado angolano.
Para tal, quer criar uma unidade separada do BPI, a Sociedade de Gestão de Investimentos Africanos (SGA), concentrando nela a participação de 50,1% no BFA e, em Moçambique, de 30% no BCI e de 100% no BPI Moçambique — Sociedade de Investimento.
Na carta enviada pela Unitel ao BPI – tornada pública no passado domingo – a operadora angolana criticou a opção do BPI de avançar com o projecto de cisão do BFA, sabendo de antemão da sua oposição.
E considerou mesmo “desrespeitoso que o Banco BPI, tendo um processo negocial em curso com a Unitel, tenha decidido abandonar esse processo aprovando a solução que sabe não ser aceite pelo seu parceiro no BFA”.
A companhia de Isabel dos Santos revelou que, há cerca de dois meses, apresentou ao BPI três alternativas à cisão simples: a aquisição pela Unitel de uma participação adicional no capital social do BFA, a realização de uma operação de cisão económica que permitisse uma recomposição do seu capital e da sua estrutura de controlo, e a realização de uma oferta pública de venda (OPV) do BFA através da dispersão em bolsa de cerca de 30% do capital do BFA, que seria vendida em termos equiparáveis por ambos os accionistas.
Hoje, a equipa de gestão do BPI destacou “o carácter construtivo que marcou o diálogo havido acerca das soluções” apresentadas pela Unitel na reunião que juntou as partes em Londres, a 30 de Outubro de 2015.
Sobre a primeira hipótese, o Conselho de Administração do BPI garantiu que, após ter tomado conhecimento da manifestação de interesse apresentada pela HoldFinance – Sociedade de Investimentos em adquirir uma participação minoritária no capital social do BFA, mostrou “a sua disponibilidade para receber e analisar uma proposta que concretize a referida manifestação de interesse, bem como propostas de outras entidades”.
Isto, “sem prejuízo do prosseguimento do processo da operação de cisão”, vincou.
Quanto à realização de uma operação de cisão económica, o BPI explicou que a CMVM considerou que a mesma “não poderia avançar sem ter implicações em termos do nascimento de uma obrigação e lançamento de uma oferta pública de aquisição obrigatória”.
No que toca à terceira alternativa, ou seja, o lançamento da OPV do BFA, a gestão do BPI diz que a considerou “muito interessante”, revelando que foi até o BPI “quem apontou a hipótese de a parcela de capital a alienar ser repartida em termos paritários entre os dois accionistas do BFA”.
Mas destacou: “Não só era incerta a aceitação por parte do BCE desta alternativa como meio adequado para resolver a questão da ultrapassagem do limite dos grandes riscos”, como, depois de consultados os bancos de investimento que apoiam o Banco BPI nesta matéria, “se veio a concluir que a mesma não era exequível dentro do prazo que o Banco BPI dispõe para resolver a mencionada questão”.
Na segunda-feira, o Banco BPI revelou que pretende dispersar o capital da SGA na Euronext Lisboa a 1 de Março, no âmbito do projecto de cisão simples que será votado pelos accionistas em reunião magna convocada para o dia 5 de Fevereiro.

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Obama assume, em lágrimas, a responsabilidade pelo controlo das armas nos EUA.

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http://imagens2.publico.pt/imagens.aspx/
Foto: publico.pt

O presidente americano, Barack Obama, irá anunciar uma série de medidas para combater a violência armada nos Estados Unidos, terminando seu último ano na Casa Branca com uma demonstração de poder político.

Frustrado com a inflexibilidade da oposição política sobre o controle de armas, apesar dos recorrentes tiroteios em massa no país, Obama busca contornar o Congresso com ações executivas que, segundo seus assessores, terão foco na regulamentação da venda de armas e na redução de vendas ilegais.
As propostas - apresentadas a Obama, no domingo, pela Procuradora-Geral Loretta Lynch na Casa Branca - poderiam enrijecer as regras aos vendedores de armas e reprimir "compras de palha", em que os indivíduos potencialmente suspeitos compram armas através de um intermediário.
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que Obama fará um pronunciamento "em breve" sobre as medidas administrativas que irão ajudar a "manter as armas longe das mãos de pessoas que não deveriam tê-las".
É improvável que as medidas consigam atingir as mais de 300 milhões de armas já em circulação nos Estados Unidos.
Observado pela Procuradora Geral dos EUA, Loretta Lynch, o presidente Barack Obama fala a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, na segunda (4) (Foto: AFP Photo/Jim Watson)Observado pela Procuradora Geral dos EUA, Loretta Lynch, o presidente Barack Obama fala a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, na segunda (4) (Foto: AFP Photo/Jim Watson)
Segundo críticos, isso significa que esta ação terá pouca influência na redução da violência armada que mata mais de 30 mil pessoas a cada ano.
Na quinta-feira, Obama participará de um debate sobre o controle de armas para tentar impulsionar seu caso.
'Polindo a lei'
Em discurso de Ano Novo à nação, Obama declarou sua determinação em resolver o que chamou de "negócios inacabados" para reduzir a violência armada.
Mas a decisão do presidente de contornar a oposição no Congresso demonstra uma luta polícia e legal para este ano de eleições.
O Congresso, controlado pelos republicanos, já rejeitou medidas para reduzir a venda de rifles militares semi-automáticos.
Ao usar o último recurso de ação executiva, Obama faz um convite a uma mudança legal ligada a uma previsível defensiva política.
Seus advogados passaram meses "polindo" leis existentes para identificar onde as regras poderiam ser enrijecidas e lacunas fechadas, enquanto sobrevivia aos desafios inevitáveis do tribunal.
#http://g1.globo.com

Gâmbia: Ordens para as trabalhadoras - 'para cobrir o cabelo'.

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http://www.africareview.com/image/view/-/3022078/highRes/1220765/-/ib6s48/-/
Presidente Jammeh, visto com a esposa Zeineb Souma Jammeh. FOTO | BBC

O governo da Gambia proibiu seus funcionários do sexo feminino de deixar os seus cabelos descobertos no trabalho, um memorando que vazou e citado por jornais privados.

As mulheres devem usar um "tie na cabeça e que ordenadamente enrolem o cabelo", disse a nota, sem dar razões para a proibição.

No mês passado, o presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh declarou o país de maioria muçulmana uma república islâmica.

Ele acrescentou que nenhum código de vestimenta seria imposto a cidadãos de outras religiões e que estes seriam autorizados a praticar livremente.

A Gâmbia é popular aos turistas ocidentais por causa de suas praias.

Sr. Jammeh retirou a antiga colônia britânica da Commonwealth em 2013, descrevendo a organização como neo-colonial.

#africareview.com

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