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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A difícil preparação das eleições na Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Será possível organizar eleições gerais a 24 de novembro deste ano? Autoridades guineenses e comunidade internacional correm contra o tempo para responder a esta pergunta, já que muitos observadores estão pessimistas.
Quando faltam apenas cinco meses para a ida às urnas, o tema das conversas nas ruas de Bissau é atualmente a realização de eleições para que o país possa regressar à normalidade constitucional. “Com os nossos recursos, não podemos realizar as eleições, mas como toda a comunidade está interessada em ajudar-nos, espero que seja desta vez e que seja para valer”, comentou um cidadão guineense à DW África.
Mas nem todos estão positivos. Outro eleitor ouvido pela DW África considera que “o Governo não está em condições de realizar as eleições neste preciso momento”, até porque “os meios materiais mostram claramente que não estão em condições de realizar o recenseamento” antes das eleições.
Há também quem considere que “a falta vontade política” é o principal problema. “Como o próprio representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau disse, em Timor-Leste realizaram-se eleições num prazo bastante curto e a Guiné-Bissau, que é um país praticamente da mesma dimensão, entendo que é possível também”, até porque ainda faltam alguns meses, afirmou uma cidadã guineense.
Presidente de transição confiante
O presidente de transição, Serifo Nhamadjo, não tem dúvidas de que é possível realizar as eleições na data prevista
Quem também não tem dúvidas que é possível realizar as eleições presidenciais e legislativas na data prevista é o presidente de transição, Serifo Nhamadjo. “Acredito que se houver boa vontade conjugada, a data é possível. É só pôr os meios e aumentar as equipas de trabalho para que a data seja realizável”, sublinhou, lembrando que “a Guiné-Bissau sempre mobilizou recursos para as eleições.” Aliás, acrescentou Nhamadjo, o país, que nunca teve recursos próprios, “contou sempre com a comunidade internacional.”
Para dinamizar o processo, o primeiro-ministro do Governo de transição, Rui Duarte de Barros, apresentou quarta-feira (03.07) no Parlamento o Orçamento do Estado e o programa de Governo, que tem como prioridade organizar o pleito eleitoral em novembro. “Importa sublinhar que o Governo considera a organização das próximas eleições legislativas e presidenciais como a sua missão principal”, declarou.
Na apresentação do programa, Rui Duarte de Barros prometeu ainda que o executivo "tudo fará para que sejam criadas as condições técnicas, materiais e logísticas adequadas para que a realização destas eleições seja levada a termo com sucesso”.
Recenseamento biométrico
Em relação ao recenseamento, o Governo e a Presidência da República defendem o formato biométrico. Algo que, no enatnto, levanta uma série de dúvidas entre os jovens, que preferem um recenseamento viável como forma de evitar contestação dos resultados eleitorais. “Imagine a ilha mais recôndita das ilhas dos Bijagós. Não temos transportes para lá chegar, não temos energia elétrica. Como é que vamos fazer o recenseamento biométrico?”, interroga-se uma cidadã guineense, que classifica o recenseamento biométrico como “uma utopia”.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) já veio a afirmar que precisa de 5,6 milhões de euros para o seufuncionamento para realizar as eleições de novembro, para as quais estão já criadas as condições técnicas. Lembra ainda que até à presente data não entrou nenhum fundo na CNE, apesar das promessas dos parceiros internacionais, nomeadamente das Nações Unidas e da União Europeia (UE).
A União Africana (UA) garantiu já que tem capacidade técnica para apoiar do processo, anunciou o representante permanente da organização em Bissau, Ovídeo Pequeno.
Liga dos Direitos Humanos pessimista
O Orçamento do Estado e o programa de Governo foram apresentados esta quarta-feira (03.07) no Parlamento guineense
Mesmo com a disponibilidade dos parceiros internacionais que sempre apoiaram eleições no país, a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) ainda duvida que seja possível realizar o escrutínio na data prevista, preferindo esperar para ver até ao dia 24 de novembro.
“Sinceramente não acreditamos que as eleições vão ter lugar nessa data”, disse à agência de notícias portuguesa Lusa o presidente da instituição, Luís Vaz Martins, alegando que há “atrasos na preparação de atos prévios”.
O presidente da LGDH reconhece que a marcação da data das eleições “é um passo importante”, até porque vai ao encontro das exigências da comunidade nacional e internacional, mas não basta para que o escrutínio tenha lugar. 

fonte: DW.DE

Senegal: O financiamento do Banco Mundial - mais de 35 mil milhões de francos CFA para melhorar a qualidade de ensino.

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Um crédito de 10 bilhões de francos CFA e duas concessões de 24 bilhões de francos CFA e 1,5 bilhão. Estes são os montantes de financiamento que o Banco Mundial concedeu ao Senegal, em nome da Educação Primária e Secundária.

No âmbito do reforço da qualidade das aprendizagens no ensino primário e secundário, o Banco Mundial está fornecendo 35 mil milhões de francos CFA ao Senegal. Foi no final do Conselho de Administração, realizado em 13 de junho, informou um comunicado de imprensa chegado à nossa redacção. É, de fato, o "primeiro grande projecto financiado no âmbito do Pilar 2 da nova Estratégia de Parceria entre o Banco Mundial e o Senegal para melhorar a equidade e a qualidade da educação em consonância com estratégia nacional do governo para o desenvolvimento econômico e social (2013-2017), que tem uma coluna específica sobre o capital humano e desenvolvimento sustentável ", diz Vera Songwe, Diretor de Operações do Banco Mundial no Senegal.

O financiamento consiste em um empréstimo de 10 bilhões de francos CFA e duas subvenções estimadas em 24 bilhões de francos CFA e 1,5 biliões de francos CFA. Destina-se a melhorar a qualidade e a equidade da educação básica (Paqeeb) e "Projeto irá fortalecer a qualidade da aprendizagem no ensino básico e aumentar o acesso à série científica no ensino secundário, melhorando a equidade global no acesso à educação básica ", diz o documento no qual os esforços feitos por Senegal no campo da educação são realçados. De fato, para o Diretor de Operações do Banco Mundial no nosso país, "Senegal está profundamente envolvido no processo de educação, e tem conseguido resultados significativos. Mas ainda há muito a ser feito. " Assim, "este projecto vai apoiar os esforços do governo para fornecer uma educação de qualidade para crianças carentes, um fator essencial para as perspectivas de desenvolvimento do país." Isto será realizado através da introdução de "mecanismos de responsabilização e de incentivos motivacionais para melhorar o nível de aprendizagem em leitura e resultados de matemática nos primeiros anos do ensino fundamental", disse Atou Seck, responsável de Paqeeb pelo Banco Mundial. Ele insistiu no acesso à educação para crianças em idade escolar, que também devem receber uma educação de qualidade. "As instituições de ensino descentralizadas serão reforçadas para melhor gerir a qualidade da prestação de serviços", disse Seck, observando que após 4 anos de implementação de Paqeeb", no Senegal é esperado melhoria dos resultados da aprendizagem para os alunos do ensino fundamental (especialmente alunos de 1o  ao 4o ano) e aumentar o número de alunos não-repetidores  matriculados nas classes 1 ª a 4 ª em cinco regiões com atraso na educação que são Kaffrine, Tambacounda, Matam, Luga, Diourbel. " Além disso, Paqeeb deverá "permitir melhorar a transição nas fileiras científicas e matemática no ensino médio."

Além disso, 100 daaras (escolas corânicas) irão beneficiar do financiamento de Paqeeb que vai lhes oferecer "recursos para financiar a reabilitação de infra-estrutura, o custo com os professores franceses suplementares, materiais e prêmios de incentivo para professores do ensino corânico", disse Will em seu comunicado.

Por: Maimouna Gueye

fonte: lesoleil.sn

OPINIÃO: O SUPOSITÓRIO POLÍTICO ENTRE PAULO PORTAS E PASSOS COELHO.

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 A situação de "neurose" política que se vive em Portugal, desde há uns dias, ainda sem final feliz/infeliz para os actores políticos partidários e o Povo, este paciente espectador que aguarda o veredicto final, sem saber se o Presidente da República, agirá antes ou depois deste jogo de sedução entre Dr. Paulo Portas e Dr. Passos Coelho, ainda "fechados" nos bastidores com a porta entreaberta, para se ouvirem os murmúrios do exterior, uma vez que, movidos por influências dos dinossauros da política Portuguesa  não podem sair da linha invisível/traçada, parece!?

Esta situação (Paulo Portas/Passos Coelho) faz lembrar uma expressão na neurose, caracterizada pelo – impasse e contenção – do paciente numa situação "indecisa", também com ganhos secundários, centrados no narcisismo/estrutura (imagem pretendida neste caso), alimentada por uma pulsão complexa e difusa na personalidade do individuo, que não deixa de "invadir", acumulando e só posteriormente, implodir/explodir numa espécie de "clímax", que terá certo gozo, neste caso, para o individuo, uma espécie de Sado masoquismo...

Sinceramente, parece-me que estamos a viver uma situação política exemplar, como controle tipo "ano-rectal", ou melhor, indo ao encontro da imagem do supositório introduzido no recto, enquanto neste "corredor", entre a porta de entrada (ânus), à distância limite do recto, para o intestino grosso, e neste espaço "ano-rectal", ainda é possível um controle voluntário do supositório introduzido no nosso corpo, tornando assim possível, expelir ou aceitar o objecto (supositório) durante a sua permanência.

Enquanto neste corredor, a passagem definitiva seria para o interior do corpo (intestinos...), o contrário, seria expulsar o supositório, aqui seria acabar com a sensação de prazer/desprazer, supostamente perverso ou manipulador no individuo, sendo que  me parece uma situação parecida, esta que vivemos em Portugal neste momento!?

Quem espera um clímax neste teatro medonho!?

Enquanto dura esta dança, estamos nisto, ver o Dr. Paulo Portas, exibir o seu controle "atípico" em politica, sobre o outro parceiro da coligação, afinal, nem tudo que parece é, fica uma pergunta no ar, quem manda neste governo de coligação?

Parece que é neste momento quem não está, que não sabe se volta (não faz e não sai de cima), mas que pode, de repente, dar ordem de recuo deste governo, aos membros do seu partido (CDS). O mesmo que expelir o supositório ainda no recto e, acabando desta maneira de roer a corda, pondo um ponto final nesta dança na corda "bamba".

Esta situação política é embaraçosa, alertando para a falta de sensibilidade dos governantes nos vários momentos da vida deste último Governo em Portugal.

Agora temos assistido a uma fuga para a frente, recuam dos cornos do touro, evitando uma pega frontal, por cobardia e falta de carácter em política, dando a mão à palmatória. Assistimos à tentativa de sacudir a água do capote, friamente, centrados no seu umbigo, como sempre já "barrigudos" do bónus desta má governação, que a culpa irá morrer solteira, é moda, quem faz mal recebe um prémio, um cargo com maior responsabilidade ou, melhor remunerado, só.

O Povo está revoltado, o Vinte e Cinco de Abril  não foi para isto!, dirão muitos dos Militares hoje, trouxeram a Liberdade para o Povo Português e os Políticos falharam.

O que me faz lembrar o meu País (Guiné-Bissau), mas com uma diferença apenas, a Luta de Libertação Nacional, trouxe a Liberdade e Independência para o Povo, mas depois – tanto os Militares como os Políticos Guineenses – falharam.
É esta a diferença, neste caso um falhanço a cem por cento, na anterior, apenas a cinquenta por cento, haverá mais diferenças com certeza, mas estas duas Instituições (militar/politica) quero Eu aqui deixar na minha opinião.

Faço votos de que se termine rapidamente tudo isto, já são dois anos de sacrifícios, que não se podem deitar ao lixo... Haja soluções positivas!


O Povo espera um desfecho em que o suposto supositório seja  EXPELIDO!

Djarama. Filomeno Pina.

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