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terça-feira, 12 de junho de 2018

Trump e Kim Jong Un trocam aperto de mãos histórico; veja fotos.

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Os dois caminharam um em direção ao outro e trocaram o aperto de mãos em um luxuoso hotel de Singapura
Por: AFP em 11/06/18 às 22H15, atualizado em 11/06/18 às 23H36

Aperto de mão histórico entre Donald Trump e Kim Jong Un

presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, fizeram história na manhã desta terça-feira (noite de segunda no Brasil), como os primeiros líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte a se reunir.

Os dois caminharam um em direção ao outro e trocaram o aperto de mãos em um luxuoso hotel de Singapura, antes de participarem de uma série de reuniões com ramificações para todo o mundo.


Em uma rápida declaração aos jornalistas, Trump previu uma "relação fantástica" com Kim Jong Un. "Nós vamos ter um ótimo relacionamento, eu não tenho dúvida".

Kim destacou que seu país e os Estados Unidos superaram muitas dificuldades de uma história difícil para realizar a cúpula em Singapura. "O caminho para chegar até aqui não foi fácil. Os velhos preconceitos e práticas funcionaram como obstáculos no nosso caminho, mas superamos todos eles e estamos aqui hoje".

Os dois homens, de trajetórias e estilos radicalmente diferentes e com mais de 30 anos de diferença, conversaram cara a cara, com o auxílio de seus intérpretes, durante 48 minutos. Em seguida, iniciaram uma reunião com suas respectivas equipes, antes de um almoço de trabalho após o qual será concluída a cúpula histórica.

Apesar da espetacular aproximação diplomática dos últimos meses, persistem muitas dúvidas sobre a cúpula entre os dois dirigentes. Trump, que tem pouco mais de 500 dias na Casa Branca, vive um dos momentos mais importantes de sua Presidência no cenário internacional, onde tem desagradado muitos líderes, inclusive alguns dos aliados dos Estados Unidos.

Em uma série de tuítes postados horas antes do evento em Singapura, Trump indicou que os preparativos do encontro "iam bem". "Em breve todos saberemos se pode haver ou não um acordo real, diferentemente dos do passado", tuitou, antes de atacar em outra mensagem os "haters e perdedores" que consideram uma concessão arriscada a Kim, com quem o presidente americano trocou ameaças e insultos durante meses.

A desenvoltura de Kim
Kim Jong Un, que até este ano não havia realizado nenhuma visita oficial ao exterior, aparentou desenvoltura diante das câmeras durante seu encontro com o premiê singapuriano.

Na noite de segunda-feira, o líder norte-coreano, que chefia um dos países mais fechados do mundo, desfrutou de um passeio em Singapura e visitou, visivelmente encantando, os locais turísticos mais emblemáticos da cidade.

Como os dois líderes vão se falar? Donald Trump será tão efusivo quanto pode ser com seus colegas das grandes potências? Quanto tempo o encontro vai durar? Perguntas para as quais aguardam resposta os cerca de 5.000 jornalistas que, segundo o governo americano, viajaram a Singapura para cobrir a cúpula.

O arsenal nuclear norte-coreano, que provocou uma série de sanções da ONU ao longo dos últimos anos, será a questão central das conversações.

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, que se reuniu duas vezes com Kim Jong Un em pouco tempo, assegurou na segunda que as conversas entre Washington e Pyongyang haviam avançado rapidamente nos últimos encontros e se disse "muito otimista sobre as possibilidades de sucesso".

Pompeo afirmou que os Estados Unidos estavam dispostos a aportar à Coreia do Norte "garantias de segurança únicas, diferentes" das propostas feitas até agora, em troca de uma desnuclearização "completa, comprovável e irreversível".

A Coreia do Norte, que multiplicou desde 2006 os testes nucleares e balísticos, se declarou favorável à desnuclearização, embora nunca tenha entrado em detalhes sobre a forma de realizá-la.

"Desde o primeiro momento"
Trump, que costuma se vangloriar de sua capacidade de negociação e de seu instinto, assegura que saberá "desde o primeiro minuto" de seu encontro com o líder norte-coreano se ele estará disposto a avançar.

A incógnita agora é saber se, apesar dos preparativos caóticos e dos sinais às vezes contraditórios enviados pelo governo Trump, o atípico presidente americano conseguirá o que nenhum de seus antecessores conseguiu.

Analistas e historiadores acreditam haver uma possibilidade, mas lembram que o regime de Pyongyang tem um histórico de promessas descumpridas. Em 1994 e em 2005 foram fechados acordos nunca aplicados.

"Trump provavelmente cantará vitória seja qual for o resultado da cúpula, mas a desnuclearização da península coreana é um processo que vai levar anos", avalia Kelsey Davenport, da Arms Control Association. A "verdadeira prova" será "a adoção ou não pela Coreia do Norte de medidas concretas para reduzir a ameaça que representam suas armas nucleares".

O chefe da diplomacia americana garante, no entanto, que a situação é totalmente diferente desta vez e que o encontro dará frutos."Só há dois homens que podem tomar decisões de tamanha importância. Estes dois homens estarão sentados na mesma sala", afirmou Pompeo na véspera da cúpula.

fonte: noticiasaominuto

Donald Trump e Kim Jong-un: de “óptimo relacionamento” a “obstáculos ultrapassados”.

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Delegações acertam agora pormenores

Kim Jong-un e Donald Trump
Pela primeira vez na história, líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte se encontraram pessoalmente para tentar chegar a um consenso sobre o fim do programa nuclear e balístico da ditadura comunista.
Quando se sentou ao lado do líder norte-coreano, Trump disse ter esperança de que a cúpula será "tremendamente bem-sucedida".
“Teremos um óptimo relacionamento pela frente", acrescentou.
Em resposta, Kim disse que houve uma série de "obstáculos" para o encontro.
"Nós superamos todos eles. Não foi fácil aqui chegar. Velhos preconceitos e hábitos funcionaram como obstáculos, mas foram ultrapassados e aqui estamos hoje", disse aos repórteres.
Trump e Kim saíram da sala onde estiveram reunidos em privado, apenas na presença de dois intérpretes..
Sorridentes, caminharam pela longa varanda do segundo andar do hotel em direcção a outra sala onde continuam as negociações.
Ao lado de Trump está o secretário de Estado Mike Pompeo e o chefe de gabinete da Casa Branca John Kelly.
A reunião debaterá o fim do programa de armas nucleares e balísticas da Coreia do Norte, cujas ambições têm sido uma fonte de tensão há décadas.
Além do encontro de Trump e Kim, estão previstas diversas reuniões entre representantes dos dois países ao longo de cinco dias.
Os dois líderes, no entanto, devem deixar Singapura ainda nesta terça-feira, horário local.
fonte: VOA

    Fez no dia 7 de Junho de 2018, 20 anos que uma crise interna no PAIGC nos levou a uma guerra civil de 11 meses..

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     Fez no dia 7 de Junho de 2018, 20 anos que uma crise interna no PAIGC nos levou a uma guerra civil de 11 meses.
    Foto de Gaio Martins Batista Gomes.

    O PAIGC TINHA O DEVER DE, ATRAVÉS DE UMA NOTA DE IMPRENSA, PEDIR DESCULPA AO POVO GUINEENSE, POR TER FEITO O DIA 7 DE JUNHO, UM DIA MEMORÁVEL PARA OS GUINEENSES.

    Mas não o fez! Ao invés disso, numa acção de falácia de argumentação, refugia-se numa nota de imprensa para driblar os analfabetos em matéria financeira e económica, num assunto (resgate) que já se encontra nas alçadas dos tribunais.

    Se Domingos Simões Pereira se sente um nerd, e por essa qualidade, ganhar inimigos na Justiça guineense, seria aconselhável, para salvar o seu bom nome, que PROMOVESSE UM DEBATE NA TELEVISÃO PUBLICA NACIONAL, convidando o ex-ministro da finanças (Geraldo Martins), Aladje Fadia, dois entendidos em matéria de economia e finanças (com posições distintas ) e um responsável do Fundo Monetário Internacional, para que de uma vez por todas, o Mundo seja esclarecido sobre este assunto, tal como recentemente sugeriu Fernando Casimiro.

    Seria uma oportunidade para Domingos Simões Pereira provar a sua capacidade retórica e inculpabilidade perante indivíduos que frequentaram o mesmo nível de formação

    É um comportamento de oportunista, aproveitar-se da frágil instrução que a maioria dos cidadãos guineenses possuem, para passar uma mensagem contraditória à justiça, numa nota de imprensa, onde ninguém tem oportunidade de lhe confrontar com as posições antagónicas que antes assumiu, ou questões embaraçosas.

    O baixo nivél de instrução do povo guineense MERECE RESPEITO, ATÉ PORQUE A INSTITUIÇÃO QUE DIRIGE É RESPONSAVEL POR NÃO APOSTAR DEVIDAMENTE NA EDUCAÇÃO PARA A MAIORIA DOS GUINEENSES.


    Como pode um Presidente de um partido que não colabora com a justiça, se esconder por de trás de uma nota de imprensa, para acusar uma instituição da justiça?

    E como o próprio Domingos Simões Pereira afirmou numas das aparições em Portugal, estar acima da média das oportunidades que os guineenses têm, mesmo que vá responder a tribunal na Guiné-Bissau e por ventura, se sinta injustiçado, sempre pode recorrer da sentença até ao ponto de recorrer ao tribunal da CEDEAO ou outro da esfera internacional, que já nos demonstrou muito bem conhecer.

    Não fica bem, a quem se diz democrata, não colaborar com a justiça de um país que um dia dirigiu e sonha voltar a dirigir, e ao mesmo tempo desacreditá-la constantemente.

    O debate público, tanto nas Rádios como nas televisões, é um meio muitíssimo importante na informação, formação, promoção do contraditório, denúncia e neste caso, para a defesa do bom nome.

    / 
    Gaio Martins Batista Gomes /, via facebook

    Estados Unidos e Coreia do Norte “enterram” o machado da guerra.

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    Donald Trump e Kim Jong-un assinam documento que normaliza as relações e prepara desnuclearização da península coreana
    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, assinaram um acordo no qual concordam em trabalhar para a completa desnuclearização da península coreana, com Washington a garantir segurança a Pyongyang.
    “O Presidente Trump comprometeu-se a fornecer garantias de segurança à RPDC e o Presidente Kim Jong-un reafirmou o seu firme e inabalável compromisso com a completa desnuclearização da península coreana”, lê-se no comunicado conjunto assinado no final da cimeira em Singapoura na terça-feira, 12, horário local.
    O conteúdo do documento, com apenas quatro pontos, foi considerado "bastante completo" por Trump, que diz que os países estabeleceram uma ligação especial após a assinatura.
    O Presidente americano afirmou que Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca e que ele pretende visitar Pyongyang "num determinado momento".
    "Aprendi que ele é um homem muito talentoso que ama muito seu país. É um negociador de valor, que negoceia em benefício do seu povo", acrescentou Trump.
    No documento, os dois países comprometem-se a estabelecer relações de acordo com o desejo dos seus povos pela paz e prosperidade; unir esforços para construir um regime de paz estável e duradouro na península coreana; Pyongyang, reafirmando a Declaração de Panmunjon, de 27 de Abril de 2018, compromete-se a trabalhar para a completa desnuclearização da península coreana; e se comprometem a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerra, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados.
    O acordo, no entanto, não tem qualquer método de controlo da desnuclearização da Coreia do Norte nem um calendário.
      fonte: VOA

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