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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

quinta-feira, 25 de maio de 2017

ANGOLA: A CORRIDA À CADEIRA PRESIDENCIAL APRESENTA AS CARAS - TODOS DIFERENTES? NÃO. TODOS (BEM) IGUAIZINHOS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

todos

Já temos as listas! E agora que as temos, podemos ver o quão idênticas elas são. Uns dizem-se ser de esquerda, alguns do centro, outros de centro-esquerda, e ainda outros de centro-direita. Quando perguntamos aos militantes, ainda que do topo, qual o espectro político do seu partido, a maioria nem sabe dizer. E não o sabem porque, na verdade, são partidos sem definição.

Por Sedrick de Carvalho
Então, podemos partir para outra pergunta: o que acham da forma como o actual presidente da República, José Eduardo dos Santos, introduz os seus filhos na vida política pública e partidária?
“É um abuso. O senhor presidente desrespeita tudo e todos. Nepotismo puro”, dizem os membros dos partidos na oposição, e até mesmo militantes do partido governante-autoritário. Pronto! Estamos entendidos!
E agora que as listas dos candidatos a deputados foram divulgadas pelo Tribunal Constitucional – quando deveriam ser os partidos a fazer -, já podemos conversar mais sobre a forma de introdução de familiares dos dirigentes partidários nas respectivas organizações política e instituições públicas.
Fizemos uma leitura por todas as listas, mas destacamos três, ainda que a terceira – do MPLA – não mereça tanta consideração por ser uma contradição se fosse de outra forma.
A Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE) parece ter o caso mais flagrante de tentativa de introdução massiva de familiares no aparelho do Estado, concretamente na Assembleia Nacional. Pai, mãe, filho e irmão. Uma família completa numa lista.
Trata-se do presidente da coligação, Abel Chivukuvuku, número 1 da lista, a esposa do presidente, Maria Victória Ferreira Chivukuvuku, no nono lugar, Américo Kolonha Chivukuvuku, em 15º, irmão, e Samuel Pedro Catumbela Chivukuvuku, no 47º lugar, filho do presidente.
A coligação reforçou-se com as entradas do Bloco Democrático (BD) e Partido Democrático para o Progresso e Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA), mas, notemos, o presidente do BD aparece em 11º lugar, dois lugares depois do ocupado pela esposa do cabeça de lista. Mau sinal, pensamos. Colocar o líder duma organização parceira numa posição mais abaixo para dar lugar a familiar é mau prenúncio, e isto certamente gera descontentamento no seio dos recém-chegados à organização.
Frisamos a família Chivukuvuku, mas percebemos que há três Kerlan, dois Tito e Mendes de Carvalho na lista. Os principais membros com esses sobrenomes são vice-presidentes do partido.
Na União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) também há candidatos por parentesco. Os três Kopumi saltam à vista quando lemos a lista do Galo Negro – nomeadamente, Mihaela Ezsébet Neto Webba Kopumi e Celênia Njolela Kopumi, respectivamente números 17 e 162 da lista nacional, enquanto Alcibiades Sebastião Efraim Elavoko Kopumi é o cabeça de lista do ciclo provincial da Huíla, este esposo da candidata 17. Em seguida, Albertina Ngolo e o pai Eugénio Antonino Ngolo «Manuvakola», Adriano Sapiñala e o pai Samuel Chiwale.
Que exemplo se pretende passar à sociedade com essa relação familiar nas listas para ocupar cargos públicos, ainda mais quando se diz que o que se pretende como objectivo final é ser governo?
Suponhamos que as eleições não fossem uma simulação e a CASA-CE chegasse ao poder, e, por imperativo normativo, Abel Chivukuvuku passasse a ser presidente da República… Os seus familiares-deputados teriam a ousadia de o questionar nos dias em que o presidente-esposo-pai-e-irmão fosse ao parlamento prestar esclarecimentos na qualidade de chefe do governo? Ou, ainda mais grave, seriam livres para votar uma moção de condenação exigindo investigação judicial contra o presidente-esposo-pai-e-irmão?
Para além dessas interrogações, a nossa preocupação reside sobretudo na mensagem que se está a transmitir ao povo. Os angolanos, maioritariamente, não compreendem a diferença entre um sobado e uma República, pois o actual governo deliberadamente causa esta confusão. E os partidos na oposição devem preocupar-se em demonstrar que política não é sinónimo de promiscuidade e que partidos não são sociedades comerciais, apesar de lhes ser aplicado a lei das sociedades comerciais em alguns casos.
Muito menos estamos a questionar o mérito dessas pessoas, longe disso. Sabemos que alguns familiares-integrantes dessas listas são militantes activos nas respectivas organizações. Estamos preocupados com a perpetuação da ideia repugnante segundo a qual é necessário ser família de algum dirigente para constar das listas de deputados ou ocupar cargos ao nível governativo.
Surgirão vários argumentos em defesa da inserção de famílias inteiras nas listas, e não vão faltar comparações com os Kennedys, Roosevelts, os Soares ou os Mugabes e os Obiangs. Por essa via, os defensores do nepotismo terão de desdizer tudo o que disseram sobre a nomeação de Isabel dos Santos para PCA da SONANGOL, Filomeno dos Santos para PCA do Fundo Soberano, ou Welwitchia dos Santos e José dos Santos «Coreon Du» como gestores do canal 2 da TPA. Simples!
Uns ainda terão o descaramento de dizer que não há comparação possível por serem organismos públicos e que o pai os nomeou nas vestes de presidente da República e não do partido. A Assembleia da República é também um órgão público e soberano e que, constitucionalmente, reveste-se de maior importância comparando com as empresas salientadas.
Vejamos, já agora, o despacho do presidente da Assembleia Nacional que autoriza a compra de viaturas Lexus LX 570, modelo saído este ano, para os deputados que entrarão brevemente, e outros que se manterão. Tão logo ingresse no hemiciclo, o deputado passa a conduzir carro cujo valor o trabalhador de base nunca juntará ao longo da sua vida de trabalho, cidadão que entretanto nem conhece o nome e rosto do representante, ou seja, o representante que não o representa.
Por decência até, os grupos parlamentares deveriam emitir declarações a negar essas viaturas, apresentando como proposta a aquisição de carros modestos, e descartando a necessidade de atribuir-se carros aos actuais deputados por já os terem. Mas aqui é onde reside o verdadeiro combate contra a pobreza, ou seja, um combate contra os pobres que denunciam o nepotismo e o mal uso do erário, colocando os pobres numa lista de personae non gratae.
fonte: http://jornalf8.net

25 de Maio de 2017 - Manhã Guiné-Bissau: termina prazo da CEDEAO para aplicar Acordo de Conacri.

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Acompanhe AQUI a notícia.


fonte: DW ÁFRICA


Tedros Ghebreyesus é o primeiro líder africano da Organização Mundial da Saúde.

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O ex-ministro da Saúde da Etiópia foi, esta terça-feira (23.05), eleito diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). A cobertura universal de saúde será uma das suas prioridades.
fonte: DW ÁFRICA
Tedros Adhanom Ghebreyesus Außenminister Äthiopien (Getty Images/AFP/F. Coffrini)
Tedros Adhanom Ghebreyesus, mais conhecido como Tedros, é também o primeiro diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) que não é médico. Com 52 anos de idade e nacionalidade etíope, Tedros Ghebreyesus assumiu já as pastas dos Ministérios da Saúde  e Negócios Estrangeiros no seu país.
Na votação, que decorreu, esta terça-feira (23.05), em Genebra, e que reuniu representantes de saúde de 186 países, o etíope liderou as três rondas de votações, obtendo 133 votos na última, contra os 50 votos conseguidos por David Nabarro, médico e conselheiro especial do secretário-geral da ONU para a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e as Alterações Climáticas. 
Em conferência de imprensa, na manhã desta quarta-feira (24.05), o também ex-ministro da Saúde e dos Negócios Estrangeiros da Etiópia, lembrou que, apesar da OMS ter sido criada em 1948 para que a "saúde fosse um direito de todos”, hoje, "ainda metade da população mundial não tem acesso a cuidados de saúde”. Esta será por isso uma das suas prioridades. "Quando se fala em cobertura universal de saúde, tem que se abordar as barreiras financeiras, os desafios relativos ao acesso a drogas e à qualidade dos cuidados e diagnóstico. As epidemias podem atacar a qualquer momento. Temos de estar preparados”, afirmou.
Tedros Adhanom Ghebreyesus ehem. Außenminister Äthiopien (DW/T. Woldeyes)
Na votação, que decorreu, esta terça-feira (23.05), em Genebra, e que reuniu representantes de saúde de 186 países, o etíope liderou as três rondas de votações.
Num discurso antes de se saber o resultado da votação,  o novo secretário-geral da OMS afirmou que se "recusa a aceitar que as pessoas continuem a morrer porque são pobres”. Esta quarta-feira, Tedros Adhanom Ghebreyesus,  defendeu ainda a ampliação da base de doadores da organização para mediar eventuais cortes de verba proveniente dos Estados Unidos ou de outras fontes.
Reforma do sistema de saúde da Etiópia
A OMS elogiou o trabalho de Ghebreyesus na reforma do sistema de saúde da Etiópia e o seu esforço bem sucedido na criação de centros de saúde e empregos. Durante o seu mandato de sete anos como ministro da Saúde, que terminou em 2012, o agora diretor-geral da OMS, criou 3.500 centros de saúde. O número de escolas de medicina aumentou mais de dez vezes, de 3 para 33, e provocou um aumento exponencial no número de médicos formados em todo o país. Números que contribuíram para a redução das taxas de mortalidade por doenças. As infeções por HIV diminuíram 90% e a mortalidade por malária e tuberculose caiu 75% e 64%, respectivamente.
O trabalho de Tedros Ghebreyesus na Etiópia foi também destacado pelo porta-voz da comunidade etíope na Suiça, Shimeles Bezabih, que não tem dúvidas que a "escolha de Tedros para diretor-geral da OMS foi a mais acertada". Segundo este responsável, Tedros Ghebreyesus "lutou para alcançar os objetivos de desenvolvimento do milénio (MDG´s) mais que qualquer outro país, diminuindo a taxa de mortalidade infantil e materna”, nos anos em que esteve à frente do Ministério da Sáude. Além disso, acrescenta, "quando serviu o seu país como ministro dos Negócios Estrangeiros, mostrou ser uma pessoa humilde e educada e melhorou as relações da Etiópia com o resto do mundo”.
No entanto, as vozes descontentes com esta nomeação também já se fazem ouvir. O ativista do Grupo de Trabalho da Etiópia para os Direitos Humanos e Democracia na Suiça, Kassahun Adefris, acusa Tedros Ghebreyesus de encobrir surtos de cólera no país.
"Quando era Ministro da Saúde, muitas foram as pessoas que morreram porque ele escondeu a epidemia de cólera no país. Na minha perspetiva, nomear uma pessoa que comete este tipo de erros para esta posição, é questionável”, afirmou.
O novo líder da OMS, que irá suceder a Margaret Chan, que estava no cargo há dez anos, assume funções no próximo dia 1 de julho.

DEPOIS DA VISITA DO PRESIDENTE MARIO VAZ QUE PARTICIPOU DA CIMEIRA ARABO AMERICANO E ÁFRICA.

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BRAIMA CAMARÁ, QUE INTEGRA A CARAVANA PRESIDENCIAL DA GUINÉ BISSAU PARA ARABIA SAUDITA FAZ O PERCURSO TRILHADO POR AQUELES QUE SE NOTABILIZARAM NO MUNDO ISLÂMICO.

BRAIMA CAMARÁ ESTÁ A FAZER OS CAMINHOS FEITOS POR ALADJES.

VIVA JOMAV!









BRASIL: PARA CONHECIMENTO DA CPLP - TEMER CHAMA EXÉRCITO PARA TRAVAR VIOLÊNCIA EM BRASÍLIA

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O Brasil está a arder! Esperamos que a CPLP(organização fantasma que não serve para nada, exceto máfia) radicalize a sua posição como tem feito em relação a Guiné-Bissau. Será que a organização mafiosa sobejamente conhecida como CPLP vai solicitar uma reunião de emergência a porta fechada na ONU para discutir a crise que assola o Brasil antes e depois do impeachment à Dilma? 

Manifestantes incendiaram e pilharam ministérios na capital brasileira.
O presidente brasileiro, Michel Temer, convocou no final da tarde desta quarta-feira as Forças Armadas para garantirem a ordem em Brasília, depois de violentos confrontos na cidade durante uma manifestação que exigia a renúncia dele. O anúncio foi feito em curta declaração à imprensa pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Segundo Jungmann, tropas já estavam naquele momento dentro e em redor do Palácio do Planalto, sede da presidência, e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, entre outros prédios públicos. Ainda de acordo com Jungmann, mais tropas federais serão colocadas nas ruas de Brasília até final da noite, para evitar novos actos de violência.

 O ministro afirmou que o presidente não vai aceitar qualquer violação da lei e da ordem no país e que tomará as medidas que forem necessárias para garantir a lei e a ordem. 


Jungmann também informou que Michel Temer mandou evacuar os ministérios e outros órgãos governamentais para garantir a segurança dos funcionários.

O caos em Brasília começou quando a polícia tentou evitar o avanço de uma manifestação com dezenas de milhares de pessoas que exigia a renúncia de Temer, acusado de corrupção, que pretendiam fazer um ato político junto ao Congresso.

Em resposta, manifestantes atiraram petardos e pedras contra a polícia, invadiram e vandalizaram diversos ministérios e incendiaram os rés-do-chão de pelo menos dois, o da Agricultura e do Planeamento, e ergueram barricadas a arder com casas de banho químicas, cabines telefónicas, sofás e mesas e até documentos tirados dos prédios ministeriais invadidos.

 As emissoras de televisão mostraram pessoas feridas, tanto do lado dos manifestantes quanto da polícia, e até baleadas. Mas até às 17 horas locais, 21 horas em Lisboa, ainda não tinham sido divulgados números.

A vaga de manifestações exigindo a saída de Temer do cargo começou quarta-feira passada, após a divulgação de gravações que envolvem o chefe de Estado com corrupção. Na conversa, gravada por um empresário que Temer recebeu na residência oficial e sem agendamento oficial, o presidente é apanhado a autorizar o empresário a comprar o silêncio de testemunhas que poderiam comprometê-lo e regozija-se quando o seu interlocutor diz que está a subornar juízes para obter decisões favoráveis.

A pedido do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, o juíz Edson Fachim, relator no Supremo Tribunal Federal dos processos da operação anti-corrupção Lava Jato envolvendo políticos com mandato, autorizou quinta-feira a abertura de uma investigação contra Temer.

O presidente é acusado pelo PGR de crimes de corrupção, obstrução à justiça e participação em organização criminosa.

Fonte: cm

EMBAIXADOR DE GUINÉ-BISSAU NA ONU DIZ QUE COMITÉ DE SANÇÕES PODE SANCIONAR POLÍTICOS GUINEENSE.

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O embaixador da Guiné-Bissau junto às Nações Unidas afirmou esta quarta-feira (24 de Maio) que o Comité de sanções desta organização mundial pode aumentar a lista dos sancionados guineenses incluindo os políticos.
João Soares da Gama que falava só a Rádio Sol Mansi disse igualmente que para as Nações unidas não são os militares os obstáculos da restauração da estabilidade no país. “ A missão vem para analisar o levantamento das sanções aplicadas aos militares e também ver na eventualidade de aumentar a lista das sanções relativamente aos civis porque para as Nações Unidas agora não são os militares que estão a obstaculizar a instalação da estabilidade no país mas sim os civis”, conta.
Reconheceu no entanto que existe grande complementaridade entre as organizações pelo que as Nações Unidas apoiarão todas as decisões da CEDEAO, tendo sublinhado que “ naturalmente a Nações Unidas vão alinhar com todas as sanções aplicadas pela CEDEAO relativamente a não cumprimento do acordo de Conacri”.
Por outro lado fez saber que as sanções aplicadas a classe castrense guineense são a proibição de viagens ao exterior.
De referir que a Comité de sanções que será chefiado pelo seu presidente, visitará o país na segunda semana de Junho.
Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba do Porto

PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONSIDERA DE INTERESSANTE REUNIÃO DA CONFERÊNCIA ISLÂMICA.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONSIDERA DE INTERESSANTE REUNIÃO DA CONFERÊNCIA ISLÂMICA

O presidente da República José Mário Vaz regressou esta quarta-feira ao país depois de ter participado na cimeira de 55 países da maioria muçulmanos que decorreu na Arábia Saudita.
Após a sua chegada no aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, acompanhado nesta sua deslocação pelo ministro dos negócios estrangeiros e demais conselheiros, José Mário Vaz, realçou a importância da cimeira com destaque ao terrorismo.
«Ao convite do Rei da Arábia Saudita, fomos assistir a conferência dos países Árabe Islâmico com América e, estivemos presentes na qualidade de membro de Organização da Conferência Islâmica (OCI), como um dos países fundadores em 1975. Foi uma cimeira importante debruçou-se sobre a situação do terrorismo no mundo, terrorismo esse que preocupa todo o mundo e todos os intervenientes nesta cimeira em especial o Rei da Arábia Saudita e o presidente dos Estados Unidos da América, deram muita ênfase aquilo que devia ser o papel da comunidade internacional relativamente a combate ao terrorismo». 
De acordo ainda com Mário Vaz, depois da cimeira a sua delegação manteve alguns encontros de cooperação com algumas organizações islâmicas sobre a Guiné-Bissau. “Ouve alguns encontros bilaterais com alguns parceiros nossos a nível da Arábia Saudita, estivemos em Riad e também fomos a Gidá. Fora da conferência estivemos também com o presidente da Fundação da Arabia Saudita em seguida ouve encontro com o Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID) e com a Organização da Conferência Islâmica (OCI) onde trocamos impressão sobre a situação da cooperação entre o nosso país e essas organizações” explica José Mário Vaz.
Por: Braima Sigá/radiosolmansi com Conosaba do Porto

CARTA ABERTA A COMUNIDADE INTERNACIONAL

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