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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Governo guineense prepara-se para pagar salários em atraso.

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José Mário Vaz

Presidente reuniu-se com Director Nacional do BCEAO.

O presidente guineense José Mario Vaz esteve reunido hoje com o Director Nacional do BCEAO para a Guiné-Bissau para analisar o pagamento dos atrasados salariais na função pública.

Foi uma audiência muito concorrida, na ausência do primeiro-ministro Domingos Simões Pereira que ainda se encontra, em Dili, capital Timorense na cimeira da CPLP.
O Director Nacional do Banco Central dos Estados da Africa Ocidental João Aladje Fadia disse aos jornalistas que abordou com o Presidente da Republica José Mário Vaz o desembolso dos 30 milhões de dólares, o equivalente a 15 bilhões de francos cfa, para o pagamento dos atrasados salariais na função pública guineense.
O montante, reembolsável no período de um ano, já se encontra na conta da Guiné-Bissau no BCEAO, conforme o Director Nacional desta instituição bancaria sub-regional.
O desembolso desta verba por parte da União Monetária Oeste Africana (UEMOA) que, quando for aplicada, vai desanuviar o clima de tensão social inerente as dificuldades financeiras que pairam sobre as famílias guineenses, é resultado do pedido feito pelo Chefe de Estado  ao Governador do BCEAO em Julho passado.
Adicionadas as receitas internas e de mais outros fundos da comunidade internacional em perspectiva, o Governo liderado por Domingos Simões Pereira espera agora poder responder, a tempo, as suas obrigações orçamentais, tanto assim que, recentemente, Simões Pereira anunciou a intenção de pagar em simultâneo um mês corrente e um atrasado.
# voaportugues.com

Guiné-Bissau: Ramos Horta à Rádio ONU - Falou da despedida, mas também falou muito bem do nosso país e do nosso povo - falou da população de Caracol, das "Bideiras" de Bandin e de Caracol, dos jovens, da festa de despedida, das personalidades presentes entre eles: ex-Primeiro-Ministro Rui Duarte de Barros do governo de Transição, do comandante das forças armadas, Antônio N´djai, etc, etc.

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Nós, todos os guineenses, havemos de lembrar dele para sempre. Seu papel na busca pela paz que hoje abraçamos é mais uma prova viva de que o Prémio Nobel a ele atribuído é merececido.

Respondeu as seguintes perguntas na entrevista à rádio ONU.

ONU: Que memória ficou da Guiné-Bissau?
RH: Primeiro, devo dizer que o povo da Guiné-Bissau seduziu-me - deixo na Guiné-Bissau uma parte do meu coração e da minha alma!...

Siga a entrevista no link abaixo:

Entrevista de Ramos Horta a Rádio ONU falando bem da Guiné-Bissau.

De Samuel Vieira


Eurodeputada Ana Gomes chocada com adesão da Guiné Equatorial.

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Ana Gomes, eurodeputada, diz-se "chocada" com a entrada da Guiné Equatorial
Gustavo Bom/Global Imagens.


A eurodeputada Ana Gomes disse hoje à agência Lusa estar "chocada" com a entrada da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), considerando que "é um regime ditatorial, criminoso e ladrão" do seu próprio povo.
"Já era esperado, mas choca-me na mesma. Acho que é uma desvalorização, um atentado à própria imagem ou potencial da CPLP, porque no fundo está a branquear um regime ditatorial e um regime que é criminoso, que tem processos nos Estados Unidos e em França por criminalidade económica e financeira", disse Ana Gomes.
A Guiné Equatorial, que pediu adesão ao bloco lusófono em 2010, entrou hoje na CPLP como membro de pleno direito durante a décima conferência de chefes de Estado e de Governo da organização, que decorreu pela primeira vez na Ásia, no caso em Díli, Timor-Leste.
Em declarações à Lusa, a eurodeputada socialista salientou que a questão do português é muito importante, mas não a mais relevante.
"Importante é sobretudo o branqueamento político que se está a tentar fazer através desta adesão em relação a um regime odioso (...). No caso da Guiné Equatorial estamos perante um regime ditatorial, ladrão do seu próprio povo e não há razões nenhumas para ser branqueado politicamente, que é o que está a tentar fazer a CPLP", frisou.
# dinheirovivo.pt

Timor-Leste assume presidência da CPLP.

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O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang (à direita), acompanhado pelo Primeiro-Ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão (à esquerda) à chegada para a cerimónia de abertura da 10ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP
PAULO NOVAIS/LUSA



A cimeira marcada pelo regresso da Guiné-Bissau à organização e pela adesão da Guiné Equatorial.

Os chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reconduziram esta quarta-feira no cargo o secretário-executivo da organização, o embaixador moçambicano Murade Murargy, segundo a Declaração de Díli.

Murade Murargy foi nomeado pela primeira vez secretário-executivo da CPLP na cimeira de chefes de Estado e de Governo de Maputo em julho de 2012.

Diplomata de carreira, Murade Murargy foi embaixador em França, Alemanha, Suíça, Tunísia, Gabão, Mali, Costa do Marfim, Senegal, Irão e da Palestina.

Timor-Leste assumiu hoje pela primeira vez a presidência da CPLP durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo, que decorreu durante todo o dia em Díli.

A cimeira ficou marcada pelo regresso da Guiné-Bissau à organização, suspensa em 2012 na sequência de um golpe de Estado, e pela adesão da Guiné Equatorial.

O ex-presidente santomense Miguel Trovoada considerou em Luanda «uma mais-valia» a adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), um alargamento que potenciar o desenvolvimento da organização.

A entrada da Guiné Equatorial, como membro de pleno direito da CPLP, por consenso e sem votação, foi anunciada em Díli, onde está a decorrer a décima cimeira de Chefes de Estado e de Governo dos países lusófonos.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Trovoada disse que o facto de outros países manifestarem o interesse de entrada na CPLP demonstra que essa organização «não somente adquiriu credibilidade e alguma vitalidade, mas que ela tem efetivamente uma vocação a uma maior abrangência».

«Creio que a Guiné Equatorial, ao vir para a CPLP também representa para a própria CPLP uma mais-valia, na medida em que é um país que tem laços. Se formos à história, a língua espanhola não é muito diferente da língua portuguesa, na sua raiz, mas temos também o facto de a Guiné Equatorial partilhar também com outros países da CPLP, que é o caso de São Tomé e Príncipe, o caso de Angola, quase que o mesmo espaço geográfico da África central», frisou.

Segundo Miguel Trovoada, recentemente nomeado representante do Secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, a vontade da Guiné Equatorial de integrar a CPLP provém da afinidade que existe entre esses países que têm uma língua ibérica e também pelos laços históricos.

OPresidente Teodoro Obiang afirmou que a Guiné Equatorial «sofre claramente de orfandade cultural», por ser o único país hispânico de África, e sublinhou a sua proximidade a Portugal, «por razões históricas e linguísticas».

«Sendo a Guiné Equatorial o único país de fala hispânica na África, sofre claramente de uma orfandade cultural, que é uma realidade do colonialismo», declarou o chefe de Estado equato-guineense, numa intervenção numa sessão fechada da X conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em Díli.

O Presidente, que leu uma declaração escrita em português, reconheceu que no seu país não se fala português «com fluidez» e afirmou que o objetivo não é substituir o espanhol, a língua mais falada na Guiné Equatorial.

Mas,«o governo da Guiné Equatorial acaba de aprovar a criação de um centro de estudos multidisciplinares de expressão portuguesa dedicado aos países da CPLP, cujas portas se abrirão ao público no ano escolar de 2015», anunciou Teodoro Obiang durante a sua intervenção numa sessão fechada, na X conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP, que hoje aprovou em Díli a adesão de Malabo como membro de pleno direito.

Declaração final da CPLP refere abolição da pena de morte na Guiné Equatorial

Os membros da comunidade lusófona aprovaram hoje a adesão da Guiné Equatorial e reiteraram o apoio às autoridades no cumprimento dos estatutos, nomeadamente quanto à "adoção da moratória da pena de morte, até à sua abolição".
"Aprovaram a adesão da Guiné Equatorial como Estado membro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], reiterando o empenho da Comunidade em continuar a apoiar as autoridades do país no pleno cumprimento das disposições estatutárias da CPLP, no que respeita à adoção e utilização efetiva da Língua Portuguesa, à adoção da moratória da pena de morte, até à sua abolição, e demais acervo da CPLP no respetivo ordenamento interno da Guiné Equatorial", lê-se no ponto sexto da declaração final da X Conferência de Chefes de Estado e de Governo da organização, que hoje decorreu em Díli.
A referência à questão da moratória e abolição da pena de morte foi introduzida por iniciativa da delegação portuguesa.
A abolição da pena de morte foi uma das condições estipuladas pela CPLP para a entrada da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
# dinheirovivo.pt

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