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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Comissão de Direitos Humanos lança alerta sobre "Cracolândia" De Euronews • Últimas notícias: 08/11/2018

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Comissão de Direitos Humanos lança alerta sobre "Cracolândia"
Comissão de Direitos Humanos lança alerta sobre "Cracolândia"


Quem por aqui passa diz nunca ter visto nada de semelhante. Muitos políticos já prometeram uma solução para a "Cracolândia", uma zona no centro de São Paulo de compra e consumo massivo de droga a céu aberto. Desta vez, foi a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) a vir dar o alerta para abrir o diálogo com Jair Bolsonaro.
"Isto é um problema de saúde pública! Eu mudava o nome desta área... para esperança", desabafou Esmeralda Troitino, vice-presidente da CIDH.
Uma palavra que parece não ter eco num lugar onde centenas de toxicodependentes se acumulam dia e noite, no coração da maior cidade da América do Sul.
fonte: euronews

Vinte pessoas formalmente acusadas de tentativa de golpe de Estado em São Tome e Príncipe.

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Sede da PGR

Sede da PGR
Ministério Público entrega aos tribunais caso registado em Agosto
    O Ministério Público (MP) de São Tomé e Príncipe acusou 20 arguidos de crimes, incluindo atentado contra o Presidente e associação criminosa devido ao que chama de "tentativa de golpe de Estado, desmantelada" em Agosto.
    Em comunicado enviado às redacções nesta quinta-feira, 8, o MP cita os crimes de alteração do Estado de Direito, posse de engenhos e substâncias explosivas e contrafação de moedas e de conjura atribuídos aos arguidos.
    Entre as duas dezenas de arguidos cujos nomes não foram divulgados pelo comunicado, estão os três cidadãos espanhóis e dois são-tomenses detidos preventivamente desde essa altura.
    Em Agosto, um comunicado do Governo são-tomense informava ter impedido uma "acção terrorista" que visava o sequestro do Presidente da República, do presidente da Assembleia Nacional e a eliminação física do primeiro-ministro e chefe do Governo.
    "Nesta operação foram detidos por enquanto três indivíduos de nacionalidade espanhola e dois cidadãos nacionais", indicava a nota, acrescentando que "além destas detenções, foram apreendidos na posse dos três cidadãos espanhóis, que actuavam no país como mercenários, material bélico, facas de mato, granadas, binóculos e óculos de visão nocturna, uniformes estrangeiros com distintivos nacionais, entre outro equipamento".

    fonte: VOA


    Autoridades identificam autor do massacre da Califórnia

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    Autoridades identificam autor do massacre da Califórnia
    Autoridades identificam autor do massacre da Califórnia

    As autoridades norte-americanas já identificaram o alegado autor do tiroteio que fez 12 mortos e 21 feridos, num Bar em Thousand Oaks, na Califórnia.
    Ian Long, um antigo fuzileiro de 28 anos, terá entrado no estabelecimento, por volta das 23 horas locais, sete da manhã em Lisboa.
    Com uma arma semiautomática de calibre 45, abriu fogo, disparando, pelo menos, 30 tiros.
    Estima-se que estariam mais de duas centenas de pessoas no Borderline Bar & Grill. Muitas fugiram partindo janelas ou saltando do segundo andar.
    Em conferência de imprensa, o xerife do condado de Ventura referiu que Ian Long não era desconhecido da polícia.
    "Tivemos vários contactos com o Sr. Long ao longo dos anos. Eventos menores, como colisões rodoviárias. Ele foi vítima de uma agressão num bar local, em 2015. Em abril deste ano, as autoridades foram chamados à sua casa por causa de algumas perturbações. Conversaram com ele... Ele estava enraivecido e a agir de forma irracional", informou o xerife do condado de Ventura, Geoff Dean.
    O tiroteio chocou a pequena localidade dos arredores de Los Angeles.
    O presidente norte-americano já reagiu. No twitter, Donald Trump assinalou a "grande valentia" da polícia ao enfrentar o alegado autor do tiroteio, sublinhando que chegou ao local em poucos minutos.







    agradeceu às autoridades e referiu-se, ainda, a Ron Healus, o adjunto do xerife do condado de Ventura que foi baleado, no bar.
    Healus tinha 29 anos de serviço e planeava reformar-se no próximo ano.
    Foi o primeiro a chegar ao local.
    Em homenagem às vítimas do tiroteio do bar de Thousand Oaks, Donald Trump ordenou que a bandeira do país ficasse a meia haste na Casa Branca e em todos os edifícios públicos até ao próximo sábado.
    fonte: euronews

    Brasil: A imprensa ameaçada na era Bolsonaro.

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    Restrição de acesso de repórteres ao plenário da Câmara, anúncio de corte de verbas estatais para veículos jornalísticos e ataques à "Folha de S. Paulo" prenunciam relação tumultuada entre presidente e imprensa.
    fonte: DW África
    TV-Duell Präsidentschaftskandidaten Brasilien (Reuters/P. Whitaker)
    Os repórteres que cobrem o Congresso Nacional chegaram à sede do Poder Legislativo na manhã desta terça-feira (06/11) preparados para um dia atípico de trabalho. Pela primeira vez em anos, jornalistas credenciados não teriam acesso ao plenário da Câmara, onde estava prevista uma sessão especial para comemorar os 30 anos de promulgação da Constituição de 1988.
    A decisão de restringir o acesso da imprensa veio da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro, que participaria da sessão e não desejava dividir o espaço com os jornalistas por questões de segurança, de acordo com o comunicado oficial de sua equipe.
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    O desejo do capitão reformado, desta vez, não virou ordem. Ainda pela manhã repórteres e integrantes da equipe do novo presidente da República foram surpreendidos pela informação de que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), decidira que o plenário, como sempre, estaria aberto para os repórteres.
    "Eu não me lembro de algo assim, seria inédito e muito simbólico", diz um jornalista que cobre o Congresso há alguns anos para um grande jornal brasileiro. "Nem na sessão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, talvez o momento mais delicado da República nas últimas duas décadas, houve restrição. Não faria sentido haver agora."
    A liberação dos jornalistas ao plenário da Câmara na primeira visita de Bolsonaro ao Congresso depois de eleito foi uma das primeiras demonstrações institucionais claras de que a guerra que o capitão reformado declarou à imprensa tende a não ser tão simples de vencer quanto ele parecia imaginar.
    Ao longo de sua campanha, Bolsonaro adotou uma estratégia semelhante à do presidente americano, Donald Trump, ao estabelecer um canal direto de comunicação com seus eleitores e criticar a imprensa de forma feroz ao ver reportagens que o desagradavam.
    A expectativa era de que após a vitória nas urnas, Bolsonaro adotasse tom menos raivoso e buscasse, de alguma forma, apoio dos meios de comunicação para as medidas econômicas duras que terá de implementar no início de seu governo para ajustar as contas públicas do país.
    Mas o que se deu foi o inverso. Em uma de suas primeiras entrevistas após a eleição, ele atacou diretamente o jornal Folha de S. Paulo e, de forma explícita, ameaçou cortar verbas de publicidade estatais para veículos que não se encaixem em seu filtro de seriedade e qualidade.
    "Por si só esse jornal se acabou", disse ele em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo. "No que depender de mim, imprensa que se comportar de maneira indigna não terá recursos do governo federal."
    O ataque direto à Folha e a ameaça de uso da máquina estatal para calar os críticos ampliou de forma substancial as preocupações com a garantia de liberdade de expressão no próximo governo.
    Em visita ao Brasil nesta semana, o relator especial para a Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA), Edison Lanza, disse estar extremamente preocupado com as declarações de Bolsonaro e afirmou temer que elas possam incentivar mais ataques a jornalistas no país.
    "O Brasil já tem uma realidade complexa, de alta vulnerabilidade para os jornalistas, com ataques e assassinatos. Nosso temor é que essa realidade se agrave", disse Lanza à DW Brasil.
    Os ataques e ameaças pós-eleição também surpreenderam a Folha, que já vinha sendo alvo de Bolsonaro e de seus seguidores ao longo da campanha. "Bolsonaro teve uma retórica extremamente agressiva durante a campanha. Mas pensamos que, uma vez eleito, fosse adotar outra postura, a de chefe de Estado", afirmou o editor-executivo do jornal, Sérgio Dávila.
    Dependência de verbas estatais
    Para especialistas, as ameaças de Bolsonaro de cortar as verbas publicitárias impressionam, mas não devem ter um impacto tão grande em veículos de comunicação de grande porte, como a Folha de S. Paulo, os veículos do Grupo Globo e seus concorrentes mais diretos, como o jornal O Estado de S. Paulo, ou as revistas Época e Veja, por exemplo.
    "Esses veículos não são tão dependentes das verbas estatais, eles conseguem sobreviver com os anúncios privados, as vendas e seus leitores, ainda que enfrentando dificuldades", afirma Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). "A grande questão são os veículos regionais, que têm uma dependência profunda da propaganda estatal, em suas mais diferentes esferas e meios."
    Bucci tem acompanhado de perto a evolução dos problemas econômicos da imprensa no Brasil e chegou a uma conclusão pouco animadora: há tão pouca transparência na divulgação de dados estatais que é praticamente impossível saber quanto o governo investe nos meios de comunicação como um todo, em todo o país, e qual seu poder de pressão econômica sobre a linha editorial.
    "Os números não são abertos, nem por parte dos anunciantes do Estado como um todo nem por parte dos veículos", diz. "Mas o que podemos afirmar com alguma tranquilidade é que todos os indicativos mostram que a estrutura estatal – incluindo governo federal, estados, municípios e empresas do Estado – é a maior anunciante do país."
    Em meio a uma crise sistêmica no setor de comunicação, esse é um poder e tanto para um governante em guerra com a imprensa. "Essa é uma diferença importante em relação à democracia americana, onde o Estado não tem tanta influência econômica sobre os meios de comunicação como aqui", pontua Bucci.
    É exatamente na imprensa menor, mais interiorizada e dependente do Estado que a presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo Projor, Angela Pimenta, imagina que as pressões tendem a crescer durante o governo de um presidente eleito que tem se mostrado avesso às críticas.
    "As ameaças à Folha e aos repórteres são preocupantes, mas o meu maior temor é em relação aos jornalistas de fora dos grandes veículos, das periferias, das cidades pequenas", diz ela, que dirige o primeiro instituto criado para acompanhar a imprensa no Brasil e fundado pelo falecido jornalista Alberto Dines. "Onde as instituições não são fortes, a tendência é de um agravamento de uma situação que já é muito complicada no Brasil."
    Ataques a jornalistas
    Números da ONG Repórteres Sem Fronteiras mostram que o Brasil é o segundo país que mais matou jornalistas na América Latina nesta década. Ao longo dos últimos sete anos, 26 profissionais de imprensa perderam suas vidas por conta de sua profissão. Nesse período, houve mais mortes apenas no México, com 65 assassinatos de profissionais de imprensa.
    "Da parte do governo, esperamos um ambiente de respeito ao papel da imprensa, para que o Brasil não seja nivelado internacionalmente a países com regimes opressivos onde jornalistas correm riscos ao fazer seu trabalho de forma crítica e independente", diz Daniel Bramatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
    Ao longo dos últimos anos, a Abraji tem se dedicado a acompanhar os casos de violência contra jornalistas brasileiros. Só neste ano, a associação contabilizou 71 agressões físicas contra repórteres envolvendo as eleições, em situações de claro cunho político. Houve ainda um aumento exponencial dos ataques virtuais. Ao menos 86 jornalistas foram atacados nas redes ao longo deste ano.
    "E isso não ocorreu apenas por parte de apoiadores de um ou outro candidato. Por isso, temos reforçado que cabe aos líderes de partidos e aos políticos eleitos desautorizar esses ataques, em vez de incitá-los", diz Bramatti.
    Os ataques virtuais se tornaram tão comuns que a Abraji decidiu criar uma cartilha para que jornalistas possam aprender a se proteger e, eventualmente, preparar-se para os ataques virtuais.
    Redes sociais
    Exatamente nas redes sociais foram travados recentemente os ataques mais incisivos contra a imprensa tradicional. Os resultados desse embate têm sido cada vez menos animadores para os veículos de comunicação que fazem o chamado jornalismo profissional.
    Um estudo coordenado pelo filósofo e professor de Comunicação da Universidade de São Paulo (USP) Pablo Ortellado mostra que o impacto dos meios de comunicação tradicionais nas redes sociais é da mesma dimensão da chamada mídia alternativa, seja ela de direita ou de esquerda.
    "Essa é uma questão interessante e que me leva a perguntar se a imprensa tradicional no Brasil vai passar por um movimento de polarização como está acontecendo nos Estados Unidos, com veículos apoiando abertamente Trump e outros se colocando de forma extremamente crítica", diz.
    Ortellado afirma que ainda é cedo para chegar a essa conclusão, mas acha que alguns sinais de que isso possa ocorrer já começam a surgir. "Ainda vai depender dos movimentos dele como presidente, mas acho muito possível que parte da imprensa seja empurrada para a esquerda, como a gente vê o New York Times e a CNN hoje nos EUA."
    Apesar de achar que ainda é cedo para saber se, de fato, o Brasil replicará os Estados Unidos nesse sentido, ao menos uma característica Ortellado crê que se repetirá no país. "[Assim como Trump], Bolsonaro não usará mais a imprensa como intermediária. Ele não vai sair das redes e vai se comunicar diretamente com o povo."
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    Guiné-Bissau: Polícia proíbe protesto estudantil com violência.

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    Pelo menos, oito pessoas ficaram feridas, uma em estado crítico e cinco detidas é o balanço de confrontos entre a polícia e um grupo de estudantes que protestavam contra a paralisia no setor do ensino guineense.
    fonte: DW África
    Studenten Demonstration in Bissao (Marcelo N'canha)
    As forças de segurança da Guiné-Bissau recorreram nesta quinta-feira (08.11) a granadas de gás lacrimogéneo para dispersar grupos de estudantes de escolas superiores e liceus do país, que queriam protestar contra os atrasos verificados na divulgação das notas e a demora no início das aulas referentes ao ano letivo 2018/2019.
    No ano escolar findo, os alunos apenas frequentaram 3 meses de aulas devido às constantes graves dos professores que continuam a exigir aumentos salariais e melhoria das condições de trabalho. O Governo decretou a abertura do ano letivo em outubro, mas devido à greve dos professores as escolas públicas permaneceram encerradas.
    Para precaver uma eventual anulação do ano escolar e numa altura em que se fala somente das eleições legislativas no país, dezenas de alunos decidiram sair à rua esta quinta-feira (08.11.) para protestar tendo a polícia reprimido a manifestação de forma violenta, como disse à DW África o coordenador das associações dos alunos das escolas públicas e privadas, Alfa Umaro Sow.
    Studenten Demonstration in Bissao
    Polícia usa violência para retirar estudantes das salas de aulas na Faculdade de Direito de Bissau.
    "Eles impediram-nos de descer as escadas da escola Justado Vieira e permanecer no recinto. Mesmo assim, disseram que ninguém podia ficar lá, que todo o mundo devia ir para casa. Daí, recusamos sair da escola, porque é nossa, e precisávamos de concertar os passos a seguir. Então, começaram a espancar as pessoas e alguns alunos atiraram pedras contra a polícia que começou a lançar gás lacrimogéneo contra nós na sala da Faculdade de Bissau”, explica o jovem estudante em tom de revolta.
    Polícia usa violência contra estudantes
    Durante os confrontos oito estudantes ficaram feridos um deles em estado crítico tendo sido transportado para o hospital para receber assistência médica. Depois de ter sido impedida, pela polícia local, a manifestação, os estudantes também foram impedidos de realizar qualquer tipo de concentração nos recintos dos estabelecimentos escolares da capital guineense. E, dizem, que foram retirados das salas de aulas onde concertava pela via da força por parte das forças policiais.
    Alfa Umaro Sow confirma em entrevista à DW África que houve um uso excessivo de força por parte das autoridades que provocou ferimentos aos jovens.
    Ouvir o áudio02:58

    Polícia proíbe protesto estudantil com violência na Guiné Bissau

    "Temos uma pessoa em estado grave no hospital, oito feridos e cinco estudantes detidos pelas forças da ordem. Disseram que o caso será encaminhado para o Tribunal”, informa o coordenador das atividades estudantis.
    Entretanto, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário da Silva, ao afirmar que compreende a frustração dos alunos, nota contudo que se a manifestação estudantil tivesse lugar os jovens estariam dispostos a ultrapassar os limites, violando as normas legais.
    Estudantes com comportamento inadequado
    Para Mário da Silva houve excesso de parte a parte: "Os estudantes também praticavam atos que se fossem permitidos configurariam numa situação de vandalismo autêntico. Ninguém me contou, eu vi. Seria queima de pneus nas estradas. Amontoaram pneus na Estrada de Bôr e atearam fogo. Este não é o comportamento adequando para uma manifestação pacífica. Eles têm a liberdade de se manifestar de forma pacífica sem pôr em causa a ordem pública da cidade e a Força de Ordem tem, por lei, a obrigação de garantir a sua segurança".
    A Liga guineense dos Direitos Humanos condena ainda a "atuação desproporcional" da força de segurança contra um número que considera reduzido de estudantes, que com o reforço de agentes no terreno seria capaz de controlar a situação sem o uso de força ou de gás lacrimogénio.
    Augusto Mário da Silva.
    Augusto Mário da Silva, presidente da Liga dos Direitos Humanos da Guiné-Bissau.
    Só se autoriza marcha dos políticos
    Por outro lado, Augusto Mário Silva crítica também o fato da Polícia autorizar manifestações dos políticos e proibir as que são convocadas pela sociedade civil guineense, tendo afirmado que as forças de segurança não podem ser seletivas  na proteção que dão às diferentes manifestações.
    "Quando são os políticos a manifestarem, o ministério do Interior garante a proteção dos manifestantes, mas quando é a sociedade civil aparecem com armas para intimidar os cidadãos. Não pode ser assim. Todos são iguais perante a lei e devem poder exercer as suas liberdades dentro dos limites da Lei”, disse numa clara alusão as anteriores autorizações de marcha dos paridos políticos que contestam o recenseamento eleitoral em curso na Guiné-Bissau.
    Enquanto isso, os alunos ponderam continuar com os protestos até que se dê uma atenção especial ao crónico problema do ensino público no país. As escolas públicas têm andado de greve em greve nos últimos anos devido a profunda crise politica que afeta o normal funcionamento das instituições do Estado.

    Atirador da Califórnia era fuzileiro naval condecorado.

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    Ian David Long

                                                                  Ian David Long
    Ian David Long matou 12 pessoas num bar durante uma festa de estudantes universitários
    O homem suspeito de matar 12 pessoas num bar de um subúrbio da cidade norte-americana de Los Angeles, no Estado da Califórnia, na quarta-feira, 7, era um fuzileiro naval condecorado especializado em metralhadoras que actuou no Afeganistão e que já havia tido vários atritos com agentes da lei, disseram a polícia e autoridades da Marinha nesta quinta-feira 8.
    Ian David Long, que terá suicidado a tiros na noite de quarta-feira, tinha 28 anos e morava em Newbury Park, um subúrbio californiano próspero,localizado a cerca de 6,4 quilómetros do Borderline Bar & Grill, cenário do massacre.
    Long entrou para a Marinha em 2008 e alcançou a categoria de cabo antes de deixar o serviço em 2013, escreveu Joseph Butterfield, porta-voz da corporação, num email.
    Ele serviu na guerra do Afeganistão durante sete meses a partir do final de 2010,recebeu diversas fitas, comendas e medalhas.
    Desconhece-se o que Long fez depois de deixar a função.
    Numa conferência de imprensa, o xerife Geoff Dean disse que a polícia respondeu a um chamado sobre um distúrbio sem gravidade na casa de Long em abril.
    “Ele estava um tanto irado, agindo um pouco irracionalmente”, explicou Dean.
    Na altura, a polícia chamou uma equipa de especialistas em saúde mental que decidiu que, de acordo com a lei estadual, Long não se qualificava para uma detenção involuntária para uma avaliação de saúde mental.
      fonte: VOA

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