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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Serra Leoa: Temores sobre amostras de sangue de Ebola interceptadas.

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Presidente da Serra Leoa - Ernest Bai Koroma - Foto Arquivo | NATION MEDIA GROUP

Funcionários da Serra Leoa estão confrontados com um grande escândalo que emana a segurança na interceptação por pessoal de amostras de sangue de vítimas de Ebola.

As amostras foram interceptadas no Aeroporto Internacional de Lungi em um momento em que o país estava tentando lidar com o aumento dos casos de novas infecções pelo Ebola.

A remessa totalizando 2.592 amostras de sangue estava contida em 72 caixas e 36 frascos.

Acredita-se ser de pessoas infectadas com o vírus Ebola e disseram ter sido obtida em um centro médico fora da capital, Freetown.

As autoridades médicas dizem que era para ser enviada para um laboratório na África do Sul para os estudos, mas persistem rumores que indicam o contrário.

O Ministério da Saúde e Saneamento (MoHS) declarou que as amostras de sangue são altamente infecciosas e foram feitos para seguir para o armazenamento seguro na África do Sul, que dizem ter o único laboratório de contenção máxima na África.

"A transferência é feita de acordo com um acordo entre o MoHS e do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis no Lakka para enviar as amostras para o Laboratório de Segurança BSL4 da Bio na África do Sul para o armazenamento seguro e para mais pesquisa", foi a declaração conjunta do ministério e do Gabinete de Segurança Nacional (ONS) lia-se, acrescentando que todas as precauções foram tomadas na realização do embarque.

"Por isso, o ONS quer assegurar ao público em geral de que a transferência foi feita de acordo com as Normas Internacionais de Regulação de Saúde. Portanto, não há motivo para alarme. A segurança do público em geral fica assegurada."

Zona turística

Exército e policiais armados disseram estarem garantidas a segurança e que a remessa que alguns se referem, na verdade, estava seguindo para Bruxelas quando foi preso.
Enquanto isso, os pontos de verificação e de controle de pessoal por seguranças armados foi restabelecido em lugares estratégicos em Freetown nesta sexta-feira depois do governo anunciar que estava restabelecendo medidas relaxadas quando a epidemia de Ebola mostrava sinais de recuo, há algumas semanas.

O Presidente Ernest Bai Koroma, em um comunicado que foi ao ar na emissora estatal na sexta à noite, disse que considera apto restabelecer as medidas, que incluem redução de passageiros por veículos comerciais e restrição das atividades comerciais.

A doença considera-se que ressurgiu na Bombali e Kambia, no norte e no leste de Kono, recentemente.
Diversas áreas costeiras na capital estão sob quarentena após o surto na zona turística de Aberdeen que levou ao isolamento de mais de 700 pessoas lá há algumas semanas.

Nenhum transporte público de mercadorias será permitido na cidade depois de seis horas, e barcos locais estão proibidas de operar à noite.

O presidente numa reunião anterior em uma vila de pescadores fora de Freetown disse que as pessoas tinham entendido mal o propósito do relaxamento das restrições e que alguns estavam se comportando como se o Estado de Emergência tinha sido levantado.

"A lei ainda está em vigor", alertou.

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Mugabe celebra 91º aniversário com um milhão de dólares em festança.

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O Presidente do Zimbabué - Robert Mugabe

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, comemorou no sábado seu 91º aniversário com uma luxuosa festa de milhões de dólares que foi criticada pela oposição como "obsceno" em um país assolado pela pobreza.

Milhares de apoiantes do partido ZANU-PF, com muitas regalias vestindo estampas com a imagem do presidente, cantaram e dançaram ao chegar para o jamboree em um hotel de luxo no famoso resort Victoria Falls.

Auxiliado por sua esposa, a Graça, o idoso líder da libertação, que usava um terno preto, camisa branca e gravata vermelha, para o qual jogaram 91 balões para o ar.

A festa, que aconteceu uma semana depois do aniversário do Presidente Mugabe, realizou-se no campo de golfe do hotel, com toldos brancos que abrigam os hóspedes.

Os elefantes foram abatidos para a festa e sete bolos enormes estavam em exposição em uma das tendas.

O Líder mais velho

Uma bolo gigante de 91 kilos retratou o espetacular Victoria Falls, que deságua no rio Zambezi que forma a fronteira entre Zimbabwe e Zâmbia.

A extravagância na festa de aniversário do presidente Mugabe é um tema de controvérsia anual no Zimbabwe.

O Movimento para a Mudança Democrática considerou as festividades de sábado como "obscenas".

"Todo o dinheiro que foi recolhido para bancar este jamboree obsceno deve ser imediatamente canalizado para a reabilitação dos hospitais públicos desmoronados, clínicas e escolas rurais na província Matebeleland no Norte", disse o porta-voz do MDC Obert Gutu na semana passada, referindo-se à província onde Victoria Falls é localizado.

O Presidente Mugabe, que governa o Zimbabwe desde a independência da Grã-Bretanha em 1980, é o líder mais antigo do mundo.

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OPINIÃO: O USO EXCESSIVO DE ANONIMATO, CHEGA A SER PERVERSO.

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                                                       Filomeno Pina

Muitos Guineenses ainda não sentiram sequer o "sabor" da Liberdade de Expressão, roçando seus rostos ao ar livre, sem receios, com suas palavras ao vento, voando livremente, de cara destapada. O que acontece simplesmente porque usam “máscaras”, ainda não ganharam a coragem para destapar seus rostos, mostrar o belo que o humano resguarda em cada um de nós, a começar pelo nome próprio, por isso mesmo, devemos abandonar de vez o buraco onde se esconde o anonimato perverso, há muito, muito tempo e sair para a rua de rosto destapado, verdadeiramente livre!
Para certos Camaradas, parece que ainda estamos a viver na clandestinidade política dos anos/60, mas não, já existe Liberdade de Expressão, usem-na com responsabilidade, só.
Basta de obscurantismos. Tu, que escondes o teu verdadeiro nome de registo, escondes a cara, as mãos com que fazes mal a inocentes, através de Blogues e Sites, ofendendo gente que luta honestamente por uma causa, sem medo de usar o nome próprio, independentemente de tudo, usam nome próprio “limpo” ou não, mas há gente séria, Guineenses e não só, vítimas do - anonimato-perverso e criminoso - basta! Porque não te juntas a nós e não sais do buraco, de uma vez por todas?!
Muitos “mascarados” usam a Internet hoje, criticam tudo e todos, queixam-se de não haver transparência nas políticas do nosso País, por exemplo. No entanto, são os primeiros a não gostarem nada da transparência apregoada nas redes sociais, os próprios cometem crimes de ofensa material e moral pública, com o rosto tapado/anonimato!
Uma imagem triste, que dá pena e vergonha, toda esta falta de coragem, que se confunde com acção tipo "terrorista" ou dum cobarde disfarçado no meio de boa gente, mas com cara destapada. Os Guineenses mascarados nas redes sociais, usam o anonimato, preferem os bastidores, evitando lugares vagos na plateia, numa posição frontal, onde podemos comunicar todos cara a cara, por que razão preferem a escuridão? Esta, deixo à vossa reflexão.
Tenho uma simples página no Facebook em meu nome (Filomeno Pina) que alguns conhecem, mas se tivesse um Blogue ou Site, garanto que não permitiria a ninguém o uso de "máscara" (anonimato), principalmente num artigo seu publicado no meu espaço! Porque não sou conivente com a falta de postura, falta de dignidade e de carácter ou de coragem, que se vê por aí a acontecer, abusos de direito, só.
Mascarados aceito, só em brincadeiras de Carnaval e, já chega, haja respeito entre todos, daqui para a frente!
Hoje em dia qualquer pessoa escreve um artigo, qualquer pessoa escreve o que lhe ditam outros e publica a seguir, qualquer pessoa plagia um artigo, troca-lhe as voltas, alterando umas palavras por outras e está pronto a ser servido como um “original” assinado por baixo, o que parece moda actualmente.
Mas também costuma o Povo lembrar, que “todo o Burro come palha, a questão é saber dar-lha”, com toda a certeza o que acontece, a não ser que tenha duas pernas bem assentes no chão, em vez de quatro patas, habituado a pastar, no meio de pessoas decentes, o “burro” invejoso, e com outros complexos, a tentar destruir ou deturpar o que lê.
Fá-lo por cinismo, inveja, hipocrisia, quando projecta o que interpreta da sua congestão de leituras (a maldade ou frustração pessoal) mal digeridas, vê o mal nos outros e, por sinal, principalmente no autor dos artigos publicados! 
Fruto do facto de lerem muitas vezes mal, também escrevem mal, perturbados por natureza, em quase tudo o que pensam, dá nisto!
Bem Camaradas, quanto mais menoridade comportamental do género numa escrita tendenciosa, menor é a expansão das suas ideias complexadas nos outros, e menos boas para a sociedade Guineense, só.
Até parece melhor ficar assim, parecendo, portanto, mais justo, estar em silêncio, calados, porque se escrevem ou falam, só saem asneiras e entram moscas!
São invejosos bota-abaixo, que inundam o espaço virtual, na verdade nunca apresentam ideias novas nenhumas! Aparecem para destruir ou deturpar, num impulso psicótico, aparentemente descompensados.
Com raiva de quem não conhecem sequer, nunca se privaram, nada em comum partilharam na vida material e espiritual, apenas e só, um contacto virtual nas redes sociais, que nalguns casos, é simplesmente infeliz, para qualquer pessoa de bem ter um mascarado à perna!
Não admira, se nem os mortos respeitam, como podem conter-se diante dos vivos e, com ideias diferentes?!
Pela boca morre o peixe, menos uma língua venenosa fora d’água, temos mentiroso, desconhecedor da pessoa a quem se refere, que ofende como um louco, quando agride a própria Mãe! Não deixando de ser “inimputável”, pois apetece retorquir na mesma moeda, mas, não podemos agir da mesma maneira, insensata, como um mascarado.
Sinceramente, não vejo um hipócrita, invejoso a ler artigos críticos e a achar bem, seja o que for, sem sofrer invasão de maus pensamentos, complexos de inferioridade pessoal ou intelectual (não depende de diplomas, mas da formação de base do individuo e sua maturidade emocional), porque são perturbados, na sua maioria sem controlo sobre si, mas disfarçam, para poder utilizar a pele de cordeiro e enganar os menos atentos, mas comigo, Camaradas, “não passa nada”, deixo poisar, mesmo mascarado, respira como os outros, e tem sentimentos…
Este “mascarado” que continue a ouvir recados e a transmitir o que quiser, como quiser, e onde quiser, no entanto, a nós não nos ofende quem quer, muito menos, vindo donde vem!
Deixei ontem na página do meu amigo Didinho, um comentário, na sua publicação: num artigo intitulado: CAMALEÕES. Antes tinha verificado num Blogue, uma interpretação tendenciosa querendo fazer o aproveitamento do artigo do Fernando Casimiro e não gostei do oportunismo e insulto que me foi dirigido. Então, aproveitei deixar uma pequena síntese sobre o meu trajecto como estudante universitário, visto que um “mascarado-perverso” que se dá pelo nome de "Dini Dinika" invadiu sobre anonimato, publicado no Blogue do Doka Internacional, um pequeno artigo, ofendendo pessoas, usando o texto/opinião citado encima, do Fernando Casimiro, para com requinte de malvadez, próprio do individuo que é básico, primário e cobarde... Para criar falsas interpretações, projectando a sua maledicência e mentiras doentias, para cima dos outros! Com intenção de sujar as vítimas com a sua própria imundice pessoal ou a sujidade que lhe vai na alma.
Mas o Filomeno Pina, tem rosto, voz própria, capacidades para se defender, e para quem tem olhos de ver, é óbvio que repara na minha frontalidade, que não tenho e não uso máscara, não tenho rabo-de-palha e nunca pedi favores a nenhum político Guineense, antes ou depois da Independência, até hoje, numkan'bary padja, nymguym! Digo o que penso, doa a quem doer! As suas afirmações são delírios puros, pura e simplesmente, sem sentido e faltando à verdade.
Aqui vai o que escrevi na pág. do Didinho, no dia 25/02/15, comentando o seu excelente artigo:
“É verdade irmão, tens razão, parece que certas pessoas já só pensam com os dedos dos pés! Porque na cabeça, já são pau-mandado sem rumo, nem direcção, apenas obedientes e cegos, sobrevivem, mudando de rumo ao sabor dos "ventos". Levados por ondas favoráveis aos seus interesses pessoais e mesquinhos... Assim parece-lhes mais fácil levar a vida... Mas, outros há ainda, muitos como nós, Guineenses que lutam por causas. Vale sempre a pena mesmo que for por um dia. Em síntese, Eu fui primeiro estudante bolseiro no Porto, por doença e operado, perdi o ano e a bolsa de estudos, não tendo meios materiais e financeiros, passei a estudante trabalhador no Porto, fui funcionário das Edições ASA, de Américo Augusto Areal, contratado para fazer contactos com Escolas do Norte do Pais (marketing de livros escolares), durante um ano e meses. Já no segundo ano de curso de Psicologia, quis mudar de Cidade, pedi transferência da Universidade do Porto para U. Coimbra, foi a melhor escolha. Enquanto estudante activo, fui também dirigente da área de Cultura da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Coimbra, e recuperei a bolsa nos Serviços Sociais da UC, atribuída pelo meu amigo já falecido, Dr. Luzio Vaz, Presidente, na altura. Vivi sempre numa República de Estudantes, recuperei já no 3º ano de curso a bolsa do nosso País, não podendo ter duas, então optei pela bolsa da G-B. Mais tarde, nos meus dois últimos anos de curso 4º e 5º, fui então Presidente da AEGBC! Sempre no duro, a vida ensinou-me muita coisa amigo, uma delas é ter ROSTO, dar a cara sem máscaras, sem cosméticas, e outros... Ensinou-me a não pensar pelos dedos dos pés, mas, a pensar pela nossa cabeça!
Ainda assim, hoje os abutres e mentirosos querem a nossa carne e sangue, para misturar com as tintas de camaleão com que se pintam todos os dias, antes de sair para a rua, infelizmente! Vamos indo e vamos vendo, a procissão ainda vai no adro, kamynhu lundju hymda, nô pymtcha! Djarama Didinho. Abraços. Pina.”

Posto isto, hoje devo acrescentar que a minha irmã também referida no mesmo texto, pelo mascarado-perverso de nome "Dini Dinika", Ela terá como sempre e até aqui, o maior respeito e consideração do Povo Guineense, porque se trata de uma figura reconhecida no Pais, com provas dadas pelos seus actos públicos, na sociedade Guineense, evocando comportamentos e posturas que falarão por si, sempre!
Os meus três sobrinhos queridos, como qualquer órfão, não merecem isto, eles dispensam a mesquinhez mórbida e todo o veneno do “mascarado-perverso da internet” e seus compinchas. Cuidado, porque no uso exagerado do anonimato, vão todos acabar por morder a própria língua e engolir o próprio veneno, pense nisto!
Todo o fel espalhado no seu tempo de “antena”, será sempre formado por palavras ocas, que o vento levará para parte incerta, como mais um sinal da sua maldade identificada e associada à sua pessoa, hoje, sem nome, mas amanhã sem máscara e, sem volta a dar, será vergonhosa a surpresa que o aguarda, acredite nisto!
Todos os meus conterrâneos da minha geração/época em Coimbra, e de outras nacionalidades também, se um dia lerem o que o “mascarado” escreveu, a uma conclusão hão-de chegar, que só pode ser um individuo aldrabão, um paranoico, quem escreveu tanta mentira junta sobre Filomeno Pina.
Sabe porquê “mascarado-perverso”? Fui sempre amigo e companheiro académico de todos os que me procuravam ou eu a eles. Criei e abracei sem complexos, todos os amigos e estudantes, até porque era participativo na Academia, vivi sempre numa República de Estudantes – Kimbo dos Sobas - até acabar o curso, não só porque se pagava muito menos mensalmente em relação ao custo de vida na altura, mas, também porque, a casa era gerida por nós, residentes, elementos/família unida, as contas saiam a baixo custo e para todos. Nunca precisei de outras ajudas ou confortos que mencionou na sua falácia, é simplesmente desonesto por natureza, por isso esconde-se atrás do anonimato.
Entre estudantes conhecemo-nos muito bem, fomos unidos, eu era Dirigente Associativo na altura, mais uma razão para minha República de Estudante estar sempre com amigos dos amigos, com a porta sempre aberta, esteve a minha Casa em Coimbra, faz parte da tradição Académica nas Republicas de Estudantes (a porta aberta…), esta é a Coimbra do meu tempo, da minha saudade, sem máscaras, percebeu ou quer que lhe faça um desenho? 
Aqui quem usa máscara, anonimato-perverso não sou Eu, mas é o seu caso, de facto não pode ser credível assim, nunca, enquanto não mudar! Gente que usa anonimato para agredir a coberto do “espaço” utilizado, conscientemente ou não, ajuda a encobrir pessoas que não dão a cara, mas, outros Blogues e Sites não o permitiriam nunca, aceitar uma publicação sem nome próprio e foto…
Um pequeno exemplo deixo aqui, para provar que mentiu ao dizer que beneficiei de ajudas que referiu no seu “texto” publicado: quando terminei o curso, fui contemplado com uma bolsa da Gulbenkian para o primeiro mestrado em Portugal em Psicologia Clinica na Universidade de Coimbra, ma foi preciso uma autorização do Ministério da Educação do nosso País, visto que não tinha nacionalidade Portuguesa (como hoje, também não)… Olhe que viajei de propósito para pedir essa declaração a autorizar a bolsa do Mestrado, em audiência com o Ministro da Educação na altura, o Camarada Manecas R. Barcelos (já falecido), como resposta foi simplesmente recusado o meu pedido! Na altura o nosso Presidente da República era Sua Excia. João Bernardo Vieira. Não lhe quis pedir nada no sentido de alterar a decisão do Ministro, e regressei simplesmente a Coimbra para continuar, salvo erro em 1989!
Fui-me despedir e foi a primeira vez que falei com o Camarada Nino Vieira, na segunda vez, foi quando fui ao País, infelizmente na morte da minha querida Mãe para assistir as cerimónias fúnebres. Posteriormente já no exilo aqui no Norte de Portugal, nunca nos encontramos, embora fosse minha vontade, falarmos de tudo, não sei porquê, mas não foi possível!
Chego a pensar que "Dini Dinika" no meu lugar, teria agido como um “lambe-botas”, mas, olhe que muitos que hoje não dão a cara, mascarados como você, beneficiaram e muito à sua custa ou, do momento politico que todos sabemos… Paz a sua alma e eterno descanso e Glória para todos os que perderam a vida, sem excepção…

Para não ferir susceptibilidades dos leitores, fico por aqui, com palavras menos “radicais”, talvez assim deva continuar e, ponto final nisto.

Abraços a todos os amigos e compatriotas.
Djarama. Filomeno Pina.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Costa do Marfim: Processo Eleitoral - após a instalação das CER, das CED e das CEC/ a CEI irá instalar comissões eleitorais na Sub-prefeituras e no exterior.

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A Comissão Eleitoral Independente (CEI) vai proceder em breve com a instalação de Comissões Eleitorais nas Sub-prefeituras (CESP) e as Comissões Eleitorais das representações diplomáticas (CERD). Durante uma conferência de imprensa na sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015, na sede da CEI, Sra Victória Alley, porta-voz da instituição, declarou como era previsto a CEI procedeu em Fevereiro corrente a instalação de Comissões Eleitorais Regionais (CERs), as Comissões Eleitorais Departamentais (CED) e das Comissões Eleitorais Comunais (CEC). "No geral, tudo correu bem", congratulou-se a porta-voz da CEI. "Estas comissões eleitorais locais (CEL) foram criadas e instaladas, a CEI decidirá enviar muito em breve as missões de prospecção para determinar o número exato de CESP a ser criado de acordo com os critérios definidos (Subprefeituras funcionais, população eleitoral potencial, disponibilidade de instalações, o acesso ao resort, etc.) ", disse ela acrescentando. Por isso que, no final dessas missões é que as deduções da CESP serão instaladas. Além disso, a Sra. Alley indicou que a CEI está se preparando para instalar Comissões Eleitorais em missões diplomáticas no exterior da Costa do Marfim. Dezenove países estão em causa. Os partidos políticos e as embaixadas são obrigados a apresentar as suas candidaturas na sede da instituição, o mais tardar até 09 de marco para o primeiro turno e 16 de Março para o segundo. Além de instalar as Comissões Eleitorais Locais (CEL) a Porta-voz devolveu a Lista da Revisão Eleitoral (RLE). Trata-se de pessoas já registradas, mas que mudaram de endereço ou nome (esse é o caso, por exemplo, das mulheres casadas), maioria da Costa do Marfim, e não foram privadas de seus direitos civis e cívicos que antes não eram colocados em um lista eleitoral. Ou seja, pessoas que adquiriram a maioria idade desde o último recenseamento eleitoral até 31 de março de 2015. Os outros envolvidos na revisão são aqueles que voluntariamente se abstiveram de se alistar. Para RLE ter sucesso, a CEI tinha emitido um aviso à manifestação de interesse para seleccionar um operador técnico. "Quinze operadores técnicos já responderam a esta avaliação revelou a Sra Alley. Após a análise dos eventos, mantivemos em conexão com a Direcção dos Contratos Públicos e em conformidade com as disposições do Código dos Contratos Públicos, para cinco operadores ". São eles: GEMALTO GROUP BIGRADAP-Waymark, Instituto Nacional de Estatística (INS), Safran Morpho, SIC biometria. Estes operadores que participarão num concurso a ser lançado "no início da próxima semana", disse a porta-voz da Comissão Eleitoral.

#abidjan.net

Milhares de zimbabuanos encarando a fome.

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O Zimbabwe poderá experimentar a grave escassez de alimentos até junho, diz o relatório.

A situação é atribuída a fortes chuvas verificadas em dezembro, que causaram inundações em algumas áreas após um período de seca subsequente que ameaçava a produção de alimentos.

De acordo com o último relatório do Famine Early Warning System Network sediada nos Estados Unidos (FEWSNET), embora a situação de segurança alimentar foi estável após uma boa colheita durante a temporada 2013/14, o futuro parecia menos sombrio para a maioria das famílias.

"A situação da segurança alimentar é estável em todo o país, incluindo áreas tradicionalmente com défice de cereais no sul e regiões ocidentais do país", disse em sua previsão na FEWSNET de janeiro/junho.

"Resultados profundos de insegurança alimentar foram projetados para janeiro até junho desde que a maioria das famílias ainda estão consumindo cereais do ano anterior, enquanto que algumas estão completando sua alimentação com compras no mercado ou em espécie de recebimento por atividades laborais casuais."

A metade do norte do Zimbabwe experimentou enchentes que destruíram plantações e casas, particularmente em áreas baixas.

"As chuvas no norte resultaram em inundações localizadas, prejudicando às lavouras e estoques de alimentos para algumas famílias e, de acordo com estimativas da ONU, cerca de 500 das 1.200 famílias afetadas pelas enchentes estão necessitando de assistência urgente", acrescentou FEWSNET.

A maioria é negra

A organização disse que as medidas estavam a ser postas em prática para fornecer para famílias pobres, uma ajuda alimentar.

"O Programa Alimentar Mundial também está implementando a resposta a desastres e redução de riscos visando sazonalmente ajudar famílias vulneráveis ​​com insegurança alimentar, além da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional - financiando programa de assistência alimentar que está sendo implementado através do Amalima que é para garantir que os projetos continuem operando em Masvingo, Manicaland e Matabeland províncias a sul ", disse FEWSNET.

O Zimbabwe tem vindo a enfrentar escassez de alimentos frequentes desde 2000, quando o presidente Robert Mugabe iniciou um programa de reforma agrária caótico.

O programa deslocou cerca de 4.000 agricultores comerciais brancos de cujas terras foram redistribuídas para a maioria negra.

Um certo número de agricultores afectados mudou-se para a Zâmbia e o país tornou-se um grande exportador de milho do grampo para Zimbabwe.

Os agricultores do Zimbabué reassentados ainda dependem da ajuda do governo para as entradas, cuja distribuição é muitas vezes adiada por falta de dinheiro.

O governo do presidente Mugabe também admitiu que a maioria dos beneficiários do programa de reforma agrária não eram produtivos, pois adquiriram terras para fins especulativos.

#africareview.com


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Castro felicita Jammeh por ocasião do 50º aniversário da independência do país.

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O presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Ministros da República de Cuba, Raul Castro Ruz felicitou o líder gambiano, por ocasião do 50º aniversário da independência do país.

A mensagem diz:

Vossa Excelência,

Por ocasião da comemoração do 50º aniversário da Independência da República da Gâmbia, concedo cordialmente a felicitação.

Renovo a Vossa Excelência os protestos da minha mais elevada consideração.

Raul Castro Ruz,

Presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Ministros da República de Cuba

# Daily Observer

Alegadas contas de moçambicanos na Suíça causam polémica.

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Analistas pedem investigação da PGR aos "milionários" de Moçambique.



A Swiss Leaks, um consórcio internacional de jornalismo investigativo, diz que "moçambicanos milionários" são detentores de contas secretas no banco suíço HSBC, acrescentando que os donos dos dinheiros movimentados clandestinamente não pagam taxas às autoridades locais nem à instituição que detém o controlo dos seus valores.
O economista Francisco Ubisse diz não ter ficado surpreendido com a notícia porque era de esperar que houvesse moçambicanos com dinheiro no exterior, mas minimiza os valores envolvidos.
Ubisse afirmou ainda que "eu acho preocupante pelo gesto, mas o valor em si é negligenciável, porque há moçambicanos que têm seis milhões de dólares depositados em bancos que existem em Moçambique e eu duvido se pagam taxas; e seria também interessante verificar se, de facto, as pessoas que constroem mansões milionárias em Moçambique pagam impostos, porque temos no nosso país um problema muito sério de fuga ao fisco".
Entretranto, o jurista Baltazar Fael lamenta que haja moçambicanos que depositam dinheiro em contas secretas e diz que a Procuradoria-Geral da República deve investigar a fundo esta questão porque é a imagem de Moçambique que está em causa.
Fael acredita que essas pessoas têm motivos para colocar dinheiro nessas contas secretas. "Se calhar estão a fugir ao sistema financeiro para colocar esse dinheiro em paraísos fiscais ou em bancos que não divulgam a proveniência do dinheiro nem quem são as pessoas detentoras dessas fortunas", questiona.
Segundo aquele jurista, "a Procuradoria-Geral da República pode tentar obter mais informações e investigar mais a fundo, para ver quem são esses moçambicanos, como é que obtiveram esse dinheiro e como é que conseguiram tirá-lo do sistema financeiro moçambicano".
Refira-se que os nomes dos moçambicanos referenciados na notícia sao todos invulgares no panorama politico e económico moçambicano e não constam da maioria social considerada com algum poder e influência no país.
#VOA

Amnistía InternacionaI quer responsabilização dos violadores dos direitos humanos na Guiné-Bissau.

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Orgaização diz que situação dos direitos humanos melhorou no último ano.

A Amnistia Internacional(AI) revelou que as tensões políticas e os casos de violação de direitos humanos diminuíram depois das eleições gerais de 2014, mas a impunidade mantém-se em relação aos casos registados no passado.
No relatório divulgado hoje, 25, a AI diz  que, a nível social, o descontentamento também decresceu com "o retomar das ajudas internacionais", que permitiram "pagar ordenados em atraso" e reduzir a ameaça de greves.
O cenário global melhorou na Guiné-Bissau, mas a AI cita casos de ameaças, agressões e rapto de políticos por parte das forças de segurança durante os períodos de pré-campanha eleitoral, alegadamente com o intuito de condicionar o trabalho de alguns candidatos a favor de outros.
Para aquela organização de defesa dos direitos humanos no mundo, não houve investigações sobre estes incidentes e ninguém foi responsabilizado pelas violações de direitos humanos cometidas no contexto do golpe de Estado de 2012, nem pelos assassínios políticos de 2009.
Esta posição é corroborada pelo presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos Luís Vaz Martins em entrevista à Voz da América.
A nível social, o relatório da Amnistia Internacional cita a relatora das Nações Unidas para a pobreza extrema, para referir que "a desigualdade de género e discriminação são as principais causas de pobreza na Guiné-Bissau".
Entretanto, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos lamenta a ausência de referências aos casos de tráfico de pessoas, casamentos precoces e forçados e mutilação genital feminina.
Luís Vaz Martins congratula-se com a aprovação de leis para combater esses fenómenos, mas diz que a prática não acompanha a legislação.
Refira-se que em Angola, a AI denunciou os despejos forçados, a repressão aos direitos de liberdade de expressão e manifestação, os homicídios e o desaparecimento de pessoas.
Cabo Verde e São Tomé e Príncipe não foram citados no relatório.
#VOA

Guiné-Bissau: Parlamento discute estatuto do líder da oposição.

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A Assembleia Nacional Popular (ANP) da Guiné-Bissau iniciou esta semana um debate que irá durar até ao dia 7 de abril sobre o estatuto a atribuir ao líder da oposição.

A primeira sessão parlamentar decorreu na terça-feira, tendo o presidente da ANP, Cipriano Cassama, ficado satisfeito por, pela primeira vez, se discutir esta questão.

Os deputados analisaram, ainda, o tratamento a ser dado aos antigos titulares de cargos de soberania, o novo código do trabalho, projetos-lei sobre a disciplina militar e a alteração do estatuto dos parlamentares.

Durante a primeira sessão, foi ainda abordada a mesa redonda de doadores que decorrerá em Bruxelas, a 25 de março.

#abola.pt

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Bilhões escondidos atrás da desigualdade econômica na África.

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Os vendedores de rua em África refletem a desigualdade de renda que permeia o continente, em grande parte devido à corrupção. FOTO | JEFFREY MOYO

Relatórios deste ano de dinheiros ilícitos de países africanos guardados em um banco suíço - indicam que a corrupção está por trás da boa parte da desigualdade de renda que afeta o continente - isso já ganhou as manchetes de notícias internacionais.

Contas bancárias secretas na Suíça a braço com o banco privado do HSBC desenterrados este ano pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) que têm como missão garantir a segurança de mais de US $ 100 bilhões, alguns dos quais vieram da África, incluindo algumas das nações mais pobres do continente.

Quando esses fundos deixam a região, negam as nações que mais precisam delas.

Por exemplo, pelo menos 57 clientes do banco suíço HSBC são associados a Uganda e foram relatados de possuir pelo menos, 159 milhões de dólares. O Banco Mundial estima que a Uganda perde mais de 174.5 milhões de dólares em corrupção anualmente.

Não é um crime que os africanos tenham uma conta bancária na Suíça. Mas as questões já estão sendo levantadas por serviços fiscais locais para saber se os impostos apropriados foram pagos sobre os valores escondidos.

Na África do Sul, o chefe do Serviço de Receita, Vlok Symington, disse que seu escritório estava analisando as informações.

"As primeiras indicações são de que alguns desses titulares de contas podem ter utilizado as suas contas do HSBC para burlar obrigações fiscais locais e / ou internacionais," Symington teria dito a Sunday Times da África do Sul.

"A desigualdade de renda começa com os nossos líderes políticos e empresários ricos corruptos que, na maioria das vezes, ilicitamente apossam dos recursos do continente", disse Claris Madhuku, diretor da Plataforma para o Desenvolvimento da Juventude, um grupo de lobby da democracia no Zimbabwe.

Diamonds, por exemplo, que fizeram muitos comerciantes tornarem-se ricos, muitas vezes são minados pelos mais pobres dos pobres, tratados quase como escravos em países africanos devastados pela guerra, apesar do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley, que foi criada em 2003 impedir o fluxo destes diamantes.

"É um caso de ganância e corrupção", trovejou o zimbabweano e analista político independente, Ernst Mudzengi. "A África tem políticos parasitas que estão principalmente preocupados com o poder político egocêntrico e ganhos econômicos, quando africanos comuns permanecem na periferia da pobreza", disse Mudzengi.

Especialistas em desenvolvimento atribuem aqui as desigualdades de renda pelo relaxamento das leis anti-corrupções no continente.

"Os países africanos não têm leis anti-corrupção e os políticos ricos acumulam muito poder superando até mesmo os poderes da justiça local, que os deixam em liberdade para acumular riquezas durante a noite, por qualquer meio, sem serem questionados, disse " Nadege Kabuga, um especialista em desenvolvimento independente em Kigali, capital de Ruanda.

"É chocante como grandes bancos como o HSBC criaram um sistema de enorme especulação à custa de pessoas comuns pobres, pior ainda, ajudando inúmeros milionários da África, em especial, a evitar o pagamento de impostos, prejudicando a já pobre nação", explicou Zenzele Manzini, um economista independente sedeado em Mbabane, capital da Suazilândia.

"Muitas vezes, os diretores do governo, os ministros e seus secretários são os intermediários sobre as empresas do governo, concedendo a si mesmos enormes subsídios e os trabalhadores da administração pública coitados, estes continuam presos na periferia, sem benefícios extras além dos magros salários que recebem mensalmente," um funcionário do governo do Zimbábue do Ministério do Trabalho, disse à IPS sob a condição de anonimato, com medo de represálias.

Escrevendo para Financial Transparency Coalition, uma aliança global de organizações da sociedade civil e os governos que trabalham para combater as desigualdades no sistema financeiro, Koen Roovers, da coalizão da União Europeia (UE), o advogado que chumbou, fez a pergunta que não quer calar: "Como é que vamos evitar isso em primeiro lugar? "

Para pegar a fraude mais cedo ou mais tarde, a capacidade dos países em desenvolvimento deve ser aumentada, disse Roovers. "A escala do desafio é significativa: o centro de caridade com sede no Reino Unido "Christian Aid" estima que a África subsaariana precisaria de cerca de mais 650 mil funcionários da administração fiscal para alcançar a média mundial."

Países ricos prometeram ajuda aos países pobres para construir a capacidade que eles precisam, mas estes compromissos ainda não foram honrados.

Pesquisadores da Global Financial Integrity com sede nos EUA, uma organização sem fins lucrativos que trabalha para reduzir os fluxos financeiros ilícitos, disse que os países em desenvolvimento perderam quase um trilhão de dólares por meio de canais ilícitos.

Sem medidas para reduzir as desigualdades de rendimentos claramente definidos, os economistas dizem que o continente Africano pode ser dirigido para os piores níveis de pobreza  ainda mais difícil da já pobre nação.

"A África pode continuar enfrentando pobreza perpétua em meio a crescentes desigualdades de renda porque os governos do continente não têm instituições e competências para identificar e deter a lavagem de dinheiro por indivíduos ricos e políticos corruptos que sonegam impostos, disse " o economista independente zimbabweano, Kingston Nyakurukwa.

De acordo com Roovers, "criminosos e seus capacitadores são criativos, por isso a única maneira de evitar futuros escândalos é lançar luz sobre o que os criminosos e os sonegadores estão tentando esconder. É por isso que os registos on-line de ativos para todas as pessoas e arranjos legais são necessários e devem ser disponibilizados ao público.

"Se fecharmos os olhos para essas brechas", acrescentou ele, "o desenvolvimento econômico para todos continuará a ser minado por atores ilícitos que procuram explorá-lo."

-IPS

#africareview.com

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Saiba tudo que envolveu a Guiné-Equatorial, Beija-Flor e outros babados...

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Teodorin Obiang, da Guiné Equatorial, assiste ao desfile da Beija-flor (Foto: Daniel Marenco/Folhapress)

Agora a moda do momento é o título da Beija Flor e os tais R$ 10 milhões que lhe foi dado pelo governo da Guine Equatorial. Até as pedras do Centro Histórico sabem que as escolas de samba no Rio de Janeiro e até mesmo o futebol, navegam juntos com a contravenção pesada, e não é de hoje, mas sim, desde que existem escolas de samba no Rio e futebol.
Valter Xéu*
O Facebook tem essa facilidade de qualquer assunto que você joga nele, brotar uma enxurrada de especialistas de porra nenhum, na maior hipocrisia do mundo, dispostos a uma falação sem fim sobre o assunto.
No afã de atacar o PT, publicam constantemente fotos de Lula com o presidente da Guine Equatorial, como se isso no mundo das relações diplomáticas fosse uma coisa do outro planeta.
Quem mais desgraça praticou e pratica no mundo, o ditador da Guine ou o republicano Bush e o democrata Obama e o sei lá o que Netaniahu?
Temos hoje no Oriente Médio três países completamente destroçados, com grupos rivais se matando entre si e todos eles com o apoio made in América.
O Iraque, a Líbia e a Síria, (isso sem falar na Palestina), países que antes tinham lá seus problemas internos, mas a população vivia tranquilamente sem o misere diário de hoje, com milhões de refugiados espalhados pelo mundo.
Nada disso comovem os hipócritas de momento, nada disso se discute aqui. A Band mostrou recentemente áreas da região norte do Brasil em que nada difere dos lugares mais miseráveis da Guine Equatorial. (Já sei! Já sei! A culpa é da Dilma).
Mostram fotos da luxuosa mansão que o dito cujo presidente possui fora do seu pais.
Ora! Ora! Angola, nosso país irmão, rico produtor de petróleo e diamantes, mas onde o povo vive no mais completo misere, em nada difere da Guine, mas ninguém, por desconhecer ou por esse assunto Angola não estar na moda, ninguém dá à mínima.
Jose Eduardo Santos, desde a morte de Agostinho Neto, morto em setembro de 1979, está lá encastelado no poder absoluto com ou sem eleições.
A maioria dos generais, brigadeiros e civis do governo, todos eles possuem mansões muito mais elegantes na Riviera Francesa, em Portugal, Mônaco, Miami, que comparada com a do presidente da Guine não passa de uma casa mixuruca.
Mais isso não interessa, o que interessa mesmo é a Guine Equatorial com seus miseráveis problemas e que deu R$ 10 milhões para a Beija Flor, que eu portelense sem carteirinha (privilegio de Chico Bruno que ainda tem uma dos anos 80), pouco estou me lixando para a escola de Nilópolis, que constantemente ganha à zorra do desfile carioca.
O misere da Guiné é encontrado em todo continente africano, e até mesmo no país mais rico da África, que é a África do Sul. O que prova que miséria não é só exclusivo de país pobre. A Índia, que juntamente com África do Sul, China, Rússia e Brasil, faz parte dos BRICS, nesses países as diferenças sociais chocam qualquer um que os visite, onde castas abastadas vivem nababescamente e a maioria do povo na mais completa miséria estilo Guiné, Etiópia e outros países africanos.
Portanto senhoras e senhores especialistas do Facebook: Baixem a bola! Retirem os óculos de couro que cobrem seus olhos, deixem a hipocrisia de lado por um instante, e veja que o mundo é que é a verdadeira Guine Equatorial.
Longe de mim, querer defender Teodoro Obiang Nguema, sobre o qual pesam uma série de denúncias graves de violações de direitos humanos e corrupção. Não só ele como muitos outros, deveriam estar no banco dos réus no Tribunal Internacional de Haia.
Com o africano é bem provável que isso venha acontecer, já com o israelense, bastante improvável, pois Israel possui o direito divino para matar mulheres, crianças e toda a sorte de palestinos, enquanto o negão africano, foda-se! Temos que mostrar ao mundo que às vezes somos civilizados.
*Valter Xéu é diretor e editor de Pátria Latina
 #pravda.ru


domingo, 22 de fevereiro de 2015

África: A emergência passa por aliança através de parcerias pragmáticas como com a China.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

15e

A emergência da África no horizonte 2035 "Os Desafios e as Oportunidades" é o tema da 15ª edição do Fórum de Bamako, o espaço de reflexão de alto nível que reúne todos os anos centenas de intelectuais, chefes de empresas e líderes políticos.

Para concretizar esta ambição, os especialistas acreditam que seria necessário diagnosticar principalmente problemas relacionados com o desenvolvimento do continente, a fim de adotar as melhores estratégias para impulsionar o crescimento econômico, reduzir o desemprego e combater a pobreza e falta de renda.

A esse propósito, Alexis Kalambry, presidente da rede de analistas econômicos do Mali, estima que o "os país fundadores" (líderes da independência) não teriam rapidamente percebido o papel da iniciativa privada e foram "empurrados para um sistema centralizado do Estado, jacobino e paternalista ".

Ele também explica o subdesenvolvimento do continente por "má governação, corrupção e falta de treinamento para até mesmo permitir que haja transferência de tecnologia, processamento local de matérias-primas. A disfunção dos termos de troca fez o resto. "

Assim, no plano económico ", ele ainda tem um caminho, pensa " Pierre Gahimbare um economista de origem Burundense, presente no Forum em Bamako.

Especialistas incidiram principalmente sobre a falta de liderança em África como uma desvantagem para o desenvolvimento do continente.

"Na África Ocidental, por exemplo, Alassane Dramane Ouattara é quase o único chefe de Estado que têm visão. Hoje, a Costa do Marfim tem uma qualidade da assinatura e pratica empréstimos mais barato do que um país como o Portugal ", diz Alexis Kalambry.

Para Gahimbare, "Raros são os nossos dirigentes que entenderam que o programa de desenvolvimento é planejado e segmentado. Na África, pode-se mencionar a Costa do Marfim, Ruanda e Cabo Verde como os países cujos presidentes têm visão de desenvolvimento. Os outros estão barricados atrás de slogans vazios ".

"África deve deixar de ser vista como um continente a ficar para trás ... Ela precisa tomar iniciativas relevantes e inovar para controlar o seu próprio destino", desejou o presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita abrindo o Forum de Bamako em 19 fevereiro de 2015.

São agora muitos os especialistas que acreditam que há esperança, porque, politicamente, "a África começa com as normas."

"Padrões democráticos são conhecidos e aqueles que os violam estão cada vez mais condenados ao ostracismo pela opinião pública Africana e não encontrarão espaço fora do continente, e aliados para os defender ", observa Kader Toé colunista independente da imprensa do Mali.

Ainda assim, os economistas como Kalambry, pensam que para emergir, os países africanos devem "evitar as armadilhas de parcerias para criarem em nosso continente um poder de compra capaz de fazer de nós mercados de consumo."

Assim, Kader Toé e Pierre Gahimbare estão convencidos de que a República Popular da China é o melhor aliado do continente na sua busca pela emergência.

"A China é o único verdadeiro aliado no desenvolvimento de África", também achou um diplomata Africano em Bamako.

Liga-se o atraso do continente em parte por "elefantes brancos", ou seja, o prestígio dos investimentos europeus que foram inúteis. "Realizações caras que tiveram outros resultados para empobrecer ainda mais os nossos países", achou Amadou Diallo, um professor de história em uma escola na capital do Mali.

"Os chineses são pragmáticos na sua abordagem de parceria. Eles dão empréstimos sem juros, investem em infra-estrutura e ajudam a desenvolver", disse o diplomata.

Para especialistas entrevistados, os críticos contra o Império do Meio "são infundadas." Em geral, ele é acusado de agravar a dívida da África.

"Esse argumento não se sustenta, se sabemos que os EUA estão endividados em mais de 1000% a França em mais de 150%, de modo que nenhum estado Africano deve mais de 40%. Além disso, é com as dívidas que você pode investir ", Alexis Kalambry contra ataque.

Para o presidente do Mali, o desafio é fazer com que  "África seja Atraente" para atrair o capital de seus filhos que são oferecidos aos outros "numa base competitiva."

De acordo com ele, a solução envolve, entre outros, uma melhor abordagem para questões de governança, a coragem dos bancos africanos para superar suas necessidades de financiamento, relutância a médio e longo prazo, apesar de um excesso de liquidez gritante.

#abidjan.net

Cuba: A informatização da sociedade, um motor da economia.

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Com a presença do membro do Bureau Político e primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, foi inaugurado o 1º Workshop Nacional sobre Informatização e Segurança Cibernética

Mais de 30% dos profissionais da Informática e as Comunicações se reuniram ao longo do país. Photo:Abel Ernesto

NO contexto do 1º Workshop de Informatização e Segurança Cibernética, inaugurado na quarta-feira, 18 de fevereiro, precisou-se que converter as tecnologias de informação e comunicação (TICs) em um setor de desenvolvimento estratégico para o país é um dos principais desafios em que estão envolvidos especialistas nesta e outras áreas do conhecimento, com a liderança de topo do governo.
Este evento é um passo em frente para o trânsito, no âmbito da tecnologia, rumo a uma maior eficiência na gestão de políticas estatais, do governo e de massa, bem como para alcançar uma melhor qualidade de vida.
A sessão de abertura contou com a presença do primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político Miguel Díaz-Canel; do primeiro vice-ministro das Forças Armadas e chefe do Estado-Maior Geral, general-de-corpo-de-exército Alvaro Lopez Miera; da vice-presidenta do Conselho de Estado e primeira secretária do Partido em Havana;Mercedes López Acea e de Adel Yzquierdo, primeiro vice-ministro da Economia e Planejamento.
Embora as ações a serem tomadas para o efeito são inúmeras, os especialistas salientaram que Cuba tem cerca de três milhões de usuários com acesso a plataformas institucionais, incluindo redes, e-mail e à Internet.
E significaram a expansão dos serviços da Empresa das Telecomunicações de Cuba, que reúne 2,5 milhões de usuários com telefones celulares, 154 salas de navegação na Internet e mais de meio milhão de clientes com opção de correio eletrônico nos celulares.
Quanto à televisão digital - estendida a Havana, às capitais provinciais e a alguns municípios – soube-se que já mais de 250 mil pessoas aparecem como destinatários do serviço, sendo o principal desafio instalar mais transmissores.
Na sessão de abertura da oficina, realizada em Havana e transmitida juntamente a outros 20 locais em toda a Ilha, também foram apresentados os fundamentos da política para o desenvolvimento da informatização segura no país, as prioridades nacionais, e relataram a criação de uma organização que reunirá todos os profissionais da área: a União de Informáticos de Cuba.
#granma.cu

O Ataque à Caravana da UNITA e a Intolerância Política em Angola.

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Cassongo, vítima da intolerância política, luta pela vida no Hospital de Cafunfo.

Nos cuidados intensivos do Hospital de Cafunfo, um dos membros da UNITA, Cassongo, que se encontravam na caravana automóvel atacada a 16 de Fevereiro continua a lutar pela vida, com uma grave fractura craniana. Ainda não há qualquer reacção oficial à emboscada sofrida pela caravana em Cafunfo (Lunda-Norte), às mãos de elementos identificados como sendo do MPLA e apoiados pela polícia. Do ataque, resultaram 18 feridos da UNITA, uma viatura carbonizada e nove outras danificadas pelos atacantes.
Depois de duas noites internado devido aos ferimentos que sofreu no referido ataque, o secretário para a administração da UNITA no Cuango, João Muambongue, recebeu alta do Hospital de Cafunfo ontem à tarde, Depois , marcado com seis pontos na nuca, ferimentos nos ombros e nas costelas. Celestina Marco também passou dois dias internada, com ferimentos nas costelas e a cara muito inflamada. Ambos regressaram hoje ao hospital para prosseguirem com o tratamento.
O Ataque
Por volta das 7h45, a caravana da UNITA chegou à primeira aldeia da comuna do Luremo, Muacassenha, rumo à sede comunal, onde pretendia realizar a sua actividade política. “Vimos uma barricada na estrada com uma multidão à volta. Afrouxámos a marcha e começámos a ser apedrejados”, conta João Muambongue.
“O secretário do MPLA no Luremo, Lino, estava à frente da multidão, a dirigir o ataque. Ele também atirava pedras”, afirma o secretário da UNITA, acrescentando que alguns dos seus militantes se desdobraram em esforços para proteger os veículos e, na acção, “conseguimos apanhar o secretário do MPLA e um outro elemento do MPLA, que comandavam o ataque”.
A captura dos referidos elementos, segundo João Muambongue, causou a reacção imediata dos efectivos policiais que assistiam ao ataque. “A polícia efectuou disparos contra nós para nos forçar a soltar os membros do MPLA. Largámos o secretário”, continua o interlocutor.
João Muambongue explica terem batido em retirada do local, já com alguns feridos e vidros partidos, mas levando sob custódia um dos militantes do MPLA. “O homem que nós apanhámos levou umas chapadas e uns pontapés e trouxemo-lo para Cafunfo como prova do ataque que sofremos. Entregámo-lo à polícia.”
A Emboscada do Gika
Entretanto, no regresso a Cafunfo, às 11h12, já no Bairro Gika, a caravana viu-se novamente paralisada por uma barricada, controlada por um agente regulador do trânsito, com uma multidão à espera e os agentes policiais a dar-lhe cobertura.
Alguns jovens militantes do MPLA entrevistados pelo Maka Angola foram unânimes em revelar que a representação do MPLA no Luremo alertou, por via telefónica, o soba Manhinga, do Bairro Gika, sobre o seu membro que a UNITA levava sob custódia. “Os homens do Luremo ordenaram-nos que fizéssemos uma barricada no Gika e impedíssemos a passagem da UNITA”, revelou um dos jovens, sob anonimato.
Debaixo de uma chuva de pedras, paus e outros objectos contundentes, as primeiras viaturas furaram o cerco e dirigiram-se à Segunda Esquadra, do Bairro Gika, a uma ligeira distância do local da barricada. O secretário provincial da UNITA, Domingos de Oliveira, procedeu à entrega do homem que tinham capturado no Luremo.
Uma multidão também os havia seguido até à esquadra, em cujo quintalão o soba Manhinga tem a sua residência. Este, de fisga na mão, continuou a dirigir a operação de apedrejamento e a proferir ameaças mesmo diante da polícia, segundo depoimentos de várias testemunhas.
No local do cerco, a situação tornou-se trágica para os que lá ficaram. E aqueles que haviam chegado à polícia regressaram ao ponto da barricada, em solidariedade para com os seus colegas ali bloqueados.

























“O nosso carro [Toyota Hilux de cabine dupla], o que foi queimado (na foto), era o oitavo na caravana. Fomos retirados da viatura e espancados com pedras, na cabeça, na coluna, em todo o corpo. Retiraram-me o rádio de comunicações Motorola, 20000 kwanzas, e espancaram-me até não me poder levantar do chão”, relata a vítima. A viatura transportava 11 passageiros, seis dos quais mulheres.
“O comandante Ngonga, da Esquadra do Bairro Gika, fardado, arrastou-me para me afastar da viatura, chamando-me de bandido e dizendo que nós da UNITA devíamos morrer ali mesmo”, narra João Muambongue. Para desfazer quaisquer equívocos, revela: “O subinspector Ngonga estudou comigo, foi meu colega de turma, por isso não me posso enganar sobre quem ele é.” Aventa a possibilidade de ter sido mais espancado pela população, para além de ter sofrido algumas pedradas de agentes policiais. Afirma, no entanto, que o motorista da viatura carbonizada, que se encontra internado, “foi mesmo torturado pela polícia. Eu estava presente”.
Quando já estava a uma distância segura viu então, de acordo com o seu depoimento, “o secretário da JMPLA do Bairro Gika com um bidon de gasolina, de dez litros, a regar o carro e a incendiá-lo. Eu vi com os meus próprios olhos”.
Numa das fotografias a que o Maka Angola teve acesso, vê-se o comandante da unidade policial do Bala-Bala, inspector-chefe Galeano, a apreciar o incêndio do veículo sentado na sua motorizada.
“Os polícias assistiam ao ataque como se estivessem a ver um jogo de futebol. Só depois nos transportaram, os mais feridos, para a Segunda Esquadra, onde ficámos cerca de meia hora. Depois fomos levados ao hospital”, afirma Muambongue.
Por sua vez, o secretário provincial da UNITA, Domingos Oliveira, que dirigiu a comitiva, disse ao Maka Angola ter informado pessoalmente o administrador municipal do Cuango, no dia anterior, sobre a sua visita ao Luremo. “Era nosso desejo visitar essa comuna por causa da intolerância política que aí se verifica contra a oposição”, explica.
Domingos Oliveira também abordou a questão da viagem com o administrador do Luremo, Lourenço Sahunjo, “que nos garantiu que seríamos recebidos pelo seu adjunto, na comuna, e que a polícia garantiria a ordem e a tranquilidade”.
“A polícia deu protecção aos atacantes. É assim a resolução da intolerância política de que o senhor presidente José Eduardo dos Santos fala nos seus discursos. É essa a estabilidade política que temos no país?”, interroga-se o secretário provincial da Lunda-Norte, que escapou ileso dos ataques.
Por sua vez, o comandante municipal da Polícia Nacional no Cuango, superintendente Celestino Caetano Bravo, concentrou-se, com um forte dispositivo unificado de militares e agentes policiais, num dos principais largos de Cafunfo, junto aos contuários (postos de compra de diamantes) de Didi Kinwana e Baka. Centenas de efectivos da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), soldados das FAA e agentes da Polícia Nacional haviam-se desdobrado pelas artérias da vila de Cafunfo, prontos a intervir.
Essa operação respondia às dinâmicas etnolinguísticas que animam as lutas políticas naquela região. A vila de Cafunfo é predominantemente habitado por tchokwés, o principal grupo etnolinguístico da região. Grande parte deste povo, naquela localidade, é considerada rebelde, contrária aos desígnios do poder. O Bairro Gika é dominado por bângalas e considerado o bastião do MPLA em Cafunfo.
Sobre o ataque à caravana da UNITA, Celestino Caetano Bravo negou o envolvimento de militantes do MPLA. “Não foi um ataque dos militantes do MPLA. Não dou entrevistas por telefone. Se quiser falar comigo pode vir ao município”, conclui abruptamente a conversa. Não mais responderia às tentativas de contacto por parte do Maka Angola.
Caça ao Homem no Luremo
No Luremo, vários militantes da UNITA e cidadãos oriundos do sul de Angola, Uíge e Malanje tiveram de refugiar-se no comando da Polícia de Fronteira, na localidade da Curva, onde passaram a noite.
Fontes locais afirmam ter havido ordens para capturar cidadãos oriundos das regiões acima mencionadas, “porque são esses que dão mimos à UNITA”. Um jovem do Uíge, conhecido apenas por Nando, viu a sua cantina ser destruída por uma horda de populares.
Alguns já se encontram deslocados em Cafunfo, onde se sentem mais seguros.
Como demonstram estes lamentáveis acontecimentos, é muito frágil a convivência democrática entre o partido no poder e os partidos da oposição. A tão propalada estabilidade política em Angola pode facilmente resvalar em massacres.






#makaangola.org 



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