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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

José Mário Vaz: “NÃO PERDOAREI QUALQUER OPERADOR ECONÓMICO QUE FAZ OPERAÇÃO DE DROGA NO PAÍS” .

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


O Presidente da República, José Mário Vaz, advertiu esta sexta-feira, 10 de fevereiro 217, que não perdoará qualquer operador económico na área turística que faz operação do tráfico de droga na Guiné-Bissau. Chefe de Estado guineense falava durante um encontro mantido com o titular da pasta do Turismo e Artesanato e os operadores do setor turístico no país.
José Mário Vaz aconselhou os operadores económicos que se abstenham dessas práticas ilícitas, caso contrário correm riscos de verem encerradas suas atividades, além de um processo na justiça.
“Ninguém quer droga na Guiné-Bissau. Queremos utilizar as nossas potências turísticas que temos para fazer avançar o país, droga não! Por isso, marcamos este encontro para unir as pessoas e defender o turismo guineense. Podem contar com a Presidência da República”, advertiu.
Vaz anunciou que se deslocará com o ministro do Turismo e Artesanato para Lisboa, com objetivo de mobilizar os investidores no sector do turismo, nomeadamente, agências de transportadoras aéreas, no sentido de, nessa “primeira fase”, consentirem uma redução do preço de bilhetes de passagens.
Para o titular da pasta do Turismo e Artesanato, Fernando Vaz, a Guiné-Bissau é um país, cujo desenvolvimento económico é baseado no potencial dos recursos naturais. Acrescentou ainda que o turismo é considerado como terceiro pilar do desenvolvimento sócioeconómico, depois da agricultura e pesca e, razão pela qual, o executivo está a dar uma atenção especial para este sector.
Pretendemos promover uma nova imagem do país no mercado internacional de modo a suscitar interesses dos investidores em explorar o potencial do nosso património natural e cultural, visando contribuir para crescimento económico do país, e não descurando da sua sustentabilidade a nível ambiental da biodiversidade, promovendo consequente combate à redução da pobreza”, espelhou o governante.
 Conosaba vom odemocratagb

SOB O LEMA “NÓ NFRENTA PASSADU PA NÓ KUMPU GUINÉ-BISSAU DI AMANHÔ TERMINA O SIMPÓSIO INTERNACIONAL

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Bissau, 08 a 11 de Fevereiro de 2017

RESOLUÇÕES E RECOMENDAÇÕES FINAIS

Organizado pela Comissão Nacional Preparatória da Conferencia Nacional CAMINHOS PARA CONSOLIDAÇAO DA PAZ E DESENVOLVIMENTO, com o apoio financeiro de UNIOGBIS teve lugar em Bissau de 8 ao 11 de Fevereiro de corrente ano em Bissau, na sede de Assembleia Nacional Popular o SIMPOSIO INTERNACIONAL- No Nfrenta passado pa no Kumpo Guiné-Bissau di amanha.
O presente Simpósio enquadra-se no âmbito da realização da Conferencia Nacional CAMINHOS PARACONSOLIDAÇAO DA PAZ E DESENVOLVIMENTO e que tem como objectivos:

· Aumentar a consciência nacional sobre a importância de lidar com o passado para o pais sair do ciclo de instabilidade e conflito político e social

· Reforçar a consciência colectiva a pertinência da conferência Nacional CAMINHOS PARA A CONSOLIDAÇAO DA PAZ E DESENVOLVIMENTO

 · Aproximar e reforçar as bases de confiança e colaboração entre os diferentes actores da vida politica, social e económica do país

· Capacitar os delegados para a conferência nacional

O Simpósio reuniu mais de 200 delegados vindos de todas as regiões do país.

A cerimónia solene de abertura foi presidida pela sua Excelência Senhor Presidente de Assembleia Nacional Popular Eng.º Cipriano Cassamá, na presença de Ex- Presidente da Republica de Transição Sr.º Manuel Serifo Nhamadjo, dos representantes do Corpo diplomático e organismos internacionais acreditado no país.

A sessão solene de abertura iniciou com o discurso de boas vindas do presidente da comissão organizadora da Conferencia, Padre Domingos da Fonseca.

Após a cerimónia de abertura seguiu-se o Lançamento de Relatório pelo Dr. Osíris Francisco Pina Ferreira, membro da comissão organizadora da conferência. O relatório espelhou de forma resumida os resultados das ocultações realizadas nas conferências regionais e na diáspora com diferentes atores políticos, sociais e a sociedade guineense desde 2009 a essa data.

Durante os quatro dias foram proferidas excelentes comunicações pelos oradores seguidos de aturados debates e contribuições em torno das temáticas seguintes:

Ø Porquê e como promover um projecto de Reconciliação na Guiné- Bissau

Ø Mecanismos geradores de confiança nacional e promoção de Diálogo construtivo
Ø Desafios de Reconciliação Nacional

Ø Justiça de Transição

Ø Justiça como pilar do desenvolvimento do sistema democrático, passado, presente e futuro

Ø A dimensão histórica das transformações socioeconómicas e políticas na Guine- Bissau

Ø O papel da Sociedade Civil nos processos de estabilidade politica e reconciliação.

Na sequência dessas apresentações e debates, os participantes no Simpósio recomendam o seguinte:

1. Apelar ao Presidente da Republica, Primeiro Magistrado da Nação enquanto Presidente da Comissão de Honra, para usar a sua magistratura de influência para que a realização da conferência nacional seja uma realidade efetiva, um processo de diálogo que deva mobilizar todos os guineenses em prol da reconciliação, da paz e do desenvolvimento;

2. Apelar à Comissão Organizadora da Conferência Nacional para assumir e ser interlocutor entre os guineenses, fazendo “ponte” no processo de aproximação entre as instituições de soberania para o processo de diálogo e reconciliação nacional;

3. Promover junto das organizações da sociedade civil ações concretas de sensibilização em prol da comunidade guineense com o propósito da promoção da cultura da não-violência, do trabalho, da vida e da paz;

4. Exortar os líderes políticos a optarem por via de diálogo, da verdade, da reconciliação intra e extra partidária com o propósito de promover uma democracia inclusiva;

5. Exortar e apelar aos órgãos de soberania para se empenharem num diálogo franco e com boa vontade, que respeite sempre a vontade popular exercida democraticamente, o princípio da interdependência funcional dos órgãos, do direito a livre expressão e manifestação em prol do desenvolvimento socioeconómico e segurança humana da Guiné-Bissau;

6. Encorajar a postura assumida pelas nossas gloriosas forças de defesa e segurança no processo de promoção da cultura de não-violência, subordinação ao poder político, e pela sua posição republicana no presente conflito político institucional e pela sua participação ativa da consolidação de paz e desenvolvimento;

7. Exortar o povo guineense ao exercício do direito à cidadania ativa e participativa em prol da proteção dos direitos humanos, da promoção da democracia, da paz e do progresso social.

8. Exortar a classe política guineense a adotar uma conduta moral e responsável pelo bem do povo e que tenham sempre em conta que a Guiné-Bissau, «terra sagrada» está acima de todos nos e a ela devemos respeito e orgulho. Nesta senda é importante assumirem o diálogo franco e aberto que permita o desbloqueio do atual impasse politico e do respeito pela interdependência institucional e funcional da separação de poderes dos órgãos de soberania.

9. Reconhecer os esforços e trabalhos realizados pela Comissão Organizadora da Conferência Nacional, encorajando-a em prosseguir os objetivos institucionalizados para o bem-estar do povo guineense;

10. Apelar ao povo guineense em geral, aos órgãos de soberania, atores políticos e sociais e amigos da Guiné-Bissau para apropriarem e apoiarem o processo de reconciliação entre os guineenses;

11. Apelar a todos os guineenses, independentemente da sua classe social, origem, género e proveniência geográfica e confissão religiosa a uma profunda introspeção individual e coletiva, como parte da solução em prol de um diálogo de coração como o único caminho para a verdade e reconciliação nacional.

Feito em Bissau aos onze dias do mês de Fevereiro do ano dois mil e dezassete.

Os Conferencistas

Moções de Agradecimento e Reconhecimentos.

 1. Reconhecer o papel da comunidade internacional e amigos da Guiné-Bissau e encorajar los pela persistência e esforço de ajudar os guineenses em encontrar vias para a saída da crise vigente;

2. Agradecer e reconhecer o papel do Governo Timorense e do Japão no apoio ao processo de diálogo e reconciliação na Guiné-Bissau;

3. Enaltecer o papel do Dr.º José Ramos Horta, Premio Nobel da Paz, Padrinho do processo do diálogo nacional, nos esforços e dedicação pela causa da Paz, estabilidade, diálogo, justiça social em prol da promoção do desenvolvimento socioeconómico da Guiné-Bissau;

4. Reconhecer o apoio e assistência técnico-institucional da UNIOGBIS prestada à Comissão Organizadora da Conferencia Nacional para a realização das suas atividades e ações em curso em prol da promoção da paz e reconciliação nacional;

5. Agradecer a Comissão de Verdade, Dialogo e Reconciliação (CONARIV) da República de Costa de Marfim e a Comissão de Verdade e Acolhimento da República de Timor Leste por terem aceitado a partilha de experiencia, emoções e verdades e a disponibilidade em apoiar e assistir tecnicamente o processo e a COCN.

6. Agradecer a Assembleia Nacional Popular, aos deputados pela sabia decisão, visão em criar um espaço de dialogo inclusivo, aberto á todos os guineenses e amigos da Guiné-Bissau em prol da Paz, reconciliação e desenvolvimento;

7. Agradecer ao governo da Guiné-Bissau e aos partidos políticos pelo engajamento, participação e apropriação do processo do diálogo nacional.

8. Agradecer aos delegados provenientes de todas as regiões pela sua contribuição valiosa neste processo e sua participação no presente simpósio

9. Agradecer e reconhecer o papel do povo guineense pela participação ativa no processo de auscultação, restituição e validação do Relatório Analítico 2009-2017 Sobre a Paz Reconciliação e Desenvolvimento.

Feito em Bissau aos onze dias do mês de Fevereiro do ano dois mil e dezassete.
Os Conferencistas

Conosaba/Notabanca

PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ACUSA PARLAMENTO DE BLOQUEAR O PAÍS.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O JOMAV tem toda a razão, sempre alertamos que o problema reside no parlamento, sequestrado e bloqueado pela máfia que atualmente controla o PAIGCWOOD, laboratório de todos os males que assolam o país desde independência a esta parte e santuário de criminosos, djilas, mafiosos etc. O PAIGCWOOD deve sair da cena para que o país possa viver a paz, estabilidade e avançar em termos de desenvolvimento.
 
O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, acusou hoje o Parlamento de ter bloqueado o normal funcionamento do país através da recusa da mesa do órgão em permitir a discussão do programa do Governo.
 
No seu discurso de encerramento de um simpósio internacional sobre a reconciliação entre os guineenses, José Mário Vaz, afirmou que a crise de que se fala existir na Guiné-Bissau "reduz-se a uma clara obstrução e bloqueio" do Parlamento por parte da direção do órgão.
 
Para o chefe do Estado guineense, que falava no Parlamento, não existem problemas militares no país mas "uma crise iminentemente político-institucional" alimentada pelo Parlamento que, segundo disse, se recusa a permitir a discussão de políticas que possam promover o desenvolvimento do país.
 
A direção do Parlamento, obedecendo ao posicionamento do partido maioritário, o PAIGC, tem-se recusado a discutir e aprovar o programa do Governo, sob a alegação de que o executivo é de iniciativa do chefe do Estado, logo fora do âmbito constitucional.
 
José Mário Vaz entende que a postura da mesa que preside ao Parlamento "violenta a democracia" uma vez que o plenário do órgão não consegue se reunir para aprovar leis de acordo com o mandato que o povo concedeu aos deputados, observou.
 
Quanto à intenção da comissão de reconciliação nacional, órgão instituído pelo Parlamento e liderado pelo padre Domingos da Fonseca, o líder guineense disse estar aberto a abraçar a iniciativa desde que seja para a busca da verdade.
 
José Mário Vaz pediu ao líder da comissão que lhe apresente um calendário de atividades que devem ser levadas a cabo até à realização da conferência nacional de reconciliação em data a ser marcada oportunamente.
 
No entanto, o Presidente guineense voltou a pedir aos cidadãos do país que confiem nas potencialidades da Guiné-Bissau e que apostem no "trabalho sério" mais do que qualquer ajuda da comunidade internacional, frisou. 
 
José Mário Vaz aproveitou a ocasião para saudar o ex-Presidente de Timor-Leste e prémio Nobel da paz, José Ramos-Horta que, na qualidade de antigo representante da ONU em Bissau, foi o convidado de honra do simpósio que hoje encerrou os trabalhos.
 
MB // JPF

GUINÉ-BISSAU: PARLAMENTO REPUDIA PALAVRAS DE JOMAV ??

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

mediaO JOMAV tem toda razão, vocês bloquearam deliberadamente a ANP, o senhor Jiló Cipriano Cassamá, devia assumir as suas responsabilidades desde o início da crise, mas infelizmente, juntou-se a  comissão permanente da ANP composta maioritariamente pelos bandidos do PAIGCWOOD que tem recusado sistematicamente a discussão e aprovação de qualquer programa do governo que não fosse do PAIGCWOOD liderado pelo maior fiasco de sempre, DSP. 
 
Depois de, ontem, José Mário Vaz ter declarado que a Guiné-Bissau estava bloqueada porque o Parlamento se recusava a aceitar o programa de Governo, Cipriano Cassamá, presidente do órgão legislativo, qualificou hoje o discurso do Chefe de Estado como sendo "infeliz". 
 
"Discurso infeliz, incendiário, inapropriado e inoportuno". Eis a reacção do Presidente do Parlamento da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, perante o pronunciamento do líder do país, José Mario Vaz, ontem, no encerramento de um simpósio internacional sobre a reconciliação entre os guineenses.
 
Em comunicado, Cipriano Cassamá repudia as palavras de José Mário Vaz quando este afirma que se a Guiné-Bissau está hoje bloqueada, a culpa é da direcção do Parlamento que se recusa a discutir o programa do Governo e, desta forma, adia o desenvolvimento do país.
 
Para o líder do Parlamento, o Presidente da República, mais uma vez, está a fugir às suas atribuições constitucionais, qual Pôncio Pilatos, atirando para os outros a responsabilidade pela crise por si criada. Cipriano Cassamá lembrou que, se o Governo não é reconhecido pelo Parlamento, é porque decorre de um processo ilegal antes da sua formação.

Fonte: RFI

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