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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Covid-19: Número de mortos em África ultrapassa os dois mil e mais de 51 mil casos

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O número de mortos devido à Covid-19 em África ultrapassou hoje, os dois mil, com mais de 51 mil casos da doença registados em 53 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nas últimas 24 horas, o número de mortos subiu de 1.959 para 2.012, enquanto as infecções aumentaram de 49.352 para 51.698.
O número total de doentes recuperados subiu de 16.315 para 17.590.
O norte de África mantém-se como a região mais afetada pela doença, com 1.175 mortos e 19.090 casos registados.
Na África Ocidental, há 330 mortos e 14.514 infeções. A África Austral contabiliza 169 mortos, em 8.304 casos de Covid-19.
A pandemia afecta 53 dos 55 países e territórios de África, com cinco países – África do Sul, Argélia, Egipto, Marrocos e Nigéria - a concentrarem cerca de metade das infecções pelo novo coronavírus e mais de dois terços das mortes associadas à doença.
O Egipto regista 469 mortos e 7.588 infectados, a África do Sul conta 153 mortos e 7.808 doentes infectados, enquanto Marrocos totaliza 183 vítimas mortais e 5.408 casos e a Nigéria ultrapassou a centena de mortos (103) e tem 3.145 infectados.
O maior número de vítimas mortais regista-se na Argélia (476), em 4.997 doentes infectados. Apenas o Lesoto e a República Saarauí continuam sem notificar casos da doença.
Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infecções, com 475 casos, incluindo o primeiro-ministro no poder e mais três membros do seu Governo, e dois mortos.
São Tomé e Príncipe tem 200 casos e quatro mortos e Cabo Verde regista 191 infecções e dois mortos.
Moçambique conta com 81 doentes infetados e Angola tem 36 casos confirmados de Covid-19 e dois mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem 439 casos positivos de infecção e quatro mortos, segundo o África CDC.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 260 mil mortos e infectou cerca de 3,7 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Mais de um 1,1 milhões de doentes foram considerados curados.
fonte: jornaldeangola

Covid-19:12.º caso no Vaticano é de um funcionário do Papa

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O 12.º caso de Covid-19 diagnosticado na cidade do Vaticano pertence a uma pessoa que trabalha para o Papa, anunciou esta quarta-feira o gabinete de imprensa da Santa Sé.

A pessoa está a trabalhar remotamente desde o início de Março e assim que começou a sentir os primeiros sintomas submeteu-se a isolamento profilático na sua casa, fez saber o director deste gabinete, Matteo Bruni.
"Antes de regressar ao local de trabalho, o paciente foi testado com sucesso pelo Departamento de Saúde e Higiene do Vaticano e está agora sob observação em casa", acrescenta.
A Cidade do Vaticano é a sede da Igreja Católica e é um Estado soberano em Roma desde 1929. Tem 605 residentes.
fonte: jornaldeangola

Covid-19: Macau cria bolsa de contactos que ajuda comércio antiepidémico com lusófonos

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Macau anunciou hoje, o lançamento de uma bolsa de contactos ‘online’, para facilitar o comércio de produtos de prevenção e tratamento da Covid-19, com países lusófonos e restante mercado internacional.


A plataforma do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) está disponível nas línguas chinesa, portuguesa e inglesa, “facilitando o contacto com os comerciantes dos países de língua portuguesa e demais países estrangeiros”.
Esta nova área passa a “facilitar e garantir um adequado contacto entre fornecedores de produtos de prevenção de epidemias e aqueles que estão no mercado à procura”, sublinhou a entidade em comunicado.
A nova área, titulada de “Correspondência de Negócios de Produtos de Prevenção Epidémica, fornece uma plataforma, disponível 24 horas por dia, para receber informações sobre oferta e pedidos de aquisição de produtos de prevenção de epidemias”, acrescentou.
O IPIM salientou que "a procura de equipamentos de prevenção de epidemias, tais como ventiladores, fatos de protecção individual, máscaras cirúrgicas, produtos de desinfecção, equipamentos médicos, tem vindo a aumentar significativamente, tanto a nível de procura interna como externa", razão pela qual lançou esta nova área na plataforma.
“Após efectuar o seu registo, como utilizador, na Plataforma de Serviços de Bolsas de Contactos Online, pode procurar os produtos na secção Correspondência de Negócios de Produtos de Prevenção Epidémica e estabelecer contacto com os fornecedores desses produtos”, detalhou o IPIM.
O IPIM foi criado para apoiar o chefe do Governo de Macau na formulação da política económica, especialmente no que respeita à promoção do comércio externo, à captação de investimentos, ao desenvolvimento de convenções e exposições, bem como à cooperação económica e comercial entre a China e os países lusófonos.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 260 mil mortos e infectou cerca de 3,7 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
fonte: jornaldeangola

Jovem inventor ajuda na luta contra a Covid-19 na Etiópia.

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Os inventores na Etiópia têm vindo a desenvolver dispositivos para combater a Covid-19. Um deles, Ezedine Kamil, lamenta que a falta de financiamento impeça que os seus projetos beneficiem plenamente as comunidades.
Äthiopien | Erfinder Ezedin Kamil baut improvisierte Coronahilfsmittel (Ezedin Kamil)
Desde a pandemia do novo coronavírus, os ventiladores, máscaras faciais e luvas tornaram-se itens muito procurados em todo o mundo. A aquisição de equipamento médico e de proteção pessoal é um enorme problema para os países mais pobres, como a Etiópia.
No entanto, a pandemia tem estimulado mentes criativas, incluindo a de Ezedine Kamil. Aluno de ciências naturais, tem 18 anos e é natural de Welkite, uma cidade rural a 160 quilómetros da capital etíope, Adis Abeba.
Lavador de mãos sem contato
Ezedine já criou 30 invenções. Treze foram patenteadas pela organização "SaveIdeas".
A pandemia da Covid-19 deu uma oportunidade única a Ezedine. Ele elaborou um distribuidor de sabão elétrico, sem contato, com um sensor incorporado, que também pode ser acionado através de um pedal mecânico durante falhas energéticas - ocorrências comuns na Etiópia. 
A invenção de Ezedine foi bem recebida pela comunidade local. Cerca de 50 distribuidores de sabão elétricos foram produzidos pela universidade local e distribuídos em bancos e hospitais em Welkite.
Äthiopien | Erfinder Ezedin Kamil baut improvisierte Coronahilfsmittel
Ezedine Kamil também já criou sete aplicações para telemóveis
Escassez de ventiladores
Entretanto, os ventiladores, que ajudam os doentes a respirar, são os produtos mais desejados no momento. A Etiópia dispõe apenas de 557 ventiladores, segundo o Ministério da Saúde do país. Desse total, 214 pertencem a hospitais privados. Restam apenas 163 ventiladores para os doentes da Covid-19 - número escasso para a segunda nação mais populosa de África.
"Quando ouvi falar da escassez global e do elevado preço dos ventiladores [27.613 euros cada um], pensei em construí-los eu próprio", disse Ezedin, em entrevista à DW. "A Etiópia costumava importar essas máquinas, mas não acho que os países estrangeiros nos vão ajudar neste momento".
Tendo em conta que Ezedin nunca tinha construído um ventilador, partiu à pesquisa de manuais online. A sua invenção baseou-se numa bolsa de plástico, conhecida como bolsa "Ambu", um ventilador mecânico e um ecrã operado a partir de um telemóvel.
Depois de testar, com sucesso, um protótipo, começou a produzir e a entregar as novas máquinas à comunidade local.
Äthiopien Addis Abeba | Coronavirus | Ezedin, Erfinder
Alerta de coronavírus
O jovem inventor começou a construir um dispositivo para lembrar as pessoas que não devem levar as mãos à cara, uma das principais recomendações da campanha global de sensibilização na luta contra o novo coronavírus.
"O dispositivo é como um relógio com um sensor", disse Ezedine. "Sempre que a mão se aproxima da cara, o dispositivo toca, de forma a lembrar o utilizador a não tocar no rosto".
O dispositivo é feito de aparelhos elétricos acessíveis, descartados e de materiais plásticos que não se decompõe facilmente. Ezedine descreve o aparelho como "polivalente".
"Pode-se também usar o aparelho para monitorizar o distanciamento físico de 1,5 metro, necessário para combater o vírus, aplicando-o no cinto", acrescentou.
 
Assistir ao vídeo04:05

Guiné-Bissau: “Homem Novo” em busca da cidade mais limpa de África

Falta de fundos
Apesar dos seus melhores esforços, as invenções de Ezedine tardam em chegar à comunidade local. Entre as suas muitas inovações, apenas um alarme de incêndio e o saboneteiro sem contato foram implementados até agora.
"A produção em massa exige um grande investimento. Está para além da minha capacidade de iniciá-la sozinho. Exige uma grande injeção de capital", revelou Ezedine, afirmando que o maior problema na Etiópia "é que os inventores que querem trabalhar por iniciativa própria nunca obtêm apoio financeiro do Governo".
Quando o Ministério da Ciência e da Inovação da Etiópia, em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), lançou recentemente um desafio Covid-19, Ezedine não tardou a apresentar a sua lista de invenções. Em 2019, ganhou um prémio de 7.415 euros pela conceção de uma bicicleta eléctrica e solar.
Enquanto o estudante brilhante espera, impacientemente, que as suas invenções ontenham apoio financeiro do Governo ou de investidores privados, está focado em transformar a sua paixão pela inovação numa carreira profissional. O seu objetivo é criar emprego para os desempregados.
"O meu grande desejo é aplicar estas invenções para o fim para o qual foram criadas e resolver os problemas presentes na comunidade".
fonte: DW África

Brasil: Tribunal mantém ordem para Bolsonaro apresentar exames de coronavírus.

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Advocacia-Geral da União entregou apenas relatório médico e recorreu de decisão judicial junto ao TRF-3. Tribunal dá razão ao pedido original. "O ocultamento da informação em nada tranquilizaria a população", diz juiz.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

Para juiz do TRF-3, exames de Bolsonaro são de interesse público
O Tribunal Regional da 3ª Região (TRF-3) manteve nesta quarta-feira (06/05) a determinação judicial que obriga a Advocacia-Geral da União (AGU) a entregar os laudos dos exames para detecção do novo coronavírus do presidente Jair Bolsonaro à Justiça.
O governo não havia cumprido a determinação da Justiça que ordenava a entrega de todos os testes de covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2, feitos por Bolsonaro em 18 de março. A AGU, órgão responsável pela defesa do presidente, havia apresentado apenas um relatório médico da coordenação de saúde da presidência, emitido naquela data.
A decisão do juiz federal André Nabarrete aponta a obrigatoriedade da entrega dos exames. "A sociedade tem que se certificar que o Sr. Presidente está ou não acometido da doença. Não convence (...) o caráter satisfativo da medida, dado que o ocultamento da informação em nada tranquilizaria a população", afirmou.
Na segunda-feira da semana passada, a juíza federal Ana Lúcia Petri Betto havia dado um prazo de 48 horas para apresentação dos "laudos de todos os exames" feitos pelo presidente, afirmando que o cidadão tem o direito de saber o estado de saúde do mandatário.
A entrega dos resultados dos testes foi pedida como parte de um processo judicial movido pelo jornal O Estado de S. Paulo. Na última quinta-feira, Petri Betto voltou a determinar que o governo federal apresentasse os exames de detecção da covid-19 feitos por Bolsonaro, com novo prazo de 48 horas, sob pena de multa de 5 mil reais por dia.
A AGU recorreu da decisão ao TRF-3 sob o argumento de que não existe obrigação legal de fornecer os exames.
Na decisão emitida nesta quarta-feira, Nabarrete analisou o recurso da defesa do presidente de que o pedido teria apenas um interesse jornalístico. "O direito de informar tem interesse público e não é de menor importância, uma vez que se refere à saúde do Senhor Presidente da República, agente político máximo, no contexto de uma crise sanitária excepcional", apontou o magistrado.
Ainda de acordo com o juiz federal, a função da imprensa é informar fatos relevantes para a sociedade – e, só por isso, a ação já se justificaria.
No início de março, Bolsonaro fez uma viagem oficial aos Estados Unidos. Após o retorno ao Brasil, vários integrantes da comitiva presidencial foram diagnosticados com covid-19, inclusive o secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten. Bolsonaro foi examinado, mas jamais apresentou os resultados dos testes, apenas afirmou que eles deram negativo.
Nesta quarta-feira, foi tornado público que o porta-voz da Presidência da República, o general Otávio Rêgo Barros, de 59 anos, obteve teste positivo para a covid-19. Segundo sua equipe, ele teve sintomas leves, está bem de saúde e cumpre isolamento em sua casa.
Nabarrete destacou a urgência do processo, lembrando o avanço diário da pandemia do coronavírus, com aumento de mortos e infectados. Na quarta-feira, o Brasil bateu recorde de óbitos, registrando 615 em decorrência da covid-19 em 24 horas, com o total chegando a 8.536. O país tornou o sexto no mundo com maior número de mortes, segundo a Universidade Johns Hopkins.
RK/ots
fonte: DW África

Covid-19: Estudantes cabo-verdianos pedem ajuda para regressar do Senegal.

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Os alunos estão a passar dificuldades para suportar os gastos com alimentação e aluguer no país. Apesar dos pedidos de repatriamento na embaixada de Cabo Verde, eles não estão a ser vistos como prioridade na pandemia.
Alunas cabo-verdianas no Senegal entrevistadas pela DW
Alunas cabo-verdianas no Senegal entrevistadas pela DW
A pandemia da Covid-19 está a complicar a vida de muitos estudantes cabo-verdianos que estão no Senegal por conta própria ou com bolsas de estudo. Muitos deles são de famílias de baixa renda e queixam-se da falta de apoio das autoridades cabo-verdianas. Por causa destas dificuldades, cerca de 30 de estudantes estão a pedir para serem repatriados para Cabo Verde.
Em entrevista à DW, alguns destes alunos confirmaram ter pedido apoio à embaixada cabo-verdiana em Dakar, mas sem sucesso. Aline Sequeira é estudante do 1º ano de Relações Internacionais e Diplomacia e contou como foi o contato com as autoridades.
"Nós chegamos a falar com eles por duas vezes. Na primeira vez, disseram-nos que, naquele momento, não havia como, porque não tinha voos. Entretanto, disseram-nos que poderia vir a surgir um voo para repatriar as rabidantes que estavam aqui e que poderíamos comprar a passagem para que, se no caso desse, fôssemos juntamente com elas", afirmou a estudante.
Segundo a jovem, na hora de adquirir os bilhetes para regressar a casa, não puderam comprar porque não estavam na lista das prioridades.
"Fomos comprar a passagem e nos disseram que não vendiam passagens para os estudantes e que não dava para irmos. Na segunda vez, disseram-nos que naquele momento não éramos a prioridade", completou Aline Sequeira.
Custos no Senegal
Para contornar as dificuldades, os estudantes estão a morar em grupo para diminuir os custos com a renda e suportar as despesas,  explica Alexandra Gomes, que está no 1º ano do curso de Francês:
"Somos quatro meninas num quarto. Uma teve que deixar a sua casa onde morava sozinha, para vir juntar-se a nós. A outra que estuda fora de Dakar, devido ao fecho das escolas por causa desta pandemia, teve que vir para ficar conosco. Agora, estamos todas unidas e nós as quatro dividimos as despesas para ver se conseguimos amenizar os gastos".
Igor Sanches, estudante de Direito na Universidade Cheick Anta Diop, é quem tem dado a cara em defesa dos estudantes cabo-verdianos com dificuldades no Senegal. O estudante critica: "As autoridades não têm estado a ver quais são os nossos problemas no Senegal".
 
Assistir ao vídeo02:35

Covid-19: As dificuldades dos mais pobres em Cabo Verde

De acordo com Igor Sanches, os estudantes foram "abandonados". "Nunca fomos vistos no Senegal. Nunca a embaixada nos chamou. Eles têm os nossos números de telefone, mas nunca nos chamaram para saber o que se passa conosco", relatou o estudante de Direito.
Segundo Sanches, a embaixada confirmou que repatriar os estudantes que estão fora do país não é uma prioridade do Governo."Chamei o embaixador para colocar os problemas e a resposta que ele me deu é que a prioridade agora era para aquelas pessoas que estão a enfrentar o coronavírus em Cabo Verde".
Sem apoio do Governo
Cerca 70% dos estudantes cabo-verdianos no Senegal não têm apoio do Governo de Cabo Verde, de acordo com Igor Sanches. Ele lembra que, até agora, a embaixada só alugou uma casa para colocar os 14 alunos que ficaram desalojados devido ao encerramento da residência estudantil, por causa da Covid-19.
"Há muitos estudantes que já ficaram sem pagar a escola. Nós precisamos de mais ajuda no Senegal. Precisamos de mais ajudas para os nossos estudantes. Não se pode abandonar os estudantes desta maneira", apelou.
A reportagem da DW tentou ouvir o ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades de Cabo Verde. No entanto, Luís Filipe Tavares pediu-nos para contatar o embaixador de Cabo Verde em Dakar, que, segundo o ministro, tem apoiado os estudantes com rendas de casa e outros apoios pontuais.
Entretanto, o ministro Luís Filipe Tavares lembrou que, neste momento, há centenas de pedidos de repatriamento de estudantes cabo-verdianos em vários países e que o Governo está a analisar esta problemática para ver as melhores soluções.
Até ao fechamento desta reportagem, não obtivemos nenhuma resposta da embaixada de Cabo Verde em Dakar.
fonte: DW África
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