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terça-feira, 12 de setembro de 2017

"Teremos de novo nazistas no Reichstag", afirma ministro alemão do Exterior.

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Social-democrata Sigmar Gabriel afirma que, com provável ingresso do partido populista de direita AfD, haverá "verdadeiros nazistas no Parlamento alemão pela primeira vez desde a Segunda Guerra".
Sigmar Gabriel
Gabriel afirmou que muitos eleitores sentem que suas preocupações sobre migração, segurança e emprego não são atendidas
Social-democrata Sigmar Gabriel afirma que, com provável ingresso do partido populista de direita AfD, haverá "verdadeiros nazistas no Parlamento alemão pela primeira vez desde a Segunda Guerra".
fonte: DW ÁFRICA
Sigmar Gabriel
Gabriel afirmou que muitos eleitores sentem que suas preocupações sobre migração, segurança e emprego não são atendidas
O ministro do Exterior da Alemanha, Sigmar Gabriel, comparou nesta segunda-feira (11/09) o partido populista de direita Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão) aos nazistas, que estiveram no poder de 1933 a 1945. Trata-se de um insulto raramente proferido na política nacional.
Em entrevista ao portal T-Online, Gabriel disse que muitos eleitores estão considerando votar na AfD nas eleições parlamentares de 24 de setembro porque sentem que suas preocupações sobre migração, segurança e emprego não estão sendo abordadas nesta campanha eleitoral.
"Se tivermos azar, essas pessoas enviarão um sinal de insatisfação. Aí teremos, pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial, de novo verdadeiros nazistas no Reichstag [prédio do Parlamento alemão]", disse Gabriel, que é social-democrata.
Não é a primeira vez que Gabriel compara a sigla aos partidários do regime nazista, mas o insulto raramente é usado por políticos alemães para se referir a adversários de campanha.
Em outra entrevista, publicada em junho de 2016, ele havia traçado um paralelo entre o programa e as declarações da AfD com a ideologia nazista. "Tudo que eles estão dizendo eu já ouvi antes, especificamente do meu próprio pai, que foi um nazista até o último suspiro", disse ele na ocasião. 
Fundada em 2013 como um partido eurocético, a AfD mudou seu foco depois que a crise da zona do euro arrefeceu, passando a fazer campanha contra a imigração, especialmente depois da decisão da chanceler federal, Angela Merkel, de abrir as fronteiras da Alemanha para mais de um milhão de imigrantes e refugiados em 2015.
O partido tem assentos em 13 das 16 dos parlamentos estaduais da Alemanha e deve ingressar no Parlamento nacional na eleição do dia 24 de setembro. De acordo com pesquisas, a AfD deve conquistar de 8% a 11% dos votos, acima da cláusula de barreira de 5%.
Gabriel, que liderou até o início do ano os social-democratas, que fazem parte da "grande coalizão" de Merkel, disse ainda que a AfD está ganhando força nas comunidades e cidades negligenciadas da antiga Alemanha Oriental.
"Devemos mudar o rumo e não apenas reembolsar o custo do acolhimento de imigrantes, mas também dar às comunidades locais o mesmo montante para que elas possam fazer mais por seus cidadãos", disse.

Eleições em Angola: manifestação não está fora de questão para UNITA.

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UNITA não descarta outras medidas caso a Constituição e Lei não sejam respeitadas na avaliação das suas queixas eleitorais. Entretanto, o resultado da contagem paralela dos votos do partido ficou por ser publicada.
fonte: DW ÁFRICA
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Raúl Danda, vice-presidente da UNITA, maior partido da oposição em Angola
Na última semana o maior partido da oposição em Angola, a UNITA, declarou que não vai legitimar instituições resultantes de atos "que violam flagrantemente a Constituição e a lei", mas apenas dentro "dos marcos da lei". A UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA pediram na sexta-feira (08.09.) ao Tribunal Constitucional a impugnação dos resultados das eleições gerais de 23 de agosto, das quais foi vencedor o MPLA, com 61,07% dos votos, de acordo com a Comissão Nacional Eleitoral (CNE). 
Mas por outro lado, o partido não confia em quem faz cumprir a lei. Que saída restará a UNITA? Conversamos com Raúl Danda,vice-presidente deste partido, que nos falou ainda sobre o estágio da contagem paralela de votos que está a ser feita pela UNITA.
DW África: Para quando o anúncio dos resultados finais da contagem paralela?
Raúl Danda (RD): Julgamos que quem tem a incumbência de publicar os resultados é a Comissão Nacional de Eleitoral (CNE). Nós fizemos uma contagem, para tentarmos controlar o processo. Como devem perceber houve diversas irregularidades e houve muitas assembleias de voto onde não tivemos delegados de lista, o que faz com que não tenhamos uma boa parte da informação.
DW África: Mas a UNITA estava a fazer uma contagem paralela, não estava?
Angola Luanda Präsidentschaftswaahlen Wähler Wahllokal
Eleições gerais de 23 de agosto de 2017 em Angola
RD: Estávamos, sim. O trabalho ficou inconclusivo, porque não tínhamos delegados de lista apesar de os termos preparado para todas as mesas do país. A CNE decidiu propositadamente dificultar o credenciamento dos nossos delegados de lista. Logo, isso tudo fez com que não pudéssemos fazer uma contagem conclusiva. Mesmo assim, a contagem que estamos a fazer levava a resultados diferentes dos publicados, pelo menos provisoriamente, pela CNE.
DW África: A UNITA estava na frente?
RD: Sim, sim. Posso dar-lhe o exemplo de Luanda e Benguela, onde um mínimo de vinte mil votos não foram contabilizados a favor da UNITA. Posso dar-lhe o exemplo do Bié, estamos a falar sobretudo das principais praças eleitorais. E por alguma razão a CNE não aceitou que se fizesse o apuramento provincial nos termos da lei. Não temos um resultado conclusivo e nós não quisemos publicar justamente por não ser conclusivo.
DW África: Até onde está o partido disposto a ir nas suas reivindicações?
RD: Estamos dispostos a ir a todo o sítio até onde a Constituição e a lei nos permitem. Ou seja, não temos confiança nenhuma no Tribunal Constitucional. Por exemplo, temos juízes que antes da contestação chegar ao tribunal já andavam a escrever nas redes sociais a sua preferência pelo MPLA. Portanto, não nos transmitem credibilidade, mas nós fomos lá, vamos esperar a resposta do Tribunal Constitucional. A Constituição e a Lei são claras, vamos ver se têm coragem, pelo menos uma vez na vida, de defender verdadeiramente a Constituição e as leis, ao invés de defenderem o chefe e o patrão, vamos ver. Mas depois disso não descartamos outras medidas, há quem fale de manifestação, ela está perfeitamente prevista na Constituição, porque não? Também é um meio de reivindicar. Nós da UNITA é que temos estado a travar o povo, porque o povo já queria saltar para a rua há muito tempo. E aliás, vê-se um paradoxo... se ganhou com uma maioria qualificada porque anda a por na rua tropas  e polícias armados até aos dentes com as armas voltadas para a população. Vão apontar as armas a população que votou neles? Não faz sentido. Só essa atitude já mostra que os resultados estão muito trocados.
DW África: Um candidato único da oposição no futuro é uma utopia ou algo próximo da realidade?
RD: A Constituição que temos hoje não permite isso. Repare que o Presidente José Eduardo dos Santos preferiu assim porque sempre teve medo de se posicionar perante os angolanos, se os angolanos decidissem o que queriam ou não numa eleição, resolveu fazer esta Constituição atípica, onde até deputado se transforma em Presidente da República e outro em vice-presidente. Nesse modelo é difícil haver um candidato da oposição, porque a única forma de haver um candidato da oposição é ela concorrer só numa lista para que o primeiro dessa lista seja Presidente e o segundo o vice-presidente da República. Tem de se deixar os partidos manter a sua identidade, têm de se transformar numa coligação que vai concorrer numa eleição, é a única forma. Logo, a vossa pergunta tem razão de ser, Angola, se calhar, precisa de uma coisa dessas, mas precisamos de mudar a Constituição.

Supremo Tribunal mantém proibição de entrada de refugiados nos EUA.

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Tribunal dá razão a Trump

Juiz suspende decisão do Tribunal de Apelações de São Francisco que permitia a entrada de alguns estrangeiros de seis países muçulmanos
O Supremo Tribunal (ST) dos Estados Unidos manteve nesta segunda-feira, 11, a proibição de entrada de refugiados no país decretada pelo Presidente Donald Trump.
A decisão do ST representa um revés para cerca de 24 mil pessoas cuja solicitação foi aprovada no longo processo de pedido de asilo e que confiavam em poder viajar aos Estados Unidos.
O Tribunal de Apelações de San Francisco havia decidido, na quinta-feira passada, que os refugiados com solicitação já aprovada não estavam incluídos no decreto de Trump, em vigor desde Junho passado.
O decreto de Trump proibiu a entrada nos Estados Unidos de viajantes de seis países de maioria muçulmana - Síria, Líbia, Irã, Sudão, Somália e Iêmen - durante 90 dias, e de refugiados de todo o mundo durante 120 dias.
Mas isentou da medida qualquer um que possa justificar uma "relação válida com pessoa ou entidade nos Estados Unidos".
O tribunal de San Francisco considerou que as relações entre os refugiados e as organizações não governamentais americanas envolvidas na sua instalação nos Estados Unidos se enquadravam dentro desta "relação válida".
Os refugiados são acompanhados individualmente por estas organizações que os ajudam a encontrar alojamento, aprender inglês e encontrar trabalho.
O ST acatou os argumentos do Departamento de Justiça e suspendeu a decisão do tribunal de San Francisco, à espera de uma análise mais profunda por parte dos magistrados, prevista para 10 de Outubro.

fonte: VOA

ONU decreta o reforço de sanções à Coreia do Norte.

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O Conselho de Segurança impôs um bloqueio às exportações de têxteis norte-coreanos e limitou as suas importações de crude
O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) decretou esta segunda-feira um reforço das sanções contra a Coreia do Norte devido ao sexto ensaio nuclear feito a 3 de setembro pelo regime de Kim Jong-un, que foi considerado o teste mais poderoso.
Na prática, foi importo uma proibição às exportações de têxteis norte-coreanos, ao mesmo tempo que limitou as importações de crude daquele país.
Esta foi a nona resolução de sanções decretadas pela ONU desde 2006 contra os programas nucleares e balísticos da Coreia do Norte, tendo sido aprovada por todos os quinze membros do Conselho de Segurança.
Refira-se que os têxteis representam para a Coreia do Norte a segunda maior exportação, depois do carvão e outros minerais. 80% dessas exportações de têxteis têm como destino a China.
fonte: dn.pt

14 mil enfermeiros saíram de Portugal desde 2010.

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Especialidade vale mais 12 mil euros por ano em Inglaterra
Um enfermeiro especialista em Portugal ganha 1200 euros brutos por mês, tanto como um enfermeiro de cuidados gerais, mas a partir do momento em que emigra para Inglaterra - um dos principais destinos - passa a ganhar mais 12 mil euros anuais. Com o reconhecimento da especialidade, passa também a prestar cuidados que lhe estão vedados no nosso país, como a prescrição de exames e alguns medicamentos, no caso da saúde materna, e tem a possibilidade de progressão na carreira. Desde 2010, foram mais de 14 mil os enfermeiros que optaram por sair de Portugal, um tema que volta a ganhar relevância quando decorre uma greve de cinco dias contra a recusa do Ministério da Saúde em aceitar a integração da categoria de especialidade na carreira.
Em Portugal, os enfermeiros têm rendimento anual bruto de aproximadamente 16.800 euros, menos cerca de 12.000 do que um enfermeiro especialista em Inglaterra, que recebe pelo menos 28.965 por ano, um valor que aumenta consoante os anos de experiência.
O boom de emigração de enfermeiros ocorreu entre 2011 (1175 profissionais) e 2015 (2717), mas a saída do país continua a ser uma opção para milhares de profissionais. Em 2016, mais de 1600 enfermeiros pediram os papéis para emigrar, de acordo com os cedidos ao DN pela Ordem dos Enfermeiros, a quem aqueles profissionais de saúde têm de pedir o certificado de equivalência para poderem exercer noutro país. Além de Inglaterra, países como Espanha, França ou Itália, onde a carreira dos enfermeiros é semelhante à nossa, aparecem também entre as preferências.
"Em Inglaterra a enfermagem não é um curso superior, mas sim profissional. Na Alemanha é a mesma coisa. Portugal, Espanha, França e Itália sim, são países onde a carreira de enfermeiro implica uma licenciatura. Existe ainda uma aposta na investigação e formação, paga pelos hospitais e com redução de horário para a frequência, o que não acontece cá", explicou a recém-licenciada, Ana Ribeiro. A jovem, de 22 anos, terminou o curso este mês e chegou a ponderar fazer as malas. Contudo, decidiu investir ainda numa pós-graduação para depois se aventurar no estrangeiro. "Fiz Erasmus em Barcelona, já a pensar na emigração futura, não por querer, mas porque acredito que o caminho seja por aí".
Ana Ribeiro sublinhou ainda que o seu primeiro contacto com uma eventual emigração surgiu "logo no primeiro ano do curso, incentivada pelos professores. "Os professores e a própria faculdade mostram-nos os benefícios em sair do país e dizem-nos que iremos ganhar mais e ter um futuro melhor", referiu.
Ana Cláudia Silva, natural de Cinfães, está a trabalhar na Irlanda há pouco mais de sete meses. Portugal ficou para trás apenas meio ano depois de terminar a licenciatura. Uma decisão "ponderada, mas dura", que lhe permitiu "um emprego estável e um nível de vida impossível em Portugal". Apesar de estar "feliz com a carreira e o país", pensa regressar um dia, tal como Patrícia de Almeida Santos, a sua colega de casa. "Estou segura onde estou agora, com um emprego que adoro, conta bancária a aumentar, e com desafios e experiências novas todos os dias. Mas sinto que Portugal vai ser sempre a minha casa". A jovem de 23 anos, natural do Porto, disse acreditar que o eventual regresso "será difícil", pois encontrou na Irlanda tudo o que procurou em Portugal e não encontrou: um emprego sem precariedade e um salário condizente com a função que exerce.
Apesar de 2016 ter sido um ano de desaceleração de emigração de enfermeiros, os recentes protestos daqueles profissionais e o braço de ferro entre a tutela e os sindicatos poderão ser mais um incentivo para os jovens recém-licenciados. Recorde-se que aqueles profissionais exigem, há oito anos, ver reconhecido o título de especialista, com o devido ajuste financeiro.
"Inglaterra é um mercado muito grande, sobretudo para recém licenciados, mas temos países como a Arábia Saudita e o Dubai que procuram muito enfermeiros especialistas, mais até do que os países da Europa, porque estão a abrir muitos hospitais novos", adiantou ao DN a bastonária da Ordem dos Enfermeiros. Ana Rita Cavaco questiona "como é que Portugal gasta tantos milhões a formar enfermeiros, porque a maioria vem do ensino público, e não os contrata". Enfermagem será um dos cursos mais caros do ensino superior público, mas desde que tomou posse que a bastonária aguarda uma audiência com o ministro do Ensino Superior para saber quanto custa formar um enfermeiro.
Além da remuneração e progressão na carreira, lá fora, os enfermeiros de saúde materna e obstetrícia têm competências diferenciadas, que, segundo a bastonária, não são reconhecidas em Portugal. Bruno Reis, porta-voz do movimento de enfermeiros especialistas, explicou que, no nosso País, "o parteiro não faz prescrição de medicamentos e exames, nem vigilância de baixo risco". Competências que lhes são "vedadas" em Portugal, mas que podem colocar em prática em Inglaterra, por exemplo.
fonte: dn.pt

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