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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O presidente congolês Félix Tshisekedi endureceu sua posição contra Jo...
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Trump contra o Papa: Que Resta aos Católicos Fazer? Mundo.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Grande ironia do destino aos católicos de direita agora, é que permanecer ao lado do Papa diante desses ataques sujos de Trump significa, enfim, abraçar valores progressistas.
Em sua jornada de dez dias por quatro países africanos, o Papa Leão XIV discursou ontem (16) na Catedral de São José da cidade de Bamenda, em Camarões, declarando que “o mundo está sendo devastado por um punhado de tiranos, mas se mantém unido por uma multidão de irmãos e irmãs que se apoiam mutuamente”. Isto, em clara alusão ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A catedral localiza-se em um terreno doado pelo povo Mankon, centro de um conflito separatista que já matou mais de 6 mil camaroneses e deslocou mais de 600 mil desde 2017.
O discurso do Papa em Camarões torna-se ainda mais significativo, levando-se em consideração que para aprovar a recente resolução das Nações Unidas (ONU) que reconhece a escravidão de africanos durante o tráfico transatlântico como “o crime mais grave contra a humanidade”, votaram contra exatamente os maiores ¨libertários¨ da extrema-direita atual: Trump, Javier Milei e Benjamin Netanyahu.
Inversão de Papéis
Desde que Francisco II assumiu o Papado em março de 2013 declarando-se abertamente de esquerda, a vasta maioria dos católicos de direita ignorou a cosmovisão de seu maior líder. Tanto por parte de lideranças locais, começando pelos padres, em seus sermões com conteúdo político, muitas vezes sutil, a favor da direita, demonizando ideias progressistas e “certas ideologias”, quanto pelas massas católicas, pressionando, humilhando e, em muitos casos, massacrando psicologicamente setores progressistas, até mesmo dentro da Igreja.
Tem sido assustador, ao longo destes anos, escutar padres nas missas abordando tanto “certas ideologias” enquanto deveriam, mais que tudo, inculcar aos fiéis o respeito às diferenças. A intolerância e o ódio são os piores males do mundo. Para nem se entrar no mérito das ideologias e visões de mundo, abordando a realidade inconteste do sistema capitalista neoliberal, que permite privilégios, domínio de uns sobre outros, e daí toda a sorte de injustiça social, e conflitos e guerras.
Os apelos sacerdotais, em plena missa, deveriam ter início neste ponto ao invés de ¨jogar mais lenha na fogueira¨ do ódio às diferenças. Para nem se mencionar que as próprias autoridades duas máximas desta mesma igreja, Francisco II e Leão XIV, foi e é progressista.
Guerra ´Libertária´ contra o Papa
Pois agora o Papa Leão XIV, sucessor de Francisco II, é pública e forte vítima, exatamente, da intolerância, do ódio, e da tentativa de domínio de um grupo de poder sobre seu Papado. Por opor-se veementemente às deportações cruéis de imigrantes indocumentados impostas pelo regime de Donald Trump, na vasta maioria dos casos sem nenhum antecedente penal, e às guerras de agressão do presidente dos Estados Unidos em aliança com seu amo de sempre, o nazissionismo.
Entre ataques e ameaças diretas do regime de Trump ao Papa Leão nos últimos dias, mais recentemente o secretário de Guerra dos Estados Unidos simplesmente usou a Bíblia para tentar justificar os ataques militares dos Estados Unidos que violam todas as leis internacionais, inclusive as próprias leis de guerra justa. Ao que o Papa responder que pare de manipular a Bíblia para fins políticos, econômicos e militares.
Semanas atrás, em plena Páscoa o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, afirmou que a campanha militar dos EUA em aliança com Israel contra o Irã, não atende aos critérios morais da Igreja. Antes, o Papa havia dito que o programa de deportação de Trump representa “um profundo fracasso moral”.
Em meio a esta ¨guerra libertária” da direita americana contra o Vaticano, vem à tona que o mesmo regime de Trump, em seu primeiro mandato através de Steve Bannon, conspirou com o megapedófilo preferido do Mossad e das elites estadunidenses, a derrubada do Papa Francisco.
Para impor-se com ideias elitistas sobre diferenças ideológicas, dentro e fora da instituição religiosa, o universo católico construiu mentiras em muitos casos covardes contra os visionários de esquerda, inclusive católicos. Sem nenhuma mudança nesta postura nos últimos 13 anos, desde que Francisco assumiu a liderança do Vaticano.
Pessoalmente, nas igrejas ou fora delas os católicos de direita permanecem calados diante disso tudo, o que não é verdade quanto se trata de atacar diferenças de ideias e políticas sociais.
Mesmo nas redes soiais onde as pessoas costumam ser mais ¨expressivas¨, observa-se católicos de direita louvando Viktor Orbán, primeiro-ministro húngaro de extrema-direita, por manifestação contrária ao governo israelense que impediu que determinado sacerdote visitasse o Santo Sepulcro na Basílica de Jerusalém. E um casso do Tenessee nos EUA, onde os moradores substituíram o mês de junho como do ¨orgulho LGBT¨ pelo da família tradicional, impedindo os primeiros de manifestar-se nas ruas.
Postam alegremente circunstancias deste aspecto, enquanto milhares de criancas iranianas estao morrendo, vítimas de um dos mais graves bombardeios das últimas décadas – por um presidente de extrema-direita. Enquanto o Vatinano tem sido objeto de ataques e ameacas por parte deste mesmo regime. A bem-conhecida, descaradamente contraditória indignação seletiva da direita, da qual não costumam excluir-se os religiosos mais fervorosos.
Católicos de Todo o Mundo: Uni-Vos?
Grande parte da Igreja segue absolutamente calada diante das agressões verbais e ameaças que Leão XIV vem sofrendo. Inerte diante de uma situação em que não há como manter-se neutro. Pela representatividade de Leão XIV para a Igreja, e pela própria insistência em que a Igreja tem se manifestado sobre “certas ideologias” ao longo do tempo. É no mínimo um rotundo contrasssenso ao católico, permanecer omisso agora.
Quem cala consente, e o remorso da consciência é indecente. Assim, quem permanece conscientemente no erro terá, se o destino for-lhe muito generoso, o purgatório moral como sombra eterna, ou até que se regenere.
A grande ironia do destino aos seguidores da Igreja Católica agora, é que permanecer ao lado do Papa nesta guerra suja dos capitalistas neoliberais dos Estados Unidos, significa, enfim, abraçar valores progressistas. Ou pelo menos, estar ao lado de um progressista opondo-se aos ataques da direita, reconhecendo-os como desonestos e covardes.
Ou na contramão disso tudo e da fé que se diz professar, aceitar, ainda que implicitamente, que a tentativa de Trump de se impor como Jesus Cristo no imaginário cristão, a qual antecede sua postagem dias atrás em Truth Social travestido de Cordeiro Santo Salvador da Humanidade, seja exitosa.
Edu Montesanti
fonte: pravda.ru
Regime Americano Espiona Santa Sé do Papa Leão.
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O Vaticano tem sido alvo da inteligência dos Estados Unidos, segundo jornalista investigativo americano. Revelação também atualiza o trabalho de Snowden e Assange, hoje fora de contexto pela mídia global.
Ken Klippenstein, jornalista americano com histórico de vazamentos de informações do FBI, publicou reportagem no último dia 23 confirmando que as agências de inteligência dos EUA espionam o Vaticano há anos. e que o ataque do presidente Donald Trump ao Papa Leão XIV em 12 de abril em sua conta na Truth Social, qualificando o pontífice de ¨terrível em política externa, FRACO no combate ao crime, e péssimo para a política externa” em menção às críticas do Papa à guerra de agressão ao Irã¨, transformou essa vigilância em prioridade operacional do regime americano.
¨A guerra de Trump contra o Papa inclui capa e punhal¨, escreveu Kippenstein, referindo-se à crueldade dos ataques de Washington, na abertura da publicação investigativa que expõe mais uma vergonha criminosa do regime de extrema-direita estadunidense. ¨Isso acontece há anos, segundo fontes¨, acrescentou o jornalista.
“Não quero um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos”, Trump em Truth Social
Revelando ainda que ¨a CIA tem espiões infiltrados na burocracia da Santa Sé. NSA (Agência de Segurança Nacional, na sigla em ingês, parte da comunidade de inteligência americana) e CIA buscam interceptar telecomunicações, e-mails e mensagens de texto. O FBI investiga crimes cometidos contra e pelo Vaticano. O Departamento de Estado acompanha de perto os meandros da diplomacia e da política papal. Todas essas agências mantêm contato com os próprios órgãos de política externa, inteligência e segurança pública do Vaticano¨.
De acordo com a investigação, o Departamento de Estado distribui internamente um resumo diário de notícias do Vaticano. E quando Trump declarou Leão “péssimo em política externa”, observou Klippenstein, “a comunidade de inteligência dos EUA interpretou as declarações do presidente como uma diretriz para priorizar a espionagem do Vaticano”.
Klippenstein aborda esta vigilância dentro de uma ampla parceria, descrevendo “uma relação de longa data — e discretamente extensa — entre o aparato de segurança nacional dos EUA e o Vaticano”, Algo que, segundo o investigador, “envolve uma genuína cooperação diplomática, policial e até mesmo em segurança cibernética, servindo tanto como cooperação genuína quanto cobertura para coleta de informações”.
Documentos do FBI obtidos por ele mostram que o primeiro governo Trump buscou coordenação com autoridades italianas e do Vaticano em questões de segurança cibernética, crimes de colarinho branco, tráfico de pessoas e roubo de obras arte, com o FBI ajudando a Santa Sé a frustrar invasões cibernéticas além de fornecer informações sobre ameaças ao Papa durante viagens ao exterior.
Como Klippenstein observa na reportagem, o Papa Leão já previa este tipo de ação pela Casa Branca. Em dezembro do ano passado, em discurso para liderança das agências de inteligência italianas que quase nenhum veículo de imprensa americano cobriu, o novo pontífice denunciou o abuso de maneira direta.
“Em vários países”, disse o Papa, “a Igreja é vítima de serviços de inteligência que agem com objetivos nefastos, reprimindo sua liberdade”. Ele pediu “rigorosa vigilância” para garantir que “informações confidenciais não sejam usadas para intimidar, manipular, chantagear ou desacreditar políticos, jornalistas ou outros atores da sociedade civil”.
Em janeiro deste ano, o subsecretário da Defesa americana Elbridge Colby simplesmente intimou o cardeal francês Christophe Pierre, diplomata do Vaticano nos EUA, para comparecer ao Pentágono. Sobre esta reunião a portas fechadas, descrita por pessoas de dentro do Departameno de Guerra americano como ¨tensa¨, o cronista do Papa Leão XIV, Christopher Hale, afirmou que o Pentágono ameaçou declarar guerra ao Vaticano. Tratando o primeiro papa nascido nos Estados Unidos como inimigo de Estado, por suas opiniões.
¨Os Estados Unidos têm poder militar para fazer o que quiser no mundo, e a Igreja Católica faria bem em ficar do seu lado¨, foi dito ao diplomata do Papa no Departamento de Guerra americano.
Naquela reunião, segundo fontes, a equipe de Colby analisou minuciosamente o discurso de Leão XIV em janeiro sobre o estado do mundo, linha por linha, interpretando-o como mensagem hostil dirigida diretamente ao presidente Donald Trump. Hale disse que o que “mais os enfureceu” o regime de Trump, foi a declaração do Papa de que “uma diplomacia que promove o diálogo e busca o consenso entre todas as partes, está sendo substituída por uma diplomacia baseada na força”.
“O Pentágono interpretou essa frase como um desafio frontal à chamada ‘Doutrina Donroe’ — a atualização de Trump da Doutrina Monroe, que afirma o domínio americano incontestável sobre o Hemisfério Ocidental”, disse Hale.
Um oficial americano presente na reunião da Força Militar com o representante da Santa Sé, mencionou – obviamente em tom de ameaça – o papado de Avinhão, período do século XIV em que a monarquia francesa subjugou a Igreja Católica ordenando um ataque ao Papa Bonifácio VIII, levando à sua queda e subsequente morte, obrigando o papado a mudar-se de Roma para Avinhão, região da França.
Normalmente, em qualquer lugar do mundo quando um Estado se vê em diferenças com outro, o diplomata é convocado para pronuncia-ser no ministério de Relações Exteriores do país onde atua como representante diplomático.
O fato de que o diplomata do Vaticano, Estado religioso sem exército, tenha sido intimado pela sede de força militar dos EUA, e que o chefe de Estado americano qualifique o pontífice de Roma como ameaça aos interesses de seu país, não tem precedentes na história dos Estados Unidos.
Tudo se torna mais grave considerando que esta pressão do regime de Washington sobre o Vaticano, deve-se a manifestações do Papa – e declarações em favor da paz mundial, contra ações militares unilaterais e agressivas por parte de um Estado.
No caso particular da guerra dos EUA contra o Irã, viola não apenas as leis internacionais como também a própria Constituição americana. E o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro com a esposa Cilia Flores, ambos retirados à força sob armas e bombas pelas forcas militares americanas de dentro de sua residência em Caracas enquanto dormiam, também configurou ferimento frontal às leis, americanas e internacionais.
Para um papa que classificou a guerra ao Irã de injusta e exigiu que o bem do povo venezuelano “prevaleça sobre qualquer outra consideração”, na visão da Casa Branca é um problema a ser administrado pela inteligência americana, e seu Departamento de Guerra.
Com esta pressão para que uma instituição religiosa alinhe-se aos objetivos de seu governo, Trump fere as relações entre Estado e Igreja: a coerção agora indica substituir a diplomacia. Assustado com esta situação, o Papa já adiantou sua recusa para participar das comemorações pelo 250º aniversário do Estado americano independente, no próximo dia 4 de julho.
A atual guerra de Trump no Oriente Médio é ilegal, tanto quanto foi o sequestro de Maduro, por dois motivos. Começando pelo unilateralismo: constitucionalmente, o presidente americano deve submeter ao Congresso qualquer ação militar. E corresponde apenas ao Congresso declarar guerra. O que também deve, posteriormente, ser aprovado pelo Conselho de Seguranca da ONU.
Outro ponto crítico é que as ações militares deste ano dos EUA, tanto no Ira quanto na Venezuela não foram defensivas, isto é, o país não foi atacado por nenhum Estado. Isto é também requisito legal, dentro e fora dos EUA, para que se declare guerra.
Pois somando-se à intimação do Departamento de Guerra ao Embaixador do Vaticano nos EUA e à espionagem americana na Santa Sé a guerra no Oriente Médio iniciada em 28 de fevereiro, mais o sequestro presidencial venezuelano no último dia 3 de janeiro, em poucos meses tem havido um retrocesso sem precedentes também nas relações internacionais em quase 400 anos, desde a Paz de Westfália que, assinada em 1648 encerrando a Guerra dos Trinta Anos entre Estados europeus, é considerada marco na diplomacia global.
O que já havia sido acentuadamente executado pelo então presidente americano George W. Bush (2001-2009), através das ocupações de Afeganistão e, principalmente, Iraque. Inegavelmente superado agora por Donald Trump. Um regime que indica não encontrar limites ao violar leis e tomar ações militares ilegais de maneira tão aberta, que nem sequer Adolf Hitler ousou fazer.
Já a espionagem ao Vaticano em si tendo como alvo principal o Papa, atualiza as revelações de Edward Snowden, ex-agente da CIA e da NSA, e do jornalista australiano Julian Assange, fundador de WikiLeaks. Esquecidas pela mídia global, tais denúncias não podem estar de fora do contexto do noticiário e das análises internacionais. Fato uma vez mais comprovado agora.
fonte: pravda.ru
NA ÁFRICA: Medidas ousadas são necessárias.
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Um navio à deriva! É o mínimo que se pode dizer sobre o MV Hondius, nome desta embarcação encalhada no Atlântico. Deveria atracar em Cabo Verde, mas foi impedida. Porquê? Porque há três pessoas a bordo suspeitas de portarem o hantavírus. Talvez, enquanto lê estas linhas, estes três casos suspeitos já tenham sido evacuados, permitindo que o navio continue a sua viagem rumo às Ilhas Canárias, onde deverá chegar dentro de alguns dias. Mas o que é exatamente o hantavírus, nome dado a esta doença que espalha o terror? Trata-se, na verdade, de uma doença que surgiu pela primeira vez na década de 1970 perto do rio Hantan, na fronteira entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul.
A transmissão do hantavírus de pessoa para pessoa é rara, mas a situação pode ter mudado devido às várias mutações do vírus.
O vírus foi isolado de um pequeno roedor (o rato-do-campo) depois de causar febre hemorrágica grave em mais de 3.000 soldados durante a Guerra da Coreia. A transmissão para humanos ocorre principalmente pela urina, fezes ou saliva de roedores infectados, e não de pessoa para pessoa. Se o hantavírus não é tão contagioso quanto o Ebola e a COVID-19, por que causa tanto medo? Essa é a pergunta que muitos fazem, dada a crescente preocupação global. De fato, a Organização Mundial da Saúde (OMS), após a morte de três pessoas a bordo do navio, está sendo muito cautelosa e não descarta a transmissão de pessoa para pessoa neste momento. Ao fazer isso, a OMS está cumprindo seu papel. Ela prefere tomar a iniciativa de se preparar para qualquer eventualidade, especialmente porque se trata de uma questão de vida ou morte. Embora seja verdade que a transmissão do hantavírus de pessoa para pessoa seja rara, a situação pode ter mudado devido às diversas mutações do vírus. Já vimos isso acontecer com outras doenças virais que quase fizeram pesquisadores e cientistas duvidarem de suas hipóteses. De qualquer forma, como diz o ditado, em tempos desesperados, medidas desesperadas são necessárias. Tendo sofrido com o Ebola e a COVID-19, o mundo todo sabe o que esperar. Não se deve negligenciar nenhuma doença, especialmente porque o hantavírus já mostrou sua face mortal, ceifando diversas vidas. Portanto, é compreensível que o continente africano também esteja começando a agir. De fato, assim que os primeiros casos confirmados surgiram em Cabo Verde, muitos países tomaram a iniciativa, ativando seus planos de resposta epidemiológica. É o caso, por exemplo, da África do Sul e da Costa do Marfim, para citar apenas dois exemplos, que soaram o alarme tomando as medidas necessárias para combater uma possível chegada do hantavírus em seus territórios. Isso é totalmente louvável. Dada a urgência da situação, medidas ousadas são essenciais se não quisermos ter que agir como médicos depois que o problema já aconteceu.
Considerando o perigo iminente, os líderes devem se munir dos recursos necessários para salvar o que é mais importante.
Em todo caso, é por meio do esforço conjunto de todos que a humanidade, se não for capaz de erradicar completamente o hantavírus, poderá reduzi-lo ao mínimo. Isso é do interesse de todos. Entre outras medidas a serem tomadas, além de vedar as casas e armazenar os alimentos em recipientes herméticos para protegê-los de roedores, é necessário garantir a limpeza dos excrementos e a erradicação dos roedores de espaços fechados. O cumprimento rigoroso dessas medidas depende em grande parte dos líderes que, diante do perigo iminente, devem tomar as providências necessárias para salvar o essencial.
lepays.bf
DISSOLUÇÃO DO CEI NA COSTA DO MARFIM: Esperemos que o elefante prometido não chegue com a pata quebrada!
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Criada em 2001, a Comissão Eleitoral Independente (CEI) da Costa do Marfim foi dissolvida em 6 de maio de 2026 pelo Conselho de Ministros, após um quarto de século de funcionamento. Durante vinte e cinco anos, a instituição responsável pela regulamentação das eleições às margens da Lagoa Ebrié esteve regularmente no centro de controvérsias. De fato, alvo de muitas críticas, foi acusada, com ou sem razão, de parcialidade em favor das figuras poderosas da época. E, dadas as crises recorrentes que testemunhou, é preciso reconhecer que a instituição eleitoral também se mostrou vulnerável em alguns momentos, pecando por uma certa falta de independência que, em grande parte, fundamentou as reservas de seus detratores quanto à sua capacidade de garantir eleições justas, transparentes e inclusivas.
A criação da nova estrutura deve visar o melhor interesse da Costa do Marfim.
Isso demonstra que, na prática, a Comissão Eleitoral Independente (CEI) ficou muito aquém de sua missão, que visava primordialmente construir confiança entre os atores políticos e os cidadãos no processo eleitoral. Como poderia ser diferente, considerando todos os conflitos internos e críticas que enfrentou? E como dava a impressão de ser uma ferramenta a serviço dos diversos regimes que detiveram o poder na Costa do Marfim, a ponto de sua neutralidade se tornar questionável. Ainda assim, sua dissolução é unanimemente saudada pela classe política, pois era essencial para que a Costa do Marfim recomeçasse. Essa dissolução marca o início de um novo capítulo na história do país. Em um país onde as eleições sempre foram permeadas pelo medo devido à violência que frequentemente desencadeiam, o estabelecimento de um novo mecanismo de regulação eleitoral é, ainda mais, uma responsabilidade coletiva da classe política marfinense, visto que esse processo tem implicações para a transparência e, sobretudo, para a credibilidade das eleições futuras. Por isso, aguardamos para ver como o novo mecanismo de gestão eleitoral será implementado, e especialmente qual será seu formato e suas atribuições. Isso é ainda mais importante porque, embora a reforma do sistema eleitoral vise virar a página das disputas passadas, os riscos não são menos significativos em um contexto em que muitas partes interessadas questionam a estrutura do novo órgão que substituirá a Comissão Eleitoral Independente (CEI). Esperemos que a tão aguardada reforma não chegue com problemas! Porque a mudança não deve ser por si só, mas sim um passo em direção à excelência. E a implementação da nova estrutura deve ser do melhor interesse da Costa do Marfim, garantindo a governança justa do processo eleitoral. Não deve ser baseada em cálculos políticos que visem servir a interesses partidários. Em suma, existem perigos inerentes a esse desejo de mudança. Mas a nova estrutura não pode ser pior que a anterior.
Tudo indica que o momento desta decisão está longe de ser acidental.
Portanto, devemos ter cuidado para não trocar a peste pela cólera! Porque, no contexto da Costa do Marfim, onde as rivalidades políticas permanecem profundamente enraizadas e os atores políticos têm uma forte tendência a buscar vantagens pessoais, a implementação deste novo mecanismo, que visa a se sobrepor às disputas e manter a imparcialidade entre as facções políticas, não será fácil. O objetivo é evitar a repetição dos mesmos erros e, consequentemente, as mesmas críticas. Essas críticas têm sido, muitas vezes, a raiz das tensões eleitorais que testemunhamos, com a violência destrutiva que as acompanha, em uma Costa do Marfim onde os atores políticos tendem a guardar rancor e onde a confiança não é exatamente generalizada. Nessas circunstâncias, tudo indica que, longe de ser um mal menor, um possível retorno ao antigo sistema, em que as eleições eram organizadas diretamente pelo Ministério do Interior, poderia ser percebido como um retrocesso. De qualquer forma, estamos torcendo para que a Costa do Marfim supere com sucesso esse novo desafio. Porque tudo indica que o momento desta decisão está longe de ser uma coincidência.
fonte: lepays.bf
ANGOLA: VALA COMUM COM 500 RESTOS MORTAIS.
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Mais de 500 perfis humanos foram localizados numa vala comum no Cemitério do 14, em Luanda, no âmbito das investigações sobre os massacres ordenados por Agostinho Neto em 27 de Maio de 1977, anunciou hoje o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes.
Marcy Lopes, ministro da Justiça e dos Direitos Humanos e coordenador da Comissão para a Implementação do Plano de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), disse à Televisão Pública de Angola (TPA) que a localização da vala comum resultou de cinco anos de buscas e pesquisas com recurso a diversos equipamentos tecnológicos.
“Os restos mortais serão encaminhados para exames laboratoriais, com vista à confirmação das identidades e ao apoio às famílias no processo de reconhecimento dos seus entes queridos”, disse o governante, citado pela TPA.
De acordo com informações da comissão, será divulgada uma lista na Unidade Central de Criminalística, em Luanda, bem como nas restantes províncias do país, para permitir aos familiares efectuar a recolha de amostras de ADN para testes de compatibilidade.
A CIVICOP, criada em 2019, dedica-se a localizar ossadas, identificar vítimas e promover memoriais sobre conflitos políticos ocorridos entre 11 de Novembro de 1975 e 4 de Abril de 2002.
Desde 2021 já foram exumados restos mortais de 316 vítimas em oito províncias, tendo sido emitidas 3.248 certidões de óbito, com cerca de 500 famílias com reclamações activas.
O HOLOCAUSTO “MADE IN” MPLA
Se Angola fosse, de facto, um país à procura de uma verdadeira reconciliação e um Estado de Direito, em Luanda teríamos um museu do holocausto de 27 de Maio de 1977. Mas não. O que temos é a veneração acéfala, mas oficial, ao genocida responsável pelos massacres (Agostinho Neto), considerado pelo MPLA como herói nacional. É mais ou menos como os alemães considerarem Hitler como um herói nacional.
O Papa Francisco assinalou em 27 de Janeiro de 2021, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, alertando para o risco de voltar a acontecer. Fazendo nossas as palavras do Papa, o Folha 8 relembra os massacres de 27 de Maio de 1977, alertando igualmente para o risco de voltarem a acontecer.
“Tenham atenção, vejam como começou esta estrada de morte, de extermínio, de brutalidade”, disse Francisco, no final da audiência geral, na biblioteca do Palácio Apostólico, realizada com transmissão online e sem fiéis devido à pandemia.
O argentino chefe da Igreja Católica acrescentou que lembrar é uma expressão de humanidade e um sinal de civilização. Nós chamamos-lhe “Jornalismo com memória”.
“Lembrar é condição para um futuro melhor de paz e fraternidade. Lembrar é necessário porque essas coisas podem acontecer novamente”, afirmou o Papa, alertando para a necessidade de se ter cuidado face as propostas ideológicas que ameaçam a humanidade.
“Fico um pouco incomodado quando ouço cristãos recitando versículos da Bíblia como papagaios. Mas você já encontrou o Senhor com esse versículo? Não é apenas uma questão de memória, mas de coração”, acrescentou.
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado anualmente no dia 27 de Janeiro, no aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazi de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 27 de Janeiro de 1945. Este dia foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto através da Resolução 60/7 adoptada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 1 de Novembro de 2005.
Esta data tem dois objectivos: em primeiro lugar, presta-se homenagem à memória das vítimas do Holocausto e, em segundo lugar, relembra-se a necessidade de combater o anti-semitismo, o racismo e quaisquer outras formas de intolerância que possam levar à violência.
Massacres de 27 de Maio de 1977
Estávamos a 17 de Setembro de 2016. O então ministro da Defesa de Angola e vice-presidente do MPLA, general João Lourenço, denunciou tentativas de “denegrir” a imagem de Agostinho Neto, primeiro Presidente angolano.
João Lourenço discursava em Mbanza Congo, província do Zaire, ao presidir ao acto solene das comemorações do dia do Herói Nacional, feriado alusivo precisamente ao nascimento do primeiro Presidente angolano.
“A grandeza e a dimensão da figura de Agostinho Neto é de tal ordem gigante que, ao longo dos anos, todas as tentativas de denegrir a sua pessoa, a sua personalidade e obra realizada como líder político, poeta, estadista e humanista, falharam pura e simplesmente porque os factos estão aí para confirmar quão grande ele foi”, afirmou.
João Lourenço nunca se referiu ao caso na sua intervenção, mas o bureau político do MPLA criticou em Julho de 2016, duramente, o lançamento em Portugal de um livro sobre o MPLA e o primeiro Presidente angolano, Agostinho Neto, queixando-se então de uma nova “campanha de desinformação”.
Em causa estava (continua a estar e deverá estar sempre) o livro “Agostinho Neto – O Perfil de um Ditador – A História do MPLA em Carne Viva”, do historiador angolano Carlos Pacheco, lançado em Lisboa a 5 de Julho de 2016, visado no comunicado daquele órgão do Comité Central do partido no poder em Angola desde 1975.
Carlos Pacheco disse na altura que a obra resulta de uma década de investigação histórica e que “desmistifica” a “glória” atribuída ao homem que conduziu os destinos do movimento que lutou pela libertação do jugo colonial português em Angola (1961/74). Contudo o livro tem sido fortemente criticado em Luanda, por parte de dirigentes e elementos afectos ao MPLA e da fundação com o seu nome.
“A República de Angola está a ser vítima, mais uma vez, de uma campanha de desinformação, na qual são visadas, de forma repugnante, figuras muito importantes da Luta de Libertação Nacional, particularmente o saudoso camarada Presidente Agostinho Neto”, lê-se no comunicado do bureau político.
Na intervenção em Mbanza Congo, João Lourenço, que falava em representação do seu chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, sublinhou que Agostinho Neto “será sempre recordado como lutador pela liberdade dos povos” e um “humanista profundo”.
“Como atestam as populações mais carenciadas de Cabo Verde, a quem Agostinho Neto tratou gratuitamente, mesmo estando ele nas condições de preso politico. É assim como será sempre lembrado, por muitas que sejam as tentativas de denegrir”, afirmou o então ministro da Defesa e hoje Presidente da República.
“Em contrapartida”, disse ainda João Lourenço, os “seus detractores não terão nunca uma única linha escrita na História, porque mergulhados nos seus recalcamentos e frustrações, não deixarão obra feita digna de respeito e admiração”.
“Não terão por isso honras de seus povos e muito menos de outros povos e nações. A História encarregar-se-á de simplesmente ignorá-los, concentremos por isso nossas energias na edificação do nosso belo país”, disse João Lourenço.
Sabendo o que dizia mas não dizendo o que sabe, João Lourenço alinhava (e alinha) na lavagem da imagem de Agostinho Neto numa altura em que, como sabe o regime, os angolanos começam cada vez mais a pensar com a cabeça e não tanto com a barriga… vazia.
Terá João Lourenço alguma coisa a dizer aos angolanos sobre os acontecimentos ocorridos no dia 27 de Maio de 1977 e nos anos que se seguiram, quando dezenas de milhar de angolanos foram assassinados por ordem de Agostinho Neto?
Agostinho Neto, então Presidente da República, deu o tiro de partida na corrida do terror, ao dispensar o poder judicial, em claro desrespeito pela Constituição que jurara e garantia aos arguidos o direito à defesa. Fê-lo ao declarar, perante as câmaras da televisão, que não iriam perder tempo com julgamentos. Tal procedimento nem era uma novidade, pois, na história do MPLA tornara-se usual mandar matar os que se apontavam como “fraccionistas”.
O que terá a dizer sobre isto o agora Presidente da República, general João Lourenço?
Agostinho Neto deixou a Angola (mesmo que João Lourenço utilize toda a lixívia do mundo) o legado da máxima centralização de um poder incapaz de dialogar e de construir consensos, assim como de uma corrupção endémica. E os portugueses que nasceram e viveram em Angola, ainda hoje recordam o papel que teve na sua expulsão do país. Antes da independência declarava que os brancos que viviam em Angola há três gerações eram os “inimigos mais perigosos”.
Em 1974, duvidava que os portugueses pudessem continuar em Angola. Em vésperas da independência convidava-os a sair do país. E já depois da independência, por altura da morte a tiro do embaixador de um país de Leste, cuja viatura não parara quando se procedia ao hastear da bandeira de Angola, dirigiu-se, pela televisão, aos camaradas, para lhes dizer que era preciso cuidado, pois nem todos os brancos eram portugueses.
Desde 1977 que Angola, o Povo, aguarda pela justiça, mas com as mentes caducas no leme do país, essa magnanimidade de retratação mútua, para o sarar de feridas, não será possível, augurar uma Comissão da Verdade e Reconciliação, muito também, por não haver um líder em Angola.
fonte: folha8
COOPERAÇÃO FRAUDULENTA ENTRE FRANÇA E ANGOLA.
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O site da Presidência angolana acaba de publicar informações afirmando que o presidente cessante, João Lourenço, conversou por telefone com o também presidente cessante Emmanuel Macron. A pergunta que se impõe é: quem se beneficia desta cooperação?
Por Osvaldo Franque Buela (*)
Orecente diálogo entre João Lourenço e Emmanuel Macron segue a velha tradição diplomática que brilha nos salões do Eliseu, ou por via telefone, mas que se apaga antes de chegar aos musseques de Luanda ou às terras de Cabinda, onde o petróleo flui dia e noite sem qualquer impacto no desenvolvimento local.
Não está na hora de nós, angolanos e cabindenses, pararmos um pouco e, finalmente, nos perguntarmos por que razão esta cooperação, oficialmente destinada ao “desenvolvimento”, nunca beneficia o cidadão comum?
Será que a realpolitik continuará para sempre acima da Ética?
É sabido que a França procura, antes de tudo, estabilidade na África Central e o acesso privilegiado aos recursos energéticos através da TotalEnergies e em troca deste apoio diplomático, o poder de João Lourenço garante contratos bilionários.
E como já se tornou costume, nesta troca de favores ao mais alto nível, as questões dos direitos humanos, da liberdade de imprensa e da justiça social são sacrificadas e o povo não é considerado como um parceiro no contrato mas é apenas o cenário.
A França sabe perfeitamente que o desvio pelos Mecanismos do Estado é uma marca institucional deste regime, mas continua a avançar com fundos enquanto finge não ver nada.
O regime já estabeleceu há muito tempo um sistema de desvio de toda a ajuda através de um canal bem disfarçado, o que faz com que os fundos provenientes da cooperação ou de investimentos estrangeiros passam por estruturas estatais controladas exclusivamente pela elite do MPLA.
Sob o pretexto de “conteúdo local” ou parcerias público-privadas, os benefícios são capturados por empresas que pertencem a figuras próximas do poder. Uma máquina bem oleada onde ninguém fora deste circuito vê os fundos a serem alocados para estruturar projetos que podem impactar diretamente o povo.
Se realmente a cooperação visasse realmente a emancipação (através do digital ou da educação, como defende por exemplo a Initiatives Panafricaines – IPAN, e outras associações ou organismos de supervisão) ela ameaçaria o controlo do partido. É por isso que projectos que promovem a autonomia real dos cidadãos são sistematicamente bloqueados ou esvaziados.
Será que a França desconhece que a sua ajuda fortalece a repressão?
Se a França realmente ignora isto, nós, o povo angolano e cabindense, através das nossas organizações de cidadania, sabemos que quando ela apoia as capacidades institucionais de Angola, acaba por reforçar indirectamente um aparelho de Estado que se tornou mais repressivo. O material e a formação técnica que coloca ao lado do regime servem, muitas vezes, para modernizar a vigilância e o controlo das populações, nomeadamente em Cabinda e nas zonas de maior contestação social.
A miragem das grandes obras desta cooperação concentra-se em infra-estruturas de prestígio ou sectores extractivos que não geram empregos reais para a juventude angolana. A elite arrecada as comissões dos grandes contratos, enquanto o povo continua a sobreviver sem acesso básico a água, electricidade ou saúde digna.
Conclusão: É Preciso Despertar.
Não nos calaremos e continuaremos a dizer à França que a cooperação França-Angola continuará a ser um fracasso enquanto for um diálogo de elites para as elites. Enquanto Paris fechar os olhos ao desvio de recursos pelo clã no poder em troca de estabilidade petrolífera, o ressentimento do povo angolano e de Cabinda continuará a crescer.
Uma verdadeira parceria não se assina entre dois presidentes, mas entre sociedades civis livres. Enquanto iniciativas de cidadania forem bloqueadas na alfândega, enquanto os dividendos do petróleo fluem livremente para contas offshore, a palavra “cooperação” não passará de um eufemismo para a espoliação.
Assim será, e sempre que tivermos oportunidade, denunciaremos.
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