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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cimeira "BRICS": Países emergentes tentam aproximar posições.

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Trata-se da terceira cimeira do género e assinalará a entrada da África do Sul no grupo.


 
Os líderes de cinco grandes economias emergentes, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul,um grupo conhecido pela sigla BRICS, vão reunir-se amanhã numa ilha tropical chinesa para tentar coordenar as suas posições na cena internacional.

Trata-se da terceira cimeira do género e assinalará a entrada da África do Sul no grupo.

Aquele grupo de países pretende contrabalançar o peso dos países mais desenvolvidos nos assuntos internacionais.

Falando acerca da cimeira de amanhã, o vice-ministro brasileiro da indústria e comércio exterior, Alessandro Teixeira, salientou o peso cada vez maior das denominadas economias emergentes: "trata-se de um encontro importante visto que está previsto que em 2013 as economias dos países em desenvolvimento ultrapassem as dos países desenvolvidos em termo de produto interno bruto".

De acordo com Joseph Cheng, da Universidade de Hong Kong, "os países que compõem o grupo BRICS pretendem chegar a um consenso de modo a poderem estar numa melhor posição negocial em relação aos países desenvolvidos regra geral, os integrantes do grupo acham que os países ocidentais têm vindo a dominar o processo de regulamentação de importantes instituições financeiras e comerciais internacionais e gostariam de inverter a actual situação".

Aquele analista refere contudo que se trata de um grupo bastante heterogéneo e que os seus interesses próprios poderão até certo ponto contrariar a adopção de posições comuns em várias frentes.

Minimizando essa leitura, o vice-ministro dos negócios estrangeiros chinês, Wu Hailong salientou que os cinco países "têm posições iguais ou idênticas sobre grandes questões globais" e "desempenham um papel cada vez mais importante" na cena mundial.

De salientar que, neste momento, os países do grupo BRICS constituem já cerca de um quinto da economia global.

 Fonte: Voanews

Guiné-Bissau: Transportes mais caros geram tensão.

Guiné-Bissau: Transportes mais caros geram tensão. Ouça a rádio!
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Homem forte de Gbagbo morre em circunstâncias misteriosas.

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                                    O presidente marfinense, Alassane Ouattara, em discurso na TV.



REUTERS/TCI via Reuters TV
Patricia Moribe

Désiré Tagro, ex-ministro do Interior e próximo do ex-presidente Laurent Gbagbo, morreu nesta terça-feira em circunstâncias ainda não esclarecidas. Tagro foi preso no dia anterior, junto com Gbagbo, na capital marfinense Abidjan. Ambos foram levados ao Hotel do Golfo, relataram uma fonte aliada do novo presidente, Alassane Ouattara, e um diplomata.

O ex-ministro foi visto ferido ao chegar no hotel, sendo transferido para uma clínica em seguida, onde morreu na manhã seguinte. Pascal Affi N’Guessan, chefe do partido de Gbagbo, a Frente Popular Marfinense, afirmou à agência France Presse que Tagro foi assassinado com tiro, versão desmentida por simpatizantes de Ouattara. Segundo a fonte diplomática, Tagro tentou se suicidar com um tiro na boca durante sua prisão e teria morrido em decorrência dos ferimentos. Há ainda a versão de que ele teria sido espancado até a morte.

Tagro era um homem forte do regime que acaba de cair. Porta-voz presidencial e depois ministro do Interior, ele foi nomeado secretário-geral da presidência após o controvertido pleito de novembro de 2010. Gbagbo não aceitou os resultados, que apontaram Ouattara como vencedor, conflito que levou a um banho de sangue entre as forças dos dois oponentes. Os quatro meses da crise causaram pelo menos 800 mortos, na sua maioria em Abidjan, segundo a ONU.

Violência continua

No dia seguinte à queda de Gbagbo, a violência continuou na capital. Partidários de Ouattara empreenderam uma verdadeira caçada humana contra milícias, militares e simpatizantes do ex-presidente. Testemunhas falam em execuções sumárias.

Em Paris, um conselheiro de Gbagbo acusou a França de ter promovido um golpe de Estado para se apoderar dos recursos da Costa do Marfim, e insistiu em que os "elementos das forças especiais francesas sequestraram" o então presidente. Paris nega ter participado do assalto final contra a residência presidencial em Abidjan.

Fonte: RFI

terça-feira, 12 de abril de 2011

Que vergonha perante o mundo e perante o seu povo - Gbagbo?!

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 A captura do ex-Presidente Gbagbo. Veja o vídeo.

A captura de Gbagbo

O FIM DE SOFRIMENTO DO POVO MARFINENSE!

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A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, comentou a prisão de Gbagbo em Washington
Foto: AP
A captura nesta segunda-feira do ex-homem forte da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, envia um recado a todos os ditadores de que não podem ignorar as vozes de seus povos, afirmou a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.
"Não deveriam ignorar as vozes de seus povos, que pedem eleições livres e justas", disse Hillary, completando que haverá "consequências para aqueles que se agarrarem ao poder". A secretária de Estado elogiou "o governo e o povo da França e outros membros da comunidade internacional, que trabalharam diligentemente para garantir a segurança de longo prazo ao povo marfinense nesta crise".
Hillary pediu a todos os marfinenses que mantivessem a calma e contribuíssem para a "construção de um futuro pacífico para seu país". "O trabalho duro começa agora", disse Hillary, assegurando que os Estados Unidos querem trabalhar com o líder marfinense reconhecido pela comunidade internacional, Alassane Ouattara, para que implemente seu plano de reconciliação, desenvolvimento econômico e recuperação.
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Mark Toner, afirmou por sua vez que "é o fim da era Gbagbo e o presidente Ouattara pode finalmente ocupar o poder, o poder que conseguiu nas urnas, e assim se voltar ao presidente legítimo", de seu país. As forças de Ouattara capturaram Gbagbo nesta segunda-feira em Abidjan, depois de uma crise de cinco meses iniciada quando o ex-líder negou-se a ceder o governo depois de ter perdido as eleições de novembro passado.


"Não me matem", pede Laurent Gbagbo ao ser preso.

Laurent Gbagbo e sua esposa Simone, num quarto do Golf Hotel em Abdijan.
Reuters
Pouco depois de ser detido, em uma intervenção na TCI, a TV estatal do país, o presidente Laurent Gbagbo também fez um apelo pelo fim dos combates. Em pronunciamento na TV, o presidente eleito, Alassane Ouattara, anunciou a abertura de um inquérito contra Gbagbo e a criação de uma comissão para investigar as atrocidades cometidas durante o conflito.
De acordo com partidários de Gbagbo, ele se rendeu depois das forças francesas cercarem o local. O presidente da Costa do Marfim foi detido em sua residência, no bairro de Cocody, em Abdjian, nesta segunda-feira. Segundo testemunhas, ao ser preso, ele pediu para que poupassem sua vida. Em um pronunciamento na TV, Alassane Ouattara, o presidente eleito reconhecido internacionalmente, anunciou algumas horas mais tarde a abertura de um inquérito contra Laurent Gbagbo, sua esposa e colaboradores, afirmando que todas as providências serão tomadas para assegurar sua integridade física. Ele também anunciou a criação de de uma comissão de Justiça e reconciliação para investigar as acusações de atrocidades contra civis cometidas durante o conflito, que matou milhares de pessoas.
A França nega qualquer participação direta na ação, segundo declaração do chefe do das forças armadas francesas, Edouard Guillaud. O ministro da defesa francês, Gérard Longuet, disse que os soldados deram apoio aéreo às forças de Ouattara, com quatro helicópteros Gazelle. Segundo ele, o objetivo da missão da ONU, a ONUCI, no país ao pedir apoio às tropas francesas, era deixar o presidente eleito "presidir".
A secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, também reagiu à prisão do dirigente africano e declarou que a prisão de Gbagbo "envia um sinal forte aos ditadores da região. Eles não devem desprezar a voz do povo, que pedem eleições justas." A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton , disse que o continente está decidido a agir para favorecer o retorno da paz no país. "Vamos apoiar a Costa do Marfim para garantir a prosperidade, a estabilidade e ajudar a construir o país. Já o presidente Barack Obama disse estar satisfeito com a prisão de Gbagbo e pediu às milícias do país que abandonem as armas.

domingo, 10 de abril de 2011

Uma voz que canta Guiné e mexe com os guineenses!

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Eneida Marta - que voz!

Até quando o povo africano merece continuar a sofrer com acções ignóbeis movidas pela ganância de poder de alguns políticos africanos?!

A África e o sofrimento de seu povo!

http://www.videos.es/reproductor/m233dicossemfronteirasrefugiadosdoconflitonacostadomarfim-%28-AFO-yHGcSs

A ganância e ambição ao poder que se manifestam no interior do espírito de políticos africanos são cada vez maiores e não poupam vidas de inocentes, que são mortos, fuzilados e reduzidos à miséria a cada dia que se passa, e cada vez de maneira mais profunda. Até quando a consciência desses políticos africanos se manifestará negativamente, apesar de insistentes apelos de organismos internacionais, para se pôr fim a essa prática?! As fraudes em eleições e a constituição de argumentos falsos para negar a derrota nas urnas, são algumas das  razões para se decretar uma guerra civil, que mata inocentes, e arrasta uma boa parte da população para uma vida de penúria.
Veja o vídeo de refugiados da Costa do Marfim, na Libéria, estado vizinho e sinta-se comovido com o sofrimento do povo marfinense. 
Você como político africano reflicta sobre tudo isso e tente minimizar o sofrimento do seu povo!
Um abraço!
Samuel

sábado, 9 de abril de 2011

Uma Presidente que surpreendeu o mundo africano!

Presidente da Libéria Ellen Johnson-Sirleaf 



Em sua visita ao Brasil revelou que sua calma nutre valores e prestígios que poucos presidentes africanos têm. As transformações sociais, políticas e econômicas que proporcionou a Libéria e ao povo Liberiano durante este curto tempo de seu mandato, são demonstrações de força e equilíbrio de um presidente que a nossa África precisa. Pois, ela não dorme no ponto; as tarefas que atribuí aos ministros de vários ministérios são acompanhadas por ela a par e passo, sob forte exigência, no cumprimento de metas e prazos.

Samuel Vieira

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