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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

OPINIÃO: O TÍTULO QUE CAUSOU POLÉMICA.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...





Há dúvidas no ar, receios, suspeitas, curiosidades, desinformação, desconfiança, rótulos, estigmas e outros estados de espírito negativos, reflectidos nesta onda de suspeição lançada sobre o nome de um BLOG: “Intelectuais Balantas na Diáspora”!

Ainda não percebemos verdadeiramente se esta confusão surge apenas contra o “uso” da palavra “Balanta” ou se também é extensivo ao termo “Intelectual”, ambos relacionados com um sentido politico a sublinhar a expressão cultural de origem étnica, sendo talvez por aí a centralidade suspeitosa, como também se interroga, o porquê só na “Diáspora”?

Eis a questão que tem causado certa rejeição conceitual por parte de algumas consciências, que receiam manobras reaccionárias latentes, neste aparelho activo de informação centrado na Guiné-Bissau.

Ninguém disse ainda claramente, fundamentando a sua preocupação ou suspeita nesta matéria, baseada em factos e não em conjecturas, os porquês, de não se achar correcto do ponto de vista politico, cultural e social, o uso deste nome ou título, para identificação dum BLOG, qual será o problema?

Se à primeira vista intuímos este Blog negativamente como grupo social fechado sobre si ou só para temas especializados na cultura relacionada com a etnia Balanta (como uma opção e nada mais), na verdade, rapidamente concluímos, que não se passa nada, que afinal constatamos neste BLOG, publicações em várias áreas do conhecimento, com informação multifacetada e abrangente do ponto de vista cultural e social, sobretudo em relação aos problemas políticos e do desenvolvimento do nosso País.

É um espaço com liberdade de expressão, que publica vários assuntos, com uma abrangência alargada nas especialidades publicadas até hoje, tanto com autores Guineenses, como com os de outras nacionalidades. Estamos perante um BLOG com tendência normalizada ou circunscrita no panorama actual dos restantes BLOG’S que reconhecemos como “nosso”.
Estamos perante um BLOG: "Os Intelectuais Balantas na Diáspora", com nome fabricado talvez para merecer atenção reforçada, optando por este estímulo (título) na exposição directa e sugestiva aos leitores. Mas aqui este "título" pode ser considerado “peça” de Markting, centralizador, que seduz a curiosidade do público leitor, é aclamativo, chama a atenção, provoca a curiosidade politica dos leitores, será?

Convém lembrar que na visão clássica da informação, notícia é: "o homem que mordeu o cão” e não o contrário.

Será com esta montagem que o BLOG “prendeu” alguns dos seus leitores, a partir da atracção deste “título”?
A ser verdade, alguns andaram à procura do sexo dos anjos, quando não existe!
Mas, quem mordeu este anzol, pode agora cuspir a “isca” e poupar esforços.
Não publicaram um único artigo com conteúdos de racismo, tribalismo, etc. Sendo assim, é de se reconsiderar o erro condenatório dirigido, por ser injusto e sem fundamento baseado em factos que o comprovam. Ninguém foi vítima de tribalismo neste BLOG, ninguém foi rejeitado por não pertencer à etnia Balanta ou ofendido por não ser Balanta por exemplo.
Na verdade, nunca ninguém confirmou a existência de descriminação, de censura à liberdade de expressão, etc., não havendo factos explícitos que documentam a existência de descriminação, ao que parece, o resto é subjectivo, não havendo razão para tanto alarido

Pensamos que tudo isto circula apenas à volta dum nome "IBD" que provocou em alguns um efeito fantasmagórico, causador dum "receio" implícito de tribalismo, por suposição ou por eminência de provocar conflitos étnicos e políticos entre Guineenses.

Um ressuscitar de “lobisomens” em pleno século vinte e um, acordou caçadores de “reaccionários”, que disparam no escuro, uma preocupação crítica duma crise politica e militar, que ainda provoca confusão e desconfianças entre Guineenses.

Pessoalmente, acho um exagero, penso que aqui não pode haver fantasmas, vamos manter uma crença positiva, confiar um pouco mais uns nos outros, sem deixarmos, no entanto, de estar atentos aos fenómenos existenciais da nossa Guinendade, eventualmente, corrigirmos os maus hábitos no que for necessário.

Até porque sabemos da existência de Associações que usam nomes da identificação com inspiração étnica (Associação de Mamdjákos; de Muçulmanos; de Balantas; de Pepéliz; ou Budjugúz, etc.) que não deram problemas, não vejo pessoalmente mal nenhum nisso. Aqui parece-me que o facto de usarem o adjectivo “intelectual” evocando uma determinada etnia na Diáspora, suou “mal” para alguns de nós, e pergunto porquê, existirá mal nisso?

Quanto a isso, não vou argumentar mais, para não aumentar significativamente o número de páginas desta opinião, porque pretendo só e apenas ajudar a desmanchar o nó cego entre irmãos, por causa de um nome com suspeita de intenção tribalista.

No entanto, passo a alertar que ultimamente tenho observado um crescente histerismo à volta do conceito de “intelectual”, acho até abusivo o modo como muitos de nós (simples licenciados) buscam o protagonismo, colando um “rótulo” de intelectual na testa ou na boca…, tenho notado que muitos deles são soberbos e frios nesta “fatiota” com ar de “Dr.”, dando a entender que basta ser licenciado para se ser “intelectual”, mas não!, mym’tyda (mentira), não acho, vamos com calma e sem falácias neste assunto.

É bom lembrar que há Intelectuais de renome e, reconhecidos neste planeta, com imensa obra deixada, mas, sem curso superior, ok?
Em Coimbra, costuma-se dizer que “um burro carregado de livros, parece um doutor”, e esta heim!

Há que admitir mais tolerância às diferenças (seja pelo nome, diferença cultural ou outras) entre nós, prestar mais atenção ao conteúdo, e não ficar só pelo formato das "coisas" (objectos e humanos) que observamos ou analisamos.  

Um facto incontestável por exemplo, é o conceito de amor, começando por ser indescritível, cada um descreve o seu sentir/amor da sua maneira, e sempre com muita influência de como aprendeu a valorizar este sentimento, a gostar, desde a sua infância.  

Mas aqui falamos do amor no sentido mais abrangente, não como sentimento que liga duas pessoas físico e emocionalmente, não.
Chamo a atenção para o amor que supera a atracção entre duas pessoas, isso mesmo, este é o maior sentimento que podemos transportar dentro de nós, falo da – compaixão. Como um sentimento que podemos ter por alguém que não conhecemos de lado nenhum, devemos então desenvolver este sentimento de compaixão, para todos os seres humanos.
Um exemplo que o Povo já pratica há séculos, esta compaixão do Povo, e para esta luz devemos olhar, é disto que estou a referir, pense nisso!

Embora sabendo que na sociedade existem grupos ou elites com sentimentos contrários de inveja, de rivalidade gratuita e outras formas de agressividade que se traduzem nestas "guerrilhas" histéricas, que de vez em quando assistimos no parlamento do Pais, na Diáspora, em busca de protagonismo, de rótulo de intelectualidade forçada, com mania de superioridade.

Esta compaixão que chamo de amor entre nós, faz muita falta, cultivarmos o gosto e orgulho por aquilo que é nosso, a criatividade cultural nossa, a tradição que é nossa, o uso e costume que é nosso, uma gastronomia que é nossa, um ídolo que seja nosso. Não acharmos só o que vem do estrangeiro, como sendo o melhor, o mais "chíc", por exemplo.

Mas, crescer evoluindo, progredir no desenvolvimento sem deixar de reconhecer de facto valores convencionais na escala internacional, com os quais podemos aprender (com modelos de desenvolvimento científico e tecnológico de Países mais avançados) sem alienar no entanto, os nossos valores e princípios traçados para o País.  

Amar coisas nossas sem complexos, é natural que se goste mais de uns do que de outros, ninguém gosta de tudo, por isso, é normal que alguém goste mais da sua própria cultura familiar, da tribo a que pertence, dos usos e costumes e, prefira falar disso mesmo, em detrimento de outras, sem perder a sua identidade pessoal, nos limites da sua liberdade, penso que não vejo mal nisso.

Ninguém pode ter complexo em afirmar alto e bom som, que gosta mais da própria Mãe, do que da Mãe do vizinho por exemplo!

Um dia havemos de reconhecer o amor sem “excitação”, em qualquer lugar ou situação, sem complexos de identificação com o que é nosso, amar sem duvidar do nosso sentimento, controlando reacções que inibem este clímax, que provocam comportamentos de reacção negativa, sobretudo em público. Dizem que "quem ama os seus não degenera", é boa pessoa com certeza. Ninguém pode ficar zangado com isto, por Eu amar o meu irmão, mais do que o meu vizinho, só.  

Quem ama, tem que dizer!


É preciso não confundirmos as coisas, ver o valor real de cada uma e o que está em causa.
Ver para além do mesquinho e do complexo de inferioridade, de alienação numa postura, quando optamos por criticar.  

Até que ponto as nossas convicções sofrem "abanões" perante formas de manifestação de afectos mais veementes e desinibidos diante dos nossos olhos?

Há quem não tenha coragem ou frontalidade para dizer do que gosta mais, mas, há quem o faça constantemente, quando seja crucial ou não dizê-lo, assume a causa, e não vejo mal nisso.
Ao defendermos uma realidade, não significa estar contra as outras, igualmente reais ou verdadeiras, quando se trata de realidades, os factos inerentes passam a categoria de axioma, tudo é palpável, comprovado e comparável na terapêutica dos afectos e não só, na relação de objectos, penso.

Para corrigirmos um comportamento menos bom, por exemplo a crítica negativa entre nós, devemos cultivar o espírito de solidariedade e de compaixão, optar por um estado de espírito positivo na relação humana, na maneira de pensar e de agir, sobretudo na fala e na escrita. Procurar ser uma constante com coerência na positividade, cultivarmos esta "vitamina" Psico-afectiva e emocional sempre que interagirmos física ou mentalmente.
Pensar melhor antes de agir, pondo-nos na pele do outro, analisando a nossa própria reacção/sentir, e talvez passar ao acto ou não, como inteligência.

O nosso "nome" e a alma, será que têm tudo a condizer!?
O nosso "corpo" e a alma, será que tem sempre a ver um com o outro!?
O cu com as calças, será que tem a ver sempre um com o outro!?

Pois camaradas, um título faz o seu papel e papéis há muitos, mas qualquer título não se deita permanentemente no mesmo "papel", dependerá do contexto onde estiver inserido e dos objectivos, pois muda de significado muitas vezes, acontece.

Umas vezes um Título está ligado com o conteúdo explícito, e sabemos bem disso, outras vezes, nada tem que ver com o significado explícito, mas o que está implícito.
Este nome: "Os Intelectuais Balantas, na Diáspora" serve para vermos até que ponto se poderá estar a exagerar numa interpretação do contra, (com ofensa moral gratuita e desnecessária) e sem bases fundamentadas.

Por isso, transfiro estas dúvidas (a quem interessar) para uma leitura integral deste Blog, “Intelectuais Balantas na Diáspora”, que penso portanto não ser tribalista, nem racista nos seus conteúdos publicados, (embora admita que o título levante suspeita) que nada tem a ver com qualquer tipo de discriminação, toda a sua publicação faz prova disso, que é um BLOG não racista ou que pratique qualquer outra discriminação.

Trata-se de um BLOG que tenho seguido na leitura, sem contudo estar de acordo com todos os seus artigos, sobretudo no formato incisivo/repetitivo de opinião sobre certas “pessoas” (figuras públicas), sublinhando repetidas vezes uma opinião/crítica, na hipotética intenção de “agredir” talvez, mas que, “cada cabeça a sua sentença”. Pois cada um é responsável pelo que escreve ou faz, só.
Procuremos a unidade de pensamento e não o seu contrário, um denominador comum que fortifique o nosso mosaico étnico e cultural. É de facto melhor para toda esta unidade de pensamento e da acção, procurar o entendimento, do que outras divagações no sentido contrário que não levam a lado nenhum.

O título: "Intelectuais Balantas na Diáspora", a sua escolha para nome de Blog, repito, não me parece sustentar uma intenção "racista", xenófoba, de tribalismo ou anti-multi-cultural, que pretenda elogiar ou liderar uma supremacia cultural e intelectual de uma etnia em detrimento doutras do nosso País.  

Penso que não, porque embora possa explicitamente ou implicitamente levantar dúvidas neste sentido, só sei que quando vamos a caminho de “casa”, convém lembrarmos que se todos vamos chegar à mesma Casa, como filhos de pais diferentes (etnias), pertencentes ao mesmo Povo, não há que recear, porque "somos diferentes mas iguais", e não acredito, pelos temas que tenho seguido neste Blog, que possa haver nesta estrutura organizada que produz publicações muito boas, uma intenção perversa na sua filosofia e metodologia de comunicação/informação, para com a mesma Casa, de todos nós, Não!

Nota-se que este Blog preserva, a meu ver, uma conduta e linguagem escrita politizadas, na sua maior parte de "criação" postadas, onde se podem ler e reconhecer preocupações responsáveis e assinadas sem o anonimato.
Toda a sua qualidade é séria e diversificada, nos temas culturais, políticos, de natureza científica e filosófica, até hoje publicadas.

Por isso vejo aqui um BLOG dito normal, como tantos outros por aí…
Muitos parabéns a todos e continuação de bom trabalho.
Abaixo o tribalismo, o racismo, a xenofobia e viva a Guiné-Bissau.

Djarama. Filomeno Pina.

Syndrome Stockholm da Libéria : Por que Bong County ainda ama Charles Taylor?

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Charles Taylor foi o responsável por atrocidades e abusos de direitos humanos na Libéria. Então, por que tantos liberianos ainda o reverenciam?

Partidários do ex-presidente Charles Taylor mostram seu apoio. Fotografados por Travis Lupick.

No Bong County, o ex-reduto de apoio a Charles Taylor, o ex-presidente e senhor da guerra da Libéria, uma passagem de Pehn-Pehn (moto) levanta uma nuvem de poeira no céu da tarde tingido de laranja. Além da buzina ocasional na estrada principal distante e o farfalhar das galinhas à procura de comida, ela é calma fora do barraco de lata que virou bairro-de-bar, onde um grupo de mulheres se reuniram em torno de uma garrafa de gin localmente destilada.

O proprietário do bar improvisado olha com indiferença, como Esther, Maria e Marilynn se revezam pelo relato de tiros. Um outro participante de outra forma regular deste encontro das mulheres, o dono do bar está sentado com peito de fora devido à doença no estômago. Enquanto isso, sua filha adolescente gira salsicha kebabs em uma pequena churrasqueira e monitora a panela de água a partir de sua pousada, esperando por ela para ferver.

A reputação de um senhor da guerra
Peço às mulheres sobre a próxima campanha da reeleição do senador sênior do condado de Bong, Jewel Howard Taylor - ex-mulher do ex-presidente. Em 2005, Jewel Taylor ascendeu ao poder na aba da contínua popularidade de seu ex-marido em Bong County.

Foto: Jewel Taylor

"Ela vai ganhar", diz Esther, sem qualquer sinal de dúvida. As outras mulheres balançam a cabeça em aprovação.

Durante a guerra civil de 14 anos da Libéria, grupo rebelde de Charles Taylor, a Frente Patriótica Nacional da Libéria (NPFL), usava Gbarnga, a capital de Bong County, como sua sede. E dez anos depois da guerra civil liberiana que terminou oficialmente, e mais de um ano depois que Taylor foi condenado pelo Tribunal Especial para Serra Leoa (TESL) por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante a guerra civil do país, e que continua ainda a ser uma figura popular na Gbarnga.

Refletindo a solidariedade generalizada com Taylor que ainda se faz sentir na região, Esther afirma que, em vez de mergulhar a Libéria em uma guerra ", ele trouxe a paz, ele abriu os nossos olhos."

Difícil ter paz no estômago com uma barriga vazia.
Durante o reinado de Taylor, Gbarnga representava um mínimo de tranqüilidade em uma outra Libéria volátil e fragmentada, onde concorrentes de facções rebeldes, disputavam o poder e acesso a recursos que vagavam em torno do campo, causando estragos e predando as populações locais. Embora NPFL de Taylor era responsável por violações maciças dos direitos humanos, muitos moradores dizem que a vida em Gbarnga era mais suportável durante a guerra do que é agora.

Argumentos como "a paz não pode ser executada em um estômago vazio" são usados ​​por muitos liberianos como racionalizações para o apoio contínuo por Taylor em vastas áreas do país. O custo do arroz, o principal alimento na Libéria, teria sido muito menor no período de NPFL em territórios ocupados durante a guerra do que na Libéria atual. De fato, o controle de portos e a apreensão de navios importadores de produtos alimentares durante a guerra permitiu a estes custos artificialmente baixos durante o uso de poder por NPFL.

No entanto, o que muitos beneficiários de arroz barato durante a insurreição de Taylor deixaram de reconhecer - ou como resultado de uma falta de informação ou ignorância deliberada - é que, apesar de apreensão de cargas por NPFL que mantinha os preços baixos para o seu eleitorado, a fim de ganhar seus corações e mentes, simultaneamente serviu para cortar o fornecimento de alimentos de Monrovia, deixando a população deste local para morrer de fome. Mas, em Gbarnga, você não pode morder a mão que nos alimenta - e Taylor manteve alimentados uma grande quantidade de pessoas.

Por: Ma Ghankay

fonte :thinkafricapress.com

Mali: O futuro presidente do Mali, é ele ou (talvez) não.

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Em menos de uma semana do segundo turno da eleição presidencial a vitória de Ibrahim Boubacar Keita é descrita como "quase certa".
Ibrahim Boubacar Keita, le 4 août, au Mali.  REUTERS/Joe Penney
Ibrahim Boubacar Keita, 04 de agosto de 2013, no Mali. REUTERS/Joe Penney

IBK: três letras que poderiam suceder as do ex-Presidentes do Mali, ATT (Amadou Toumani Toure) derrubado por uma junta militar em março de 2012.

Ibrahim Boubacar Keita, abreviatura IBK, é apresentado como o candidato preferido da eleição presidencial do Mali. Após o primeiro turno da eleição presidencial em 28 de julho, o homem ganhou 40% dos votos, o dobro o seu rival Soumaila Cisse. Poucos dias antes do segundo turno previsto para 11 de agosto, a vitória do IBK parece, de acordo com o site Think Africa Press  "quase certa".

Homem do harém
Na idade de 68 anos, o IBK finalmente aparece a subir no topo do estado depois de dois fracassos sucessivos, em 2002 e 2007. O homem é descrito como um político "experiente" que oficia mais de duas décadas na administração do Estado maliano. Depois de estudar história e relações internacionais na Universidade de Dakar e da Sorbonne, Ibrahim Boubacar Keita trabalhou durante muitos anos para um "think tanks" francês e as organizações não governamentais.

Ele rapidamente entra na vida política do Mali e tornou-se Ministro das Relações Exteriores em 1993, cargo que ocupou um ano antes de aceitar o cargo de primeiro-ministro (1994-2000) e criar o seu próprio partido em 2001, união para Mali.

Flexibilidade
Segundo o site Think Africa Press  IBK tem uma reputação de homem forte capaz de gerenciar as greves estudantis e negociar com os tuaregues. Um homem, também, cheio de contradições, como sendo um membro da Internacional Socialista, sem nunca ter dado um tom socialista à sua política.

Este Francofono bem vivido, será, no entanto (se ganhar o segundo turno) representará uma solução para a crise em que o país está mergulhado há mais de um ano. Certamente, a sua margem de manobra será limitada, incluindo apoio financeiro concedido pela comunidade internacional. Mas o próximo presidente vai iniciar as negociações com os rebeldes tuaregues, cujas reivindicações de autonomia ainda são válidas.


fonte: Slate Afrique


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Angola: Queixa para destituição de Manuel Vicente.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu, hoje, uma queixa-crime contra o vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, por acumulação de funções públicas e privadas alegadamente contrárias à legislação em vigor no país.
 
Interposta pelo jornalista e defensor dos direitos humanos Rafael Marques de Morais, a queixa-crime refere-se ao exercício actual, por Manuel Vicente, do cargo de director na China-Sonangol International Holding Limited, uma empresa privada chinesa.
 
Segundo a denúncia, a PGR deve iniciar um processo de destituição contra Manuel Vicente, à luz do Art. 138.º da Constituição. A lei magna proíbe os membros do Executivo de exercerem, entre outras, as “funções de administração, gerência ou de qualquer cargo social em sociedades comerciais e demais instituições que prossigam fins de natureza económica”.
 
O queixoso disse ao Maka Angola que o envolvimento de Manuel Vicente em empresas chinesas, numa altura em que já havia sido eleito vice-presidente, poderia levá-lo a favorecer “a influência e o domínio geoestratégico da China e dos interesses chineses sobre a independência nacional, sobre o controlo e gestão dos recursos naturais e sobre a capacidade de decisão colectiva do Estado angolano”.
 
Manuel Vicente, ex-presidente do Conselho de Administração da Sonangol, foi nomeado ministro de Estado em Janeiro de 2012, e foi eleito vice-presidente nas eleições de 31 de Agosto de 2012. A 6 de Setembro de 2012, já depois de eleito e antes da sua tomada de posse, Vicente aceitou a renovação do seu cargo de director da empresa China-Sonangol International Holding.
 
Mais de dois terços do capital social da China-Sonangol são detidos por sócios chineses, através da Dayuan International Development Limited. Documentos apresentados ao Procurador-Geral da República mostram que a Dayuan adquiriu a sua participação maioritária na China Sonangol através de um investimento de apenas US $7.000. A Dayuan tem a sua sede em Queensway, Hong Kong, no mesmo edifício que a China-Sonangol.
 
A Sonangol detém uma participação minoritária de 30 porcento na China-Sonangol. A petrolífera nacional, por lei, “é detentora exclusiva de direitos para a prospecção, pesquisa e produção de hidrocarbonetos líquidos e gasosos”.
 
De acordo com a queixa-crime, Manuel Vicente era o responsável máximo da Sonangol à data da criação da China-Sonangol. A sua permanência no cargo dessa empresa chinesa levanta, segundo o denunciante, questões sobre eventuais actos corrupção e tráfico de influências. Estas práticas são proibidas pela lei angolana e por tratados internacionais de que Angola é signatária.
 
Embora o Artigo 138.º da Constituição não mencione o cargo de vice-presidente explicitamente, a queixa-crime argumenta que, por interpretação extensiva, a lei deve aplicar-se ao vice-presidente como membro pleno do Executivo.


fonte: makaangola

Angola Procura Paradeiro do Presidente.

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O presidente da República, José Eduardo dos Santos, encontra-se ausente do país há mais de 40 dias, sem uma explicação oficial.
 
Por norma, quando o presidente viaja para o interior ou exterior do país, os principais membros dos órgãos de soberania e do seu executivo perfilham-se em cumprimentos de despedida junto ao avião. O ritual repete-se no seu regresso.
 
A 26 de Junho passado, José Eduardo dos Santos embarcou na Base Aérea Militar nº 1, em Luanda, com destino a Barcelona. A sua viagem foi anunciada publicamente pela presidência e destacada pelos mídia estatais como “visita de carácter privado”. Em 34 anos de poder, esta é a primeira vez que Dos Santos se encontra ausente do país, de forma ininterrupta, por mais de um mês.
 
No ano passado, o presidente esteve em Barcelona por duas semanas, em visita privada. À chegada a Luanda, a 11 de Julho de 2012, o então vice-presidente Fernando Dias dos Santos “Nandó”, apresentou-lhe os cumprimentos de boas-vindas, com cobertura mediática. O mesmo aconteceu em 2011 e em 2009.
 
Estranhamente, o presidente apenas realiza ou anuncia visitas privadas a Barcelona. Será a única cidade no mundo que lhe agrada visitar?
 
Rumores, com origem no seu séquito, referem sempre as suas viagens à Espanha como visitas para exames ou tratamento médico. Também se diz que, em algumas ocasiões, o presidente passa apenas por Barcelona, com destino ao leste da Europa, para cuidar da sua saúde em segredo.
 
Em 2006, após uma fuga de informação ter gerado notícias na imprensa brasileira, a Presidência da República sancionou a divulgação da informação em Angola sobre o internamento do presidente numa clínica no Rio de Janeiro, Brasil.
 
A notícia indicava que Dos Santos havia tido “uma reacção alérgica ao iodo radioactivo usado como contraste num exame, mas já teve alta e está de boa saúde”.
 
A Angop referiu também que o Chefe de Estado padecia, há alguns anos, de uma lesão no tendão de Aquiles, do pé esquerdo.
 
José Eduardo dos Santos é, antes de tudo, um ser humano. É espantoso como a sua imagem foi construída como alguém que não adoece nem precisa de férias, mas apenas de visitas privadas a Barcelona.
 
A ausência injustificada do presidente do país é uma grande falta de respeito à sociedade angolana. É um acto de arrogância que demonstra, sobremaneira, o grau cumulativo de indiferença, apatia e ignorância que enfermam a nossa sociedade.
 
No entanto, o cerne da questão, sobre a ausência do presidente, pouco tem a ver com o seu estado de saúde. A preocupação deve ser mais profunda.
 
Estranhamente, a ausência do presidente Dos Santos gera um ambiente político sereno. O sistema de auto-gestão do seu executivo é menos danoso: “patrão fora, dia santo na loja”. A população, no geral, manifesta indiferença à sua ausência. Essa indiferença pode ser interpretada como um alívio no contexto actual em que o regime se serve apenas do Estado e trata a população, para além da necessidade do voto, como marginal.
 
De certo modo, a sociedade sente mais a presença do presidente em quatro vertentes fundamentais: a sua especialidade no controlo do aparelho repressivo; a sua mestria na gestão dos assuntos e fundos do Estado como actos sobre a sua propriedade privada; a sua excelência na manipulação dos jogos de intrigas políticas, sociais e económicas a seu favor; o seu poder de infiltração e corrupção de governos estrangeiros, sobretudo o português, por via da satisfação dos seus interesses económicos, para sua legitimação e protecção internacional.
 
Caso Angola tivesse instituições soberanas subordinadas ao Estado democrático e de direito, a Assembleia Nacional, já deveria estar a trabalhar na substituição do líder ausente.
 
A lei concede a todos os funcionários públicos, incluindo o mais alto magistrado da Nação, um período de férias anual de 30 dias. O presidente da República não está acima da lei, como ele próprio cinicamente faz questão de lembrar aos seus principais críticos. Do mais alto servidor público esperam-se exemplos que inspirem o escrupuloso cumprimento da lei.
 
Ao exceder largamente o período de férias a que tem direito, sem justificação oficial, José Eduardo dos Santos incorre no acto de abandono do lugar. Cabe ao Tribunal Constitucional, de acordo com a Constituição, verificar a vacatura do cargo de presidente da República.
 
Ninguém nega a Dos Santos, como qualquer servidor público, o direito de desfrutar de férias anuais. Como qualquer mortal, ninguém exige que JES seja imune a doenças e à necessidade de assistência médica.Mas férias ou idas a médicos explicam-se facilmente. Todos os angolanos aceitariam com naturalidade a informação de que o presidente da República está enfermo. Quem está livre disso? Fazer de Dos Santos um ser mitológico como o grego Aquiles, aparentemente imune a doenças e de todo invulnerável, excepto no tendão, só provoca especulações. A questão fundamental reside em aferir até que ponto José Eduardo dos Santos faz falta à sociedade, na condição de presidente. O fim do seu poder significaria o caos para Angola ou o início de uma nova era de liberdade e democratização efectiva? Ao ignorar o poder dos soberanos que o elegeram, de forma atípica, José Eduardo dos Santos legitima as exigências para a sua demissão.O país não deve continuar refém da figura do actual presidente do MPLA e da República.
fonte: makaangola

O Vice-Rei realiza Orações em Eid Al-Fitr - fim de ramadan.

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Manama, 08 de agosto (BNA) - Sua Alteza Real, o príncipe Salman bin Hamad Al Khalifa, vice de Sua Majestade o Rei realizou a oração de Eid esta manhã na Mesquita Shaikh em West Riffa.
HRH Príncipe Coroado se juntou nas orações com membros da família real, presidentes dos Representantes do Conselho de Shura, ministros, altos funcionários, oficiais superiores do Bahrain, Forças Armadas e Defesa, do Ministério do Interior e da Guarda Nacional, e dezenas de cidadãos.

O Imam emitiu um sermão de Eid Al-Fitr, rezando para que Deus Todo-Poderoso abençoe Bahrain com a continuação da graça, a prosperidade, a segurança e a estabilidade sob a sábia liderança de Sua Majestade o Rei Hamad bin Isa Al Khalifa.

Ele também espera que o jejum e adoração durante o mês sagrado do Ramadã será bem recebido por Deus.

Após as orações de Eid, Sua Alteza Real e Vice de Sua Majestade o Rei e Príncipe trocaram saudações por ocasião do Eid Al Fitr.

fonte: WHQ

Costa do Marfim: Michel Gbagbo, "pronto para a reconciliação".

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Politique:
© Abidjan.net por Atteby
Política: O FPI acolheu o seu militante após sua libertação provisória na
Terça-feira, 6 de agosto de 2013. em Riviera Attoban. Os ex-detentos que receberam liberdade provisória foram brindados com uma recepção calorosa por ativistas e simpatizantes da Frente Popular Marfinense (FPI).

"A reconciliação na Costa do Marfim será um processo longo", disse nesta quarta-feira em Abidjan, Michel Gbagbo, o filho do ex-presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo, um dia após sua
libertação, declarando que ele iria dar sua "contribuição".
"Eu quero que voltemos para uma situação mais tranquila na Costa do Marfim " disse à AFP, Michel Gbagbo, fazendo parte das 14 figuras dos pró-Gbagbo, presos desde a crise pós-eleitoral de 2010-2011, e libertados na terça-feira.
"Eu quero encontrar um país cada vez mais reconciliado, onde se faz política sem violência. Eu quero dar a minha contribuição", acrescentou.
Para ele, essa liberdade provisória é "um passo positivo" e parte do processo de reconciliação.
"Nosso lançamento mostra que o governo faz parte da reconciliação, um longo processo que não vai acontecer durante a noite", elogiou.
"Minha esperança é que esse processo continue para que possamos um dia viver neste país sem violência política com um espírito de tolerância", continuou o filho do ex-presidente da Costa do Marfim.
Michel Gbagbo disse que estava "feliz em falar sobre a liberdade do homem" acima de tudo, no dia da celebração do 53 º aniversário da "independência" da Costa do Marfim do governo francês.
Presidente da Costa do Marfim Alassane Ouattara saudou quarta-feira a fiança concedida a 14 indivíduos pró-Gbagbo, vendo nisso "um ato de apaziguamento".
Michel Gbagbo, de 42 anos, que também tem nacionalidade francesa, foi preso com seu pai em 11 de abril de 2011, em Abidjan, no momento de sua queda. Ele é acusado de crimes económicos, nomeadamente peculato.
De acordo com sua família, Michel Gbagbo antes da queda de seu pai, foi professor e consultor por um comitê do governo encarregado de organizar o retorno do pessoal do Estado nas zonas abandonadas durante o conflito inter-marfinense em 2002.
Conflito que nasceu com a recusa de Laurent Gbagbo de ceder o poder a Alassane Ouattara após perder a eleição presidencial em novembro de 2010, a crise fez com que cerca de 3.000 pessoas perdessem vidas e foi o culminar de uma década de turbulência.
Gbagbo está detido desde o final de 2011 em Haia pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), e é suspeito de crimes contra a humanidade.

Por: ck / jmc "

fonte: abidjan.net

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Senegal: Renovação da Frota de transporte urbano: 310 novos ônibus(autocarros) postos em circulação em Dakar.

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O parque dos ônibus(transporte coletivo) acaba de acrescentar mais 310 novos veículos. A cerimônia da entrega simbólica foi ontem, na nova estação de ônibus do Jardim de Pikine, com a presença do Secretário-Geral do Ministério das Infra-estruturas e Transportes, Aubin Sagna, e o Diretor-Geral do Conselho Executivo de Transporte Urbano de Dakar, Alioune Thiam.

O processo de renovação da frota de trânsito na região de Dakar continua com a entrega de 310 microônibus(mini-autocarros) de marca Tata, aos membros da Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU). Este pacote se acrescenta  aos 90 atualmente em serviço e completa o primeiro ato da terceira fase do programa de renovação da frota, que deve atingir um total de 702 microônibus. "O segundo ato desta terceira fase envolve 300 veículos cuja marca será conhecido nos próximos dias. Quando a terceira fase for completamente executada, o número total de veículos substituídos em Dacar será aumentada para 1.607, ou mais de 60% dos cerca de 2.500 unidades no parque. Isto significa que tantos os "carros rápidos" e "Ndiaga ndiaye", estes serão colocados para fora de uso e removidos da rede ", disse Jules Aubin Sagna, secretário-geral do Ministério da Infra-estrutura e Transportes.

Entrou na sua fase ativa a partir de 2005, o programa de renovação da frota "carros rápidos" e "Ndiaga Ndiaye" dependem de operadoras que já trabalham no setor e estão organizados em 15 grupos de interesses económicos que fazem parte da empresa Dikk Dakar Dem. Assim, a primeira operação, financiada pelo Banco Mundial aos operadores da AFTU chega a 10,7 bilhões de francos CFA, com foco na marca Tata, 505 microônibus foram divulgados entre dezembro de 2005 a setembro 2008.

Um crédito de 3,5 bilhões de francos CFA

Dois anos mais tarde, entre 2010 e 2012, a segunda operação foi realizada com o apoio da República Popular da China que disponibilizou um crédito para o Senegal para adquirir 402 microônibus. A terceira operação, que começou em agosto de 2012 e vai durar até junho de 2014, foi financiado pelo Estado do Senegal por meio de um fundo rotativo, destinado a manter a operação de renovação da frota, que são feitas através de operadores reconhecidos. "Graças a esse novo sistema, assim começou a terceira operação de 700 veículos. Atualmente, o programa está sendo ampliado em seis capitais regionais e AFTU recebeu um mandato do Cetud para apoiar a implementação ", disse o Alioune Thiam, Diretor Geral Cetud.

Por sua parte, o secretário-geral do Ministério das Infra-estruturas e Transportes, elogiou o desempenho do AFTU no reembolso dos empréstimos que lhe permitiu receber uma linha de crédito de 13,5 mil milhões de francos CFA dos bancos locais. E uma parte dessa bonança financeira que será usado, de acordo com Jules Aubin Sagna, para iniciar a  renovação da frota Thies, Luga, St. Louis, Kaolack, Ziguinchor e Tambacounda.

Certamente, esta é a quarta vez que acontece uma cerimônia de entrega simbólica a principais stands, mas Amar Mbaye, vice-presidente de AFTU, disse ontem que é especial porque vem em um contexto onde persistem rumores que sugerem que as transportadoras se retiraram e, consequentemente, o programa tinha caído na água. "É falso, o programa continua e nós continuamos empenhados em continuar ao lado do Estado. Este tipo de projeto é único no mundo. Devemos apoiar e torná-lo mais viável ", disse ele. Além disso, Amar Mbaye foi vaiado por motoristas sobre a preservação e manutenção dos veículos, enquanto isso, pediu ao estado para olhar para o estado de algumas estradas intransitáveis ​​nos subúrbios com a chegada do inverno, para que os micro-ônibus possam ter acesso .

As Formações para um comportamento mais responsável dos condutores

À margem da cerimónia ocorreu com entrega de chaves, certificados de formação que foram emitidos pelos operadores da Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU). Além de renovação da frota, este programa de reestruturação total do sistema de transporte, cujo objetivo é a profissionalização da exploração. Para este fim, Jules Aubin Sagna convidou Cetud para continuar a desenvolver programas de formação que começaram a dar frutos. "Mudanças positivas têm sido de fato observado no comportamento dos agentes que operam desde o lançamento de novos veículos, resultantes, nomeadamente, do cumprimento das rotas e paradas e condução mais responsável sob as regras da estrada" , disse ele. A continuação do programa de treinamento de pessoal deve seguir exemplos da AFTU para outros atores do sistema de transporte privado, disse ele que espera isso.

O AFTU enfrenta a ameaça de greve dos motoristas

O Secretário-Geral Djibril Ndiaye quer clareza. Sua organização, a Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU), que reagrupe as transportadoras, de modo que os proprietários de veículos de transporte público não fiquem nem de perto e nem de longe da greve anunciada pelo sindicato Alassane Ndoye para 12 e 13 de agosto. Para ele, as razões apontadas pelo sindicato dos motoristas para ir à greve não retêm água. "Esta estação vai permitir que as transportadoras concentrem seus veículos para o Estado para fazer o fluxo de caixa e de clientes para ser no conforto.

Você não pode compreender que uma união decide entrar em greve e a opor-se de tudo isso, simplesmente porque seus membros não podem receber o que eles chamam em seu jargão de "mandato". Com a entrada em funcionamento da nova estação, essa prática insalubre vai desaparecer porque vai ser gerenciado por um prestador de serviços que irá recolher dinheiro para o Estado. Essa deve ser a razão pela qual eles não podem continuar a viver na ilegalidade e informal ", disse Djibril Ndiaye. De acordo com o Sr. Ndiaye, Alassane Ndoyeparle falou em nome dos motoristas, e não das operadoras. "Quem disse que a greve não são de transportadoras, mas sim de motoristas? Se faça saber aos senegaleses que Alassane Ndoye não é uma transportador. É um sindicalista que representa os motoristas quando eles têm conflitos com os empregadores. Se, portanto, se declara uma greve, não foi o AFTU que a organizou ", frisou. O AFTU, tem uma nova dinâmica que a levou a contrair empréstimos em bancos, e não pode dar ao luxo de parar seus veículos, acrescentou. Muito irritado, o Sr. Ndiaye afirma que o setor de transporte tem um problema de gestão porque ninguém quer investir em pessoas que se declaram como transportadoras quando eles não têm veículos.

"Hoje é o AFTU o elemento central do sistema de transportes no Senegal, porque temos ônibus e ônibus intermunicipais que vão para todas as regiões", diz Djibril Ndiaye.

Por: Elh. I. Thiam

fonte: lesoleil.sn

Marrocos: Casablanca volta a ser palco de protestos contra perdão a pedófilo.

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Espanha decreta prisão preventiva de pedófilo que teve indulto no Marrocos
O Homem foi detido nesta segunda na Espanha. Ele foi condenado a 30 anos de prisão no Marrocos, mas teve perdão do rei.

Mais de 2.000 pessoas saíram na terça-feira às ruas de Casablanca, a maior cidade de Marrocos, contra o perdão real concedido por erro pelo rei Mohamed VI a um pedófilo espanhol, constatou um jornalista da agência AFP.

Casablanca volta a ser palco de protestos contra perdão a pedófilo

"Nós queremos uma reforma da justiça", "Dignidade e Justiça", "o povo quer que os culpados sejam julgados", gritavam os manifestantes na praça Mohamed V, no centro de Casablanca.
Marrocos tem sido palco de um grande movimento de indignação depois de ter sido concedido um perdão real, a 30 de julho, a 48 presos espanhóis, entre os quais Daniel Galvan, de 63 anos, condenado em 2011 a 30 anos de prisão por violação de 11 menores.
Depois de vários dias de protestos no reino, o perdão foi anulado pelo rei no domingo, e o espanhol foi detido na segunda-feira em Espanha e colocado na terça-feira em prisão preventiva.
Na segunda-feira, o rei de Marrocos decidiu demitir o diretor dos serviços prisionais, acusados de terem "transmitido inadvertidamente informações erradas sobre o caso em questão" e no dia seguinte recebeu as famílias das vítimas do pedófilo espanhol para manifestar a sua "compaixão" e "empatia", indicou o Palácio real em comunicado.

fonte: noticiasaominuto.com

O fim do Ramadã é hoje à noite ou amanhã?

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Os fasters franceses esperam evitar a controvérsia que marcou o início do mês sagrado.

Croissant de lune, 2005 / REUTERS

Os muçulmanos franceses saberão hoje em torno de 20h a data do fim do Ramadã. O mês sagrado deve ser concluído nesta quarta-feira, 7 de agosto ou quinta-feira, 8 de agosto ao pôr do sol, relata o Le Parisien.

Como todos os anos, os imãs da Hexagon fixam a olho nu se uma nova lua crescente é visível. Esta fase marca o início de um novo mês no calendário lunar muçulmano, o que significa que o Ramadã termina hoje à noite, diz o artigo. Se os dignatários religiosos não perceberem a nova lua crescente, então a data se postergará para o dia seguinte.

Em caso de mau tempo impedir a observação do céu, os fiéis franceses vão seguir a decisão da maioria dos países muçulmanos, acrescentou o jornal. O festival do Eid al-Fitr, que é realizada após o último dia do Ramadã deve ter lugar na quinta-feira ou sexta-feira, de acordo com o Le Parisien.

Muçulmanos franceses esperam em todo caso, que o fim do mês sagrado não vá causar tanto redemoinho quanto no começo, diz o artigo. Anunciado pela primeira vez em 09 de julho de 2013 pelo Conselho Francês da Fé Muçulmana (CFCM), o primeiro dia do Ramadã, foi adiado para 10 de julho, depois de discussões acaloradas entre as diversas instituições Islâmicas da França.

Por: Lu Le Parisien

fonte: Slate África

Obama se diz decepcionado com a "mentalidade de Guerra Fria" da Rússia.

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Obama participou pela sexta vez do programa 'The Tonight Show' - a quarta como presidente Foto: AP

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta terça-feira estar decepcionado com a Rússia e sua "mentalidade de Guerra Fria" no caso de Edward Snowden, além de ter negado que seu governo tenha "um programa de espionagem doméstica".
"Há momentos nos quais eles (os russos) voltam a cair no pensamento e na mentalidade da Guerra Fria. O que dizemos a eles e ao presidente (Vladimir) Putin é que isso faz parte do passado", afirmou Obama em entrevista ao programa The Tonight Show, do popular apresentador Jay Leno e que será transmitido nesta noite na emissora NBC.
Obama também afirmou estar decepcionado com a decisão da Rússia de ter concedido asilo temporário a Snowden, acusado de espionagem por parte do governo americano por ter divulgado os programas secretos de vigilância da Agência de Segurança Nacional (NSA).
No entanto, Obama indicou que os EUA seguem colaborando com a Rússia em diversos assuntos, como a guerra no Afeganistão e a investigação dos atentados do último dia 15 de abril em Boston, supostamente perpetrados pelos irmãos Tsarnaev, de origem chechena, e que causaram três mortes e deixaram mais de 280 feridos.
Além disso, Obama também declarou que prevê assistir a cúpula do G20, que será realizada em setembro na Rússia. O que a Casa Branca disse estar avaliando é a realização da cúpula bilateral que Obama e Putin têm agendado para antes da cúpula do G20.
Sobre os programas secretos divulgados pelo ex-técnico da CIA, Obama assegurou que os mesmos não são um "componente crucial" da luta antiterrorista dos EUA
"Não temos um programa de espionagem doméstico. O que temos são alguns mecanismos para rastrear um número de telefone ou um endereço de e-mail que esteja conectado a um ataque terrorista. Essa informação é útil", defendeu o presidente americano.
Questionado por Leno sobre como definiria o jovem Snowden, Obama mostrou cautela ao responder: "Não sabemos exatamente o que fez, exceto pelo que disse na internet. É importante não julgá-lo", respondeu o presidente.
Obama revelou que pediu a seu gabinete pensar em uma forma de reduzir o número de funcionários contratados que trabalham nos serviços de inteligência, como era o caso de Snowden. Essa é a sexta aparição de Obama no programa The Tonight Show e a quarta como presidente.
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Grande incêndio fecha maior aeroporto internacional do Quênia.

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De acordo com testemunhas, a fumaça pode ser vista a quilômetros de distância Foto: AP
De acordo com testemunhas, a fumaça pode ser vista a quilômetros de distância
Foto: AP

Um grande incêndio atingiu nesta quarta-feira o maior aeroporto internacional do Quênia, na capital Nairóbi. Autoridades aeroportuárias do país informaram que o Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta foi fechado, para que as equipes de emergência possam combater as chamas, segundo informações da agênciaAP.
A fumaça pode ser vista a quilômetros de distância. De acordo com testemunhas, o incêndio é de grandes proporções, e teria destruído a área de desembarque internacional, no local onde os passageiros, que foram evacuados, passam pela imigração e recolhem sua bagagem.
Voos com destino ao aeroporto foram redirecionados para outros locais do Quênia. Impedidos de embarcar, muitos passageiros aguardavam a normalização da situação nas calçadas do aeroporto, ao lado de suas bagagens.
O secretário de Interior, Mutea Iringo, confirmou o fechamento do aeroporto e assegurou que a situação é "muito séria". O responsável de segurança da Autoridade Aeroportuária do Quênia, Eric Kiraithe, explicou que somente aterrissagens de emergência estão sendo autorizadas.
Até o momento não houve registro de vítimas e a causa do fogo ainda é desconhecida, de acordo com a rede BBC. O aeroporto Jomo Kenyatta é um importante eixo aéreo no leste da África, sendo um ponto de parada para muitos voos em conexão com outros países da região.
fonte: terra.com.br

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