Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sábado, 14 de junho de 2014

OPINIÃO: A GUINÉ-BISSAU SABE O QUE QUER, OS ELEFANTES TAMBÉM, ACREDITE SE QUISER!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Filomeno Pina

Elefantes do Kénia
Porque alguns não tiveram a coragem suficiente para perguntar os porquês sobre a maior parte das decisões políticas (“coisas nossas”) erradas, desenroladas num sentido irracional e que continuou como se tudo estivesse bem sem precisar de correcção. Posto isto, nada se fez para mudar de rumo na política “repetida” e sem sucesso. Políticas que provocaram estagnação do País, sem mudar de rumo nas coisas obviamente más para o País, erradas ou clivadas do ponto de vista intelectual, igual, mas ninguém parece ter tido coragem para dizer do seu ponto de vista, que isto vai de mal a pior! Como se nada fosse mais importante que resolver definitivamente e para o bem comum do País, tudo o que esteve sempre mal?Quando se fala de mortes de gente inocente, gente “anónima” misturada com outros de apelidos reconhecidos na praça, na verdade, ninguém sabe ao certo, quantos foram sacrificados até hoje, ou que por arrastamento ficaram colados muitos no mesmo destino mortal. Caídos no mesmo buraco, enterrados sem a dignidade merecida como humanos e, muitos repousam em valas comuns ou separados, em parte incerta, só Deus sabe!
Como se ouve, ainda hoje, em histórias macabras contadas com pareceres “demoníacos” a fazerem a diferença, justificam o receio proveniente do atraso cultural do Povo, sujeito a manipulação, deturpação, de quem conta ou percebe melhor certos assuntos, a partir da sua ”leitura” de dor e sofrimento dos que ficam (os vivos) em luto psicológico prolongado no tempo, sem nunca ninguém como autoridade do Estado se pronunciar eticamente sobre o assunto ou humanamente, em sinal de respeito do Estado pelos acontecimentos menos bons, tristes, desenrolados no País. Até quando? Há que lembrar que o Estado costuma ser pessoa de bem e cumpridor das suas responsabilidades. Que assuma o que lhe diz respeito, sempre!
Ficamo-nos por aqui, porque normalmente não se investigam casos mediáticos de crimes políticos e outros. A impunidade “engole” tudo, mas o “gato”, esse deixa sempre o rabo de fora. Só há crimes perfeitos na Guiné-Bissau? Mal habituados como estamos, achamos que é normal viver com crimes por desvendar que nunca chegam à barra dos Tribunais e as autoridades permanecem em silêncio, dando o benefício da dúvida, prevalecendo esta última acima da investigação.
Como será possível ninguém se querer pronunciar objectivamente sobre as mortes ocorridas até aos dias de hoje no País, parecendo que ninguém quer saber deste comportamento de loucura normal, vindo desde o mato e continuado no período pós-independência, com mais de quarenta anos, neste momento? Basta!
Matanças levadas a cabo como um princípio de limpeza para exterminação dos reacionários no seio do PAIGC (diziam os mandantes do crime) e, mais tarde, no País inteiro assistíamos a desaparecimentos, sem julgamento prévio nos tribunais.
Um extermínio cíclico, normalmente associado aos golpes de Estado no País, selectivo, alguns eram escolhidos para morrer (muitas vezes por questões vingativas, de ódios, inveja e xenofobia). Confundidos estavam na “revolução-paranoica” como grupo de crime organizado, sustentado normalmente, por quem ciclicamente detém o poder do Estado nas mãos. Nisto, a “revolução-paranoica” agiu quando entendeu ser a altura certa, a “comer” os próprios filhos (camaradas). Fazendo limpeza dos ditos “reaccionários”, só por pensarem diferente ou nem isso, por pouca sorte de terem estado no dia não e em más horas, aqui ou noutro lugar suspeito, ficaram marcados e, mais tarde, mortos.
No fundo, temos dois grupos ocupados, os que pensam diferente dos matadores e os líderes (mandantes ou executantes) de crimes.
Dando a sensação que os piores filhos da Guiné dominavam tudo a partir da Independência, pelo menos, pois foram eles que escolheram sempre entre Camaradas da política, quem vivia e quem devia ir desta para melhor. Foi sempre assim e, muitas vezes, aconteceu em qualquer canto do nosso País, alguém ficar enterrado injustamente, num lugar ocultado aos próprios familiares!
Anos e anos desgastaram mentalmente qualquer esperança de bom senso entre camaradas da política, reinando a desconfiança, permanecendo a raiva vingativa em relação aos mandantes de crimes e os seus “executantes”, que se prolongou tempo demais, durante décadas e continua, parece!
Todos os líderes políticos vivos entre nós, quase que enterram a cabeça na areia com medo. Preferindo o estatuto de ”morto-vivo”, sem rosto reconhecido, o equivalente a não falar frontalmente, não contar histórias com verdades, mas preferir manterem-se calados e sentados sobre as mentiras, que por sua vez “calcam” a verdade dos factos, por um fingimento amnésico colectivo em relação ao passado histórico e ao presente. Mas, talvez um dia, será eternamente a “mentira”, erguida como estátua monumental, desde a luta de libertação aos nossos dias, porque a Verdade pela Verdade, parece não ter pernas para andar. Mas espero bem que NÃO!
Devemos abandonar o que é mau do passado e do presente, corrigir os erros cometidos, virar a página e escrever uma nova história repleta de sinais de desenvolvimento e felicidade de um Povo, que merece! Mas “virar esta página”, não significa esquecer tudo (virar o disco e tocar o mesmo) e praticar os mesmos erros, utilizando os mesmos actores políticos que foram péssimos para o Estado. Mudar de página constitui divórcio consumado em relação às más práticas de crime e de corrupção contra o Tesouro de Estado.
Abandonar o passado significa tão-somente a transformação do homem novo, na liderança do Governo e Estado da Guiné-Bissau. Significa principalmente ter o perfil de Estado como líder, ser honesto acima de tudo, como nacionalista, ser patriótico e competente, no exercício das suas responsabilidades.
Aproveitemos este regresso dos - “Elefantes” - às nossas matas da Guiné-Bissau, como um símbolo de grandeza e de força, da Terra Sagrada. Trouxeram “recados” para o Povo, numa leitura que só a natureza sabe perscrutar, só não sabemos, se vão ficar pelo nosso País por tempo indeterminado.
Penso que vieram como um sinal positivo de esperança desta natureza global, em nosso favor, acredite se quiser. Significando que as nossas matas serenaram e comunicaram com os bons espíritos ancestrais, de todo um mosaico étnico Guineense, “eles” vieram por bem, trazer as “honras” que o Povo Guineense merece. Mostrar que o País foi eleito, pela natureza deste planeta, como o cantinho territorial visto como um todo, o nosso “ninho” de surpresas, para quem vier por bem (homens e animais)!
Numa sinfonia do adeus às mortes, contra a impunidade, contra a pobreza, a exploração do homem pelo homem, contra o roubo à Mãe e aos Cofres do Tesouro Público, contra o aproveitamento ilícito das infraestruturas do Estado, “arrancadas” por oportunismo e ganância, do que pertence ao Povo legítimo. Fazendo-se proprietários dos bens, os aproveitadores comissionistas de sempre, sem concurso público transparente, que conseguem tudo quanto querem, sem darem a cara. Porque ninguém sabe quem são os que estão por trás de certos negócios de vento em popa no território nacional, pois só reconhecemos, quase sempre tardiamente, alguns “testas de ferro” e os seus patrões!
Se é o Estado da Guiné-Bissau o beneficiário legítimo dos negócios de madeira, areia pesada e outros, levados a cabo no País, queremos saber o estado da coisa pública, o que fica concretamente para os cofres do Estado, porque os bens referidos, esses são do Povo legítimo, e têm sido “exportados” do solo Guineense, para os quatro cantos do mundo e ninguém no País, explicou nada ainda, depois de tantas interrogações levantadas, de natureza económica, comercial, social e política, para além das consequências da biodiversidade do sistema ambiental global e específico para a nossa Guiné-Bissau.
Continuamos num tempo difícil de descortinar, porque se ouvem muitas mentiras ou fala-se verdade poucas vezes, talvez só quando aparentemente “bêbados”, ou em estado de angústia e de desabafos, desinibidos pelo estado eufórico de agressividade contida que lhes vai na alma, quando toca no “pelo” ou de um ente querido, de outro modo, só por sentimentos de culpa, ressentimento pós-traumático da convivência revolucionária, falhada, que abandonou há muito os ensinamentos de Amílcar Lopes Cabral, alguns resolvem confessar um pouco mais. Estamos ainda numa época que esconde crimes de sangue e traições vividos intensamente, que fecharam com juramentos de vinganças por cumprir, custe o que custar, penso. Mas morte após morte, nunca trouxeram nada de novo a não ser o planeamento do próximo a abater. Até quando esta compulsividade insana na mente dos revoltados?
Porquê nós? Pergunto! Tivemos coragem para libertar dois Países (Guiné-Bissau e Cabo Verde) ao mesmo tempo, mas temos ao mesmo tempo, um medo terrível da verdade dos factos que importa corrigir e sarar definitivamente, medo da crítica e da autocrítica, somos constantemente invadidos pela pressão psicológica da cobardia em relação à verdade cristalina, pura, com palavras amargas e doces, que são nossas realidades, fazendo parte integrante dos nossos erros cometidos que não se apagam e, também de certezas absolutas que são o conforto inesgotável de amor e de compaixão, desde a luta de libertação.
Mas ainda falta camaradas, queremos o essencial, para percebermos este “enguiço” que tem bloqueado, estagnado o País, queremos continuar a viver com verdades ocultadas ainda, porque parece que existe um pacto de silêncio entre os antigos combatentes, Camaradas com média de setenta anos que estão entre nós, dos quais esperamos tudo, menos continuarem calados.
 Acabem com este mutismo verbal electivo e falem connosco, agora! Com os vossos filhos ou netos, acreditem em nós, sabemos cuidar dos mais velhos com carinho. Hoje são os únicos testemunhos vivos que libertaram Guiné-Bissau e Cabo-Verde. Trata-se de uma atitude revolucionária enfrentarem esta última “guerra” que vos falta vencer, como Verdadeiros Antigos Combatentes da Liberdade da Pátria, passarem o testemunho dos acontecimentos da luta de libertação da Guiné-Bissau e Cabo-Verde para nós, só.
 Avante Camaradas, já serão poucos, nô komberssa ku’mutru-bó!
Não vamos lá só com mentiras, sairemos deste ciclo do mal, se quebrarmos este pacto do diabo neste mundo do crime organizado, que tem gente de fora e de dentro do nosso País, alimentando este ciclo vicioso, que parece não ter fim à vista.
Enquanto não se erguer à vista de todo o Povo, a nova Bandeira da Verdade, como se espera na história natural das coisas, parar esta ocultação propositada dos erros cometidos e de proteger criminosos, continuaremos no mundo do engano, da mentira e da falsidade entre Guineenses.
Mas, a mentira para além de ter pernas curtas, não leva a lado nenhum, por melhor “arquitectura” possível que possa manter. O normal é cair por terra à vista de todos.
Convém lembrar que o Guineense sabe perdoar, é duma compaixão soberba e inigualável, mas primeiro, precisa da verdade e só depois acredita no perdão!
Mudando um pouco de assunto, vale a pena sairmos vitoriosos desta vez, apostados na veracidade de métodos experimentados no terreno, que deram resultados reconhecidos noutros lugares do planeta, para evitarmos experimentalismos falsos ou “românticos”, sem resultados satisfatórios desejados.
Devemos evitar a entrada de projectos sem revalidação/acreditação feita no País (para isso, é criar gabinetes próprios para tal), e de acordo com as necessidades projectadas no terreno, com a supervisão do Governo no País. Encontrar rapidamente certezas práticas, em relação ao engano de algum “romantismos” subjacente, em algumas ajudas de há uns anos para cá, em formato de “projecto”, feitas por medida (para umas dezenas de necessitados nacionais, que justifique a presença a “título” de projecto no terreno duma entidade estrangeira no País) à quem das necessidades, mas que podem ser reformuladas, reenquadradas de modo diferente, a servirem melhor do que até aqui, os interesses do País!
Com verdades experimentadas avançamos mais depressa, sairemos vitoriosos e unidos num único rumo, de Unidade Nacional e Desenvolvimento Sustentado do nosso País e não às “pinguinhas”, com recados daqui e dali, para passar umas “férias”. Contudo, devemos reconhecer a grandeza material e o alcance na prática, levados a cabo no País, por Organizações Não Governamentais, que operam com distinção na Guiné-Bissau, que são  o exemplo de que nem tudo se pode colocar no mesmo saco!
Chegou a hora de aceitarmos o que é de aceitar (o mais que preciso/necessário), e escolher projectos sérios e sustentáveis para garantir postos de trabalho e permitir fazer carreira profissional aos nacionais Guineenses. Chegou a hora de avaliar/reavaliar a Acreditação de todos os Projectos que operam no País  há já algum tempo. Devem todos ser ciclicamente reavaliados, os seus recursos, resultados e os níveis de satisfação na presente conjuntura e de acordo com as nossas necessidades e não o contrário. Confrontados estes com outros na mesma perspectiva e especialização. Como também, avaliar na especialidade os mesmos Diplomas Científicos dos seus representantes e a sua experiência profissional no ramo de actuação que ocupam no nosso País.
Estar atento é o mesmo que ter os neurónios espalhados pelo corpo todo e activos, capazes de captarem, conduzirem e interpretarem corretamente todos os sinais do meio ambiente onde vivem! Quando tais competências não correspondem, atrofiam o desenvolvimento normal esperado, os resultados deixam muito a desejar e o atraso torna-se evidente. Há que estar em alerta no controle de estímulos, desde a sua origem/chegada ao País, o seu percurso e ocorrência, aos resultados esperados para aprovação ou não, na constante avaliação/reavaliação dos processos!
Um verdadeiro fenómeno recente no País é o regresso dos Elefantes na Guiné-Bissau, vejo tudo isto como um bom sinal espiritual! É um símbolo de força inspiradora, de segurança, de poder, de equilíbrio e de procura de paz e tranquilidade, para assentar “família” num território seguro como é a Guiné-Bissau. Nisto, os animais não se enganam, penso. Embora, por enquanto nas nossas matas, se cruzem com o som estridente e ruidoso das motosserras, no abate indiscriminado de árvores centenárias. Os elefantes estão atordoados, andam nervosos como alguns de nós (Guineenses). Mas estes gigantes dos pesos pesados vieram chamar a atenção do mundo, sobre a Guiné-Bissau! Atentos ao que se passa com as “sombras” desaparecidas, que há séculos marcam horário solar para as populações e os animais, estiveram atentos ao que se passa desde sempre, mas hoje são árvores centenárias, velhotes mas fiéis ao património das nossas florestas, de pé ainda, as que não são obrigadas a cair e a seguir “sepultadas” num contentor, para serem levados por terra e mar, para um País rico qualquer. Toda esta madeira dos pobres! Hoje abatidos e exportados, fazendo lembrar os navios negreiros, não se sabendo nada mais, apenas e só, que são já “cadáveres” metidos em contentores, aos milhares de toneladas cada um, com o destino oculto e incerto!?
Mas alguém sabe explicar isto, o GOVERNO?
Tenho muito medo do derrame do “Pau-Sangue” na Guiné-Bissau! Receio a falta de sangue, de ar puro e de sombras gigantes de árvores centenárias no nosso País. Receio pela ausência da “canção” de embalar revolucionária, que adormeça a raiva de ver sangrar as esterias das árvores caídas, em vez da frescura das suas sombras amigas eternas, dum Povo Guineense, o seu único dono legítimo, que nunca recebeu nada de ninguém, por isso, é digno e não o ofende quem quer! Cuidado, você que trás o lápis entre os dedos, para traçar o novo rumo para o País, só.
Temos visto árvores tombadas sobre o chão sagrado. Sangrando por ganância precoce dos “PICA-PAU”, que invadem as nossas matas, derrubando árvores centenárias, a troco de um silêncio que abrange muita gente (guineenses e estrangeiros), os servidores do dinheiro fácil, mas que hão-de ajustar contas com o – “dum-dy-matu” – Yram dy Terra, ou o novo Governo, pabya tudu kym-ky kumé hê pó-dy-matu, ppê-bay tudu nô dyamty tê na mortu, fép! Ku sê mufunéssas!
Nhôr Deus ta purdam, hêz komberssas dy fadyga!
Mas temos todos a memória revoltada hoje, os que vêem o mal e não dizem por enquanto! Que vêem o mal dos “pássaros” pica-pau da Guiné-Bissau, “eles” adoram PAU-SANGUY, BISSYLOM, ETC…, mas para os seus bolsos, em vez dos cofres do Estado!?
Peço a Deus, que esses camiões não consigam chegar aos portos de Bissau, ou de saírem por terra (fronteiras) para fora do território Guineense, sem que o Estado, averigue publicamente e com transparência total. Afinal que projectos são estes e quem beneficia com tudo isto, será o Povo!?
AFINAL ESTAMOS A FALAR DE ÁRVORES CENTENÁRIAS E NÃO DAS QUE ALGUÉM PLANTOU HÁ CINQUENTA  ANOS, SÓ.
Reparem no elefante quando dorme, traz ambos os dentes implantados na cabeça, não os tira para descansar mais leve, não! Dorme com o mesmo peso com que acorda e levanta-se para a vida de sempre, reúne a família e avança em busca de vida, faça chuva ou faça sol, lá vai o maior do mundo, seguro de si, embora às vezes caia nas emboscadas e seja sacrificado para lhes roubarem os dentes de marfim, é dinheiro, infelizmente!
Temos um belíssimo exemplo de persistência, coragem e de trabalho destes animais gigantes em terra firme, uma autêntica Mãe, que traz os filhos junto dela, não os distribui para se aliviar do trabalho, nem tira os dentes para dormir, está presente nos cuidados maternais, na vida do dos filhos, até sempre. Vamos copiar o ELEFANTE, e  cuidar da Guiné-Bissau?
É deste exemplo que a Guiné-Bissau precisa, olharmos pelo Povo com firmeza e honestidade, sem descartar as responsabilidades do Estado, e sempre atentos, porque é este o novo conceito de “revolucionário”, que hoje significa ser um líder do Povo, é - SER HONESTO - em defesa dos bens e do tesouro público do Estado da República da Guiné-Bissau!
Os Elefantes chegam em boa hora, na hora da renovação do Estado para o tornar cada vez mais forte! Estamos atentos aos sinais desta nova revolução para erguer o País, rumo à prosperidade, ao progresso, à felicidade e ao bem-estar do Povo.

Viva a República da Guiné-Bissau, Unidade, Luta e Progresso.

Djarama. Filomeno Pina.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Guiné-Bissau: JOMAV anuncia recondução de Abudu Mane à Procuradoria-Geral da República.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Em função da promessa feita aos eleitores

O Procurador Abdú Mané

Bissau – O Chefe de Estado guineense eleito nas últimas Presidenciais na Guiné-Bissau, José Mário Vaz (JOMAV), informou que vai reconduzir o actual Procurador-geral da República, Abudu Mane, ao seu cargo, em função da promessa feita aos eleitores guineenses durante a campanha eleitoral.

A informação foi avançada à PNN por uma fonte ligada ao Presidente da República eleito, depois de este ter sido informado sobre o pedido de demissão apresentado no início desta semana por Abudu Mané.

Deparado com vários processos inconclusivos, de entre os quais o próprio processo contra JOMAV, o processo dos assassinatos de Nino Vieira, Tagme Nawaie e outros, com a sua intenção de abandonar o cargo o homem forte do Ministério Público pode deixar as investigações feitas aos processos em causa cair por terra.

Além destas situações, desde a sua nomeação, Abudu Mané tem-se envolvido em várias polémicas ao nível da justiça guineense, tendo chegado mesmo a tentar impugnar a candidatura do actual Presidente da República, acto que na altura não foi aceite pelos colectivos de juízes do SupremoTribunal de Justiça.

(c) PNN Portuguese News Network

Distribuída convocatória para tomada de posse do novo parlamento da Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Bandeira da Guiné-Bissau
Bandeira da Guiné-Bissau


A convocatória tem data de segunda-feira, dia 09 de Junho, mas foi assinada hoje e começou a ser distribuída por todos os eleitos, órgãos de soberania e demais convidados para a cerimónia que chegou a estar marcada para sexta-feira, dia 13.
A data tinha sido escolhida a 29 de Maio pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), órgão competente na matéria, mas “por razões de ordem técnica e logística ficou adiada”, refere agora a convocatória da ANP.
A sessão tem início previsto para as 10:00, inclui a verificação de mandatos dos 102 deputados do parlamento guineense e culmina, às 12H30, com o discurso do novo presidente do órgão.
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) venceu as eleições legislativas no dia 13 de Abril com maioria absoluta e vai ocupar 57 dos 102 lugares da ANP.
Em segundo lugar ficou o Partido da Renovação Social (PRS), que já era o principal partido da oposição, e que vai ter 41 deputados.
O Partido da Convergência Democrática (PCD) elegeu dois deputados, o Partido da Nova Democracia (PND) vai ocupar um lugar, assim como o União para a Mudança (UM).
As eleições legislativas (assim como as presidenciais que a 18 de Maio deram a vitória a José Mário Vaz) foram os primeiros actos eleitorais após o golpe de Estado de Abril de 2012 e vão permitir o regresso do país à norma constitucional. 
# portalangop.co.ao

Nigéria: 2015 - Meu medo por Nigéria - Jonathan diz que forças estão trabalhando para truncar as urnas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O PRESIDENTE Goodluck Jonathan, na quinta-feira, deu o alarme de que as forças anti-democráticas existentes no país estão trabalhando para truncar as eleições gerais de 2015.


Ele tem, portanto, chamado atenção dos cidadãos para não permitir que tais forças possam explorar a fraqueza no sistema para perpetrar mal os seus desejos.

O presidente, quem divulgou isso em Abuja, para a alta cúpula política de todos os partidos. Organizado pelo Gabinete de Sua Assessoria Especial para Assuntos Inter-partido, o senador Ben Obi, disse que "ainda há força anti-democrática muito impiedosa operando no sistema político, sempre pronta a explorar falhas na gestão de nossos processos políticos e eleitorais.

"Algumas dessas forças em maio, debruçaram sobre as próximas eleições, para truncar a liberdade democrática duramente conquistada pela nação.

"Finalmente queridos compatriotas, no que diz respeito às eleições de 2015, em particular, e nossa jornada como uma nação em geral, devemos nunca permitir que forcem a tese negativa de prevalecer."

Falando sobre as relações inter-partidárias, Jonathan observou que a perspectiva para o país são sombrias, como o conduite das declarações dos líderes políticos que estavam aumentando a tensão no país e informando que o estado de segurança atual na Nigéria seria melhor tratado por uma classe política unida.

"A perspectiva política nacional atual no que diz respeito à cooperação inter-partidária é menor do que salutar. Na verdade, o conduite e declarações dos líderes políticos nacionais e estrangeiros são rapidamente criados e difundidos para gerar a tensão desnecessária no país.

"Tais declarações descuidadas na sua divulgação apodrecem as brasas da discórdia, amargura e rancor. Tal desenvolvimento infeliz joga informações nas mãos de elementos extremistas que travam uma violenta campanha de terror contra o Estado.

"Os recentes atentados e assassinatos estúpidos contra nigerianos inocentes na FCT, Jos, Estado de Plateau etc; os assassinatos no Estado de Adamawa, incluindo a dos governantes tradicionais, bem como o rapto criminoso e cruel de mais de 200 estudantes de Chibok, seriam melhor tratados por uma classe política unida em TIC com compromisso de defender o governo, independentemente das diferenças políticas ", sublinhou.

Ele advertiu contra o politizar dos fundamentos e núcleo imperativo de defender o Estado, acrescentando que poderiam fazê-lo apenas para encorajar os terroristas e outros inimigos do país.

"Nunca devemos dar-lhes tal oportunidade. Nosso partido político deve permanecer positivo e construtivo nos seus compromissos à medida que buscamos construir a nação viril e estável que pode competir com outros países do mundo ", disse ele.

O presidente disse que é a oportunidades da cúpula dos partidos políticos e, de fato, dos políticos " refletirem e analisarem as conseqüências que suas ações e declarações prestadas no passado recente tiveram e terão no nosso governo e na existência das empresas."

Segundo ele, "se as nossas empresas estão a falhar, nenhum partido político ou um político pode se tranquilizar. Assim, ao mesmo tempo: como este caso, quando a nossa existência como nação está ameaçada, estas forças anti-democráticas que somos nós, os políticos e os partidos políticos devem elevar às razões morais ao ponto mais elevado na defesa e proteção da nossa existência como uma nação e um povo. "

O presidente observou que o conceito de relações inter-partidárias e cooperação do pressuposto, apesar de partidos políticos poderem diferir de ideologia, a estrutura e processo de governança, eles devem permanecer unidos no objetivo comum de preservar e consolidar a unidade e fundamento democrático da nação.

Indo pela estrada da memória, o presidente observou que a história política da Nigéria desde a independência foi repleta de exemplos de colaborações entre partido político viável dentro e fora do governo.

Ele disse que nos últimos 15 anos a Quarta República dos nigerianos, vários marcos têm agravado o desenvolvimento político do país, acrescentando que "os nossos processos eleitorais têm sido transformados, fortalecidos e submetidos a princípios orientados nas normas eleitorais universais com maior credibilidade das eleições. "

Jonathan falou também sobre a responsabilidade dos meios de comunicação nigeriano, pelo que ele observou que é um dos mais livres do mundo, acrescentando que esta liberdade de expressão tem sido também robusta e exuberante abraçado pelos meios de comunicação social.

Porém, ele disse que "a liberdade de associação e expressão montadas dentro da disposição constitucional é amplamente tida como certa."

Embora observou que a democracia da nação que testemunhou a transição política ininterrupta e bem sucedida de sucessivos governos, de 1999 até à data presente, Jonathan advertiu que a estabilidade da consolidação democrática poderia ser prejudicada pela atitude indiferente dos críticos.

O presidente expressou gratidão a todos os partidos políticos e declarou "que respondido o chamado do clarim :" Particularmente, pelo chefe de estado e por todo Congresso Progressistas (APC), o major-general Muhammadu Buhari, dizendo "que ele tem, na verdade, demonstrado o sentido de Estado e patriotismo, bem como a vontade de colocar de lado o partidarismo em prol da vontade coletiva para preservar a nossa nação. "

Também falando na cimeira, o presidente nacional do PDP, Alhaji Adamu Mu’azu,  publicamente acusou o APC  de promover a violência política antes das eleições gerais de 2015 e pediu para terminar, no interesse da democracia.

"Por exemplo, o PDP Tinha feito um bom passeio ao Estado de Ekiti no último fim de semana e caíram na propaganda eleitoral para o seu candidato a governador, o propósito para a nossa maior surpresa, o camarada governador do estado, no segundo dia com membros da APC, disse que queria varrer o nosso legado e, no processo, as pessoas inocentes que foram mortas ou feridas ", disse ele.

Sra. Sharon Ikeazor, reagindo em nome do presidente interino nacional do CPA, Chief Bisi Akande, no entanto, solicitou a festa para a unidade e para a paz no país.

Ikeazor disse que a fusão de partes para formar APC foi a melhor coisa que já aconteceu desde a existência do país, acrescentando a necessidade da união dos partidos e que se reze para o fim imediato das atividades dos insurgentes no país, bem como a rápida libertação das meninas raptadas Chibok.

O ex-presidente, Alhaji Sheu Shagari, pleiteou junto ao Governo Federal para conceder anistia aos insurgentes que deve ser adotado no país para que a paz reine e exortou a classe política para fazer política de inclusão e engajamento construtivo.

Shagari, que foi representado pelo seu filho, Senhores Aminu Sheu Shagari, enquanto elogiou o cume, ele estava dentro quando referiu ao estado, de que ele formou um conselho de todos os partidos políticos. Tudo isso abriu caminho para a oposição para conseguir vagas ministeriais e pediu que a atual administração segua a mesma orientação.

# www.tribune.com.ng

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Segurança: Augustin Tine - "Senegal é uma placa giratória de drogas"

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

{alt_text}

Participando de uma reunião "de trocas" sobre o tráfico de drogas, presidido pelo primeiro-ministro Aminata Touré, o Ministro das Forças Armadas, Augustin Tine, confessou que o Senegal tornou-se uma placa giratória. "A droga está tornando um câncer. 

Ela está instalada em nossa sub-região. E, naturalmente, o Senegal é um centro de drogas. Drogas que vem de países vizinhos, transitam por Senegal para seguir para outros países ", disse ele. "Vocês constataram que, em 2013, nós apreendemos cerca de mil toneladas. Mas em 2014, há cinco meses, apreendemos quatro toneladas. Isto significa que existe progresso. O combate está comprometido e vai continuar ", observou. No entanto, ele acrescentou: "Vamos trabalhar para garantir que a droga já não passa pelo nosso país. Vamos erradicar essas áreas onde crescem as drogas. "

# seneweb.com

Angola vai continuar a ser um país rico com um povo pobre.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Angola vai continuar a crescer economicamente, mas a um ritmo lento demais para que a população sinta as melhorias. Esta é a conclusão de dois estudos apresentados esta quarta-feira (11.06), em Luanda.
Angola, o segundo produtor de petróleo da África subsariana, é um "país rico" mas com um "povo pobre" face às "profundas disparidades" na distribuição da riqueza e "défices no desenvolvimento social", de acordo com um relatório económico agora divulgado.
As análises ao estado social e da economia em Angola, no ano de 2013, produzidas pelo Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, foram apresentadas pelo diretor da instituição, Manuel Alves da Rocha. O economista e professor universitário garante que o crescimento económico que Angola regista e registará nos próximos anos não é suficiente para combater as desigualdades.

Crescimento económico dos próximos anos será, em média, de 5%, mas população não sentirá efeitos
"Nas nossas projeções a preocupação está justamente no facto da capacidade decrescimento da economia até 2019 andar à volta, já com o setor petrolífero e com os seus problemas, potencialidades e novas descobertas, de uma taxa média anual de 5%. Este número é também de acordo com projeções do FMI”, informa o economista.
“Ainda que seja 5,5 no curto-prazo, a diferença entre 5,5% e 3,2% significa dois pontos percentuais e isto não é suficiente para melhorar o nível de vida”, assegura.
Crescimento abaixo do patamar da ONU
Na opinião do especialista, basta olhar para dados das Nações Unidas para tirar estas conclusões.
“Se nós analisarmos os vários textos das Nações Unidas sobre os objetivos para o desenvolvimento do milénio, o que está escrito é que em África para que houvesse melhorias no Índice de Desenvolvimento Humano e uma redução da pobreza, as economias tinham de crescer em média 8,5% ao ano. É uma diferença significativa”, reitera.
Outro problema que volta a ser apontado neste último relatório económico é a dependência extrema da economia angolana face ao petróleo.
“Os caminhos para a diversificação da economia são tortuosos, são longos, são complexos”, começa por explicar.
“É necessário que os investimentos que possam diversificar a economia sejam bons, o que nos pode levantar dúvidas na área da construção. Sabemos que muitos investimentos na reconstrução de estradas e pontes têm ocasionado mais custos do que benefícios, porque são obras que são criticadas e ao final de cinco ou sete anos precisam de nova intervenção”, recorda.
“Nos manuais de macroeconomia, costuma dizer-se que só se deve investir em infraestruturas que durem no mínimo 25 anos, para que produzam retorno económico”, indica.

Aposta na construção de infraestruturas pode não ser um setor rentável em Angola
Condições de vida sem melhorias até 2017
“Outra conclusão relevante do relatório económico é que, do nosso ponto de vista, a melhoria das condições de vida da população no que toca à distribuição do rendimento, dificilmente vai ocorrer até 2017”, conclui.
O outro relatório - o relatório social - foi apresentado pelo investigador Nelson Pestana. Este último complementa o que já é referido no relatório económico.
Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola emite ainda um outro relatório anual: o relatório energético. Este último é apresentado ao público em setembro.
# dw.de


SAIBA MAIS-Conheça os 23 jogadores do Brasil.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Convocação da Seleção Brasileira para amistoso antes da Copa 2014


(Reuters) - Conheça detalhes dos 23 jogadores convocados pelo técnico Luiz Felipe Scolari para disputar a Copa do Mundo.

GOLEIROS ( GUARDA-REDES )
Julio Cesar (Toronto FC), 34 anos, 80 jogos.
Foi o primeiro nome confirmado pelo técnico Luiz Felipe Scolari em sua lista para a Copa do Mundo, após ter sido convocado por antecipação em meio a críticas pelo longo período de inatividade que enfrentou no Queens Park Rangers, da segunda divisão inglesa. Acabou se transferindo em fevereiro deste ano para o Toronto FC para voltar a jogar. Foi um dos destaques do time na Copa das Confederações do ano passado.

Jefferson (Botafogo), 31 anos, 9 jogos.
Um dos vários jogadores que ganharam chances na seleção depois que Mano Menezes desmantelou o time de Dunga de 2010. É o reserva imediato de Julio Cesar. Sofreu apenas quatro gols quando defendeu a seleção brasileira.

Victor (Atlético-MG), 31 anos, 6 jogos
Será o terceiro goleiro do Brasil na Copa e disputava a posição com Diego Cavalieri, do Fluminense, que estava na conquista da Copa das Confederações no ano passado. A boa fase de Victor no Atlético-MG --suas defesas levaram o time ao título da Copa Libertadores em 2013 --o credenciaram para disputar o Mundial em casa.

LATERAIS
Marcelo (Real Madrid), 25 anos, 32 jogos.
Marcelo ficou fora da Copa do Mundo de 2010 por pouco, mas será titular desta vez. Ele teve seu comprometimento com a seleção posto em dúvida pelo ex-técnico Mano Menezes e seu temperamento também era um problema, após algumas expulsões vestindo a camisa do Brasil. O jogador parece ter amadurecido nos últimos 18 meses e tem o apoio de Felipão. Ele foi um dos quatro jogadores de linha que estiveram em campo em todos os minutos dos cinco jogos da Copa das Confederações.

Daniel Alves (Barcelona), 30 anos, 75 jogos.
Titular da lateral-direita do Brasil sob comando dos últimos três treinadores da seleção, o jogador também é um dos mais experientes do grupo. Um dos destaques também de seu clube, o Barcelona, onde fez parte de uma geração vitoriosa que dominou o cenário internacional há algumas temporadas. Recentemente ganhou notoriedade ainda maior pela resposta dada a uma ofensa racista sofrida durante uma partida do Campeonato Espanhol: comeu a banana jogada na direção dele pelo torcedor de um time adversário.

Maicon (Roma), 32 anos, 68 jogos.
Poucos times têm duas boas opções para a lateral-direita como a seleção brasileira, e Maicon provavelmente seria titular de diversas equipes que disputarão a Copa do Mundo no Brasil se tivesse nascido em outro país. Foi o escolhido de Dunga no Mundial de 2010, em que jogou todas as partidas do Brasil, mas depois perdeu a disputa direta com Daniel Alves pela camisa 2.
Maxwell (Paris St. Germain), 32 anos, 9 jogos.
Conquistou títulos nacionais em suas passagens por Holanda, Itália, Espanha e França. Estabeleceu-se como reserva de Marcelo desde que ganhou a primeira chance com Felipão, em agosto, e acabou desbancando o concorrente Filipe Luis, do Atlético de Madri, que esteve no grupo na Copa das Confederações. Zlatan Ibrahimovic dividiu quarto com Maxwell quando ambos estavam no Ajax, e agora a dupla repete a parceria no PSG.

ZAGUEIROS
Thiago Silva (Paris St. Germain), 29 anos, 46 jogos.
Provavelmente o jogador brasileiro que mais evoluiu entre aqueles que estiveram na Copa do Mundo da África do Sul. Suas atuações fundamentais na defesa do Milan o fizeram ser contratado por uma fortuna pelo PSG em 2012, e o nível de suas apresentações tem sido tão elevado que Paolo Maldini o considerou o melhor do mundo. Vai usar a braçadeira de capitão da seleção.
David Luiz (Chelsea), 27 anos, 36 jogos.
Com sua personalidade extrovertida, é um dos responsáveis por manter elevado o moral da equipe. Ele leva também a experiência de muitos anos na Europa, além de ser um jogador versátil. Deve ser titular da zaga ao lado de Thiago Silva, mas também pode jogar de volante. Faz parte do quarteto do time inglês Chelsea na seleção brasileira.
Dante (Bayern de Munique), 30 anos, 12 jogos.
Após anos de ostracismo em clubes médios da Europa, ele finalmente ganhou destaque em 2013 tanto pela seleção como no poderoso Bayern de Munique, da Alemanha, e espera manter o bom momento durante o Mundial. Fez sua estreia com a camisa do Brasil em fevereiro de 2013 contra a Inglaterra, e quatro meses depois marcou seu primeiro gol e conquistou o título da Copa das Confederações, um mês após ter levantado a Liga dos Campeões da Europa.

Henrique (Napoli), 27 anos, 5 jogos
Maior surpresa na lista de Felipão, o zagueiro foi escolhido porque tem a confiança do treinador, que trabalhou com Henrique no Palmeiras, onde foram campeões da Copa do Brasil em 2012. Joga também como lateral-direito e volante, o que conta pontos a seu favor.

MEIO-CAMPISTAS
Paulinho (Tottenham Hotspur), 25 anos, 26 jogos.
Causou impacto ao longo dos últimos dois anos tanto em clubes como na seleção. Sua presença nas duas áreas ajudou o Corinthians a conquistar os títulos da Copa Libertadores e do Mundialde Clubes pela primeira vez em 2012 e resultaram numa transferência para o Tottenham, onde teve alguns bons momentos mas não se estabeleceu como titular. Tem vaga certa no time titular de Felipão. Foi considerado o terceiro melhor jogador da Copa das Confederações.
Ramires (Chelsea), 26 anos, 42 jogos.

Um dos jogadores mais disciplinados do elenco, o meio-campista é valorizado por ter qualidade tanto na marcação como na saída de bola e nas arrancadas ao ataque. Depois de um incidente fora das quatro linhas que contribuiu para o deixar de fora da Copa das Confederações --pediu dispensa de uma convocação por lesão e não compareceu no dia previsto para ser avaliado pelo médico da equipe-- o jogador do Chelsea recuperou seu espaço com Felipão graças a boas atuações.
Hernanes (Inter de Milão), 29 anos, 24 jogos.

Hernanes dificilmente será titular, mas várias vezes já foi utilizado como arma no segundo tempo de partidas devido ao bom controle de bola e ao poderoso chute de média e longa distância, o que sugere que será uma peça importante da campanha brasileira.

Luiz Gustavo (VfL Wolfsburg), 26 anos, 18 jogos.
Até ser chamado pela primeira vez para a seleção, era praticamente um desconhecido no país, onde nunca atuou por uma equipe de destaque. O volante firme na marcação foi para a Alemanha com apenas 20 anos e passou a carreira lá. Suas exibições por Hoffenheim e Bayern de Munique lhe renderam uma chance na seleção com Mano Menezes, que o chamou pela primeira vez em 2011, e ele permaneceu no grupo com Felipão.

Fernandinho (Manchester City), 28 anos, 7 jogos.
Seu talento inegável talvez tivesse sido reconhecido mais cedo se não tivesse passado grande parte da carreira no Leste Europeu. O meio-campista, que pode jogar como primeiro ou segundo volante, passou oito anos no Shakhtar Donetsk até ser contratado pelo Manchester City no ano passado. O bom rendimento na Inglaterra lhe rendeu uma chance com Felipão contra a África do Sul este ano, e o gol marcado num chutaço de fora da área --e o sorriso de Felipão como recompensa-- foram o bastante para garantir-lhe uma vaga.

Willian (Chelsea), 25 anos, 7 jogos.
Era uma jovem promessa quando foi contratado pelo Shakhtar Donetsk e desapareceu do radar no Brasil, mas garantiu uma vaga na seleção para a Copa ao destacar-se nas poucas oportunidades que teve na seleção depois que foi contratado pelo Chelsea no ano passado.
Oscar (Chelsea), 22 anos, 31 jogos.
Ainda jovem, mas claramente adaptado aos grandes desafios do futebol mundial. Marcou três vezes numa vitória de 3 x 2 sobre Portugal numa final de Mundial Sub-20 de 2011 e marcou duas vezes em sua estreia pelo Chelsea na Liga dos Campeões, contra a Juventus. Sua habilidade para criar jogadas e o entrosamento com Fred, Hulk e Neymar serão vitais para a campanha do Brasil.

ATACANTES
Neymar (Barcelona), 22 anos, 49 jogos.
É a grande aposta da seleção brasileira para conquistar o título mundial em casa. É a estrela no time de Felipão e correspondeu à expectativa na Copa das Confederações, quando foi eleito o melhor jogador do torneio. No Barcelona, enfrentou alguma dificuldade para se estabelecer e sofreu algumas lesões, além de uma polêmica fora de campo a respeito de sua milionária contratação. Os 30 gols em 47 jogos pela seleção são uma confirmação de seu talento e, se Neymar brilhar, será difícil derrotar o Brasil.

Fred (Fluminense), 30 anos, 34 jogos.
Às vezes criticado pela falta de movimentação e por sofrer seguidas lesões, Fred ainda é o favorito de Felipão para vestir a camisa 9 do Brasil na Copa do Mundo, se estiver em forma. Jogou o Mundial de 2006 e teve uma passagem apagada pelo Olympique de Lyon antes de voltar ao Brasil para defender o Fluminense, onde foi campeão brasileiro duas vezes (2010 e 2012).

Jô (Atlético Mineiro), 27 anos, 17 jogos.
Está longe de ser uma unanimidade, mas os gols marcados na Copa das Confederações nas vezes que entrou no lugar de Fred convenceram Felipão de que Jô tem potencial para jogar uma Copa do Mundo. Passou parte da carreira na Europa, onde defendeu CSKA Moscou, Manchester City e Everton.

Hulk (Zenit St. Petersburg), 27 anos, 35 jogos.
Ganhou o apelido pela força física, mas pode levar mais à seleção do que apenas seu físico. Demorou para conquistar a torcida brasileira, que mal o conheciam por ter passado a maior parte da carreira no exterior, mas Felipão valoriza sua capacidade de atacar e defender com intensidade. Deve ser titular do time, ao lado de Neymar e Fred.

Bernard (Shakhtar Donetsk), 21 anos, 11 jogos.
Ajudou o Atlético Mineiro a conquistar seu primeiro título da Copa Libertadores e depois foi contratado pelo Shakhtar. Deve ter um papel importante como um substituto que pode surpreender adversários com velocidade e dribles. Ele é um dos queridinhos de Felipão, que disse que o jogador tem "alegria nas pernas".

(Por Andrew Downie, em São Paulo, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

Leia mais em: http://zip.net/bjnFc3

http://noticias.bol.uol.com.br



terça-feira, 10 de junho de 2014

Brasil: Uma revelação bombástica...

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Dinheiro p'ra portos em Cuba, grana perdida no caso 
Pasadena( rombo na Petrobrás), milhões para o Congo!.
..
E agora, literalmente, bola fora na Copa!... 
Gastos e mais gastos...



José Casado - O Globo - 10/06/2014
Crescem suspeitas sobre contratos de US$ 1,1 bilhão concedidos a uma empresa brasileira pela cleptocracia do Congo, que recebeu o perdão de 79% da dívida do país
Numa tarde de quarta-feira de um ano atrás, 22 de maio, Dilma Rousseff pediu e o Senado concedeu, sem debate, perdão sobre 79% da dívida que o Congo-Brazzaville mantinha pendente com o Brasil há quatro décadas.O débito somava US$ 353 milhões. O governo brasileiro renunciou a US$ 278 milhões. Aceitou receber US$ 68,8 milhões — em até 20 parcelas trimestrais até 2019 —, do país que é o quarto maior produtor de petróleo da África. 
O perdão de Dilma foi o desfecho de uma operação iniciada em 2005 no Ministério da Fazenda, sob o comando de Antonio Palocci. O objetivo era abrir caminho para empreitadas privadas brasileiras no Congo-Brazzaville.
Cravado no coração africano, tem o tamanho de Goiás. É referência no mapa de produção de petróleo e se destaca na rota dos diamantes “de sangue” — sem origem —, moeda corrente no submundo de armas e do narcotráfico.
Seus quatro milhões de habitantes sobrevivem com renda per capita (US$ 2.700) semelhante à do Paraguai. O poder local está concentrado no clã de Denis Sassou Nguesso, de 71 anos, que se tornou um dos mais longevos cleptocratas africanos. Ex-pobres, os Nguesso detêm bilionário patrimônio no qual constam 66 imóveis de luxo na França, em áreas nobres do eixo Paris-Provence-Riviera — segundo documentos de tribunais de Londres e Paris.
O herdeiro político, Denis Christel Nguesso, dirige os negócios do petróleo e tem peculiar apreço pela ostentação: extratos de seuscartões de crédito, anexados a processos por corrupção na França e no Reino Unido, sugerem uma rotina de extravagâncias na compra de roupas no circuito Paris-Mônaco-Marbella-Dubai. Para a Justiça britânica é óbvio que ele é financiado “pelos lucros secretos obtidos em negociações da estatal de petróleo”, como afirmou o juiz Stanley Burnton em sentença.
Os Nguesso têm intensificado seus laços com o Brasil. Com o perdão da dívida caloteada nos anos 70, o clã congolês já entregou US$ 1 bilhão em contratos ao grupo Asperbrás, controlado pelos empresários José Roberto e Francisco Carlos Jorge Colnaghi, de Penápolis (SP), cuja receita com a venda de tubos e conexões no mercado brasileiro foi de US$ 15 milhões no ano passado.
Do total contratado, US$ 400 milhões foram para perfuração de quatro mil poços artesianos. O preço médio (US$ 100 mil por furo) ficou dez vezes acima do que é pago pelos países vizinhos. Outros US$ 200 milhões foram destinados a um mapeamento geológico por fotografia, nove vezes mais caro do que o similar executado em Camarões com crédito do Banco Mundial. E houve mais US$ 500 milhões para a construção de alguns galpões industriais em área próxima da capital.
A oposição e organizações civis internacionais com atividade no país estão convencidas de que os Nguesso agregaram a Asperbrás aos seus interesses patrimoniais. Os Colnaghi têm crescido em negócios centro-africanos, às vezes apoiados pelo empresário Maxime Gandzion, predileto dos Nguesso para contratos de petróleo. No Brasil mantêm relações fluidas com Palocci, um dos mais discretos caciques do PT, ex-ministro e chefe da campanha eleitoral de Lula em 2002 e de Dilma em 2010. Costumam emprestar-lhe aviões da frota familiar, especialmente um modelo Citation (prefixo PT-XAC).
# averdadesufocada.com

Abdoul Mbaye é o novo chefe do governo do Senegal

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...





Abdoul Mbaye tornou-se hoje o novo Primeiro Ministro senegalês. Empresário e antigo banqueiro, tem 59 anos de idade, é pouco conhecido do público, mas tem a reputação de ser rigoroso. Prioridade absoluta: o saneamento da economia do seu País.

Abdoul Mbaye é o primeiro chefe do Governo senegalês da era pós-Abdoulaye Wade, e deseja fazer uma ruptura da gestão pública do seu País. Primeira decisão importante: Reduzir para 25 membros o novo elenco governativo.
As suas prioridades são o ensino, a saúde, e a baixa dos preços de produtos de primeira necessidade.
O espinhoso problema da Casamança, no Sul do País - a braços com uma rebelião independentista há cerca de trinta anos - será outra das suas prioridades, como tinha sido anunciado pelo recém eleito Presidente Macky Sall, durante a campanha eleitoral.
Ahmed Kébé, Professor na Universidade Cheikh Anta Diop, em Dacar, falou à RFI do novo chefe do executivo senegalês, começando por fazer o seu perfil.

# rfi.fr

Nigéria: Boko Haram suspeito de ter levado uma vintena de meninas.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Des troupes nigérianes circulent dans le village de Baga le 31 mars 2014.
Tropas nigerianas patrulhando as ruas da cidade de Baga em 31 de março de 2014@ AFP.


Pelo menos vinte mulheres jovens foram sequestradas no sábado, no nordeste da Nigéria por supostos membros do Boko Haram. O seqüestro ocorreu perto de Chibok, a cidade onde mais de 200 estudantes foram levadas para há quase dois meses.

Os números ainda não são precisos, mas pelo menos uma dúzia de jovens foram raptadas no sábado, 7 de junho, próximo a Chibok no nordeste da Nigéria, por supostos membros do grupo terrorista Boko Haram. Este novo seqüestro ocorreu em uma comunidade Fulani na aldeia de Garkin e seus arredores, a 8 km de Chibok, onde mais de 200 estudantes do ensino médio tinham sido reptadas em meados de abril.

"De acordo com as informações disponíveis, os homens armados chegaram pouco antes do meio-dia (11:00 GMT), e capturaram 20 mulheres e três homens jovens que guardavam a aldeia, disse Alhaji Tar, um membro de uma milícia de auto-defesa local. Todos os homens tinham ido ao campo para pastar os seus rebanhos quando os seqüestradores chegaram. "

Nigéria: confrontos em Kano após a nomeação de Lamido Sanusi como emir.

O medo de represálias
Informações variam de acordo com o número de mulheres raptadas neste acampamento nômade de Fulani, um grupo étnico predominantemente muçulmano. Nenhum contato foi estabelecido com os seqüestradores. Mas uma fonte dentro da Comissão Nacional de Direitos Humanos declarou que "nenhuma criança havia sido raptada" e que as mulheres seqüestradas "tinham entre 15-30 anos." Por sua vez, um funcionário local da Associação de Criadores de rebanhos (Peul) Miyetti Allah da Nigéria (Macban) afirmou que 40 mães jovens foram levadas em veículos "para um destino desconhecido."

Segundo ele, os sequestros similares ocorreram nesta região, mas as pessoas têm muito medo de falar por medo de represálias. "Esta não é a primeira vez que as mulheres são raptadas na região. Elas são liberadas somente quando nós pagamos o resgate com gado aos sequestradores", ele disse. "Eles vêm batem-a-porta, raptando mulheres e jovens. Então elas são levadas para seus veículos e demandam como resgate entre 30 e 40 vacas para a sua libertação", disse ele. De acordo com ele, os moradores pagam o resgate, mas não informam as autoridades.

Boko Haram intensificou seu ataque
Um funcionário do governo do Estado de Borno, disse solicitando o anonimato, que as autoridades estavam cientes do sequestro no sábado, mas negaram terem sido informados de seqüestros anteriores. "Esta é a primeira vez que ouvimos falar de sequestros de mulheres Fulani e procuram estabelecer as circunstâncias do rapto", ele disse.

Nem o exército nigeriano e nem a polícia ainda tinha respondido. Coordenador Mike Omeri do National Clearinghouse, um serviço do Ministério da Informação, por sua vez, indicou que não tinha recebido nenhuma informação sobre esses sequestros.

Desde o sequestro de estudantes em 14 de abril, o Boko Haram tem intensificado seus esforços, particularmente no Estado de Borno, onde a organização atacou pelo menos quatro aldeias na semana passada, deixando centenas de mortos. O exército nigeriano disse, segunda-feira, que havia impedido os ataques "maciços" em aldeias em Borno e Adamawa, no último fim de semana na parte nordeste.

# jeuneafrique (Com AFP)

Total de visualizações de página