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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 23 de junho de 2015

Economia cubana cresce segundo o previsto.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Produto Interno Bruto (PIB) de Cuba vai crescer pouco mais de 4% no primeiro semestre de 2015, segundo confirmou na sexta-feira, 19 de junho, o ministro da Economia e Planejamento, Marino Murillo Jorge, durante a reunião do Conselho de Ministros, na qual foi avaliado o desempenho da economia cubana nestes seis meses e as previsões para o final do ano.
Em comparação com 2014, todas as atividades devem crescer e os valores mais elevados estão concentrados na indústria açucareira e na indústria transformadora, na construção e o comércio. Os descumprimentos estão localizados, principalmente, nos transportes, armazenagem e comunicações.
A balança comercial apresenta um desempenho positivo durante o ano. Embora, comentou Murillo Jorge, não deixam de estar presentes as tensões noFINANCIAMENTO externo.
Isso significa que permaneceu instável a presença de vários produtos alimentares na rede de lojas em moeda estrangeira, porque a produção nacional é insuficiente, bem como as importações para o mercado interno de produtos como o queijo, frango, enchidos, carne picada e salsichas. Com o objetivo de dar solução a este déficit foram atribuídos mais de 40 milhões de dólares para a compra de tais mercadorias.
Referiram-se, também, os problemas apresentados no transporte de cargas que têm causado danos no comportamento da economia.
Segundo informações, até o mês de março tinha sido pago por demoras nos portos de contêineres e navios mais de 2,1 milhões de dólares, uma parte significativa dos quais é associada às dificuldades do transporte.
O Ministro da Economia e Planejamento indicou como causas desses danos à não realização dosINVESTIMENTOS previstos para 2014 e 2015; falta de peças e agregados; problemas nas oficinas de prestação de serviços; persistentes problemas organizacionais e baixa disponibilidade técnica do transporte ferroviário e rodoviário.
Por conseguinte, adotou-se o acordo de rever de maneira integral a organização e acondicionamento do transporte de cargas, a reparação e manutenção do conjunto de meios automotores e ferroviários e avaliar o funcionamento do mecanismo porto-transporte-economia interna.
Sobre osINVESTIMENTOS soube-se que, tal como em anos anteriores, a execução do plano tem como centro o segundo semestre e se estima que para o final de 2015 o descumprimento deve andar em torno de 7,7%. Quanto a esse tema, Murillo Jorge considerou que deve avançar, aos poucos, na elaboração de um plano, de maneira tal que todas as condições e capacidades estejam criadas desde o ano anterior, pois agora se torna evidente que, praticamente, se perdem os primeiros meses à espera da chegada dos recursos.
Na construção de moradias informou-se que se prevê cumprir o plano estatal. Através dos esforços da população se estima que no primeiro semestre devem ser acabadas umas 6 mil e umas 17 mil ao encerrar o ano, com o que se supera em 5.301 as construídas em 2014. Em ações de reabilitação e conservação com esforço próprio se espera registrar um cumprimento de 109%, estando associado a isso o aumento das vendas de materiais de construção à população.
No item dasRESERVAS hídricas, Murillo indicou que “no final do mês de maio, os reservatórios armazenavam por volta de 3,36 bilhões de metros cúbicos (37% da capacidade total), o que representa 1.347 bilhão de metros cúbicos menos do que no mesmo período do ano passado”. Por isso, o funcionário fez um apelo para a necessidade de poupar este recurso em todos os territórios, não só naqueles como Santiago de Cuba (34%), Guantánamo (36%) e Pinar del Rio (55%) que apresentam a situação mais desfavorável.
No semestre examinado, a ocupação trabalhista tem um comportamento equivalente ao do período anterior. O salário médio cresce a partir dos aumentos efetuados, principalmente no setor da saúde, no segundo semestre de 2014, enquanto a produtividade do trabalho aumentou 5,3%.
O ministro disse que a produtividade e o salário médios têm uma correlação favorável no sistema empresarial. Além disso, ao longo do semestre e do ano se preveem cumprimentos nas utilidades.
Mais adiante, Murillo Jorge se referiu ao Orçamento do Estado e informou que ao findar o ano o déficit fiscal será de 4,2% do PIB, menor do que tinha sido previsto, que era de 6,2%.
Finalmente, quanto à projeção para o ano 2016 Murillo comentou que “se preveem metas cujo alcance depende de ações a serem implementadas a partir de agora, quer dizer, criação de infraestruturas, aumento da capacidade de construção e transporte, fornecimento de recursos que contribuam para o desenvolvimento, as energias renováveis, o setor das exportações e a substituição de importações, para o qual foi adotado um conjunto de medidas”.
A economia tem um bom ritmo de crescimento. “Estamos em condições de terminar bem o ano, mas temos que continuar trabalhando duro”, acrescentou.
LIQUIDAÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO DO ANO 2014
As receitas para o Orçamento do Estado, no ano passado, foram de 47 bilhões de pesos, o que significa 103% acima do plano, disse a ministra das Finanças e Preços, Lina Pedraza Rodríguez, ao informar na reunião do Conselho de Ministros acerca do resultado final do Orçamento do Estado para o ano 2014.
Nas receitas totais, os valores mais elevados foram recolhidos no item dos impostos de circulação e vendas, bem como imposto sobre os lucros.
As despesas totais foram de 49 bilhões de pesos, para um cumprimento de 98%. Ao setor subsididado pelo Orçamento foram destinados 33 bilhões, dos quais 9 bilhões para a Saúde Pública, Educação: 8 bilhões e 1.6 bilhão para a Cultura, Artes e Esportes.
Sobre o orçamento dedicado à Previdência Social, a ministra disse que as despesas foram em torno dos 6 bilhões de pesos. “Desse total, 65% foi financiado através da contribuição para a Previdência Social, que está em sintonia com a 165º Diretriz, aprovada no 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba, que propõe reduzir a participação do Orçamento do Estado no financiamento da Previdência Social”.
Os membros do Conselho de Ministros aprovaram o relatório de liquidação do Orçamento do Estado para o ano 2014, que deve ser apresentado na próxima sessão da Assembleia Nacional do Poder Popular.
Mais tarde, a Controladoria Geral da República de Cuba informou acerca da realização de 117 ações de controle da liquidação e elaboração do Orçamento do Estado para os anos 2014 e 2015.
A Controladora Geral, Gladys Bejerano Portela disse que se cumpre o regulamentado pela Lei 117 do Orçamento do Estado para o ano 2014, embora se verificasse que as principais deficiências estão nas entidades de base, associadas ao registro, monitoramento e análise do orçamento, limitando o uso racional desses recursos.
A ministra explicou que nessas avaliações ficou a nu a insuficiente capacitação do pessoal das Secretarias Municipais das Finanças e Preços, bem como das unidades orçamentadas; a flutuação dos técnicos e gestores e os quadros de pessoal incompletos, que dificultam o cumprimento das tarefas.
Nesse sentido, a Controladora recomendou ao Ministério das Finanças e Preços desenhar um procedimento de trabalho para melhorar o processo de elaboração e apresentação da proposta de Lei do Orçamento do Estado; atualizar os métodos de controle interno e a manutenção das atividades de formação para gestores e trabalhadores envolvidos nestas atividades.
CONTROLE AO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO INTERIOR
Os membros do Conselho de Ministros receberam informações acerca dos resultados do primeiro Controle Integral Estatal realizado ao Ministério do Comércio Interior (Mincin), durante o qual foram visitadas 288 entidades, número que representa 80% das entidades que possui o Mincin.
Verificou-se que este ministério havia identificado os principais problemas. Embora reconhecendo a complexidade das políticas e programas dos quais o Mincin é reitor ou participa, Bejerano Portela assinalou que seus mecanismos de supervisão e de controle são ainda insuficientes: “Fazemos esta asseveração a partir das deficiências descobertas e dos modos de operação reiterados e que afetam a qualidade dos serviços à população”.
Verificaram-se descumprimentos das instruções do controle interno e ineficácia dos esforços para tratar e prevenir a ocorrência de delitos, ilegalidades e manifestações de corrupção.
O maior número de irregularidades foi descoberto nas atividades de segurança e proteção, transporte, inventários, combustível, salários e contabilidade.
A ministra do Mincin, Mary Blanca Ortega Barredo, comentou que para cada um dos problemas identificados foi elaborado um plano de medidas corretivas, que vão paralelamente com um trabalho para atrair melhores dirigentes e especialistas ao sistema.
SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
O ministro da Saúde Pública, Roberto Morales Ojeda, informou sobre a situação epidemiológica no país, a qual, segundo ele, está em melhor forma do que no ano passado e se deve dar um acompanhamento preciso nos próximos meses, incluindo os meses das férias.
O ministro indicou que as doenças diarréicas agudas reduziram sua incidência em 28,7%. Também se manteve uma tendência na diminuição dos focos do mosquito Aedes aegypti e o diagnóstico do dengue caiu 87,9% em relação a 2014, embora a transmissão da doença se mantenha, mas com taxas muito baixas, nos municípios capitais de Santiago, Holguín e Sancti Spiritus e em San Miguel del Padrón, na capital do país.
O ministro alertou que várias doenças estão sujeitas a vigilância extrema, devido à complexidade da situação internacional, com o objetivo de evitar sua introdução no país. Ele citou o Ebola, a ‘influenza pandêmica’, a síndrome respiratória do Oriente Médio, a febre do vírus Zika, a gripe aviária e o chikungunya.
Finalmente, comentou que se reforçam as medidas internacionais de controle sanitário internacional, bem como o sistema de vigilância clínica, epidemiológica e ambiental no país.
Exortou a elevar a exigência da inspeção sanitária estatal, de acordo com os riscos presentes, aumentar a vigilância sobre a água e os alimentos e desenvolver intensamente ações de controle dos agentes transmissores.
“Também se trabalha para garantir a venda de hipoclorito nas farmácias e garantir a cloração adequada das redes de água potável e as fontes de abastecimento”.
#granma.cu

Costa do Marfim: Os preparativos para presidencial de 2015: A CEDEAO saúda o compromisso e a dedicação da CEI - Comissão Eleitoral Independente.

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Na perspectiva das eleições de 2015 na Costa do Marfim, uma missão exploratória da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) tem a intenção de absorver os preparativos para a eleição presidencial. A delegação liderada pelo General Siaka Sangaré da CEDEAO é composta de 10 pessoas que tiveram uma sessão de trabalho nesta terça-feira, 23 de junho de 2015, em Abidjan, com o bureau da Comissão Eleitoral Independente (CEI).

A delegação da CEDEAO, o Presidente do CEI, Youssouf Bakayoko fez um balanço das atividades de sua instituição. Igualmente, ele explicou aos visitantes que a CEI é o resultado de um consenso entre os atores políticos da Costa do Marfim. Além disso, ele disse-lhes que a Comissão está em fase de revisão da lista eleitoral, que começou em 1 de Junho e terminará a 30 de junho de 2015.

Por sua parte, o General Sangaré disse que a lista eleitoral deve ser inclusiva, embora não haja lista perfeita. No entanto, disse ele, que os cadernos eleitorais devem garantir a igualdade de oportunidades para todos.
A delegação da CEDEAO, enfatizou dizendo ter encontrado o presidente Bakayoko e o seu gabinete decididamente empenhados nos preparativos para a eleição presidencial. ... Leia o artigo completo sobre Fraternité Matin

#abidjan.net

GUINÉ-CONACRY: ALLIANÇA RPG-PEDN - Lansana Kouyaté nega o PEDN.

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De acordo com algumas informações reportando que a reaproximação do seu partido ao RPG, o partido no poder na véspera das eleições presidenciais de 2015, o ex-primeiro-ministro, Lansana Kouyaté foi rápido em relatar a negação esperada.



O presidente do Partido da Esperança para o Desenvolvimento Nacional (PEDN) - " Le président du Parti de l’Espoir pour le Développement National (PEDN) ", Lansana Kouyaté tem simplesmente declarado que todas as informações relativas a qualquer aliança com o campo presidencial, são completamente imprecisas.
O líder do PEDN assinalou igualmente que já está habituado com esses tipos de problemas, onde, segundo ele, alguns indivíduos mal intencionados buscam a qualquer preço fazer desacreditar o seu partido. '' Que as pessoas saibam que o meu partido não funciona neste tipo de confusão. Ao decidir pertencer a um campo político, é porque temos as mesmas convicções políticas, '' ele disse.
Referindo-se aos rumores de que ele poderia ter tido conversas com o presidente Alpha Condé, o líder do PEDN respondeu que  "Não! "

Sem comentários.

De: Mariam Sylla para GCI
2015-GuineeConakry.Info

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Togo: o mistério do Presidente eleito Faure Gnassingbé.

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A última aparição pública de Faure Gnassingbé remonta a 5 de Junho. Duas semanas depois, a posição do chefe de Estado permanece um mistério, enquanto o Togo e a sub-região farfalham rumores alarmistas.

"Diga-me se você sabe o paradeiro do presidente. Eu mesmo estou sem novidades há mais de duas últimas semanas ", disse em 22 de junho a JeuneAfrique um conselheiro muito próximo ao chefe de Estado togolês. De fato, a especulação sobre a saúde atual de Faure Gnassingbé vão indo bem. Especialmente em redes sociais, mas não somente.

Visto pela última vez em público em 05 de junho de 2015 - ele foi, em seguida, para Accra onde visitou sobreviventes da explosão de um posto de gasolina - o chefe de Estado eleito no final de abril para um terceiro mandato de cinco anos permanece invisível ao longo de duas semanas. Mesmo alguns de seus pares na sub-região estão começando a se preocupar.

Preocupações na África Ocidental

"Muitos chefe dos Estados Oeste Africano tentaram, sem sucesso, chegar ao seu colega togolês, especialmente desde que a sua ausência após a 25ª cimeira ordinária  da União Africana, que foi realizada em 14 e 15 de Junho de 2015, em Joanesburgo," disse a JeuneAfrique uma fonte diplomática altamente localizada. De fato, em uma área que tem enfrentado várias crises graves, como do Mali, portanto, nenhum líder vai querer reviver o estresse da sucessão de Gnassingbé Eyadema em 2005.

Em 16 de junho, portanto, a Vitória Dogbé, diretora do gabinete presidencial, assegurou que tudo caminha para melhor. "O presidente está passando bem e tem trabalhado com alguns funcionários durante todo o dia." Alguns dias mais tarde, a edição online do Foco Info, um jornal local geralmente bem informada das novidades do palácio de Lomé II, refez os rumores alarmistas de Faure Gnassingbé, e indicou que ele não estava presente apenas na capital togolesa, mas ele tinha feito a sua corrida habitual com um de seus amigos mais próximos, o chefe da sucursal de uma grande empresa multinacional em Lomé.

Notícias tranquilizadoras?

Uma fonte próxima à família presidencial também assegurou nesta segunda-feira, 22 de junho, a JeuneAfrique que Faure Gnassingbé estaria bem em Lomé e "muito saudável". Nenhum comentário no entanto, foi filtrado, mesmo em off sobre os rumores de AVC do qual ele seria vítima. Por outro lado,disseram que o « Patrão » teria transmitido a mensagem aos seus colaboradores mais próximos para não comunicarem nada sobre sua situação e que "deixassem os adeptos de boatos fantasiosos continuarem seu trabalho macabro." Alguns ministros, contactados por nós, se recusaram sequer a tocar no assunto, explicando que não passa da "mesquinhez de algumas pessoas que querem enfrentar a morte em vez da vida."

#jeuneafrique.com

Viúva de 'Che Guevara da África - Thomas Sankara " ainda procura a verdade de sua morte.

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Mariam Sankara, viúva do ex-presidente Thomas Sankara, conhecido como o pai da revolução em Burkina Faso. Ela fala à AFP em Ouagadougou, em 20 de maio de 2015. FOTO | AFP

Quase três décadas depois do assassinato do ex-presidente icônico do Burkina Faso Thomas Sankara, sua viúva Mariam ainda está fazendo campanha para esclarecer completamente sua morte em 1987.

"Eu não desisti, eu não vou desistir até que a verdade seja conhecida," aos 62 de idade, ela falou para à AFP em uma rara entrevista durante uma visita a Paris.

A viúva do ex-capitão do exército revolucionário, que lançou um ambicioso programa anti-imperialista para a mudança social e econômica durante seus quatro anos no poder, ela vivia no exílio em Montpellier, no sul da França, desde 1990.

Sankara, que notoriamente mudou o nome da ex-colônia francesa de Alto Volta para Burkina Faso ('Terra da Barra Vertical "), foi deposto em um golpe liderado por seu ex-cunhado, Blaise Compaoré.

Sankara e outros 12 foram mortos e enterrados às pressas durante o golpe de Estado em circunstâncias que ainda permanecem obscuras.

Esta semana, Mariam Sankara viajou a Paris para pedir aos legisladores franceses para lançarem um inquérito parlamentar sobre as circunstâncias da morte de seu marido.

Vários países ocidentais e africanos, incluindo os Estados Unidos, França, Líbia, Costa do Marfim e Libéria, são objectos de rumores de que  teriam dado uma mão na expulsão do homem apelidado de "Che Guevara" de África.

Mas há anos que a mera menção de seu nome era como uma bandeira vermelha para as autoridades em Burkina Faso, onde as chamadas para uma investigação sobre sua morte foram sumariamente arquivadas.

Desesperada para manter o caso aos olhos do público, apesar do apagão, Mariam Sankara entrou com uma queixa-crime contra os golpistas de 1997.

Mas provocou a expulsão de Compaoré, que após 27 anos no cargo, foi posto fora do cargo por manifestantes que agitavam fotos do ex-presidente Sankara em outubro de 2014, e fizeram o caso ganhar impulso.

Em março, as autoridades de transição do estado Oeste Africano finalmente lançaram uma investigação sobre sua morte.

Mariam Sankara foi interrogada em conexão com o caso ocorrido em maio - um divisor de águas para a ex-primeira-dama.

"Eu tinha a impressão de que o magistrado realmente queria chegar a fundo no assunto. Só espero que corra bem", disse a viúva de rosto redondo em um kaftan colorido com um envoltório principal correspondente.

Restos exumados

Como parte da investigação, os restos de Sankara foram exumados no final de maio, junto com as de seus companheiros mortos.

Além de identificar os corpos, a operação tem como objetivo determinar a causa da sua morte ", porque dizem que foi certificado que ele morreu de morte natural," disse a Sra Sankara.

Ela espera que a ex-potência colonial, a França também possa ajudar a responder as perguntas.

"A França foi citada como um possível cúmplice no assassinato. Se abrirmos os arquivos saberemos quem é responsável", disse ela, na voz calma, mas determinada.

"É do interesse da França, do Burkina Faso e de toda a África que a verdade seja conhecida".

Sra Sankara disse que ela escreveu para os três presidentes franceses sobre o assunto: Jacques Chirac, Nicolas Sarkozy e actual líder, François Hollande.

Chirac e Sarkozy ambos responderam com promessas para evitar qualquer intromissão dos franceses nos assuntos do Burkina Faso. Hollande ainda tem de responder, disse ela.

Ela espera que os deputados franceses vão aceitar o seu pedido de inquérito no parlamento, mas reconhece que será "difícil" - dois anteriores pedidos de legisladores do Burkina Faso ficaram sem resposta.

A Sra Sankara recebeu uma recepção de herói em seu retorno ao Burkina Faso em maio para a exumação da sepultura de seu marido, mas ao se aposentar, a ex-primeira-dama insistiu que ela não tem ambições políticas.

"Eu não me vejo em um papel político", disse ela, notando que os apoiantes de Sankara já têm um candidato à presidência nas eleições de Outubro, é o Benewende Sankara, que não tem nenhuma relação com o falecido.

Mas ela tem declinado para votar e pode fazer campanha para o outro Sankara. Ela também está ponderando pensamentos de um retorno permanente ao Burkina Faso.

"Eu vou voltar para Burkina algum dia. Minha mãe está lá, meus irmãos estão lá. Eu vou voltar", disse ela.

Seus dois filhos, Philippe e Auguste, que agora estão na casa dos trinta e vivem nos Estados Unidos, podem se juntar a ela, ela não diz.

"Eles são Burkinabés, todos nós permanecemos Burkinabés."

AFP

Papa afirma que imigrantes não devem ser tratados como mercadoria.

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"O espetáculo dos últimos dias, destes seres humanos tratados como mercadorias, nos faz chorar", disse o pontífice.


"O espetáculo dos últimos dias, destes seres humanos tratados como mercadorias, nos faz chorar", disse o pontífice em um discurso a representantes do mundo do trabalho na 'Piazzetta Reale'. 

No momento em que a União Europeia (UE) se encontra dividida a respeito de como receber os migrantes, o papa criticou mais uma vez as manifestações de rejeição aos imigrantes, em particular no norte industrial italiano.

"Se a imigração aumenta a concorrência (econômica), não se pode culpar (os migrantes) por isto, porque são vítimas da injustiça, da economia da rejeição e das guerras. Os seres humanos não devem ser tratados como mercadoria", declarou. 

No momento de maior simbolismo religioso da visita, Francisco ficou diante do Santo Sudário, um lençol que teria envolto o corpo de Jesus Cristo. O objeto está exposto ao público na catedral de São João Batista de Turim até 24 de junho. 

Desde 19 de abril, 1,2 milhão de pessoas compareceram ao local para observar o Santo Sudário, que Francisco, assim como os antecessores, chamou de 'ícone', representação que permite aos fiéis aproximar-se do mistério da Paixão de Cristo. O pontífice criticou ainda alguns dos males da Itália.

"Não à corrupção, que hoje é tão frequente que parece ter se transformado em um comportamento normal, não às conexões mafiosas, às fraudes, aos subornos". 

"Não a uma economia do desperdício", completou, antes de afirmar que atualmente se descarta rapidamente quem não produz, seguindo o modelo de "usar e largar".

Em Turim, "os excluídos que vivem na pobreza absoluta representam quase 10% da população. Se exclui as crianças - uma taxa de natalidade zero -, os idosos e agora os jovens: mais de 40% destes não têm emprego", denunciou o pontífice.

"As crianças e os idosos são a promessa e a riqueza de um povo", disse, antes de pedir aos italianos que demonstrem "coragem", apesar da crise.

Na homilia na praça Vittorio, o papa emocionou os moradores ao mencionar símbolos fortes da cultura regional, sobre os quais sua avó Rosa falava em Buenos Aires quando ele era criança. 

Durante o Angelus, o papa foi muito aplaudido quando se declarou "neto" de Piamonte, diante de 60 mil fiéis na praça Vittorio, no centro da cidade. 

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Jorge Bergoglio nasceu em Buenos Aires em 1936. Alguns anos antes, sua família paterna deixou Portacomaro, uma localidade de Piamonte, próxima de Asti, para morar na Argentina.

Com um almoço privado com detentos, moradores de rua e uma família cigana, Francisco também celebrou o bicentenário de São João Bosco, grande figura do catolicismo italiano e de Piamonte, "apóstolo dos jovens", que se dedicou à educação das crianças desfavorecidas e fundou a congregação dos salesianos.
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domingo, 21 de junho de 2015

Guiné-Conacry: Moussa Dadis Camara, "Cellou Dalein Diallo e eu trocamos idéias".

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Moussa Dadis Camara © AFP

Moussa Dadis Camara, o ex-chefe da junta militar na Guiné, encontrou-se ontem com um dos principais líderes da oposição, Cellou Dalein Diallo, em Ouagadougou, Burkina Faso. Ele relata seu encontro a Jeune Afrique.

Para a surpresa de todos, no mês passado, Moussa Dadis Camara anunciou sua candidatura para a eleição presidencial guineense sob a bandeira das Forças Patrióticas para a Democracia e o Desenvolvimento (FPDD) - um partido criado em dezembro de 2014. Ele anunciou do mesmo modo, o seu retorno ao país. No exílio, em Ouagadougou, Burkina Faso, desde 2010, o ex-chefe da junta militar parece hoje mais do que nunca, pronto para desempenhar o seu papel. Ontem, ele falou longamente em Ouagadougou com o líder da União das Forças Democráticas da Guiné (UFDG) Cellou Dalein Diallo. Por quê? E o que eles conversaram? O ex-capitão respondeu às perguntas de Jeune Afrique.

Jeune Afrique: Qual foi o motivo do vosso encontro com o líder da UFDG, Cellou Dalein Diallo?

Moussa Dadis Camara: Graças a esse encontro, nós mostramos que a Guiné pertence a todos os guineenses, a todas as comunidades e grupos étnicos que a compõem. Meu objetivo é lutar contra aqueles que fazem crescer perigosamente o etnocentrismo e pensam que somente um grupo étnico pode estar no poder. Eu aprendi muito com minhas experiências passadas e não vou aceitar mais a seguir líderes políticos que contaminam minha honra e impõem o regionalismo.

Jeune Afrique: Qual é a sua relação hoje com Cellou Dalein Diallo, que já estava na oposição quando você estava no comando do país (de Dezembro de 2008 - a Dezembro de 2009)?

Moussa Dadis Camara: O respeito é mútuo. Ele foi um dos primeiros líderes políticos a vir para me cumprimentar em Ouagadougou e nós nos vemos em seguida, regularmente. Tenho um grande respeito por ele. Não é orgulhoso, não. E estou ansioso para trabalhar com ele.

Jeune Afrique: O que você quer dizer com "trabalhar com ele? É uma aliança entre seu partido e o seu em via à eleição presidencial de outubro, é possível?

Vamos ver como os nossos partidos trabalharão juntos e se tornarão uma coligação ou não. Por agora, vamos trocar idéias. E elas convergem em diferentes níveis: situação política, económica e social. Ambas as partes irão combinar seus respectivos cargos políticos e proceder de acordo com as conclusões destes. Em segundo lugar, quero esclarecer que a minha porta está aberta a todos os partidos políticos na Guiné compostos por homens honestos e que colocam os interesses do povo guineense acima de tudo.

#jeuneafrique.com






Nigéria: Ansiedade em como o Presidente Buhari atrasa a nomeação dos ministros.

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Publicidade da Pointmen em relação ao presidente nigeriano Muhammadu Buhari, Alhaji Shehu Garba, saiu para explicar a lentidão de seu chefe em acelerar as nomeações pendentes para uma reestruturação dos ministérios.

Desde que assumiu o cargo há quase um mês, apenas dois postos foram preenchidos - os de Chefe de Protocolo e conselheiro para a media. deixando assim a nação em apreensão.

De acordo com Alhaji Shehu, a reestruturação está sendo liderada por Ahmed Joda, um confidente do presidente que presidiu a comissão de transição.

Um comitê de redução de custos presidido pelo então chefe do serviço público federal Stephen Orosanye, que tinha sido nomeado pelo ex-presidente Goodluck Jonathan, em 2012, nunca viu as suas recomendações implementadas.

O relatório de 800 páginas recomendando a eliminação de 102 agências legais dos atuais 263, abolição das 38 agências, incorporação de 52 e redução de ministérios para 14.

Ele também recomendou a suspensão do financiamento governamental das ordens profissionais e dos conselhos.

Gabinete reduzido

Dicas de dentro de sua administração sugerem que o Presidente Buhari pode querer o relatório de Orosanye incorporado ao relatório do deputado Joda.

Existem outras indicações de que ele poderia anunciar, ainda esta semana, a redução do número de ministérios dos atuais 42 para 19.

Também de acordo com o relatório de Orosanye, departamentos e agências podem ficar reduzidos consideravelmente. Cerca de 52 por cento dos departamentos e agências poderiam ser desmantelados.

Embora o presidente tinha garantido a aprovação do Senado para nomear 15 conselheiros especiais, apenas dois foram nomeados até agora - Sr. Femi Adeshina e Alhaji Shehu Garba, que são responsáveis pela gestão da imagem do presidente.

Alhaji Shehu disse que as mudanças planejadas podem ter causado o atraso nas nomeações, mas ele não deu mais detalhes.

#africareview.com

sábado, 20 de junho de 2015

Costa do Marfim: o Palácio da Cultura, em Abidjan foi restaurado e renovado pela China.

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O Palácio da Cultura, em Abidjan restaurado e renovado com o apoio financeiro do governo chinês e foi entregue às autoridades da Costa do Marfim neste sábado, em uma cerimônia presidida pelo primeiro-ministro marfinense Daniel Kablan Duncan e o embaixador chinês na Costa do Marfim, Zhang Guoqing.

O Palácio da Cultura, construído na década de 1990 graças ao financiamento chinês, foi destruído durante a violência pós-eleitoral de 2010-2011. Sua reabilitação custou 24 bilhões de francos CFA (USD 48 milhões) e foi iniciado em Junho de 2013.

O edifício é novo, tem uma nova cara com seu teatro de 2.800 lugares, a sala de concertos de 1.500 assentos, sua sala de arte dramática de 600 lugares, a sua sala de ensaios com 300 lugares e sala versátil, com 700 lugares.

O primeiro-ministro marfinense Daniel Kablan Duncan não deixou de observar as excelentes relações entre Costa do Marfim e a China, marcadas por muitas realizações como a construção de um centro de pesquisa e de luta contra a malária, a realização de instalações escolares e de saúde, reabilitação de edifícios públicos, a construção de uma barragem hidroeléctrica, a expansão do porto de Abidjan e a construção de um estádio olímpico.

Para o embaixador chinês, a reabilitação do Palácio da Cultura não é apenas "um símbolo da mais profunda amizade" entre Costa do Marfim e a China, mas também representa "um fim definitivo" da crise pós-Eleitoral e a "renovação" da Costa do Marfim.

"O novo Palácio da Cultura está equipado com sistemas de som, luminárias, teatro de grandes realizações no mesmo nível que os da ópera de Beijing", disse Zhang.

Ele revelou os testemunhos do "apoio e compreensão" entre China e Costa do Marfim em assuntos internacionais, mas também a sua "cooperação frutuosa" nos domínios económico, comercial, educacional, saúde, nas áreas de agricultura e infra-estrutura.

Ele disse que o governo chinês vai continuar a fornecer ajuda técnica e econômica "na medida do possível" para promover o desenvolvimento econômico e social.

#abidjan.net

O fugitivo ex-ministro Camaronês recebe prisão perpétua.

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O ex-ministro das Obras Públicas de Camarões - Dieudonne Ambassa Zang

O tribunal penal especial de Camarões condenou o ex-ministro das Obras Públicas do país, o Sr. Dieudonne Ambassa Zang, à prisão perpétua por corrupção.

Ele foi preso ao lado de um ex-trabalhador com contrato no ministério das Obras Públicas, Sr. Félix Debeauplan Mekongo Abega.

Os dois foram considerados culpados, nesta quinta-feira, de desviar FCFA 5,8 bilhões (cerca de 8,7 milhões de dólares) dos cofres públicos há uma década atrás, quando o Sr. Ambassa Zang exerceu cargo de ministro.

Tanto o senhor deputado Ambassa Zang e seu cúmplice foram condenados à revelia.

O ex-ministro deixou o país há cinco anos, como membro do parlamento, alegando que ele estava indo para um check-up médico na Europa. Mas ele nunca mais voltou.

O caso de corrupção foi aberto em sua ausência em 2013. O tribunal emitiu um mandado de prisão internacional para os dois homens.

Os relatórios dizem que ele confidenciou com alguns amigos de que ele estava sendo perseguido pelo governo Camaronês por razões políticas.

O veredicto do Tribunal

Quando o caso foi trazido pela primeira vez ao  tribunal há cerca de dez anos atrás, o parlamento ficou morno sobre o levantamento da sua imunidade parlamentar para que ele pudesse enfrentar a justiça.

O veredicto do tribunal proferido pelo Justiça por Yap Abdoul do tribunal penal especial que absolveu os outros três por falta de provas.

Jean Robert Mengue Meka que serviu como secretário permanente no Ministério das Obras Públicas sob a direcção de Sr. Abassa Zang, Sr. Henriette Simone Bikie Scholastique, ex-diretor de recursos humanos, e Sr. Pierre Germain Nnah Obono, ex-delegado divisional para a divisão superior de Nyong da região Leste, que foram libertados.

Enquanto na Europa, o ex-ministro tentou justificar-se através de declarações que foram publicadas em jornais e fontes de notícias on-line.

Em uma declaração antes de sua condenação, o Sr. Ambassa Zang disse que o julgamento foi "um prenúncio de um veredicto pesado contra mim, com as alegações finais da acusação [indicou]".
O Juiz Abdoul negou o provimento aos sentimentos, dizendo que o acusado disse que tinha optado por diatribes "em jornais que o tribunal não pode levar em conta".

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Estados Unidos: Barack Obama fará viagem a Etiópia em fins de julho.

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Presidente Barack Obama @ AFP

Presidente dos EUA, Barack Obama vai visitar a Etiópia no final de julho. Há nomeadamente reunir-se com funcionários da União Africano.

Presidente dos EUA, Barack Obama já anunciou em março que iria realizar em julho sua primeira visita oficial ao Quênia por ocasião da 6ª edição da Cúpula Global Entrepreneurship em Nairobi.

Uma visita simbólica já que para sua quarta viagem ao continente desde que ele chegou ao poder, será a primeira vez que ele vai visitar o país de seus ancestrais como presidente.

Depois disso, ele vai, portanto, na Etiópia, uma primeira vez para um presidente americano.

Em um comunicado, a Casa Branca vai lembrar o primeiro presidente negro dos Estados Unidos para "fortalecer os laços com os seus parceiros africanos e destacar seus esforços para trabalhar com os países e cidadãos da África sub-saariana para acelerar o crescimento económico , fortalecer as instituições democráticas e melhorar a segurança. "

Em sua primeira grande turnê na África sub-saariana em julho de 2013, Obama havia visitado Tanzânia, Senegal e África do Sul, mas não no Quênia ou a Etiópia.

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Guiné-Bissau: Protocolo de cooperação com o parlamento português.

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Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República de Portugal

A presidente da Assembleia da República de Portugal, Assunção Esteves, e o presidente da Assembleia Popular Nacional da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, assinaram um protocolo que prevê a colaboração no âmbito da redação de leis, boas práticas de gestão, apoio à Guiné-Bissau em equipamentos e aplicações informáticas, bem como no que respeita a formação.

«Encontrámos nos nossos irmãos portugueses a disponibilidade para caminharmos em conjunto"» destacou Cipriano Cassamá, durante a cerimónia de assinatura do acordo com que terminou a visita de três dias de Assunção Esteves à Guiné-Bissau.

«Têm um lugar cativo no nosso coração», concluiu.

A presidente do parlamento português reafirmou a ideia de que «a cooperação entre a Europa e África» passa pela «colaboração bilateral» entre Lisboa e Bissau - tal como já tinha referido ao discursar numa sessão plenária especial da assembleia guineense, na quinta-feira.

«Viemos ter consciência de África, dentro de África, não vista de um gabinete», sublinhou ao avaliar a visita em que manteve encontros à porta fechada com o Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, e com o primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.
Redação
#abola.pt

José Maria Neves visita Guiné-Bissau em Julho.

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José Maria Neves visita Guiné-Bissau em Julho

O Primeiro-ministro, José Maria Neves, visita oficialmente a Guiné-Bissau em Julho. Inicialmente a viagem estava prevista para o início deste mês, foi remarcada e vai acontecer a partir de 15 de Julho. José Maria Neves será acompanhado por uma vasta delegação governamental, empresarial e cultural.

Esta ida do Chefe do Governo cabo-verdiano ao país irmão enquadra-se no reforço das relações bilaterais entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau, potenciada com o reinício das ligações aéreas entre Praia e Bissau, e com a visita anterior de Simões Pereira ao nosso país acompanhado de uma importante delegação ministerial.
Falta definir a duração da estada de José Maria Neves na Guiné-Bissau. Entretanto sabe-se que as partes estão focadas, mais do que na cooperação inter-governamental, na vertente económico-empresarial, visando medidas concretas e que conduzam a “novos patamares” desta cooperação e para uma maior aproximação de dois povos irmãos e amigos.
Entre as áreas de eleição desta parceria entre os dois países estão ainda a reforma do Estado e da Administração Pública, a modernização e reforço da segurança social, a governação electrónica, bem como a formação profissional, o turismo, a economia marítima em geral, para que se possa aproveitar o potencial dos dois países.
#asemana.publ.cv

O Marfinense e ex-Executivo da FIFA nega " Suborno do Qatar"

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Sr. Jacques Anouma de Costa do Marfim. FOTO | BBC

O Marfinense e ex-Executivo da Fifa Jacques Anouma, disse à BBC que ele não aceitou o suborno de US $ 1,5 milhão equivalente a (£1 milhão) como lance para Copa do Mundo do Qatar para o ano 2022.

Sua negação ocorre em meio a uma investigação criminal levada a cabo pelo Ministério Público da Suíça para os lances da Copa do Mundo de 2018 e 2022. 

Sr. Anouma disse que a justiça deve agora ser deixada para prosseguir o seu trabalho. 

A investigação suíça segue o indiciamento de sete altos funcionários da Fifa, em maio, acusados de aceitar subornos e propinas estimados em mais de US $ 150 milhões. 

Sr. Anouma também disse que US $ 2 milhões foram pagos pelo Qatar para a Confederação de Futebol Africano (CAF) em 2010, antes da votação final da Copa do Mundo, o que não obriga os membros africanos a contribuir com o voto para a nação do Golfo. 

As negociações com funcionários do Catar para o suborno US $ 1,5 milhão são acusações de que o fato ocorreu em um hotel na capital angolana Luanda, durante o congresso anual da Caf em 2010. 

Mas o Sr. Anouma disse que não havia nenhuma maneira que poderia envolver-lhe, pois ele não estava no país na época.

Qatar nega todas as alegações de suborno em relação ao seu lance para a Copa do Mundo de 2022.

#africareview.com

GUINÉ-BISSAU: OPINIÃO - INIMIGOS DE NÓS PRÓPRIOS, SERÁ?

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Filomeno Pina - Nô Djagra

Torna-se cada vez mais necessário construir uma percepção realista, transparente, em matéria de consciência colectiva do perfil político, cultural e de carreira profissional dos nossos líderes. É urgente uma reflexão desta natureza, merecedora de debate amplo e alargado sobre -  quem nos deve governar - para percebermos obviamente este perfil cultural, assente nas características da personalidade ajustada ao individuo, no que toca ao seu desempenho, competência ao longo da sua carreira política e profissional na sociedade Guineense.

Queremos saber em que “pensamos” quando escolhemos, o que sabemos acerca de candidatos, - mas desta vez, tudo em cima da mesa - sem máscara e, às claras. 

Basta de pessoas com mau carácter e comportamento desviante, mas que nos são impostas para mandar, "aceites" no meio social como sendo pessoas de bem, quando isso é falso, sustentando a visibilidade manchada ou sob disfarce, impostor com modos negativos, agir tendencioso, protegendo o interesse pessoal, de grupos corruptos, estando sob influências ocultas dos lobby, a governar sob pressão, manipulado, pressionado e orientado para o uso deliberado da descriminação, exploração do património do Povo, agindo por influência do impulso invejoso, crenças irracionais, mau carácter e usando máscaras, para parecer pessoa idónea, quando não passa de uma representação teatral do individuo, que passa uma falsa imagem, com o objectivo de condicionar suas vítimas, nesta tentativa de passar por aquilo que não é na realidade, tendo afinal de verdadeiro, o facto de ser/serem falso/s político/s e sem carácter!

Os que fazem o Povo pagar caro pecados alheios, cometidos por incompetência e mau carácter de certos lideres, com fraco perfil para governar, os que fazem o que não devem, para alimentar fantasmas alheios, fantasmas dos insaciáveis companheiros de assalto "legal" ao Estado, centrados no umbigo, megalómanos, gente fria, arrogante, complexada, amantes do quero, posso e mando enquanto lideres Guineenses, ditando as regras de cima para baixo, contornando as elites do poder político e social de um pequeno grupo favorecido, em vez de servirem o Povo, servem-se! 

Este Povo só quer ser bem-mandado e por gente que evita os erros do passado, por gente com competência, que saiba fazer uma gestão empreendedora neste processo de desenvolvimento sustentado, gente com cabeça tronco e membros a favor do Povo, que saiba servir o Povo na justeza das necessidades, que as condições do País permitam neste momento, e com honestidade.

Para Ser e parecer - revolucionário - na presente conjuntura do nosso País - Basta Ser Honesto - no desempenho das funções à frente dos destinos do Povo, acredite Camarada.

Interrogo-me: em que medida somos nós próprios o "inimigo número um" da nossa realização pessoal e colectiva!?

Somando fracassos e frustrações em matéria de política de desenvolvimento do País, sublinho o facto de juntos (Guineenses) gerarmos quase sempre um ambiente de desconfiança entre nós. Movidos por suposições sem fundamento, dando aso ao uso da intriga, por receio de carácter invejoso e tendência para o uso da mentira com requintes de malvadez, estamos bloqueados pelo medo de sucesso do "vizinho" (se for Guineense) e, sobretudo, na elite do poder que nos tem governado ao longo de décadas. Estes foram sempre sensíveis à criação e uso a posteriori de boatos! Somente para tirar partido da reacção das suas vítimas, seguidamente, levando à desgraça pessoas e bens materiais, conseguida a partir da insegurança provocada sobre o individuo, os que previamente são seleccionados para "abater" na sociedade Guineenses e não só! Não vamos permitir mais tamanha loucura e comportamento criminoso, a continuarem impunes, gerando medo e o alastramento deste mal na sociedade Guineense.

Mais ainda, sublinhamos a necessidade de provocar uma estimulação do inconsciente colectivo, em certas questões pertinentes, por ex: percebermos porque valorizamos mais o que não temos ou pelo contrário, só valorizamos o que é nosso quando deixa de o ser! Passando a pertencer a outras mãos, só aí, infelizmente percebemos sem equívoco - o real valor - do que se perdeu a favor do rival e, já tarde demais. Frustrados, passamos a lamentar a oportunidade perdida de usufruirmos do que é nosso enquanto tal...

Na realidade em vez de produzirmos o - "Pão" - tendencialmente preferimos "importar" ou, ficar com as migalhas, i. é, daquilo que era nosso por natureza, mas que enquanto matéria prima, optamos por descuidar, preferimos fingir não saber, não-ver, para não confeccionar o - "Pão" - de fabrico nacional, feito por um Guineenses! É revoltante, é caso para parar e pensarmos - que inveja arcaica é esta - absolutamente infiltrada nas elites do poder, contagiando os menos atentos a este fenómeno, que instala a cultura de desconfiança ou criação de grupinhos, movidos pelo espírito de "não ser capaz", sem sermos mandados, ou manipulados de fora para dentro, sem o uso efectivo da liberdade, matando à nascença o espírito Guineense de empreendedorismo realista, a partir das verdadeiras necessidades do Povo.

No entanto, trabalhamos que nos fartamos (Guineenses) para enchermos os bolsos a "novos" proprietários daquilo que já foi ou ainda é nosso, absolutamente nacional, mais, implantado no território nacional, porquê assim?

Será falta de cultura de vitórias na nossa sociedade perante o mundo, ou será pela ausência de uma cultura de liderança capaz, sem psicose sentimental de décadas de subdesenvolvimento da sociedade Guineense, empurrando-nos a acreditar, que não somos capazes, i. é, se nos revirmos no perfil dos que nos governaram este tempo todo, conjugado com o impacto da ausência de sucesso e desenvolvimento do território nacional, não obstante a nova vaga de esperança que começa a desenhar-se no horizonte político, sem contudo deixar de fazer justiça ao que foi bem feito e separar as águas.

Concluímos, sem erro de interpretação, que o Guineense é capaz, com provas dadas em vários cantos deste planeta, mas um tributo pouco visível em CASA DA MÃE por desavenças e intrigas recriadas pelos próprios, que é preciso destruir, mudar de rumo, de mentalidade e, resgatando melhores ideias políticas de desenvolvimento sustentado, encaixadas num sistema emergente, actualizado, rumo ao progresso do País global. Um percurso possível, se escolhermos os líderes por Meritocracia, perfil de liderança positiva, saber escolher os bons amigos da Guiné-Bissau (os que querem ver o nosso País como a sua segunda Casa e não o lugar onde há-de ficar podre de rico, vasando logo de seguida) que queiram ajudar verdadeiramente o nosso Povo, nesta fase difícil em que o País está mergulhado, só. 

Pensar que o Guineense não é capaz, é reconhecer uma enorme ignorância em relação à verdadeira força deste Povo! Toda a confusão política que provocou o “para arranca” de outrora, já é passado, atingiu o seu limite máximo, mas hoje resta somente o virar da página e seguir em frente.
O contrário disto só prejudicou o ritmo de desenvolvimento, que em certa medida, teve seu ajustamento pela inércia e estagnação do País, embora constatando sinais de vitalidade e com boas promessas. A Guiné-Bissau acordou de um desmaio prolongado, comparado a um estado de coma induzido, para um novo estado de alma/alerta, em que acredita na motivação renovada, com criactividade e força do Guineense, para demonstrar que é capaz de implementar novo ritmo na presente conjuntura de desenvolvimento do País, sem dúvida!

Querendo mudar os erros do passado, com certeza que conseguimos mudar o que está mal, evitando o “fundamentalismo” de opinião em relação aos projectos em curso, há que admitir novas ideias, admitir a tolerância e a partilha de opiniões na reflexão continuada, orientada para servir o Povo e não o contrário, servir-se do Povo mais uma vez para resolver os “apetites” corruptos de uma minoria!

Trabalho de Equipa é trabalho individual feito em grupo! Logo, admite a proximidade, intercâmbio de experiências e aprendizagem constante, não há lugar para o fechamento ou rejeição, permite uma interacção transparente entre todos, beneficiando todos no enriquecimento do conhecimento, tal como, permite o isolamento atempado do “erro”, de modo a poder ser corregido atempadamente, antes mesmo de produzir o efeito malévolo com deficiências tardiamente detectadas.

O trabalho em grupo permite cedo descobrir, os menos preparados no desempenho esperado em conjunto/equipa, como também, todo o comportamento de crime que possa existir, fica mais a descoberto, logo usufruímos da possibilidade de se poder avisar o “mau” da fita a ter de se endireitar, antes que seja tarde, e ser preso ou denunciado!

“Se quem te avisa, teu amigo é”- o ladrão, corrupto ou inimigo, não pode levar a mal, este aviso. Viva a Guiné-Bissau, haja coragem e determinação, porque “Terra-Ramka” mesmo e o caminho faz-se, caminhando!


Djarama. Filomeno Pina.





quinta-feira, 18 de junho de 2015

Cabo Verde lidera índice de menos corruptos entre os lusófonos, Angola e Guiné-Bissau na cauda.

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Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International divulgado hoje.

Foto de Arquivo.

Cabo Verde é o país africano de língua portuguesa melhor colocado no índice de percepção da corrupção divulgado esta terça-feira, 16, pela organização internacional Transparency International. O arquipélago é segundo em África, sendo ultrapassado apenas pelo Botswana.  
Apesar de ter perdido um ponto em relação a 2014, Cabo Verde ocupa o 42º. lugar e, a nível dos países lusófonos, apenas Portugal está melhor colocado, na 31ª. posição.
No fim da cauda, entre os lusófonos, estão Angola e Guiné-Bissau, ambos na 161ª. posição.
Quanto aos demais países, Brasil ocupa o lugar 69, seguido de São Tomé e Príncipe(76), Moçambique(119) e Timor-Leste(133).
A Transparency International é uma organização não governamental, com sede em Berlim, que desevolve uma intensa luta contra a corrupção em todo o mundo.
O índice de percepção da corrupção, publicado anualmente, classifica os países numa lista que varia entre zero (muito corrupto) e 100(menos corruptos).
Nos primeiros lugares estão, como habitualmente,  Dinamarca, Nova Zelândia, Finlândia, Suécia, Noruega, Suíça, Singapura, Holanda, Luxemburgo e Canadá.
A nível africano, o país melhor colocado é o Botswana, na 31ª. posição.
#VOA

Moçambique: "É preciso que a RENAMO e o Governo se reconciliem de facto".

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Face ao aumento da tensão em Moçambique, com a polícia e a RENAMO a acusarem-se mutuamente de novos ataques, o analista Domingos do Rosário defende que é preciso resolver um "ódio estrutural".

Líder da RENAMO, Afonso Dhlakama (esq.), e Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, a 7 de fevereiro de 2015

Ao que tudo indica, os meios usados até agora para acabar com a crise político-militar em Moçambique foram ineficazes. Será que a nível interno já se esgotaram todas as possibilidades de contribuir para uma solução?
A DW África colocou essa e outras questões a Domingos do Rosário, analista político da Universidade Eduardo Mondlane.
Domingos do Rosário, analista político moçambicano
DW África: Como pôr fim ao monopólio das negociações, que praticamente estão nas mãos do Governo e da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO)?
Domingos do Rosário (DR): Muitos simples. Tudo se resume a duas palavras: paz e reconciliação. Isso não se atinge só repetindo essas palavras a toda a hora. É preciso que a RENAMO e o Governo se reconciliem de facto. Há um ódio estrutural entre a RENAMO e a FRELIMO [Frente de Libertação de Moçambique], que contribui fundamentalmente para que este teatro das negociações continue e não chegue a bom porto. Enquanto os dois partidos não se perdoarem por causa do conflito armado; enquanto a FRELIMO achar que a RENAMO estragou o seu projeto político para Moçambique e enquanto a RENAMO continuar a pensar que os membros da FRELIMO são todos uns comunistas, que não queriam um regime democrático, esse teatro vai persistir.
DW África: Mas como pôr fim a esse monopólio das negociações?
DR: A partir da altura em que os dois passarem a dialogar de uma maneira mais séria e quiserem, de facto, resolver os conflitos estruturais que os opõem.
DW África: Será que os diferentes setores da sociedade civil moçambicana já fizeram realmente tudo o que era preciso para ajudar a resolver esta crise?
DR: O problema de Moçambique é que está preso a essas duas forças políticas e a chamada "sociedade civil" não tem peso nenhum.
DW África: Onde é que se poderia ir buscar esse peso para pôr fim a esta situação que já dura há muitos meses?
DR: Moçambique não tem uma sociedade civil forte. Tem pequenas organizações que defendem [o estabelecimento] de consensos, mas não têm capacidade de pressionar os poderes institucionalizados, a FRELIMO e a RENAMO.
DW África: O discurso da defesa da soberania ou da capacidade interna de resolver este caso ainda é válido depois de muito tempo sem solução?
DR: Acho que sim, porque os problemas de Moçambique não vão ser resolvidos por nenhuma força externa. Os problemas do país serão resolvidos pelos próprios moçambicanos, que têm capacidade para isso. Há certos setores dentro da FRELIMO e da RENAMO que ainda não perceberam que a dinâmica institucional tem de ser outra e não pode ser a mesma de 1976-77, quando a guerra começou. Assim que eles romperem com esse paradigma e decidirem pensar no povo moçambicano, isto vai terminar.
DW África: Como avalia a postura do Presidente Filipe Nyusi na condução deste caso?
DR: Apesar de ser o atual Presidente da República, não sei se Filipe Nyusi tem força suficiente para resolver essa questão. O chefe de Estado moçambicano já mostrou várias vezes que está aberto à criação de plataformas para fazer avançar o diálogo, mas há setores dentro do partido FRELIMO, sobretudo da linha dura, que não permitem que Nyusi faça o seu trabalho.
#dw.de

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Guiné-Conacry: Ramadã 2015 - '' Finalmente, chegou em nós! ''

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O céu este ano parece particularmente suave como a observação da lua, mesmo que isso não tenha sido observado em todos os lugares, reconciliam os crentes do Islão da Guiné, Senegal, França ou da Malásia, que começarão o início de jejum concomitantemente na quinta-feira, 18 de junho de 2015, tal como previsto pelos peritos do calendário lunar.



Muitas vezes, o início e o final deste mês sagrado de Ramadã são objecto de simpáticas diferenças, dado a sua fixação em parte pelo erro humano que corresponde o charme dessa prática profética de Muhammad.

Enfim, estamos nele ( o mês de Ramadã) ...
Na Arábia Saudita, é o Supremo Tribunal, que o oficializa "Como ele é previsto, neste caso, no Islã, o mês de cha'bane deve ser concluído no prazo de 30 dias, como o autêntico hadith" E se o tempo estiver nublado, e se você não pode vê-la(à lua), então, completará o período (no trigésimo dia). "Na Guiné, o Ministério de Assuntos Religiosos, é o responsável, como de costume, para anunciar o início do Ramadã, em 18 de junho, em todo o território nacional.
'' Enfim, chegou em nós! '", Exclamou um muçulmano, ouvindo o seu transistor colado à orelha. Estes são fiéis muçulmanos guineenses que devotamente esperam conscientes este momento de penitência '' para merecerem os seus lugares no céu '' e dar esmolas aos mais pobres. No entanto, nos mercados, não há misericórdia, infelizmente, os preços dispararam ... chegaram ao céu antes dos fiéis. Certamente não é no sétimo céu!

Pensamentos e atitudes positivos
Durante 30 dias, a privação de alimentos, abstinência, o auto controle, oração e o amor pelos outros, serão as virtudes e os valores que devem ser da grande maioria de fiéis muçulmanos. Tanto aqui na Guiné-Conacry como em qualquer outro lugar.
Um mês difícil, mas que fertiliza o espírito e o corpo de pensamentos e atitudes positivos, graças à uma higiene da própria vida para a purificação dos comportamentos, para merecer a grandeza de Deus.

De: Maria BABIA para GCI
2015-GuineeConakry.Info

O bilionário nigeriano Dangote quer comprar o Arsenal.

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Bilionário Nigeriano Aliko Dangote. ARQUIVO | NATION MEDIA GROUP 


Empresário mais rico da África diz que está planejando uma oferta para comprar Arsenal. 

O Multimilionário nigeriano Aliko Dangote considera que a construção de uma refinaria de petróleo em sua terra natal vai dar-lhe os meios financeiros para garantir uma aquisição. 

Aos 58 anos de idade, e tendo uma fortuna estimada em US $ 18.1 bilhões (£ 11.5 bilhão), diz que tem apoiado os Gunners desde os anos 1980. 

"Quando nós começarmos este refinaria no caminho certo, terei bastante tempo e recursos suficientes para pagar o que eles estão pedindo", disse ele à BBC. 

O americano Stan Kroenke é acionista majoritário do Arsenal, proprietário de 66,64 por cento da empresa-mãe do clube Arsenal Holdings plc. 

O Russo-uzbeque Alisher Usmanov detém 29,11 por cento do restante dos 62,217 partes detidos pelos acionistas minoritários, incluindo os ex-jogadores e dos adeptos do Arsenal Trust, que possuem três.

Direcção estratégica 

Dangote é classificado como 67° na lista da Forbes dos mais ricos. 

Ele estava interessado em adquirir previamente a participação de 15,9 por cento vendidos por Kroenke por US $ 193 milhões (£ 123 milhões) a Lady Nina Bracewell-Smith em abril de 2011 apenas 
para estimular a venda

"Houve um par de nós que foi correndo para comprar, só que nós então pensamos nos preços, as pessoas que estavam interessadas ​​em vender estavam tentando ir para uma matança", acrescentou Dangote. 

"Nós voltamos atrás, porque estávamos muito ocupados fazendo outras coisas, especialmente a nossa industrialização." 

Dangote Considera que o Arsenal exige uma propriedade diferente para ser mais bem sucedido em campo. 

Ele acrescentou: "Eles estão indo bem, mas eles precisam de uma outra direção estratégica. Eles precisam de mais para superar a situação actual, em que apenas desenvolvem jogadores para vendê-los depois.".


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