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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Missões diplomáticas realçam exercício do Chefe de Estado Angolano.

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Luanda - A Embaixada angolana no Estado de Israel enaltece o “importantíssimo papel desempenhado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, no alcance e consolidação da paz, promoção da unidade e reconciliação nacional”.

Presidente José Eduardo dos Santos
Este enaltecimento consta de uma mensagem da missão diplomática angolana no estado hebraico, por ocasião do 73º aniversário do Chefe de Estado, assinalado hoje (28 de Agosto), realçando que “Angola é hoje uma referência internacional pelos êxitos alcançados nos programas de reconstrução nacional.
A missiva nota que “o empenho incansável do PR, como servidor público na construção de uma nova Angola, transmite confiança a todos os cidadãos angolanos para um futuro melhor”.
Numa outra felicitação, o embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola na Federação Russa, Joaquim Augusto de Lemos, encoraja o Chefe de Estado a prosseguir com a missão a si incumbida, consubstanciada na elevação dos níveis da diplomacia e também na edificação da nova Angola.
A mensagem enfatiza ainda que José Eduardo dos Santos tem sido o principal garante da estabilidade política, económica e social do país, cuja firmeza permite renovar, de forma permanente, as esperanças num futuro melhor para Angola.
Já para a Embaixada de Angola em França, o momento é uma ocasião para reafirmar todo o apoio incondicional aos incessantes esforços do Presidente da República, na edificação de uma Angola melhor, da concórdia e do progresso para o bem de todos os angolanos.
O septuagésimo terceiro aniversário do PR é também oportunidade para a Embaixada de Angola no Reino de Marrocos exprimir “o respeito e render a merecida homenagem pelo elevado contributo que José Eduardo dos Santos tem dado no processo de crescimento e de afirmação da nação angolana”.
A nota destaca a firmeza e serenidade do Chefe de Estado no patamar dos estadistas universais, na luta pelo desenvolvimento humano, dando provas evidentes de líder carismático que nos momentos mais conturbados da trajectória histórica da nação angolana soube interpretar a vontade sublime do seu povo na luta pela conquista da paz.
Por seu turno, o embaixador de Angola na Alemanha assina uma mensagem, na qual reconhece os abnegados sacrifícios que o presidente angolano tem consentido para uma defesa e representação condigna dos interesses nacionais e para o respeito e o prestígio devido aos angolanos e à sua pátria, em todos os cantos do mundo.
Enquanto isto a Missão da República de Angola junto da CPLP frisa que o clima de paz definitiva que se vive no país só foi possível graças à visão estratégica, firme e inteligente do Presidente José Eduardo dos Santos.
O engajamento do Chefe de Estado angolano na resolução de conflitos, particularmente no Continente Africano, foi também exaltado pelo representante Permanente de Angola junto das Nações Unidas, embaixador Ismael Gaspar Martins.
O diplomata destaca o patriotismo e a firme liderança de José Eduardo dos Santos, que permitiram a conquista e consolidação da paz em Angola, em 2002, e a consequente Reconciliação e Reconstrução Nacional, bem como o crescimento económico do país.
Noutra mensagem, o empenho do estadista angolano na pacificação do continente africano é destacada pelo embaixador de Angola na República Federal da Nigéria, Eustáquio Januário Quibato, confiando que José Eduardo dos Santos saberá levar a bom porto os anseios do povo angolano, em prol de um desenvolvimento junto de África do mundo.
Para assinalar o 73º aniversário do Presidente José Eduardo dos Santos, a comunidade angolana residente no Zimbabwe juntou-se hoje em Harare num convívio para o qual foram especialmente convidados o embaixador de Angola neste país, Pedro Hendrik Vaal Neto e altos funcionários da mesma Missão Diplomática.
 
Durante a confraternização, onde os participantes degustaram os quitutes da terra confeccionados pelas senhoras da comunidade residente em Harare, o embaixador Pedro Hendrik Vaal Neto sublinhou o papel que tem sido desempenhado pelo Presidente José Eduardo dos Santos dizendo ser ele “o homem que desde 1977 tomou as rédeas da República de Angola e logrou conduzi-la de vitória em vitória na defesa da sua integridade territorial, unidade nacional e da sua própria sobrevivência ante as forças negativas que pretendiam a sua destruição”.
 
O embaixador angolano sublinhou ainda os esforços que o governo angolano vem fazendo no sentido de diversificar a sua economia, com o objectivo da irradicação da miséria através da criação de condições para que cada um, na sua especialidade, possa trabalhar e contribuir no esforço do Estado para o combate à pobreza.
#portalangop.co.ao

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Líderes religiosos oferecem-se para mediar crise política na Guiné-Bissau.

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Imanes, dirigentes católicos e líderes evangélicas encontram-se com o PAIGC


Catedral de Bissau
Catedral de Bissau

Um grupo de lideres religiosos encontrou-se nesta quinta-feira, 27, com o presidente e outros dirigentes do PAIGC numa tentativa de mediar a crise política actual na Guiné-Bissau.
Imanes, dirigentes da Igreja Católica e líderes das igrejas evangélicas manifestaram a Domingos Simões Pereira a sua disponibilidade para encontrar formas de ultrapassar o diferendo entre o Presidente José Mário Vaz e o PAIGC.
No encontro, soube a VOA, Simões Pereira reiterou a sua disponibilidade de encontrar uma solução através do diálogo, com a única condição de que o Presidente volte a consultar o PAIGC, como partido mais votado nas eleições de 2014, para indicar um novo primeiro-ministro.
O líder do partido de Amílcar Cabral deu a entender, como já tinha dito à VOA em entrevista na segunda-feira, 24, que o PAIGC tem outras soluções que não Domingos Simões Pereira para o cargo.
Os líderes religiosos tentar agora agendar um encontro com o Presidente da República para reiterar a sua oferta de mediação.
#VOA

Conselho de Segurança da ONU analisa situação na Guiné-Bissau.

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Representante especial do SG da ONU Miguel Trovoada apresenta relatório esta sexta-feira, 28.

Miguel Trovoada

O Conselho de Segurança das Nações Unidos  analisa esta sexta-feira, 28, a situação actual na Guiné-Bissau à luz do relatório a ser apresentado pelo representante especial do secretário-geral  no país, Miguel Trovoada.
A mais recente declaração do órgão sobre o país destaca a tensão que culminou com a demissão, este mês, do Governo do primeiro-ministro Domingos Simões Pereira pelo Presidente José Mário Vaz.
O Conselho de Segurança expressou preocupação com a situação e pediu calma aos líderes guineenses.
Os 15 Estados-membros instaram à busca do diálogo e do consenso para a solução da crise para servir os interesses do povo.
Entretanto, o último relatório de Ban Ki-moon sobre a Guiné-Bissau pediu que o Conselho mantenha atenção ao país devido às causas profundas da instabilidade e ao ainda recente retorno da ordem constitucional.
O secretário-geral recomenda a criação de um painel de especialistas para permitir que o órgão seja capaz de tomar medidas contra aqueles que possam prejudicar o processo de construção do Estado e consolidação da paz.
Ex-primeiro-ministro aponta recuo do presidente da República como a solução para crise política

Domingos Simões Pereira

O ex-primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, defendeu, numa entrevista à Voz da América, que «apenas um recuo do presidente de República pode resolver de forma rápida e eficaz a crise política» que se vive no país.

Domingos Simões Pereira revelou que o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder) «tem soluções para ultrapassar a crise decorrente da demissão» do seu governo, mas para tal, José Mário Vaz terá de anular o decreto que nomeou o novo primeiro-ministro, Baciro Djá, e pedir novamente ao partido maioritário que indique um novo candidato a chefe de governo.

No seu entender, embora a posição do chefe do Estado «não seja a que se configura com o sistema jurídico e seja totalmente inconstitucional, se o problema é o relacionamento entre o presidente e Domingos Simões Pereira o PAICG tem outras soluções».

O antigo primeiro-ministro lamentou, também, que José Mário Vaz continue a não dar ouvidos ao povo.

«Espero que não só ouça a pressão internacional, mas também a voz do povo que foi expressa nas urnas», reiterou Simões Pereira, na convicção que José Mário Vaz irá recuar, «porque não há outra alternativa frente à instabilidade criada por ele próprio».

«O que está verdadeiramente em causa é o futuro do país», concluiu.

#VOA

França: o jornalista Eric Laurent preso por tentativa de extorsão ao Rei de Marrocos.

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A polícia francesa deteve esta tarde o escritor e jornalista Eric Laurent, que supostamente tentou extorquir três milhões de euros ao rei de Marrocos, revelou o advogado do reino, Eric Dupont-Moretti, em uma entrevista concedida a rádio RTL.

Éric Laurent foi preso em 27 de agosto na saída de um restaurante em Paris pela polícia francesa por tentativa de chantagem.

Ele preparou com Catherine Graciet um livro sobre Mohammed VI. Os dois autores "teriam contactado o gabinete real marroquino, em 23 de julho", a fim de lhe reclamar os três milhões de euros, explicou o advogado do palácio, Eric Dupont-Moretti, à rádio RTL. Tendo em consideração ao montante que lhes teriam oferecido se não publicassem o livro em questão.

Mas o Reino de Marrocos em França apresentou uma queixa contra os dois autores. A polícia francesa registrou em total sigilo a segunda reunião entre os autores e o gabinete real, a fim de acumular evidências de extorsão.

No momento da sua detenção, Eric Laurent esteve com Catherine Graciet, que, aparentemente, também foi detida. Eles vieram para assinar o contrato e aceitar o dinheiro oferecido pelo palácio real marroquino.

Interrogado pela polícia

os dois autores "chantagearam o rei, a um chefe de Estado em funções. Nunca vi tamanha audácia louca! ", Exclamou o advogado do rei. "Nós ainda não sabemos quais são os motivos, mas eles talvez tiveram que ser explorados, por um grupo de terrorista", disse Eric Dupont-Moretti.

O caso está agora nas mãos da justiça francesa. Ambos os réus estão agora sendo ouvidos pela polícia.

Segundo o advogado do reino, "não há nada a dizer" sobre o livro em questão. Ele não contém qualquer revelação surpreendente.

Éric Laurent tinha publicado em 1993 um livro de entrevistas com Hassan II, intitulada Memória de um rei. Era o único livro de seu tipo na ex-soberano, ele havia sido realizado em harmonia com o palácio.

Em 2012, Laurent Graciet tinha publicado o Rei predador, desta vez sobre Mohammed VI. Muito mais incisivo.

#jeuneafrique.com

O ex-líder da junta militar da Guiné-Conacry de volta a Burkina Faso.

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O ex-governante militar da Guiné-Conacry, o capitão Moussa Dadis Camará em uma conferência de imprensa em 11 de maio de 2015, a partir de Ouagadougou, ao anunciar a sua intenção de se candidatar para a próxima eleição presidencial guineense de 2015. FOTO | AFP

O ex-líder da junta guineense o capitão Moussa Dadis Camará chegou em Ougadougou, Burkina Faso.

A chegada ocorreu após o voo que o transportava para Costa do Marfim ter sido negado os direitos de aterragem em Abidjan.
O avião foi forçado a pousar na vizinha Gana, de onde viajou para Burkina Faso.
Sr. Camara está em auto-exílio em Ouagadougou desde que ele foi derrubado em 2010.
Fontes disseram que o Sr. Camará tinha planejado para desembarcar em Abidjan e viajar por estrada de volta para casa, na Guiné-Conacry.
Em maio passado, ele tentou em vão regressar a casa, mas teria sido bloqueado pelas autoridades guineenses.
Após o último incidente na quarta-feira à noite, seu advogado Jean-Baptist Jocamey Haba, na quinta-feira prometeu apresentar uma queixa ao tribunal regional sobre a violação dos direitos de seu cliente.
A imprensa local citou na quinta-feira que o Sr. Haba disse que seu cliente estava voltando para casa para se preparar para a eleição presidencial em outubro.

Assassino
Sr. Camará da Frente Patriótica para a Democracia e Desenvolvimento ainda não é reconhecido pela comissão eleitoral.
Cerca de três meses atrás, o ex-líder da Junta entrou em uma aliança com o líder da oposição do país o Sr. Cellou Dalien Diallo, que terminou em segundo lugar na votação presidencial de 2010.
A aliança tem sido severamente criticada por muitos líderes de partidos da oposição que, argumentaram que ele reduziu as chances do Sr. Diallo na pesquisa para eleição presidencial de outubro de 2015.
Sr. Camara está enfrentando acusações de volta para casa por cumplicidade em assassinatos, desaparecimentos, estupros, bem como lesões e mortes de cerca de 157 manifestantes durante seu regime em 28 de setembro de 2009.

#africareview.omc

Guiné-Bissau: Fórum das Organizações da Sociedade Civil apela à desobediência.

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O Fórum das Organizações da Sociedade Civil da Guiné-Bissau lançou um apelo «ao bloqueio das atividades laborais e da circulação dos transportes públicos na capital Bissau».   Em declarações à RDP-Àfrica, o porta-voz da organização, Luís Nancassa, disse que a medida tem como objetivo protestar contra a decisão do presidente da República, José Mário Vaz, «em demitir o governo legítimo do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde» (PAIGC) e «nomear um novo primeiro-ministro sem o consentimento do partido maioritário vencedor das últimas eleições legislativas».  Luís Nancassa apelou, por isso, «à participação massiva dos funcionários públicos e privados neste ato de desobediência civil».  «Devemos demonstrar, enquanto guineenses, o nosso desejo pela paz e estabilidade, pondo fim ao ciclo de governos que não terminam os respetivos mandatos», exortou ainda o líder sindical.

#abola.pt

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Apelo à "Desobediência Civil" em Bissau com fraca adesão.

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A jornada de desobediência civil, convocada para esta quarta-feira (26.08), com o objetivo de paralisar os serviços públicos acabou por ter fraca adesão, constatou a repórter da DW África, nas ruas de Bissau.


O cumprimento do apelo à desobediência civil convocada para esta quarta-feira (26.08) pela Aliança Nacional para Paz e Democracia na Guiné-Bissau, no sentido de dar uma resposta àquilo que considera serem "decisões erradas" do chefe de Estado, José Mário Vaz, está a dividir as organizações filiadas na plataforma criada para fazer face à crise política no país.
A DW África foi para as ruas da capital guineense e constatou uma afluência normal dos funcionários públicos aos seus postos de trabalho, bem como a habitual circulação dos transportes públicos urbanos e semiurbanos.

Contudo, Luís Nancassa, porta-voz da Aliança Nacional para Paz e Democracia na Guiné-Bissau, considera que a adesão ao apelo para a paralisação do país “foi razoável” e acrescenta que “as pessoas participaram e os funcionários que foram para os ministérios e outros serviços não trabalharam”.
Gare de transportes terrestres em Bissau
Luís Nancassa, reforçou a sua ideia dizendo que a adesão poderia ter sido melhor mas que houve compra de consciência alegando que “está a circular muito dinheiro para que a Aliança não fizesse parte da desobediência civil”.

O porta-voz faz, também, referência a intimidações às pessoas que estariam dispostas a participar na iniciativa dizendo que “as ruas de Bissau estiveram repletas de polícias como forma de intimidar as pessoas”, concluiu.
"Só ficamos a ganhar com a paz"
Osvaldo Ribeiro, motorista de um transporte misto que faz ligações entre Bissau e Ziguenchor, no Senegal, congratulou-se com a ação desta quarta-feira dizendo que os motoristas deviam aderir à greve por uma causa nacional, não para agradar ao Presidente nem ao primeiro-ministro mas sim para a manter a paz. “Só ficamos a ganhar com isso” remata Osvaldo Ribeiro.

Entretanto, o primeiro-ministro Baciro Dja, ainda não foi capaz de formar o governo, uma semana depois de ter tomado posse.
UA defende respeito por Constituição e neutralidade de militares
O Conselho de Paz e Segurança da União Africana (UA) defendeu, esta quarta-feira (26.08), o respeito pela Constituição e a neutralidade das Forças Armadas da Guiné-Bissau no contexto de tensão crescente entre os principais responsáveis políticos do país.
Em comunicado divulgado pela agência de noticias Lusa, "o Conselho sublinhou o imperativo respeito pela Constituição e o Estado de direito, assim como a absoluta necessidade das forças armadas e de segurança se posicionarem do lado de fora desta crise atual".
O mesmo comunicado indicou ainda que esta crise política pode "dificultar a mobilização da assistência internacional que a Guiné-Bissau precisa para a sua recuperação socioeconómica e a implementação das reformas necessárias para a estabilização duradoura do país".

"O Conselho apela à continuidade dos esforços coordenados e engajados para acelerar a resolução da crise atual e pediu, para esse fim, que o presidente da Comissão da UA realize consultas junto da CEDEAO e dos países vizinhos da Guiné-Bissau, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da União Europeia e das Nações Unidas, e que tome as iniciativas necessárias", lê-se ainda no documento.
#dw.de

GUINÉ-CONACRY: CHEGADA ABORTADA DE DADIS CAMARÁ - O retorno impossível?

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Depois de 72 horas, a notícia da possível chegada nesta quarta-feira, 26 de agosto de 2015, de Moussa Dadis Camará, ex-chefe da junta no poder em 2008-2009, se espalhou como fogo na capital. Ao FPDD, o partido do ex-capitão, nós acreditávamos duro como o ferro! Desta vez, parecia bom, especialmente desde que alguns de seus simpatizantes se revelaram na mídia que um avião havia sido fretado para o efeito, para um retorno triunfal. Mas, as coisas têm corrido mal ... finalmente.



Para começar, como de costume, os ativistas se reuniram tão cedo esta manhã no Aeroporto Internacional Conakry-Gbessia, para atender o seu herói, seu ídolo, que acreditam estar retido em Ouagadougou. E, como de costume, a expectativa está atrelada a sorte! Os militantes não terão finalmente o direito a assistir o retorno do Presidente do PEDN Lansana Kouyaté, cujo retorno também foi agendada para esta quarta-feira.
A chegada de Dadis foi anunciada para 14 horas. Essas horas passaram, os rumores de sua possível detenção e da sua transferência para o TPI teriam arrefecido o ardor dos militantes, no tempo. Pois, deu lugar a consternação e a contestação. Os Protestos dos militantes degenerou depois em confrontos entre jovens manifestantes e forças de segurança. Esses últimos usaram ​​gás lacrimogêneo para dispersá-los. Avaliação final: prisão de vários militantes.

De acordo com Papa Koly Kourouma o presidente de GRUP próximo e fiel a Dadis, o avião do capitão Dadis teria sido proibido de pousar em Abidjan, e então teria de seguir para Accra, onde foi bloqueado enquanto se aguarda a sua possível transferência para o PC, "ou encaminhamento para Ouagadougou simplesmente. ".
O que poderia ter sido efetivamente feito em um vôo da companhia Air Burkina. Seu advogado disse que ele ficou chocado e não excluiu uma queixa contra a Costa do Marfim e autoridades guineenses por cumplicidade na proibição do movimento de um membro e cidadão da CEDEAO no espaço CEDEAO ...! Que é, dito ser contrária à livre circulação de bens e pessoas neste espaço geo-politico-económico.

Por Aliou Mamadou Diallo para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Costa do Marfim: 30 homens e 3 mulheres são actos de candidatura à presidência.

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CIV: 30 homens e 3 mulheres são actos de candidatura à presidência [Gervais Coulibaly (foto)]

A Comissão Eleitoral Independente da Costa do Marfim (CEI) anunciou em 25 de agosto, ter recebido trinta e três indicações para as eleições presidenciais de 25 de Outubro.
"No total, trinta homens e três mulheres que fizeram acto de suas candidaturas", disse a comissão encarregada de organizar as eleições.
"Este é um recorde, pois é a primeira vez que chegou a esse número inchado", disse Gervais Coulibaly (foto), vice-presidente da CEI. Em 2010, a CEI havia registrado 20 candidatos à presidência contra um percentual menor que em anos anteriores neste país, os candidatos que se inscreveram para eleições multipartidárias em 1990.

Aberto em 04 de agosto último, os registros de candidatos formulados na CEI estarão fechados na próxima terça-feira às 17 horas GMT. A CEI tem agora 72 horas para enviar os documentos de nomeação para o Conselho Constitucional da Costa do Marfim, e tornará pública a lista final em 10 de setembro, portanto, 45 dias antes da eleição.

O Presidente cessante Alassane Ouattara depositou em 05 de agosto sua candidatura em nome da Partido Houphouetista para a Paz e Desenvolvimento (RHDP), que inclui o RDR seu partido, mas também o Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI), de Henri Konan Bedie. O Bedie, que em setembro, pediu uma frente unida atrás de um único candidato durante o famoso apelo de Daoukro.

Dois "Grandões" do PDCI também apresentaram suas candidaturas: o ex-primeiro-ministro Charles Konan Banny e o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Amara Essy.
Pascal Affi N'Guessan também saiu candidato em nome da Frente Popular Marfinense (FPI, do ex-partido no poder).
A eleição de 2015 é um compromisso fundamental para a Costa do Marfim, após uma década de crise política e militar que terminou com cinco meses de violência pós-eleitoral e mortal em 2010 e 2011. A crise pós-eleitoral foi causada pela recusa de Laurent Gbagbo em admitir a derrota na última eleição presidencial com Alassane Ouattara.

#seneweb.com

Comunicado da impreensa da 534ª reunião de CPS sobre a situação na Guiné-Bissau.

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O Conselho de Paz e da Segurança da União Africana (UA), na sua 534ª reunião realizada em 17 de agosto de 2015, seguido de uma comunicação a impreensa sobre a situação na Guiné-Bissau.

O Conselho recordou os seus comunicados precedentes e comunicados a imprensa sobre a situação na Guiné-Bissau, incluindo a comunicação a imprensa PSC / PR / BR. (DXXI), aprovados na 521ª sessão realizada  em 25 de junho de 2015.

O Conselho reiterou a sua profunda preocupação com os acontecimentos na Guiné-Bissau, marcada por uma tensão crescente entre os principais líderes políticos do país. O Conselho salientou mais uma vez que esta situação poderia minar os progressos alcançados com a conclusão da transição e à realização bem sucedida de eleições legislativas e presidenciais em Abril e Maio de 2014, bem como dificultar a mobilização de assistência internacional à Guiné-Bissau que precisa para a sua recuperação sócio-económico e a implementação das reformas necessárias para a estabilização duradoura do país.

O Conselho renovou o seu apelo às partes interessadas da Guiné-Bissau para enfatizar os melhores interesses do país e encontrar, através do diálogo, o consenso e a reconciliação, uma solução rápida para a crise atual. O Conselho sublinhou o imperativo do respeito à Constituição e o Estado de direito, bem como a necessidade absoluta das forças armadas e da segurança se destacarem na crise atual.

O Conselho manifestou o seu apreço pelos esforços do Presidente Macky Sall do Senegal, o Presidente da Comunidade Económica dos Estados Oeste Africano (CEDEAO), bem como os dos países vizinhos. O Conselho saudou igualmente os esforços do Representante Especial do Presidente da Comissão na Guiné-Bissau e Chefe do Gabinete de Ligação da UA em Bissau, o embaixador Ovidio Pequeno, de acordo com o mandato do Escritório em contribuir na consolidação da paz e da estabilidade no país e realizar outras tarefas relacionadas. O Conselho louvou o Representante Especial da ONU, Miguel Trovoada, por seus esforços e congratulou-se com o comunicado de imprensa sobre a situação na Guiné-Bissau, publicado em 14 de agosto de 2015, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Conselho apelou à continuação esforços coordenados para acelerar a resolução da crise actual, e convoca para esse fim, o Presidente da Comissão para dar início a consultas com a CEDEAO e os países vizinhos, os países da Comunidade do Idioma Português, a União Europeia e as Nações Unidas, para que tomem as iniciativas necessárias.

O Conselho convidou a Comissão a continuar a mantê-lo informado sobre a evolução da situação, para que esta possa tomar as medidas necessárias.

#peaceau.org


VÊ SE PODE: Vice-presidente do Parlamento de Uganda compara Museveni a Jesus.

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Presidente Yoweri Museveni em súplica. ARQUIVO | GROUP NATION MEDIA

O Vice-Presidente do Parlamento de Uganda, Jacob Oulanyah, diz que o presidente Yoweri Museveni é como Jesus Cristo, que deixou sua zona de conforto no céu e optou por descer à terra para morrer pelos pecadores.

Dirigindo-se aos cristãos de Kigezi da sub-região no oeste de Uganda que estavam para comemorar 80 anos do renascimento do cristianismo na África Oriental, o Sr. Oulanyah, que representou o presidente Museveni, exortou os cristãos a ficar com o Sr. Museveni por causa de sua crença na liberdade de culto .

"Houve um tempo em Uganda, onde as pessoas não tinham o direito de culto. Graças ao Presidente Museveni e o governo, o Movimento de Resistência Nacional, que inaugurou a paz e a segurança e promoveu o direito ao culto.

Os Cristãos e todos os crentes neste país devem agarrar-se ao presidente Museveni, porque ele protege seu direito de adorar. Faça o presidente Museveni ser herói espiritual para o desenvolvimento continuou em Uganda ", disse o Sr. Oulanyah.

Desafio de Mbabazi

Grande ato do vice-falante de servilismo poderia ter sido influenciado, pelo menos em parte, pelo fato de que a região do Kigezi é o lar de primeiro-ministro que demitiu Amama Mbabazi, o que está a transformar-se em bastante dor de cabeça ao presidente a quem ele quer desafiar na próxima eleição.

Em sua mensagem, o Sr. Museveni disse que o poder da igreja de influenciar a sociedade estava diminuindo.

"Quando olhamos para a igreja de hoje e nossa capacidade de afetar a sociedade, percebemos que não temos o poder daqueles que vieram antes de nós. Os homens e mulheres da época passada tinha poderes de avivamento que lhes são dadas por Deus. Precisamos orar a Deus para nos dar tais poderes.

Revival na África Oriental foi caracterizada por grande remorso do pecado. Todas as barreiras se desintegraram e pareciam menos significativos ", lê-se na mensagem do Sr. Museveni.

A conferência foi organizada pelo renascimento no Kigezi da Diocese da Igreja Anglicana. Bispos de Uganda, Ruanda e Quênia participaram.

O arcebispo da Igreja de Uganda, Stanley Ntagali, que era o principal pregador, pediu aos líderes da igreja em Uganda para oferecerem cuidados pastoral extra para a juventude cristã.

#africareview.com

OPINIÃO: A nomeação de um novo Primeiro-Ministro na Guiné-Bissau - um futuro de impasse político maior em vista.

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                                                                    Abdulai Keita

Na democracia pluralista, multipartidária e parlamentar, ninguém pode governar legalmente e com legitimidade sem a posse da capacidade de criação e de garantia a seu favor, de uma maioria de votos em todas as instâncias de tomada de todas as decisões de grande relevo, relativas a sua governação e em geral. A dimensão da justeza (ou viabilidade) política ao lado das da legalidade e legitimidade prevalecem incondicionalmente. Senão, a capacidade de diálogo constitui um outro instrumento de recurso para a criação constantemente sem nunca se cessar, os favoráveis ambientes de negociação. Outras duas dimensões também prevalecentes incondicionalmente no mesmo quadro.    

Ora, tudo indica que estes pressupostos (pelo menos e sobretudo o primeiro) não foram tidos em conta na tomada da decisão da S. Exa. Sr. Presidente da República José Mário Vaz (JOMAV), tornada pública no dia 20 de Agosto de 2015, na nomeação da S. Exa. Sr. Baciro Djá no cargo do novo Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau. Uma observação e interpretação portando sobre quatro atos políticos ocorridos neste país entre Junho do corrente e semanas antes da data dessa nomeação fundamentam esta afirmação, a saber:   
(1)  a votação, pelo Comité Central (CC) do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de uma moção de louvor às prestações do governo agora deposto; efetuada no dia 22.06.2015;

(2)  a votação pelos deputados da Assembleia Nacional Popular (ANP, o parlamento bissau-guineense), de duas moções de confiança em favor deste mesmo governo; efetuada nos dias 25.06 e 07.08.2015, e;

(3)  a suspensão efetivamente do Sr. Baciro Djá (até lá, 3° Vice-Presidente do PAIGC), para os três próximos anos, de todas as suas funções e das instâncias do PAIGC e, seu impedimento a retomar suas funções de deputado da nação no seio do grupo parlamentar do PAIGC na ANP; efetuada pela Comissão de Jurisdição do PAIGC e confirmada pelo CC do PAIGC no dia 08.08.2015.
Sendo essa realidade política, factos reais de terreno e observada de ponto de vista prospetivo,
(1) em relação à dimensão da justeza política da presente decisão política da S. Exa. Sr. Presidente da República; esta, posta em relação com as possíveis reações em termos das decisões (ou opções) de voto,

(i)                dos atores políticos implicados nas instâncias dos órgãos de decisão a nível do Presidente, Bureau Político, Comité Central e Comissão de Jurisdição do PAIGC (o Sr. Baciro Djá, na qualidade do 3° Vice-Presidente do PAIGC perdeu todos os atos votivos na data antes mencionada e noutras nestes órgãos),

(ii)              dos deputados da Bancada do PAIGC na ANP e dos demais deputados deste órgão (as duas moções de confiança antes mencionadas foram votadas pela unanimidade na ANP);
tendo em conta todos estes dados, pergunto:
como é que a S. Exa. Sr. Baciro Djá, o nosso novo Primeiro-Ministro, irá conseguir criar, uma vez constituído o seu elenco governamental, sobretudo na ANP, as maiorias em favor das suas decisões governativas de grande relevo (por ex. na votação do seu programa e orçamento de Estado; na votação de eventuais moções de confiança ou de censura)?; garantindo doravante as condições melhores de estabelecimento de um clima mais estável e duradouro de governação do e no país, devendo ser melhor do que no período findo de um ano do governo deposto; COMO?

As respostas são claras de ponto de vista analítico e prospetivo. Falando efetivamente (sem magia), com base nestes dados bem observáveis mesmo a olho nu, a decisão desta nomeação, de ponto de vista da sua justeza política, comporta fortes indícios de um eventual impasse governativo gritante; ou de igual modo, da provocação de um ambiente de fortes tensões político-sociais e consequentemente de instabilidade generalizada sem controle. Com um desfecho imprevisível e incerto rumo ao muito negativo. Espero vivamente e rezo com toda a abertura da alma para que essa minha conclusão imposta pela interpretação dos factos do terreno e em ação aqui expostos, não venha tornar-se uma realidade de facto.

Pois não obstante e contudo, ainda existe a via de uma boa solução conhecida (já exposta também por mim num outro doc. publicado, entre outros, sob o título de “estou triste” no blog “rispito”, no dia 16.08.2015). Essa via é, repito:  

deixar a iniciativa da nomeação de um novo Primeiro-Ministro ao cargo do PAIGC; aceitar o nome do Engo. Domingos Simões Pereira se for proposto pelo Partido, ou um outro nome; negociar com a pessoa proposta e com o Partido a futura forma de coabitação mais adequada. Elaborar para o efeito se assim se achar, mesmo um código especial de conduta sobre o relacionamento Presidente/Primeiro-Ministro, podendo integrar ainda outras matérias. E no mesmo quadro, negociar alguns aspetos da estrutura de Governo e do perfil dos seus titulares.

(Consultar também neste debate os trabalhos dos senhores, Timóteo Saba M’BUNDE, a destituição do governo: entre a legalidade e a legitimidade”, no
http://www.odemocratagb.com/opiniao-a-destituicao-do-governo-entre-a-legalidade-e-a-legitimidade/, consultado no dia 20.08.2015; e Victoriano Gomes de PINA, “Decreto presidencial inconstitucional e o supremo tribunal de justiça nisto?”, no http://www.rispito.com/2015/08/decreto-presidencial-inconstitucional-e.html#more, consultado no 20.08.2015).

Eis a única via de uma boa solução de momento. Quer dizer, aquela que a nossa democracia nos deixa nesta legislatura. Na base dos resultados das eleições presidenciais e legislativas de Abril e Junho de 2014, das leis existentes e das práticas políticas já exercidas com provas positivas claras neste nosso país que é a Guiné-Bissau.

Eleições que nos trouxeram uma constelação e corelação precisa de forças dos grupos de atores (elites governantes, via, Partidos políticos) e suas estabelecidas alianças (relações) políticas que atualmente temos no terreno.

Por exemplo, a aliança exprimida no nível de governação deste governo agora deposto pelo termo de GOVERNO DE INCLUSÃO, articulada na ANP (o pilar legislativo do nosso sistema de poder) pela seguinte composição: num total de 102 assentos, 57 são ocupados pelo PAIGC; 41 pelo PRS; 2 pelo PCD; 1 pelo PND; e um outro 1 pelo Partido UM[*] . E dessa composição, três destes Partidos representando 99 assentos (PAIGC, PRS e UM) são (ou eram) constituidores deste tal Governo de Inclusão agora deposto. Representando assim, um potencial capacidade de criação e garantia de uma maioria de votos na ANP em seu favor, para utilizar uma terminologia dos sistemas consensuais de tomadas de decisão, uma maioria da concordância unânime (menos um ou três votos). Maior do que as maiorias que se denominam nos sistemas de tomadas de decisão pela maioria/minoria, por maioria absoluta qualificada (quando tratando-se de cifras de entre 60 a 90% de votos).

Quer dizer, o Governo agora deposto encontrava-se dotado de uma representatividade (base de apoio parlamentar) de 97% de assentos na ANP, correspondente a cerca de 69% dos votos de votantes do eleitorado bissau-guineense nas legislativas de Abril 2014. Uma base de apoio parlamentar de sonho, mesmo para os governantes de Estados como a Suíça, campeão na constituição de governos de grande coligação nacional desde já há 168 anos, nunca ultrapassando a representatividade de entre 60 e 85%.

Um Governo de Inclusão portanto (ou de grande coligação nacional; ou melhor ainda, de consenso), constituindo (era a minha esperança) a melhor base que devia ser consolidada a todo custo na sua forma, ainda para mais três anos (o fim do presente período legislativo), para, durante este tempo, melhor negociarmos os nossos problemas atuais e entabular a negociação de outros arrastados (casos de impunidades e tudo mais) e amontoados (sistema escolar, sistema de saúde, relação o componente civil/defesa e segurança do nosso sistema de poder, etc.). Herdados, produzidos, arrastados e amontoados desde à partida da prática e exercício da democracia pluralista, multipartidária e parlamentar há 21 anos na nossa Guiné-Bissau.  

Existem efetivamente duas outras vias de solução ainda (também descritas no meu doc. antes referido). Discutíveis do ponto de vista da sua legalidade e legitimidade, mas claramente inviáveis politicamente nesta legislatura, do ponto de vista da sua justeza política. Uma, é esta da iniciativa presidencial agora seguida pela S. Exa. Sr. Presidente da República (mesmo se com um “B mole” pelo menos por enquanto). E nisto, nada de novo.

Pois é a via já experimentada na sua versão mais extrema no passado pela S. Exa. Sr. Presidente da República Dr. Mohamed Kumba Yalá (Novembro de 2002 a Setembro de 2003). Saiu-lhe muito mal e infelizmente também ao país. Desembocou num golpe de Estado no fim.  

Também, e na sua versão igualmente mais extrema, a S. Exa. Sr. General João Bernardo Vieira (Nino) a experimentara (Agosto a Dezembro de 2008; 4 meses apenas). Tendo-lhe também saído mal. Muito mal mesmo.

Pois permitiu ao PAIGC vencer 66 mandatos nas legislativas tidas logo quatro meses após aquele ato. Esta formação deixando então de longe os 45 mandatos detidos antes até lá na ANP, ora dissolvida pelo General Presidente. E o PRID, então apoiado por este mesmo, conseguira apenas 3 lugares. O eleitorado Bissau-guineense, ao contrário das conversas que se ouve por aí, aqui e acolá, apontado como um simples compósito de ignorantes analfabetos, afinal, sabe bem escolher e mandar mensagens políticas claras aos membros da sua elite governante do país. Que depois fazem outra coisa. Falham! Por recusar em aceitar e seguir as mensagens de simples leitura, sempre contidas nos resultados eleitorais.   
                                                 
Em todo o caso, foram estes, os resultados que obrigarão logo depois o General Nino a entrar forçosamente numa nova coabitação com o Sr. CADOGO Jr., então Presidente do PAIGC, em como Primeiro-Ministro. Demitido antes pelo mesmo em 2005. Uma coabitação que veio terminar com a catástrofe dos assassinatos de 1 e 2 de Março de 2009. Que todos conhecemos!

O governo da iniciativa presidencial, tendo tornado assim na Guiné-Bissau um daqueles géneros de atos políticos marcado definitivamente por indícios fortes da recusa de diálogo honesto, franco e inclusivo da parte dos seus Ilustres Presidentes. O defunto, S. Exa. Sr. Presidente da República Malam Bacai Sanhá (paz ku sussegu pa si alma) foi uma exceção.

Uma opção portanto, que nunca valeu nada para ninguém. Nem ao Dr. Kumba e tão pouco ao General Nino. E infelizmente, muito menos ao nosso país. Os dois Ilustres Presidentes não conseguiram salvar com os seus gestos, nem seus mandatos, nem nunca mais foram reconduzidos. Zero benefício portanto para todo o mundo!   

Eis a nossa realidade nesta matéria de nomeações à revelia dos resultados eleitorais. Criação de governos de iniciativa presidencial. Feita de factos políticos concretos muito recentes e observáveis, como já disse, mesmo a olho nu. E, por isso, porque não tirar lições positivas de tudo isto? Optando pelo sentido positivo! Evitando os graves erros deste passado presente gritante, que ainda se mantenha tão bem vivo nas nossas mentes.    

Estou muito, muito inquieto e cético por isso em relação a nomeação aqui apreciada. Mas também muito otimista, porque, Sim Senhor!, existe UMA VIA DE BOA SOLUÇÃO muito bem conhecida por muita gente. Por isso, espero e desejo boa sorte a todos nós bissau-guineenses. Que prevaleça o BOM SENSO.  
Amizade.
A. Keita




[*]  = O pilar do poder executivo é repartido em duas partes na Guiné-Bissau, segundo o nosso instituído sistema semipresidencialista de governo. Uma constituída pelo GOVERNO e a outra parte pela PRESIDÊNCIA. O terceiro pilar é o judiciário, com o SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ) à cabeça de tudo. 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

África Review: Amilcar Cabral, o fator ausente na turbulência da Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Amilcar Cabral, o pai e fundador da Guiné-Bissau.

Legisladores na Guiné-Bissau votaram esta semana para derrubar recém-nomeado primeiro-ministro Baciro Djá, o que pode ser considerado como a criação do impasse potencial com o Presidente José Mário Vaz.

Os dois homens pertencem ao Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), mas os deputados se uniram atrás de Domingos Simões Pereira, o homem demitido  recentemente como PM pelo Presidente José Mário Vaz.

Este é apenas o mais recente desenvolvimento em uma novela política de longa data neste pequeno país da África Ocidental, com uma população de menos de dois milhões de pessoas. A instabilidade política, a corrupção e o nepotismo têm permitido o país ser classificado como primeiro narco-estado da África, sob a influência considerável de gangues que deslocavam drogas da América Latina para a Europa e América.

A crise atual tem seguido um padrão de tudo muito familiar na Guiné-Bissau, muitas vezes culminando em um golpe de Estado e contra-golpes. Cerca de uma dúzia de tais cenários ocorreram na Guiné-Bissau desde a independência de Portugal em 10 de Setembro de 1974. Na verdade, nenhum líder eleito conseguiu exercer o mandato completo de cinco anos no cargo.

Essa instabilidade pode ser rastreada até o assassinato de Amílcar Lopes Cabral, o fundador da nacionalidade, por agentes portugueses em 20 de Janeiro de 1973, em Conakry, a capital da vizinha Guiné. O incidente provocou tensões entre Conakry e Lisboa, culminando em uma invasão liderada pelos Portugueses a Guiné e cujas tropas foram reduzidas a cinzas pelo falecido Ahmed Sékou Touré.

O Engenheiro agrônomo pela Universidade de Lisboa, Cabral, como muitos fundadores  de países africanos, era um intelectual, um homem de convicção, carismático e patriótico. É possível que Cabral teria guiado o país à Independência e governo civil a maneira como seus contemporâneos fizeram, como Nkrumah no Gana, Senghor no Senegal ou Kenyatta no Quênia.

No entanto, o papel dos militares em derrubar o governo colonial Português conduzindo-o a um pedestal na política pós-independência que tem sido relutante no que tange o desenvolvimento.

O novo país também herdou uma cultura política de golpe seguindo do Português; que foi o regime revolucionário de esquerda no golpe militar de Lisboa em abril de 1974 que proporcionou formalmente a independência da Guiné-Bissau que tinha sido declarada unilateralmente no ano anterior.

Luis Cabral, o meio-irmão de Amílcar, e cujos pais vieram de Cabo Verde, tornou-se o primeiro presidente do país em 10 de setembro de 1974. Seis anos mais tarde, seu chefe do Exército, o general João Bernardo Vieira de cognome 'Nino' ​​realizou o primeiro de muitos golpes militares que se seguiram pelo país.

Luís Cabral foi detido por 13 meses antes de fugir para o exílio em Portugal, onde viveu até sua morte em 2009.

Nino acusava Luis Cabral e outros membros do PAIGC de serem de origem cabo-verdiana e de dominar o partido e, posteriormente, acabou com o plano nacionalista de Amílcar Cabral da unificação de Guiné com Cabo Verde.

Ele exerceu o poder até 1990, quando o Parlamento instituiu um sistema multi-partidário, e ganhou a primeira eleição presidencial no país em 1994, mas foi logo derrubado por um golpe em 1999, um ano depois de demitir o chefe do Exército, o general Anssumane Mané por supostamente apoiar os rebeldes separatistas de Casamance no sul do Senegal.

Tráfico de drogas

Nino solicitou ajuda militar ao Senegal para apoiá-lo contra as tropas leais ao general Mané, mas o exército da Guiné-Bissau se levantou contra as tropas estrangeiras, que foram forçadas a sair através de uma guerra civil que se seguiu. Estima-se que 2.000 pessoas foram mortas nos combates, o pior conflito armado que o país tinha conhecido desde a independência.

O General Mané foi assassinado em 2001 após ser acusado de uma tentativa de golpe contra o primeiro presidente civil, Dr. Kumba Yala, mas o líder eleito durou apenas mais dois anos, antes que ele fosse deposto em 14 de setembro de 2003 pelo General Veríssimo Correia Seabra, faltando dois anos para o fim de seu mandato de cinco anos.

Pouco antes dele ser derrubado, o presidente Yala demitiu quatro juízes do Supremo Tribunal que provocou um protesto no âmbito nacional e de longa duração. Ele também estava em desacordo com seu primeiro-ministro e com o exército que não tinha sido pago durante vários meses. Sem surpresa, sua queda ou expulsão gerou pouco clamor localmente ou no exterior.

Um relatório encomendado pela CIA disse que "os partidos da oposição alegaram que o presidente Yala foi a montagem de um golpe de Estado institucional através de sua dissolução no parlamento, o controlo do poder judicial e as detenções arbitrárias e assédio da mídia".

Pouco antes do golpe, a Comissão Nacional de Eleições tinha adiado as eleições parlamentares - pela quinta vez - citando irregularidades no registo eleitoral.

Nino retornou ao país e em 2005 ganhou na segunda rodada de votação presidencial como candidato independente. Ele começou a aquecer a adulação de seus colegas do exército que usaram o seu retorno ao poder para lucrar em cima de tráfico de drogas.

Do dia para noite, veículos 4x4 de luxo e mansões começaram a aparecer neste país muito pobre, com um PIB per capita de $ 598 dólares. Nino tentou jogar contra a comunidade internacional por não permitir que o comércio de drogas florescesse. Em outubro de 2006, por exemplo, enquanto ele apelou para a ajuda internacional para parar os traficantes de usarem pessoas  na remota travessia da costa da Guiné-Bissau, a ONU e o FMI advertiram o regime de Vieira que os doadores dariam ao país "uma última oportunidade" para salvar o país do caos e dos cartéis da droga latino-americanos.

Era tarde demais. Nino foi posteriormente assassinado em sua residência em Março de 2009, juntamente com um outro alto escalão militar, incluindo Chefe do Exército do Estado-Maior, o general Tagme Na Waie, sobre o que se acredita ter sido uma briga sobre a partilha dos despojos de tráfico de drogas.

#africareview.com

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

DSP admite que PAIGC tem soluções que não passem por ele.

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Antigo primeiro-ministro guineense aponta a única solução para a crise: PR tem de recuar e voltar a convidar o PAIGC a indicar um novo Chefe de Governo.

Domingos Simões Pereira

O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, diz que apenas o recuo do Presidente de República pode resolver de forma rápida e eficaz a crise política actual.
Em entrevista à VOA, nesta segunda-feira, 24, Simões Pereira revelou que o PAIGC tem soluções para ultrapassar esta crise, mas para isso José Mário Vaz terá de "anular o decreto que nomeou o novo primeiro-ministro e pedir ao partido maioritário que indique um novo candidato a chefe de Governo".
No seu entender, embora a posição do Presidente da República "não seja a que se configura com o nosso sistema e totalmente inconstitucional, se o problema é o relacionamento entre o Presidente de Domingos Simões Pereira, o PAICG, ouvido as suas estruturas, tem outras soluções".
Entretanto, o antigo primeiro-ministro lamenta que José Mário Vaz continue a não dar voz ao povo que se tem manifestado contra a sua decisão.
"Espero que não só ouça a pressão internacional, mas também a voz do povo expressa nas urnas", reiterou Simões Pereira que culpa Vaz pela situação actual, "no momento em que todos os indicadores dizem que os níveis alcançados por este Governo são comparáveis aos melhores de sempre da Guiné-Bissau".
O antigo primeiro-ministro continua a acreditar que o Presidente da República irá recuar porque não há outra alternativa, frente à instabilidade criada por ele próprio.
"O que está em causa é o o futuro do país", conclui Domingos Simões Pereira que lembra haver outras soluções, mas que por agora espera "pelo bom senso do sr. Presidente da República para recuar e devolver a palavra ao povo, que manifestou o seu desejo através do voto".
#VOA

Deputados da Guiné-Bissau discutem recuo na nomeação de Baciro Djá.

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Parlamento da Guiné-Bissau está a discutir um projeto de resolução proposto pelo PAIGC que prevê um recuo na nomeação do novo primeiro-ministro e a escolha de outro nome, em conjunto com o Presidente da República.
Guinea-Bissau Ministerpräsident Baciro Dja

O documento prevê que o Parlamento venha a "discordar" do Decreto Presidencial que nomeia o novo primeiro-ministro Baciro Djá.

A sessão extraordinária do Parlamento guineense vem na sequência de uma decisão da Comissão Permanente daquele órgão que esteve reunida na passada sexta-feira (21.08), onde foram analisadas as implicações jurídicas e políticas da nomeação do novo primeiro-ministro.
Esta segunda-feira (24.08) o novo chefe do executivo, Baciro Djá, reuniu-se com os responsáveis dos bancos comerciais da Guiné-Bissau, para lhes solicitar apoios no sentido de cobrir um défice que existe nas finanças públicas para o pagamento dos salários do corrente mês de agosto.
Pagamento dos salários em perigo?
Edifício do Parlamento (ANP) da Guiné-Bissau
Baciro Djá disse aos jornalistas que “sobre a situação financeira do país, conseguimos saber que existe um défice para o pagamento dos salários”.

O novo primeiro-ministro guineense, prometeu pagar os salários aos funcionários públicos "todos os dias 25 de cada mês".

Lembramos que o Presidente guineense, José Mário Vaz, ficou conhecido no país por "Homem do 25" uma alusão ao facto de, enquanto foi ministro das Finanças, pagar os ordenados nesse dia.
Recorde-se que Geraldo Martins, ministro da Ecomina e Finanças demitido, já tinha anunciado que o salário do mês de agosto não estaria em causa .
Devido às sucessivas crises e instabilidade no país, o pagamento de salários aos servidores do Estado é tido sempre como uma preocupação pelas novas autoridades, porque nos últimos anos, os governos não conseguiram honrar este compromisso.
Guiné-Bissau na agenda do Conselho de Segurança da ONU
Cipriano Cassamá, Presidente da ANP da Guiné-Bissau (dir) com Miguel Trovoada, representante da ONU na Guiné-Bissau
Entretanto, esta segunda-feira dois atos marcaram o dia do novo primeiro-ministro.

A proibição da transmissão direta da sessão especial da Assembleia Nacional para análise da atual crise politica e a exoneração dos Diretores da Rádio Nacional e da Televisão Nacional. Califa Soares Cassamá, substitui Muniro Conté na Rádio Nacional, enquanto Eusébio Nunes, jornalista da Televisão Nacional substitui Paula Melo à frente do canal.
Enquanto isso, o representante da ONU para a Guiné-Bissau, Miguel Trovoada esteve reunido na manhã desta segunda-feira com o Presidente da ANP Cipriano Cassamá.
No próximo dia 28 de agosto, a Guiné-Bissau será um dos assuntos em análise na reunião do Conselho de Segurança da ONU, disse Miguel Trovoada. "Vamos analisar a situação do desempenho da missão da ONU aqui nos primeiros seis meses do mandato que foi renovado até fevereiro de 2016. Outra questão que vai ser debatida neste Conselho de Segurança é o regime das sanções decretadas através de uma resolução após o golpe de Estado de 2012”.
Sanções serão mantidas?
A comissão do Conselho de Segurança da ONU que administra as sanções aplicadas a 11 militares da Guiné-Bissau deverá mantê-las face a receios sobre instabilidade no país, anunciou no passado dia 14 de agosto uma organização que acompanha o trabalho das Nações Unidas.

"Os membros que defendiam a continuação das sanções e que se mostravam preocupados sobre a fragilidade da Guiné-Bissau, podem agora encontrar maior apoio para a sua perspetiva", refere o portal do 'Security Council Report', citado pela agência de notícias Lusa.
Em causa, estão "os recentes acontecimentos", com o Presidente, José Mário Vaz, a demitir o Governo de maioria parlamentar de Domingos Simões Pereira, apesar da pressão diplomática e dos apelos no país para não o fazer.

"No princípio da semana houve uma antevisão da avaliação feita pelo secretariado" e "prevalece a ideia de que seria prematuro pôr fim ao comité de sanções dado o historial de golpe de Estado na Guiné-Bissau levando a ciclos de instabilidade", diz a organização.

Tal acontece numa altura em que "alguns membros do Conselho de Segurança estavam inclinados a acabar com as sanções por considerarem que o principal objetivo - pressionar os autores do golpe de 2012 para restaurar a ordem constitucional - estava atingido há mais de um ano". No entanto, com a queda do Governo, o apoio às sanções deve agora manter-se.

As restrições impostas consistem numa medida única: proibição de viajar para quem esteve ligado ao comando militar que liderou o golpe de Estado de 2012 - sendo que a lista atualizada inclui 11 militares dos diferentes ramos das forças armadas, dos quais 10 oficiais e um inspetor-geral.
#dw.de

NIGÉRIA: Boko Haram contra Ban Ki-moon!.

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A pelota pela audácia terrorista, o Boko Haram acaba de grifar notícias internacionais, ao atacar a comitiva do chefe das Forças Armadas nigerianas, o General Tukur Buratai, em visita ao nordeste, em Faljari, em torno de Maiduguri, capital do Estado de Borno. Este ataque ocorreu apenas horas antes da chegada do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, confirma, se ainda for necessário, a resiliência dos jihadistas que demonstram assim, a sua capacidade de ataque, em qualquer lugar e sobre não importa quem!



Embora o porta-voz do Exército disse que "os terroristas sofreram um poder de fogo esmagador dos soldados, em que dez deles foram mortos. Nossas tropas capturaram cinco terroristas "; deve-se reconhecer que esta provocação dos terroristas foi bom  ' de nervozismo' e bem calculada. Sua mensagem é clara: "o Boko Haram proveio do Grupo do Estado islâmico na África Ocidental e sempre bem viva", e mantém no estado toda a sua capacidade de incômodo.

A praga do terrorismo
O ataque soa como um histórico porque há quatro anos, o Boko Haram atingiu a Organização das Nações Unidas em Abuja , em26 de agosto de 2011, em um ataque suicida que fez 21 mortos e feridos. Enquanto Ban Ki-moon acabava de chegar à Nigéria para participar da cerimônia que marca a morte trágica de vários de seus funcionários, o Boko Haram, sem pestanejar, celebra à sua própria maneira, este ataque horrível do grupo islâmico, na tentativa de matar violentamente o General Tukur Buratai das Forças nigerianas. Como uma maneira para desestabilizar ainda mais o presidente do país Muhammudu Buhari que, apesar das promessas de erradicar a praga 'terrorista' ele está tropeçando em uma realidade mais dura que seus estrategistas tinham pensado.

O programa de estadia do primeiro diplomata da ONU em uma cerimônia comemorativa será submetido a rigores de protocolo e segurança mais rígida para evitar o pior. Seu reencontro com o presidente Buhari vai, no centro de sua preocupação, o último ataque kamikaze, que ele irá analisar em profundidade, sem esquecer a questão do rapto de 276 meninas de Chibok, desaparecidas desde 14 de abril de 2014. uma vez que, apesar da grande campanha internacional para "Trazerem de volta as meninas" ("Dê-nos de volta nossas filhas"), além de 57 meninas do ensino médio que conseguiram escapar, 219 ainda estão desaparecidas.

Onde estão os estudantes de Chibok
Foram elas realmente vendidas? -elas Tornaram-se escravas sexuais? Elas se casaram voluntariamente ou à força? Como é hoje a situação exata?
Tantas perguntas a fazer, porque é surpreendente que, apesar dos drones dos EUA e poderosa inteligência da NSA, nada ainda foi retribuído aos pais e ao público, os menores fragmentos de informação fiável, alguns vislumbram-se de esperança ... Além da comemoração das vítimas de há quatro anos, seu encontro com o presidente Buhari, as ONGs humanitárias e industriais nigerianos; 48 horas de Ban na Nigéria deve ajudar a dissipar as nuvens de desconfiança que rodeiam todas estas perguntas, e as Nações Unidas a participar mais fortemente na luta contra os terroristas.

De Maria BABIA para GCI
2015-GuineeConakry.Info

Guiné - Bissau: Parlamento reúne-se para discutir situação política do país.

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ARTÉRIA DA CIDADE 

Bissau - A Assembleia Nacional Popular (ANP) da Guiné-Bissau reúne-se hoje, segunda-feira, numa sessão extraordinária para discutir a situação política do país, segundo a Lusa que cita fonte parlamentar.


O parlamento guineense já se encontrava de férias, mas o presidente do órgão, Cipriano Cassamá, convocou a sessão após uma reunião da Comissão Permanente da ANP.
A discussão acerca da situação política do país é o único ponto da ordem de trabalhos.
O Presidente da República, José Mário Vaz, demitiu no dia 12 o Governo de Domingos Simões Pereira (presidente do PAIGC) e escolheu na quinta-feira Baciro Djá como primeiro-ministro.
Apesar de não ter sido indicado pelo partido que venceu as últimas eleições, o PAIGC, Vaz justificou a nomeação com o facto de Baciro Djá ser vice-presidente daquela força política e ter sido director da campanha eleitoral em 2014, o que considera fazer dele um profundo conhecedor das promessas eleitorais.
Baciro Djá também acompanhou a campanha de José Mário Vaz, chefe de Estado eleito igualmente pelo PAIGC nas eleições presidenciais gerais (legislativas e presidenciais) de 2014.
O PAIGC e diversas organizações da sociedade civil consideram as decisões de José Mário Vaz inconstitucionais e pretendem avançar com acções judiciais para destituir o Presidente da República.
A bancada do PAIGC tem maioria no parlamento, com 57 dos 102 deputados.
#portalangop.co.ao

A Delegação da Costa do Marfim satisfeita em participar no final da 1ª Conferência Mundial da Ciência em Israel.

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Fin

Iniciada em 15 de agosto na Universidade Hebraica de Jerusalém, a primeira Conferência Mundial de Ciência de Israel (WSCIi) fechou suas portas em 20 de agosto de 2015. À saída desse grande evento de troca de experiência, a delegação da Costa do Marfim agradeceu a oportunidade oferecida pelo governo de Israel, e pela Universidade Hebraica de Jerusalém para oferecer uma plataforma para a formação de 400 jovens de 70 países do mundo e os principais cientistas. Assim Misses Misses Bassolé Serena (Informática), Bamba Linda (Economia) e Ajavon Marie Joseph (Economia) saíram grandemente enriquecidas com essa experiência. Elas que tiveram a oportunidade de trocar experiências diretamente com Premio Nobels (nós notamos a presença de 15 vencedores), mas também de cientistas de renome em vários domínios. Integradas dentro de trabalho dirigido por outro jovens cientistas, as nossas representantes participaram em várias conferências, participaram em vários workshops e visitas a empresas israelenses para ganhar experiência. Para Mamadou Bakayoko chefe da delegação, Costa do Marfim, que aspira a emergência não poderia estar ausente em tal local de treinamento da elite para o futuro. Ele também buscou o apoio do governo para melhor preparar a participação dos marfinenses para vencimentos futuros.

Por Franck Danon enviado especial.

#abidjan.net

A mulher cubana em todas as frentes.

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Com o ânimo de reconhecer o desempenho inigualável daquelas que realizam ações a favor do progresso da mulher cubana na defesa da obra revolucionária, um grupo de companheiras e companheiros receberam a Distinção 23 de agosto.

Photo: Anabel Díaz

Com o ânimo de reconhecer o desempenho inigualável daquelas que realizam ações a favor do progresso da mulher cubana na defesa da obra revolucionária, na quarta-feira, 19 de agosto, no Salão de Protocolo El Laguito, um total de 37 pessoas destacadas recebeu a Distinção 23 de agosto.
Conferida pela Federação das Mulheres Cubanas (FMC), e por ocasião de celebrar seu 55º aniversario, outorgou-se a distinção a um grupo de companheiras e companheiros por sua trajetória de trabalho e social, seus valores éticos e revolucionários, sua atitude exemplar no âmbito político, jurídico, científico, produtivo, artístico, cultural e esportivo, e “por acumularem importantes méritos contribuindo a enaltecer o papel da mulher cubana”, referiu Arelys Santana Bello, segunda-secretária desta organização.
José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) e vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, indicou que a mulher cubana “se destaca, tem que estar e está em todas as frentes de nosso país”.
“Ela pode hoje participar em todos os setores e tarefas de nossa sociedade e está à altura de qualquer dentro desses setores”, insistiu. “Contamos com ministérios que têm mais mulheres que homens e que, incluso, são dirigidos por mulheres. No sistema judicial, por exemplo, as mulheres promotoras são as que mais abundam”.
Machado sublinhou o caráter rejuvenescedor da organização, e enfatizou em que há de continuar oferecendo a atenção necessária, mudando os métodos acorde aos momentos que estamos vivendo, mas tudo com a certeza e consciência de que a base está e continuará “bem formada e enraizada”.
O ato foi presidido, ainda, por Teresa Amarelle Boué, membro do Comitê Central do Partido e secretária-geral da FMC.
Yunidis Castillo, milticampeã paralímpica e uma das federadas que recebeu a distinção, expressou seu orgulho por, desde seu papel como atleta, pôr no alto o nome da mulher cubana: “exemplo de empenho, vontade e de saber crescer-se perante as dificuldades”.
Olga Lidia Jones Morrinson, vice-presidenta do Supremo Tribunal Popular, acrescentou que tem o prazer de trabalhar em uma instituição na qual mais de 80% dos juízes são mulheres, o qual outorgou um matiz diferente ao trabalho da judicatura cubana, e que não teria a mesma envergadura sem as contribuições da FMC e o empoderamento que adquiriu a mulher cubana com a passagem do tempo.
#granma.cu

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