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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Esteve acompanhado do segundo-secretário do Partido, José Ramón Machado
Ventura, do Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e do primeiro
vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel
Díaz-Canel Bermúdez.
Photo: Juventud Rebelde
O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e
primeiro-secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército
Raúl Castro Ruz, chefiou a última guarda de honra na homenagem ao
Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, no memorial José Martí da Praça
da Revolução, em Havana.
Nesse solene momento, o companheiro Raúl esteve acompanhado do
segundo secretário do Partido, José Ramón Machado Ventura, do Comandante
da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e do primeiro vice-presidente dos
Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
Hoje, às 19h00 será realizado um multitudinário ato político-cultural
na Praça da Revolução, no qual os citadinos, em nome de todo o povo de
Cuba prestará tributo a seu invicto Comandante.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Palavras
do general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê
Central do Partido Comunista de Cuba e presidente dos Conselhos de
Estado e de Ministros no ato de homenagem póstuma ao comandante-em-chefe
da Revolução cubana, Fidel Castro Ruz, na Praça da Revolução, 29 de
novembro, 2016, «Ano 58º da Revolução».
Photo: Granma
Estimados chefes de Estado e de Governo;
Chefes das delegações;
Personalidades proeminentes;
Amigos todos;
Querido povo de Cuba (Aplausos)
Embora me caiba proferir o discurso final, em 3 de dezembro próximo,
quando estejamos na Praça da Revolução Antonio Maceo, em Santiago de
Cuba, agora eu desejo expressar, em nome do nosso povo, Partido e
Governo, bem como da família, a sincera gratidão por sua presença neste
ato (Aplausos), pelas palavras emocionantes que foram expressas aqui e
também pelas expressões extraordinárias e incontáveis de
solidariedade, carinho e respeito recebidos do mundo todo, nesta hora de
dor e comprometimento.
Fidel dedicou sua vida à solidariedade e liderou uma revolução
socialista "dos humildes, pelos humildes e para os humildes", que se
tornou um símbolo da luta anticolonial, antiapartheid e
antiimperialista, pela emancipação e a dignidade dos povos.
Suas palavras vibrantes ressoam hoje, nesta Praça, tal como naquela
concentração camponesa de 26 de julho de 1959, em apoio da Reforma
Agrária, que era como cruzar o Rubicão e desatou a sentença de morte da
Revolução. Aqui Fidel afirmou que «a reforma agrária vai». E a fizemos.
Hoje, 57 anos depois, estamos honrando aquele que a concebeu e conduziu.
Neste lugar, nós votamos junto a ele a Primeira e a Segunda
Declaração de Havana, em 1960 e 1962, respectivamente (Aplausos). Contra
a agressão apoiado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) Fidel
proclamou que «atrás do país, atrás da bandeira livre, atrás da
Revolução redentora... há um povo digno», disposto a defender sua
independência e «o destino comum da América Latina libertada».
Estava junto a Fidel no edifício que agora ocupa o Minfar, isto é,
Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, quando ouvimos a explosão
do navio francês La Coubre, que transportava as primeiras e únicas
armas que pudemos comprar na Europa, e nós fomos para a doca, porque nós
já sabíamos que somente aquela explosão poderia ter-se originado no
navio que estava descarregando as armas, para ajudar as vítimas, quando
minutos após a nossa chegada, como uma armadilha mortal, produziu-se uma
segunda explosão. Entre as duas causaram 101 mortes e inúmeros feridos.
Aqui, com ele, fez-se a Declaração de Cuba como Território Livre de
Analfabetismo, em dezembro de 1961 (Aplausos), no final da Campanha de
Alfabetização, feita por mais de 250 mil professores e alunos que não
parou, enquanto nesse mesmo ano os veteranos do Exército rebelde e as
Milícias Nacionais Revolucionárias nascentes lutavam contra os
mercenários em Playa Giron e nas áreas montanhosas contra os bandos
armados infiltrados a partir do exterior que, entre outros crimes
diversos e múltiplos, mataram dez jovens professores. Vencemos em Giron e
foi cumprida, ao mesmo tempo, a alfabetização em todo o país
(Aplausos), para consagrar, como disse Fidel então, que «os jovens têm o
futuro em suas mãos» (Aplausos).
Com profunda emoção também ouvimos aqui o Comandante-em-chefe nesta
praça, na cerimônia solene da noite de outubro de 1967, para prestar
homenagem ao inesquecível Comandante Che Guevara e retornamos a ela, 30
anos mais tarde, durante a fase mais difícil do período especial, para
comprometermo-nos diante dos restos mortais de Che Guevara a seguir seu
exemplo imortal.
Chocados e indignados também marcamos presença na despedida solene
das 73 pessoas mortas por causa do terrorismo de estado no avião da
Cubana de Aviação derribado em Barbados, incluindo os jovens vencedores
de todas as medalhas de ouro no quarto campeonato de esgrima da América
Central e do Caribe. Naquela ocasião, repetimos com ele: «Quando um povo
enérgico e viril chora» (Exclamações de: «A injustiça treme!»).
Exatamente, «a injustiça treme!» (Aplausos.)
Esta é a Praça, palco de importantes passeatas do Primeiro de Maio da
capital; em 1996 contra o bloqueio e a Lei Helms-Burton, que ainda
subsistem; a enorme Parada de 1999 e da Tribuna Aberta da juventude, os
estudantes e os trabalhadores, do ano 2000, onde Fidel explicou seu
conceito de Revolução, que hoje em dia milhões de cubanos tornam seu,
com a sua assinatura, em um ato de vontade sagrada (Aplausos).
É este é o lugar onde viemos para apoiar os acordos de nossos Congressos do Partido Comunista de Cuba.
E com esse mesmo espírito o povo veio nestes dias, com uma grande
participação dos jovens, a prestar homenagem emocional e jurar
fidelidade às ideias e ao trabalho do Comandante-em-chefe da Revolução
Cubana (Aplausos).
Querido Fidel:
Ao pé do monumento a José Martí, herói nacional e autor intelectual
do ataque ao quartel Moncada, onde nos temos reunido durante mais de
meio século, em tempos de dor extraordinária, ou para honrar nossos
mártires proclamar nossos ideais, reverenciar nossos símbolos e
consultar com o povo as decisões transcendentais; precisamente aqui onde
celebramos nossas vitórias, dizemos-te juntamente com nosso povo
combativo, heróico e abnegado: Até a vitória sempre! (Exclamações de:
«Sempre!» e Aplausos)
(Escutam-se lemas de «Viva Fidel! Viva Raul!».)
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira (DSP) defendeu ontem que “a Guiné-Bissau precisa de reforçar as suas instituições democráticas e precisa de construir um Estado de direito. E isso se faz respeitando as leis ou assumindo compromissos e respeitando esse compromisso. Se a nossa posição mantem-se essa coerência ao meio e longo prazo, nós vamos ter uma república funcional onde as leis são respeitadas, onde o progresso pode de facto ser construído”.
DSP admite que “o inverso disso, não é uma alternativa não só para o país, mas também para o P5”.
Simões Pereira falava aos jornalista no principio da noite de quarta-feira em Bissau, após o encontro com o grupo “P5” constituído pela comunidade internacional disse que: “Nós achamos que o acordo de Conacri era uma alternativa, uma solução para a situação de desbloqueio das instituições da república e pensamos que é finalmente que as partes signatárias do acordo respeitem integralmente todos os pressupostos nele associado”.
Adiantando que o “P5” disse não assume qualquer posição no processo, aguardando que a mediadora da CEDEAO se pronuncie sobre o nome escolhido ao cargo do Primeiro-ministro do Governo inclusivo.
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O novo Primeiro-ministro, Umaro Moktar Sissoco Embalo Advertiu hoje dia 30 em Bissau que, a Guiné-Bissau não pode esperar mais tempo, porque é um ano que o Parlamento está bloqueado.
Proveniente da Libéria após ter apresentado ao Presidente da CEDEAO, Ellen Johnson, as suas propostas que preconiza para acabar com a crise política guineense, Sissoco disse que recebeu orientações da CEDEAO, em continuar com o diálogo e convencer o PAIGC para integrar o seu executivo por forma a desbloquear a crise através de uma plataforma de diálogo.
Umaro Sissoco adianta que o contacto de aproximação entre as partes poderá ser facilitado com o chamado grupo “P5” constituído pela comunidade internacional.
O PM, Sissoco disse esperar que os parlamentares terão o bom senso para convocar uma sessão extraordinária na Assembleia Nacional Popular, para o debate e consequente votação do programa do seu Governo e o Orçamento geral de Estado.
Recordamos que, três das cinco formações políticas que compõem o parlamento da Guiné-Bissau, PAIGC, PCD União para Mudança (UM), recusam-se a fazer parte do Governo que se chamam de iniciativa presidencial, que pretende ser de inclusão para tirar o país da crise política em que se encontra há 15 meses.
Os três partidos não concordaram com o nome de Umaro Sissoco Embaló, um general na reserva de 44 anos, proposto pelo chefe do Estado guineense, José Mário Vaz, como primeiro-ministro.
O PAIGC é o vencedor das últimas eleições legislativas na Guiné-Bissau mas tem estado arredado do poder em decorrência de um crise interna e de desentendimentos com o chefe do Estado.
Sissoco Embaló prometeu acatar o conselho mas avisou que irá avançar com a sua equipa governamental caso persistir a recusa do PAIGC em integrar o novo executivo.
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Nova Direção dos Balantas:Nilton César Barbosa, Secretário Geral; Babum Imbadji, Presidente da Juventude; Aguibo Djata, Responsável das Finanças e Aduramane Djaló, Presidente da direção
A direção do Clube Futebol Os Balantas de Mansoa, recebeu no passado sábado, dia 25 de Novembro de 2016, 10 sacos de arroz de 50 kg (donativo) para garantir alimentação de jogadores durante a competição do campeonato.
Dr. Malam Sambú (Embaixador na China)
Mais um ilustre filho da terra que teve um nobre gesto de generosidade!
Com o arranque do campeonato da 1.ª Divisão em futebol da Guiné-Bissau, o Senhor Embaixador Malam Sambu resolveu doar 500 kg de arroz para garantir alimentação dos atletas do Clube Futebol Os Balantas de Mansoa.
Um gesto de registar deste ilustre filho da terra.
Senhor Embaixador, os Mansoenses agradecem e os Balantas merecem.