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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 22 de maio de 2017

«FOTOS DE JOMAV» PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU NA CIMEIRA 'ARAB ISLAMIC AMÉRICA' - ARÁBIA SAUDITA.

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Em Riyadh na Cimeira 'Arab Islamic America' - Arábia Saudita.

Nesta cimeira foram abordados questões sobre o terrorismo, apelando à união dos países presentes, na sua maioria muçulmanos para luta contra o terrorismo. 

Hoje a nivel mundial é uma preocupação transversal a todos os países.

"(...) De cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e falsamente evoca o nome de Deus isso deve ser 'encarado como' um insulto a todas as pessoa de fé. Os terroristas não adoram a Deus, mas sim à morte (...)” Afirmou Donald Trump












PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU OFERECEU 'PANO DE PENTE' AO REI SALMAN DE ARÁBIA SAUDITA.

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O Pano de pente, de tear artesanal, tem uma grande importância social e cultural na Guiné-Bissau. A tecelagem guineense é uma tradição bem antiga e a versatilidade dos panos de pente não a deixam cair em desuso.

Devido ao seu valor patrimonial no seio dos guineenses os panos de pente são usados em várias ocasiões de grande significado para o país, passando pela política, moda, cerimónias fúnebres, casamentos tradicionais e decoração.

Apesar de ser um produto bastante dispendioso, devido a importação do algodão, está sempre presente nos rituais guineenses.

Conosaba/weebly.com/










sexta-feira, 19 de maio de 2017

Presidente da Guiné-Bissau afirma que não vai demitir Governo.

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"Se o Parlamento não der abertura para que o programa do Governo seja votado, então não derrubarei este Governo", afirmou José Mário Vaz num comício popular em Bissau, esta quinta-feira (18.05.).
fonte: DW ÁFRICA
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O Presidente da República guineense quer que o plano de ação do Governo de Umaro Sissoco Embaló seja apreciado na Assembleia Nacional Popular.
"Abram o Parlamento para que se saiba quem tem a maioria", afirmou José Mário Vaz. O chefe de Estado garantiu que, com a sua presidência e com o atual Executivo, a Guiné-Bissau "vai para frente".
José Mário Vaz respondeu assim à comunidade internacional, que tinha apelado à nomeação de um novo Governo com um primeiro-ministro de consenso.
Guinea-Bissau Umaro Sissoco und José Mário Vaz
Primeiro-ministro Umaro Sissoco (dir.) e Presidente José Mário Vaz
Impasse continua
O Parlamento guineense está bloqueado há cerca de um ano. Na origem do impasse estão divergências entre os dois principais partidos, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS).
A Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) estipulou o dia 25 de maio como data limite para que os atores políticos guineenses cumpram com o Acordo de Conacri, sob pena de impôr sanções. 
No entendimento, firmado em Conacri, em outubro de 2016, os dirigentes políticos da Guiné-Bissau concordaram em nomear um primeiro-ministro de consenso, a definir, para liderar um novo Governo até ao final da legislatura. Mas a nomeação de Umaro Sissoco Embaló gerou forte contestação na classe política. O PAIGC exige a nomeação de Augusto Olivais para o cargo de primeiro-ministro.

ANGOLA: A VERDADE NÃO PRESCREVE.

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marcolino-moco-angola

Marcolino Moco, antigo secretário-geral do MPLA e ex-Primeiro-Ministro de Angola, revelou em 2011 que o seu partido, o MPLA, o ameaçou de morte. Ou, melhor, que lhe poderia acontecer o mesmo que aconteceu a Jonas Savimbi.

Nesta altura, sobretudo porque a memória dos homens do regime anda quase ao nível da dos mabecos, é aconselhável reler uma carta que Marcolino Moco escreveu no dia 29 de Novembro de 2009 ao seu camarada Dino Matross. Ei-la na íntegra:
“Após consulta à minha família nuclear e alargada, que me deu todo o apoio, e até me surpreendeu, ao declarar que eu nem devia ter ido ter consigo, mando-lhe este pequeno memorando do nosso encontro do dia 24 de Novembro, na Assembleia Nacional.
Na verdade, como deve ter sabido, a minha primeira decisão era não ter ido ter consigo, pela forma como fui abordado, como se eu fosse um desocupado, à chamada de um senhor misericordioso; e também não iria ao seu encontro por desconfiar que me iria dar lições atávicas, sobre as minhas opiniões, como cidadão e académico, em relação ao momento constituinte, que tem suscitado uma grande audiência em Luanda e no exterior, já que vocês, sem nenhum pejo, barraram todo o contraditório em relação ao interior do país, simulando uma grande generosidade em fazer participar o país na elaboração de uma constituição que vocês já sabem qual será.
Só que com o seu cinismo, conseguiu que o camarada Faustino (Muteka) me convencesse que seria uma conversa entre camaradas que iriam trocar ideias, neste momento importante.
Aquilo foi mais degradante, não sei quantas vezes, do que o meu encontro com os camaradas João Lourenço, Paulo Jorge e Nvunda, em 2001, quando eu opinava publicamente sobre a urgência da paz.
Devo reconhecer hoje, ter sido injusto com eles porque, foram certamente pessoas como o camarada Matross que os empurraram para aquele cenário, que até não foi tão triste assim, até porque bastante cordial.
Vocês não conseguem nem ter sentido de humor e um mínimo de informalismo, como a camarada Joana Lina, que quase não aceitou os meus cumprimentos, toda ela feita deusa de uma religião que eu não professo.
Pela forma arrogante como me falou não vou mais insistir nas opiniões que tentei trocar consigo, porque vi que o senhor não estava interessado em dialogar, mas apenas em tentar impor-me ideias que – diga-se, mais do que imaginava, horrorosamente atávicas.
No entanto, quero que fique bem claro que, para mim, as conclusões daquele encontro são as seguintes:
1-Reitero, por minha livre vontade, que continuo ligado sentimentalmente ao MPLA (talvez deixe de fazer essa referência pública, e deixe de referir que vocês são meus amigos, se isso tanto vos perturba) conservando o meu respeito ao Presidente do Partido, mas sem temor (como temer um combatente na luta contra o medo colonial e não só!?).
O que penso, a partir do nosso último encontro (pode ser que esteja enganado!), é que são vocês que o apoquentam com a ideia de que qualquer referência a ele, desde que seja crítica (mesmo quando positiva) é falta de respeito, é “falar mal do Chefe”, etc., etc., etc..
2- Fica claro que como docente, conferencista e cidadão, ninguém, mas absolutamente ninguém, me obrigará a distorcer as minhas convicções científicas, a favor de ideias de um partido qualquer, por mais maioritário que seja e por mais da minha cor que seja.
É aí que vocês inventam que eu falo mal do Presidente do Partido, quando as referências são feitas a um cidadão que é Chefe de Estado e especialmente na sua qualidade de Chefe de Governo, num momento importante, em que todos nós temos o dever cívico de contribuir sem medo.
Para mim o tempo da vovó Xica de Valdemar Bastos: “não fala política”, já lá vai há muito tempo.
Paradoxalmente, o camarada Dino Matross, foi um dos grandes obreiros desta gesta. É pena! Era para nos tirarem o medo dos estrangeiros e nos trazerem o vosso medo?! Eu recuso-me a tremer perante qualquer tipo de novos medos.
3-Aquelas referências que fez, de forma tão sobranceira e até ameaçadora, sobre o camarada Chipenda (por quem, da lista, nutro um grande respeito), do Paulino Pinto João (degradante!) e de Jonas Savimbi (se não andasse distraído saberia que eu nunca entendi bem das suas razões) foi das coisas mais inacreditáveis na minha vida.
O camarada Matross a deixar transparecer que me presto a mendigar os vossos favores ou que tenho medo de perder a vossa protecção? Ainda não se apercebeu que não?!
Neste ponto, saiba que a minha família e amigos, sobretudo os que vivem no Huambo e um pouco por todo o país, reiteraram-me o seu total e pleno apoio, no sentido de que nem que eu venha a comer raízes e ervas (que até são mais saudáveis que as comidas importadas) não irei pedir esmolas a ninguém, o que não significa dispensar os meus direitos e garantias perante as instituições competentes do Estado.
4-Declino o convite que o camarada diz ter pedido para mim, ao Presidente do Partido, para ser convidado ao VI Congresso do MPLA.
Não aceito a perspectiva chantagista, condicionante e ameaçadora que deixou transparecer do tipo: “se não for então que não se arrependa” ou “então será abandonado”.
Como costumo dizer, desde a “Queda do Muro de Berlim”, em 1989, que estou preparado, sobretudo espiritual e psicologicamente, para não viver a custa de lugares em qualquer partido.
E a mensagem que passo sempre aos meus alunos _ e tenho moral para isso _ é esta: “preparem-se como bons profissionais, para a vida; podem aderir a partidos ou assumir cargos políticos, mas não dependam deles em nenhum sentido, porque podem ser enxovalhados, em alguma altura”.
5-Espero nunca mais ser perturbado quando falar, nas minhas vestes de cidadão e estudioso do Direito. Se a questão é alguma comunicação social, que ainda não se vergou às vossas pressões, andar a divulgar as minhas ideias, o problema não é meu. Mandem fechar tudo o que não fale a vosso favor e deixem-me em paz.
6- Olhem à volta e vejam como arrastam o MPLA à situação de ser o mais retrógrado dos então chamados partidos progressistas de África! Incapazes de perdoar, do fundo do coração (já nem falo da UNITA e dos chamados “ fraccionistas”) até os próprios fundadores do nosso glorioso Partido, como os irmãos e primos Pinto de Andrade; e um Viriato da Cruz, de cujo punho brotaram estrofes esplendorosas, para uma África chorosa mas em “busca da liberdade”, usando palavras de outro vate da liberdade; o Viriato da pena leve e elegante que riscou o próprio “Manifesto”, donde nasceria uma das mais notáveis siglas da humanidade; sigla que vocês vão, hoje, transmitindo às novas gerações, como o símbolo do culto e da correria atrás de enxurradas de dinheiro e de honrarias balofas! Triste espectáculo que fingem não ver!
Com certeza, já mandaram chamar o nosso “mais novo”, o deputado Adelino de Almeida para nunca mais escrever, como escreveu aquele artigo tétrico, no “Semanário Angolense”, após o desaparecimento do malogrado, talentoso e insigne tribuno, também nosso “mais novo” o ex-deputado André Passy.
Dos textos dilacerantemente irónicos do ex-deputado Januário, mas exprimindo com arte as misérias (sobretudo do foro espiritual) que estão a ser criadas neste país, provavelmente nem se importam de reparar: pois, para além de ser já um “ex” é um “mijão de calças”, mesmo aos quase 50 anos, como o camarada Matross gosta de taxar “carinhosamente” todos os jovens que despontam com ideias diferentes das vossas.
Por maioria de razão, o mesmo destino (cesto de papéis!) deram, certamente, àquele pujante libelo acusatório de um jovem, a sair dos vinte anos, que me fez chorar (das poucas vezes que chorei, em vida!) onde a vossa e minha geração são postas diante de uma realidade, nua e crua, do amordaçar de sonhos e liberdades que vocês nos anunciaram a todos, mas que ele e os da sua geração só os encontram nos livros de história e no canto esperançoso dos poetas (falo do jovem Divaldo Martins, que também escreveu no “Semanário Angolense”!).
7- E sobre todas estas coisas, não mais falarei com o camarada Dr. Dino Matross. Estou indisponível. A não ser em debate público.
Política, na verdade, diversamente do que vocês querem impor, contrariando (mesmo neste tempo de democracia pluralista), o grande Agostinho Neto, que disse não dever ser um assunto de “meia dúzia de políticos”, terá que ser, e será, inexoravelmente, uma questão fora do esoterismo a que vocês a querem submeter, em Angola.
Estou cansado das vossas chantagens e humilhações. Por enquanto, é este o meu manifesto contra o medo e contra uma ditadura do silêncio que não aceito.
Obs.: Como vocês gostam de distorcer as coisas, guardo cópia deste documento que será distribuído a meus familiares e amigos e, quem sabe, chegará aos militantes de corações abertos, que ainda não os fecharam, ante a vossa inigualável capacidade de manipulação!
Quem sabe a todo o país e ao mundo, que para vós não passa dos arredores da Mutamba e da marginal da baía de Luanda?!”
fonte: http://jornalf8.net

TRIBUNAL DE CONTAS GUINEENSE FAZ MAIS DE 60 RECOMENDAÇÕES APÓS ANALISAR CONTAS DO ESTADO.

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TRIBUNAL DE CONTAS GUINEENSE FAZ MAIS DE 60 RECOMENDAÇÕES APÓS ANALISAR CONTAS DO ESTADO



O Tribunal de Contas da Guiné-Bissau fez hoje mais de 60 recomendações ao Governo e ao parlamento do país, depois de analisar as contas gerais do Estado de 2009 e 2010.

"Foram feitas mais de 60 recomendações, umas ao Governo e outras à Assembleia Nacional Popular. O objetivo é estes pareceres continuarem a ser feitos, mas continuamos a aguardar que sejam entregues as contas entre 2011 e 2015", afirmou Amadeu Correia, coordenador da equipa que elaborou os pareceres.

Questionado sobre quais as principais recomendações feitas, Amadeu Correia disse que foi feita uma "recomendação no sentido de se uniformizar os prazos de apresentação do Orçamento Geral de Estado à Assembleia e da votação e publicação em Boletim Oficial".

"Uma outra recomendação no âmbito da receita é que há uma série de concessões de benefícios fiscais, nomeadamente da alfândega, direção-geral de impostos e do próprio plano, e recomendamos que se defina uma lei-quadro que balize a concessão de benefícios fiscais", afirmou.

Em relação à Tesouraria do Estado, Amadeu Correia explicou que o Tribunal de Contas recomendou o princípio da unidade, porque os fundos autónomos são executados à margem do Orçamento de Estado e do sistema.

"Os fundos autónomos, em vez de remeterem a receita para o tesouro, abrem contas em bancos comerciais e, quando o Estado tem problemas de tesouraria, vai aos bancos pedir dinheiro. Ora, os bancos emprestam o dinheiro dos fundos autónomos e depois o Estado paga juros sobre o seu próprio dinheiro", explicou.

Os pareceres foram realizados com o apoio técnico da União Europeia, através do Pro Palop-Timor-Leste e do programa de apoio institucional e orçamental.

"O apoio impulsionou as atividades do Tribunal de Contas, que conseguiu emitir pela primeira vez dois pareceres sobre as contas gerais do Estado", sublinhou Amadeu Correia.

Em comunicado, a União Europeia salientou que os pareceres hoje apresentados "representam uma atividade pioneira para a Guiné-Bissau e vão servir como ação pedagógica do Tribunal de Contas guineense".

Uma outra recomendação feita pelo Tribunal de Contas diz respeito à necessidade de inventariar os bens públicos, incluindo as viaturas de Estado.

MSE // FPA

PRESIDÊNCIA ABERTA NO ESPAÇO VERDE EM BISSAU

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PRESIDÊNCIA ABERTA NO ESPAÇO VERDE EM BISSAU

Presidente da Guiné-Bissau avisa a comunidade internacional que o país é um Estado soberano e que está pronto para o que vier. José Mário Vaz pede a união de todos para aquilo que chama de "guerra". E solicita também a abertura imediata da Assembleia Nacional Popular. O governo de Umaro Sissoco não vai cair, assegurou ainda o Presidente. (em atualização)

JOMAV imparável. O grito do LEAO foi demais e fora do alcance dos inimigos. O povo aderiu em massa, o espaço VERDE lotadissimo, um povo humilde e sem medo.

 
Quando o Poder Divino Está ao lado de um homem, nada a temer.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

GUINÉ-BISSAU: Falta de aplicação do Acordo de Conacri preocupa comunidade internacional.

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Parceiros da Guiné-Bissau reuniram-se com Presidente José Mário Vaz para manifestar preocupação face à ausência de progressos no cumprimento do Acordo de Conacri.
fonte: DW ÁFRICA
Guinea-Bissau José Mário Vaz trifft P5 (DW/B. Darame)
Presidente da Guiné-Bissau José Mário Vaz no encontro com os principais parceiros internacionais da Guiné-Bissau
As cinco principais organizações internacionais parceiras da Guiné-Bissau (ONU, União Africana, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e União Europeia) estão preocupadas com o silencio do Presidente guineense, José Mário Vaz, após a posição do Conselho de Segurança, que recomenda ao chefe de Estado guineense a nomeação de um novo primeiro-ministro, cumprindo com o Acordo de Conacri, que visa acabar com a crise vigente no país.
José Mário Vaz não reagiu até agora aos apelos internacionais que vão no sentido de promover diálogos com os cinco partidos representados no Parlamento para a formação de um novo executivo de consenso.
Ovídio Pequeno, representante da União Africana na Guiné-Bissau foi o porta-voz do grupo da comunidade internacional, designada por P5, que se reuniu com o chefe de Estado guineense para lhe transmitir essa preocupação.
Ovidio Pequeno (Braima Darame)
Ovídio Pequeno
"P5 pediu audiência com o Presidente para manifestar a sua preocupação pela ausência de progresso com vista a implementação do Acordo de Conacri, uma vez que neste quadro tinha sido dado um espaço de tempo, de 30 dias, para a solução da crise", disse Ovídeo Pequeno.
Tanto a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), organização sub-regional, bem com o Conselho de Segurança da ONU, anunciaram o dia 25 de maio como a data limite para que o Presidente guineense cumpra com o Acordo de Conacri.
Após a reunião desta quarta-feira (17.05.) com José Mário Vaz, a comunidade internacional espera que seja relançado o novo processo de diálogo com os atores políticos na busca de uma solução para a nomeação de um novo primeiro-ministro, disse Ovídio Pequeno.
"Nós viemos, outra vez, dizer ao Presidente da República, na qualidade do garante da Constituiçao, que tem a tarefa maior de tentar encontarar uma soluçao através de dialogo, inclusive com o PAIGC".
PAIGC reune-se com o "grupo dos 15"
O encontro do Presidente guineense com a comunidade internacional decorreu no Palácio da Republica a escassos cinco metros da sede do PAIGC onde também tinha lugar uma reunião entre a direção do partido e o antigo primeiro-ministro, Baciro Djá, um dos 15 deputados expulsos do partido quando se alinhou com o Presidente José Mário Vaz no inicio da crise.
Baciro Djá, atualmente de costas voltadas com o regime no poder, chegou a ser nomeado por duas vezes primeiro-ministro pelo Presidente guineense.
Aos jornalistas, Djá deu a entender que a sua reintegração está num bom caminho e agradeceu a direção do partido pela iniciativa de perdão e diálogo:
"Discutimos a implementaçao do Acordo de Conacri. Sou militante do PAIGC, estou disponivel a voltar ao PAIGC. Está em causa a reconciliaçao da familia do partido, portanto, devo felicitar de coração a direçao do PAIGC pela iniciativa".Por seu lado, o secretário nacional do PAIGC, Ali Hijazy enalteceu os progressos alcançados no processo de reintegração de Baciro Djá e lamentou o facto do resto do grupo dos quinze deputados terem condicionado a participação na reunião de negociação mediante a presença de outros militantes expulsos mas que não são deputados. Aly recorda que o Acordo de Conacri prevê apenas a reintegração dos militantes expulsos que são deputados.
Guinea-Bissau Ministerpräsident Baciro Dja (picture-alliance/dpa/L. Fonseca)
Baciro Djá
"Condicionaram a paraticipação deles à presença de Luis Oliveira Sanca ( nao é deputado) na reunião e que o encontro não seria na sede do PAIGC. Entendemos com os 15 que não estão a repeitar o ponto 10 do Acordo de Conacri que prevê a reitengraçao apenas dos deputados expulsos. O PAIGC nao vai ceder até este ponto".
Quando faltam oito dias para o termo do ultimato lançado pela comunidade internacional e perante a inércia do Presidente guineense, José Mário Vaz convocou um comício popular em Bissau, para esta quinta-feira à tarde, pelas 16h00, para fechar a sua primeira presidência aberta que o conduziu a todas as regiões da Guiné-Bissau.

"Terremoto político" ameaça Presidente brasileiro.

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Palácio da Presidência refuta acusação

Palácio da Presidência refuta acusação

Gravação revela Michel Temer a dar aval para comprar o silêncio do antigo presidente 
da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, mesma na prisão
O Presidente brasileiro é acusado de ter dado o seu aval para comprar o silêncio do antigo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, mesmo depois da sua prisão na operação Lava Jato.
A notícia, que caiu como um "terremoto" em Brasília e levou o presidente da Câmara dos Deputados a suspender os trabalhos, foi revelada pelo colunista do jornal “O Globo” Lauro Jardim e tem por base gravações feitas este ano pelos donos da empresa de produção alimentar JFS, um dos mais importantes "frigoríficos" do país.
O jornal revelou que o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, entregou uma gravação feita em Março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Lourdes, do seu partido, para resolver assuntos da J&F, uma holding que controla a empresa JBS.
Numa segunda gravação, também em Março, o empresário diz a Temer que continuava a pagar ao antigo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e a Lúcio Funaro, também envolvido no Lava Jato, uma mesada para que permanecessem calados na prisão.
Diante dessa informação, Temer diz, na gravação: "tem que manter isso, viu?"
Aécio Neves pede dois milhões
Aécio Neves gravado
Aécio Neves gravado
Nas declarações de Joesley Batista aos investigadores do Ministério Público Federal (MPF), o senador Aécio Neves, presidente do PSDB e antigo adversário de Dilma Roussef na campanha de 2014, é gravado pedindo ao empresário dois milhões de dólares.
A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e filmada pela Polícia Federal, que rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado numa empresa do senador do mesmo partido de Neves, o PSDB, Zeze Perrella.
Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados
Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados
Acordo com a justiça
O jornal Globo revela ainda que os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, estiveram na quarta-feira passada no Supremo Tribunal Federal (STF) no gabinete do juiz relator da Lava Jato, Edson Fachi, responsável por homologar a delação dos empresários.
Diante de Fachi, os empresários teriam confirmado que tudo o que contaram à PGR em Abril foi de livre e espontânea vontade.
Joesley contou ainda que o seu contacto no PT era Guido Mantega, ex-ministro das Finanças de Lula e Dilma Roussef.
O Globo indicou que o empresário contou que era com Mantega que o dinheiro das luvas era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados, e também era o ex-ministro que operava os interesses da JBS no Banco Nacionbal de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), o banco público.
Reacções
Frente às denúncias que se abateram sobre a Presidência da República e aliados de Michel Temer, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência disse que o Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou nem autorizou qualquer movimento com o objectivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".
“O Presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados”, conclui a nota do Planalto.
O senador Aécio Neves não se manifestou, enquanto a defesa de Eduardo Cunha informou que não se pronunciará.
Investigação
O jornal O Globo, citado por toda a imprensa brasileira na noite desta quarta-feira, revela que pela primeira vez a Polícia Federal fez "acções controladas" para obter provas.
Os diálogos e as entregas de dinheiro foram filmadas e as notas tinham os números de série controlados.
As bolsas onde foram entregues as quantias tinham chips de rastreamento.
Durante todo o mês de Abril, foram entregues quase três milhões em luvas rastreadas.
O jornal informou que as conversas para a delação dos irmãos donos da JBS começaram no fim de Março.
Os depoimentos foram recolhidos do início de Abril até a primeira semana de Maio.
Após a divulgação da notícia, muitas pessoas saíram às ruas em Brasília e em São Paulo a pedir a renúncia de Michel Temer e a realização de eleições.

fonte: voaportugues.com

    Antigo director do FBI vai investigar eventuais interferências russas na eleição de 2016.

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    Robert Mueller, antigo director do FBI

    Robert Mueller, antigo director do FBI

    Robert Muller foi indicado "conselheiro especial" pelo Ministério da Justiça
    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos nomeou na quarta-feira, 17, o antigo director do FBI, Robert Mueller, para liderar uma investigação independente sobre a suposta influência da Rússia nas eleições americanas de 2016.
    Mueler será "autorizado a investigar crimes federais", de acordo com o Departamento de Justiça norte-americano.
    "Minha decisão (de nomear um conselheiro especial) não é a constatação de que crimes foram cometidos ou que qualquer processo judicial é justificado", disse o vice-secretário de Justiça, Rod Rosenstein, em comunicado, no qual diz ter escolhido um conselheiro especial porque “é necessário para que o povo americano tenha plena confiança no resultado".
    Robert Mueller foi nomeado directir do FBI pelo antigo PresidenteGeorge W. Bush, em 2001, cargo em que permaneceu até 2013, quando terminou o seu mandato.
    Para o substituir o antigo Presidente Barack Obama nomeou James Comey, demitido na semana passada por Donald Trump.
    A medida ocorre num momento em que há pedidos crescentes por uma investigação independente a respeito de supostos esforços russos para influenciar o resultado da eleição presidencial de Novembro em favor de Donald Trump e contra a democrata Hillary Clinton.
    Após o anúncio, a Casa Branca emitiu um comunicado em que o Presidente Trump afirma que a investigação vai confirmar que não houve ligação entre os russos com a sua campanha.
    "Como disse muitas vezes, uma investigação exaustiva vai confirmar o que já sabemos, não houve nenhum conluio entre a minha campanha e qualquer entidade estrangeira", afirma a nota.
    A nível do poder legislativo, o Comité de Inteligência da Câmara dos Representantes solicitou na terça-feira 15,todos os documentos que o antigo director do FBI Robert Comey fez sobre as suas conversas com o Presidente.
    À imprensa, o senador republicano John Corny disse que o anúncio desta quarta-feira poderia facilitar a aprovação de um novo director do FBI pelo Senado.
    Trump e Lavrov, o encontro da polémica
    Trump e Lavrov, o encontro da polémica
    A revelação de que Donald Trump pode ter tentado interferir nas investigações do FBI sobre a relação entre membros do seu Governo e a Rússia agitou o cenário político dos Estados Unidos nesta semana.
    O jornal Washington Posto revelou na segunda-feira, 15, revelarou que Trump discutiu informações sensíveis de segurança nacional com a Rússia durante um encontro com o ministro de Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, e o embaixador russo em Washington, Sergey Kislyak.
    As informações dizem respeito a uma ameaça terrorista do grupo Estado Islâmico (EI) relacionada ao uso de laptops em voos.

    fonte: voaportugues.com

      GUINÉ-BISSAU: ACORDO DE CONACRI - COMUNIDADE INTERNACIONAL INQUIETA COM “LENTIDÃO” NA SUA APLICAÇÃO

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      A solução da crise passa necessariamente pela abertura da ANP e votação do programa do governo, toda gente sabe disso e o P5 também. De salientar que alguns membros do P5, são cúmplices da crise que assola o país, visto que são representantes de lobby lusófono e jogadores da máfia do MPLA disfarçados com camisolas de outras organizações, foram eles que tentaram convencer  o Drº Baciro Djá para que demitisse do cargo de Primeiro-ministro afim de permitir a formação de um governo da conveniência da máfia, perante a gritante ingerência e falta de respeito, a reação de Baciro Djá, não se fez esperar: “Não nos podem dizer que temos que fazer um Governo de unidade nacional, até nos dizem quem deve ser primeiro-ministro desse Governo. Não podemos permitir isso”, defendeu Baciro Djá, chamando atenção do líder militar do país.


      “Senhor chefe do Estado-Maior General das Forcas Armadas é preciso estarmos atentos”, observou Baciro Djá.Ler noticia: BACIRO DJÁ EXORTA A COMUNIDADEINTERNACIONAL A NÃO INTERFERIR NOS ASSUNTOS INTERNOS DA GUINÉ-BISSAU

      Bissau 17 Mai 17 (ANG) – A comunidade Internacional agrupada no denominado P5, manifestou hoje sua inquietação face a “lentidão” no cumprimento do Acordo de Conacri, dentro do prazo de 30 dias recomendado pela missão de CEDEAO que esteve recentemente no país.

      Em declarações à imprensa, à saída de um encontro com o Presidente da República, o porta-voz do P5 e representante da União Africana no país, Ovídeo Pequeno, disse que  transmitiram ao José Mário Vaz as suas preocupações pela falta de progresso na aplicação do Acordo de Conacri.

      O P5 agrupa a União Africana (UA), União Europeia (UE), Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) e as Nações Unidas (ONU).

      “Aos signatários do Acordo de Conacri deviam, no espaço de 30 dias, encontrar uma solução para a crise politica que se vive no país. Portanto manifestamos a nossa preocupação e também falamos sobre a preparação das próximas eleições legislativas de 2018”, informou Ovídeo Pequeno.

      Aquele diplomata afirmou que abordaram com o chefe de Estado as etapas importantes a serem levadas a cabo para que o próximo escrutínio possa ser justo e transparente.

       “Portanto há muito trabalho a ser feito. Por isso, o grupo acha ser necessário a promoção do dialogo com todas as partes implicadas, incluindo o PAIGC”, disse.

      Questionado sobre a resposta do Presidente da República sobre as preocupações do P5, o diplomata remeteu-as ao gabinete de comunicação do Presidente da República.

      ANG/MSC/ÂC/JAM

      Angola: João Lourenço reitera "combate ao terrorismo" em visita aos Estados Unidos.

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      General João Lourenço e general Jim Mattis

      General João Lourenço e general Jim Mattis

      Elogios mútuos e cerimónia de pompa marcam visita do ministro angolano durante a qual foi 
      assinado um memorando entre os dois países no campo militar
      O ministro da Defesa angolano e candidato à Presidência do país pelo MPLA, João Lourenço termina nesta quinta-feira, 18, uma visita de três dias aos Estados Unidos, durante a qual assinou um memorando de entendimento para alargar a cooperação militar entre os dois países.
      Lourenço deverá falar hoje no centro de estudos Atlantic Council devendo deixar Washington durante a tarde.
      O governante foi recebido na quarta-feira, 17, na capital americana com honras militares de grande pompa quando visitou o túmulo do soldado desconhecido no Cemitério de Arlington, no Estado de Virgínia onde colocou uma coroa de flores nesse túmulo.
      General João Lourenço e general Leslie Smith no túmulo do soldado desconhecido
      General João Lourenço e general Leslie Smith no túmulo do soldado desconhecido
      Uma banda militar entoou os hinos dos dois países e soldados representando os diversos ramos das forças armadas americanas estiveram presentes numa cerimónia presenciada por várias centenas de cidadãos americanos que na altura visitavam o local.
      Angola General João Lourenço com o General Leslie Smith no túmulo do soldado desconhecido
      Angola General João Lourenço com o General Leslie Smith no túmulo do soldado desconhecido
      Depois da assinatura do acordo e já na sede do Ministério da Defesa, o Pentágono, o secretário de Defesa americano Jim Mattis fez notar a diferença que existe entre Angola de há 20 anos e a situação actual do país.
      “A diferença entre Angola de há 20 anos e Angola de hoje é a liderança que o ministro Lourenço e outros dão ao país e que cria o futuro brilhante que Angola tem hoje à sua frente”, disse o General Mattis, que afirmou que os Estados Unidos “respeitam e apoiam” Angola nessa caminhada.
      Já o ministro angolano afirmou que o memorando vai permitir aos dois países “estreitarem cada vez mais os laços de cooperação”.
      “Nós encaramos a cooperação com os Estados Unidos da América no capítulo da defesa como algo de muito sério”, sublinhou Lourenço, fazendo notar que Angola está “na fronteira entre duas importantes regiões, na transição entre a África Austral e a África Central”.
      “Estamos localizados no Golfo da Guiné cuja importância geo-estratégica os Estados Unidos têm uma perfeita noção”, destacou Lourenço.
      “Nós estamos engajados no combate ao terrorismo no geral, mas muito em particular no continente africano naquela região do Golfo da Guiné”, acrescentou João Lourenço que frisou também o papel de Angola na região dos Grandes Lagos e na procura da paz na República Centro Africana, República Democrática do Congo e Burundi.
      “Acreditamos que quando este memorando de entendimento entrar em vigor com a parceria dos Estados Unidos da América iremos cumprir melhor este papel dissuasor ali na região da África Austral e mais concretamente na região dos Grandes Lagos”, acrescentou o governante para quem a assinatura do acordo “vai passar para a história como um dia importante nas relações entre os dois países”.
      João Lourenço manteve também encontros no Departamento de Estado.
      fonte: voaportugues.com

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