Postagem em destaque

MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Prisão de Lula é declaração de guerra ao brasileiro.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

 Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Prisão de Lula é declaração de guerra ao brasileiro. 26690.jpeg

Creio que o mais imbecilizado coxinha já desconfiou que o impeachment da Presidente Dilma foi um golpe com dois interesses: do lado internacional, destruir o Brasil e sua economia, para favorecer o sistema financeiro internacional, ou, como denomino, a banca; do lado nacional, colocar à testa do único poder ainda não completamente corrompido um representante à altura dos derrotados de 2014.

Pedro Augusto Pinho*

Como não se tapa o sol com peneira, aos poucos foram sendo expostos as reais personalidades dos atores e os verdadeiros interesses dos novos ocupantes do executivo e seus aliados. Aquele cuja obsessão, desde a derrota para presidente, foi destruir a "nação ingrata", como declaração de sua esposa em rede virtual, mostrou-se, pior do que um espírito fraco submetido à droga, um aliado dos traficantes, um insistente devorador de recursos escusos, um criminoso que tem agora, após enorme relutância de outros poderes, um pedido de prisão. O traidor, dotado de medíocre percepção de seu papel, caiu, pela ambição voraz, nas malhas de um dos corruptores. E toda corja, toda súcia dos golpistas e oportunistas vai sendo, pouco a pouco, apresentada à nação, que um tanto envergonhada dos bate panelas, ou um tanto horrorizada dos jardins paulistanos e da zona sul carioca não tem como desmentir. E, também perplexa pela imensidão dos crimes e da agressão ao País, fica a maioria dos honestos trabalhadores brasileiros.
É preciso reagir, reclamam os interesses estrangeiros. Temos que mudar o foco destas acusações, programam seus representantes no Brasil.

Surgem, então, os procuradores Lava Jato, articulados com seu mestre maior, recém chegado do país de seus instrutores, para pedir a prisão de Lula.
Para que a história não deixe sem registro, são peticionários de punição de Luiz Inácio Lula da Silva, por crime inexistente: Deltan Martinazzo Dallagnol, Antonio Carlos Welter, Carlos Fernando dos Santos Lima, Januário Paludo, Isabel Cristina Graba Vieira, Orlando Martello, Diogo Castor de Mattos, Roberson Henrique Pozzobon, Julio Carlos Motta Noronha, Jerusa Burmann Viecili, Paulo Galvão, Athayde Ribeiro Costa e Laura Gonçalves Tessler (Autos nº 5046512-94.2016.4.04.7000, em 02/07/2017).

A Lava Jato já destruiu a maior empresa brasileira, detentora de tecnologia própria e sem igual no mundo do petróleo, que está sendo despedaçada e repartida entre vorazes bocas estrangeiras. Sabem por que? Porque o capital financeiro emitiu muitos, mas realmente uma enorme quantidade de papéis de dívida sem lastro. E, em todos os bancos, aqui e em toda parte, eles foram vendidos a "aplicadores", aos "fundos de pensão", aos ingênuos compradores de fundos e certificados bancários. Mas como pagar o que não existe? Assim ocorreram as crises desde 1990, sendo a última, em 2008, até hoje deixando bancos norteamericanos e europeus em situação crítica, obrigando os governos a tirar recursos dos impostos para evitar mais falências, mais escândalos financeiros. O Brasil, com o pré-sal, com a riqueza mineral, com nióbio,  Amazônia, sua capacitação em energia nuclear, era um pitéu ultra desejado.

Cria-se então a Lava Jato. Qual seu saldo nestes três anos? Grandes empresas nacionais de engenharia fecham as portas, desempregam-se mais de 600.000 profissionais qualificados, sobe para 14% a população desempregada, a Petrobrás é doada, parte por parte, aos estrangeiros, a Base de Alcântara, para lançamento de foguetes brasileiros, é entregue para gestão dos Estados Unidos da América (EUA), todo o País sofre com a recessão. Conquistas históricas dos trabalhadores são lançadas no lixo, vive a desesperança!

E os corruptos? Os grandes e verdadeiros corruptos estão em casa, com ou sem tornozeleiras, desfrutando de seus saques. Os que se recusam a incriminar o Presidente Lula, pois lhes resta alguma dignidade, são torturados e suas famílias, em verdadeiro rito medieval. Mas a senhora Eduardo Cunha, que reconheceu gastar milhões de reais em supérfluos de todo gênero, ter conta na Suíça, dos valores recebidos como suborno e achaques pelo marido, é inocentada pelo juiz Sergio Moro. Pode-se pensar: quanto custou? E, nas redes sociais, sai uma hipótese: o advogado da Claudia Cunha está envolvido em escândalo das APAE junto com a senhora Sergio Moro. Ah!

As 341 páginas da Força Tarefa dos Procuradores Lava Jato não contém uma única prova, um único fato delituoso, que se atribua a Lula. É uma anáfora de pensamentos e desejos, um rol de citações tão absurdas que precisam invocar Sherlock Holmes (SH). Isto mesmo, o detetive criado pelo gênio de Conan Doyle. Em 1983, o escritor Umberto Eco realizou um estudo, com base na teoria de Charles S. Pierce, sobre o método investigativo de SH (U. Eco e Thomas Sebeok, coordenadores, O Signo dos Três, Perspectiva, SP, 2014). Este estudo é denominado semiótico, isto é, que se dedica aos signos e às representações. Pois os procuradores transformam os estudos de sinais, em romance policial,  numa base da argumentação contra Lula. O simbolismo em Sherlock Holmes. Haja coragem!

E, assim, pretendem incendiar o país, levar brasileiros à morte pela repressão, o caos de uma guerra civil para atender um dos objetivo da banca: reduzir a população mundial, a curto prazo, para 500 milhões de habitantes.
Se escaparem da ira dos despossuídos, os Lava Jato não escaparão das páginas da história e da maldição dos pósteros.
E o que você acha, prezado leitor? Que a Lava Jato combate a corrupção ou o desenvolvimento do Brasil?

Para quem argumenta com ficção, concluo com uma citação do colega de Sherlock Holmes, o Comissário Maigret, criação notável de Georges Simenon: "Na realidade, o papel da polícia é proteger o Estado; primeiro, o governo, seja ele qual for, em seguida as instituições, o dinheiro ..."(Maigret e o ladrão preguiçoso, Colecção Vampiro, Livros do Brasil, Lisboa).

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

fonte: pravda.ru

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Senegal: As negociações no setor de petróleo e gás - Banco Mundial concede cerca de 17 bilhões de francos CFA ao Senegal.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Banco Mundial decidiu conceder um crédito de 29 milhões de dólares (cerca de 17 bilhões de francos CFA) para o Estado do Senegal. A instituição Breton Woods, pretende, através desta assistência técnica, melhorar a capacidade institucional do nosso país para negociar acordos no sector extractivo.



O Banco Mundial vai conceder um crédito de 29 milhões de dólares (17 mil milhões de francos CFA) ao Senegal para fortalecer a capacidade institucional do país para negociar acordos complexos no sector extractivo. Segundo o comunicado do Banco Mundial, esta assistência técnica assegurará que os projectos de desenvolvimento sobre gás e petróleo senegalês têm lugar em um ambiente propício ao investimento do sector privado alinhado com o interesse público. "Descobertas de petróleo e gás recentes sobre a costa senegalesa pode colocar o país no caminho do crescimento inclusivo e sustentável. Melhorar a governança do setor de mineração, o reforço dos quadros regulamentares e fiscais, promovendo uma maior responsabilidade será essencial para garantir que todo mundo gosta da riqueza dos recursos naturais "disse Louise Cord, diretor do Banco Mundial no Senegal. "O período entre o momento em que os recursos foram descobertos e quando foi tomada a decisão sobre como desenvolver esses recursos é essencial", diz Riccardo Puliti, Diretor de Prática Global do Grupo Banco Mundial. Ele acrescentou que, através dessa assistência técnica, o Banco Mundial planeja aumentar a capacidade do governo "para negociar acordos justos" e "conduzir negociações para decisões de investimentos bem sucedidos."

Na declaração disse que a colaboração com os cidadãos ao longo do processo, também será "essencial" para garantir o desenvolvimento inclusivo e promover a transparência e prestação de contas, bem como o Governo da indústria de gás e petróleo. A nota diz que a assistência técnica planejada irá reforçar, portanto, a capacidade do governo para trabalhar de forma mais eficaz com os cidadãos e as principais partes interessadas sobre questões relacionadas com o desenvolvimento de gás e petróleo.

fonte: lesoleil.sn

Guiné-Bissau: Deputados expulsos do PAIGC acusam o partido de instigar manifestações.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Manifestação em Bissau, na sequência da instabilidade política. Foto enviada via WhatsApp por Amadu Buaro, Nov 2016

"Queremos alertar a comunidade internacional que a actual direção do partido está interessada em instalar  o caos na Guiné-Bissau", disse Tumane Mané,
O Grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC, que sustenta o círculo político do Presidente José Mário Vaz, acusa o partido de ser o principal instigador das manifestações protagonizadas pelo Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados.
Para os 15, a direcção do PAIGC, liderada por Domingos Simões Pereira, o recenseamento dos militantes do partido, em curso, está fora das normas estatutárias.
É a mais recente reacção pública dos 15 deputados expulsos do PAIGC, depois do fiasco nas negociações, para a sua reintegração, conforme o acordo de Conacri.
"Queremos alertar a comunidade internacional que a actual direção do partido está interessada em instalar o caos na Guiné-Bissau", disse Tumane Mané, um dos deputados expulsos do PAIGC, evidenciando o olhar critico.
Por outro lado, o movimento "Basta Ditadura" criticou as viagens do primeiro-ministro guineense, Umaro Sissokou Embalo.
Amadu Tidjane Seidi, coordenador do referido movimento, revelou que a preocupação assenta no facto das visitas do Chefe do Governo, centrarem-se nos países árabes.
"O Primeiro-ministro está a fazer viagens frequentes aos países de grandes ameaças no mundo", disse Seidi.
fonte: voaportugues.com
    Manifestação em Bissau, na sequência da instabilidade política. Foto enviada via WhatsApp por Amadu Buaro, Nov 2016
    Manifestação em Bissau, na sequência da instabilidade política. Foto enviada via WhatsApp por Amadu Buaro, Nov 2016

    Trump anuncia retirada dos EUA do Acordo de Paris.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Ignorando apelos de ambientalistas, aliados e empresas tradicionais americanas, presidente retira país de tratado climático histórico, assinado por quase 200 países, e enfraquece esforços para frear aquecimento global.
    fonte: DW ÁFRICA
    O presidente Donald Trump durante discurso na Casa Branca
    O presidente Donald Trump durante discurso na Casa Branca
    O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (01/06) que decidiu retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris. Assinado em 2015 por quase 200 países, o tratado prevê a redução das emissões de gases do efeito estufa, numa tentativa de frear o aquecimento global.
    "A partir de hoje, os EUA interromperão todas as implementações do Acordo de Paris e os encargos financeiros e econômicos draconianos que o pacto impõe ao nosso país", declarou Trump em pronunciamento à imprensa na Casa Branca.
    O presidente justificou que o tratado, assinado por seu antecessor, Barack Obama, oferece a outros países uma vantagem injusta sobre a indústria americana e destrói empregos em seu país. "O acordo pune os EUA", disse. "Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não de Paris."
    Trump adiantou que tentará renegociar um acordo sobre mudanças climáticas que seja "melhor" e mais vantajoso aos Estados Unidos. "Estamos saindo, mas começaremos a negociar e veremos se podemos fazer um acordo justo. Se pudermos, será ótimo. Se não, tudo bem também."
    Em resposta, os governos de Alemanha, França e Itália emitiram um comunicado conjunto destacando que o "acordo não será renegociado". Na mesma nota, os países europeus lamentaram o anúncio do presidente americano, uma reação que foi reverberada na comunidade internacional, de líderes estrangeiros às Nações Unidas.
    Promessa de campanha, a decisão já havia sido antecipada pela imprensa americana na quarta-feira, citando fontes oficiais com conhecimento direto sobre o assunto.
    A saída definitiva do acordo, no entanto, ficará nas mãos dos eleitores americanos. Isso porque o tratado prevê um processo de retirada que pode levar até quatro anos, justamente para evitar que a decisão seja tomada por apenas um presidente. Se Trump não for reeleito, o próximo chefe de governo pode voltar atrás na decisão do republicano.
    Ainda assim, o anúncio é um golpe notável para líderes estrangeiros, ativistas do clima, executivos e mesmo membros da equipe do presidente que tentaram aconselhá-lo a seguir em outra direção.
    Aliados, ambientalistas, empresas tradicionais americanas e setores da população se posicionaram veementemente contra a saída do pacto. Segundo pesquisas, dois terços dos americanos são a favor de que os EUA honrem os compromissos assumidos no Acordo de Paris. Companhias como Coca Cola, Apple, Tesla, e Chevron também defenderam a implementação das medidas de proteção ambiental.
    No último fim de semana, enquanto participava da cúpula de líderes do G7 na Sicília, o presidente afirmou em mensagem no Twitter que tomaria a "decisão final" sobre o assunto nesta semana. Segundo a Casa Branca, Trump queria escutar os parceiros do G7, o grupo das sete democracias mais industrializadas do mundo, antes de tomar uma decisão a respeito.
    Durante sua campanha eleitoral, Trump criticou duramente o Acordo de Paris e questionou as mudanças climáticas, fenômeno que chegou a qualificar de "invenção" dos chineses. Já como presidente, ele decidiu iniciar um processo para revisar se interessaria aos EUA continuar fazendo parte do pacto.
    O tratado assinado na capital francesa estabelece metas para reduzir as emissões globais de gases causadores do efeito estufa, bem como diminuir o uso de combustíveis fósseis, limitando o aquecimento global ao máximo de 2 ºC acima dos níveis pré-industriais.
    Em março, em mais um episódio de sua guerra contra o clima, Trump assinou um decreto dando fim ao chamado Clean Power Plan, projeto central da política ambiental de seu antecessor, Barack Obama. Implementado em 2015, o plano fixava limites para as emissões de CO2 por usinas elétricas, obrigando-as a reduzir suas emissões em um terço em comparação com os valores de 2005.
    "Meu governo está colocando um fim à guerra contra o carvão. Com esta ordem executiva, tomo um passo histórico para acabar com as restrições à energia americana, reverter a intrusão do governo e cancelar regulamentações que acabam com empregos", disse o presidente na ocasião.
    EK/dw/ap/afp/efe/rtr/ots

    Moçambique: “Má gestão é responsável pela crise", diz ex-primeiro-ministro.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Em entrevista exclusiva à DW, Mário Machungo diz que a má gestão da economia moçambicana é a principal responsável pelo sobreendividamento do país.
    fonte: DW ÁFRICA
    Portugal Mario da Graca Machungo (DW/J. Carlos)
    Quem sustenta a acusação é o antigo primeiro-ministro de Moçambique, Mário da Graça Machungo, doze anos depois do perdão da dívida externa pela iniciativa HIPC (em inglês: "Heavily Indebted Poor Countries"), que beneficiou os países pobres altamente endividados.
    Em Lisboa, onde participaou até quarta-feira (31.05.) nas conferências do Estoril, o atual administrador bancário e perito em políticas monetárias opina que a solução da crise da dívida escondida passará pela negociação com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Ele duvida que seja através do recurso ao Clube de Paris. Entre 2012 e 2015, a dívida escondida de Moçambique rondava 2, 2 mil milhões de dólares.
    Portugal Mario da Graca Machungo (DW/J. Carlos)
    O ex-primeiro-ministro Mário Machungo (centro) participa de conferências do Estoril em Lisboa.
    Mário Machungo foi primeiro-ministro entre 1986 e 1994. Em entrevista exclusiva à DW, afirma que houve descuido para que o país voltasse a sobreendividar-se.
    Sem apontar culpados, o economista moçambicano admite que houve má gestão da economia do país, o que levou à situação atual. Segundo ele, "não havia razão para essa situação”. Confira a entrevista:
    DW África: Seria o perdão a solução para a nova crise da dívida de Moçambique?
    Mário Machungo (MM): Não sei se haverá perdão da dívida como nós gozamos no passado. Já tivemos perdão porque saímos de uma situação em que houve, evidentemente, uma agressão aberta ao Estado moçambicano por parte do regime do apartheid [da África do Sul]. Isso levou à destruição completa da economia moçambicana, que não podia pagar as suas dívidas. A comunidade internacional compreendeu que Moçambique merecia, de facto, um apoio no perdão da sua dívida para poder sair da crise em que se encontrava, provocada do exterior, para poder trilhar novos caminhos. Agora, com o anúncio de um "boom” de investimentos, etc., não sei se a solução de perdão da dívida vai funcionar ou se será outra em que a dívida terá de ser paga noutras ocasiões.
    DW África: Considera que o país devia recorrer ao Clube de Paris, a associação informal dos países credores?
    MM: Não sei se vai ser discutida no âmbito do Clube de Paris. Penso que vai ser discutida no âmbito do Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.
    DW África: Mas, não seria legítimo Moçambique recusar o pagamento da dívida escondida das duas empresas estatais MAM – Mozambique Asset Management – e ProIndicus, já que esta dívida nunca foi autorizada pelo Parlamento?
    MM: Ainda bem que lhe chama de duas dívidas de empresas estatais que estão envolvidas nisto. É um processo muito complexo.  O relatório da empresa Kroll ainda não é conhecido. Não sabemos também qual será a posição da Procuradoria Geral da República perante este relatório. Só depois disso é que poderemos nos posicionar sobre o que será.
    DW África: Por uma questão de justiça e de transparência, não acha que os verdadeiros culpados deveriam ser punidos pelo aumento da dívida, que triplicou de 40 por cento do PIB em 2012 para cerca de 130 por cento em 2016?
    MM: Eu tenho dificuldades de dizer quais são. Às vezes, nós em África, alguns responsáveis pensam que podem tomar certas medidas e andar para a frente, ainda que não sejam de todo condenáveis. Entretanto, esquecem-se das instituições existentes. Têm que ouvir essa instituição, ter autorização, etc. (…). Este é um fenómeno que infelizmente acontece em muitos países africanos. Chegou a acontecer no nosso país. De modo que, depende da posição que tomar a Procuradoria Geral da República (PGR). E depois, se quiser a PGR tomar uma posição favorável no sentido de que o Estado moçambicano tem de assumir, apesar de tudo, essas dívidas, a Assembleia da República terá de ratificar ou não.
    DW África: Certamente que esta crise da dívida tem efeitos perversos na economia moçambicana?
    MM: Tem. Sobretudo no Orçamento Geral do Estado, na dívida pública relativamente ao PIB; tem efeitos e encargos muito grandes que vão impedir a realização de muitos projetos de desenvolvimento, sobretudo sociais, com impacto na vida dos moçambicanos.
    DW África: Para lá das consequências ou efeitos negativos da dívida oculta na economia moçambicana, em respeito à situação política, acredita que existe vontade de ambas as partes em conflito, o Governo e a RENAMO, em trazer a paz para Moçambique?
    MM: O que eu sinto é que há uma vontade política dos dois lados em conflito de trazer a paz para Moçambique, porque os donos do mundo também querem essa paz para poderem trabalhar melhor e extrair melhor os recursos que existem.

    quinta-feira, 1 de junho de 2017

    Senegal: O comunicado do Conselho de Ministros de 31 de maio de 2017.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Le communiqué du conseil des ministres du 31 mai 2017

    O Presidente Macky Sall participou do Conselho de Ministros nesta quarta-feira, 31 de maio de 2017, às 11 horas, no Palácio da República.

    O Chefe de Estado começou a sua comunicação manifestando seus melhores desejos para a Oumma Islâmica, a comunidade muçulmana do Senegal, no mês sagrado do Ramadã, período de penitência, perdão, comunhão, solidariedade e fervor religioso. Ele também aproveitou a oportunidade para felicitar os nossos jovens compatriotas Mouhamadou Moudjitaba Diallo, que conquistou, de forma brilhante, o primeiro prêmio no Concurso Internacional de memorização e recitação do Alcorão organizada na Malásia, e Mame Diarra Ngom, classificada como 3 em categoria feminina.

    Assim sendo, isso tem ampliado a qualidade do ensino nas escolas corânicas, o Chefe de Estado disse que o Governo tem a necessidade de intensificar a implantação nacional do programa de modernização das escolas corânicas, envolvendo todas as partes interessadas.

    Apreciando o lançamento e implementação do Programa de Modernização de eixos de territórios fronteiriços (PUMA), o chefe de Estado pediu ao Governo para garantir a conclusão da avaliação técnica e financeira  e das necessidades identificadas e os projectos sectoriais, as propostas para mobilizar os recursos orçamentais necessários para o compromisso sem acções prioritárias que contribuem no atraso sectorial identificados.

    Este programa icônica tem o seu compromisso de contribuir para o desenvolvimento sustentável do Senegal, com eqüidade e inclusão, e deve garantir a continuidade do território, e a presença efetiva do Estado ao lado do povo, garantindo a conectividade digital, a melhoria significativa do telefone e cobertura audiovisual das zonas fronteiriças, através do envolvimento dos governos locais e autoridades locais, e o envolvimento de engenharia militar.

    Assim, depois de felicitar o ministro da Educação através dos seus passeios regulares nas áreas fronteiriças do país, o Presidente convidou o primeiro-ministro para manter, o mais cedo possível, a Coordenação e Monitorização e Avaliação inter-ministerial de programas de desenvolvimento territorial, para procedimentos de harmonização e pooling.

    Recordando ainda o Governo a necessidade de continuar e intensificar em Dakar e nas cidades de Senegal, a implementação do Plano de Renovação Urbana Nacional (NERP), o chefe de Estado pediu ao Governo para tomar todas as medidas necessárias para a correcta execução do projeto "Baraka" no prazo assinado com os parceiros do estado e garantir a deslocalização eficaz dos ocupantes atuais do local, oficialmente registrada na nova habitação para afetá-los.

    Além disso, o Presidente da República apela ao Governo para prosseguir com a auditoria de terra da área de Niayes, com vista a preservar áreas de horticultura e convidou o primeiro-ministro para se preparar para a realização, antes do final de Junho de 2017, da primeira reunião do Conselho nacional de Planejamento Urbano, Habitação e do ambiente em que se vive.

    Ampliando o sucesso da organização da 21ª edição da Semana Nacional da Escola com base na revisão das formas de reforçar e de forma sustentável o papel essencial das línguas nacionais no desenvolvimento educacional e dinamismo da vida econômica.  O chefe de estado disse que o monitoramento de desempenho e formação do sector da educação continua a ser uma das principais actividades do Governo.

    Neste contexto, devem continuar os esforços para consolidar o diálogo social nas escolas e universidades, garantindo a gestão eficaz e rigorosa dos compromissos acadêmicos e sociais e a implementação de acordos consensuais práticas de pagamento de bolsa mensal , interno e externo.

    Assim, o Chefe de Estado instou o Governo a assegurar a preparação, no final dos anos, de melhores condições, exames e concursos, que deverão ter lugar nas datas oficialmente estabelecidas na escola e calendários acadêmicos.

    Finalmente, o Presidente da República felicita o Governo, o Ministro da Economia, Fazenda e Planejamento, que foi galardoado com o Prémio African Banquer , o melhor ministro Africano das Finanças do ano, assim como o Ministro encarregado da infra-estrutura e para todos os departamentos estaduais em questão para o Super Prémio Africano em construtores de estradas ou Grande Builder, dotado com o troféu Babacar Ndiaye, ex-presidente do BAD, ele recebeu na ocasião da 52 ª sessão das reuniões anuais do Grupo do Banco Africano, realizada em 23 de maio de 2017 em Ahmedabad, na Índia.

    O chefe de Estado terminou a sua comunicação sobre a sua agenda e acompanhamento de cooperação e parcerias diplomáticas, informando o Conselho de que ele vai participar da cúpula da CEDEAO em 4 de junho, em Monrovia, as Jornadas Europeias

    fonte: lesoleil.sn

    Guiné-Bissau: Ramos-Horta quer pulso firme de JOMAV.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Guiné-Bissau continua confrontada com "grande imbróglio político", que exige uma posição firme do Presidente e uma solução guineense pela via do diálogo, defende José Ramos-Horta, em entrevista exclusiva à DW África.
    Portugal | José Ramos-Horta (DW/J. Carlos)
    José Ramos-Horta
    O Prémio Nobel da Paz José Ramos-Horta apela à tranquilidade e ao entendimento na Guiné-Bissau. O político timorense pede ao Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, para reunir todas as partes do conflito na base de um diálogo sério com vista a salvar o país. A iniciativa presidencial, segundo José Ramos-Horta, deve durar o tempo que for necessário, até que seja possível definir uma agenda comum para os próximos 18 meses, que contribua para a estabilidade do país antes de eleições gerais.
    Em Lisboa, José Ramos-Horta concedeu uma entrevista exclusiva à DW África, à margem das conferências do Estoril, que terminam esta quinta-feira (31.05) em Cascais, Portugal. O antigo Presidente de Timor-Leste, que representou as Nações Unidas em Bissau, depois do golpe de Estado de 2012, liderou a missão do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS, na sigla em inglês), criada para a consolidação da paz no país.
    Para Ramos-Horta, o Presidente guineense José Mário Vaz "pode ainda salvar a sua presidência, salvar o país, se for inspirado por essa responsabilidade que é a de um chefe de Estado. Mas é necessário também que os outros deem as mãos, que também deem um passo ao encontro do Presidente".
    " É preciso encontrar uma fórmula muito guineense para amenizar as tensões," refere o homem que também foi ministro dos Negócios Estrangeiros e primeiro-ministro de Timor-Leste.
    Guinea-Bissau Anti Regierungs Protest (DW/A. Kriesch)
    Protestos contra o Presidente da Guiné-Bissau, em março de 2017
    Acordo liderado por "algum amigo"
    Ramos-Horta sugere que a solução para a crise na Guiné-Bissau deveria contar "com a facilitação de algum amigo, alguém de confiança e com experiência". "Todos os atores políticos e sociais guineenses participariam para estudarem uma agenda mínima de ano e meio para acalmar o país, resolver algumas questões de urgência e - havendo um acordo mínimo que apazigue os ânimos - vamos então mobilizar apoio da comunidade internacional para ajudar a resolver a falta de pagamentos, sarar algumas feridas económicas e sociais, algum défice que há, para também compensar," considera o político timorense.
    Ramos-Horta diz que não quer dar lições a ninguém, mas sim "continuar a ajudar", facilitando o diálogo como observador - depois de ter servido, durante ano e meio, como representante especial do secretário-geral das Nações Unidas, no tempo de Ban Ki-moon.
    "Tenho andado em diálogo com gente das Nações Unidas, alertando o secretário-geral [António Guterres], o Departamento dos Assuntos Políticos, que é necessário fazer algo. Não se pode abandonar a Guiné-Bissau. Primeiro, apesar de tudo, o país não está em guerra. Não é Mali, não é República Centro-Africana nem Sudão do Sul. É preciso reconhecer o papel das Forças Armadas, que tem-se mostrado com muita disciplina, muita maturidade, não se imiscuindo mais nas querelas políticas da Guiné-Bissau. Tem que manter essa postura," defende.
    O papel do Presidente
    José Mário Vaz era um dos oradores das Conferências do Estoril, o qual se avistaria certamente com Ramos-Horta para falar da difícil situação política na Guiné-Bissau. Ambos encontraram-se em fevereiro deste ano em Bissau, entre as reuniões de consulta que o Prémio Nobel da Paz teve com várias autoridades e figuras da sociedade civil guineense.
    Ramos-Horta esteve no país, na altura, para participar numa conferência sobre reconciliação e não numa missão de mediação – esclarece. Entende as manifestações de protesto contra o Presidente porque, afirma, "o povo está cansado, os jovens estão cansados, as escolas não funcionam, os funcionários não são pagos e, dado o imbróglio político, a comunidade internacional não liberta os dinheiros prometidos - e isso gera então contestação".
    Devido a essa situação, "é preciso o Presidente tomar o pulso da situação com inteligência, com pragmatismo e com humildade," acrescenta.
    Ramos-Horta dá a conhecer que não tem planos para regressar à Guiné-Bissau, mas deixa as portas abertas caso receba algum convite por parte das instituições soberanas guineenses, prometendo trabalhar sempre com as representações da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), União Africana (UA), União Europeia (UE) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

    ANGOLA: CANDIDATOS E LEXUS DE OLHO NOS TACHOS DE 23 DE AGOSTO.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    deputados

    A Assembleia Nacional angolana agendou uma sessão extraordinária para quarta-feira, 7 de Junho, para abordar a preparação da IV legislatura daquele órgão, saída das eleições gerais de Agosto.

    Asessão plenária extraordinária foi agendada na conferência dos presidentes dos grupos parlamentares, dirigida pelo presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.
    Na última sessão plenária ordinária do Parlamento, na passada quinta-feira, foi feita referência à aquisição de viaturas para os deputados da próxima legislatura, com uma informação prestada aos deputados, depois de o assunto ter sido bastante comentado nas redes sociais, dado o investimento em causa.
    Segundo a porta-voz da Assembleia Nacional, Emília Carlota Dias, são igualmente pontos da agenda da sessão extraordinária questões ligadas às comissões provinciais eleitorais e municipais, mais concretamente a substituição, designação e correcção dos nomes dos membros afectos às mesmas.
    No passado dia 25 foi noticiado que o Parlamento angolano prevê gastar quase 70 milhões de euros para comprar viaturas novas para os 220 deputados da IV legislatura, que serão eleitos a 23 de Agosto, entre os círculos nacional e provinciais.
    Em causa está o despacho 3/17 do Parlamento, de 22 de Maio, delegando competência no secretário-geral daquele órgão para celebrar, em nome da Assembleia Nacional, o “contrato de compra e venda de viaturas de marca Lexus, modelo LX 570, de 2017, para os deputados da IV legislatura”.
    O despacho autoriza a realização de despesas no montante de 12.934 milhões de kwanzas (69,5 milhões de euros), “para o pagamento das viaturas de uso protocolar”. Refira-se que por mero acaso – como é óbvio – a empresa adjudicada para importar a frota de Lexus é detida por uma sociedade liderada por Cláudio Dias dos Santos, filho do… presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nandó).
    Actualmente (desde Outubro) decorre a quinta sessão legislativa da III legislatura, a última antes das eleições gerais de 2017 e que vão determinar a nova composição do Parlamento e, por via indirecta, definir o novo Presidente da República.
    O actual chefe de Estado, Titular do Poder Executivo e presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, no cargo desde 1979, não concorre às eleições e anunciou a sua retirada da vida política em 2018.
    A Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país (total de 90).
    O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorreram as eleições de 2012.
    Em Fevereiro o Governo cortou em 35 por cento o orçamento da Assembleia Nacional para 2017, aprovado em Setembro último pelos deputados, passando agora a ter um tecto de 29,2 mil milhões de kwanzas (156,8 milhões de euros).
    Angola vive, supostamente, uma profunda crise financeira e económica decorrente da quebra nas receitas com a exportação de petróleo, tendo lançado algumas medidas de austeridade.
    A Assembleia Nacional conta desde 10 de Novembro de 2015 com um novo edifício-sede, inaugurado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, construído em Luanda pela empresa portuguesa Teixeira Duarte e que representou um investimento público superior a 185 milhões de dólares (164 milhões de euros).
    Folha 8 com Lusa

    Brasil: Afastar Temer, sustar a agenda de "reformas" e realizar eleições diretas.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Afastar Temer, sustar a agenda de

    Nota da Presidência do COFECON - 30 de maio de 2017
    Afastar temer, sustar a agenda de "reformas" e realizar eleições diretas, passos indispensáveis para a retomada do crescimento econômico.

    Diante das graves denúncias envolvendo o presidente Temer, o Cofecon emitiu nota sobre o agravamento da crise político-institucional brasileira em 19 de maio, na qual posicionou-se "pela apuração célere das graves denúncias envolvendo a Presidência" e propôs que "em havendo vacância do cargo de Presidente, que sejam convocadas eleições gerais diretas antecipadas para a Presidência da República e para a Câmara dos Deputados e 2/3 do Senado Federal, com mandatos que excepcionalmente finalizem em 2022, mediante a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional". A nota defendeu ainda "a convocação simultânea de uma Assembleia Constituinte eleita exclusivamente para a realização de uma reforma política, com prazo determinado para o encerramento dos trabalhos".

    A nota do Cofecon alertou que "o agravamento da crise política e suas consequências para o ambiente econômico e social do país colocam na ordem do dia nova deterioração das expectativas, aumento da incerteza e movimentos especulativos, com o consequente cancelamento e adiamento de decisões de investimentos e ampliação do desemprego".
    Ocorre que, nos últimos 10 dias, novos e graves fatos surgiram: a) a liberação, pela Procuradoria Geral da República, em 20 de maio, da íntegra da gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista, da JBS; b) a entrevista do presidente ao jornal Folha de São Paulo em 22 de maio, reconhecendo o teor da gravação; c) a "Marcha dos 100 mil" em Brasília, em 24 de maio, contra as reformas; d) os 13 pedidos de impeachment de Temer já impetrados, em especial o da OAB em 25 de maio; e e) o ato com 150 mil manifestantes no Rio de Janeiro, em 28 de maio, pelo impeachment e pelas Diretas Já. Tratam-se de fatos que aprofundaram ainda mais a crise político-institucional, com consequências negativas para o cenário econômico.

    O Conselho Federal de Economia vem, há alguns meses, se posicionando de forma crítica sobre as reformas propostas pelo governo Temer, entendendo que nenhuma delas seria funcional para a retomada do crescimento da economia brasileira, que permanece mergulhada na crise.

    Em 8 de outubro de 2016 emitiu nota criticando a PEC do Teto de Gastos, afirmando que "o governo traça um falso diagnóstico, identificando uma suposta e inexistente gastança do setor público, em particular em relação às despesas com saúde, educação, previdência e assistência social, responsabilizando-as pelo aumento do déficit público, omitindo-se as efetivas razões, que são os gastos com juros da dívida pública (responsáveis por 80% do déficit nominal), as excessivas renúncias fiscais, ....Para buscar o reequilíbrio das contas públicas, propõe um conjunto de ações cujos efeitos negativos recairão sobre a população mais vulnerável".

    Em 3 de fevereiro de 2017, nota sobre a Reforma da Previdência afirmava que "Posicionamo-nos em defesa da Previdência Social, pública, em seu atual regime de caráter contributivo e solidário e manifestamo-nos de forma crítica à proposta de reforma formulada pelo Governo Federal. O Cofecon entende que correções precisam ser feitas no âmbito da Previdência Social, começando por deixar de reduzir sua receita com isenções e subtrações já mencionadas, e que mudanças nas condições de acesso e nos valores dos benefícios não atinjam os brasileiros mais pobres e vulneráveis, como a proposta do governo o faz".

    Já em 25 de março de 2017, posicionou-se sobre a Reforma Trabalhista, defendendo "a ampliação da competitividade das empresas nacionais, dentro de um contexto de uma economia moderna, sem que isso represente a regressão dos direitos dos trabalhadores, conquistados num processo progressista e democrático. O Cofecon entende que se deve evitar a precarização das relações de trabalho, a compressão dos salários, e preservar os direitos já adquiridos dos trabalhadores".

    Tanto a permanência de Temer quanto a eleição indireta de um novo presidente manterão a economia brasileira "na UTI" nos próximos 18 meses, com a retração dos investimentos e a consequente ampliação do desemprego, fomentando a desesperança e ampliando o risco de explosão do "caldeirão social". Portanto, afastar Temer, sustar a agenda de "reformas" e realizar eleições diretas são passos indispensáveis para a tão desejada retomada do crescimento econômico.

    Júlio Miragaya, Presidente do Conselho Federal de Economia

    fonte: pravda.ru

    JORNAL: 'O DEMOCRATA' -->REFERIU - " KU FALA!"

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


    ANGOLA: A LIÇÃO DO MPLA, GOSTE-SE OU NÃO.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    tc-mpla

    O MPLA, no poder em Angola desde a independência em 1975, tornou-se hoje na primeira força política a ver a candidatura às eleições gerais de 23 de Agosto aprovada pelo Tribunal Constitucional. Foi, aliás, o único partido que não precisou de fazer correcções, alterações, emendas etc.. Estava tudo em ordem.

    Oacórdão com a validação da candidatura foi hoje entregue ao mandatário das listas do MPLA, que tem como cabeça-de-lista o vice-presidente do partido, ministro da Defesa e general, João Lourenço, candidato à eleição indirecta (não nominal) para a Presidência da República, e com Bornito de Sousa, actual ministro da Administração do Território, como número dois.
    No poder desde 1979, também nunca nominalmente eleito, José Eduardo dos Santos, líder do MPLA, Titular do Poder Executivo e chefe de Estado, está de fora das quartas eleições que Angola realiza, não integrando qualquer lista candidata do MPLA, mas mantendo-se na liderança do partido.
    No seu acórdão, emitido a um dia do fim do prazo para os partidos suprirem as insuficiências das listas apresentadas, o tribunal acrescenta que a candidatura do MPLA, a primeira a ser entregue no Tribunal Constitucional, no dia 2 deste mês, não foi impugnada por nenhum dos mandatários de outras listas concorrentes.
    Em declarações à imprensa, o mandatário das listas do MPLA, Carlos Ferreira Pinto, disse que a aprovação da candidatura do seu partido manifesta “o óptimo trabalho desenvolvido pelo partido e pelo Tribunal Constitucional”.
    É verdade. A UNITA teve problemas com 11 dos candidatos e a CASA-CE registou “inconformidades” em 63 candidatos e em 55 apoiantes.
    “Neste momento, o MPLA passou para a etapa seguinte, que consiste em lidar com a Comissão Nacional Eleitoral [CNE], no que tange aos demais actos do processo, que nos conduzirá às eleições de 23 de Agosto”, salientou Carlos Ferreira Pinto.
    O dirigente do MPLA destacou que o partido vai continuar a realizar as suas actividades, que concorrem para a fase seguinte da campanha eleitoral.
    O plenário do Tribunal Constitucional sublinha no seu acórdão ter constatado que o MPLA indicou mandatário de lista, apresentou candidatos elegíveis em todos os círculos eleitorais – nacional e provincial – tendo os mesmos aceitado a respectiva candidatura, nenhum dos candidatos está abrangido por qualquer inelegibilidade e apresentou o número mínimo de apoiantes previstos na lei para cada círculo eleitoral.
    Além das candidaturas por eleição indirecta aos cargos de Presidente e vice-Presidente da República, o MPLA apresentou 355 candidatos elegíveis em todos os círculos eleitorais (nacional e 18 provinciais), bem como a lista de apoiantes exigida por lei, cumprindo deste modo os requisitos legalmente estabelecidos.
    “Pelo acima exposto, entende o Tribunal Constitucional que estão verificados os requisitos legais para admissão da candidatura do partido político MPLA às eleições gerais convocadas para o dia 23 de Agosto de 2017”, conclui o acórdão.
    Angola contará com 9.317.294 de eleitores nas eleições gerais de Agosto, segundo dados oficiais que o Ministério da Administração do Território entregou à CNE angolana.
    A Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país (total de 90).
    O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorrem as eleições de 2012.
    Folha 8 com Lusa

    quarta-feira, 31 de maio de 2017

    Senegal: precisão do porta-voz precisão da AFP: O salário do Presidente da Assembleia Nacional é de 4,5 milhões de francos CFA.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    Précision du porte-parole de l’Afp : Le salaire du président de l’Assemblée nationale est de 4,5 millions de FCfa

    Em um comunicado recebido pela nossa equipe editorial, o porta-voz da Aliança das Forças do Progresso (AFP), disse que o salário do presidente da Assembleia Nacional, Moustapha Niasse, equivale à soma de 4.500.000 francos CFA contrariamente às informações publicadas na imprensa e em alguns sites. De acordo com o porta-voz, o presidente da Assembleia Nacional tem um pay grade-mensal de 400.000 francos CFA, ao qual é adicionado um subsídio de função de 200.000 francos CFA. Ele explicou que o valor tributável grosseiro é de 600.000 francos CFA com as seguintes deduções: mínimo Imposto: 1.000 francos CFA; Impostos sobre o Rendimento: 36.167 francos CFA; dinheiro para a aposentadoria dos membros da Assembleia Nacional: 36.000 francos CFA, perfazendo um total de deduções de 72.167 francos CFA. Ainda há 527.833 francos CFA além de um subsídio de representação de: 3.973,167 francos CFA. Este benefício, em princípio, é exigido por lei desde 1960. Ele observou um status que remonta há muitos anos, disse que o documento recebido acrescenta e traz o total líquido a pagar: 4.500.000 francos CFA.

    Quanto a "fundo social" que é disponibilizado ao Presidente da Assembleia Nacional, ele é usado ​​para ajudar as pessoas, o porta-voz diz que é uma tradição que é consagrada desde a independência até a presente data. "Esta é uma quantidade de dinheiro alocado a uma instituição republicana soberana, emanação do povo e gerida de forma responsável e transparente", escreveu o porta-voz.

    fonte: lesoleil.sn



    Que desafios tem Angola pela frente?

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    O futuro económico e político de Angola, na era pós-José Eduardo dos Santos, esteve em debate em Berlim. O Fórum Angola 2017 foi organizado pelo instituto britânico Chatham House e pela Fundação alemã Konrad Adenauer.
    fonte: DW ÁFRICA
    Angola Luanda Porto Luanda (DW/C.V. Teixeira)
    A três meses das eleições em Angola, a Fundação Konrad Adenauer quer chamar a atenção para a situação política no país, sobretudo numa altura em que cresce o interesse alemão pelo continente. Angola aproxima-se de um momento decisivo, sublinha Andrea Ostheimer, diretora do Departamento da África Subsariana da organização - o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, já não se candidata às próximas eleições, agendadas para 23 de agosto.
    "Haverá outro candidato do MPLA [Movimento Popular de Libertação de Angola, no poder]. E temos mais forças políticas do que [nas eleições de] 2012. Dessa forma, acho que o jogo é um pouco mais aberto", disse em entrevista à DW África, na terça-feira (30.05.).
    Herança pesada e muitos desafios
    Para Andrea Ostheimer, o novo Governo terá de investir na luta anticorrupção e restabelecer a confiança dos cidadãos e dos investidores.
    Além de problemas políticos e sociais, Angola continua a atravessar uma grave crise económica e financeira. A dependência do petróleo é um grande obstáculo à recuperação da economia.
    Por isso, depois de 23 de agosto, os novos governantes têm pela frente muitos desafios. E uma herança pesada, afirma o vice-presidente do maior partido da oposição, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).
    "Vamos herdar um país que tem uma dívida cujo peso praticamente ninguém conhece", comenta Raul Danda. "Vamos ter de reconstruir muita coisa que foi mal construída e sobretudo credibilizar o país aos olhos da comunidade internacional."
    Berlin Raul Danda aus Angola bei Angola Forum 2017
    Raul Danda: "Vamos ter de reconstruir muita coisa que foi mal construída"
    É preciso investir mais no mercado angolano, apela a presidente da Câmara de Comércio Estados Unidos-Angola (USACC). Maria da Cruz lembra aos empresários que não é preciso esperar por agosto: "Sabemos que ainda há investidores com receio, mas quem acredita no mercado e entra agora terá maior retorno do que se esperar até às eleições."
    Mudança
    O futuro de Angola terá necessariamente de passar pela diversificação económica, defende o especialista Alex Vines, do instituto britânico Chatham House, que também acredita em mudanças dentro do próprio MPLA.
    "A era de José Eduardo dos Santos acabou e agora há um processo de mudança em Angola, e acho que essa mudança seria boa para o país. O ponto central desta mudança seria menos poder na Presidência e mais poder e mais discurso e debate dentro do MPLA", refere.
    Angola Forum 2017 - Alex Vines
    Alex Vines: "A era de José Eduardo dos Santos acabou"
    Vines lamenta, no entanto, que não haja uma oposição unida em Angola. Mas a UNITA não quer ouvir falar em coligações - muito menos com a Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE). Se vencer, o partido do Galo Negro quer investir num GIP: um Governo Inclusivo e Participativo.
    "É um Governo no qual participa toda a gente, aos mais variados níveis, não em função do cartão de membro, como tem feito o MPLA nos últimos 42 anos de existência do país, mas em função da competência e da honestidade das pessoas", explica Raul Danda. "Havendo um mínimo de transparência, a UNITA tem tudo para ganhar as eleições."

    MENINO ESQUECE DE LEVAR PASTA À ESCOLA E SUICIDA-SE POR MEDO DE CASTIGO.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

    MENINO ESQUECE DE LEVAR PASTA À ESCOLA E SUICIDA-SE POR MEDO DE CASTIGO

    Tyrese Glasgow, de 12 anos que  esqueceu de levar a pasta para a escola, tomou uma medida drástica, por medo de ser repreendido.

    Conta o Daily Mail que o menino de Greater Manchester apenas reparou que se esquecera da mochila quando já ia a caminho da escola. Para evitar receber um recado na caderneta da escola decidiu voltar atrás.

    Quando chegou a casa, deu-se conta de que não tinha as chaves de casa e ao invés de voltar à escola, tomou uma medida drástica.


    O menino terá, eventualmente, arranjado forma de entrar na casa, mas ao invés de buscar o material escolar, enforcou-se no seu próprio quarto.

    O seu corpo foi descoberto depois de funcionários da escola terem ligado à mãe do aluno preocupados por este ter faltado às aulas.

    Escola e mãe dizem que este era um menino exemplar e que não percebem o que o levou a tomar uma atitude tão radical.

    Notícias ao Minuto, in https://noticias.mmo.co.mz

    MULHERES DE ESPAÇO DE CONCERTAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS DEMOCRÁTICOS ENTREGAM MEMORANDO À CEDEAO.

    NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


    As mulheres dos partidos que constituem espaço de concertação dos partidos políticos democráticos ameaçam realizar marchas e vigília junto a sede da CEDEAO se este não tomar medidas para pôr cobro a crise guineense.

    Estas intenções foram manifestadas esta terça-feira por uma das participantes Mariama Sadjo Djalo após entrega de um memorando a esta organização sub-regional.

    «Exigimos a CEDEAO que as mulheres devem ser ouvidas e tidas em conta em todo este processo de resolução já demasiado moroso para isso, advertimos que em caso as nossas exigências não sejam tidas em conta, nós as mulheres, iremos proceder as marchas e vigílias permanentes na sede da CEDEAO, responsabilizando a organização pelo que possa suceder no país».

    Entretanto, Lígia Monteiro participante da marcha sublinhou que a delegação da CEDEAO prometeu transmitir a mensagem das mulheres aos responsáveis máximos da organização, para depois realçar que a decisão vem na sequência das actividades que estão sendo feitas no sentido de pressionar a CEDEAO para que se cumpra o acordo de Conacri.

    De referir que no memorando entregue a CEDEAO, as mulheres exigem a organização que assuma as suas responsabilidades de forma clara, coerente, responsável e inequívoco sob pena de perder a sua credibilidade enquanto organização regional.

    Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba do Porto

    Total de visualizações de página