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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 28 de março de 2022

Os milhões que fugiram de Ronaldo com a má temporada do Manchester United.

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Manchester United vai somar a 5ª temporada consecutiva sem a conquista de troféus e nem o regresso de Cristiano Ronaldo impediu que tal acontecesse.

Ora o falhanço desportivo dos red devils terá impacto nas finanças do astro português, isto porque, segundo adianta o tabloide britânico The Sun, a ausência de títulos impede-o naturalmente de arrecadar os prémios associados.

O maior bónus estava reservado para a eventual conquista da Liga dos Campeões, que resultaria em três milhões de euros para CR7. O Manchester United já está fora da competição, depois de cair nos oitavos de final diante do Atlético de Madrid.

A conquista da Premier League representaria um encaixe financeiro de 1,8 milhões de euros, mas os red devils estão em 6º lugar, a 20 pontos do líder Manchester City.

fonte: www.msn.com/pt-pt/desporto

"Por um jornalismo livre": Sindicato dos Jornalistas Angolanos faz 30 anos.

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Fundado em 1992, o Sindicato dos Jornalistas Angolanos continua "orgulhosamente" a lutar pela "liberdade de imprensa ideal", diz o presidente Teixeira Cândido, em entrevista exclusiva à DW.


São três décadas que "representam uma associação que se mantém firme apesar dos obstáculos à sua atuação", afirma Teixeira Cândido, secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), em entrevista exclusiva à DW África a propósito dos 30 anos da força sindical, que se comemoram esta segunda-feira (28.03).

"Apesar dos grandes desafios que têm sido colocados às suas lideranças, continuamos firmes. Estamos orgulhosamente concentrados e somos, sem quaisquer vaidades, a maior associação de jornalistas do país que tem lutado nestes 30 anos por um jornalismo livre e independente", sublinha.

Segundo o líder sindical, a independência da SJA foi muitas vezes posta em causa pelo poder político instituído ao longo destes 30 anos: "As conotações políticas das direções [do SJA] são uma questão que remonta a 1992 [data da fundação] e se prolongou até hoje".

"As conotações de que as lideranças estão ligadas ou são influenciadas, pressionadas pelos membros dos partidos na oposição continuam, mas é uma situação que não nos diz muito respeito, porque não há muita ligação", garante.

Fundado em 1992, no calor da institucionalização da democracia, o Sindicato dos Jornalistas Angolanos continua a lutar por "uma liberdade de imprensa ideal", diz Teixeira Cândido. "A liberdade de imprensa ideal é aquela que permita a existência de órgãos de comunicação social em todo território nacional capazes de promover o pluralismo de informação", afirma.

Angola l Teixeira Candido, SJA

Teixeira Cândido

Por uma "liberdade de imprensa ideal"

"O pluralismo de informação deve compreender todas as vozes, todos os atores políticos, sociais e outros e serem capazes de ter voz em qualquer órgão de comunicação social, poderem apresentar as suas ideias sobre o país, sobre o que desejam. Para nós, é essa liberdade de imprensa que é ideal", continua.

Neste momento, acrescenta, as liberdades de imprensa e de expressão em Angola ainda têm "oscilações". 

Segundo Teixeira Cândido, ainda não há a perceção de que estas liberdades fundamentais são ferramentas que ajudam todos: partido no poder, oposição, sociedade civil, igreja e aos cidadãos em geral.  

"Não faz sentido que os governadores tenham receio de que mais liberdade de imprensa implique libertinagem, que implique combate a quem governa. Não. Quem governa tem que ter a capacidade de se preparar para responder às críticas que vão surgir", afirma Cândido.

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Ardinas angolanos criticam parcialidade na imprensa

Carreiras profissionais: "Um mérito de todos"

A partir deste mês de março, os órgãos públicos, incluindo a TV Zimbo, parceira da DW África, vão começar a implementar as carreiras profissionais, uma luta travada há anos pelo sindicato. 

"Um mérito que deve ser atribuído a todos. Quer ao Ministério, que se empenhou nesta situação, quer aos conselhos de administração das empresas, e obviamente também ao sindicato", afirma.

E quanto aos salários dos órgãos privados de comunicação? Teixeira Cândido responde que se fará nos próximos tempos uma assembleia geral com vista a um memorando com estes órgãos, para se começar "a discutir o acordo coletivo de trabalho e estabelecer um salário mínimo".

"Não fazem sentido os salários que se pagam na imprensa privada na ordem dos 90, 70 ou 50 mil kwanzas", considera.

No âmbito das comemorações dos seus 30 anos de existência, o SJA homenageia esta segunda-feira figuras que se batem pela liberdade de imprensa em Angola.

fonte: DW Africa

Macron alerta para "escalada" após Biden chamar "carniceiro" a Putin.

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O Presidente de França, Emmanuel Macron, alertou contra uma "escalada das palavras e das ações na Ucrânia", após declarações do Presidente norte-americano, Joe Biden, que classificou o seu homólogo russo, Vladimir Putin, de "carniceiro".


© Lusa O Presidente de França, Emmanuel Macron, alertou contra uma "escalada das palavras e das ações na Ucrânia", após declarações do Presidente norte-americano, Joe Biden, que classificou o seu homólogo russo, Vladimir Putin, de "carniceiro".

"Eu não usaria esse tipo de linguagem porque continuo a falar com o Presidente Putin", declarou Macron ao canal de televisão France 3.

Ao ser questionado por jornalistas no sábado na Polónia sobre o que pensava sobre Vladimir Putin face ao que o Presidente russo fazia sofrer os ucranianos, Joe Biden respondeu: "Ele é um carniceiro".

Não foi a primeira vez que Biden usou palavras duras em relação a Putin, considerado o principal responsável pela invasão russa da Ucrânia, que já causou milhares de mortes. Nos últimos dias, o Presidente norte-americano designou-o, por duas vezes, como "criminoso de guerra".

"Queremos parar a guerra que a Rússia lançou na Ucrânia sem entrar em guerra. Esse é o objetivo" e "se queremos fazer isso não devemos entrar na escalada nem das palavras nem das ações", considerou Emmanuel Macron.

"Geograficamente, quem enfrenta a Rússia são os europeus. Os Estados Unidos são um aliado no quadro da NATO, com o qual compartilhamos muitos valores, mas quem convive com a Rússia são os europeus", lembrou, defendendo os meios diplomáticos para se conseguir um acordo de cessar-fogo e a retirada das tropas russas da Ucrânia.

O Presidente francês indicou que falará com o seu homólogo russo "amanhã (segunda-feira) ou depois de amanhã (terça-feira)" para organizar uma operação de retirada de moradores da cidade de Mariupol, no leste da Ucrânia, sitiada e alvo de bombardeamentos há semanas.

A operação, que Macron anunciou na sexta-feira após as cimeiras da NATO e do G7 em Bruxelas, deve ser realizada "o mais rapidamente possível, nos próximos dias", disse, juntamente com a Turquia, a Grécia e as organizações humanitárias, em colaboração com as autoridades ucranianas e o presidente da câmara de Mariupol, cujo "heroísmo" elogiou.

Segundo um balanço recente da autarquia, mais de 2.000 civis foram mortos em Mariupol. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelesnky, disse que cerca de 100.000 pessoas continuam presas na cidade que é um porto estratégico localizado no mar de Azov.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que causou, entre a população civil, pelo menos 1.081 mortos, incluindo 93 crianças, e 1.707 feridos, entre os quais 120 menores, e provocou a fuga de mais 10 milhões de pessoas, das quais 3,7 milhões foram para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

Segundo as Nações Unidas, cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

fonte: www.msn.com/pt-pt/noticias

Ucrânia: Rússia está a "reduzir Mariupol a pó".

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"A situação humanitária é catastrófica", alertou o Ministério ucraniano dos Negócios Estrangeiros, na véspera de mais uma ronda negocial entre Kiev e Moscovo. "Neutralidade" da Ucrânia está a ser estudada, diz Zelensky.


"Enquanto Mariupol é sitiada e bombardeada, as pessoas lutam para sobreviver. A situação humanitária na cidade é catastrófica. As Forças Armadas russas estão a transformar a cidade em pó", escreve o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, na rede social Twitter, esta segunda-feira (28.03).

Cerca de 170 mil civis estão encurralados na cidade, sem acesso a alimentação adequada, água ou medicamentos. França, Turquia e Grécia estão a trabalhar numa "operação humanitária" para evacuar os residentes da cidade portuária devastada pelas forças russas, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.

As sirenes de ataque aéreo voltaram a soar esta madrugada em várias cidades ucranianas e foram noticiadas explosões em Lutsk, Rivne, Kharkiv, Jitomir e na capital, Kiev. A administração militar de Volyn informou que mísseis russos atingiram um depósito de petróleo, segundo o "The Kiev Independent".

"Mais uma vez, ataques com mísseis em Lutsk, Kharkiv, Jitomir e Rivne. Mais um dia, mais ataques. Mariupol sob bombardeamento. Os russos já não têm língua, humanismo, civilização. Apenas foguetes e bombas", escreveu o conselheiro presidencial ucraniano Mikhailo Podoliak no Twitter.

Nova ronda de negociações

Horas antes de começar mais uma ronda negocial entre a Ucrânia e a Rússia, que deverá decorrer entre esta segunda e quarta-feira na Turquia, com vista a pôr termo à guerra na Europa, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky deixou claro que não vai negociar a desmilitarização da Ucrânia. Kiev, sublinhou, está "indisponível para negociar caso em cima da mesa estejam temas como a desmilitarização ou a desnazificação. Simplesmente não entendo estas coisas".

Zelensky proferiu estas declarações numa entrevista por videoconferência, que se prolongou por mais de hora e meia, com os jornalistas russos independentes. Os órgãos desses jornalistas foram bloqueados imediatamente na Rússia e os que participaram na entrevista serão investigados, garante o Governo de Vladimir Putin. 

Na mesma entrevista, Zelensky disse que a questão da "neutralidade" da Ucrânia, um dos pontos centrais das negociações com a Rússia para terminar o conflito, está a ser estudada: "Estamos dispostos a aceitar as garantias de segurança e neutralidade, estatuto não-nuclear do nosso Estado. Este é o ponto mais importante. Foi o ponto principal para a Federação Russa, tanto quanto me lembro, e, se bem me lembro, foi por isso que eles começaram a guerra".

O chefe de Estado também admitiu que será "impossível" expulsar a Rússia de todo o território ucraniano.

fonte: DW Africa

sexta-feira, 25 de março de 2022

Escravidão: Whoopi Goldberg pede desculpas à família real.

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A escravidão continua sendo um dos períodos mais sombrios da humanidade. Este tema foi discutido pela atriz americana Whoopi Goldberg no set do programa de televisão The View. O produtor, portanto, aproveitou a oportunidade para pedir à família real britânica que se desculpe pelas ligações históricas que tem com o tráfico de escravos. Durante sua intervenção, a atriz indicou que a Grã-Bretanha permaneceu na Índia por vários anos. Além disso, ela lembrou que o príncipe Charles pediu desculpas durante sua visita a Barbados.

O duque de Cambridge condenou a escravidão
“Olha, isso não é novidade. Suspeito que Charles, quando esteve em Barbados, teve uma ideia disso, porque se desculpou, sim, soltou o aperto da Grã-Bretanha ”, disse ela em particular. Observe que essas palavras da atriz americana de 66 anos vêm após a visita do príncipe William e sua esposa Kate Middleton à Jamaica. Durante esta visita, o duque de Cambridge condenou a escravidão, descrevendo-a como “odiosa”. "Isso nunca deveria ter acontecido", disse ele. O filho do príncipe Charles não deixou de expressar sua tristeza pelos milhões de pessoas transportadas à força da África para o Caribe e a América do Norte.

Como lembrete, essas observações ocorrem quando a Jamaica quer se separar da coroa britânica. Esta informação havia sido confirmada por uma fonte do governo para a mídia Good Morning Britain. “Falei com uma fonte dentro do governo do primeiro-ministro que me disse que assim que eles saíssem, a Jamaica iniciaria o processo de impeachment da rainha como chefe de Estado”, disse um jornalista britânico. O processo será lançado a partir do final da visita do duque e da duquesa de Cambridge ao Caribe, muito contestada na Jamaica.

fonte: lanouvelletribune.info

Senegal: Ousmane Sonko - Rejeição do levantamento de sua revisão judicial.

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A revisão judicial do oponente político senegalês Ousmane Sonko não foi levantada. O pedido feito pelos advogados do novo prefeito de Ziguinchor foi rejeitado pelo juiz de instrução sênior. De acordo com as confidências feitas por Me Bâ ao Igfm, é cedo para comentar a decisão tomada pelo juiz. O advogado, no entanto, ressalta que o juiz foi bastante aberto sobre a data da audiência do principal implicado no caso Adji Sarr.

“O juiz tem razões mais ou menos sólidas sobre as quais baseou seus argumentos para chegar a esta decisão. “, declarou inicialmente o advogado do adversário senegalês. Esta decisão, no entanto, provocou uma onda de reações na classe política senegalesa. Nas colunas do "Le Quotidien", o ativista Guy Marius Sagna deu a conhecer o que pensa deste caso.

Uma trama de acordo com o ativista Guy Marius Sagna
Para ele, trata-se apenas de um complô orquestrado do zero contra o político senegalês. “Todas as pesquisas mostraram a Macky Sall e à França que, se nada for feito, Ousmane Sonko será o quinto presidente do Senegal. Eles se mobilizaram para atacar o presidente Ousmane Sonko e Pastef, o prefeito Barthélémy Dias e todos aqueles que decidiram dizer não. ", declarou.

fonte: seneweb.com

[Cara a cara] Mané-Salah: uma Bola de Ouro com ares de vingança.

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A partida Senegal-Egito desta sexta-feira da primeira mão do confronto duplo do play-off da Copa do Mundo do Catar 2022 tem outro selo: o frente a frente entre Sadio Mané e Mohammed Salah. Os dois "irmãos inimigos" se enfrentaram na final de Can 2021. Uma partida vencida pelo senegalês e pelo egípcio sem dúvida vai querer se vingar.

Levam, nos seus últimos anos, os encarnados, impõem-se a nível mundial e continuam a ser os mestres indiscutíveis do futebol africano. Sadio Mané e Mohammed Salah formam uma dupla de ataque insustentável na Premier League. Mas, esta dupla de fogo que assombra as defesas inglesas, vive uma rivalidade notável.

E nesta sexta-feira, em nome da primeira mão do confronto duplo do play-off da Copa do Mundo do Catar 2022 entre Egito e Senegal, os dois jogadores terão que trocar suas túnicas vermelhas para colocar de cada lado o de sua nação e iniciar a luta pela qualificação. O duelo Sadio Mané-Salah também é um dos elementos que fazem deste encontro um dos confrontos mais esperados do play-off da Copa do Mundo na zona africana.

Já a sua oposição na final do Can 2021 foi, sem dúvida, o cartaz que fez muitos fãs fantasiarem. Este encontro, que permitiu ao Senegal conquistar o seu primeiro título continental, foi uma amostra deste duplo confronto. Salah e seus parceiros tentarão se vingar da quadrilha de Sadio Mané. Este último e companhia querem repetir seu desempenho na final do Can para uma segunda classificação consecutiva para uma copa do mundo.

Atualmente, o capitão dos faraós e a estrela senegalesa estão no topo do seu jogo e esta partida é uma oportunidade para demonstrar sua liderança em suas respectivas seleções. No entanto, eles levaram tempo para alcançar o mais alto nível do futebol mundial.

Do banco para a Bola de Ouro

O ex-morador de Génération a pé viajou antes de se juntar ao Metz. Sadio não foi uma das primeiras escolhas do clube francês durante sua descida ao nacional no final da temporada 2011-2012. Ele fez as malas para ir para o Red Bull Salzburg e depois para o Southampton antes de se juntar ao Liverpool em 2016 por 36 milhões de euros. Na época, ele se tornou o jogador africano mais caro da história. Ao longo das temporadas, ele subiu na hierarquia para se tornar um dos pilares dos Reds.

Revelado pelo FC Basel em 2012, o egípcio foi rapidamente descoberto por Mourinho, então treinador do Chelsea. Mas Salah não brilha com o Blues. Ele foi então emprestado à Fiorentina e depois à Roma. Suas boas notas na Itália deram outra reviravolta em sua carreira. Ele foi contratado pelo Liverpool durante a janela de transferências de verão de 2017 por 42 milhões de euros. Ele explodiu e se tornou o melhor artilheiro africano da história da Premier League. Ele é seguido por Sadio Mané.

Atualmente, as duas estrelas do Liverpool sobrevoam o futebol africano e reivindicam mais uma vez a consagração da Bola de Ouro africana. Distinção do atacante do Senegal Lions, Sadio Mané. Ele foi eleito o Jogador Africano do Ano em 2019 depois de terminar no pódio nos três anos anteriores. Desde então, o Café não concedeu este prêmio em particular em 2020 e 2021 devido à pandemia de Covid-19.

Mané demitiu seu parceiro de clube, Salah, que acabara de ganhar esse prêmio duas vezes seguidas. De fato, o capitão dos faraós foi nomeado, pela primeira vez, o jogador africano do ano de 2017. O que um egípcio não fazia desde Mahmoud El Khatib, 34 anos antes. Salah repete esse desempenho no ano seguinte.

Nesta sexta-feira, os dois irmãos 'inimigos' do Liverpool terão papéis cruciais no confronto duplo entre Senegal e Egito desde o play-off até a Copa do Mundo de 2022. neste confronto duplo.

fonte: seneweb.com

10 anos no poder: Macky Sall, o positivo e o negativo.

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Esta sexta-feira, 25 de março, completa dez anos desde que Macky Sall chegou ao poder. Atores políticos estão divididos quanto ao seu histórico à frente do Senegal durante esta década. Do lado do poder, é claro, aplaudimos. A oposição, por sua vez, faz caretas. Trechos do arquivo Vox Populi sobre o assunto.

Serigne Assane Kane, porta-voz do FDS: "Um parêntese infeliz para ser fechado muito rapidamente"

“Os dez anos de Macky Sall à frente do Senegal terminaram em fracasso. Dez anos de governo escandaloso e vicioso. Dez anos de perseguição judicial contra opositores. Dez anos de violação de direitos e liberdades. Dez anos de loucura gastando em infraestrutura não prioritária.

Moussa Sarr, porta-voz do LD: "Macky Sall transformou positivamente o Senegal"

“Se julgarmos o estado atual do país em relação ao que era em 2012, será fácil notar muitos motivos de satisfação em todas as áreas da vida socioeconômica. Em 2012, a taxa de crescimento foi inferior a 2%. Graças às reformas do Plano do Senegal Emergente, esta taxa foi aumentada para mais de 5% em 2019. Se não fosse o impacto negativo do Covid-19, seria ainda maior em 2020-2021.”

Bougane Guèye Dany: "São delírios de grandeza"

“Os dez anos de Macky Sall foram marcados por uma gestão ‘sloganizada’ dos problemas que estrangulam o país. Macky Sall é delírios de grandeza com projetos gigantescos que só beneficiam empresas estrangeiras. Enquanto isso, ele ignora o capital humano e suas milhares de promessas, especialmente na questão do emprego jovem.

Aymérou Gningue, líder dos deputados do BBY: os pontos positivos de Macky Sall

O presidente do grupo parlamentar Benno bokk yakaar (Maioria) faz uma avaliação positiva dos dez anos de Macky Sall no poder. Ele saúda os “investimentos maciços na estruturação de infraestrutura” e a “luta amarga para reduzir o fosso entre as cidades e o campo”. Aymérou Gningue sublinhou ainda a "gestão eficaz dos investimentos no domínio da energia, saúde e transportes" bem como o "reforço da democracia senegalesa através da adopção de leis essenciais à sua salvaguarda (por exemplo a lei do patrocínio), a consolidação da regra de direito e a influência do país a nível internacional com os muitos sucessos diplomáticos".

fonte: seneweb.com

Fmi, Bm, EU: A faceta do turismo geoestratégico.

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No espaço de 4 meses, Dakar recebeu os líderes do FMI, do Banco Mundial e da União Europeia. Além do discurso oficial, os perfis e o contexto senegaleses indicam que existem aspectos geoestratégicos.

O diretor-geral do FMI em dezembro de 2021, o presidente alemão, então presidente da Comissão Europeia em fevereiro e agora presidente do Banco Mundial em março de 2022, sem esquecer o diretor-geral da Unesco. Nos últimos meses, o Senegal tornou-se uma encruzilhada para os decisores ocidentais. E os perfis dos visitantes indicam claramente que se trata de finanças, economia e investimento.

Estes são, em sua maioria, os líderes das duas principais instituições financeiras controladas pelo Ocidente (FMI e Bm) e o braço técnico da União Européia, a comissão. Dakar, portanto, parece ser de importância capital aos olhos dos ocidentais. No caso do Presidente do Banco Mundial, "esta é a sua primeira viagem oficial ao Senegal e à África Ocidental e Central como Presidente do Grupo Banco Mundial", segundo um comunicado de imprensa da 'instituição'.

Além dos atos, há o discurso oficial às vezes muito elogioso ao presidente Macky Sall. "Este ano com a presidência da União Africana e acolhendo o Fórum Mundial da Água em Dakar, o Senegal demonstra uma notável liderança internacional", declarou David Malpass, Presidente do Grupo Banco Mundial antes mesmo da sua chegada a Dakar.

O mesmo discurso do Diretor do FMI. “O presidente Macky Sall fez lobby para a atribuição de Direitos Especiais para África e a maior quantia da história que o FMI atribuiu, nomeadamente 650 mil milhões de dólares”, acrescenta Kristalina Georgieva.

“Não há gratuidade nas relações internacionais”

O Ocidente enviou seus emissários para elogiar a liderança de Macky Sall? Na verdade ! Tampouco é aproveitar o sol de Dakar, a menos que seus raios sejam geoestratégicos. A escolha do Senegal por Ursula Von Der Leyen para anunciar "mais de 150 bilhões de euros pelo programa África-Europa" é bastante reveladora. “Não há gratuidade nas relações internacionais. Nenhum gesto é insignificante. São os especialistas que estão investigando e são os jogos de interesse que estão por trás disso ”, diz o jornalista Ibrahima Souleymane Ndiaye.

No entanto, segundo o banqueiro Habib Ndao, "os doadores vieram ao Senegal por razões puramente económicas". Segundo o chefe do Oqsf, o Senegal tem respeitado os seus compromissos através do Instrumento de Coordenação da Política Económica (ICPE), na sequência da mobilização de recursos das TFP. Isso permitiu voltar ao crescimento de 6,1% em 2021.

Trata-se, portanto, de medir o nível de apoio que o Senegal necessitará face às novas circunstâncias que os TFPs se deslocaram. Isso é para determinar recursos adicionais.

Negocie “sem levar em conta sua ideologia”

A segunda razão, acrescenta Ndao, é que nesta zona da África Ocidental, o Senegal é um dos países politicamente mais estáveis. A posição geográfica também serve para alguma coisa. “Estas instituições internacionais, quando querem aceder a outros países francófonos da sub-região para todos os programas que pretendem implementar, querem experimentá-lo a partir do Senegal”, confirma o economista Dr Souleymane Keita. Mas para este último, está mais ligado ao fato de o Senegal ser um bom aluno do FMI e do Banco Mundial.

Só que nenhum de nossos interlocutores tem ilusões. Eles sabem que existem outros motivos que orientam essas visitas. Além disso, é Habib Ndao quem lembra que a lógica do presidente Macky Sall é vincular a cooperação econômica e comercial com todos os países, "sem levar em conta sua ideologia".

No entanto, há mais de uma década, a China e a Turquia tornaram-se parceiros privilegiados do Senegal. Eles financiaram grande parte dos grandes projetos estatais. A Rússia, menos presente em Dakar, marca suas pegadas no vizinho Mali. As ligações centenárias com a União Europeia, em particular com a França, já não são suficientes.

Especialmente porque o economista Souleymane Keïta especifica que os volumes de exportação da China e dos Estados Unidos são maiores que os da União Européia. “Esses 150 bilhões de euros são importantes para que a UE não perca sua posição privilegiada, porque a natureza abomina o vácuo”, conclui Keïta.

“É normal que do ponto de vista geoestratégico a União Europeia não esteja ausente desta parte ainda estável da África”, concorda Habib Ndao.

“A exploração do petróleo desperta interesse…”

Para o jornalista Ibrahima Souleymane Ndiaye, as considerações geoestratégicas são 
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fonte: seneweb.com


África continua esquecida nos Óscares de Hollywood.

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Os Óscares são entregues já este domingo. Em quase 75 anos, a estatueta de "Melhor Filme em Língua Estrangeira" só foi atribuída a África três vezes. A Europa, por outro lado, soma pontos nesta categoria em Hollywood.


Cena do filme sul-africano "Tsotsi"

Em 2006, o filme sul-africano "Tsotsi" foi uma excepção: ganhou o Óscar de melhor filme estrangeiro. Em regra, a estatueta, que é atribuída desde 1948 vai para um país europeu. Em quase 75 anos, apenas três países africanos ganharam nesta categoria. Os filmes asiáticos e latino-americanos, assim como os filmes africanos, dificilmente participam no evento.

Dos três filmes africanos vencedores, "Z" e "Noirs et Blancs en couleur" foram co-produções francesas, que beneficiaram da forte influência da indústria cinematográfica francesa em Hollywood. "Totsi" foi o primeiro filme em língua não francesa a ganhar um Óscar.

Steve Ayorinde, um famoso crítico de cinema nigeriano que já participou como júri em festivais internacionais de cinema como Cannes, Berlim e Toronto, lembra que "não se deve esquecer que em cerca de dez filmes sul-africanos internacionalmente conhecidos, cinco ou seis são de sul-africanos brancos". É também o caso de "Tsotsi", cujo realizador é Gavin Hood.

O perito em cinema acredita que o lobby é um fator muito relevante. "Os filmes africanos estão sempre à margem dos grandes festivais de cinema. Então, quem pode promovê-los? Sem cooperação, apoio e investimento de uma grande instituição ou empresa de produção europeia ou americana, é difícil comercializar um filme deste tipo a nível internacional", lembra.

Cineastas americanos ou europeus têm mais facilidades. Por isso, não é surpreendente que 78% dos filmes vencedores na categoria "Melhor Filme Estrangeiro" sejam da Europa. A França e a Itália representam mais de metade das estatuetas e são também muito influentes em Hollywood, enquanto os outros continentes passam despercebidos.

Estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira só foi atribuída a África três vezes

Estatueta de "Melhor Filme em Língua Estrangeira" só foi atribuída a África três vezes

Bollywood também tem dificuldades em Hollywood

Metade dos filmes vencedores da Ásia são produções japonesas. Bollywood e a sua grande indústria nunca ganharam uma única estatueta.

Namrata Joshi, autora e crítica cinematográfica com experiência em júris de festivais internacionais de cinema como Toronto, Moscovo e Cluj, acredita que "aos cineastas indianos faltam os meios financeiros para comercializar os seus filmes. Os Óscares são um estratagema de marketing".

Além disso, Joshi acredita que o conteúdo dos filmes da Índia é muitas vezes um problema para um público tão global, devido à quantidade de música, dança e melodrama. Steve Ayorinde diz que há vários fatores que impedem as nomeações para os Óscares de filmes africanos.

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Nollywood de volta às filmagens após confinamento da Covid-19

É difícil sem o financiamento de instituições ocidentais ou cooperação técnica e internacional, mas a língua também desempenha um papel decisivo. "A vantagem dos filmes europeus é que línguas como o alemão, francês, espanhol ou italiano são internacionais. Assim as pessoas responsáveis pela avaliação dos filmes já conhecem a língua", diz o crítico nigeriano.

Na Nigéria, por exemplo, são produzidos cerca de 2.500 filmes por ano, que nunca tiveram sucesso nos Óscares. A Netflix melhorou a qualidade dos filmes, mas isto não aumenta as hipóteses de serem nomeados para um Óscar, porque uma condição de Hollywood é que os filmes nomeados devem ser exibidos nas salas de cinema.

Igualdade de oportunidades?

Joshi e Ayorinde acreditam que a Academia de Hollywood tem vindo a tentar, há já alguns anos, dar um passo em direção à diversidade, mas isso é algo não pode acontecer de um dia para o outro.

Namrata Joshi diz que "é necessária uma certa curiosidade [por parte do júri] e uma vontade de compreender filmes de todo o mundo". Considera ainda que a participação de pessoas da Índia no júri da Academia seria um primeiro passo importante.

fonte: DW Africa

A jogada de Putin para enfraquecer as sanções internacionais.

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Moscou quer que países ocidentais paguem por gás russo em rublos, numa tentativa de valorizar moeda do país. Medida viola contratos com pagamentos em dólares e deve pressionar europeus dependentes da energia russa.



O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quarta-feira (23/03) que a compra de gás russo por "países hostis" – ou seja, as nações do Ocidente que apoiam sanções contra Moscou – deverá ser paga em rublos.

A medida ocorre após um congelamento de centenas de bilhões de dólares de ativos russos no exterior por causa das sanções impostas ao país pela invasão da Ucrânia. O anúncio também é encarado como uma tentativa de Moscou de tentar valorizar o rublo, que sofreu uma queda vertiginosa nas últimas semanas diante das sanções.

Mesmo em meio à tensão entre o Ocidente e a Rússia, Moscou afirma que continuará a cumprir suas obrigações de entrega. A Gazprom, principal estatal russa de gás, por exemplo, está enviando 104 milhões de metros cúbicos de gás através de gasodutos na Ucrânia para a Europa nesta quinta-feira.

Mas o anúncio de Putin provocou preocupação em grandes compradores de gás, como a Alemanha. "Pagar em rublos é, antes de tudo, uma violação dos contratos", reagiu o ministro alemão da Economia, Robert Habeck (Partido Verde), na noite de quarta-feira.

Putin instruiu seu governo e o Banco Central russo a elaborarem os detalhes exatos da mudança na forma de pagamento dentro de uma semana.

"Indiretamente, isso talvez seja uma resposta à declaração do governo [do chanceler federal alemão] Olaf Scholz, que disse que não queremos tocar no fornecimento de gás, caso contrário isso sairia muito caro para a Alemanha", afirmou à DW Jens Südekum, professor do Instituto de Economia da Concorrência da Universidade de Düsseldorf. "Putin está respondendo a isso dizendo: 'Ok, você pode ter gás – mas apenas nos meus termos'."

Clara violação de contratos celebrados

É claro que muitos juristas têm uma visão crítica do assunto. "Os contratos são entre duas partes e geralmente são especificados em dólares americanos ou euros, portanto, se uma das partes disser unilateralmente 'Não, você pagará em outra moeda', não há contrato", diz Tim Harcourt, economista da Universidade de Tecnologia em Sydney.

Mikhail Krutikhin, fundador e analista sênior da consultoria RusEnergy Moscow, descreveu o anúncio de Putin como "um tipo de propaganda voltada para o público local". A Alemanha e outros países ocidentais rejeitaram a proposta do Kremlin alegando que ela representa uma quebra de contrato – opinião compartilhada por Krutikhin.

"Talvez ele [Putin] ache que os clientes da Gazprom precisam fazer negócios com os bancos [russos] que estão atualmente sob sanções e trazer moeda forte para [esses] bancos. Uma operação de chantagem nesse sentido pode vir a ajudar esses bancos e frear o declínio do rublo russo." No entanto, Krutikhin adverte que o plano pode sair pela culatra, provocando caos no mercado de gás. "Pode ser muito difícil entender qual será o preço real do gás russo."

Entre os "países hostis" que impuseram sanções a empresas ou indivíduos na Rússia estão Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Japão, Noruega, Cingapura, Coreia do Sul e Suíça.

O rublo financia a guerra

A medida também pode ser uma resposta à forma como as sanções prejudicaram a habilidade da Rússia em fazer transações com moedas como o dólar ou o euro. "É claro que a Rússia ainda pode tentar trocar moedas com outros países como Índia e China. Mas é claro que não pode fazer nada no Ocidente no momento", afirma o economista-chefe do banco ING, Carsten Brzeski. "Mas ele [Putin] precisa de rublos: ele tem que financiar a guerra com rublos, então, do ponto de vista dele, é uma jogada muito esperta."

Além disso, mudar os pagamentos para rublos teria consequências e benefícios ainda mais abrangentes para a Rússia. Isso fortaleceria o rublo e apoiaria novamente o Banco Central russo após a instituição ser cortada dos mercados de capitais internacionais pelas sanções ocidentais. "Agora Putin os promoveria de volta a uma posição central porque então precisaríamos do banco para pagar pelo gás", explica o professor Jens Südekum.

Isso porque pagamentos por entregas de gás envolvem grandes somas, que não podem ser obtidas tão facilmente nos mercados de câmbio, especialmente no quadro atual. Os compradores de gás não teriam escolha a não ser trocar moeda estrangeira por rublos junto ao Banco Central russo, indiretamente enfraquecendo as sanções impostas ao regime de Putin e à economia russa.

Fornecedores de energia como a OMV, da Áustria, já anunciaram que pretendem continuar a pagar em euros, sem recorrer aos rublos. "Eu nem poderia fazer algo assim", disse o chefe da OMV, Alfred Stern, na quarta-feira à emissora de TV Puls 24. Segundo ele, o contrato original com os russos prevê que as contas devem ser pagas em euros.

O declínio do rublo foi estancado

No entanto, o posicionamento de Putin foi suficiente para frear uma queda maior do rublo. O anúncio foi feito na tarde de quarta-feira e reforçado nesta quinta. Como resultado da guerra e das sanções, o rublo havia despencado, e o Banco Central russo chegou a elevar a taxa básica de juros de 9,5% para 20% com o objetivo de frear uma desvalorização ainda maior da moeda.

Ao mesmo tempo, com o anúncio, o governo russo está sinalizando que pode prescindir da receita em dólares e euros das vendas de gás. Assim, o país avalia que está em condições de poder pagar juros e dívidas vencidas nessas moedas estrangeiras. Apenas alguns dias atrás, havia especulações sobre um possível default da Rússia.

E, finalmente, o anúncio coloca Berlim e Bruxelas em uma posição difícil. Porque um boicote ao fornecimento de energia russo teria o efeito de inflacionar ainda mais os preços de energia na União Europeia, que já estão altos. Os governos alemão e francês, por exemplo, já estão tomando medidas para aliviar financeiramente o peso das faturas sobre cidadãos e empresas.

Além disso, a dependência do gás russo é extremamente alta. A associação alemã de energia BDEW alerta para o risco de deterioração da situação do fornecimento de gás na Alemanha. "O BDEW pede ao governo federal que declare o nível de alerta antecipado no plano nacional de emergência de gás", disse a presidente do conselho executivo da associação, Kerstin Andreae, na quinta-feira. Esse plano de emergência estabelece uma ordem de prioridades que devem ser mantidas no caso de cortes ou gargalos na entrega de gás.


fonte: DW Africa

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