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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Costa do Marfim: Alassane Ouattara - "Eu provavelmente serei candidato" em 2015.

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TICAD
© Presidência por C T I bou
TICAD 5: Presidente Ouattara participa do painel de alto nível
Sexta-feira, 31 de maio de 2013, no Japão. Durante os trabalhos da 5 ª Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD), presidente Alassane Ouattara participa de painel de alto nível sobre "Desenvolvimento Inclusivo em África".

YOKOHAMA (Japão), o presidente da Costa do Marfim Alassane Ouattara confirmou nesta segunda-feira à AFP que ele seria "muito provavelmente" o candidato a suceder-se em 2015, e aproveitou a oportunidade para defender o seu recorde de dois anos, notadamente em matéria de reconciliação e da justiça.

Em uma entrevista em Yokohama (perto de Tóquio), à margem da Conferência sobre o Desenvolvimento Africano organizado pelo Japão, TICAD, Alassane Ouattara não disse "sim", mas é como ...

"Encontrei um país completamente em ruínas, afundado e tinha e tem necessidade de ser reconstruído. Deixei claro que eu não tenho certeza se posso terminar este trabalho no tempo que me resta e eu verdadeiramente brigarei para um segundo mandato. Eu considero que muito provavelmente eu sairei candidato."

Sua idade, 71 anos, mas não parece ser um obstáculo na sua decisão final: "Eu sou saudável, e eu estou exercitando todas as manhãs".

O ex-primeiro-ministro do presidente Houphouet Boigny, o ex-vice-presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), e feroz opositor ao presidente Laurent Gbagbo, Alassane Ouattara finalmente tomou posse em Maio de 2011, após uma guerra violenta que deixou cerca de 3.000 mortes no país, seu antecessor quis apegar ao poder até cair.
Está enfrentando último dia para dormir em uma cela do Tribunal Penal Internacional, na Holanda.

Desde a sua nomeação, em maio de 2011, Ouattara prometeu "trazer os marfinenses", mas a reconciliação parece falhar e está a andar de skate.

"Eu acho que não", ele responde. "Não devemos confundir a reconciliação entre os marfinenses e a relação entre os partidos políticos." "Quando houve também ataques fortes, como na França e na Europa após a Segunda Guerra Mundial, e os Estados Unidos após a Guerra Civil, quantos anos levou para uma verdadeira reconciliação?" Ele se defende.

E quando convocamos as últimas eleições regionais e municipais em abril passado, que nós não vimos a forte participação e, especialmente, um boicote do partido do ex-presidente Laurent Gbagbo, o seu sucessor não se alarmou perante as medidas: Frente Popular Marfinense (FPI) "não participou nas últimas eleições locais, mas mesmo assim não impediu que seus eleitores(FPI) participassem  os quais se apresentaram como independentes."

"Estamos determinados a garantir que a CI(Costa do Marfim) é um país verdadeiramente democrático," ainda revelou o chefe de Estado da Costa do Marfim.

E depois há " justiça dos vencedores" justiça "denunciada por algumas ONGs, incluindo a Human Rights Watch (HRW), mas, também em abril passado, o Embaixador americano em Abidjan, estimou que todos os acusados ​​são exclusivamente do " campo Gbagbo".

"Eu rejeito esse termo. Nós não aceitamos esse quadro de justiça do vencedor", reagiu fortemente, quase irritado, o presidente.

"Depois da crise (2010-2011), não havia juízes, tribunais, tudo foi destruído, e que chegou a hora de reconstruir as infra-estruturas.

Em seguida, ele referiu as pesquisas. Não podemos se meter em prender pessoas assim, exceto em casos de flagrante delito. "

"A comissão nacional de inquérito emitiu o seu relatório, que foi lançado e está nas mãos dos juízes. Algumas pessoas já foram chamadas, algumas até mesmo condenadas. Posso assegurar-vos que a justiça faz o seu trabalho de forma independente sem qualquer tipo de pressão ", diz ele ainda afirmando querer" combater a impunidade e que está no caminho certo. "

jlh / sd

fonte: abidjan.net

Senegal: Acidentes rodoviários - Thierno Alassane Sall defende um reforço das sanções.

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Thierno Alassane Sall Min infrast et transp

Os Poderes Públicos senegaleses devem reforçar a regulamentação para punir as transgressões das regras do Código de tráfego da estrada para lutar eficazmente contra acidentes de viação, disse segunda-feira em Dakar, o ministro das Infra-estruturas e Transportes, Thierno Alassane Sall.

Falando no lançamento de uma campanha nacional para o limite de velocidade, Thierno Alassane Sall argumentou que os acidentes registrados nas rodovias senegalesas são causados ​​principalmente por excesso de velocidade.

Segundo o ministro das Infra-estruturas e Transportes, " a velocidade excessiva ou inadequada é um dos principais problemas de segurança rodoviária".

Ele acrescentou que, além da consciência, o Estado deve reforçar as disposições regulamentares para punir transgressões de regras estabelecidas pelo Código da Estrada.

Segundo o ministro das Infra-estruturas e Transportes, as autoridades senegalesas estão se esforçando para encontrar soluções para este problema. "Uma campanha anual da segurança rodoviária está em andamento, e continua agora", anunciou.

No total, cerca de 4.876 acidentes foram registrados este ano no Senegal com 350 mortes e 2.000 feridos, disse Thierno Alassane Sall.

fonte: lesoleil.sn

Neymar chega a Barcelona.

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Apresentação Neymar Barcelona (Reprodução: Site Barcelona)

O atacante Neymar chegou nesta segunda-feira em Barcelona com uma hora de atraso e já está no estádio Camp Nou para sua apresentação oficial no Barcelona.
Um bom número de torcedores aguarda pelo jogador nos portões do estádio, muitos deles com bandeiras do Brasil e camisas com o nome do jogador.
Neymar também posou para fotos nas dependências do clube. A grande festa acontecerá no estádio Camp Nou, onde o jogador será apresentado aos torcedores a partir das 13h15 de Brasília e dará uma entrevista coletiva em seguida. 
Pelo Instagram, o jogador comentou sobre o novo momento de sua carreira: "Hoje inicia uma nova etapa na minha vida ! Obrigado Senhor .. Estou muito feliz !!"
Expectativa - Esperado desde o início do dia em Barcelona por torcedores e fotógrafos que o aguardavam na porta do clube catalão, Neymar também já ganhou elogios do meia Iniesta antes mesmo de sua chegada. Em entrevista coletiva, o jogador deu boas-vindas ao novo reforço do time e exaltou a categoria do brasileiro.
"É um dos melhores do mundo e esperamos que faça muitos gols e dê espetáculo. Tem um grande talento, acima do normal, e veio ao melhor lugar para seguir crescendo. Conselhos eu posso dar poucos: que faça o que já sabe fazer", disse Iniesta, horas antes da apresentação do ex-jogador do Santos, marcada para acontecer às 13h15 (de Brasília) em um Camp Nou previsto para receber cerca de 70 mil torcedores para festejar a chegada do craque.

Veja o vídeo          Vídeo 2 

Neymar chega a Barcelona e já é elogiado por Iniesta


Com atraso de cerca de uma hora por causa de condições climáticas um pouco desfavoráveis durante o voo que partiu do Rio na noite de domingo, Neymar chegou nesta segunda-feira à Espanha para se apresentar ao Barcelona. Por causa do atraso, a programação de eventos de sua balada apresentação sofreu uma pequena mudança, com uma sessão de fotos que estava prevista para acontecer às 7 horas (de Brasília) sendo reagendada para ocorrer nas dependências do clube, onde ele fará exames médicos antes de ser oficialmente exibido como reforço.
Esperado desde o início do dia em Barcelona por torcedores e fotógrafos que o aguardavam na porta do clube catalão, Neymar também já ganhou elogios do meia Iniesta antes mesmo de sua chegada. Em entrevista coletiva, o jogador deu boas-vindas ao novo reforço do time e exaltou a categoria do brasileiro.
"É um dos melhores do mundo e esperamos que faça muitos gols e dê espetáculo. Tem um grande talento, acima do normal, e veio ao melhor lugar para seguir crescendo. Conselhos eu posso dar poucos: que faça o que já sabe fazer", disse Iniesta, horas antes da apresentação do ex-jogador do Santos, marcada para acontecer às 13h15 (de Brasília) em um Camp Nou previsto para receber cerca de 70 mil torcedores para festejar a chegada do craque.
O astro espanhol ainda foi além ao dizer que Neymar fará Messi ser ainda mais eficiente do que já é como atacante. "Grandes jogadores sempre se entendem. Leo (Messi) será melhor com Neymar e Neymar com Leo. É um jogo de equipe e a soma de todas as forças formará um grande clube", completou.
Iniesta também lembrou que Neymar "ganhou quase tudo" com a camisa do Santos, assim como "é jovem e tem muito caminho a percorrer". O jogador já assinou no Brasil, no final de semana retrasado, um acordo para defender o Barcelona por cinco temporadas e, após ser apresentado com pompa pelo clube, voltará ao País para se reapresentar à seleção brasileira que se prepara para a disputa da Copa das Confederações.
No último domingo, Neymar defendeu o Brasil no empate por 2 a 2 com a Inglaterra, no Maracanã, e no próximo domingo voltará a atuar pela equipe de Felipão em amistoso diante da França, na Arena Grêmio, em Porto Alegre. Após o duelo diante dos ingleses, o atacante viajou até Barcelona acompanhado da namorada, a atriz Bruna Marquezine, e de um grupo de amigos.
fonte: http://atarde.uol.com.br 




domingo, 2 de junho de 2013

OPINIÃO: DESTA VEZ, ALGUÉM PEDIU UM BIFE MAL PASSADO.

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Depois da “última feijoada”, servida há um ano atrás, em plena campanha eleitoral para a Presidência da República da Guiné-Bissau, sabemos hoje que esta provocou uma congestão fulminante num dos candidatos, pelo facto de mastigar depressa e mal, não dando ouvidos aos conselhos do “Lúcifer”. Comeu e engoliu sofregamente, sem mastigar as ideias essenciais contidas nos assuntos sobre a real situação política do país, acabando por fazer explodir mais uma crise militar e politica a juntar a tantas outras, com décadas de existência, pela inexistência de um sistema político e de um projecto de desenvolvimento sustentável no País. Emergem conflitos de interesses pessoais, na partilha do poder, centrados na administração do Estado, rivalidades ou divergências, não de carácter politico ou ideológico, mas material, que progressivamente ganharam rosto durante esta campanha eleitoral de 2012, provocadas pelo resultados da má digestão, fazendo sentir no estômago um amargo de fel aos seus aliados, em vez de satisfação pelo bom tempero apurado na “feijoada”. Tudo por ganâncias instaladas entre os interessados pelo poder, pelos erros de análise e de reflexão cometidos na preparação desta candidatura, por exemplo, sendo mal aconselhados em matérias delicadas, perigosas, da actualidade politica e militar subjacentes (coisas nossas). Por simplesmente ignorarem as vozes da racionalidade, isentas, independentes, patrióticas, deu no que deu, não há dúvidas em relação aos erros que se cometeram e os caminhos que devemos evitar.
  
Hoje, um ano depois, a fome deste lugar desocupado continua activada pelo poder que detém esta atracção (a cadeira do presidente), também ela, reconhecida como “o lugar do morto”, pelos sucessivos golpes de Estado, desaparecimento físico por doença ou crime/assassinato do seu ocupante até então, no País.

Um lugar ainda sem dono legitimado por escolha democrática, que mantém acesa a chama atractiva, prometendo uma campanha eleitoral muito disputada para atingir a vitória, com candidatos para todos os gostos, na política nacional, só assim regressará, com certeza, a tão desejada Democracia, ao País.

No entanto, há candidato “especial”, sendo Ele o mesmo da anterior eleição para chefe de Estado, mudou apenas a sua escolha da ementa, em vez  da “última feijoada” do costume, pediu desta vez “um Bife mal passado”, fazendo crescer água na boca. A gulodice pelo bem-bom desta ambição politica que permanece inalterável, e aí tudo está como dantes, estando, desta vez, mais sensível para uma luta sem igual na próxima corrida à presidência de república, como nunca se viu no País, penso, i. é, se não desistir no último minuto e lançar a toalha ao chão (aliás o que seria aconselhável).

Dizem-no os anjos que passeiam pelas curvas e becos do território nacional, valendo a pena escutá-los e interpretar todos estes sinais do tempo “margôz” (amargo de boca), fazer jejum, privar o corpo de ter prazer de notícias cor-de-rosa, falsas, e preferir a real interpretação dos factos e factores humanos, políticos e militares desta conjuntura global, que perigosamente empurra o País através dos seus filhos (responsabilizados na sua administração) para o abismo, sendo neste ponto, mortal.
Os verdadeiros abutres, até aqui com a cara tapada, irão destapar os seus rostos, a cor da pele, os cabelos, e vamos ver a origem de cada um, até aqui desconhecida, os verdadeiros inimigos da Guiné-Bissau. É urgente esta emergência de lucidez em relação ao País – GUINEENSES UNI-VOS – levantar uma força viva de mãos dadas à volta da Pátria de Cabral, proteger o que é nosso, só.
Cultivarmos a alma a partir de uma leitura fiel da história politica do País actual, que no fundo vai sendo esculpida aos olhos de quem realmente vê (mukur-mukur), torna necessário travar o que é falso, não devemos deixar, há que agarrar a calma necessária e sossegar, pensar, parar simplesmente esta rivalidade cega entre Guineenses, esta matança entre Guineenses, esta leviandade entre Guineenses, esta cobardia entre Guineenses, esta vingança entre Guineenses, acabar com esta rivalidade entre irmãos, que acaba por entregar o nosso “ouro” ao bandido, confundidos da razão pura, na relação entre o bem e o mal.
Desta vez, podemos mudar de olhos abertos, muita coisa, acreditem, se não vamos ver fantasmas vindos de longe, para nos impor “ordem” a ferro e fogo, enquanto desfrutam da nossa Terra por desorganização e fragilidade patentes dentro do Estado.

Mas, voltando à vaca fria, tratando-se de um freguês famoso de marés antigas, ousado e reconhecido na praça, está sendo visto actualmente com rótulo de “retornado” da política na Guiné-Bissau, um sinal na testa, esta sombra misteriosa pejorativa colocada silenciosamente na sua frente, para chamar a atenção pela negativa, barrar caminho como um dito maldito, a prevenir a pior sorte, no futuro próximo.

A ausência efectiva de um ano no País, parece que provocou, do dia para noite, esta amnésia terrível que afecta consciências dentro e fora do Partido em relação aos seus líderes, alastrando-se à sociedade inteira, até os “amigos blindados” no exterior, onde quase tudo tem vindo a mudar de ideia/apoios, quase todos desistem sem contar a ninguém os seus motivos. Sabemos que quando um barco começa a afundar, os primeiros a fugir são os ratos do porão, por isso percebemos agora pelo “focinho” os nomes de alguns deles e a sua identidade, ao chegarem à superfície.

Há novidade sim, não se nota intenção de apoiar o candidato “natural” dum passado ainda quente diante dos nossos olhos, não se vê apoio claro manifestado publicamente, em jeito de reavivar memória, para não cair no silêncio absoluto e no esquecimento.

Na verdade, é um facto esta ausência de acção, que parecendo que não, custa cada vez mais ao candidato “natural”, reencarnar esta alma de lutador neste sonho antigo de ser presidente. Este ilustre freguês e cliente número “um” do restaurante (klãm Especial), onde é preciso ter “senha” para o prato servido ao herói principal, mas que neste momento está interrogado, não se sabendo a quem dar o apoio final, para merecer aceitação e trazer vitória para os adeptos do costume.
Está tudo em segredo absoluto, sem hora marcada para anunciar qualquer notícia acerca da campanha eleitoral.

Não é menos verdade que se trata de um desejo antigo, que parece regressar às vísceras deste Camarada candidato a “chefe” de Estado, embora hoje enfraquecido psicologicamente na cena politica e social, colocam-se dúvidas para este novo combate que se advinha duro, se é o homem certo para esta luta, uma enorme dúvida que continua a crescer nas cabeças dos seus antigos apoiantes, ainda sem previsão do futuro, nada de nada, em relação ao futuro, nem mesmo premonição (murúz ku djambakussys na durmy).

Com evidencias de cansaço notório, Ele não está disposto a esperar mais, sem tempo definido, resiste ao “apuramento” desta receita em lume brando, está impaciente o homem e com fome, já se adiantou e pediu o tal “Bife mal passado”, porque nele o sangue à vista, na carne quase crua, estimula-lhe o apetite (disse), gabando-se dos dentes afiados e fortes para os “inimigos” da política, num banquete que se advinha recheado para todos os gostos, durante esta nova campanha eleitoral que se avizinha.

Temos, desta vez, muito antes do arranque da caravana política do costume se fazer à estrada, no País, um “líder” que não se permite demitido. Vem cedo demais “picar” o ponto, na memória dos Guineenses, lembrar que ainda está vivo (não se sabendo por quanto tempo mais), tentar de novo a sua sorte, quer ser Presidente, nem que seja por um dia, valerá a pena? (será este o pensamento). Isso, ninguém sabe.

Uma cobrança difícil teve início nesta altura do campeonato, está no ar, certas cabeças, que dantes estavam comprometidas no partido com este líder, hoje têm dúvidas, custa a efectuar alguma exigência aos militantes do partido, estão quase esquecidos, embora com “dívidas” por saldar, só que hoje o mesmo “filme” tem outros realizadores na mesma corrida a tentarem a sua sorte e com novos argumentos.
Por isso, nada os obriga a abrir mão (militantes) e a sacudir candidatos mais “novos” desta corrida, com outros nomes, outras vontades, estando dentro do mesmo Partido.

Rei morto, rei posto. Não vá o diabo provocar amnésia nos militantes deste partido, que tudo indica, já não reconhecem esta figura do candidato “natural”, neste momento. Sendo que, sem o apoio do Partido (PAIGC) para candidatura a Presidente da República da Guiné-Bissau, se torna muito difícil qualquer um vencer as eleições.

Mas, pressinto que a vontade deste candidato “natural” é intensa e insuportável para agarrar a calma e a tranquilidade necessárias, enquanto pensa neste assunto. Não aguenta esta “dor”, misturada com um desejo antigo que quer ver realizado para si, neste momento (ser presidente). Perdeu toda a tolerância à frustração e não consegue travar a excitação crescente, parar e, talvez, não entrar nesta corrida actual, ficar de fora, longe da política por uns tempos, quem sabe se para sempre, talvez o melhor que faria para si próprio e para este Povo Guineense, que quer ver renovada a esperança da verdadeira Independência e Prosperidade para o País.
Sair, abandonar e escrever livros para contar aos netos, histórias que nunca ninguém imaginou (conteúdos especiais da sua história de vida) ou tratar de negócios, quem sabe.

Talvez um dia, e o futuro a Deus pertence, mude tudo o resto, esta história seja outra, numa Guiné-Bissau com Paz, sem rancor e espírito de vingança, a marcar uma nova era para todos nós, Guineenses e amigos da Guiné-Bissau.

É um facto que sem o apoio do Partido nas presidenciais, se torna impossível, para qualquer candidato, nadar contra a corrente ou atravessar o Geba a “pé” por exemplo, então há que pensar duas vezes, pelo menos.

Também neste momento passar a candidato “independente” não é para qualquer um, no País actual, seria simplesmente “ignorado” nas urnas, nunca atingiria a percentagem suficiente para avançar para uma segunda volta, caso fosse necessário. Com pouco tempo para se prepararem as eleições, torna-se mais difícil avançar estratégias neste caso, sabendo disto, resta o autodomínio perante toda a excitação típica para esta corrida e, talvez meu amigo, desistir.

Voltando novamente à vaca fria, temos novidades desta vez, escolheu na ementa um Bife mal passado, diz que gosta de vê-lo ainda com sangue, enquanto mergulha a ponta do metal, no pedaço de carne colado no prato, a seguir mastigar, mastigar, numa sensação de transfusão de sangue pelos “dentes”, tanto faz ser carne de vaca ou outra, estando mal passada, gosta sem dúvida e, por isso mesmo, já pediu – e vai ter um bife mal passado – ponto final, mas será.
Na verdade, alguém se prepara para “temperar” este Bife especial, desconfio, que irá com certeza bem servido na travessa e, o melhor para este freguês será arranjar outro cão para o “comer” na sua vez, só.

Sabendo que o apetite fala por si, é uma questão de gostos então, mas já na digestão, tudo irá depender do músculo abdominal deste cliente teimoso e neurótico, não se sabendo do seu real estado de saúde física e capacidade do estômago, mais ainda, da vesícula biliar, do fígado e sobretudo o diafragma, enfim, com bons abdominais numa luta de duros, para aguentar murros no estômago, será.
Mais, se permitir a mistura de vários “órgãos” entre si, no mesmo corpo (apoios), irá sofrer de prisão de ventre por reacção nervosa às ideias ocultas e, por reflexo deste ambiente de medo instalado junto, em que toda a calma do mundo irá parecer pouca, não fazendo sentido avançar, mas já muito tarde (o que provavelmente aconteceu na última candidatura, mas que agora, pode muito bem evitar).

Casos há, em que uma gravidez mental também aborta antes mesmo de saírem as primeiras palavras ou teses pela boca, como argumento.
Portanto, cuidado com a próxima digestão, Camarada. Se compararmos a digestão futura, com o estado mental do seu Partido hoje, estou certo que vai ter nova congestão de leituras ao inteirar-se dos estados de espírito e, como mudaram, na maioria dos seus apoiantes de outrora, isto há apenas um ano atrás, quanto mais tempo afastado pior ainda, porque não convém uma entrada apressada.

Pior ainda é não poder “vomitar” uma congestão no sítio de costume, i. é, onde dantes havia tolerância à sua pessoa, mas hoje para não ferir susceptibilidades tinha de pedir muito, não o podendo fazer junto de pessoas que já não sabe se ainda o toleram ou não,  como camarada, amigo ou mesmo rival, na politica, na vida, etc., pense nisso.

A realidade mudou, hoje poucos suportam uma reaproximação sem fronteiras deste “candidato”, dentro ou fora do Parlamento, dentro ou fora do País. Portanto, há que repensar os passos, se para recuar ou avançar nesta candidatura, eis a questão, Camarada. Muita coisa mudou, há surdos, mudos, e também artistas do costume para “cantar”, que fingem não ver, não ouvir e até não falar, enfim, não se sabendo se reconhecem as velhas amizades, aquele ambiente da última feijoada de 2012 já morreu, acabou, pois a rapaziada tomou já um “tira-gosto” por cima, para facilitar a digestão, a seguir, foi um café para esquecer, antes duma partida de jogo de cartas, para “baralhar” melhor as ideias dos que teimam em recordar o passado deste candidato “natural” já mais do que frito nestas temperaturas altas da actualidade politica no País.

Os seus amigos estão de partida para apoiar outro, numa maratona que garante em cada quilómetro vencido, a marca do distanciamento progressivo ao longo deste percurso, até à meta, finalizar seria o esquecimento total do candidato “natural”.

Um sinal inequívoco de abandono total duma maioria de militantes ao seu Camarada “retornado” da política nacional, é o que guarda um segredo que já não está coberto de mistérios. Hoje vive-se uma catarse colectiva como terapia de grupo com objectivos distintos, com novas “chuvas” a caírem torrencialmente sobre tantas cabeças confusas, bem molhadas ou regadas com novas ideias, algumas chantagens, promessas e até fantasmas como ameaças, isto, só visto, uma festa que ainda vai intensificar a sua temperatura elevada ao rubro, aí, só não se derretem as consciências à prova de fogo, a ver vamos.

Aconselho a beberem água como refeição Camaradas, a desistir de comerem o tal “Bife” mal passado, na expectativa de que um tempo de reflexão irá melhorar para todos, uma nova visão de terreno que devem pisar no futuro próximo e contribuírem para a Paz no território nacional. Por agora, façam uma dieta alargada, usem outros alimentos, sobretudo, evitem carne mal passada, sejam vegetarianos por uns tempos, nesta politica e mudem de mentalidade se possível, no tempo e no espaço.

No seu caso (CN) durará mais tempo, se optar por uma digestão mais leve, aí sim, pode recuperar o seu estado de saúde, resistindo a tentação de comer por comer, controlar a gulodice, o apetite do poder pelo poder, seja ele material, económico ou financeiro e, olhar a sua vida, aí sim, será um Guineense mais feliz consigo próprio, fará mais feliz ainda, os outros igualmente cidadãos de peso e em esmagadora maioria no País.

Caso insista no “Bife”, convém não esquecer da “família” animal que circunda, com fome, igualmente carnívoros nas suas escolhas, todos eles atentos às cobranças difíceis guardadas para numa primeira oportunidade actuarem (uma espécie de ajuste de contas), olhos nos olhos, mas, com traição e outras formas invisíveis de luta pelo poder, não seria de ignorar. Afinal este perigo é para quem está habituado a ele, e este tiro ainda pode sair pela culatra, em jeito de ajuste de contas, sabemos que o sangue não se lava, custa a esquecer, por isso, poucos conseguem perdoar um crime cometido contra os seus.

Infelizmente estamos perante um grau cada vez mais complexo deste objecto problema – pensar Guiné-Bissau – onde temos observado uma tendência inconsciente de alguns lideres políticos partidários e da sociedade civil, onde nas suas análises e preferências, ressaltam as preocupações de favorecimento de partidos ou estando centrados (fixados) nos benefícios para determinados “grupos” económicos e comerciais, em vez de pensarem o Estado e o Povo, em primeiro lugar, vão arranjando a vidinha para um grupinho, em detrimento dum Povo que continua na escuridão e pobremente deixado de lado.

Há razão para pensarmos que uma maioria de dirigentes do País já reconhece, neste momento, um diagnóstico fulcral desta velha questão do impasse – a crise politica, social, económica e cultural do País – os motivos que estão na sua base e possíveis soluções, para travarmos este “veneno”, enfim, uma terapêutica necessária e urgente, já está ao alcance de analistas desta situação de crise patente.
Mas então, porquê a falta de “iniciativa”? Qual o primeiro passo para sairmos da crise!?
Vamos tomar em consideração alguns pontos a evitar, para reflexão em baixo:

1º - RABO-DE-PALHA ou telhados de vidro, em indivíduos associados ao poder que sofrem influência deste rótulo do “poder oculto”, instalado no aparelho de Estado, devem simplesmente ser afastados deste novo perfil de liderança para o futuro, que se pretende tecnocrata, livre e transparente.

2º - O MEDO instalado na relação institucional e humana, é um facto que reconhecemos bem, pela ausência generalizada do comportamento de denúncia nas irregularidades cometidas, pela falta de liberdade de expressão, pela marginalização consentida no domínio da competência cientifica e profissional, o facto da meritocracia não ser modelo selectivo na escolha de liderança e noutros valores, acabando sempre remetida para níveis abaixo de valores considerados positivos, prioritários, exemplos a seguir numa sociedade em vias de desenvolvimento. Devemos combater o Medo, tornando o poder da justiça social e da liberdade uma conquista do Povo, para todos, sem excepção.

3º - A AUSÊNCIA DE FRONTALIDADE INTER-INSTITUCIONAL. Cada instituição do Estado deveria centralizar-se só na sua área de acção específica, sem se imiscuir noutra, fora da sua fronteira de acção. Havendo portanto uma igualdade de condições na sua aproximação ao Estado, com total independência institucional, merecendo sempre o mesmo tratamento em igualdade de circunstâncias e de condições no País.

Posto isto, enumerados apenas alguns obstáculos ao ritmo do desenvolvimento, impõe-se uma procura de soluções. Há que permitir outra visão centralizada num perfil de liderança sem rabos-de-palha, sem medo, frontal e capaz de funcionar numa organização com transparência, fazendo uso constante do princípio do debate de ideias e de projectos, tornando público o que diz respeito a todos nós, sempre que necessário for.

Nunca fazer o culto de uma Instituição em particular, seja ela qual for, todas são importantes e, igualmente necessárias como ferramentas do Estado da Republica da Guiné-Bissau, CADA NO SEU CAMPO DE ACÇÃO, TODOS POR UM OU UM POR TODOS, deve ser a palavra de ordem daqui para o futuro, só.

Como aqui reconhecemos, há esta necessidade de novas oportunidades serem encaradas sem complexos, sendo lideradas por indivíduos sem estigmas ou rótulos de um passado menos bom, sem transparência na vida pública. Chegou o momento de luz total sobre quem se candidata a cargos públicos ou privados de liderança, o que é de todos nós, é sagrado – a Guiné-Bissau.

Daí a nossa preferência por – “Bife” – mas, muito bem passado, sem um pingo de sangue derramado no “prato”, basta de convivências com vampiros!
Queremos um verdadeiro bife do vazio (natural), com ovo a cavalo para quem gostar e arroz de s’kálada ou outro a acompanhar, queremo-lo já, agora e, para todos nós, sem excepção, para o Povo Guineense.

Queremos saborear as vitórias, juntos, num ambiente de paz, de harmonia, de solidariedade, de amor e de partilha. Afinal é uma das facetas da personalidade social deste Povo, do Guineense, o ser camarada, o ser humilde, o ser amigo, o ser honesto, o ser corajoso, o ser frontal, o ser tolerante, o ser… muito mais…

Em jeito de opinião, aqui vos deixo mais um artigo, o qual, mesmo que não citem o seu autor, sou o responsável destas “letras” pintadas de fresco, o meu testemunho e contributo, só.

Djarama. Filomeno Pina.


sábado, 1 de junho de 2013

Sudão do Sul conta com o ouro fora da dependência do petróleo.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Ajoelhando-se na água, Peter Locebe cava a areia em busca de uma pepita de ouro. Ao redor dele, uma longa fila de outros sulistas quebrando as costas sob um sol escaldante.

"Há muito ouro aqui", ele desliza, limpando a poeira de sua testa. Aqui no Nanakanak no leste, dá pena do jovem do Sudão do Sul, uma vez que ele só descobriu ao todo uma onça de ouro de (30 gramas).

Em Nanakanak, os garimpeiros ainda estão peneirando pó, na esperança de fazer fortuna. Mas o Sudão do Sul, cuja economia ainda depende de petróleo em 98%, espera ter encontrado uma nova fonte de renda.

De acordo com especialistas, o solo do Sudão do Sul pode ser suficientemente rico em ouro, mas também em cobre, níquel, platina e manganês, para justificar o desenvolvimento de uma indústria de mineração.

"No longo prazo, a indústria de mineração pode substituir o óleo porque o óleo deve começar a funcionar em cinco a dez anos", estima o Rainer Hengstmann analista da consultoria grupo Adam Smith International, sediada em Londres.

O estabelecimento de uma indústria de mineração em grande no sul do Sudão pode levar de cinco a 15 anos, ele disse novamente.

Por enquanto, o campo ainda é quase virgem para os exploradores. Ao todo, apenas uma ADC foi feita em torno do centro comercial mais próximo, Kapoeta, o própria localizado a cerca de 200 km do sul sudanês de capital Juba.

Ganhando a sua independência em julho de 2011, o Sudão do Sul herdou três quartos dos recursos petrolíferos do Sudão antes da partição. Mas ainda é totalmente dependente da exportação de petróleo através do Norte.

Mas as relações com as autoridades de Cartum, contra a qual os sulistas agora no poder em Juba, os ex-rebeldes que têm lutado muito, permanecem tensas. Isso torna ainda mais problemática a extrema dependência do petróleo.

O país teve um vislumbre quando, em janeiro de 2012, parou por mais de um ano sua produção de petróleo após uma disputa com o Norte sobre as taxas de passagem do petróleo em seu pipeline. Sua economia estava degradando-se.

A carência de infra-estrutura

Área de Nanakanak há 50 anos, quando o Sudão estava saindo da colonização britânica, a tribo estava cavando a terra em busca de ouro. Os Toposa trabalham para os comerciantes que pagam um dólar por grama.

Hoje, Os Toposa formaram-se em dezenas de milhares de trabalhadores mineiros independentes.

Já, as empresas estão esperando sua vez.

O governo concede "uma atenção especial a este setor", disse o ministro do Petróleo do Sudão e de Mineração Stephen Dhieu Dau Sul. Ele espera distribuir licenças na primeira operação deste ano.

"Muitas empresas estão se alinhando para vir", acrescenta o diretor-geral do Ministério de Minas, Arkangelo Okwang. Mas devemos finalizar a legislação mineira de potenciais recursos que continua a ser uma chance, que não se transformarão em prejuízo, acrescentou.

Por enquanto, a indústria mineira sul-sudanês ainda está em sua fase inicial.

"Onde está a infra-estrutura?" solicitou ao Sr. Hengstmann. "Você precisa de estradas, uma ferrovia (...) nós não podemos operar uma mina com geradores."

Os indivíduos que embarcam ainda frescos em sua aventura, por vezes, chegam a colher quantidade boa.

O grama é vendido por entre 36 e 47 dólares (28-36 euros), disse um comerciante de ouro, o queniano Samuel Mutham Kivuva, também porta-voz de milhares intermediários de estrangeiros que trabalham no Sudão do Sul.

Segundo ele, cerca de cinco kg de ouro deixa Kapoeta a cada semana. O equivalente a quase um milhão de dólares a cada mês.

Mais que o dobro do equivalente desse montante em ouro foi ilegalmente retirado do país no ano passado, antes de o Ministério de Minas adotar os detectores de metal.

Para este ganho potencial não fugir do país, o governo está tentando resolver o contrabando. Ele começou a taxar a exportação de ouro, mas a tarefa não é simples.

"Há serviços aduaneiros na fronteira, mas eles não verificam os bolsos", lamenta Lorika Martin, diretor de Kapoeta.

Kapoeta e ruelas poeirentas de barracas movimentando-se com rumores de que se trata mais ou menos de casos obscuros-se e ter mais a aparência de Far West.

Empresas de mineração estrangeiras podem vir um dia, mas por agora, a corrida ao ouro ainda é a questão de aventureiros.

"Aqui é uma terra onde ainda se você quer investir (...) você precisa de um bom patrocinador", alerta o comerciante queniano.

AFP

Macky Sall no Japão: "O setor privado deve ser o motor do crescimento em África".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



O setor público, sozinho, não pode garantir o desenvolvimento da África, é o setor privado que deve desempenhar o papel motor do crescimento, dizem presidentes liberais do Senegal e da Costa do Marfim e o primeiro-ministro etíope, durante um painel em Yokohama (Japão), sob a TICAD V.

Os Presidentes do Senegal, Macky Sall, da Costa do Marfim Alassane Ouattara e o primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn, pediram que o setor privado participe plenamente, ao lado do setor público como motor de crescimento em África. O continente está mudando e é caracterizado por um desempenho econômico ao longo da última década. "Não podemos desenvolver o nosso país apenas com o setor público, o setor privado deve ser o motor de crescimento", disse Macky Sall, durante um painel realizado ontem, em Yokohama, na Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA).
O tema do encontro é "desenvolvimento inclusivo e dinâmico em África". ​​Faz parte da Quinta Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD V) . Macky Sall também disse que o Estado deve garantir as regras, garantindo em primeiro lugar a segurança, saúde e educação. Ele ressaltou a necessidade do Estado para desenvolver uma estratégia e programas exclusivos para o setor privado.
Senegal tem liderado o caminho nesta área, estabelecendo um quadro de diálogo entre o privado e o público, através do Conselho Presidencial de Investimentos (CPI). Na mesma linha, é o público que tem que analisar as reformas, disputas de estudo entre o setor  privado e as administrações fiscais e aduaneiras, para garantir que a justiça facilite o desenvolvimento de negócios, disse o presidente Sall. A parceria entre público e privado é uma necessidade para ele, em um contexto de investimentos escassos. "Esta é a parceria público-privada que podemos iniciar o desenvolvimento de África", disse ele.
Os Tigres da Ásia Oriental podem servir como um modelo para a África recomenda-primeiro-ministro etíope, Hailemariam Desalegn, que também considera que é necessário que o setor  público seja o processo que conduz ao desenvolvimento. "Para desenvolver o setor privado, o público tem um papel a desempenhar. Ele deve intervir ativamente para incentivar o investimento privado no setor de energia, por exemplo. É necessário um ambiente para isso, e este é o poder que devemos garantir ", disse Desalegn. Alassane Ouattara da Costa do Marfim, também pôs fé no crescimento impulsionado pelo investimento privado. Os números parecem confirmar. Desta forma, o setor privado contribui com 80% para o produto interno bruto (PIB) da África, enquanto o público garante apenas 10%, ainda que emprega 20% da população.
Em sua opinião, é preciso um compromisso de ambos os sectores, "o público tem um papel importante a desempenhar, mas temos de nos concentrar na infra-estrutura social", que exige investimentos caros. Costa do Marfim voltou ao forte crescimento nos últimos anos, envolvendo o setor privado, o que faz ele dizer que esta área "deve ter primazia na política e na política econômica."

Infra-estrutura para o desenvolvimento do comércio
As bases do desenvolvimento inclusivo em África devem concentrar-se na pessoa humana, disse o presidente Macky Sall, durante o painel realizado na sexta-feira, em Yokohama, na Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), sobre o tema " desenvolvimento inclusivo e dinâmico em África ", no âmbito da V Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD V).
A questão do desenvolvimento centrado no ser humano é aguda na África, diz ele. O desenvolvimento do continente começa com a paz e a segurança, disse o presidente Sall. Enquanto a África tem um novo rosto tranquilizador, mas ela se depara com limitações. Em primeiro lugar, existe um défice de energia. E, se a energia é transferida para um custo muito competitivo, enquanto o continente é cheio de recursos (rios, óleo, gás, sol).
O continente precisa se inclinar para participar no desenvolvimento de infra-estrutura e garantir o comércio intra-Africano que é até aqui muito menor. "Não podemos desenvolver o comércio intra-Africano, quando é mais fácil ir para a Europa que vir para a África", ficou indignado Macky Sall. Ele apela para a abertura do continente. A justiça social é uma necessidade no caminho para o desenvolvimento inclusivo "crescimento sem dimensão humana não é único", disse o presidente do Senegal. Ele citou os esforços do Senegal, incluindo a segurança da família e cobertura de saúde universal que visa garantir a equidade e a justiça social. A lei da paridade, também neste âmbito, disse o chefe de Estado. Ele também destacou a estabilidade política nos países africanos.
Nesse sentido, Alassane Ouattara reiterou a importância que deve ser dada à proteção dos direitos humanos na sua falta, os africanos continuam a colocar as suas poupanças fora em vez de investir no continente. Os recursos humanos devem ser devidamente treinados, disse o primeiro-ministro etíope, que incentiva os jovens a criar seus próprios negócios. Formação através do desenvolvimento da educação profissional, dando início a aprendizagem de uma vocação, tendo como alvo os titulares dos setores de emprego. "O Senegal tem sérios problemas de ajustamento entre a formação e o emprego, que herdamos de ensino colonial, tipo teórico", lamenta.
Qualquer política de emprego não pode ser alcançado sem as mulheres, diz ele. O painel foi moderado pelo presidente da JICA, Akihiko Tanaka, ex-presidente da agência, Sra. Sadako Ogata também fez um discurso.

"A JICA deve apoiar a agricultura em África"
Os Presidentes Macky Sall e Alassane Ouattara pediram à Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) para investir mais na agricultura e na construção de infra-estruturas em África. Investimento em infra-estrutura é caro, Ouattara chamou JICA para participar muito mais em projetos de infra-estrutura. Ele defendeu o apoio de programas de desenvolvimento de ferrovias e corredores rodoviários. "Nesse sentido, esperamos que a participação do Japão. De acordo com Macky Sall, JICA pode juntar-se a África na construção de infra-estrutura. Pela primeira vez, temos definido na União Africana, um programa de desenvolvimento conjunto para a África ", diz ele. Ele citou o exemplo da estrada de ferro de Dakar-Bamako que precisa de modernização, em um contexto de recursos financeiros escassos. Senegal também quer desenvolver seus recursos minerais, e um caminho de ferro poderoso, bem como uma rede de estradas rentável que podem ajudar-nos, retratou o presidente. Abordar a questão da agricultura, Macky Sall considera as alterações necessárias, sem pôr em risco as pequenas explorações agrícolas familiares.

Do nosso correspondente especial em Yokohama Malick CISS

fonte: lesoleil.sn

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Sobre a África - Hollande fala como um livro.

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Michel Thierry Atangana
Foto extaído do site RFI: Michel Thierry Atangana
Facebook page/Libérez Michel Atangana.

A prisão do franco-camaronês Michel Atangana, detido em Camarões há 20 anos, é "inadmissível", disse nesta sexta-feira o presidente François Hollande, disse ele ao seu homólogo Paul Biya e se defendendo do não apoio deste aos direitos do Homem em África.

"Já se fez muito tempo, dura 20 anos, e isso é "inadmissível", disse ele em uma entrevista à imprensa France 24, Radio France International e TV5 Monde.

"Em Camarões, eu disse ao presidente Biya que, claro respeitando a independência da justiça camaronesa, tudo deve ser feito para que haja uma solução que se espera", a situação de Michel Atangana , acrescentou ele.

Michel Atangana, nascido em Camarões e naturalizado francês em 1988, após seu casamento com uma francesa, foi condenado a 15 anos de prisão em 1997 por peculato. Mesmo tendo ele cumprido sua primeira pena, ele foi julgado novamente em 2012 e condenado a 20 anos adicionais de prisão.

Direitos humanos
François Hollande também argumentou ter intervido para defender os direitos humanos em outros países, como na República Democrática do Congo (RDC) e no Chade.

"Na República Democrática do Congo, eu fui lá, eu mesmo, eu levei o meu apoio para que o processo", as acusações nos negócios de Floribert Chebeya possam ter lugar. Eu disse como era essencial que esse processo ocorra, e eu vou continuar a minha pressão sobre o presidente (Joseph) Kabila que o julgamento ocorra e que a verdade venha à tona a qualquer custo ", garantiu o presidente francês .

Floribert Chebeya é um ativista pelos direitos humanos assassinado em junho de 2010, em Kinshasa. Em primeira instância, em 2011, o Tribunal Militar de Kinshasa condenou à morte o Coronel Mukalay, o número 2, dos serviços especiais da polícia, assim como três policiais julgados à revelia porque excedeu o prazo. Um outro foi condenado à prisão perpétua e três foram absolvidos.

Todos são tentados desde 19 de junho de 2012 frente ao Supremo Tribunal Militar, mas os processos têm sofrido longas interrupções.

Um dos policiais em geral, em várias entrevistas tem desafiado formalmente o General Numbi, o chefe suspenso das suas funções depois desse negócio, que as partes civis consideram como o "suspeito número um". Mas o Tribunal recusou-se a ouvi-lo.

Zorro
Finalmente, perguntado sobre o Chade, onde deputados e jornalistas estão presos, o presidente francês negou estar em dívida para com o seu homólogo Idriss Deby, cujo exército lutou ao lado dos franceses no Mali.

"Não, esta não é a relação que tenho com a África e Chade. O Chade pagou um preço muito alto para a libertação do Mali, da investida dos terroristas e eu não vou esquecer, porque eu sei o que as forças armadas do Chade são capazes de fazer ", respondeu François Hollande.

"Ao mesmo tempo, tenho princípios e quando um oponente, um ministro está envolvido, incluindo a sua própria liberdade, eu digo. Não há renúncia, indulgência, dependendo do que era ao mesmo tempo a nossa solidariedade em uma luta que era para ser realizada. Os direitos do Homem não são uma Eclipse. Eles são sempre a posição intangível da França e eu disse isso ao presidente Deby ", assegurou o chefe de Estado francês.

AFP

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Quase $US 1.300 bilhões(lê-se hum trilhão e trezentos bilhões de dólares) saíram ilegalmente de África em 30 anos.

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Paraíso fiscal, empresas de fachada ... Enormes quantidades de dinheiro desaparecem todos os dias em África.
Dollars du Zimbabwe échangé contre des dollars américains au marché noir / REUTERS

1,3 trilhão de dólares em fuga de capitais: essa soma colossal representa cerca de quatro vezes a dívida externa e quase equivalente ao PIB atual da África. Estes são os resultados do relatório conjunto do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e dos EUA Global Financial Integrity (GFI), ONGs, apresentado em 29 de Maio de 2013, por ocasião da fundação da 48a Assembléia Geral Ordinária da instituição financeira panafrina em Marrakech.

Retransmitido pelo semanário Jeune Afrique, o relatório recomenda medidas rigorosas para acabar com este fuga de capitais, que afeta o desenvolvimento da África e parte do Norte de África, a região mais afectada por este fenómeno.

Segundo a Jeune Afrique, o ADB e o GFI recomendam total transparência. Os bancos e os paraísos fiscais devem fornecer regularmente ao Banco International de Compensações (BIS) informação detalhada sobre os depósitos, proporcionando, em particular, ao país de residência dos titulares de contas no exterior. Estas informações bancárias poderiam então ser retransmitidas pelo BIS dos países em causa, diz o artigo.

Para controlar o fenômeno de empresas de fachada, devemos exigir que os dados sobre os proprietários físicos sejam divulgados e disponibilizados para consulta pública, diz Jeune Afrique. Os governos devem cooperar e trocar informações fiscais que possuem. Finalmente, o relatório sugere igualmente uma ação reforçada de cada país sobre a regulamentação de anti-lavagem de dinheiro de cada país, de acordo com o site de notícias senegalês Rewmi.

"[Os Estados africanos devem] exigir relatórios de país a país sobre suas vendas, os lucros, o número de funcionários e impostos pagos por todas as corporações multinacionais."

Lu Young Africa

fonte: slateafrique.com



Abidjan: O Chefe de Estado chegou à Yokohama para tomar parte na 5ª TICAD.

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5e
© Presidência por C I bou T
5º TICAD chegada do casal presidencial ao Japão
Quinta-feira, 30 de maio de 2013. Presidente Alassane Ouattara e sua esposa Dominique veio ao Japão para participar da 5 ª Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África.

O Presidente da República, Sua Excelência o Sr. Alassane Ouattara, chegou em Yokohama (Japão), esta quinta-feira, 30 de maio de 2013 às 02h 55 min GMT (11h 55 min, hora local), para participar na Vª Conferência Internacional de Tóquio sobre Desenvolvimento Africano (TICAD V), a ser realizada de 31 de Maio a 03 de junho de 2013.

O Chefe de Estado foi acompanhado pela primeira-dama, Sra. Dominique Ouattara, o Ministro de Estado, Ministro das Relações Exteriores, Charles Koffi Diby e o Ministro, Chefe de Gabinete da Presidência da República, Sr. Marcel AMON -Tanoh, que foi recebido ao descer do avião para o aeroporto internacional de HANEDA por Sr. Nobuyoshi Takabe, o Ministério das Relações Exteriores do Japão e o embaixador da Costa do Marfim no Japão Sr. Jerome Kloh Weya.
Amanhã, sexta-feira, 31 maio de 2013, o Presidente da República irá participar do Painel JICA de Alto Nível  " Inclusivo e Dinâmico Desenvolvimento em África" ​​na Intercontinental Grand Hotel Yokohama.

TICAD 5, denominado, tem como tema "De mãos dadas com uma África mais dinâmica - Transformação para o crescimento de qualidade". 

fonte: abidjan.net

quarta-feira, 29 de maio de 2013

África: Nossas companhias aéreas não são as piores do mundo;

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Apesar de uma classificação pouco inviável, não é através do continente que se vá buscar as empresas a fim de evitar todo o preço.

Service à bord d'un appareil éthiopien / AFP

É um pouco de pânico a bordo, uma vez que a revista especializada Business Insider revelou em 17 de maio, as 20 piores companhias aéreas do mundo. Basicamente, estas são as empresas que você deve considerar gentilmente para evitar viajar, especialmente durante este feriado que se aproxima.

A classificação da Business Insider confirma conselhos e experiência que tinha circulado sobre algumas empresas, mas também coloca o chumbo na asa para outras empresas, especialmente sobre o seu serviço na classe econômica.

Entre os critérios utilizados para classificar estas empresas, tudo com base nos critérios Skytrax incluem o conforto dos bancos, limpeza nas cabines, entretenimento de bordo e qualidade dos alimentos. O resultado cria alta turbulência, principalmente na África, onde as grandes empresas estão sendo apontadas.

Embarques (não) de imediato
Por exemplo, na Air Argélia, que, no entanto, tem uma frota de 45 Airbus e Boeing. Em 2012, ela ainda adquiriu um contrato de arrendamento de um Boeing 747 para atender a demanda enorme para a peregrinação a Meca. Mas, de acordo com a Business Insider, as cabines de aeronaves da Air Argélia estariam um porco real com tripulação e terreno mais execrável.

A acusação é grave. Ainda assim, é um pouco o mesmo que é enviado para a memória RAM (Royal Air Marrocos), a principal empresa marroquina. Ela chegou no vigésimo quarto das piores empresas globais em termos de desempenho em classe económica. Em seguida, vem Angola Airlines.

A empresa também tinha sido proibida por um tempo a usar o espaço aéreo europeu. E mesmo se a proibição é parcialmente levantada hoje, continua a operar algumas letras em cooperação com Sul-Africano Airways.

A segunda pior companhia aérea é Air Sudão é terminantemente proibido de usar o espaço europeu e só serve para destinos dentro do Sudão, na África e no Oriente Médio.

Apertem os cintos!
A classificação da Business Insider não é exaustiva, pelo menos no que diz respeito às empresas africanas. Não é indiscutível, algumas avaliações são baseadas em sentimentos, muitas vezes subjetivas, a viajantes.

Em defesa das empresas africanas, o ranking de Business Insider mostra que isso não é o pior. Assim, é necessário, de acordo com o local, evitar a todo custo uma empresa como a Turkemenistan Airlines, o pior dos piores, ou outros, como empresa de Uzbequistão, Síria, Tajiquistão, cubana ... ou de baixo custo como a Ryanair, que prevê algum tempo de voos para várias cidades de Marrocos.

Em todos os casos, as reações foram bastante vívidas em Marrocos e na Argélia, com a publicação deste ranking. Argélia Foco questionou os critérios utilizados pela Business Insider e destaca todos os esforços feitos pela empresa nacional argelina para a conveniência dos viajantes. Para o site Yabiladi de informações do Marrocos, a desconfortável posição de RAM é um alerta para uma melhoria urgente do serviço.

Verificando as portas
Mas o que preocupa mais é que essas duas grandes empresas podem ser tratadas, pelo menos na mente dos viajantes, cerca de 150 empresas africanas estão listadas em uma lista negra da União Europeia (PDF), publicado em 2012. Esta é uma lista de transportadoras aéreas proibidas de operar no espaço europeu em geral. Devido ao mau estado dos seus equipamentos e da insegurança que eles representam para os viajantes.

Mas, mesmo assim, as empresas africanas não são as mais numerosas ou as mais perigosas. Primeiro, porque não houve muito tempo que eles estavam bem atrás das empresas indonésias e muitos países do Sudeste Asiático.

E, finalmente, de qualquer maneira, para aqueles que não estão permanentemente pregados ao chão, eles não têm recursos suficientes para operar a longa distância, e simplesmente em geral são (muito raros) os vôos domésticos.

R.M.

fonte: slateafrique.com

terça-feira, 28 de maio de 2013

O filme de Nelson Mandela estreia em Novembro.

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Idris Elba Nelson Mandela


Joanesburgo - Um filme baseado no best-seller da autobiografia de Nelson Mandela, "Long Walk to Freedom" será lançado em novembro, disseram os produtores nesta segunda-feira.

O filme biográfico, intitulado Mandela: Long Walk to Freedom, é estreiado pelo ator britânico Idris Elba como o herói icônico anti-apartheid e vai seguir sua vida, desde a infância até a prisão e presidência em 1994.

"Estamos honrados de ter tido Madiba licenciando-nos os direitos de filmagem de sua história de vida fascinante", disse o produtor Anant Singh em um comunicado, usando o nome popular de  Mandela.

Singh disse que estava satisfeito quando Mandela olhou algumas das imagens de Elba em Madiba com camisa de marca, e comentou: "É comigo?"

"Este reconhecimento e afirmação de Madiba é extremamente gratificante e faz com que nossa viagem valha a pena", disse ele.

Endosamento de Madiba

O livro, uma inspiração para muitos, foi publicado em 1994, e foi traduzido para várias línguas. Singh foi agraciado com os direitos do filme em 1996.

O filme apresenta uma série de atores locais e foi filmado em vários locais, no Cabo Oriental, local de nascimento de Mandela, Joanesburgo e Cidade do Cabo.

Os produtores dizem que é o único filme que tem o aval do Mandela e da Fundação Nelson Mandela, o centro que gerencia o seu legado.

Diversos documentários e filmes inspirados na vida do homem de 94 anos de idade, estadista foram feitas ao longo dos anos.

No início deste ano, foi anunciado que The Weinstein Company adquiriu os direitos de distribuição na América do Norte para este filme.

O Mandela frágil está se recuperando em sua casa em Joanesburgo, na sequência de vários ataques que sofreu no hospital por infecções respiratórias.

- AFP

Ensino Superior: A inserção dos diplomas ao menu da conferência das Universidades Africanas.

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Libreville (Gabão) - Transformar o ensino superior Africano para a empregabilidade dos diplomados e desenvolvimento sócio-econômico é o tema da 13 ª Conferência da Associação das Universidades Africanas (AUA), que abre hoje , em Libreville, Gabon. A cerimônia de abertura será presidida pelo Chefe de Estado do Gabão, Ali Bongo Ondimba.
Esta conferência de quatro dias, que tem cinco sub-temas (ligação entre o ensino superior e o setor produtivo, a empregabilidade dos graduados, o papel do setor privado formal, ambiente sócio-político e da empregabilidade e questões de financiamento), têm como objetivo a desempenhar no setor o seu verdadeiro papel como uma alavanca de desenvolvimento do continente, permitindo que os jovens entrem no mercado de trabalho ou desenvolvem o auto-emprego. Acesso ao mercado, especialmente porque muitas economias no continente não são capazes de criar empregos suficientes para absorver o crescimento sem precedentes da população em idade de trabalhar.
Consequentemente, uma geração de jovens trabalhadores produtivos enfrentará um futuro incerto se nada for feito para inverter a tendência, observou Patrick Darkwa do Departamento de Estudos de Gestão e Addae Boateng Adu-Gyamfi, do Departamento de População e Saúde, da Universidade de Cape Coast, no Gana.
Ou seja, encontrar uma ligação com o mundo produtivo é uma exigência. Porque, como apontado pelo Prof Abdul Salam Sall que deve fazer uma declaração, a África está confrontada com a "dupla exigência de interiorização do ensino superior, mas também na construção de eficiência, seja interna ou externa ". O ex-reitor da UCAD qualifica o ensino superior na sua forma actual como, "colonização do enxerto", mas ele indicou que, em um mundo caracterizado pela economia do conhecimento, o ensino superior, a concentração de inteligências, não tem nenhum papel para "atender às necessidades da sociedade." Sua direção torna-se "uma questão de toda a sociedade e não apenas acadêmica."

Cerca de duas dezenas de trabalhos serão apresentados durante esta conferência compartilhada de experiências bem-sucedidas.

Do nosso correspondente especial Daouda MANE

fonte: lesoleil.sn

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Macky Sall na reunião de NEPAD: "África deve contar com seus recursos internos".

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Sábado, 25 de maio de 2013. Os dirigentes do continente celebraram, em Addis Abeba, o 50 º aniversário da criação da União Africana.O Presidente Macky Sall fez o discurso de abertura da 29 ª Sessão do Comitê Gestor de Chefes de Estado e de Governo da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD).
Em conexão com o financiamento de grandes projectos da NEPAD, o Presidente Macky Sall observou os limites da ajuda oficial ao desenvolvimento. Ele pediu a seus colegas para continuarem a explorar outras formas de financiamento, nomeadamente através de recursos internos. "Precisamos fazer a escolha mais inovadora e ousada, dado o enorme potencial humano e natural do nosso continente, de um lado, e as novas oportunidades de financiamento disponíveis para nós, por outro lado", disse o Chefe de Estado.
Presidente Macky Sall prestou homenagem aos pioneiros do Pan-africanismo por sua corajosa luta contra o colonialismo e o apartheid e pela unidade Africana. "A combinação ideal do pan-africanismo com a solidariedade e com o destino de unir nossos povos está mais vivo do que nunca", disse ele. Segundo ele, cabe aos africanos garantir a sustentabilidade para si e para as gerações futuras. "Isso é o que queremos através da combinação de nossos esforços para conectar uns com os outros em espírito de parceria na abertura de mundo", disse Macky Sall. Assim, os programas para o desenvolvimento de infra-estrutura e agricultura fazem parte desta dinâmica. "Em março deste ano, em Durban, após consulta com os nossos colegas aqui, eu passei mensagem a cúpula do  Brics com a nossa visão compartilhada para a parceria com os poderes emergentes. Como tal, eu apresentei o documento que contém a lista indicativa de nossos projectos prioritários de infra-estrutura. (...) Com a Agência da NEPAD, o projecto de documento será complementado com a inclusão de outros projetos ", disse Macky Sall aos chefes de Estado presentes em Addis Ababa. Ele apresentou o relatório de suas atividades desde sua eleição como chefe do Nepad. Na cúpula de Durban em março passado, disse ele, o presidente russo, Vladimir Putin, aceitou a proposta de organizar, em setembro, a Cimeira do G20 de São Petersburgo, uma mesa redonda sobre infra-estrutura de financiamento em África, incluindo através de uma parceria público-privada.
Presidente Macky Sall agradeceu aos seus pares africanos para o seu trabalho incansável em nome da Unidade Africana. Ele declarou o seu compromisso com uma África forte, aliviada, unida e próspera para a felicidade de seu povo. O chefe de Estado também anunciou a abertura de um portal para as actividades de divulgação da NEPAD. A sessão da Comissão de Coordenação dos Chefes de Estado e de Governo da NEPAD foi realizada à margem de comemorações do 50 º aniversário da União Africana.

Por: El H. A. Thiam

fonte: lesolei.sn

Os Afro-americanos sabem eles educar os seus filhos?

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Will Smith et son fils Jaden, 27 mai 2013 / REUTERS
Will Smith e seu filho Jaden, em 27 de maio de 2013 / REUTERS

Vá encontrar um Africano que não é fã de Will Smith. Em todo o continente, o ator da série  "The Prince of Bel-Air" é apreciado por seu humor e simplicidade, mas também pelo carisma que ele tem mostrado em produções como da Independence Day ou Homens de Preto.
Will Smith também é admirado porque este Afro-americano é um dos mais bem pagos de Hollywood. Finalmente, ele enfim fascina, porque é um dos poucos que não têm duas crianças jovens para movimentar no showbiz com quase o mesmo sucesso.
E é também este aspecto que o artista explora no último bilhete de Sista Diáspora, um blog sobre a mulher negra. Sista Diáspora discute as recentes declarações de Will Smith na educação das crianças, em particular, a maneira pela qual a escravidão influenciou na educação de seus filhos por Afro-Americanos.
Respondendo a uma pergunta de Haute Living Magazine, Will Smith criticou muitos os Afro-americanos que consideram seus filhos como sua propriedade, uma tendência que, segundo ele, é da escravidão.
"Nós [ele e sua esposa Jada, nota do editor] respeitamos os nossos filhos como nós respeitamos qualquer outra pessoa. Coisas como limpar seu quarto, por exemplo, você nunca tem que dizer a um adulto para limpar seu quarto, de modo que não dizemos aos nossos filhos para limparem os seus quartos ", disse ele.

Um método, que, certamente, não deixa de ser considerado como demasiado permissiva. Mas é do Will Smith, e esta pode ser e é talvez, por isso, que nós os amamos. O ator está em plena promoção de seu último filme "Depois da Terra", onde ele actua ao lado de seu filho, o rapper Jaden Smith.

fonte: slateafrique.com


domingo, 26 de maio de 2013

Brasil: Fim do suspense - Neymar confirma que seu destino é o Barcelona.

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Craque usa rede social para anunciar sua decisão de aceitar a proposta do Barça. Neste domingo, ele se despede do Peixe em jogo contra o Fla, no DF( Distrito Federal).


Às 22h05m (horário de Brasília) do dia 25 de maio de 2013, Neymar avisou às mais de 15 milhões de pessoas que o seguem nas redes sociais - Twitter (6,7 milhões), Facebook (9,2 milhões) e Instagram (1,06 milhão) - que seu destino é o Barcelona. O craque que ganhou fama com seu futebol em campo e atingiu o status de popstar muito pela maneira como se comunica com seus fãs não poderia escolher melhor a forma de anunciar a decisão que, até o momento, é a mais importante da sua carreira.
Acabou, assim, uma novela que durava anos, e que havia se intensificado nas últimas semanas, com o assédio de seis clubes (informação fornecida pelo pai dele, Neymar Silva Santos), mas que sempre teve os gigantes espanhóis Barcelona e Real Madrid como protagonistas. Neymar escolheu o primeiro, porque "combina mais com seu estilo", como definiu o pai.
O contrato será assinado na segunda-feira. Na mensagem, Neymar agradeceu aos fãs e torcedores do Santos.
Veja na íntegra a mensagem de Neymar:
Neymar instagram Barcelona (Foto: Reprodução / Instagram)

fonte: g1.globo.com



sábado, 25 de maio de 2013

A África celebrou os 50 anos da Organização da Unidade Africana.

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Os líderes africanos celebraram neste sábado, em Addis Ababa, os 50 anos de esforços para a unidade do continente, com a esperança de que o boom econômico atual na África, finalmente, permitirá realizar os sonhos dos que nascem da descolonização e independência .

"Os pais fundadores (da Unidade Africana) tinham assumido um compromisso para formar a Organização de Unidade Africana, no alvorecer da independência há 50 anos atrás, e é oportuno que nós nos encontremos hoje " hoje, quando a África está se recuperando", disse o primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn, anfitrião da cimeira.

Enquanto a África está cada vez mais cortejada por seus recursos naturais e seu potencial econômico, as cerimônias em Addis Abeba atrairam muitas celebridades ao redor do mundo.

Presidente do Brasil Dilma Rousseff, o secretário de Estado americano, John Kerry e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon participaram da cerimônia de abertura. Vice-primeiro-ministro da China, Wang Yang é esperado, como o presidente da França, François Hollande, único chefe de Estado europeu a se apresentar a priori.

Os líderes africanos querem fazer um deslumbrante nascimento do dia 25 de maio de 1963, a Organização de Unidade Africana (OUA), a primeira instituição pan-Africano formado por vários países, criada por 32 chefes de Estado em uma onda de descolonização, e que constitui a atual União Africana (UA), desde 2002, com instituições mais ambiciosas.

Ao homenagear os fundadores do projeto da unidade Africana, o Sr. Desalegn estabeleceu uma nova meta de pan-africanismo "para a construção de um continente sem pobreza e os conflitos em que os nossos cidadãos beneficiarão do estatuto de países de renda média ".

"A auto-suficiência e independência econômica que evocou nossos fundadores ainda estão um pouco fora de alcance, e as desigualdades sociais persistem", reconhecido por sua parte, o presidente da Comissão da UA, a Sul Africana Nkosazana Dlamini- Zuma.

"Se falamos de soluções africanas para os problemas africanos, é porque sabemos que não podemos silenciar as armas para o bem se agirmos em solidariedade e unida", disse ela no pódio da nova sede da UA, construído e financiado pela China.

A China, que está investindo pesadamente na África, durante anos, foi o único país a ser agradecido neste sábado, na galeria da UA. O líder etíope "expressa o seu mais profundo apreço pela China por investir bilhões (...) em infra-estrutura para apoiar os nossos esforços."

Cerca de 10.000 convidados são esperados na capital etíope - sede histórica da OUA e a UA - para estas celebrações.

A organização reservou um orçamento de 1, 27 milhões para a cerimônia, informou o Instituto de Estudos de Segurança (ISS). As comemorações do cinquentenário, que serão distribuídos ao longo do ano, vai custar cerca de $ 3 mil milhões no total, disse à AFP o vice-presidente da Comissão da UA, Erastus Mwencha.


O Sul coreógrafo Africano Somzi Mhlongo organizador da abertura e fechamento da Copa do Mundo em 2010 e do Campeonato Africano das Nações em 2013 na África do Sul assegurou ter organizado cerimônias e ter planejado grandes celebrações "".

Uma centena de bailarinos vão apresentar um programa musical de uma hora. Entre os hóspedes incluem músicos do Mali, Salif Keita, o lendário congolês, Papa Wemba e o reggae britânico Steel Pulse. Telões foram instalados em Addis Abeba para permitir que as pessoas sigam as festividades.

A festa acabou, os Chefes de Estado retornarão, no domingo, sobre questões africanas, durante seus encontros semi-anual de dois dias.

Na pauta, além da prolongada crise política em Madagáscar, a situação da segurança na República Democrática do Congo (RDC) e do Sahel, especialmente após os dois atentados suicidas que provocaram vinte mortes no norte do Níger.

"O terrorismo é agora uma séria ameaça para a África. (...) O que está acontecendo no Níger não é um caso isolado", observou o ministro das Relações Exteriores etíope, Teodros Adhanom em uma entrevista neste sábado, com John Kerry.

Se o número de guerras está realmente em declínio na África, status sócio-econômico, também em andamento continua a ser desiguais. Ao longo dos últimos 50 anos, os indicadores de desenvolvimento em África - saúde, educação, mortalidade infantil, o crescimento econômico, a governança - seriamente melhoraram. Alguns destes países estão experimentando a econômica entre os que mais crescem no mundo, de acordo com o FMI.

Mas de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações Unidas, os doze países menos desenvolvidos do mundo estão na África e 26 países na cauda do ranking, não é Africano: é o Afeganistão.

AFP

Bonga no Top da World Music.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


A informação foi avançada pelo cantor à reportagem de O PAÍS, em Luanda, momentos antes de ter participado do concerto de C4 Pedro.

O músico realçou que o referido álbum, foi inspirado nas vivências de bairro e já vendeu até ao momento 80 mil cópias, número que segundo ele poderá crescer tendo em conta o nível de vendas em curso.

Considerou, que a sua presença no Top é um reconhecimento internacional. Pela primeira vez na história um músico angolano lidera o Top da World Music. Humorado e num jeito que lhe é peculiar, clarificou que a sua carreira artística vai bem de saúde, sobretudo quando se tem uma casa de discos em França, Lusafrica, a mesma da Cesária Évora e um agente artístico francês, a Troi The Family. 

Realçou que há muito que isso acontece, não propriamente com as mesmas casas de discos, o mesmo produtor e o mesmo agente artístico, mas com outras casas de renome internacional.

Sem esconder a sua satisfação em relação ao Top, referiu que o disco continua a ter temas muito importantes para a sociedade angolana e chegou muitíssimo bem, e que, na sua óptica, os programadores de rádios e televisão deveriam ter muito empenho programá-lo nos seus estúdios. Questionando sobre os motivos que o levaram a atribuir ao álbum o título “Hora kota”, Bonga considerou ser um chamamento a ligação dos mais novos com os mais velhos, apelando aos mais velhos para imporem sem bater e sem prender ninguém. A título de exemplo, referiu-se à educação antiga que teve nos anos idos, ainda que no tempo da colonização. Foi a ela que resistiram e, caso não houvesse tal resistência, hoje não haveria semba. Apelou à sociedade e aos governantes para se pautarem por tal reconhecimento, apoiando os demais kotas que ainda existem.

Dever-se-ia, de facto, apoiar a raiz, por ser esta responsável pelo caule, seguindo-se a própria árvore e, posteriormente, os frutos, que são a própria juventude que muitas vezes é criticada porque ninguém a educou e tão pouco lhe deu escolarização. Argumentou que o aclamado “Hora kota” e outros temas estão muito bem encaminhados, mas infelizmente no Top destacou-se apenas o “Kambwa” devido às suas características normais e pertinentes, tendo apelado à sociedade para que descobre o disco todo, ouvindo com muita calma e atenção o que estas letras querem dizer de facto. 

Preservar para a posteridade 

O músico adiantou igualmente que uma das estratégias usadas para manter presente as mensagens e harmonia nas músicas foi o facto de manter preservadas as tradições culturais do país e não ter nenhum complexo com a coisa do branco, pois se tal assim acontecesse estaria a falar tal qual se fala na televisão apenas para impressionar o inglês e não o angolano. 

Aos 40 anos de actividade artístico-profissional, Bonga tem no mercado igual número de discos gravados, alguns dos quais reeditados em várias capitais na Europa. 

Percursor do semba, leva-o aos palcos internacionais, arrastando multidões, relevando as cores da nossa bandeira e orgulho da pátria. 

Bonga completará, a 5 de Setembro próximo, 70 anos e almeja dar uma grande festa no país, caso os miúdos que cantaram Bonga e outros angolanos com quem fez parceria de grande nível tiverem a coragem de se juntar a ele no dia do seu aniversário para fazerem um banquete de kandandos. Se tal se concretizar, argumentou, será óptimo e assim finalmente dirá que o reconhecimento do valor está de facto ali, assim como alguns responsáveis ao nível do Governo, sobretudo do Ministério da Cultura, que lhe atribuíram o Prémio Nacional de Cultura e Artes ao nível da música. 

“Poderei dizer, não há kijila, não há makas, estamos bem, sobretudo com esta referência tremenda e cada vez a considerar-me um referência de peso, quando sou solicitado a trabalhar com a juventude, principalmente nas músicas que eles compõem hoje”, disse. 

A par disso considerou importante o, o facto ter vindo inúmeras vezes para o país, especialmente para ajudar os miúdos da terra nas suas composições e noutras parcerias. 

Sublinhou que a ausência de tal reconhecimento a este nível implicaria que algumas razões estariam a impedir que isso acontecesse, e assim questionaria: “porque é que andam a apregoar a paz, a concórdia, harmonia, a felicidade do povo angolano? Não podemos mais colocar reticências, senão começo a pensar que há aí coisas do antigamente que ainda não passaram”. 

Estariam assim a contrariar certos dísticos que são programados ou falados por gente responsável. 

“Temos a nossa maneira de falar, como aliás o brasileiro assim o fez com a língua portuguesa”. 

Encorajou igualmente a sociedade angolana a ter a coragem para melhor entender as coisas e a sí própria, incentivando-a a dialogar em línguas nacionais, de modo a que se reconheça a grande família angolana como mais importante que os estrangeiros que os nos vêm visitar. 

Bonga realçou, que continua a fazer a sua cultura no exterior e assim vai continuar.

Recordou ainda que, no exterior do país, poucos estrangeiros dão confiança aos angolanos, sendo ele uma excepção por ter feito desporto em Portugal, levantando bandeiras, crachás, medalhas e agora na música vende muito os seus discos, assinalando que a maior parte do público que vai aos espectáculos é estrangeira. “Enchem as casas de espectáculo, mas não é obcecado no seguimento da sua cultura”. 

O “Kambwa”

Segundo o autor, Kambwa retracta a história pitoresca de dois cães que têm dois proprietários, um dos quais rico e o outro pobre. Até que os dois patrões decidem ir embora por razões várias e os dois cães são abandonados. 

Um dia, os mesmos cães encontram-se na rua e o cão pobre olha e diz para o cão rico: você que estava bem, comia muito bem. “Cada um é livre de tirar as suas ilações”, concluiu. 

fonte: OPAÍS

 

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