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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 6 de maio de 2014

África do Sul: ANC permanece como favorito.

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Com 60% das intenções de voto, partido de Mandela perdeu força, mas deve continuar no poder

O Congresso Nacional Africano (ANC) vem perdendo terreno desde a vitória de Nelson Mandela em 1994, mas o partido no poder na África do Sul deve sair vitorioso das eleições parlamentares de quarta-feira (07).
Mais de 25,3 milhões de sul-africanos devem votar para eleger 400 deputados, que designarão o próximo presidente em 21 de maio. Jacob Zuma, de 72 anos, no poder desde as eleições de 2009, deve ser reconduzido ao cargo.
O ANC está mostrando sinais de decadência, mas a pequena e dividida oposição não foi capaz de capturar a imaginação popular, exceto em algumas localidades. O primeiro líder negro da África do Sul, Nelson Mandela, afirmou uma vez que o ANC permaneceria no poder até por volta de 2025 – o que parece provável.

Presidente Jacob Zuma 
Todas as pesquisas apontam um pouco mais de 60% de intenções de votos para o ANC, o que garante uma ampla vitória, mas abaixo dos 65,9% votos obtidos há cinco anos. A África do Sul é um “lugar melhor para se viver do que em 1994″, no final do regime segregacionista do apartheid, insistiu o partido durante a campanha. “Nós temos uma boa história para contar”.
De fato, muitos progressos foram realizados ao longo dos últimos 20 anos. Quase 96% das famílias agora têm acesso à água potável, contra 62% em 1994, e 87% das casas possuem energia elétrica, contra 58%. Além disso, a taxa de criminalidade – assustadora na época – caiu, há menos favelas e uma classe média negra crescente.
Mas a África do Sul pós-apartheid continua sendo um país profundamente desigual, onde os brancos ganham, em média, seis vezes mais do que os negros, e onde são menos afetados pelo desemprego (menos de 7%, contra mais de 28%), onde continuam a ter melhor acesso à educação, que permanece ruim para a maioria da população.
Com um crescimento médio de 3,3% ao longo dos últimos 20 anos – e muito menos nos últimos tempos – a África do Sul está longe dos 7% necessários para criar empregos para os 25,2% da população em idade ativa que estão desempregados.
Apesar de Zuma ter ampliado o maior programa de distribuição de antirretrovirais do mundo, os erros de seu antecessor, Thabo Mbeki, que negou o problema da Aids, teve efeitos devastadores. Um sul-africano em cada oito é portador do vírus HIV e a expectativa de vida caiu de 62 para 56 anos em duas décadas anos.
Os primeiros cinco anos de presidência de Zuma foram marcados por vários escândalos, sendo o mais recente o das obras realizadas em sua residência privada em Nkandla (leste) às custas dos contribuintes. Acima de tudo, o chefe de Estado tem sangue em suas mãos desde que a polícia abriu fogo contra os grevistas da mina de Marikana (norte) em agosto de 2012 e matou 34 pessoas.
Os bairros mais pobres são regularmente palcos de distúrbios. Mas para muitos sul-africanos negros – 80% da população – o ANC continua a ser o partido que os livrou do apartheid.
O partido recuperou a imagem de seu mais ilustre militante, Nelson Mandela, que faleceu em dezembro. “Vamos seguir seus passos”, afirmam as páginas de publicidade. “Façam por Madiba, votam ANC”, pedem os cartazes.
Na oposição, a Aliança Democrática (DA) deve ganhar terreno, com pouco mais de 20% dos votos segundo as pesquisas. A imagem de “partido dos brancos” continua muito forte, mas a DA conseguiu unir outras minorias, índios e mestiços, e ataca o eleitorado negro com jovens líderes ambiciosos. “Exigimos mudança, menos corrupção, melhores serviços e mais emprego”, resume sua líder Helen Zille.
No outro lado do espectro político está o partido Combatentes pela Liberdade Econômica (FEP) do jovem populista Julius Malema. As pesquisas apontam para 4 a 5% das intenções de votos.
Reabrindo um debate que a reconciliação dos anos Mandela sufocou, Malema retomou o programa que defendeu quando esteve à frente da juventude do ANC, antes de ser expulso em 2012: a redistribuição da riqueza, nacionalização das minas e bancos e tomada das terras exploradas por agricultores brancos.
As urnas serão abertas na quarta-feira às 7h e fecharão às 21h (2h às 16h no horário de Brasília).
Agência France Presse e BBC

Senegal: Hasteamento da bandeira no Palácio - O Chefe de Estado congratulou-se com a nova consciência dos cidadãos.

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O Chefe de Estado Macky Sall reagiu calorosamente com a nova consciência dos cidadãos que se desenvolve por meio de ações para a proteção do meio ambiente, melhoria da qualidade de vida, a participação nas eleições, etc.

Foi durante a cerimônia mensal de hasteamento da bandeira, ontem, no Palácio da República. Macky Sall voltou para o primeiro festival de crianças organizado no último sábado. Para o Presidente da República, é um importante gesto de solidariedade, a inclusão social e a motivação de todas as crianças.

"Nós queríamos ampliar a excelência, mas sobretudo incentivar as crianças, todos os estratos sociais combinados, de todas as regiões ", disse o presidente Macky Sall. De acordo com o chefe de Estado, são as crianças de todos os estratos sociais, que foram recebidos no Palácio, a fim de incentivá-los a fazer mais em seus estudos. Ele enviou o seu incentivo para aqueles que não vieram para participarem na próxima vez. Além disso, o Chefe de Estado congratulou-se com a nova consciência dos cidadãos que se desenvolve através do interesse pelas questões públicas.

"Percebemos uma nova cidadania com as eleições, a vida, o meio ambiente", disse o Chefe de Estado.
Ele pediu que os senegaleses mantenham essa cidadania.

# lesoleil.sn

Nigéria: Mais meninas nigerianas sequestradas por supostos militantes do Boko Haram.

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Pressionando para a liberação de alunas desaparecidas da escola Chibok - um comício pela sociedade civil em Lagos em 5 de maio de 2014 FOTO | AFP.


Supostos militantes do Boko Haram seqüestraram mais oito meninas no nordeste da Nigéria.

O último seqüestro aconteceu na noite de domingo na aldeia de Warabe, no estado de Borno. As meninas sequestradas tinham entre 12 e 15 anos de idade.

Na segunda-feira, o líder do Boko Haram ameaçou " vender" mais de 230 meninas sequestradas de uma escola, também em Borno, no dia 14 de abril.

A insurgência islâmica por Boko Haram deixou milhares de mortos desde 2009.

A área em torno Warabe, o local dos mais recentes sequestros, é um reduto do movimento islâmico.

Os homens armados chegaram em dois caminhões e também apreenderam animais e alimentos da aldeia.

Comunicações são muito pobres na região, o que explica por que a notícia levou vários dias para ser divulgada.

A vila também está perto da floresta Sambisa, onde se calcula que o primeiro grupo de estudantes foi sequestrado.

Líder Abubakar Shekau Boko Haram divulgou um vídeo na segunda-feira, confirmando que seu grupo havia feito o sequestro.

Existe uma mobilização nacional e internacional contra o fracasso do governo nigeriano para encontrar as meninas.

Os EUA consideraram os seqüestros como uma " indignação " e disseram que estavam oferecendo a assistência ao governo nigeriano na tentativa de encontrar as meninas.

Boko Haram, que significa " a educação ocidental é proibida ", já atacou inúmeras instituições de ensino no norte da Nigéria.

# africareview

Curtas notícias pelo globo.

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Necessários seis biliões de dólares para construção de rede rodoviária que ligue todo o país







O estado moçambicano necessita de seis biliões de dólares para construir uma rede de estradas que consiga fazer a ligação entre todos os distritos do país.

A estimativa foi feita pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Banco Nacional de Investimentos (BNI), Adriano Maleiane. Segundo o responsável, citado pelo jornal O País, Moçambique não tem outra alternativa se não obter financiamento através de parcerias público-privadas.

O total do montante a investir para a construção de vias rodoviárias, dentro do cenário desejado, corresponde a 32 por cento do total de riqueza que se vai produzir no país este ano.

África do Sul realiza amanhã as primeiras eleições pós-Mandela

PRETÓRIA - O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, disse ontem estar confiante na vitória do seu partido, Congresso Nacional Africano (CNA, na sigla em inglês), nas eleições...


PRETÓRIA
presidente da África do Sul, Jacob Zuma, disse ontem estar confiante na vitória do seu partido, Congresso Nacional Africano (CNA, na sigla em inglês), nas eleições gerais de amanhã, as primeiras após a morte do líder Nelson Mandela.
# abola.pt

Eleições no Egito: Sissi garante que se chegar a presidente a “Irmandade Muçulmana acaba”

O principal favorito a vencer as eleições presidenciais no Egito garante que se chegar ao poder vai “acabar com a Irmandade Muçulmana”. Abdel Fattah al-Sissi, numa entrevista a dois canais privados de televisão acusou a Irmandade de incentivar a atuação de grupos terroristas no Sinai.
O ex-chefe militar garantiu que não é ele que quer acabar com a organização, já classificada como terrorista, mas “é o povo egípcio que não quer que a Irmandade exista”. al-Sissi garantiu que” isso foi demostrando quando o presidente Morsi foi derrubado do poder a 30 de junho do ano passado”.
O marechal responsável pela queda do antigo presidente Morsi disse ainda que, se for eleito, as forças armadas não vão ter qualquer participação na governação do país.
Esta entrevista foi vista com interesse por muitos egípcios. Um morador da capital do país garante que “todos adoram Al-Sissi porque ele é o salvador do Egito”. Outro residente explica que durante a revolução do Egito em 2011, “Hamdeen Sabahi, único adversário de Sissi e candidato da esquerda, era o favorito dos jovens. Mas agora querem alguém mais forte. Além disso, diz que o ex-chefe militar foi capaz de enfrentar o regime de Morsi e está a liderar o país neste período difícil em que a violência continua a existir.
As eleições presidenciais estão previstas para 26 e 27 de maio.
Recorde-se que depois da saída do poder de Morsi, mais de 1.400 pessoas foram mortas na repressão desde julho e cerca de 15 mil detidas.
O ex-presidente e a maior parte da direção política da Irmandade Muçulmana têm estado a ser julgados.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Rússia: EUA/UE e suas 'sanções apavorantes'.

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EUA/EU e suas 'sanções apavorantes'. 20267.jpeg

EUA/EU e suas 'sanções apavorantes' "Ninguém espanta porco-espinho, só com bunda pelada."[provérbio russo] 

  • A China já criticou fortemente, oficialmente, todas as sanções; disse que não servem para nada. Outras seis cidades no leste da Ucrânia rebelaram-se. Dmitryi Olegovich Rogozin, Embaixador Extraordinário Plenipotenciário e vice-primeiro ministro da Rússia, encarregado da indústria da Defesa, declarou que a Rússia responderá palavras, com palavras; e ações, com ações. Por exemplo, disse que, se os EUA tentarem causar dano à indústria aeroespacial russa, os russos podem mandar astronautas, eles mesmos, para a Estação Espacial Internacional. Oleg Tsarev, uma das figuras políticas mais populares do leste da Ucrânia abandonou oficialmente a corrida presidencial; disse que sua participação é impossível. 

  • Mikhail Dokin, figura destacada do Partido das Regiões, e amigo próximo do prefeito de Carcóvia Gennadi Kermes - que sofreu atentado à bala e está em estado crítico num hospital israelense, declarou que também está pensando em desistir da candidatura à presidência. Pilotos russos informaram que o sinal de GPS sobre a Ucrânia parece ter sido degradado pelos EUA. Os EUA fizeram o mesmo na Líbia, e durante o massacre de 8/8/08 em Ossétia. Por sorte, a constelação de satélites GLONASS operam em plena capacidade (24) e já assumiram todas as frequências.

  •  O secretário de Estado dos EUA John Kerry: "Hoje, que a Rússia tenta mudar a paisagem de segurança da Europa do Leste e Central, temos de deixar absolutamente claro para o Kremlin, que o território da OTAN é inviolável e nós defenderemos cada polegada dele." Em Kiev, o Setor Direita e os maidanistas estão brigando entre eles.Turchinov admite que essa operação falhou: "Gostaria de dizer francamente que no momento as estruturas de segurança não conseguem retomar rapidamente sob seu controle a situação nas regiões de Donetsk e Luhansk. O pessoal de segurança encarregado da proteção dos cidadãos está sem apoio. Mais que isso, algumas dessas unidades ou ajudam ou cooperam com os terroristas. 

  • Nossa tarefa é, antes de tudo, deter a disseminação da ameaça terrorista para todas as regiões da Carcóvia e Odessa." Foi anunciado pelas autoridades militares na Rússia, que dois recém-chegados participarão do desfile do próximo dia 9/5, "Dia da Vitória", em Moscou: uma unidade da Spetsnaz, com os novos uniformes à prova de bala e rifles com silenciador; e uma unidade de Infantaria Naval da Frota do Mar Negro que levará a bandeira da República Russa da Crimeia. 

  • Pode-se facilmente imaginar a fúria dos attachés da OTAN, convidados para assistir ao desfile (como são sempre convidados, anualmente). Boris Nemtsov, ativista neoliberal pró-EUA cometeu suicídio político, ao mostrar-se na TV da Junta de Kiev, e comparar Putin a Stálin. Não que tenha grande coisa a perder, dado que seu partido "Parnas" não descola do 1-dígito, nas pesquisas eleitorais. Nemtsov, Khodorkovsky, Kasparov e Navalnyi e alguns outros, já são, absolutamente, cadáveres políticos. No mesmo programa da TV da Junta de Kiev no qual falou Nemtsov, Iurii Lutsenko, conhecido nacionalista ucraniano, declarou, com ares de máxima seriedade, que "o código genético do povo ucraniano dá aos ucranianos a habilidade de viver longe de mentiras, mas o código genético de filhos de Gengis Khan os faz desejar viver em mentira e disseminar a sífilis patriótica".

Esse comentário sobre a 'genética' soou particularmente cômico, porque Lutsenko estava sentado ao lado de um judeu (Nemtsov), em programa de TV cujo apresentador é judeu (Savik Shuster) e está co-organizando a conferência que convidou Nemtsov a Kiev com outro famoso judeu (Khodorkovsky).  Fico pensando por que esses judeus, que são usualmente super sensíveis a questões "genéticas", mantiveram-se calados e sorridentes enquanto um nacionalista neonazista afirmava, a sério, que os genes asiáticos dos russos os tornariam menos capazes de resistir a mentiras de uma suposta "raça" ucraniana.
  • EUA e União Europeia adotaram mais sanções simbólicas contra a Rússia, que só ajudam numa direção: convencer os russos de que o ocidente não pode tomar e não tomará qualquer medida punitiva significativa contra a Rússia. Os EUA estão noticiando entusiasticamente que as sanções estão fazendo a Rússia sangrar horrivelmente, por efeito de uma fuga de capitais. Há uma certa saída de capitais, mas é capital especulativo, que, como aconteceu em 08/08/08, está sendo sacado por plutocratas ocidentais, em movimento para ser 'noticiado'; e rapidamente o dinheiro voltará para a Rússia. Até aqui não se vê qualquer sinal de desinvestimento, pela simples razão de que os plutocratas ocidentais não têm interesse algum em sofrer as consequências desse movimento.
Talvez eu já tenha escrito sobre ele, mas há um excelente ditado russo sobre ameaças vazias: "Ninguém espanta porco-espinho, só com bunda pelada."
É precisamente o que EUA e UE tentam fazer agora: querem espantar a Rússia com sanções que ferirão muito mais EUA e UE, que a Rússia. E não só isso. 
A simples noção de que impedir 15 ou 30 pessoas de viajar à Eurozona por seis meses abalaria a alma de gente que resistiu por 900 dias contra o cerco de Leningrado pelas forças alemãs (e que passou fome, frio, sede, sob raids aéreos diários da Luftwaffe) é risível.


A boa notícia é que Turchinov já admitiu que perdeu Lugansk e Donetsk Oblast [província], e que agora lhe resta impedir que os mesmos eventos atinjam outras partes da Ucrânia como asregiões de Odessa e Carcóvia [mapaemhttp: // www.ukrainetravel.co / images / REGIONS / ukrain_region.59.jpg Minha sensação pessoal é que a Carcóvia também já foi. Mas Odessa pode ser mais complicada. E a situação em Dnepropetrovsk é ainda mais complexa.
O que pode acontecer é uma desintegração da Ucrânia, em duas etapas. Na primeira etapa, as regiões de Lugansk, Donetsk e Carcóvia separam-se e formam sua própria república independente. Na sequência, uma relativa calmaria, as futuras eleições presidenciais (assumindo-se que venham a acontecer), a questão das aposentadorias, os preços sobem e o fim, completo, do fornecimento de gás russo à Ucrânia. Então, ao longo do verão e início do outono, o resto da Ucrânia explodirá em protestos sociais, que empurrarão regiões como Odessa ou Zaporozhie a romper, enquanto os oligarcas e neonazistas combatem uns contra os outros pelo controle de Kiev.  

Como fator mais poderoso, que afetará o processo de desintegração da Ucrânia, haverá o boom econômico da Crimeia. Se, ano passado, os ucranianos comparavam a prosperidade econômica dos russos e dos cidadãos da União Europeia, esse ano eles compararão a situação econômica na Ucrânia-da-Junta (que chamo de "Banderastão")  e a da Crimeia.
Quanto à República Popular de Donetsk, terá de se integrar á Rússia, mais cedo ou mais tarde, nem que seja por razões de segurança.
Daí que só reste rir, da mais recente ejaculação de conversa fiada, de Kerry. O que, exatamente, significa(ria) "nós temos de deixar absolutamente claro para o Kremlin, que o território da OTAN é inviolável e que defenderemos cada palmo dele"?! 
Será que Kerry acredita seriamente que alguém - qualquer pessoa, mas muito menos, ainda, os russos - acreditaria que os tanques russos estejam prestes a atacar a OTAN? E ainda falta(ria) explicar como, exatamente, a OTAN planeja lutar contra a Rússia, se a Rússia 'já ocupou os Estados Bálticos' (que a Rússia não quer e dos quais a Rússia não precisa)... 
Kerry está-se convertendo em bufão ridículo em tempo integral, que faz Hillary parecer racional.
Uma última coisa: Tenho ouvido que quase 70% dos norte-americanos não estão felizes com Obama nem com o modo como Obama está administrando a crise ucraniana; enquanto a popularidade de Putin não baixa dos 80% de aprovação.
Pode-se concluir que o povo russo e o povo dos EUA têm pontos de vista bem semelhantes. Azar, mesmo, da plutocracia parasitária que pôs no poder uma não entidade do quilate de Obama.
[assina] The Saker
# pravda.ru


Kerry termina visita a Angola com elogios a parceiro “muito importante”.

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O secretário de Estado dos EUA esteve reunido com o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, com quem debateu O papel de Angola na África Central. Fora da agenda de John Kerry ficou o movimento revolucionário.


O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, terminou esta segunda-feira (05.05) uma visita oficial de dois dias a Angola. Em Luanda, afirmou que o país é um parceiro "muito importante" para os Estados Unidos e elogiou Angola na “liderança e participação” nos esforços do continente para por fim aos conflitos em África.
As declarações foram feitas já depois de se ter reunido com o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, com quem debateu o reforço das relações bilaterais e o papel de Angola na África Central.
O papel de Angola na presidência rotativa da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos nos próximos dois anos e os interesses dos Estados Unidos no país são a principal razão que levam John Kerry a tecer amplos elogios a Angola na sua visita ao país.
“Um tema importante é a questão dos Grandes Lagos. Essa é a grande novidade”, afirma Paulo Gorjão, investigador do Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança (IPRIS), que salienta o papel do país na região e lembra os “muitos elogios” que Angola tem recebido.
“Na República Democrática do Congo é conhecida há muitos anos o papel influente que Angola tem. E ligaria esta questão à própria candidatura de Angola a um dos lugares não permanentes do Conselho de Segurança da ONU”, para o biénio de 2015-2016, acrescenta o investigador.
“E Angola terá seguramente uma palavra a dizer nessa altura em matérias que dizem respeito a África”, defende Paulo Gorjão, lembrando que estes temas não desaparecerão da agenda até ao final deste ano.

Interesses económicos em foco

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, com o seu homólogo angolano, Georges Chikoti
Por outro lado, os interesses económicos bilaterais terão levado o líder norte-americano a viajar até Luanda para terminar a visita que o levou também à Etiópia, República Democrática do Congo e Sudão do Sul.
“Angola sempre teve em empresas norte-americanas parceiros, mesmo quando as relações entre o MPLA [Movimento Popular de Libertação de Angola] e os Estados Unidos eram inexistentes ou más”, lembra Paulo Gorjão.
Segundo o analista, nos últimos dez aos, as relações entre os dois países deram “um salto enorme do ponto de vista qualitativo” e essa é uma realidade que veio para ficar. “Durante muito tempo, essas relações económicas centraram-se muito na componente energética. Os Estados Unidos são um importador importante do petróleo angolano e essa realidade continuará, apesar de a própria realidade energética norte-americana estar a mudar”, observa.
Mas há ainda outros interesses. “Eventualmente poderá haver vendas de um ou dois aviões, eventualmente da Boeing a Angola. John Kerry traz um pacote financeiro para suportar o aprofundamento das relações bilaterais entre os dois países”, revela o investigador.

Direitos humanos não são prioridade
Apesar das críticas da Human Rights Watch, que apelou ao secretário de Estado norte-americano John Kerry para se preocupar com a "violação de direitos humanos", o líder norte-americano pouco se centrou na questão.
Segundo Paulo Gorjão, a questão não é olhada pelos Estados Unidos como uma prioridade. “Os países ocidentais têm por regra, uma opinião relativamente crítica – ou pelo menos um pouco crítica - relativamente a alguns aspectos de Angola na questão dos direitos humanos, mas o que é um facto é que, nomeadamente na Comissão de Direitos Humanos, Angola não é um recorrente violador de direitos humanos. E, portanto, essa questão tem sempre mais empolamento na sociedade civil e nos media do que propriamente no plano político”, explica.
O secretário de Estado norte-americano defendeu ainda que Angola está empenhada em melhorar o nível de vida dos angolanos. Algo que o investigador do IPRIS defende que é visível nos “investimentos maciços na área das infraestruturas um pouco por todo o Estado angolano”.
Desse ponto de vista, defende, parece “indiscutível que há desde o final da guerra civil há uma vontade de melhorar as condições, de fazer investimentos na área das infraestruturas. Por outro lado, explica, “evidentemente que esta realidade convive com uma realidade em que Angola tem elevados níveis de corrupção, com muito ainda para fazer, com queixas de natureza diversa”, explica.
Na visita a Luanda, o secretário de Estado norte-americano John Kerry salientou que o objetivo dos Estados Unidos não se circunscrevem aos negócios, mas também à construção de uma parceria para o futuro com o país e continente.
O político frisou que África é um continente em mudança, já que oito das dez economias que mais crescem no mundo estão neste continente.
“Vozes descontentes” fora da agenda

Pedrowski Teca (esq.), membro do "Movimento Revolucionário de Angola"
Após a sua chegada a Luanda, John Kerry manteve encontros com a comunidade empresarial norte-americana em Angola. Esteve reunido com seu homólogo angolano, Georges Chikoti, e com o ministro das Finanças, Armando Manuel. Foi também recebido pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
Quem não teve oportunidade de falar com o chefe da diplomacia norte-americana foram os jovens membros do denominado movimento revolucionário.
Teca Pedrowski, um dos membros do movimento, contou à DW África que contactaram a Embaixada norte-americana para tentar marcar uma audiência com John Kerr, mas a resposta foi não, porque o secretário de Estado já tinha uma “agenda apertada”. “Isso demonstra que não há abertura, não há oportunidades para as vozes descontentes”, lamenta Teca Pedrowski.
Esta visita de Kerry enquadra-se numa ofensiva diplomática do executivo angolano. Recorde-se que na semana passada o chefe de Estado de Angola foi recebido em França, ao mais alto nível, assim como no Vaticano. Teca Pedrowski lamenta que as relações políticas se orientem cada vez mais por interesses económicos. Os Estados Unidos não constituem exceção.
“A história, desde a independência de Angola, em 1975, é sempre de interesses, económicos principalmente, não importando a situação dos direitos humanos, a transparência e a boa governação”, critica.
Liberdade reprimida
Várias organizações de defesa dos direitos humanos apelaram a Kerry no sentido de abordar em Angola problemas como a repressão da liberdade no país. Teca Pedrowski, porém, registou os apelos com algum ceticismo.

Interesses económicos bilaterais marcaram visita de John Kerry a Angola
“Acredito que possa tocar em alguns assuntos, mas são assuntos leves como a exigência de mais transparência, principalmente nas empresas petrolíferas, que devem divulgar os pagamentos feitos e as transacções económicas”, afirma o jovem revolucionário.
Por outro lado, duvida que John Kerry tenha abordado “o que é mais importante neste momento, que é tocar na longevidade no poder de José Eduardo dos Santos, que é um factor de corrupção no país e de má governação.”
No passado sábado (03.05) vários jovens foram temporariamente detidos pela polícia quando tentavam participar, na Praça da Independência, em Luanda, numa manifestação a favor da liberdade de imprensa. O problema foi no entanto rapidamente resolvido antes da chegada do secretário de Estado norte-americano.

# DW.DE



Espanha; O futebolista senegalês Pape Diop respondeu a crise de racismo com dança.

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Le milieu de terrain sénégalais de Levante, Pape Diop (c).
O meio-campista, o senegalês, Pape Diop (c). © DR

Poucos dias após o caso do jogador Daniel Alves, um novo ato de racismo marcou o campeonato de futebol espanhol de domingo. Desta vez, foi o senegalês Pape Diop, que foi alvo de gritos de macaco. Ao qual ele respondeu ... com dança. 
Uma semana após atirarem uma banana no brasileiro Daniel Alves - que havia respondido comendo a banana, atraindo uma onda de apoio internacional - um novo incidente racista no domingo, 4 de maio manchou a imagem do futebol espanhol. Pape Diop, meio campo senegalês de Levante, foi vaiado com gritos de macaco por fãs do Atlético de Madrid. Ele respondeu esboçando alguns passos de dança. 


"Isso me afetou muito, reagiu Diop após o jogo. Que eu estava indo para marcar um canto e uma parte dos adeptos do Atlético começou a gritar macaco. Para neutralizar o caso, comecei a dançar, mas eu não insultei ninguém. Eu acho que é uma falta de respeito que ocorre em todos os campos, é uma provocação. Eu não sei se você pode chamar isso de racismo, mas devem para com os gritos de macaco. "

" Por 11 anos, é a mesma coisa "
Uma semana antes, com Daniel Alves disseram isso: " faz 11 anos que eu estou na Espanha, por 11 anos e é a mesma. " Longe da onda de indignação mundial sobre o incidente envolvendo o jogador brasileiro do FC Barcelona, o episódio, segundo Diop, à imprensa espanhola pouco fez para reagir  nesta segunda-feira. " A pequena dança de Diop, para os fãs do Atlético foi muito" até escreveu o El Mundo Deportivo, admitindo, por sua vez que " ... as presumíveis crises de racismo também... como não importa qualquer outro insulto. "
A filmagem do incidente mostrou vários fãs gesticulando cara de macaco para o meio-campista. Na primeira, o gesto de Diop, enquanto o " Atleti " perdeu por 2-0 e queimou um curinga na corrida pelo título, essa dança foi vista como uma provocação por parte de alguns jogadores de Madrid e a partida terminou com um abandono mais cedo de campo. Após a partida, uma delegação de jogadores do Atlético, no entanto, veio ao vestiário para se desculpar com a comunidade senegalesa.

Veja o vídeo: AQUI.

#( Com AFP)



Novo governo da Guiné-Bissau será formado até ao mês de Junho - Ramos-Horta.

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Valença - O representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, disse sábado que o novo governo guineense deverá estar formado até Junho, mês que "será histórico" para aquele país africano de língua oficial portuguesa.


"Se tinha alguma dúvida há seis meses, depois de muito diálogo, intensos contactos com todos os actores políticos e militares, estou convencido que em Junho teremos governo na Guiné-Bissau", afirmou hoje Ramos-Horta, de visita a Portugal.
Em causa está o resultado das eleições guineenses de 13 de Abril, que deram a maioria absoluta ao Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), liderado por Domingos Simões Pereira, para formar governo dois anos depois de um golpe de Estado.
O representante das Nações Unidas defende a necessidade de "compreensão" para com o primeiro-ministro eleito, dando-lhe "tempo" e "sem pressão de ninguém", para que possa constituir "o melhor governo" para o país.
O ex-primeiro-ministro timorense falava à margem da homenagem que lhe foi feita sábado pela Câmara de Valença, no norte de Portugal, recebendo a medalha do município pelo seu passado político e pela defesa da paz e reconciliação em Timor-Leste.
Além desta homenagem, Ramos-Horta reuniu-se naquela cidade com o secretário de Estado dosNegócios Estrangeiros e da Cooperação, Luís Campos Ferreira, apelando à intervenção da diplomacia portuguesa junto da comunidade internacional para desbloquear um apoio financeiro de "emergência" ao novo governo a formar por Domingos Simões Pereira.
"Há mecanismos de apoio previstos pela União Europeia para o próximo ano, mas o povo guineense não pode esperar até 2015. Precisamos de apoio de Junho até Dezembro deste ano. São algumas dezenas de milhões de dólares necessários para os próximos seis meses", explicou o representante das Nações Unidas.
Além do pagamento de salários a funcionários públicos, a aquisição de medicamentos, de equipamentos de saúde ou a importação de alimentos são áreas prioritárias, disse ainda.
"O povo guineense fez a sua parte, comportou-se (nas eleições) com exemplaridade, com grande civilidade, regressámos à ordem constitucional. Agora cabe à comunidade internacional cumprir com as suas promessas e obrigações, morais e éticas", apontou Ramos-Horta.
# portalangop



domingo, 4 de maio de 2014

Brasil aposta na Guiné-Bissau como nova vitrine internacional.

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Guineense deposita seu voto na urna na eleição presidencial de 2012 na Guiné-Bissau
À medida que o Brasil reduz gradualmente sua presença no Haiti, o governo brasileiro aposta na Guiné-Bissau como nova vitrine internacional do país.

Ex-colônia portuguesa de apenas 1,6 milhão de habitantes, a Guiné-Bissau sofreu cinco golpes desde sua independência, em 1974, e é um dos principais entrepostos da cocaína que sai da América do Sul rumo à Europa.

Em 40 anos, o país nunca teve uma transferência de poder legítima, de presidente eleito para presidente eleito.

O último golpe de Estado foi em 2012. Agora, os guineenses se preparam para voltar à democracia: votaram para presidente em abril, e o segundo turno ocorre em 18 de maio. Isso se os militares deixarem. As Forças Armadas periodicamente interrompem a ordem democrática.

É esse país difícil que o Brasil abraça como seu projeto de reconstrução de nações fracassadas, pós-Haiti.

À frente da empreitada está o ex-chanceler Antonio Patriota, representante do Brasil na ONU, que preside a Comissão de Construção de Paz do organismo. "Após as eleições, temos uma agenda de modernização do setor de segurança que inclui desde cuidar da aposentadoria dos militares até modernizar as Forças Armadas", disse à Folha.

Outro plano é trabalhar com a diversificação da produção no país –mais de 50% das pessoas dependem da castanha de caju. "Os recursos necessários são modestos, por isso a Guiné-Bissau tem tudo para ser um exemplo bem-sucedido de reconstrução pós-conflito", diz.

"Trata-se de um país que pode entrar no rumo com recursos reduzidos, e o Brasil pode cumprir essa função", ecoa Pedro Cardoso, chefe da divisão de África 2 do Itamaraty. "É uma vitrine para nosso trabalho de cooperação internacional."

Mas trata-se de uma aposta arriscada. "Muitos outros já tentaram transformar a Guiné-Bissau e não conseguiram", pondera Adriana Abdenur, professora de relações internacionais da PUC do Rio, que estuda a atuação brasileira na África.

Depois do golpe de 2012, a situação ficou ainda pior. Toda a ajuda externa (que chega a 40% do Orçamento do país) foi suspensa.

No ano do golpe, o PIB do país encolheu 1,5%; em 2013, cresceu só 0,3%. Isso em um país que tem renda per capita de US$ 524 e está em 176º no Índice de Desenvolvimento Humano (entre 186 países).

Os ministérios mal conseguem pagar os salários dos funcionários. A agência de combate às drogas não tem dinheiro para pôr gasolina nos poucos veículos que tem.

"Até agora, os programas do Brasil tiveram pouco impacto para melhorar as instituições do país, e não é culpa do Brasil –trata-se de uma missão impossível", diz uma fonte que acompanha de perto a situação.

A ação do Brasil vai da formação de diplomatas até combate ao HIV, processamento de caju e diversificação de culturas. Mas as ações sofrem com a instabilidade.

No final de 2011, o Brasil abriu um centro para formar forças de segurança. Em caráter experimental, treinou três grupos de policiais. Mas logo veio o golpe de 2012, e o centro foi desativado. Neste ano, foi cedido à ONU.

O país investiu na Guiné-Bissau US$ 7 milhões pela Agência Brasileira de Cooperação desde 2002 e ao menos mais US$ 10 milhões em outros tipos de cooperação. E o Ministério de Defesa deve assumir papel maior na modernização das forças do país.

A própria Comissão de Construção de Paz das Nações Unidas é vista pelo Brasil como projeto importante.

Ela foi criada em 2005, fruto da pressão de países emergentes por reformas na ONU.

Patriota compara: "O Conselho de Segurança é como se fosse a UTI –é acionado para remediar uma emergência", diz. Já a comissão seria um centro de reabilitação para os países que saem da UTI.

Para Issac Murargy, secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, a fase pós-eleitoral na Guiné-Bissau será determinante.

"Eles precisam de uma grande injeção de recursos internacionais", disse à Folha.

Isso depende, em parte, da capacidade de mobilização da comissão de paz. "Além disso, o narcotráfico continua muito presente."

O ex-comandante da Marinha do país José Américo Bubo Na Tchuto foi preso em alto-mar por agentes dos EUA em abril de 2013, por tráfico de drogas.

O comandante das Forças Armadas, general Antonio Injai, patrocinador do golpe de 2012, é acusado de tráfico de drogas e armas.

O Brasil se prepara para retomar os programas de ajuda assim que houver um governo formado. No primeiro turno, José Mário Vaz, do principal partido, o PAIGC, ganhou com 41% dos votos e disputa o segundo turno com Nuno Nabiam, que teve 25%.

O medo é a história se repetir: Nabiam é o candidato apoiado pelos militares. 



# folha.com.br





sábado, 3 de maio de 2014

Nigéria: Boko Haram planeja bombardear Lagos - revelou os EUA

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

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O temido terrorista Boko Haram está planejando dois grandes ataques antes do final do ano, publicou Sunday Tribune.

Embora os alvos dos ataques planejados não possam ser confirmados quando da edição desta matéria, a Embaixada dos Estados Unidos na Nigéria, alertou nesta sexta-feira sobre um ataque iminente em um hotel popular em Lagos.

Ela, no entanto, disse que não tinha mais informações sobre o método e o momento do ataque.
Um cidadão do Estado de Borno, nome mantido sob anonimato, que supostamente escapou dos terroristas depois de ter sido sequestrado, disse a Sunday Tribune em um bate-papo exclusivo que, os membros da seita estavam planejando dois grandes ataques para este ano.

Ele também expressou o temor de que os atacantes já poderiam se infiltrar em Maiduguri e em outras áreas no Nordeste.

Mas, por ações desenvolvidas  e que começaram a gerar tensão em Lagos, a embaixada dos EUA, em uma mensagem de segurança aos cidadãos dos EUA sobre ameaça terrorista, que foi publicada no site da embaixada nesta sexta-feira, a embaixada dos EUA alertou aos seus cidadãos para evitarem os dois ramos de hotel localizados no centro comercial de Lagos ", neste momento, " porque não conseguia identificar qual dos dois poderia ser atacado.

" Durante o mês de abril grupos associados ao terrorismo supostamente planejavam montar um ataque não especificado contra um hotel na Nigéria ( nome não revelado), perto da cidade de Lagos. Não houve mais informações sobre qual dos dois ramos do hotel em Lagos seria o possível alvo, ou se ambos os hotéis seriam os possíveis alvos. Não há mais informações sobre o momento ou método de ataque. Cidadãos americanos são aconselhados a evitar estes hotéis neste momento, " afirmou  a embaixada dos EUA.

Terroristas atacaram a aldeia Borno e mataram dezenas.

Enquanto isso, a aldeia Alimineri e uma outra aldeia ao longo da estrada  Konduga, Maiduguri foram, no sábado, atacados por membros dos insurgentes de Boko Haram, deixando dezenas de mortos, enquanto centenas fugiram das suas casas.

Embora os militares, em um comunicado assinado pelo Director de Informação da Defesa, major-general Chris Olukolade, confirmou que houve um ataque à aldeia Margimari e outros assentamentos nos arredores de Maiduguri, declarou que apenas quatro pessoas foram mortas.

Mas narrando seu calvário, um dos moradores de Alimineri, Mallam Aji Mallum, disse que ele e os outros escaparam da aldeia afetada, disse a jornalistas que as aldeias foram queimadas nos ataques, que ocorreram cerca de 2 horas da manhã de sábado.

" Alguns dos moradores locais que ficaram presos em suas casas foram queimadas vivas, com todos os seus bens, enquanto alguns foram mortos a tiros enquanto tentava escapar. Mulheres, crianças, jovens, homens de idade não foram poupados pelos insurgentes. Levou a graça de Allah quem escapou ", disse ele.

# tribune.com.ng

Ruanda: de acordo com um jornal canadense, o governo está por trás das tentativas de assassinato de opositores. Faustin Kayumba Nyamwasa (25) - Patrick Karegeya (22) - Paul Kagame (10) - O governo de Ruanda (8).

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Le président rwandais Paul Kagame.
Presidente de Ruanda Paul kagame

O governo de Ruanda havia planejado atentados contra os opositores do regime de Paul Kagame exilados no exterior, de acordo com uma pesquisa realizada pelo jornal canadense The Globe and Mail.

O jornal falou com os exilados com sede na África do Sul e Bélgica, a antiga potência colonial, que foram recrutados por agentes da inteligência militar de Ruanda para contratar pistoleiros responsáveis ​​pela morte de opositores do presidente Paul Kagame. Em uma conversa telefônica gravada em 2011, o líder da inteligência militar de Ruanda, o coronel Dan Munyuza conversa com o ex-major Robert Higiro de como remover dois ex-Kagame.


"O preço não é um problema ", disse Munyuza, oferecendo um milhão de dólares para o assassinato do ex-general Faustin Kayumba Nyamwasa e do ex-chefe de inteligência Patrick Karegeya exilado em Joanesburgo. " Seria ótimo para se livrar de ambos ao mesmo tempo, mas se isso não for possível, com um só, o inimigo fica enfraquecido. ( ...) Se ele (o assassino ) poderia matar os dois pássaros com uma pedra só e remover ambos ao mesmo tempo, ele poderia ganhar mais. "

Faustin Kayumba Nyamwasa sobreviveu a duas tentativas de assassinato desde 2010. Karegeya Patrick foi encontrado morto em 1 de Janeiro, estrangulada em um hotel de luxo em Joanesburgo. Segundo o The Globe and Mail relata que sempre Kigali busca eliminar adversários que vivem no exterior, "agentes de Ruanda anda à procura de pessoas vulneráveis ​​em círculos sociais em suas metas e colocar pressão sobre eles ou oferecer-lhes dinheiro em troca de sua cooperação."


O governo de Ruanda é regularmente acusado de estar por trás dos tiros disparados para abater adversários de Paul Kagame que buscavam asilo político no exterior. Kigali sempre negou qualquer ligação com essas ações, mesmo que Kagame não desmentisse. Sobre o assassinato de Patrick Karegeya, Paul Kagame falou em uma entrevista com o Wall Street Journal: " Ruanda não matou essa pessoa, mas eu teria gostado. " . "Talvez ele merece ", disse ele referindo a Faustin Kayumba Nyamwasa em 2012, que sobreviveu a uma tentativa de assassinato, em Joanesburgo.
" A traição tem conseqüências. Quem trai nossa causa ou desejo de nosso povo se tornará uma vítima. É o que resta ser visto, é como ele vai se tornar uma vítima ", disse recentemente o homem forte do Ruanda.

# jeuneafrique.com







Guiné-Bissau: Candidatos às presidenciais guineenses prometem respeitar resultados.

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A máquina das duas candidaturas que vão discutir a segunda volta das eleições presidenciais de 18 de maio na Guiné-Bissau já está afinada para a caça ao voto que começa à meia-noite deste sábado (03.05) no país.

Primeira volta das eleições gerais na Guiné-Bissau

A 24 horas do início campanha eleitoral, a capital Bissau já se pintava com as cores das bandeiras, cartazes e dísticos dos dois principais partidos, o Partido Africano para Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS), que apoiam José Mário Vaz e Nuno Gomes Nabiam, respetivamente, estreantes na política guineense que disputam o pleito.
Na primeira volta, José Mário Vaz, também conhecido como Jomav, arrecadou 40,89% dos votos contra 24,79% de Nabiam.
A estrutura do PAIGC começa a campanha em Buba, no sul do país e domingo na capital e à tarde em Bafatá - continuando no resto da semana no Centro e Leste do país, setores de Ganadu, Contuboel, Gabú, Boé e Pirada, de acordo com o seu programa eleitoral.
Do lado da candidatura de Nuno Nabiam, independente apoiado pelo PRS, o maior partido da oposição, o programa ainda está a ser finalizado.

José Mário Vaz, candidato do PAIGC
Temas recorrentes
Rui Landim, politólogo guineense, prevê discursos acentuados na promoção de estabilidade e paz: "O tema central da campanha será a estabilidade, como todos sabemos."
O politólogo está certo de que temas críticos no país serão novamente tocados durante a caça ao voto, "a governabilidade está em causa a restauração da democracia, a construção do Estado de direito e a autoridade do Estado. Este é um tema incontornável."
Por ser uma das eleições mais concorridas de sempre na Guiné-Bissau, a comunidade internacional teme que não venham a ser reconhecidos os resultados da segunda votação.
José Mário Vaz garante que aceitará a decisão do povo nas urnas. "Queria deixar a nossa posição claríssima, de que vamos aceitar o veredito popular, seja a favor do engenheiro Nuno Gomes Nabiam, seja a nosso favor", declarou.
"Dizemos isso porque estamos muito preocupados com a situação do nosso país", justifica Vaz.
Por isso, o candidato do PAIGC diz que pretende reverter o cenário: "A imagem do nosso país nos últimos anos não tem sido boa, por isso queremos virar a página e fazer da Guiné um país do futuro, onde toda a gente vai gostar de viver."

Nuno Nabiam, candidato apoiado pelo PRS
Iguais promessas
Também Nuno Nabiam promete respeitar o veredicto das urnas. "Estamos aqui no exercício da democracia, quem ganhar é para o bem da democracia, vamos ter a coragem de (aceitar) que a democracia é assim, aceitar os resultados que saem das urnas", afirmou.
"Estou convicto que, da minha parte, vamos saber respeitar a vontade expressa pelo povo da Guiné-Bissau", acrescentou.o candidato.
O facto de Nuno Nabiam ter recebido o apoio de PRS e PAIGC não conseguir convencer o leitorado com o seu candidato, Paulo Gomes, o terceiro candidato mais votado na primeira volta, não vai influenciar a tendência de voto, segundo o analista Rui Landim.
"Há uma grande diferença entre o primeiro e segundo lugar, falo de mais de 100 mil votos de diferença entre os dois candidatos. Uma boa parte do PRS já tinha dito que ia votar no Nabiam. Na minha opinião, os 60 mil votos do senhor Paulos Gomes, são provenientes, em cerca de 85%, do PAIGC", explica.
A realização da segunda volta das presidenciais coloca um ponto final no período de transição que durou dois anos.
Dirigindo-se à comunidade internacional, Serifo Nhamadjo, Presidente de transição, pede uma assistência afincada dos parceiros após as eleições para o país.
Perto de 800 mil guineenses serão chamados às urnas para eleger o novo Presidente da República, entre JOMAV e Nuno Nabiam, a 18 de maio.
De acordo com os números finais da votação de 13 de abril, as taxas de abstenção foram as mais baixas de sempre, com 11,43% nas eleições legislativas e 10,71% nas presidenciais.
# dw.de


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