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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Segurança: Augustin Tine - "Senegal é uma placa giratória de drogas"

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Participando de uma reunião "de trocas" sobre o tráfico de drogas, presidido pelo primeiro-ministro Aminata Touré, o Ministro das Forças Armadas, Augustin Tine, confessou que o Senegal tornou-se uma placa giratória. "A droga está tornando um câncer. 

Ela está instalada em nossa sub-região. E, naturalmente, o Senegal é um centro de drogas. Drogas que vem de países vizinhos, transitam por Senegal para seguir para outros países ", disse ele. "Vocês constataram que, em 2013, nós apreendemos cerca de mil toneladas. Mas em 2014, há cinco meses, apreendemos quatro toneladas. Isto significa que existe progresso. O combate está comprometido e vai continuar ", observou. No entanto, ele acrescentou: "Vamos trabalhar para garantir que a droga já não passa pelo nosso país. Vamos erradicar essas áreas onde crescem as drogas. "

# seneweb.com

Angola vai continuar a ser um país rico com um povo pobre.

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Angola vai continuar a crescer economicamente, mas a um ritmo lento demais para que a população sinta as melhorias. Esta é a conclusão de dois estudos apresentados esta quarta-feira (11.06), em Luanda.
Angola, o segundo produtor de petróleo da África subsariana, é um "país rico" mas com um "povo pobre" face às "profundas disparidades" na distribuição da riqueza e "défices no desenvolvimento social", de acordo com um relatório económico agora divulgado.
As análises ao estado social e da economia em Angola, no ano de 2013, produzidas pelo Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, foram apresentadas pelo diretor da instituição, Manuel Alves da Rocha. O economista e professor universitário garante que o crescimento económico que Angola regista e registará nos próximos anos não é suficiente para combater as desigualdades.

Crescimento económico dos próximos anos será, em média, de 5%, mas população não sentirá efeitos
"Nas nossas projeções a preocupação está justamente no facto da capacidade decrescimento da economia até 2019 andar à volta, já com o setor petrolífero e com os seus problemas, potencialidades e novas descobertas, de uma taxa média anual de 5%. Este número é também de acordo com projeções do FMI”, informa o economista.
“Ainda que seja 5,5 no curto-prazo, a diferença entre 5,5% e 3,2% significa dois pontos percentuais e isto não é suficiente para melhorar o nível de vida”, assegura.
Crescimento abaixo do patamar da ONU
Na opinião do especialista, basta olhar para dados das Nações Unidas para tirar estas conclusões.
“Se nós analisarmos os vários textos das Nações Unidas sobre os objetivos para o desenvolvimento do milénio, o que está escrito é que em África para que houvesse melhorias no Índice de Desenvolvimento Humano e uma redução da pobreza, as economias tinham de crescer em média 8,5% ao ano. É uma diferença significativa”, reitera.
Outro problema que volta a ser apontado neste último relatório económico é a dependência extrema da economia angolana face ao petróleo.
“Os caminhos para a diversificação da economia são tortuosos, são longos, são complexos”, começa por explicar.
“É necessário que os investimentos que possam diversificar a economia sejam bons, o que nos pode levantar dúvidas na área da construção. Sabemos que muitos investimentos na reconstrução de estradas e pontes têm ocasionado mais custos do que benefícios, porque são obras que são criticadas e ao final de cinco ou sete anos precisam de nova intervenção”, recorda.
“Nos manuais de macroeconomia, costuma dizer-se que só se deve investir em infraestruturas que durem no mínimo 25 anos, para que produzam retorno económico”, indica.

Aposta na construção de infraestruturas pode não ser um setor rentável em Angola
Condições de vida sem melhorias até 2017
“Outra conclusão relevante do relatório económico é que, do nosso ponto de vista, a melhoria das condições de vida da população no que toca à distribuição do rendimento, dificilmente vai ocorrer até 2017”, conclui.
O outro relatório - o relatório social - foi apresentado pelo investigador Nelson Pestana. Este último complementa o que já é referido no relatório económico.
Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola emite ainda um outro relatório anual: o relatório energético. Este último é apresentado ao público em setembro.
# dw.de


SAIBA MAIS-Conheça os 23 jogadores do Brasil.

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Convocação da Seleção Brasileira para amistoso antes da Copa 2014


(Reuters) - Conheça detalhes dos 23 jogadores convocados pelo técnico Luiz Felipe Scolari para disputar a Copa do Mundo.

GOLEIROS ( GUARDA-REDES )
Julio Cesar (Toronto FC), 34 anos, 80 jogos.
Foi o primeiro nome confirmado pelo técnico Luiz Felipe Scolari em sua lista para a Copa do Mundo, após ter sido convocado por antecipação em meio a críticas pelo longo período de inatividade que enfrentou no Queens Park Rangers, da segunda divisão inglesa. Acabou se transferindo em fevereiro deste ano para o Toronto FC para voltar a jogar. Foi um dos destaques do time na Copa das Confederações do ano passado.

Jefferson (Botafogo), 31 anos, 9 jogos.
Um dos vários jogadores que ganharam chances na seleção depois que Mano Menezes desmantelou o time de Dunga de 2010. É o reserva imediato de Julio Cesar. Sofreu apenas quatro gols quando defendeu a seleção brasileira.

Victor (Atlético-MG), 31 anos, 6 jogos
Será o terceiro goleiro do Brasil na Copa e disputava a posição com Diego Cavalieri, do Fluminense, que estava na conquista da Copa das Confederações no ano passado. A boa fase de Victor no Atlético-MG --suas defesas levaram o time ao título da Copa Libertadores em 2013 --o credenciaram para disputar o Mundial em casa.

LATERAIS
Marcelo (Real Madrid), 25 anos, 32 jogos.
Marcelo ficou fora da Copa do Mundo de 2010 por pouco, mas será titular desta vez. Ele teve seu comprometimento com a seleção posto em dúvida pelo ex-técnico Mano Menezes e seu temperamento também era um problema, após algumas expulsões vestindo a camisa do Brasil. O jogador parece ter amadurecido nos últimos 18 meses e tem o apoio de Felipão. Ele foi um dos quatro jogadores de linha que estiveram em campo em todos os minutos dos cinco jogos da Copa das Confederações.

Daniel Alves (Barcelona), 30 anos, 75 jogos.
Titular da lateral-direita do Brasil sob comando dos últimos três treinadores da seleção, o jogador também é um dos mais experientes do grupo. Um dos destaques também de seu clube, o Barcelona, onde fez parte de uma geração vitoriosa que dominou o cenário internacional há algumas temporadas. Recentemente ganhou notoriedade ainda maior pela resposta dada a uma ofensa racista sofrida durante uma partida do Campeonato Espanhol: comeu a banana jogada na direção dele pelo torcedor de um time adversário.

Maicon (Roma), 32 anos, 68 jogos.
Poucos times têm duas boas opções para a lateral-direita como a seleção brasileira, e Maicon provavelmente seria titular de diversas equipes que disputarão a Copa do Mundo no Brasil se tivesse nascido em outro país. Foi o escolhido de Dunga no Mundial de 2010, em que jogou todas as partidas do Brasil, mas depois perdeu a disputa direta com Daniel Alves pela camisa 2.
Maxwell (Paris St. Germain), 32 anos, 9 jogos.
Conquistou títulos nacionais em suas passagens por Holanda, Itália, Espanha e França. Estabeleceu-se como reserva de Marcelo desde que ganhou a primeira chance com Felipão, em agosto, e acabou desbancando o concorrente Filipe Luis, do Atlético de Madri, que esteve no grupo na Copa das Confederações. Zlatan Ibrahimovic dividiu quarto com Maxwell quando ambos estavam no Ajax, e agora a dupla repete a parceria no PSG.

ZAGUEIROS
Thiago Silva (Paris St. Germain), 29 anos, 46 jogos.
Provavelmente o jogador brasileiro que mais evoluiu entre aqueles que estiveram na Copa do Mundo da África do Sul. Suas atuações fundamentais na defesa do Milan o fizeram ser contratado por uma fortuna pelo PSG em 2012, e o nível de suas apresentações tem sido tão elevado que Paolo Maldini o considerou o melhor do mundo. Vai usar a braçadeira de capitão da seleção.
David Luiz (Chelsea), 27 anos, 36 jogos.
Com sua personalidade extrovertida, é um dos responsáveis por manter elevado o moral da equipe. Ele leva também a experiência de muitos anos na Europa, além de ser um jogador versátil. Deve ser titular da zaga ao lado de Thiago Silva, mas também pode jogar de volante. Faz parte do quarteto do time inglês Chelsea na seleção brasileira.
Dante (Bayern de Munique), 30 anos, 12 jogos.
Após anos de ostracismo em clubes médios da Europa, ele finalmente ganhou destaque em 2013 tanto pela seleção como no poderoso Bayern de Munique, da Alemanha, e espera manter o bom momento durante o Mundial. Fez sua estreia com a camisa do Brasil em fevereiro de 2013 contra a Inglaterra, e quatro meses depois marcou seu primeiro gol e conquistou o título da Copa das Confederações, um mês após ter levantado a Liga dos Campeões da Europa.

Henrique (Napoli), 27 anos, 5 jogos
Maior surpresa na lista de Felipão, o zagueiro foi escolhido porque tem a confiança do treinador, que trabalhou com Henrique no Palmeiras, onde foram campeões da Copa do Brasil em 2012. Joga também como lateral-direito e volante, o que conta pontos a seu favor.

MEIO-CAMPISTAS
Paulinho (Tottenham Hotspur), 25 anos, 26 jogos.
Causou impacto ao longo dos últimos dois anos tanto em clubes como na seleção. Sua presença nas duas áreas ajudou o Corinthians a conquistar os títulos da Copa Libertadores e do Mundialde Clubes pela primeira vez em 2012 e resultaram numa transferência para o Tottenham, onde teve alguns bons momentos mas não se estabeleceu como titular. Tem vaga certa no time titular de Felipão. Foi considerado o terceiro melhor jogador da Copa das Confederações.
Ramires (Chelsea), 26 anos, 42 jogos.

Um dos jogadores mais disciplinados do elenco, o meio-campista é valorizado por ter qualidade tanto na marcação como na saída de bola e nas arrancadas ao ataque. Depois de um incidente fora das quatro linhas que contribuiu para o deixar de fora da Copa das Confederações --pediu dispensa de uma convocação por lesão e não compareceu no dia previsto para ser avaliado pelo médico da equipe-- o jogador do Chelsea recuperou seu espaço com Felipão graças a boas atuações.
Hernanes (Inter de Milão), 29 anos, 24 jogos.

Hernanes dificilmente será titular, mas várias vezes já foi utilizado como arma no segundo tempo de partidas devido ao bom controle de bola e ao poderoso chute de média e longa distância, o que sugere que será uma peça importante da campanha brasileira.

Luiz Gustavo (VfL Wolfsburg), 26 anos, 18 jogos.
Até ser chamado pela primeira vez para a seleção, era praticamente um desconhecido no país, onde nunca atuou por uma equipe de destaque. O volante firme na marcação foi para a Alemanha com apenas 20 anos e passou a carreira lá. Suas exibições por Hoffenheim e Bayern de Munique lhe renderam uma chance na seleção com Mano Menezes, que o chamou pela primeira vez em 2011, e ele permaneceu no grupo com Felipão.

Fernandinho (Manchester City), 28 anos, 7 jogos.
Seu talento inegável talvez tivesse sido reconhecido mais cedo se não tivesse passado grande parte da carreira no Leste Europeu. O meio-campista, que pode jogar como primeiro ou segundo volante, passou oito anos no Shakhtar Donetsk até ser contratado pelo Manchester City no ano passado. O bom rendimento na Inglaterra lhe rendeu uma chance com Felipão contra a África do Sul este ano, e o gol marcado num chutaço de fora da área --e o sorriso de Felipão como recompensa-- foram o bastante para garantir-lhe uma vaga.

Willian (Chelsea), 25 anos, 7 jogos.
Era uma jovem promessa quando foi contratado pelo Shakhtar Donetsk e desapareceu do radar no Brasil, mas garantiu uma vaga na seleção para a Copa ao destacar-se nas poucas oportunidades que teve na seleção depois que foi contratado pelo Chelsea no ano passado.
Oscar (Chelsea), 22 anos, 31 jogos.
Ainda jovem, mas claramente adaptado aos grandes desafios do futebol mundial. Marcou três vezes numa vitória de 3 x 2 sobre Portugal numa final de Mundial Sub-20 de 2011 e marcou duas vezes em sua estreia pelo Chelsea na Liga dos Campeões, contra a Juventus. Sua habilidade para criar jogadas e o entrosamento com Fred, Hulk e Neymar serão vitais para a campanha do Brasil.

ATACANTES
Neymar (Barcelona), 22 anos, 49 jogos.
É a grande aposta da seleção brasileira para conquistar o título mundial em casa. É a estrela no time de Felipão e correspondeu à expectativa na Copa das Confederações, quando foi eleito o melhor jogador do torneio. No Barcelona, enfrentou alguma dificuldade para se estabelecer e sofreu algumas lesões, além de uma polêmica fora de campo a respeito de sua milionária contratação. Os 30 gols em 47 jogos pela seleção são uma confirmação de seu talento e, se Neymar brilhar, será difícil derrotar o Brasil.

Fred (Fluminense), 30 anos, 34 jogos.
Às vezes criticado pela falta de movimentação e por sofrer seguidas lesões, Fred ainda é o favorito de Felipão para vestir a camisa 9 do Brasil na Copa do Mundo, se estiver em forma. Jogou o Mundial de 2006 e teve uma passagem apagada pelo Olympique de Lyon antes de voltar ao Brasil para defender o Fluminense, onde foi campeão brasileiro duas vezes (2010 e 2012).

Jô (Atlético Mineiro), 27 anos, 17 jogos.
Está longe de ser uma unanimidade, mas os gols marcados na Copa das Confederações nas vezes que entrou no lugar de Fred convenceram Felipão de que Jô tem potencial para jogar uma Copa do Mundo. Passou parte da carreira na Europa, onde defendeu CSKA Moscou, Manchester City e Everton.

Hulk (Zenit St. Petersburg), 27 anos, 35 jogos.
Ganhou o apelido pela força física, mas pode levar mais à seleção do que apenas seu físico. Demorou para conquistar a torcida brasileira, que mal o conheciam por ter passado a maior parte da carreira no exterior, mas Felipão valoriza sua capacidade de atacar e defender com intensidade. Deve ser titular do time, ao lado de Neymar e Fred.

Bernard (Shakhtar Donetsk), 21 anos, 11 jogos.
Ajudou o Atlético Mineiro a conquistar seu primeiro título da Copa Libertadores e depois foi contratado pelo Shakhtar. Deve ter um papel importante como um substituto que pode surpreender adversários com velocidade e dribles. Ele é um dos queridinhos de Felipão, que disse que o jogador tem "alegria nas pernas".

(Por Andrew Downie, em São Paulo, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

Leia mais em: http://zip.net/bjnFc3

http://noticias.bol.uol.com.br



terça-feira, 10 de junho de 2014

Brasil: Uma revelação bombástica...

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Dinheiro p'ra portos em Cuba, grana perdida no caso 
Pasadena( rombo na Petrobrás), milhões para o Congo!.
..
E agora, literalmente, bola fora na Copa!... 
Gastos e mais gastos...



José Casado - O Globo - 10/06/2014
Crescem suspeitas sobre contratos de US$ 1,1 bilhão concedidos a uma empresa brasileira pela cleptocracia do Congo, que recebeu o perdão de 79% da dívida do país
Numa tarde de quarta-feira de um ano atrás, 22 de maio, Dilma Rousseff pediu e o Senado concedeu, sem debate, perdão sobre 79% da dívida que o Congo-Brazzaville mantinha pendente com o Brasil há quatro décadas.O débito somava US$ 353 milhões. O governo brasileiro renunciou a US$ 278 milhões. Aceitou receber US$ 68,8 milhões — em até 20 parcelas trimestrais até 2019 —, do país que é o quarto maior produtor de petróleo da África. 
O perdão de Dilma foi o desfecho de uma operação iniciada em 2005 no Ministério da Fazenda, sob o comando de Antonio Palocci. O objetivo era abrir caminho para empreitadas privadas brasileiras no Congo-Brazzaville.
Cravado no coração africano, tem o tamanho de Goiás. É referência no mapa de produção de petróleo e se destaca na rota dos diamantes “de sangue” — sem origem —, moeda corrente no submundo de armas e do narcotráfico.
Seus quatro milhões de habitantes sobrevivem com renda per capita (US$ 2.700) semelhante à do Paraguai. O poder local está concentrado no clã de Denis Sassou Nguesso, de 71 anos, que se tornou um dos mais longevos cleptocratas africanos. Ex-pobres, os Nguesso detêm bilionário patrimônio no qual constam 66 imóveis de luxo na França, em áreas nobres do eixo Paris-Provence-Riviera — segundo documentos de tribunais de Londres e Paris.
O herdeiro político, Denis Christel Nguesso, dirige os negócios do petróleo e tem peculiar apreço pela ostentação: extratos de seuscartões de crédito, anexados a processos por corrupção na França e no Reino Unido, sugerem uma rotina de extravagâncias na compra de roupas no circuito Paris-Mônaco-Marbella-Dubai. Para a Justiça britânica é óbvio que ele é financiado “pelos lucros secretos obtidos em negociações da estatal de petróleo”, como afirmou o juiz Stanley Burnton em sentença.
Os Nguesso têm intensificado seus laços com o Brasil. Com o perdão da dívida caloteada nos anos 70, o clã congolês já entregou US$ 1 bilhão em contratos ao grupo Asperbrás, controlado pelos empresários José Roberto e Francisco Carlos Jorge Colnaghi, de Penápolis (SP), cuja receita com a venda de tubos e conexões no mercado brasileiro foi de US$ 15 milhões no ano passado.
Do total contratado, US$ 400 milhões foram para perfuração de quatro mil poços artesianos. O preço médio (US$ 100 mil por furo) ficou dez vezes acima do que é pago pelos países vizinhos. Outros US$ 200 milhões foram destinados a um mapeamento geológico por fotografia, nove vezes mais caro do que o similar executado em Camarões com crédito do Banco Mundial. E houve mais US$ 500 milhões para a construção de alguns galpões industriais em área próxima da capital.
A oposição e organizações civis internacionais com atividade no país estão convencidas de que os Nguesso agregaram a Asperbrás aos seus interesses patrimoniais. Os Colnaghi têm crescido em negócios centro-africanos, às vezes apoiados pelo empresário Maxime Gandzion, predileto dos Nguesso para contratos de petróleo. No Brasil mantêm relações fluidas com Palocci, um dos mais discretos caciques do PT, ex-ministro e chefe da campanha eleitoral de Lula em 2002 e de Dilma em 2010. Costumam emprestar-lhe aviões da frota familiar, especialmente um modelo Citation (prefixo PT-XAC).
# averdadesufocada.com

Abdoul Mbaye é o novo chefe do governo do Senegal

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Abdoul Mbaye tornou-se hoje o novo Primeiro Ministro senegalês. Empresário e antigo banqueiro, tem 59 anos de idade, é pouco conhecido do público, mas tem a reputação de ser rigoroso. Prioridade absoluta: o saneamento da economia do seu País.

Abdoul Mbaye é o primeiro chefe do Governo senegalês da era pós-Abdoulaye Wade, e deseja fazer uma ruptura da gestão pública do seu País. Primeira decisão importante: Reduzir para 25 membros o novo elenco governativo.
As suas prioridades são o ensino, a saúde, e a baixa dos preços de produtos de primeira necessidade.
O espinhoso problema da Casamança, no Sul do País - a braços com uma rebelião independentista há cerca de trinta anos - será outra das suas prioridades, como tinha sido anunciado pelo recém eleito Presidente Macky Sall, durante a campanha eleitoral.
Ahmed Kébé, Professor na Universidade Cheikh Anta Diop, em Dacar, falou à RFI do novo chefe do executivo senegalês, começando por fazer o seu perfil.

# rfi.fr

Nigéria: Boko Haram suspeito de ter levado uma vintena de meninas.

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Des troupes nigérianes circulent dans le village de Baga le 31 mars 2014.
Tropas nigerianas patrulhando as ruas da cidade de Baga em 31 de março de 2014@ AFP.


Pelo menos vinte mulheres jovens foram sequestradas no sábado, no nordeste da Nigéria por supostos membros do Boko Haram. O seqüestro ocorreu perto de Chibok, a cidade onde mais de 200 estudantes foram levadas para há quase dois meses.

Os números ainda não são precisos, mas pelo menos uma dúzia de jovens foram raptadas no sábado, 7 de junho, próximo a Chibok no nordeste da Nigéria, por supostos membros do grupo terrorista Boko Haram. Este novo seqüestro ocorreu em uma comunidade Fulani na aldeia de Garkin e seus arredores, a 8 km de Chibok, onde mais de 200 estudantes do ensino médio tinham sido reptadas em meados de abril.

"De acordo com as informações disponíveis, os homens armados chegaram pouco antes do meio-dia (11:00 GMT), e capturaram 20 mulheres e três homens jovens que guardavam a aldeia, disse Alhaji Tar, um membro de uma milícia de auto-defesa local. Todos os homens tinham ido ao campo para pastar os seus rebanhos quando os seqüestradores chegaram. "

Nigéria: confrontos em Kano após a nomeação de Lamido Sanusi como emir.

O medo de represálias
Informações variam de acordo com o número de mulheres raptadas neste acampamento nômade de Fulani, um grupo étnico predominantemente muçulmano. Nenhum contato foi estabelecido com os seqüestradores. Mas uma fonte dentro da Comissão Nacional de Direitos Humanos declarou que "nenhuma criança havia sido raptada" e que as mulheres seqüestradas "tinham entre 15-30 anos." Por sua vez, um funcionário local da Associação de Criadores de rebanhos (Peul) Miyetti Allah da Nigéria (Macban) afirmou que 40 mães jovens foram levadas em veículos "para um destino desconhecido."

Segundo ele, os sequestros similares ocorreram nesta região, mas as pessoas têm muito medo de falar por medo de represálias. "Esta não é a primeira vez que as mulheres são raptadas na região. Elas são liberadas somente quando nós pagamos o resgate com gado aos sequestradores", ele disse. "Eles vêm batem-a-porta, raptando mulheres e jovens. Então elas são levadas para seus veículos e demandam como resgate entre 30 e 40 vacas para a sua libertação", disse ele. De acordo com ele, os moradores pagam o resgate, mas não informam as autoridades.

Boko Haram intensificou seu ataque
Um funcionário do governo do Estado de Borno, disse solicitando o anonimato, que as autoridades estavam cientes do sequestro no sábado, mas negaram terem sido informados de seqüestros anteriores. "Esta é a primeira vez que ouvimos falar de sequestros de mulheres Fulani e procuram estabelecer as circunstâncias do rapto", ele disse.

Nem o exército nigeriano e nem a polícia ainda tinha respondido. Coordenador Mike Omeri do National Clearinghouse, um serviço do Ministério da Informação, por sua vez, indicou que não tinha recebido nenhuma informação sobre esses sequestros.

Desde o sequestro de estudantes em 14 de abril, o Boko Haram tem intensificado seus esforços, particularmente no Estado de Borno, onde a organização atacou pelo menos quatro aldeias na semana passada, deixando centenas de mortos. O exército nigeriano disse, segunda-feira, que havia impedido os ataques "maciços" em aldeias em Borno e Adamawa, no último fim de semana na parte nordeste.

# jeuneafrique (Com AFP)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

ÁFRICA/GUINÉ - A Guiné é o novo ‘hub’ africano da cocaína destinada à Europa?

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La Villa Elijah - Ile de Roume
Conakry – No ano passado, um ou dois aviões repletos de cocaína aterravam mensalmente na República da Guiné provenientes da América Latina. A carga de droga é enviada à Europa por organizações criminosas que penetraram no país da África ocidental.
É o que afirma um inquérito da Agência Reuters que propõe os dados publicados no Relatório do Departamento de Estado estadunidense sobre o tráfico internacional de cocaína que passa pela Guiné. A Guiné e a confinante Guiné-Bissau são o ponto final oriental da chamada “rodovia 10”, como é conhecida a rota aérea mais breve entre a América Latina e a África, que passa ao longo do décimo paralelo norte.
Segundo a Agência especializada da ONU para o combate ao crime e o tráfico de drogas, no ano passado, pelo menos 20 toneladas de cocaína, em grande parte provenientes da Colômbia e da Venezuela, transitaram na África ocidental em direção da Europa. Até o momento, a atenção dos esforços antidroga se concentrou na Guiné-Bissau, mas a prisão do ex-Chefe de Estado Maior, o almirante José Américo Bubo Na Tchuto, obrigou os traficantes a transferir parte de sua atividade para a Guiné Conakry.
Teme-se que o movimento de capitais criminosos acentue a chaga da corrupção neste país que está se esforçando em valorizar seus imensos recursos naturais para melhorar as condições de vida gerais da população.

news.va

44ª ASSEMBLEIA GERAL DA OEA EUA cada vez mais sozinhos na tentativa de isolar Cuba.

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A recente 44ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) celebrada em Assunção, capital paraguaia, demonstrou que os Estados Unidos estão cada vez más sozinhos na sua política de isolar Cuba do resto do mundo, algo que vêm tentando desde janeiro de 1959.
EUA cada vez mais sozinhos na tentativa de isolar Cuba


Embora o tema não estivesse incluído na agenda oficial, o debate acerca da participação da Ilha maior das Antilhas na próxima Cúpula das Américas — que terá lugar no Panamá, no próximo ano — foi discutido durante boa parte do evento, que se estendeu entre 3 e 5 de junho passado. Com sólidos argumentos, as nações da região reiteraram que não se pode aceitar um novo encontro sem a assistência cubana.

 A assistência de Cuba a estes eventos, que reúnem em cada três anos as Chefas e Chefes de Estado e de Governo do continente, é um reclame histórico da comunidade latino-americana e caribenha, desde que foi celebrada a primeira destas Cúpulas, em Miami, em 1994.

 Alguns dos foros onde se tornou patente esta reclamação têm sido: na 5ª Cúpula das Américas, realizada em 2009, em Porto Espanha, Trinidade e Tobago e na 6ª Cúpula, em Cartagena, Colômbia, em 2012. Ainda, no 8º Conselho Político da ALBA-TCP, em Caracas, em fevereiro de 2012; na 4ª reunião ministerial Caricom-Cuba, em setembro de 2013, efetuada em Saint George, Granada, e no Conselho de Ministras e Ministros das Relações Exteriores da Unasul, reunidos em maio de 2014 em Puerto Ayora, nas Ilhas Galápagos equatorianas. E a declaração adotada por unanimidade, na 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Janeiro de 2014, em Havana, a respeito daplena integração de Cuba à região e à comunidade internacional, a recusa do bloqueio e outras exclusões unilaterais.

 A Nicarágua iniciou a rodada de intervenções com uma chamada de atenção de seu representante, Dennis Moncada. O diplomata lembrou que era “impossível celebrar outra Cúpula das Américas sem a presença cubana”, como já se havia dito em Cartagena.
 Ao longo dos três dias da reunião, sucederam-se intervenções de cerca de vinte países apoiando Cuba. O embaixador permanente da Venezuela ante a OEA, Roy Chaderton, insistiu em dar cabo das “precondições e vetos” a Cuba.

 A delegação de São Vicente e as Granadinas ratificou a firme posição da Caricom, em cujo nome falou o chanceler de Santa Lucia, Alva Baptiste.

  A posição de recusa frontal à exclusão, unida à advertência de ausentar-se da 7ª Cúpula, caso nosso povo não for convidado, foi expressa, mais uma vez, pelo Equador, Nicarágua, Venezuela e a Bolívia. A este grupo aderiu a Argentina, cujo chanceler Héctor Timerman resumiu a situação da seguinte maneira: “Se Cuba for excluída, nós também nos consideraremos excluídos”.

  Por seu lado, o chanceler uruguaio, Luis Almagro, falou também em nome doutros dos países que já advertiram que não conviverão com uma nova ausência de Cuba na Cúpula do Panamá.

 Ora, quando aumentam também as vozes no interior dos EUA, apelando a uma mudança de política relativamente a seu visão, cabe perguntar se o Governo continuará sequestrado pelos setores minoritários e radicais, que defendem a continuidade das agressões e a subversão.
 Seria capaz o governo dos Estados Unidos de boicotar as Cúpulas que eles mesmos criaram, diante do medo de compartilhar o mesmo ar que um líder revolucionário?, é só uma das muitas perguntas que pairam no ar, já encerrada a 44ª Assembleia da OEA.

# granma.cu






domingo, 8 de junho de 2014

O Brasil vai mal, desculpe...

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O Brasil vai mal, desculpe. 20429.jpeg


Quando era chanceler na ONU, Oswaldo Aranha sempre que cumprimentado respondia "o Brasil vai bem, obrigado".  Já escrevi isso não sei quantas vezes, e vou continuar escrevendo, sou discípulo de Nelson Rodrigues desde o ginásio, e o nosso teatrólogo maior adorava uma repetição. 

Vou fugindo do assunto propositadamente.  Escrever falando o que sente da pátria no momento dói.  Mas estou velho no assunto, tenho que enfrentar.  Explico: a coisa vai mal. O povo deseducado, os políticos cada vez mais omissos, ou até mesmo maldosos demais.
Estamos a poucos dias do início da Copa Mundial de Futebol. Normamente, o brasileiro fica numa euforia gostosa de se ver.  Coloca enfeites nas ruas, pinta a bandeira no asfalto, as prefeituras dão prêmios aos lugares mais bem decorados, é tudo uma alegria só.  Aqui, como se não bastassem os estádios superfaturados que não servirão para nada quando os jogos terminarem, o aeroporto de Brasília ficou inundado com uma chuva comum. Ainda não está totalmente construído, mas o telhado deixou passar muita água.
Ora, construir um telhado é fácil.  A gente fica com medo da estrutura do prédio.  Se o telhado não vai bem, e o resto?  Faz pouco tempo, coisa de dias, que um cidadão morreu de enfarte por falta de atendimento. Em frente ao Instituto Nacional de Cardiologia! 
          A presidente diz que tudo vai bem.  Que nada vai cair.  Esperamos que sim.  Enquanto isso, ela baixa um decreto criando 'comissões populares' para votarem leis.  Não se entende.  Quem legisla é o Congresso, eleito pelo povo, e não comissários nomeados, ganhando sabe-se lá quanto.  Um deputado não custa menos do que cinquenta mil reais por mês, fazendo as contas por baixo. O salário mínimo gira em torno de pouco menos do que mil reais, ou seja, o parlamentar ganha cinquenta vezes mais do que um operário sem qualificação profissional.  Não vai fazer mais nada, as 'comissões populares' vão assumir esta responsabilidade?  Diante da lei, esta criação é um absurdo dos maiores, a Constituição veda tal procedimento, que é uma afronta ao Legislativo.
            Inflação crescente, educação cada vez mais precária, alunos agredindo professores, a guerra do tráfico matando uma média de vinte pessoas por dia, entre bandidos e policiais, o número já supera muito a Guerra do Vietnã - diabos, onde o Brasil vai parar?            O mais interessante é que mais de setenta por cento da população quer reformas, mas a presidente continua liderando as pesquisas eleitorais. Dizem os entendidos que o seu governo foi o pior que o país já teve, desde as Capitanias Hereditárias.      
Jorge Cortás Sader Filho é escritor
# pravda.ru

sábado, 7 de junho de 2014

A vantagem de ter os holofotes sobre a África.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Além de "levantar a moral" dos países, a Copa pode render dividendos reais às nações africanas, que veem no torneio uma oportunidade de se expor ao mundo.Delírio de torcedores de Gana na vitória por 1 a 0 contra a Sérvia, na Copa de 2010. Uma das melhores seleções africanas enfrentará alemães em Fortaleza.
Nigéria, Camarões,Costa do Marfim, Gana e Argélia são os cinco dos 54 países africanos que representarão o continente na Copa de 2014. Eles sabem que não são favoritos a levarem a taça, mas, sob os olhares do mundo, também têm ciência dos ganhos que os holofotes da competição podem render.

“Quando Camarões estiver em campo com o Brasil, ele sabe que as atenções do mundo estarão voltadas para ele. E os países africanos capitalizam isso muito bem. As fichas são apostadas não em uma possível vitória na final, mas já no fato de suas seleções estarem lá”, explica o presidente do Instituto Brasil-África e consultor internacional, João Bosco Monte.

Conforme ele explica, a visibilidade pode gerar dividendos reais. “Camarões, que tem no máximo 25 milhões de habitantes, que vive basicamente da agricultura, quando se expõe para o mundo tem a condição de atrair, inclusive, investimentos. Há uma ação orquestrada pela União Africana (entidade politica que congrega os países), por exemplo, que destina recursos àquelas nações, porque elas vão representar o continente na Copa”, exemplificou.

Afora isso, há, ainda, a importância do futebol para a promoção do bem estar em nações que, em alguns casos, encontram-se atoladas em crises político-econômicas. Destacar-se internamente no continente, por si só, já é motivo de orgulho. “Levanta a moral, e de forma endógena (de dentro para fora)”, observa Bosco Monte.

Assim como os brasileiros, diz o especialista, uma enorme parcela dos africanos é apaixonados por futebol – até por influência da Europa, que levou o esporte ao continente vizinho como opção de lazer, entretenimento e até de mudança de vida(Hébely Rebouças)
# opovo.com.br

PM de Timor-Leste cancela agenda de hoje na Guiné-Bissau devido a indisposição.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Bissau, 07 jun (Lusa) - O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, cancelou toda a agenda de hoje do programa de visita à Guiné-Bissau devido a uma indisposição, disse à agência Lusa fonte da missão timorense no país.
No entanto, é esperado que o chefe de governo timorense retome no domingo os contactos, reunindo-se às 11:00 com representantes das polícias e serviços de segurança do Estado guineense e às 14:00 com as chefias militares, acrescentou.
Xanana Gusmão tinha previsto para hoje encontros com o Presidente de transição, Serifo Nhamadjo, e com o Presidente da República eleito, José Mário Vaz, para além de uma visita de cortesia à Assembleia Nacional Popular.
O primeiro-ministro de Timor-Leste está desde sexta-feira na Guiné-Bissau para convidar as novas autoridades eleitas para a cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a realizar em Dili, Timor-Leste, a 23 de julho.
Uma missão de Timor-Leste apoiou financeiramente o recenseamento eleitoral realizado na Guiné-Bissau entre dezembro e fevereiro e Xanana Gusmão vai fazer na segunda-feira a entrega simbólica da respetivabase de dados - o registo do eleitorado já serviu de base às eleições de abril e maio (legislativas e presidenciais).
A Guiné-Bissau realizou este ano as primeiras eleições após o golpe de Estado militar de abril de 2012, o que vai permitir o regresso do país à norma constitucional, bem como o reatamento de plenas relações diplomáticas com a comunidade internacional.
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) venceu as legislativas de 13 de abril com maioria absoluta e vai ocupar 57 dos 102 lugares da ANP.
O líder da força política maioritária, Domingos Simões Pereira, ex-secretário executivo da CPLP, vai ser o novo primeiro-ministro.
A segunda volta das presidenciais, a 18 de maio, deu a vitória a José Mário Vaz, apoiado pelo PAIGC, ministro das Finanças do governo deposto em 2012.
LFO // SMA
Lusa/fim

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