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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cuba: ARTIGO DE FIDEL - Os heróis de nossa época.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Muito se tem para dizer destes tempos difíceis para a humanidade. Hoje, no entanto, é um dia de especial interesse para nós e também para muitas pessoas. Ao longo de nossa breve história revolucionária, desde o golpe cruel de 10 de março de 1952, promovido pelo império contra nosso pequeno país, não poucas vezes nos vimos na necessidade de tomar importantes decisões.
 Quando já não restava nenhuma alternativa, outros jovens, de qualquer outra nação em nossa complexa situação, faziam ou se propunham fazer o mesmo que nós, ainda que no caso particular de Cuba a casualidade, como tantas vezes na história, jogou um papel decisivo.
 A partir do drama criado em nosso país pelos Estados Unidos naquela data, sem outro objetivo que frear o risco de pequenos avanços sociais que pudessem antecipar futuros de mudanças radicais na propriedade ianque em que tinha sido convertida Cuba, se engendrou nossa Revolução Socialista.
 A Segunda Guerra Mundial, que acabou em 1945, consolidou o poder dos Estados Unidos como principal potência econômica e militar e converteu esse país, cujo território estava distante dos campos de batalhas, no mais poderoso do planeta.
 A esmagadora vitória de 1959, podemos afirmar sem sombra de chauvinismo, converteu-se em exemplo do que uma pequena nação, lutando por si mesma, pode fazer também pelos demais.
 Os países latino-americanos, com um mínimo de honrosas exceções, se bastaram depois das migalhas oferecidas pelos Estados Unidos; por exemplo, a quota açucareira de Cuba, que durante quase um século e meio abasteceu esse país em seus anos críticos, foi repartida entre produtores ávidos de mercados no mundo.
 O ilustre general norte-americano que presidia então esse país, Dwight D. Eisenhower, tinha dirigido as tropas na guerra em que libertaram, apesar de contar com poderosos meios, só uma pequena parte da Europa ocupada pelos nazistas. O substituto do presidente Roosevelt, Harry S. Truman, mostrou ser o conservador tradicional que nos Estados Unidos costuma assumir tais responsabilidades políticas nos anos difíceis.
 A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas que se constituiu, até fins do século 20, na mais grandiosa nação da história na luta contra a exploração impiedosa dos seres humanos foi dissolvida e substituída por uma Federação que reduziu a superfície daquele grande Estado multinacional em quase 5,5 milhões quilômetros quadrados.
 Algo, no entanto, não pôde ser dissolvido: o espírito heróico do povo russo, que unido a seus irmãos do resto da URSS tem sido capaz de preservar uma força tão poderosa que junto à República Popular da China e países como Brasil, Índia e África do Sul, constituem um grupo com o poder necessário para frear a tentativa de recolonização do planeta.
 Dois exemplos ilustrativos destas realidades podemos ter primeiro na República Popular de Angola. Cuba, como outros muitos países socialistas e movimentos de libertação, colaborou com ela e com outros que lutavam contra o domínio português na África. Este exercia-se de forma administrativa direta com o apoio de seus aliados.
 A solidariedade com Angola era um dos pontos essenciais do Movimento de Países Não Alinhados e do Bloco Socialista. A independência desse país fez-se inevitável e era aceita pela comunidade mundial.
 O Estado racista da África do Sul e o Governo corrupto do antigo Congo Belga, com o apoio de aliados europeus, preparavam-se ávidos para a conquista e a partilha de Angola.
 Cuba, que há anos cooperava com a luta desse povo, recebeu a solicitação de Agostinho Neto para o treinamento de suas forças armadas que, instaladas em Luanda, a capital do país, deviam estar preparadas para sua posse, oficialmente estabelecida para o dia 11 de novembro de 1975.
 Os soviéticos, fiéis a seus compromissos, tinham-lhes fornecido equipes militares e esperavam o dia da independência para enviar os instrutores. Cuba, por sua vez, se adiantou no envio dos instrutores solicitados por Neto.
 O regime racista da África do Sul, condenado pela opinião mundial, decide adiantar seus planos e envia forças motorizadas em veículos blindados, dotados de potente artilharia que, depois de avançar centenas de quilômetros a partir de sua fronteira, atacaram o primeiro acampamento de instrução, onde vários instrutores cubanos morreram em resistência.
 Depois de vários dias de combates sustentados por aqueles valorosos instrutores junto aos angolanos, conseguiram deter o avanço dos sul-africanos para Luanda, a capital da Angola, onde tinha sido enviado por ar um batalhão de Tropas Especiais do Ministério do Interior, transportado de Havana nos velhos aviões Britannia de nossa linha aérea.
 Assim começou aquela épica luta naquele país da África negra, tiranizado pelos racistas brancos, cujos batalhões de infantaria motorizada e brigadas de tanques, artilharia blindada e meios adequados de luta, derrotaram as forças racistas de África do Sul e as obrigaram a retroceder até a mesma fronteira de onde tinham partido.
 Porém, não foi no ano de 1975 a etapa mais perigosa daquele embate. Esta teve lugar, aproximadamente, 12 anos mais tarde, no sul da Angola.
 Assim o que parecia o fim da aventura racista no sul de Angola era só o começo, pelo menos começaram a levar em consideração que aquelas forças revolucionárias de cubanos brancos, mulatos e negros, junto aos soldados angolanos, eram capazes de fazer engolir o pó da derrota aos supostamente invencíveis racistas. Talvez confiaram demais em sua tecnologia, suas riquezas e o apoio do império dominante.
 Ainda que não fosse nunca nossa intenção, a atitude soberana de nosso país não deixava de ter contradições com a própria URSS, que tanto fez por nós em dias realmente difíceis, quando o corte dos fornecimentos de combustível a Cuba por parte dos Estados Unidos nos teria levado a um prolongado e caro conflito com a poderosa potência do Norte. Desaparecido esse perigo ou não, o dilema era decidir entre sermos livres ou nos resignar a sermos escravos do poderoso império vizinho.
 Em tão complicada situação como naquela do acesso de Angola à independência, em luta frontal contra o neocolonialismo, era impossível que não surgissem diferenças em alguns aspectos dos quais podiam resultar consequências graves para os objetivos traçados, que no caso de Cuba, como parte nessa luta, tinha o direito e o dever de conduzir ao sucesso.
 Sempre que no nosso julgamento qualquer aspecto de nossa política internacional podia se chocar com a política estratégica da URSS, fazíamos o possível para evitá-lo. Os objetivos comuns exigiam de cada qual o respeito aos méritos e experiências da cada um deles. A humildade não está em contradição com a análise séria da complexidade e importância da cada situação, ainda que em nossa política sempre fomos muito estritos com todo o que se referia à solidariedade com a União Soviética.
 Em momentos decisivos da luta em Angola contra o imperialismo e o racismo produziu-se um desses conflitos, que se derivou de nossa participação direta naquela região e do fato de nossas forças não só lutar, como também instruir a cada ano milhares de combatentes angolanos, aos quais apoiávamos em sua luta contra as forças pró-ianques e pró racistas da África do Sul.
 Um militar soviético era o assessor do governo e planificava o emprego das forças angolanas. Divergíamos, no entanto, em um ponto e de fato verdadeiramente importante: a reiterada frequência com que se defendia o critério errôneo de empregar naquele país as tropas angolanas melhor treinadas a quase mil e quinhentos quilômetros de distância de Luanda, a capital, pela concepção própria de outro tipo de guerra, nada parecida à de caráter subversivo e guerrilheiro dos contrarrevolucionários angolanos.
 Na realidade, não existia uma capital da Unita, nem Savimbi tinha um ponto onde resistir, se tratava de um chamariz da África do Sul racista que servia só para atrair para lá as melhores e mais preparadas tropas angolanas para supreendê-las. Dessa forma, nos opúnhamos a tal conceito que mais de uma vez se aplicou, até a última batalha para golpear o inimigo com nossas próprias forças, a batalha de Cuito Cuanavale.
 Direi que aquele prolongado confronto militar contra o exército sul-africano se produziu na raiz da última ofensiva contra a suposta "capital de Savimbi", em um longínquo rincão da fronteira de Angola, África do Sul e da Namíbia ocupada, para onde as valentes forças angolanas, partindo de Cuito Cuanavale, antiga base militar desativada da Otan, ainda que bem equipadas com os mais novos CARROS blindados, tanques e outros meios de combate, iniciavam sua marcha de centenas de quilômetros para a suposta capital contrarrevolucionária.
 Nossos audazes pilotos de combate apoiavam-nos com os Mig-23 quando estavam ainda dentro de seu raio de atuação.
 Quando ultrapassavam aqueles limites, o inimigo golpeava fortemente aos valorosos soldados das Fapla com seus aviões de combate, sua artilharia pesada e suas bem equipadas forças terrestres, ocasionando muitas baixas entre mortos e feridos. Mas desta vez dirigiam-se, em direção as golpeadas brigadas angolanas, para a antiga base militar da Otan.
 As unidades angolanas retrocediam em uma frente de vários quilômetros de distância entre elas. Dada a gravidade das perdas e o perigo que podia ser derivado delas, se esperava a solicitação habitual da assessoria do Presidente de Angola para que se apelasse ao apoio cubano, e assim foi.
 A resposta firme desta vez foi que tal solicitação só seria aceita se todas as forças e meios de combate angolanos na Frente Sul se subordinassem ao comando militar cubano. De imediato foi aceita aquela condição.
 Com rapidez mobilizaram-se as forças em função da batalha de Cuito Cuanavale, onde os invasores sul-africanos e suas armas sofisticadas se lançaram contra as unidades blindadas, a artilharia convencional e os Mig-23 tripulados pelos audazes pilotos de nossa aviação. A artilharia, tanques e outros meios angolanos localizados naquele ponto que careciam de pessoal foram postos em disposição combativa com o pessoal cubano.
 Os tanques angolanos que em sua retirada não podiam vencer o obstáculo do caudaloso rio Queve, ao Leste da antiga base da Otan, cuja ponte tinha sido destruída semanas antes por um avião sul-africano sem piloto, carregado de explosivos, além de estar rodeado de minas antipersonal e antitanques.
 As tropas sul-africanas que avançavam toparam a pouca distância com uma barreira intransponível contra a qual se estatelaram. Dessa forma com um mínimo de baixas e vantajosas condições, as forças sul-africanas foram contundentemente derrotadas naquele território angolano.
 Mas a luta não tinha sido concluída, o imperialismo com a cumplicidade de Israel tinha convertido a África do Sul em um país nuclear. Ao nosso exército tocava pela segunda vez o risco de se converter em alvo de tal arma.
 Mas sobre esse ponto, com todos os elementos de julgamento apropriados, estou elaborando e talvez possa ser escrito nos próximos meses.
 Que acontecimentos ocorreram ontem à noite que deram lugar a esta prolongada análise? Dois fatos, a meu julgamento, de especial transcendência:
 A partida da primeira Brigada Médica Cubana para África para lutar contra o Ébola. O brutal assassinato em Caracas, Venezuela, do jovem deputado revolucionário Robert Serra.
 Ambos os fatos refletem o espírito heróico e a capacidade dos processos revolucionários que têm lugar na Pátria de José Martí e no berço da liberdade da América, a Venezuela heróica de Simón Bolívar e Hugo Chávez.
 Quantas espantosas lições guardam estes acontecimentos! Mal as palavras servem para expressar o valor moral de tais fatos, que ocorreram quase simultaneamente.
 Não poderia jamais achar que o crime do jovem deputado venezuelano seja obra do acaso.
 Seria tão incrível, tendo em vista a prática dos piores organismos ianques de inteligência. A verdadeira casualidade seria se o repugnante feito não tivesse sido realizado intencionalmente, ainda mais quando o mesmo se enquadra absolutamente ao que foi anunciado pelos inimigos da Revolução Venezuelana.
 De todas as formas, me parece absolutamente correta a posição das autoridades venezuelanas de propor a necessidade de investigar cuidadosamente o caráter do crime. O povo, no entanto, expressa comovido sua profunda convicção sobre a natureza do brutal fato de sangue.
 O envio da primeira Brigada Médica a Serra Leoa, marcado como um dos pontos de maior presença da cruel epidemia do Ébola, é um exemplo do qual um país pode se orgulhar, pois não é possível atingir neste instante maior honra e glória.
 Se ninguém teve a menor dúvida de que as centenas de milhares de combatentes que foram a Angola e a outros países de África ou América, prestaram à humanidade um exemplo que não poderá ser apagado nunca da história humana; menos duvidaria que a ação heróica do exército de avental ocupará um altíssimo lugar de honra nessa história.
 Não serão os fabricantes de armas letais os que atingirão tal honra. Oxalá o exemplo dos cubanos que marcham para a África se agarre também à mente e ao coração de outros médicos no mundo, especialmente daqueles que possuem mais recursos, pratiquem uma religião ou outra, ou a convicção mais profunda do dever da solidariedade humana.
 É dura a tarefa daquelas e daqueles que marcham ao combate do Ébola e pela sobrevivência de outros seres humanos, ainda que com risco as suas próprias vidas. Não por isso devemos deixar de fazer o impossível para garantir, aos que tais deveres cumpram, o máximo de segurança nas tarefas que desempenhem e nas medidas a tomar para proteger a eles e a nosso próprio povo, desta ou outras doenças e epidemias.
 O pessoal que marcha à África está protegendo também aos que aqui ficam, porque o pior que pode ocorrer é que tal epidemia ou outras piores se estendam por nosso continente, ou no seio do povo de qualquer país do mundo, onde uma criança, uma mãe ou um ser humano possa morrer. Há médicos suficientes no planeta para que ninguém tenha que morrer por falta de assistência. É o que quero expressar.
 Honra e glória para nossos valorosos combatentes pela saúde e a vida!
 Honra e glória para o jovem revolucionário venezuelano Robert Serra junto à companheira María Herrera!
 Estas ideias escrevi-as em dois de outubro quando soube de ambas as notícias, mas preferi esperar mais um dia para que a opinião internacional se informasse bem e para pedir ao Granma que as publicasse no sábado.
Fidel Castro Ruz
2 de outubro de 2014
20h47

#granma.cu

Brasil: Quais serão as estratégias de Dilma e Aécio no segundo turno?

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Alçados ao segundo turno da eleição presidencial, os candidatos do PT, Dilma Rousseff, e do PSDB, Aécio Neves, têm esta segunda-feira para definir suas estratégias para a próxima etapa da disputa. A campanha recomeça no final da tarde de hoje, 24 horas após o encerramento da votação do último domingo.
A BBC Brasil ouviu analistas e assessores dos candidatos sobre como Dilma e Aécio deverão se comportar nesta fase. Agora, eles terão pouco menos de três semanas para a campanha, período bem mais curto do que os 45 dias que antecederam o primeiro turno.
O prazo apertado, segundo analistas, dificulta mudanças de rumo na campanha. Portanto, dizem eles, candidatos têm pequena margem para erros nesta fase.
Uma questão central para o segundo turno é o destino dos votos de Marina Silva (PSB), ultrapassada com folga na reta final da campanha por Aécio. Analistas avaliam que, se o tucano obtiver o apoio formal da ex-ministra, suas chances de vitória aumentam exponencialmente.
O rumo que Marina vai seguir nesta próxima etapa, no entanto, é incerto.
Analistas avaliam as três opções de Marina para 2º turno
Embora durante a campanha a candidata tenha sinalizado que optaria pela neutralidade no caso de um segundo turno entre outras siglas – como fez na eleição de 2010 – alguns analistas identificaram no pronunciamento feito pela ambientalista após a divulgação dos resultados no domingo um sinal de que ela poderia apoiar Aécio Neves.
A expectativa é de que a candidata oficialize seu posicionamento ainda nesta semana. Caso ela permaneça neutra, dizem os analistas, Dilma será favorecida, já que Aécio precisaria herdar cerca de dois terços dos votos da ex-ministra para empatar a disputa com Dilma.

Pobres x classe média

Segundo o cientista político Jairo Nicolau, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Dilma tem como maior trunfo no segundo turno uma “conexão muito sólida” com os pobres brasileiros.
“Nas últimas seis disputas houve uma divisão entre os pobres de um lado e a classe média de outro. Os azuis (PSDB) ganham a classe média, e o vermelho (PT) ganha o povão. Esse padrão deve se repetir”.
Por outro lado, diz ele, das últimas eleições para cá a rejeição ao PT cresceu no país, e a estrutura do partido nos Estados está mais frágil neste pleito.
“Uma ala grande do PMDB está com Aécio, e parte do PSB não volta mais (para a base governista)”.
Nicolau diz ainda que o mineiro conta com boa estrutura nos Estados e deve ser mais difícil de derrotar do que os últimos tucanos a disputar a Presidência, José Serra e Geraldo Alckmin.
“Ele tem uma atitude que tem sido bem avaliada nos debates, faz confronto direto com a Dilma e se protegeu das acusações mais óbvias, como as de que acabaria com os programas sociais e promoveria privatizações.”
Para o professor, o principal desafio do tucano é ganhar votos no Nordeste, região em que o PT venceu com grande vantagem.

Petrobras

Assessores de Aécio disseram à BBC Brasil que, no segundo turno, ele deve manter a estratégia de associar o governo federal a casos recentes de corrupção. A candidatura aposta em novas revelações do escândalo na Petrobras.
Como Aécio virou o jogo e chegou ao 2º turno
Nas últimas semanas, dois personagens envolvidos nas denúncias – o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa – depuseram em investigação sobre o suposto pagamento de propinas a políticos de partidos da base aliada do governo
Os depoimentos estão protegidos por sigilo, mas novos detalhes podem ser divulgados nos próximos dias. A presidente tem dito que seu governo está comprometido com o combate à corrupção na Petrobras, e que as gestões anteriores do PSDB acobertaram denúncias.

Votação (Getty)
Agora no segundo turno, candidatos têm apenas 14 dias de campanha

Para Antonio Flávio Testa, professor de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), as denúncias de corrupção na Petrobras devem deixar Dilma na defensiva no segundo turno.
Para sair dessa posição, diz ele, ela tentará debater com Aécio programas de governo, detalhando as propostas para seu segundo mandato e se comprometendo a terminar as obras que não conseguiu concluir nos últimos quatro anos.
“No primeiro turno ela já mostrou tudo o que o governo fez, então agora deverá focar no futuro”, diz o professor.

Economia e comparações

Assessores tucanos afirmam que Aécio também continuará a criticar a política econômica do governo Dilma, que, segundo o tucano, teria provocado o crescimento da inflação, freado a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) e afugentado investimentos.
Já assessores da presidente disseram à BBC Brasil que Dilma apostará na estratégia que o PT adotou nos últimos segundos turnos das disputas presidenciais, quando os candidatos petistas fizeram comparações entre os governos Lula-Dilma e a gestão FHC.
# BBC


domingo, 5 de outubro de 2014

O ex-ditador haitiano Jean-Claude Duvalier morreu de uma crise cardíaca.

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L'ex-dictateur haïtien Jean-Claude Duvalier, lors d'une conférence de presse, le 21 janvier 2011.
O ex-ditador haitiano Jean-Claude Duvalier, durante uma conferência de imprensa em 21 de janeiro de 2011 © AFP

O ex-presidente haitiano Jean-Claude Duvalier morreu na manhã de sábado, no Porto-Príncipe "Port-au-Prince" de um ataque cardíaco aos 63 anos de idade, disse à AFP o ministro da Saúde, Florence Guillaume Duperval. 
"A família nos ligou hoje de manhã para enviar um helicóptero-ambulância após o seu ataque cardíaco, não tivemos tempo de tranportá-lo, tentamos prestar atendimento no local, em seguida, a morte aconteceu", disse o ministro disse à AFP. 
Jean-Claude Duvalier, conhecido como Baby Doc, herdou o poder, em 1971, de seu pai, o ditador François Duvalier, com a idade de 19 anos. Em seguida, ele foi derrubado em 1986 por uma revolta popular. Ele voltou para a surpresa dos haitianos em 2011, após 25 anos de exílio na França. Ele, então, disse ter voltado para ajudar o povo haitiano. 
Mas desde o seu retorno, muitas queixas foram apresentadas contra ele, por prisões ilegais, torturas, aprisionamentos e exílio forçado de seus oponentes, mas também por peculato. Entretanto nenhum julgamento havia sido realizado. 
Depois de várias recusas de comparecimento, ele foi apresentado pela primeira vez no a Corte de apelação, de Porto-Principe em fevereiro 2013. A justiça haitiana tinha ordenado uma nova investigação em fevereiro em crimes contra a humanidade não prescrito atribuído ao ex-ditador. 
Jean-Claude Duvalier, cujos advogados regularmente enfatizavam sua saúde frágil, vivendo em aposentadoria, em uma área de luxo na parte alta de Porto-Principe. 

# jeuneafrique.com

sábado, 4 de outubro de 2014

MOÇAMBIQUE: CAMPANHA ELEITORAL.

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CAMPANHA ELEITORAL - Nyusi promete aplicar recursos em escolas


O CANDIDATO presidencial do Partido Frelimo, Filipe Nyusi, prometeu ontem em Inhambane que a redistribuição da riqueza resultante da exploração dos recursos naturais existentes naquela região e em todo o país será feita através da aplicação do dinheiro em escolas, fontes de abastecimento de água, energia eléctrica, hospitais, vias de acesso em condições e outras infra-estruturas económicas e sociais.
Falando no bairro Liberdade III,  arredores da capital provincial, Filipe Nyusi reiterou que como futuro Chefe do Estado não terá dinheiro para distribuir aos moçambicanos mas sim no quadro da gestão racional e sustentável dos recursos locais poderá ser possível a concretização dessa promessa. O candidato da Frelimo reafirmou ainda que o seu sonho é transformar Inhambane num centro estratégico de desenvolvimento do país através da exploração dos recursos naturais ali existentes para a redução gradual do desemprego, principalmente na juventude.

CAMPANHA ELEITORAL - Dhlakama reúne-se com comerciantes



O CONCORRENTE da Renamo às presidenciais de 15 de Outubro, Afonso Dhlakama, deverá se reunir hoje com os vendedores formais e informais no município da cidade de Tete, no prosseguimento da sua campanha eleitoral à província de Tete.
Afonso Dhlakama, segundo o programa que nos foi cedido pelo Gabinete de Preparação Eleitoral da Renamo em Tete, chega domingo à cidade de Tete, proveniente do Planalto de Angónia onde, entre outras actividades, vai orientar um comício popular no campo de futebol no bairro Sansão Muthemba junto ao Mercado Kwachena Nhartanda, no prosseguimento de “caça” ao voto para si e para o seu partido. Depois disso Dhlakama vai se reunir com os membros e simpatizantes da Renamo.
#jornalnoticias.co.mz

Ebola: Sierra Leoa introduz lições pela rádio e TV para as escolas.

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As autoridades da Serra Leoa introduziram aulas de rádio e televisão para compensar o tempo perdido no calendário acadêmico. 

Escolas eram para abrir no início de setembro. A declaração do estado de emergência em julho empurrou o calendário indefinidamente. 

Com a inabalável epidemia, as autoridades educativas temem que o ano lectivo possa ser perdido. 

Começando terça-feira, 7 de outubro, estudantes de todo o país começaráão as aulas através da mídia. 

O programa vai ter 41 estações de rádio em todo o país, e a única televisão nacional, SLBC, levará lições da escola ao ar. 

O "sistema de escola inteira foi interrompida e as crianças não estão aprendendo", diz ministro da Educação, Dr Minkailu Bah. 

A partir de sexta-feira, dados do Ministério da Saúde e Saneamento mostraram 557 pessoas morreram da doença em Serra Leoa, fora de 2.246 casos. 

O epicentro do país, desde então, deslocou-se do leste para o norte, onde os casos foram se multiplicando a cada dia. 

Os mais atingidos, Distrito de Bombali, com 227 casos, STANDS em terceiro, atrás Kailahun e Kenema, a leste com 530 e 429 casos, respectivamente. 

Um novo relatório publicado na quarta-feira pela caridade, Save the Children, indica uma situação muito pior da que se pensava. 

Cinco pessoas são infectadas com o vírus Ebola cada hora em Sierra Leoa, diz o relatório. 

Hospitais comprimidos com rodada de pessoas doentes a cada dia por falta de espaço, já confirmada em parte do relatório. 

As questões de privacidade 

De acordo com a Save the Children, cerca de 765 novos casos da doença Ebola foram relatados no país na semana passada. 

E isso, a caridade acrescenta, acontece em um país com apenas 327 leitos disponíveis para os pacientes. 

A taxa de infecção pode chegar a 10 pessoas em uma hora, se medidas urgentes não forem tomadas, adverte. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a partir de quarta-feira, o volume de casos nos quatro países do Oeste Africano afetados combinados estava sobre 7100, com mais de 3.300 mortes. 

Na sexta-feira, um médico Uganda chegou à Alemanha para tratamento após contrair o vírus em um centro de tratamento 22-cama recém-inaugurado perto de Freetown. 

A caridade italiana médica, de emergência, que dirige o centro em Lakkah, recusou-se a divulgar a identidade do doente citando privacidade. 

Cerca de 165 profissionais de saúde cubanos chegaram em Freetown na quinta-feira para impulsionar os esforços para combater a doença. 

O Presidente Ernest Bai Koroma repetiu na sexta-feira o pedido para mais apoio internacional para combater a doença. 

Seu apelo na visita do Ministro  irlandês de Desenvolvimento Internacional após um dia depois de sua tentativa fracassada de viajar para o Reino Unido para uma conferência para arrecadar fundos para o país no esforço anti-Ebola, organizado pelo governo britânico.

# africareview.com


CELEBRAÇÃO DE " l’Aïd-El-Kébir " NA COSTA DO MARFIM.

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Célébration
No centro o chefe de Estado Alassane Ouattara

Os muçulmanos na Costa do Marfim celembram neste sábado, assim como os outros ao redor do mundo, o Eid Al-Adha (Eid-El-Kebir), conhecido como o "Festival do Sacrifício" ou Tabaski a segunda maior festa naquela comunidade. 

Vestida com suas melhores roupas, os fiéis invadem as várias mesquitas para assistir dois rakattes, orações e sermões dos imãs que abordam diversos temas. 

Na Grande Mesquita no Golfo da Riviera, onde houve a oração oficial com a participação do chefe de Estado Alassane Ouattara, o Imam Mamadou Traoré explicou a importância do sacrifício de Abraão. 

Quanto à notícia, ele elogiou os esforços feitos pelas autoridades políticas e administrativas do país ao longo das linhas de reconciliação. Imam Traoré acolheu a representação da sociedade civil, incluindo a religiosa no seio da Comissão Eleitoral Independente (CEI). 

Após a oração, os fiéis foram mandados para casa para o segundo destaque do festival que é o sacrifício do animal (ovinos, carne ...), a carne deve ser dividido em três partes (família, amigos e vizinhos). 

A festa de Tabaski ou Eid-El-Kabir comemora a disposição de Abraão de sacrificar seu filho Ismael como um ato de submissão a Alá. Também marca o fim da peregrinação (Hajj, quinto pilar do Islã) a Meca, na Arábia Saudita. Os peregrinos hospedam-se na sexta-feira na estação de Arafat, cerca de uma vintena de Meca, antes de regressar a Mina para outra ritos deste pilar do Islã. 


LS / APA

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Crise de Ebola: Libéria quer processar o homem hospitalizado no hospital dos EUA.

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Libéria foi mais afetada pelo surto, com 1.998 mortes registradas são os últimos dados da ONU. FOTO | BBC

As autoridades liberianas dizem que vão processar o homem diagnosticado com Ebola que está nos EUA, acusando-o de mentir sobre seu contato com um parente infectado. 

Quando ele deixou o país no mês passado, a nação liberiano, Thomas Eric Duncan preencheu um questionário dizendo que nenhum de seus parentes estavam doentes. 

Mas o vice-ministro da Saúde da Libéria disse que ele tinha levado um parente doente para uma clínica em um carrinho de mão. 

Sr. Duncan está em estado grave em um hospital em Dallas. 

Ele é o primeiro caso de Ebola a ser diagnosticado em solo americano, onde cerca de 100 pessoas estão sendo verificadas por exposição ao Ebola. 

Mais de 3.330 pessoas já morreram do surto de Ebola em quatro países da África Ocidental. 

' Rápida Recuperação' 

Jonathan Paye-Layleh o correspondente da BBC na capital da Libéria, Monróvia, disse que o anúncio de acusação foi feita na conferência de atualização de notícias semanais de Ebola, que é acompanhado por inúmeros funcionários do governo e foi dominado pelo caso do Sr. Duncan. 

"Desejamos-lhe uma rápida recuperação; aguardamos sua chegada na Libéria" para enfrentar um processo, disse Binyah Kesselly, o presidente do conselho de administração da Autoridade Aeroportuária da Liberia. 

Vice-ministro da Informação, Isaac Jackson confirmou que o Sr. Duncan seria processado por ele ter "mentido sob o juramento sobre o seu status com Ebola". 

Antes da entrevista, o senhor Kesselly disse que Sr. Duncan tinha respondido "não" a todas as perguntas do formulário do Ebola, que inclui um sobre se o viajante tem parentes doentes com Ebola. 

O vice-ministro da Saúde Tolbert Nyenswah explicou na entrevista coletiva que estava investigando os movimentos do Sr. Duncan antes de deixar a Libéria em 19 de setembro. 

Ele disse que Duncan trabalha como motorista na Libéria para Guardar- Carga para envio, numa subsidiária do serviço de correio internacional FedEx, e vive no subúrbio Paynesville 72, Comunidade de Monrovia. 

Eric Vaye, um vizinho do Sr. Duncan, também participou para ajudar no acompanhamento dos contactos, e disse que nove pessoas haviam morrido de Ebola no distrito nas últimas semanas. 

Sr. Duncan é acusado de ter empurrado o carrinho de mão quando conduzia um parente doente para uma clínica. 

Nosso repórter diz que isso é proibido e as pessoas são obrigadas a ligar para um número de emergência para garantir que os pacientes sejam recolhidos por trabalhadores da saúde de modo que mais contato com pessoas doentes seja evitado. 

Sr. Nyenswah disse que era "menos provável" que o Sr. Duncan tivesse contraído a doença quando de sua passagem por Libéria, porque ele não estava mostrando sinais antes de sair. 

Segundo os últimos dados da ONU, houve 7.178 casos de Ebola confirmados, com a Serra Leoa, Libéria e Guiné sofrendo mais. 


Liderança da organização de caridade Salvem as Crianças "Save the Children" alertou que Ebola está se espalhando a uma "taxa terrível", com o número de novos casos registrados dobrando a cada poucas semanas.

# africareview.com

Cabo Verde vai avaliar viagens para os EUA por causa da situação do ébola anunciada nesse país e decidir que posição adoptar.

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Minha gente, caiu como uma bomba! Essa notícia em parte seria de aplaudir o governo caboverdiano se se tratasse de um país qualquer; portanto, menos viável que próprio Cabo Verde. Mas tratando-se dos Estados Unidos? A primeira potência mundial? País esse que tomou de frente ações diretas para ajudar a combater o vírus com tendências a se espalhar pelo mundo? País que salvou todos os pacientes de origem americana que contraíram essa doença nos países africanos e que hoje estão livre da doença? Seria realmente uma atitude estratégica do Governo, estancar viagens de cidadãos caboverdianos aos Estados Unidos porque esse país estaria entre áspas " assolado por vírus Ébola " ?  Sou admirador confesso dos passos largos rumo ao desenvolvimento que o Governo caboverdiano e seu povo deram nos últimos anos em relação a qualquer outro país africano, mas eu acho que uma atitude dessa devia ser analisada friamente antes de ser anunciada - minha opinião. 

Veja o vídeo: Vídeo


De: Samuel Vieira


Brasil: Candidatos elegem Dilma Rousseff como alvo no último debate antes do 1º turno.

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Candidata petista foi fustigada durante as quase duas horas do debate promovido pela Rede Globo. Corrupção e aparelhamento de estatais foram principais temas dos ataques.

                         Candidatos participaram do último debate antes do 1º turno                                                                                         
A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) foi escolhida como alvo preferencial dos demais candidatos no debate entre os presidenciáveis promovido pela Rede Globo de televisão na noite desta quinta-feira (02). Seus dois principais concorrentes, Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) aproveitaram o debate desta madrugada para desgastar a candidata petista. Logo na primeira pergunta, Luciana Genro (PSOL) aproveitou para fustigar Dilma com uma pergunta sobre a corrupção na Petrobras e sobre as alianças firmadas pelo PT com partidos de direita.


“Não são as alianças que definem corruptos. Há corruptos em todos os lugares. As instituições é que devem ser virtuosas e investigar. A CGU, a abertura para investigar aconteceu no meu governo. Eu quero garantir que todos os crimes serão investigados, doa a quem doer. Não há ninguém acima da corrupçãotodo mundo pode cometer corrupção, as instituições que devem investigar”, disse Dilma, citando medidas de combate à corrupção.

Logo no fim do primeiro bloco, os candidatos Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) protagonizaram um bate-boca sobre temas polêmicos, como legalização das drogas e o combate à homofobia. Em uma pergunta de tema livre, Eduardo Jorge sugeriu a Levy Fidelix que ele “pedisse desculpas ao povo brasileiro”, por conta de posições consideradas homofóbicas, defendidas pelo candidato do PRTB no debate da Record, na semana passada. Fidelix, por sua vez, acusou o presidenciável do PV de “fazer apologia” do uso de drogas.

Ainda no primeiro bloco, Aécio Neves e Marina Silva mandaram artilharia pesada um contra o outro. Disputando uma vaga no segundo turno contra Dilma, ambos investiram em pontos fracos do adversário direto. O tucano questionou o discurso marineiro de "nova política", enquanto a ambientalista criticou o PSDB pela suposta compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição, no Congresso, quando"começou o mensalão", segundo a peesebista.

No segundo bloco, Marina criticou a inexperiência de Dilma, por "não ter sido nem vereadora e virado presidente". "Interessante, vindo de uma pessoa que defende a nova política", rebateu petista. Ambas discutiram sobre a autonomia do Banco Central. "Sugiro que a senhora leia o que escreveram no seu programa", alfinetou Dilma. "Autonomia é para combater a inflação, que hoje está alta, e para que não haja interferência política de quem acha que manda em tudo", rebateu Marina.

"Terminou, candidatas, por favor. Candidatas!". William Bonner teve trabalho para fazer com que Marina e Dilma parassem de falar, após um embate duro entre as duas sobre corrupção, no terceiro bloco. "A corrupção foi varrida para debaixo do tapete", criticou Marina sobre o governo Dilma. Vamos colocar os pingos nos is: o diretor nomeado por você, diretor de fiscalização do Ibama, foi afastado no meu governo por crime de desvio de recursos. E eu não saí por aí dizendo que você conhecia e tinha acobertado a corrupção", devolveu Dilma na tréplica.

Nas considerações finais, Dilma pediu ao eleitor que "vote com a sua consciência, paz e amor no coração". Marina se despediu prometendo o passe Livre e uma saúde "que acolha as pessoas na hora em que elas precisam".  Aécio Neves prometeu ser "o presidente de todos os brasileiros". Eduardo Jorge encerrou classificando o PV como "conservador, reformista, revolucionário e necessário". Pastor Everaldo defendeu as bandeiras da "família", como fez em todos os debates. Levy, acusado de homofobia, falou da "inversão de valores e desagregação social", e prometeu estar de volta nas próximas eleições. Após apresentar as bandeiras do PSol, Luciana Genro questionou: "Isso é utopia? Sim, uma utopia concreta, porque ela pode se realizar."

# correiobraziliense.com.br

Senegal: 70 senegaleses repatriados esta noite da república Centro Africana.

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Depois de uma primeira onda de 500 pessoas em janeiro último, as autoridades senegalesas decidiram acolher outros compatriotas repatriados. Setenta (70) senegaleses vão assim pisar a pista do aeroporto Leopold Sedar Senghor (LSS) esta sexta-feira à noite, informa "O Povo". Cinqüenta (50) Outros, incluindo alguns dos Camarões, são esperados na próxima semana. 
O jornal relata que esta operação era para ser realizada mais cedo. Mas devido ao Ebola e a ascensão do grupo Boko Haram nos últimos tempos, isso atrasou a operação de acolhimento de nossos compatriotas repatriados.

# seneweb.com

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ratificada sólida amizade entre Cuba e a China.

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O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, presidiu a cerimônia de comemoração do 65º aniversário da República Popular da China.


“AS relações entre China e Cuba são exemplo de cooperação entre países em desenvolvimento e seu aprofundamento é uma prioridade dapolítica exterior do gigante asiático”, assegurou na quarta-feira, 1º de outubro, o embaixador Zhang Tuo no ato de comemoração do 65º aniversário da fundação da República Popular da China.
 Na cerimônia, presidida pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel, o diplomata chinês lembrou que Cuba foi a primeira nação da América em estabelecer relações diplomáticas com seu país, no ano 1960.
 Em seu discurso destacou que os laços entre ambos os povos, partidos e governos conseguiram resistir a prova do tempo.
 Acrescentou que Cuba e a China aprendem mutuamente de suas experiências na construção do socialismo com características próprias em cada país.
 Disse, ainda, que sob a condução do PCC, nosso país se encontra em plena implementação da atualização do seu modelo econômico e ressaltou os sucessos registrados até o momento.
 De sua parte, o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas expressou no discurso de encerramento que os vínculos entre as duas nações se encontram hoje em seu melhor momento histórico.
 Cabrisas acrescentou que a bem-sucedida visita realizada pelo presidente Xi Jinping, em julho passado, e os importantes acordos assinados, marcam uma nova etapa e contribuem a relançar as relações bilaterais.
 Na cerimônia, celebrada na Sala Universal das FARs, marcaram presença altos dirigentes do Governo, o Partido e as Forças Armadas de Cuba,  assim como diplomatas acreditados em Havana. Ainda, o espaço cultural do ato teve a participação da Camerata Romeu.
 
# granma.cu

GUINÉ-BISSAU: Nomeação de novo Procurador-Geral da República.

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Ministério da justiça em Bissau

Foi nomeado esta quinta-feira um novo Procurador-Geral da República na Guiné-Bissau em substituição do anterior titular do posto, Abdu Mané, que deixou o cargo no passado dia 9 de Junho, pouco depois da eleição do actual Presidente da República, José Mário Vaz.

Abdu Mané ( na foto ) que tinha sido nomeado pelo presidente de transição na sequência do golpe de Estado de 2012, tinha tentado impugnar a candidatura de José Mário Vaz à presidência da República por considerar que o actual chefe de Estado guineense tinha os seus direitos de circulação limitados no quadro de medidas de coação por estar sob investigação sob a acusação de peculato.
O Supremo Tribunal de Justiça acabou por não lhe dar razão e apesar de José Mário Vaz ter declarado publicamente que iria apoiar a recondução de Abdu Mané no cargo de PGR, este último acabou por apresentar a sua demissão alguns dias antes da tomada de posse do chefe de Estado.
Após três meses com o lugar de PGR vago, foi designado o seu novo titular, Hermenegildo Pereira, um jovem magistrado conhecedor da luta contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, o novo PGR devendo tomar oficialmente posse esta sexta-feira de manhã.

# rfi.fr



Brasil: Dez razões para votar em Dilma - Próximo domingo a decisão na mão do povo brasileiro.

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Dez razões para votar em Dilma. 20951.jpeg

Por Eric Nepomuceno, no site Carta Maior:

A vida é feita de escolhas, que vão das mais simples - decidir se o café deve ser com açúcar, adoçante ou sem nada - às que trazem consequências e produzem efeitos concretos sobre o futuro de milhões de pessoas. 
Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como (e se) adoçar o café: em quem votar para presidente.
E, sem vislumbre algum de dúvida, declaro meu voto em Dilma Rousseff. Tenho carradas de razões para ter feito essa escolha. Menciono aqui treze delas.
A primeira é simples: porque é necessário assegurar as transformações sociais que o país vive desde 2003, com a chegada de Lula da Silva à presidência, e que foram aprofundadas com Dilma Rousseff. Das três opções que me oferecem, uma - e apenas uma - significa essa garantia: as outras duas significam voltar ao passado.
O pedigree do candidato não permite dúvidas com relação a isso, e o da outra candidata é tão indefinido, tão incerto e errático, que me permite duvidar de tudo que ela diz. Impossível confiar em quem trai e desmerece a própria biografia.
A segunda é igualmente simples: porque, além de preservar o que foi conquistado, é preciso avançar muito, aprimorando os benefícios alcançados por dezenas de milhões de brasileiros e ampliando as perspectivas concretas de futuro. É preciso implementar reformas que assegurem não apenas emprego, mas possibilitem aos brasileiros acesso a educação, saúde, transporte e segurança públicas. E não vejo, nos outros dois postulantes, nem consistência, nem coerência, e muito menos compromisso com a busca incessante de justiça social e de futuro.
Terceira razão: porque Dilma Rousseff é a candidata mais bem preparada, a de trajetória mais sólida e coerente, a única de real e efetivo compromisso com o projeto de país que está sendo implantado e que precisa se consolidar e avançar de maneira incessante, contra os ventos e as marés daquela parcela da sociedade que sempre se negou a ouvir a voz dos deserdados e que, nesta eleição, encontrou nos outros dois candidatos seus porta-vozes ideais. Um, com legitimidade. A outra, graças à própria inconsistência e à sua olímpica incoerência.
Quarta: porque ainda há muito caminho a ser percorrido. Se os programas sociais levados adiante pelas três últimas presidências - duas de Lula, uma de Dilma - serviram para abrir as grandes alamedas da esperança, falta implementar reformas essenciais, a começar pela reforma política e o sistema de financiamento das campanhas eleitorais. Falta terminar de recuperar e redesenhar o papel do Estado na economia e em defesa dos interesses da sociedade. Esta é uma batalha árdua, e só será possível obter os resultados necessários com um governo efetivamente comprometido com a maioria dos brasileiros, e não com os setores que, por tradição, reservam a si os benefícios que deveriam estar ao alcance de todos.
Quinta razão: porque o Brasil vem consolidando seu espaço no cenário internacional, com uma política que tem sabido aliar pragmatismo com soberania e autoestima. No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, ceifando conquistas e transformando-se em estados de mal-estar social, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa.
Sexta: porque a renda do trabalhador brasileiro obteve ganhos reais. Existe um dado que mostra de maneira clara o trânsito experimentado pelos desfavorecidos: em oito anos, 42 milhões e 800 brasileiros abriram, pela primeira vez na vida, uma conta corrente em um banco. Ou seja: um contingente de brasileiros, que equivale a uma Argentina inteira, experimentou um câmbio efetivo em sua economia familiar.
Sétima: porque, pela primeira vez em meio século, o Brasil teve e tem um governo voltado para os brasileiros. Um governo que, apesar de certos equívocos, agiu sempre na direção do bem comum. E que, quando acertou - e acertou infinitas vezes mais do que errou -, beneficiou os que, até agora, integravam os imensos batalhões dos desvalidos de sempre.
Oitava razão: porque vejo em Dilma Rousseff a única possibilidade de corrigir rotas sem mudar ou perder o rumo. De retificar sem destruir.
Nona: porque é ela, dos três candidatos, a única que realmente sabe de onde veio o atual projeto de país, e portanto saberá leva-lo a bom porto. A única que sabe onde este projeto pretende chegar, e qual o país que pretende construir e legar às gerações que virão.
Décima razão: porque nunca na vida votei na direita.
# pravda.ru

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Guiné Conacry festeja hoje (02/10) 56 anos de independência.

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Foto: guineeconakry.info | Presidente Alpha Condé

A República da Guiné Conacry festeja hoje, 2 de Outubro, o seu quinquagésimo quinto aniversário da independência (1958) do regime colonial francês.


O período colonial da Guiné se iniciou quando as tropas francesas penetraram na região em meados do século XIX.  
A dominação francesa foi assegurada ao derrotarem as tropas de Samory Touré, guerreiro de etnia malinke, o que deu aos franceses o controlo do que é hoje a Guiné, e de regiões adjacentes.  
A França definiu, em fins do século XIX e início do XX, as fronteiras da actual Guiné com os então territórios britânico e português que hoje formam, respectivamente, a Serra Leoa e Guiné-Bissau.  
Negociou ainda a fronteira com a Libéria. Sob domínio francês, a região passou a ser o território da Guiné dentro da África Ocidental Francesa, administrada por um governador-geral residente em Dakar (actualmente, capital do Senegal).  
Tenentes-governadores administravam as colónias individuais, incluindo a Guiné. Liderados por Ahmed Sékou Touré, líder do Partido Democrático da Guiné (PDG), que ganhou 56 das 60 cadeiras nas eleições territoriais de 1957, o povo da Guiné decidiu em plebiscito, por esmagadora maioria, rejeita a proposta de pertencer a uma Comunidade Francesa.  
Os franceses se retiraram rapidamente e, em 2 de Outubro de 1958, a Guiné se tornou um país independente, com Sékou Touré como presidente.  
Sob o governo de Touré, o país conheceu uma ditadura de partido único, com uma economia fechada de carácter socialista, e intolerante a direitos humanos, liberdade de expressão ou oposição política, a qual foi brutalmente suprimida.  
Antes acreditado por sua defesa de um nacionalismo sem barreiras étnicas, Touré gradualmente passou a depender de seu próprio grupo étnico, os malinkés, para preencher posições em seu governo. 
Alegando tentativas de golpe oriundas do exterior e do próprio país, o regime de Touré visou inimigos reais e imaginários, aprisionando milhares em prisões similares aos soviéticos, onde centenas pereceram. 
A repressão do regime levou mais de um milhão de pessoas ao exílio, e a paranóia de Touré arruinou as relações com países estrangeiros, incluindo países africanos vizinhos, aumentando o isolamento económico da Guiné. 
Sékou Touré morreu a 26 de Março de 1984 e uma junta militar, encabeçada pelo coronel Lansana Conte, tomou o poder a 3 de Abril de 1984.  
O país continuou sem eleições democráticas até 1993, quando foram realizadas, e Lansana Conté ganhou-as numa disputa apertada.  
O presidente foi reeleito em 1998 e foi severamente criticado ao prender, em 1999, um importante líder de oposição.  
Em 22 de Dezembro de 2008, o presidente Conté faleceu, aos 74 anos, após um reinado de 24 anos, tendo sido substituído por uma junta militar que, aproveitando-se da valência no poder, anunciou através do capitão Musa Dadis Camara um golpe de estado, que suspendeu a constituição e as instituições republicanas do país.  
Desde 23 de Dezembro de 2008, em virtude da morte do presidente, Lansana Conté, foi suspensa a Constituição, assim como toda actividade política e sindical em virtude de golpe de estado aplicado por militares da Guiné.  
A Guiné situa-se na costa atlântica da África ocidental e faz fronteiras com a Guiné-Bissau, Senegal, Mali, Cote d'Ivoire, Libéria e a Serra Leoa. 
O país divide-se em quatro regiões geográficas: uma faixa costeira estreita (a Baixa Guiné); as terras altas cobertas de pastagens de Fouta Djallon (a Média Guiné); a savana do norte (a Alta Guiné); e uma região de floresta húmida no sueste (a Guiné Florestal).  
Os rios Níger, Gâmbia e Senegal pertencem ao grupo dos 22 rios da África Ocidental que têm as suas nascentes na Guiné. 
A região costeira da Guiné e grande parte do interior têm um clima tropical, com uma estação das chuvas entre Abril e Novembro, temperaturas relativamente elevadas e uniformes, e humidade elevada. 
A média anual das temperaturas máximas em Conacry é de 29 °C e das mínimas é de 23 °C; a precipitação média anual é de 430 centímetros.  
A Alta Guiné, que pertence ao Sahel, tem uma estação das chuvas mais curta e maior amplitude térmica diária.  
A economia da Guiné é directamente beneficiada pela grande quantidade de minerais presentes em seu território, possuindo um terço das reservas de bauxite já descobertas no planeta, 1,8 bilião de toneladas métricas de minério de ferro, grandes depósitos de diamante e de ouro e quantidades ainda indeterminadas de urânio.  
A Guiné tem também um potencial de crescimento considerável para sectores como agricultura e pesca. A terra, a água e as condições climáticas favorecem a agricultura e a agro-indústria em grande escala. 
O Presidente da República é Alpha Condé, no poder desde Dezembro de 2010.

Obs.: em virtude do fuso horário diferente (Brasil 3hs a menos, são 23:35h), você está vendo essa publicação do dia 01/10, mas na África Ocidental é o dia 02/10, e são 02:35h. 
# portalangop.co.ao




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