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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Empresária angolana Isabel dos Santos, sai do conselho de administração da Unitel.

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Empresária angolana, Isabel dos Santos abandona conselho de administração da Unitel

Numa nota dirigida à imprensa, a empresárias angolana, Isabel dos Santos, anuncia que abandona o conselho de administração da operadora de telecomunicações Unitel, que vem vivendo um grande conflito interno. A filha do antigo presidente angolano, José Eduardo dos Santos, é acusada pela justiça angolana de envolvimento em actos de corrupção na sua actividade empresarial.

A empresária angolana, Isabel dos Santos, anunciou hoje, num comunicado que decidiu deixar o seu lugar no Conselho de Administração da operadora de telecomunicações Unitel, devido ao conflito que vive o grupo empresarial.

De acordo com o comunicado, a filha do ex-presidente da República, José Eduardo dos Santos, um conflito permanente  se instalou no Conselho de Administração da Unitel, que tem como principal acionista a petrolífera angolana Sonangol.

Na sua nota, Isabel dos Santos, destacou a sua dedicação a criação, ao desenvolvimento e ao sucesso da Unitel, cujo Conselho de Administração deixou de pertencer.

A empresária Isabel dos Santos é alvo neste momento, da justiça angolana por suspeita de envolvimento em actos de corrupção na sua actividade empresarial.

De Luanda, o nosso correspondente, Avelino Miguel.

fonte: RFI

Covid-19: Falta materiais de proteção nos hospitais angolanos.

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A denúncia é do Fórum de Concertação Sindical do Setor da Saúde (FCSSS), que diz faltar materiais de proteção individual para técnicos de saúde e utentes, admitindo "aumento de infeções intra-hospitalares".
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Segundo o coordenador do FCSSS de Angola, Cruz Mateta, a constatação resulta de um levantamento feito em diferentes hospitais do país que avaliou o grau de implementação do Plano Nacional de Contingência para o Controlo da Covid-19.

O responsável, que apresentou esta terça-feira (11.08) em conferência de imprensa a nota de protesto do Fórum, submetida em 6 de agosto ao gabinete da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, disse terem constatado também a "falta de medicamentos em todos os hospitais do país".

"Verificamos a falta de medicamentos diversos, como soros, seringas, fios de sutura, anestésicos, sistemas, brânulas, sacos coletores, aventais e outros", afirmou.

Aumento de infeções nos hospitais

Para o também secretário-geral do Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola, a falta de material de proteção nos hospitais deixa vulneráveis os profissionais de saúde e os doentes, referindo que a situação concorre para o "aumento das infeções intra-hospitalares".

fonte: DW África

Angola Coronavirus Krankenpfleger in Kwanza Norte

"Esta situação coloca-nos entre a espada e a parede, porque, por um lado, mesmo desprotegidos não podemos deixar de atender o doente e também o paciente fica vulnerável e daí podem surgir outros problemas", lamentou.

Cruz Mateta, que questionou o destino do material de biossegurança adquirido pelo Governo, referiu também que grande parte dos laboratórios dos hospitais primários e secundários do país "estão inoperantes".

Alguns estão "limitados à realização de pesquisas sobre o paludismo", enquanto muitos, adiantou, estão equipados com meios de diagnóstico de ponta, "mas não funcionam por falta de reagentes".

Assistir ao vídeo03:07

Covid-19: Angolanos tentam atravessar cerca sanitária de Luanda

Falta de infraestrutura e alimentação

Os técnicos de saúde angolanos adiantaram também que apenas a província de Luanda realiza exames imagiológicos, acrescentando que "nenhum hospital do nível terciário possui um aparelho de ressonância magnética".

O responsável sindical lamentou igualmente a "gritante falta de alimentação" nas unidades sanitárias do país, quer para os técnicos de saúde como para os pacientes internados.

Na nota, o FCSSS "repudia" ainda a suspensão e transferência do presidente do Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (Sinmea), Adriano Manuel, do Hospital Pediátrico de Luanda para o Ministério da Saúde, considerando a medida como "antidemocrática".

Apelo

"Apelamos aos promotores de tal ato o retorno do posto de trabalho que o mesmo vinha ocupando, sob pena de recorrermos aos mecanismos legais previstos na Constituição e demais legislação", exortam.

O médico Adriano Manuel denunciou, em junho passado, a morte de 19 crianças no banco de urgência do Hospital Pediátrico de Luanda, onde exercia a função de chefe de controlo de infeções hospitalares, facto que lhe custou a suspensão no mês passado.

Angola, que vive desde 26 de maio situação de calamidade pública, conta com 1.679 casos positivos de covid-1default9, sendo 1.032 ativos, 569 recuperados e 78 óbitos.


OMS recebe com cautela vacina russa contra a Covid-19.

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A Rússia anunciou ter registado a primeira vacina contra o novo coronavírus, mas a OMS está cautelosa e diz que é preciso garantir eficácia e segurança. Vacina russa ainda não avançou para a Fase 3 da investigação.

fonte: DW África
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Chama-se "Sputnik V", é russa, e é a primeira vacina registada contra a Covid-19, segundo o que foi anunciado esta terça-feira (11.08) pelo Presidente Vladimir Putin durante uma reunião com o Gabinete de Ministros.

As autoridades do país dizem que a produção industrial da vacina vai começar em setembro e que a 1 de janeiro de 2021 o produto já estará em circulação. De acordo com fontes oficiais locais, "20 países já pré-encomendaram um milhão de doses da vacina russa".  

Vladimir Putin explicou que a vacina recebeu o nome de "Sputnik V" (o "V" significa "vacina") em referência ao satélite soviético, o primeiro aparelho espacial a ser lançado para a órbita do planeta Terra.

Assistir ao vídeo05:45

Para quando a vacina e medicamento contra a Covid-19?

OMS cautelosa

Mas apesar de aparentemente a Rússia ter ganho a "corrida” da vacina contra o SARS-CoV-2, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu a notícia com cautela, sublinhando que a vacina deverá seguir os trâmites de pré-qualificação e revisão estabelecidos pela agência.

"Acelerar o progresso não deve significar comprometer a segurança", disse o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, numa conferência de imprensa online. Acrescentou ainda que a organização está em contacto com as autoridades russas e de outros países para analisar o progresso das diferentes investigações de vacinas em curso.

O porta-voz da agência sanitária das Nações Unidas sublinhou que a organização está satisfeita "com a rapidez com que as vacinas estão a ser desenvolvidas" e espera que algumas delas "se mostrem seguras e eficazes". 

Assistir ao vídeo02:31

Covid-19: Três abordagens a uma vacina

Na Alemanha, o Ministério da Saúde expressou hoje dúvidas sobre a "qualidade, eficácia e segurança" da vacina contra o novo coronavírus anunciada pelo Presidente russo. 

"Não há dados conhecidos sobre a qualidade, eficácia e segurança da vacina russa", disse uma porta-voz do ministério ao grupo de imprensa regional alemão RND, lembrando que, dentro da União Europeia, "a segurança do paciente é a principal prioridade".

Anúncio demasiado cedo?

Segundo Putin, a vacina russa é "eficaz", passou em todos os testes necessários e permite atingir uma "imunidade estável" contra a Covid-19. O Ministério da Saúde russo afirmou que uma dupla inoculação "permite uma imunidade longa", que poderá durar "dois anos". 

Putin acrescentou que uma das suas duas filhas "participou da experiência", já recebeu uma dose da vacina e está a sentir-se bem.

No entanto, muitos cientistas no país e no estrangeiro questionaram a decisão de registar a vacina antes de os cientistas completarem a chamada Fase 3 do estudo. Essa fase por norma demora vários meses e envolve milhares de pessoas e é a única forma de se provar que a vacina experimental é segura e funciona. 

Kirill Dmitriev, o chefe do Fundo Russo de Investimento Direto que financia o projeto de vacinação, disse que os ensaios da Fase 3 teriam início na quarta-feira (12.08).       

Dmitriev condenou ainda os "ataques mediáticos coordenados" contra a vacina russa, que diz visarem "desacreditar e dissimular a justeza da abordagem russa". 

UK Uni Oxford meldet Durchbruch bei Corona-Impfstoff

UNITEL, SONANGOL, SANTOS, LOURENÇO = MPLA

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A empresária Isabel dos Santos, que controla a Vidatel, detentora de 25% da Unitel, explica que a sua decisão de deixar administração da operadora se prende com “o clima de conflito permanente”. Conflito que opõe os marimbondos de ontem aos de hoje e que, por sinal, também eram os de… ontem.

“Após 20 anos dedicados à criação, ao desenvolvimento e ao sucesso da Unitel, optei por deixar o cargo de membro do conselho de administração da empresa”, disse Isabel dos Santos em comunicado.

A empresária que controla a Vidatel, detentora de 25% da empresa, explica que a sua decisão se prende com “o clima de conflito permanente” que se instalou no conselho de administração da empresa, que tem como principal accionista a petrolífera estatal/MPLA Sonangol.

“Como engenheira angolana, e como uma das fundadoras da empresa, tenho a honra e o orgulho de ter construído uma das primeiras redes de telecomunicações em Angola e de ter participado no desenvolvimento desta empresa, que muito contribuiu para a modernização e reconstrução do meu país, aproximando todos os angolanos de Cabinda ao Cunene e oferecendo-lhes uma janela no mundo”, afirma Isabel dos Santos.

No mesmo texto, a empresária afirma que vai continuar a apoiar a Unitel “a fim de contribuir para o sucesso da nossa visão e do nosso projecto de desenvolvimento de futuro”.

Isabel dos santos conclui dizendo que “em nome do futuro de Angola, eu e as empresas que dirijo estaremos sempre ao lado do progresso, da economia e da criação de empregos e oportunidades para jovens angolanos”.

Isabel dos Santos é visada, em Angola, em processos criminais e cíveis em que o Estado angolano reclama mais de cinco mil milhões de dólares (4,4 mil milhões de euros). A empresária viu também as suas contas bancárias e participações sociais serem arrestadas em Portugal e em Angola.

Isabel dos Santos tem sempre afirmado a sua inocência, acusando a justiça angolana de forjar provas, e diz ser vítima de perseguição política.

Recorde-se que Isabel dos Santos acusou em Maio Angola e Portugal de terem usado como prova no arresto de bens um passaporte falsificado, com assinatura do mestre do kung-fu e actor de cinema já falecido, Bruce Lee.

Segundo um comunicado da empresária, o Estado angolano terá usado como prova para fazer o arresto preventivo de bens “um passaporte grosseiramente falsificado, com uma fotografia tirada da Internet, data de nascimento incorrecta e uso de palavras em inglês, entre outros “sinais de falsificação”.

“Os factos e imagens falam por si. A verdade hoje chega ao de cima sobre o fraudulento processo de arresto, baseado em provas forjadas e falsificações. Contra factos não há argumentos. Um “Passaporte Falso” foi dado pelo Tribunal como sendo meu”, afirmou Isabel dos Santos.

O passaporte em causa terá sido usado como prova em tribunal pela Procuradoria-Geral da República de Angola para demonstrar que Isabel dos Santos pretendia ilegalmente exportar capitais para o Japão, alega a filha do antigo Presidente angolano José Eduardo dos Santos e alvo a “abater” na suposta luta contra a corrupção encetada por João Lourenço.

A empresária acusa a PGR que desde sempre foi uma sucursal do MPLA e não um organismo independente ao serviço de Angola, de fazer uma “utilização fraudulenta do sistema de justiça de Angola” para se apoderar do seu património empresarial e apela à justiça portuguesa, que decidiu cooperar servil e cegamente com Angola, e executou vários arrestos em Portugal, para que “à luz desta denúncia e de outras que se seguirão, “reavaliar estas execuções às cegas”.

Independentemente das teses da PGR angolana e de Isabel dos Santos, parece cada vez ais claro que todo o processo, para além de mostrar que os seus pés de barro estão a desmoronar-se, é um acerto de contas mal feito e politicamente letal para as partes envolvidas.

“Arrestar não só os bens pessoais, como o produto de contas bancárias, mas os activos que constituem o império económico e financeiro de Isabel dos Santos em Portugal, como a NOS, o EuroBic ou a Efacec, é fundamental para começar a desmontar este império sujo que Isabel dos Santos criou com enorme cumplicidade das autoridades políticas e regulatórias portuguesas”, afirmou João Paulo Batalha, presidente da direcção da Associação Cívica Integridade e Transparência, no dia 15 de Abril à DW, comentando a decisão da justiça portuguesa, tomada em Março, de congelar as participações da filha do ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, em empresas como a NOS e Efacec.

Para João Paulo Batalha, este é um passo importante para evitar que Isabel dos Santos fuja com o referido património e se ponha a salvo da justiça, quer portuguesa quer angolana. Em Janeiro deste ano, as autoridades angolanas solicitaram a colaboração da justiça portuguesa para o arresto das participações que Isabel dos Santos detém nas sociedades NOS, Efacec e no Eurobic, como via para obter garantia de retorno patrimonial de 1,2 mil milhões de dólares (cerca de 1,15 milhões de euros).

Certo é que este é um imbróglio que não consegue separar o que é da justiça e o que é da política: De certa forma, a justiça portuguesa está a ser instrumentalizada pela PGR de Angola.

Em Abril, a Winterfell, empresa de Isabel dos Santos que controlava a Efacec, acusou a justiça angolana de provocar “danos injustificáveis” às empresas portuguesas e estar a usar indevidamente a justiça em Portugal para “fins não legais e desproporcionais”.

Em comunicado citado pela agência Lusa, a empresa salientou na altura que a justiça angolana, além de ter arrestado bens num valor superior ao suposto crédito reclamado a Isabel dos Santos (1,1 mil milhões de euros), dá um tratamento diferente a empresas portuguesas e angolanas, solicitando medidas judiciais em Portugal que não foram aplicadas em Angola.

Como exemplo, a Winterfell lembra que, em Angola, “o procurador não solicitou o bloqueio das contas das empresas, nem impediu que fossem pagos salários, rendas, impostos, água e luz”, enquanto em Portugal “pediu o bloqueio das contas, impedindo-as de operar e forçando a sua insolvência, levando ao despedimento de uma centena de trabalhadores”, situação agravada pela crise decorrente da pandemia de Covid-19.

A PGR angolana dá passos maiores do que a perna e não sabe como é que há-de descalçar a bota e nem repara que está descalça… E, portanto, está de alguma forma a tentar que a justiça portuguesa faça o trabalho que ela não consegue fazer.

O próprio processo movido contra Isabel dos Santos é um processo juridicamente mal feito e que politicamente tenta mostrar uma realidade que, de facto, não corresponde aos factos. Quer o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, quer a justiça portuguesa, em geral, não têm a noção de que este é um caso político, um acerto de contas mal feito por parte da PGR angolana.

João Paulo Batalha nas declarações à DW mostrou-se esperançado que seja possível devolver ao povo angolano grande parte dos activos desviados, mas considera também fundamental investigar a origem da fortuna de Isabel dos Santos e os crimes de corrupção, de favorecimento e de branqueamento de capitais que eventualmente lhe são imputados, respectivamente em Angola e Portugal. O presidente da Integridade e Transparência considerou que a justiça portuguesa continuava a agir de forma tímida e pedia mais investigação sobre as cumplicidades políticas e económicas que permitiram à filha primogénita de José Eduardo dos Santos ser tão bem recebida em Portugal e acumular o seu vasto património.

Em causa, afirmou, estavam “as responsabilidades não só de Isabel dos Santos, mas de toda esta rede que a ajudou a montar todo este império e que continua provavelmente activa no apoio a outras altas figuras do Estado angolano”, também elas com fortunas de origem suspeita ou desconhecida e que continuam a fazer negócios e a trazer para Portugal muita riqueza acumulada de forma suspeita.

Recentemente, a plataforma Projecto de Investigação ao Crime Organizado e Corrupção (OCCRP, sigla em inglês), revelou que mais de uma dezena de entidades de influência da elite angolana e seus familiares usaram o sistema bancário para desviar centenas de milhões de dólares para fora do país, incluindo companhias alegadamente associadas a Isabel dos Santos.

fonte: folha8


segunda-feira, 10 de agosto de 2020

O que foi feito contra Lula demonstra até onde chegam os inimigos da esquerda.

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O Supremo Tribunal Federal do Brasil determinou retirar a denúncia do ex-ministro Antonio Palocci sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, respondendo assim a um pedido da defesa.

Além da conjunção como estrategistas políticos e autênticos líderes dos povos, Lula, Fidel e Raúl estavam unidos por uma entranhável amizade. Foto: Ricardo Stuckert.

O Supremo Tribunal Federal do Brasil determinou retirar a denúncia do ex-ministro Antônio Palocci, da ação judicial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, respondendo assim a um pedido da defesa, quem tinha indicado uma violação da imparcialidade na inclusão da referida informação seis dias antes das eleições de 2018, informa a Telesur.

A denúncia de Palocci foi incluída pelo então juiz federal Sérgio Moro, dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, com o claro objetivo de impedir a vitória do Partido dos Trabalhadores (PT) e eleger Bolsonaro.

Para a liderança do PT e para a equipe de defesa de Lula, é mais uma demonstração dos objetivos políticos de Moro, quem como «prêmio ao seu trabalho», seria convertido em ministro da Justiça sob o governo que ele ajudou a instalar.

A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, expressou em sua conta no Twitter: «É oficial: Moro agiu para eleger Bolsonaro».

Lula da Silva tinha sido acusado de receber uma propriedade da firma construtora Odebrecht, no valor de 12 milhões de dólares.

Os cubanos, tal como milhões de pessoas honestas deste mundo, nunca tiveram a menor dúvida da inocência desse amigo da Ilha. O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no discurso proferido por ocasião do 60º aniversário do triunfo da Revolução, tinha expressado: «Conseguiram levar à prisão o companheiro Lula da Silva, e o privaram do direito de ser o candidato presidencial do Partido dos Trabalhadores, para evitar a sua segura vitória nas passadas eleições».

No encerramento do 25º Foro de São Paulo, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez, também afirmou: «Lula, preso sob falsas acusações e escandalosas armadilhas judiciais, é o exemplo de até onde podem chegar os inimigos da esquerda».

Tal parece que a velha frase: «A justiça demora, mas chega» cumpriu-se neste caso; não devido ao acaso, mas como resultado da luta resolvida de milhões.

fonte: granma.cu


Partido Comunista da Rússia condecora líderes cubanos.

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O Partido Comunista da Federação da Rússia (PCFR) entregou a medalha comemorativa pelo 75º aniversário da vitória sobre o fascismo a vários líderes cubanos.
Photo: Internet

O Partido Comunista da Federação da Rússia (PCFR) entregou a medalha comemorativa pelo 75º aniversário da vitória sobre o fascismo ao primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz; ao presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez; ao segundo secretário do Comitê Central do PCC, José Ramón Machado Ventura; ao presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo Hernández e ao primeiro-ministro cubano Manuel Marrero Cruz.

Por encargo do Presidium do Comitê Central do PCFR, o primeiro vice-presidente dessa organização política, Ivan Melnikov, entregou ao embaixador cubano, Gerardo Portal Miranda, em qualidade de portador, a distinção, que reconhece as contribuições feitas pelas personalidades mencionadas às relações históricas de amizade entre ambos os povos e partidos.

O site Cubaminrex informou que o diplomata da Ilha agradeceu a condecoração aos nossos líderes principais e sublinhou os laços inquebrantáveis existentes, expressos em um permanente apoio mútuo, e com o rechaço invariável do PCFR ao bloqueio estadunidense contra a Ilha maior das Antilhas.

Melnikov, também vice-presidente da Duma estatal da Federação da Rússia, esteve acompanhado na cerimônia pelo vice-presidente do Partido, Dimitri Novikov, e o chefe do seu Departamento Internacional, Mars Zabirov.

Em um artigo conjunto publicado há pouco no jornal Granma, os chanceleres de Cuba e da Rússia, Serguey Lavrov e Bruno Rodríguez Parrilla, respectivamente, afirmaram que ambas as nações «olham com otimismo para o futuro das suas relações bilaterais e continuam trabalhando para defender plenamente a sua soberania e independência, bem como o direito a garantir a segurança e construir seu próprio destino».

fonte: granma.cu

Senegal: "Prefiro me masturbar a sair com alguém".

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De acordo com a ex-rainha da beleza Sandra Benede, a masturbação é melhor do que dormir com qualquer pessoa.

Ex-rainha da beleza e suposta ex-namorada do ator de Nollywood Jim Iyke, Sandra Benede defendeu o ato de masturbação para mulheres. Comentando um post no Instagram, a famosa modelo observou que se divertir é muito melhor do que dormir com alguém. Segundo ela, não há nada de errado com a masturbação e é algo que ela pode fazer. Ela revelou ainda que a masturbação é melhor do que dormir com qualquer pessoa.

“Não há nada de errado com a masturbação, é algo que posso fazer. Melhor do que foder qualquer pessoa ”, ela postou. Uma mensagem percebida por alguns como uma loucura por parte da bela Sandra Benede, que certamente se fartaria de sexo masculino.

A atriz e apresentadora de TV ganense Efia Odo discorda. Para ela, a masturbação é mais prejudicial espiritualmente do que a fornicação. Por outro lado, outros defendem com unhas e dentes as afirmações de Sandra e até afirmam sua inclinação para a prática, para evitar viver com dor de cabeça.

Vale lembrar que Sandra Benede é uma celebridade do mundo virtual. Ela não tem vergonha de compartilhar fotos gostosas de si mesma em sua página do Instagram. No entanto, há alguns anos, Sandra não era tão "gorda" como agora. Quando ela era uma rainha da beleza, ela era uma mulher muito boa e muito elegante.

De acordo com vários relatos da mídia, a modelo passou por uma cirurgia de implante de silicone para melhorar seu corpo e aumentar seus seios há cerca de cinco anos.

fonte: seneweb.com

Touba: senegalês que matou seu compatriota na Argentina é preso.

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Médoune Ngom, 34 anos, matou seu amigo Ibra Diouf, 36 anos, esfaqueando-o 8 vezes.

O drama aconteceu na Argentina.

Segundo a Fonte A, os dois amigos, vendedores ambulantes do seu estado, organizaram uma cotinha para investir no setor dos transportes no Senegal.

Além disso, eles mobilizaram 7,5 milhões de francos CFA para adquirir um veículo.

Mas, o caso azedou. Ibra Diouf queria vender o carro.

O pedido foi recusado por Médoune Ngom, que estacionou o carro em sua casa em Touba, antes de entregar as chaves do veículo ao seu marabu.

Quando voltaram para a Argentina, eles se ameaçaram de morte por telefone. E o irreparável vai acontecer.

Após seu assassinato, Médoune retorna ao Senegal. O fugitivo será recolhido em sua casa em Touba pelos gendarmes.

Ele foi encaminhado na última sexta-feira à acusação de homicídio.

fonte: seneweb.com

Senegal: Um ex-jogador inglês critica severamente Koulibaly e o compara com um flop ...

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Diante de um Lionel Messi das grandes noites, o Nápoles curvou-se contra o FC Barcelona (3-1). O defesa senegalês e capitão do clube italiano é alvo de muitas críticas. Talvez o mais severo seja o do ex-jogador do Manchester City, Micah Richards. Para ele, o valor de mercado do senegalês, estimado em 56 milhões de libras (40 milhões de FCFA) por marca de transferência, está sobrevalorizado.

  "Acho que seu preço [de Koulibaly] é 20 milhões de libras a menos (14 milhões de FCFA)", disse ele no set da CBS. O ex-jogador da Inglaterra vai mais longe e compara Koulibaly a um flop do City, o francês Mangala.

  “Ele é agressivo, mas vejo muitas semelhanças com o Mangala, que assinou pelo City, mas nunca venceu. Não estou totalmente convencido de Koulibaly depois desta exibição ”, acrescentou. O defesa senegalês é anunciado com urgência em Manschester City para a próxima janela de transferências.

fonte: seneweb.com



Senegal: Macky oferece seis milhões para a família Diol e promete repatriar os 5 corpos.

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O chefe de estado, que expressou sua compaixão pela família Diol, cinco de seus membros morreram em um incêndio criminoso em Denver, Estados Unidos, ele despachou uma delegação a Wakhinane na sexta-feira passada. A delegação chefiada por Moïse Sarr, Secretário de Estado dos Senegalês no Estrangeiro, era também composta pela administradora do FAISE, Nata Samb Mbacké, o Deputado Abdou Diallo, etc.

De acordo com informações recolhidas pelo jornal L’AS, o Presidente da República ofereceu a soma de seis (6) milhões às famílias enlutadas pela cruel perda de cinco (5) dos seus membros. Melhor, além de enviar o cônsul geral El Hadj Ndao a Denver, Macky Sall prometeu repatriar os corpos assim que forem entregues ao patriarca da família de lá.

fonte: seneweb.com

Marrocos: senegalês condenado a 20 anos de prisão.

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Cheikh Tidiane Ndiaye, 36 anos, foi condenado a 20 anos de prisão em prisões marroquinas.

Originário de Yeumbeul, nosso compatriota é acusado de ter sequestrado um senegalês.

Segundo a L'Observateur, que dá a informação em sua publicação desta segunda-feira, os fatos, ocorridos em Casablanca, são de 2019.

Cheikh Tidiane Ndiaye queria ajudar seu amigo Mbaye Lô a recuperar o dinheiro que havia emprestado a Souleymane Tall.

Eles haviam confiscado seu telefone e as chaves para forçá-lo a pagar sua dívida.

Souleymane Tall, que se sentiu ameaçado, apresentou queixa por sequestro e prisão forçada.

Mbaye Lô fugiu para se refugiar no Senegal. Cheikh Tidiane Ndiaye, que permaneceu no Marrocos, foi preso e enviado para a prisão, onde cumpriu 10 meses de prisão preventiva.

Apesar da retirada da queixa de Souleymane Tall, a justiça marroquina condenou-o a 20 anos de prisão.

fonte: seneweb.com

fonte: seneweb.com

Conselho de Segurança da ONU realiza consultas sobre a Guiné-Bissau.

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas realiza esta segunda-feira (10.08) consultas sobre a Guiné-Bissau e analisa o último relatório do secretário-geral da ONU, António Guterres, sobre o país.
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No último relatório sobre a Guiné-Bissau, divulgado na sexta-feira (07.08), António Guterres pediu aos atores políticos guineenses para dialogarem genuinamente para que seja implementada uma governação inclusiva e realizadas reformas essenciais à estabilidade na Guiné-Bissau.

O secretário-geral da ONU exortou também as autoridades da Guiné-Bissau a "demonstrarem rapidamente" o seu compromisso na luta contra o tráfico de droga com a aplicação do plano aprovado em 2019 pelo anterior Governo.

António Guterres insistiu na necessidade de as forças de defesa e segurança se "absterem de qualquer ingerência no processo político, sob pena de comprometerem a paz e a estabilidade".

"Exorto as autoridades de Estado a responsabilizarem aqueles que se envolvem em atos de intimidação, incluindo ameaças de morte, discurso de ódio e incitamento à violência", afirmou António Guterres, salientando a necessidade de ser estabelecido um ambiente propício ao respeito pelos direitos humanos e pelo Estado de Direito.

Supremo ainda não tomou decisão

Depois de a Comissão Nacional de Eleições (CNE) ter declarado Umaro Sissoco Embaló vencedor da segunda volta das eleições presidenciais, o candidato dado como derrotado, Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), não reconheceu os resultados eleitorais, alegando que houve fraude e meteu um recurso de contencioso eleitoral no Supremo Tribunal de Justiça, que não tomou, até hoje, qualquer decisão.

Umaro Sissoco Embaló assumiu unilateralmente o cargo de Presidente da Guiné-Bissau em fevereiro e acabou por ser reconhecido como vencedor das eleições pela CEDEAO, que tem mediado a crise política no país, e restantes parceiros internacionais.

Após ter tomado posse, o chefe de Estado demitiu o Governo liderado por Aristides Gomes, saído das eleições legislativas de 2019 ganhas pelo PAIGC, e nomeou um outro liderado por Nuno Nabiam, líder da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), que assumiu o poder com o apoio das forças armadas do país, que ocuparam as instituições de Estado.

O programa de Governo de Nuno Nabiam foi aprovado no parlamento da Guiné-Bissau com o apoio de cinco deputado do PAIGC.

fonte: DW África

PARTIDO HÁ SÓ UM, O MPLA E MAIS NENHUM

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O membro do Bureau Político do MPLA, Mário Pinto de Andrade, é um dos indefectíveis de João Lourenço e confirmou sem papas na língua, haver uma orientação do seu partido, logo do Tribunal Constitucional, sua célula judicial, para impedir que Abel Chivukuvuku possa criar um partido político.

“Osenhor Abel não pode ter…um partido político”! É fogo! É um autêntico atestado de discriminação e tribalismo deste alto dirigente do partido no poder, deputado e professor universitário, de quem se esperava mais sapiência, menos ódio, mais urbanidade e menos sacanagem.

Pura sacanagem, pois quer dizer se Chivukuvuku conseguir cumprir todas as formalidades, deve ser inviabilizado. Chumbado, por todos juízes do MPLA. Foi! Se ainda assim conseguir provar a legalidade dos documentos e os reconhecer em notário, deve, também, ser inviabilizado; chumbado.

E se ainda assim estiver difícil, segundo a cartilha do membro do BP do MPLA deve ser indicado um(a) indefectível para melhor fazer o trabalho sujo, de preferência juiz(a) mais desqualificada, de preferência sem qualquer experiência, nos tribunais comuns, na advocacia, na docência, como ocorreu com a juíza Victória Izata, que saída da Assembleia Nacional, onde era deputada, recebeu um processo quente, onde se terá limitado a agir como robot, assinando o acórdão, alegadamente, feito por Juvenis Paulo, que destila, também, um ódio visceral contra Chivukuvuku, tal como Mário Pinto de Andrade.

Aos 3 de Agosto de 2020, o membro do Bureau Político do MPLA, Mário Pinto de Andrade, em entrevista à Rádio Nacional de Angola, confessou e citamos: “O Sr. Abel Chivukuvuku, constitucionalmente, não pode ter, nem criar partido político em Angola, porque abandonou a UNITA e foi corrido da CASA-CE”, fim de citação.

É vergonhoso que um alto dirigente partidário, não sendo tão ignorante, não se tenha conseguido despir da mentalidade da escola totalitária e exclusivista em que se formatou, mesmo quando o país está na vigência de um Estado que se pretende Democrático e de Direito. Com efeito, a Constituição da República de Angola é clara e consagra no art. 55.º, o direito de todos os cidadãos à livre participação na vida política nacional. E, por sua vez, o art. 10.º da Lei dos Partidos Políticos diz, textualmente, no seu n.º 1 que “ a filiação num partido político é livre, não podendo ninguém ser obrigado a ingressar num partido ou a nele permanecer”.

“Na verdade, nas circunstâncias presentes, assiste-se a um recuo do processo democrático angolano bem como a graves atentados às liberdades dos cidadãos. As declarações do dirigente do MPLA só comprovam a nossa convicção de que a não anotação do PRA-JA SERVIR ANGOLA pelo Tribunal Constitucional é resultado de orientações do partido no poder. No que nos diz respeito vamos continuar a lutar pelo PRA-JA com firmeza e perseverança”, assegura a sua coordenação Geral.

No dia 9 de Junho de 2019, Mário Pinto de Andrade referiu, no município de Cacuaco, que o seu partido iria continuar a trabalhar para diminuir as assimetrias regionais, no sentido de uma maior abrangência das políticas públicas. Por outras palavras, o MPLA iria fazer o que não fez ao longo dos últimos 45 anos.

O também membro de acompanhamento do município mais ao norte de Luanda (Cacuaco), referiu que o partido iria igualmente implementar um novo paradigma de inclusão social, para que as autarquias constituam um caminho de integração social, respeitando a economia e cultura de cada região. Por outras palavras, o MPLA iria fazer o que não fez ao longo dos últimos 45 anos.

Ainda assim, Mário Pinto de Andrade referiu que o MPLA pretende fazer com que os candidatos a serem apresentados, sejam comprometidos com as políticas de combate à corrupção, nepotismo e outras práticas que prejudicam o bem social… há 45 anos. Mais uma balela típica do MPLA pois, como todos sabem, se o MPLA combater a sério a corrupção está a combater-se a si próprio.

Mário Pinto de Andrade proferiu estas palavras durante uma reunião que juntou os militantes do MPLA no município de Cacuaco, com vista a arregimentar sipaios (mesmo que “voluntariamente amarrados” como no tempo colonial) para aplaudir as estrelas no VII Congresso Extraordinário que iria ter lugar dias depois.

O dirigente do MPLA apelou na ocasião para uma maior atenção às publicações nas redes sociais, bem como à continuidade das campanhas de moralização, exaltando o respeito pelas famílias e instituições. As redes sociais só são um problema se disserem o que não agrada ao partido. Podem mentir à vontade, desde que seja para dizer, por exemplo, que já Diogo Cão era militante do MPLA, ou que os massacres de 27 de Maio de 1977 nunca existiram e foram uma invenção de Jonas Savimbi ou até mesmo de António de Oliveira Salazar. É certo que, nessa data, o ditador português já tinha morrido, mas isso é um pormenor de somenos importância.

Mário Pinto de Andrade sublinhou ainda, e muito bem, que o MPLA está a fazer uma mudança geracional, com o ingresso de novos quadros capazes de tornar mais forte o partido, com vista as eleições autárquicas então previstas para 2020.

É verdade. Pena é que os novos quadros (tal como muitos dos velhos quadros) tenham de se descalçar para contar até 12. É que – como muito bem sabe Mário Pinto de Andrade – não basta ser general, ou ter um diploma da Universidade Agostinho Neto, para saber quando deve dizer “houver” e não “haver”, ou “cesta básica” e não “sexta básica”, ou PRA-NUNCA em vez de PRA-JA…

Em Fevereiro de 2017, Mário Pinto de Andrade foi “nomeado” segundo secretário do comité provincial do MPLA em Luanda, após ter sido eleito com 94,74 por cento de votos, durante a primeira sessão extraordinária da estrutura partidária, orientada pelo primeiro secretário, o emblemático, impoluto e honorável general Higino Carneiro.

Na altura, em declarações à imprensa, Mário Pinto de Andrade, docente universitário e analista político, disse que a sua missão era ajudar o primeiro secretário a cumprir com a estratégia do MPLA para ganhar as eleições na província de Luanda. Higino Carneiro… agradeceu.

Para o efeito, Mário Pinto de Andrade referiu que era necessário sensibilizar os militantes e simpatizantes do partido para se registarem, porque quanto mais pessoas cumprirem com este acto de cidadania, mais probabilidades tinha o MPLA de ganhar as eleições, com uma maioria qualificada ou absoluta.

“Espero conseguir ajudar o comité provincial a cumprir esse objectivo”, reforçou Mário Pinto de Andrade, que substituiu Jesuíno Manuel da Silva, impedido de continuar a exercer o cargo por razões de saúde.

Além da eleição do segundo secretário do MPLA em Luanda, o comité provincial aprovou na altura a sua estratégia eleitoral, estrutura da campanha eleitoral e a resolução do comité central que aprova a lista de candidatos a deputados à Assembleia Nacional, liderada por João Manuel Gonçalves Lourenço, cabeça-de-lista, e então coordenador do grupo de acompanhamento do secretariado do bureau político para a província de Luanda, que, no Executivo, ocupava o cargo de ministro da Defesa Nacional de José Eduardo dos Santos. O segundo nome da lista foi Bornito de Sousa Baltazar Diogo.

Na abertura da sessão, o então primeiro secretário, general Higino Carneiro, pediu aos militantes maior divulgação do nome e imagem do candidato a Presidente da República, de modo que todos os militantes, amigos e simpatizantes do MPLA e demais cidadãos da província de Luanda se revejam nele e possam apoiá-lo.

“Neste momento em que nos encontramos em pré-campanha, todos os esforços deverão ser feitos no sentido de esclarecermos as razões objectivas desta decisão suprema do nosso partido, para nos mantermos unidos e firmes em defesa dos nobres ideais do MPLA e de todos angolanos de Cabinda ao Cunene”, destacou o general.

fonte: folha8

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