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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...
sexta-feira, 11 de novembro de 2022
Crime no Benin: populações convidadas a serem mais vigilantes.
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Nas últimas semanas, houve um aumento drástico de tragédias e crimes em todo o país. Uma coisa que não surpreende ninguém porque, geralmente, os últimos três meses do final do ano são conhecidos por serem perigosos. É um período em que, por muitas e diversas razões, certos indivíduos cometem atrocidades contra seus vizinhos. A menos de dois meses do final do ano, as atrocidades já estão aumentando.
Durante várias semanas, crimes rituais e sequestros foram registrados em todo o país. Uma situação que cria psicose nas fileiras dos cidadãos honestos. A cada dia o número só aumenta. Esta semana, por exemplo, foram registrados mais de três casos. De fato, um jovem decapitou uma criança em Djoto, na comuna de Klouékanmey. Ele foi preso e levado à delegacia por um ex-chefe distrital da localidade. Ao mesmo tempo, um homem de cinquenta anos tentou sequestrar misticamente uma família inteira de Bohicon.
A isto deve ser adicionado o caso de um feiticeiro preso na semana passada em Hêvié, na cidade de Abomey-Calavi. Este último, oferecido como sacrifício aos seus fetiches, humanos. Deve-se notar que esses crimes são uma legião. As razões por trás da multiplicação desses dramas ao final de cada ano estariam ligadas à busca do ganho fácil, aos ritos de proteção e oportunidades. Perante esta situação, recomenda-se que cada beninense redobre a vigilância para a travessia no resto do ano. Além disso, o governo, através da Direção-Geral da Polícia Republicana (DGPR), é convidado a reforçar as patrulhas durante este período de forma a garantir a segurança dos seus cidadãos.
https://lanouvelletribune.info
Senegal: Presidencial 2024: "A candidatura de Macky Sall é oficializada em abril", (Mbaye Ndiaye).
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Para as eleições presidenciais de 2024, a candidatura de Macky Sall já foi formalizada em abril. A precisão é feita pelo diretor das estruturas do partido presidencial, Mbaye Ndiaye, em entrevista concedida ao jornal LeQuotidien desta sexta-feira, 11 de novembro de 2022.
Ele diz: “É uma obrigação que ele ouça a parte e cumpra sua decisão. Ele é nosso candidato. E, não há plano B, plano C ou plano X. O único plano que existe é a candidatura do presidente Macky Sall à presidência de 2024.
Aliás, chegou a hora de tornar pública esta candidatura, para o Ministro de Estado. Quem anuncia ao mesmo tempo que vai proceder amanhã sábado ao lançamento da venda de cartões de filiação partidária, no âmbito da animação da festa. “Estamos caminhando para uma eleição presidencial em 2024, o partido deve estar pronto para se encarregar da identificação de todos os ativistas e simpatizantes de Apr-Yakaar”, justificou. Sou obrigado a tomar todas as medidas necessárias para que isso seja um sucesso. Assim como fizemos em 2012, por meio da organização de um Congresso para apresentar a candidatura do presidente Macky Sall, estou agora na mesma posição de dar todas as chances à candidatura do nosso presidente. »
Enquanto aguarda o Congresso, Mbaye Ndiaye destaca que 200 supervisores participarão da cerimônia de lançamento no sábado, durante a qual o presidente Macky Sall e o chefe da Apr comprarão o primeiro cartão de membro.
seneweb.com
ANGOLA: BRINCAR À JUSTIÇA PARA EUA E UE VEREM.
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O procurador-geral da República de Angola (do MPLA), general Hélder Pitta Grós, disse hoje que as imunidades atrasaram o processo judicial contra o ex-vice-presidente Manuel Vicente, admitindo que a acusação não está para breve, mas frisou que “o trabalho está a ser feito”. O antigo primeiro-ministro, Marcolino Moco, diz, por outro lado, que a questão das imunidades “é uma grande mentira”.
“O processo existe, veio de Portugal, já constituído, não se trabalhou no processo porque tivemos aquele tempo em que havia imunidade. Tendo passado esse tempo, naturalmente, temos de trabalhar”, afirmou o general Hélder Pitta Grós, depois de questionado pela Lusa sobre o processo contra o ex-vice-presidente angolano e antigo patrão da Sonangol.
Manuel Vicente esteve protegido pela lei angolana de imunidade para titulares de cargos públicos, que limita essa protecção a cinco anos após o fim do exercício de funções, prazo que expirou em Setembro.
Em 2018, o processo-crime iniciado em Portugal, conhecido como “Operação Fizz”, em que o ex-vice-presidente angolano era acusado de ter corrompido o procurador português Orlando Figueira, causou um “irritante” entre os dois países, que ficou resolvido depois de, por manifesta pressão politica sobre a Justiça portuguesa, o caso relativo a Manuel Vicente ter sido transferido para o arquivo morto de Angola.
O procurador-geral, que falava em Luanda à margem de uma cerimónia de tomada de posse de novos subprocuradores, excluiu que haja acusação nos próximos tempos.
“Foi há meses que terminou a imunidade, não temos capacidade para [deduzir acusação] tão rapidamente. Gostaríamos, seria bom, mas infelizmente ainda não”, comentou.
Sobre as diligências feitas ao longo dos últimos anos, indicou que houve outras prioridades nesse período com as quais tinha de se avançar, pelo que “pouco ou nada se fez” em relação a Manuel Vicente, mas garantiu que “o trabalho já começou a ser feito”. Traduzindo para uma língua mal falada, e muito pior escrita, pelo PGR – o português -, a velocidade imposta pelo MPLA (também) neste caso é devagar, devagarinho, parada.
Sobre o antigo homem forte da petrolífera do MPLA e “número dois” do antigo presidente José Eduardo dos Santos recaem suspeitas de estar ligado a esquemas de corrupção e branqueamento de capitais quando exercia funções na Sonangol.
Em Janeiro de 2021, Manuel Vicente foi ouvido na Assembleia Nacional na condição de declarante, no âmbito de um processo que envolvia o empresário luso-angolano Carlos São Vicente (actualmente detido) e a transferência de 900 milhões de dólares (sensivelmente o mesmo em euros) para a Suíça.
O nome de Manuel Vicente é também mencionado no despacho de acusação do Ministério Público angolano relativa aos generais Manuel Hélder Vieira Dias, “Kopelipa”, e Leopoldino Fragoso do Nascimento, “Dino”, próximo do antigo presidente José Eduardo dos Santos, que morreu a 8 de Julho deste ano
O documento refere que Angola vendeu à Sonangol International Holding Limited, empresa detida em 70% por chineses e em 30% pela Sonangol EP, entre 5 de Dezembro de 2004 a 6 de Novembro de 2007, petróleo bruto no valor total de 1,598 mil milhões de dólares “sem qualquer benefício esclarecido para o Estado angolano ou para a própria Sonangol EP”.
O ex-presidente angolano está também associado à CIF, empresa chinesa cujos activos em Angola passaram para a esfera do Estado e a vários negócios que terão lesado o país em milhões de dólares.
Manuel Vicente foi (supostamente) alvo de uma investigação patrimonial por parte das autoridades angolanas, com vista à recuperação de activos, mas desconhecem-se os montantes (ir)recuperados.
MARCOLINO MOCO DIZ O QUE (AINDA) PENSA
Entretanto, o antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, lamentou hoje que, desde que foi solicitado a Portugal o processo do ex-vice-Presidente Manuel Vicente tudo tenha “ficado por aí”, sendo invocada a questão das imunidades “que é uma grande mentira”.
Segundo Marcolino Moco, “as imunidades nunca impediram ninguém de ser ouvido pela justiça”, lembrando casos como o Presidente brasileiro, Lula da Silva, do ex-Presidente Jacob Zuma, da África do Sul, ambos com imunidades, mas que foram chamados pela justiça para responder a processos criminais.
“O Lula, no Brasil, tinha imunidades, entretanto, as imunidades foram-lhe retiradas para poder ser ouvido e até foi julgado pela justiça. Zuma tinha imunidades e está sendo questionado pela justiça sul-africana”, afirmou Marcolino Moco.
Num delírio dialéctico, normal e salutar nas pessoas íntegras e honradas, o antigo governante defendeu a aposta numa justiça restaurativa no lugar de uma justiça selectiva.
“Admira-me que haja pessoas hoje a insistir ainda que a justiça angolana actual não é selectiva, (que) é uma justiça necessária, (que) é combate à corrupção. Francamente, é preciso ser muito teimoso para insistir nisso”, salientou Marcolino Moco.
De acordo com o também antigo secretário-geral do MPLA (partido que só está no Poder há 47 anos), o caso de Manuel Vicente enquadra-se num sistema que “estimulava desvios de dinheiros, de fabricação de ricos, com somas de dinheiro exagerado, à custa dos recursos do país e que poderiam, pela sua dimensão, na altura que esta situação teve lugar, ser enquadrados”. Daí a tese de “uma justiça restaurativa”.
“Justiça restaurativa não é justiça selectiva de outra natureza, é uma justiça objectiva, uma justiça transicional e que se enquadra numa situação especial, como aquela que nós vivemos, até 2017 e que, infelizmente, por não ter sido aplicada, faz com que continuemos a viver a mesma situação anterior”, sublinhou.
Marcolino Moco frisou que a situação do país é a mesma, com “pessoas que continuam a desviar os recursos do país para as suas contas, especialmente para o exterior do país, sem benefício nenhum para o desenvolvimento do país”.
“Não querem uma justiça objectiva, que é para continuarmos a nadar em águas turvas. Eles, que se beneficiam desse sistema, limitam-se a procurar bodes expiatórios, acusar alguém para que se diga que há combate à corrupção agora, para satisfazer os Estados Unidos da América, a União Europeia, que adora falar em combate à corrupção, aplaudem, mas que, com certeza, ou fingem ou não conseguem ver que isso não é combate à corrupção nenhum”, referiu.
“Eu preferia que esses casos se enquadrassem no âmbito desse tipo de justiça transicional do que vivermos essa mentira”, acrescentou.
Para Marcolino Moco, uma justiça restaurativa, já proposta no seu livro “Angola para uma Nova Partida”, consistiria “num debate organizado, público, com a participação de pessoas abalizadas, de instituições abalizadas, como por exemplo, as igrejas, especialmente a igreja católica, que tem uma grande experiência neste domínio da justiça”.
“Algo que não pudesse ser visto como um monopólio daqueles que estão no poder, mas algo que seria um remédio genérico para um país que viveu situações graves em vários domínios, mas especialmente nesse domínio da justiça e assim tínhamos resolvido o problema”, realçou.
O político destacou a ausência de Manuel Vicente do país, em contraponto com a prisão do empresário Carlos São Vicente talvez “por uma questão de se dar a ideia de que essa justiça não poupa ninguém, até o genro do Agostinho Neto [primeiro Presidente de Angola] também está na cadeia”.
“Mas, entretanto, pessoas actuais que têm sido citadas, continuam bem, não são tocadas, não são sequer exoneradas e estão bem ao lado do Presidente da República”, observou.
“Acho que é muito fácil, há um ambiente de perdão, pelo menos havia em 2017, aceite até pela própria oposição, então, não sei porque é que estamos a insistir nesse tipo de fingimento de que fazemos justiça e não fazemos justiça nenhuma, fazemos que se continue com a dispersão dos recursos, em vez de encaminhá-los para o desenvolvimento”, acrescentou.
No entender do também antigo secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), é preciso harmonizar e criar um ambiente para que “as pessoas que ficaram ricas, com a aplicação de algumas ideias que já foram avançadas” restituam “na medida do possível, o dinheiro que está lá fora”.
“Porque o que interessa é o presente e o futuro, muitas coisas do passado já são irrecuperáveis. Para quê continuarmos neste ambiente de stresse, neste ambiente desagradável, quando o essencial não está a ser corrigido”, rematou.
Folha 8 com Lusa
Golpe planejado na Guiné, tráfico de drogas: revelações explosivas sobre o suposto terrorista polaco-guineense preso em Kolda.
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Uma grande reviravolta no caso de um suspeito de terrorismo preso pela polícia de Kolda! A Brigada Antiterrorista da Divisão de Investigações Criminais de Dakar concluiu sua investigação. De acordo com uma fonte da Seneweb, Alpha Yaya Barry foi referido, ontem quinta-feira, pelo Dic por actos de terrorismo e participação num grupo de crime organizado, tráfico internacional de drogas pesadas e construção de edifícios sem autorização administrativa. Detalhes sobre o segredo da investigação!
Suspeita do assassinato de Aminata Touré "Méta", Alpha Yaya Barry foi presa pela polícia de Kolda! Mas resulta da investigação que esta binacional está envolvida em uma rede internacional de terroristas.
Colocado à disposição do DIC, o suposto criminoso acabou confessando após seu confronto com elementos concordantes em poder dos homens do comissário Adramé Sarr.
O polonês-guineense faz parte da Comunidade Internacional Fouta-Djalon liderada por seu pai adotivo Modou Sory Barry. Atualmente está em Bruxelas.
A unificação do antigo império de Fouta-Djalon!
Constata-se da investigação que os membros deste grupo querem criar uma rebelião para unificar o que foi o império de Fouta-Djalon: território que ia da Serra Leoa ao Senegal passando pela Libéria, a República da Guiné, o Mali e parte do Burkina Faso , de acordo com uma fonte Seneweb próxima à acusação.
O projeto para derrubar o poder na Guiné
Alpha Yaya Barry, seu filho adotivo preso no Senegal, e os outros membros dessa rede de criminosos montaram um centro de treinamento em Kolda para derrubar o regime do Coronel Mamady Doumbouya. Segundo eles, os Fulani devem recuperar o poder na Guiné e nos países pertencentes ao antigo império Fouta-Djalon.
O suposto terrorista envolvido no tráfico de drogas pesadas e roubo de veículos
Alpha Yaya Barry também está envolvido no tráfico de drogas pesadas e em um empreendimento criminoso de roubo de veículos de luxo. Ele foi condenado a 2 anos de prisão por tráfico de drogas pesadas na Alemanha em 2008.
fonte: seneweb.com
quinta-feira, 10 de novembro de 2022
COPA DO MUNDO CATAR 2022: Grande incerteza sobre a participação de Sadio Mané.
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É um verdadeiro pesadelo para os Leões do Senegal, onze dias antes de sua entrada na disputa da Copa do Mundo do Catar 2022 contra a Holanda. De fato, enquanto jogávamos, na noite de terça-feira, 8 de novembro de 2022, o vigésimo minuto da partida do campeonato alemão, o atacante senegalês do Bayern de Munique, Sadio Mané, sofreu uma lesão no joelho, frente ao Werder Bremen. Ele foi imediatamente substituído. Todas as informações possíveis invadiram a mídia e outras redes sociais. Alguns alegaram que ele ficou levemente ferido após ter recebido uma pancada na perna, que deveria se recuperar rapidamente e que, portanto, sua participação na próxima Copa do Mundo com o Senegal não seria questionada. . Outros são bastante pessimistas. E este último para declarar que o recente campeão africano, do CAN Camarões 2021, foi atingido no tendão do joelho direito e deve perder várias semanas de competição e, portanto, do mundial do Catar. Eles previram um pacote de Sadio Mané. A partir de então, foi a incerteza total, a dúvida e o ceticismo mais absolutos que conquistaram mais de um senegalês, para não dizer um continente inteiro, que depositou todas as suas esperanças no filho de Bambaly. Aquele que terá conseguido o último pênalti permitindo ao Senegal saborear sua primeira coroação continental, uma noite de 6 de fevereiro de 2022 em Yaoundé. Como podemos acreditar, por um único momento, que o número dois da Bola de Ouro da França de futebol 2022 atrás do francês Karim Benzema, será o grande ausente da Copa do Mundo de 2022! Triste! Incrível!
Senegal prende a respiração
De qualquer forma, os comentários estavam indo bem na manhã de quarta-feira, 9 de novembro de 2022, antes de uma declaração oficial do clube de Munique cair para tentar tranquilizar um pouco. Constata-se que Sadio Mané está dispensado para o próximo jogo do campeonato alemão marcado para este sábado e que muitos outros testes se seguirão antes de decidir. O comunicado de imprensa indica que o clube está em discussão com a equipa médica da seleção senegalesa. Aguardamos, portanto, outro comunicado de imprensa oficial que irá situar um ao outro. Mas há motivos para preocupação, dada a extensão das informações que circulam em torno da lesão do jogador senegalês e vêm de fontes credíveis. Isto é, se todo o Senegal prende a respiração quando sabemos que o seleccionador nacional, Aliou Cissé, deve anunciar esta sexta-feira, 11 de Novembro de 2022, a lista de campeões africanos que terão o pesado fardo de tentar fazer melhor, mesmo se isso continua a ser um grande desafio, então as quartas de final de seus mais velhos em 2002. Os senegaleses acreditam em milagres. Eles esperam que a criança de bom coração, ícone benfeitor, que se tornou o jogador mais emblemático do futebol senegalês, esteja presente para o maior evento esportivo do mundo.
Antoine BATTIONO
ANGOLA: HÁ MAIS DE 50 ANOS A ESCOLA DE JOÃO LOURENÇO TINHA CARTEIRAS.
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O Movimento de Estudantes Angolanos (MEA) solidarizou-se hoje com o professor Diavava Bernardo, suspenso após um protesto para reclamar mais carteiras na escola onde leccionava, e promete manifestar-se contra a decisão nos próximos dias. Quem disse que no reino do MPLA há liberdade de expressão?
Em comunicado, o MEA disse que tomou conhecimento da suspensão do professor por via de fontes oficiais, anunciando que nos próximos dias vai realizar “uma manifestação contra tal decisão aniquiladora”.
O professor Diavava Bernardo liderou, em Setembro passado, uma marcha de protesto (certamente entendida pelos donos do reino, o MPLA, como uma tentativa de golpe de Estado) com mais de três centenas de alunos, com idades entre os 8 e 15 anos, de uma escola primária no distrito da Estalagem, município de Viana (Luanda), para exigir mais carteiras para aquele estabelecimento escolar.
“Fruto deste acto, o Governo angolano com o seu espírito de ditador, opressor e violador principal do Estado democrático e de direito, instaurou um processo disciplinar que culminou com a suspensão do referido professor”, sublinha a nota.
De acordo com o MEA, a decisão é “ilegal, sem fundamentos jurídico-constitucional”, pelo que a associação “repudia esta decisão e solidariza-se ao professor Diavava, vítima da má governação e inexistência de políticas credíveis para a Educação”.
Os alunos que se manifestavam foram dispersados pela polícia, que deteve o professor que terá também sido agredido, de acordo com relatos de alunos.
Os agentes terão também efectuado disparos, segundo vídeos postos a circular nas redes sociais, embora as autoridades nunca tenham confirmado a informação.
A polícia do MPLA disse, na altura, que o professor estava acusado de organizar uma marcha não autorizada e do crime de danos materiais, avaliados em 1,7 milhões de kwanzas (cerca de 4.000 euros), por terem sido danificadas carteiras.
Por sua vez o professor disse que a decisão data de 25 de Outubro passado e que está suspenso por tempo indeterminado.
Diavava Bernardo disse que recorreu da decisão e aguarda por conclusão do processo, escusando-se a fazer mais comentários sobre o assunto.
No dia 17 de Outubro, a ministra angolana da (suposta) Educação, Luísa Grilo, considerou que o protesto contra a falta de carteiras organizado por um professor de uma escola de Luanda, seria alvo de um processo disciplinar, foi uma “precipitação” e defendeu mais diálogo. Como o professor sabe, e nós também, “diálogo” para o MPLA significa estar sempre de acordo com o… MPLA.
Luísa Grilo admitiu, no entanto, a falta de carteiras, indicando que existe um programa de distribuição, que já permitiu o apetrechamento de várias escolas, de acordo com os planos definidos pelos municípios. Há 47 anos no Poder, o MPLA nem consegue dotar as escolas com carteiras, é obra.
“Infelizmente, tivemos esse incidente por precipitação. Era possível, através da direcção da escola, terem conversado, e saberiam do programa de distribuição de carteiras e qual a planificação para solucionar este problema”, afirmou, referindo-se à Escola 5108, no distrito da Estalagem, município de Viana.
A ministra, que falava à margem da apresentação de um programa de bolsas escolares, apontou, além do número insuficiente, a existência de material degradado e indicou que muitas carteiras são vandalizadas, destruídas ou roubadas pela própria comunidade escolar, defendendo mais diálogo entre a escola, família e comunidade para evitar incidentes e conflitos.
No seu entender, o professor foi “imprudente” ao movimentar crianças na via pública, o que “exige cuidados redobrados” e afirmou e que esse momento deveria ter sido articulado com as autoridades para não parecer “uma arruaça”. Arruaça ou, já agora, tentativa de golpe de Estado.
Também o administrador municipal de Viana, Demétrio António Braz, falou de “instrumentalização das crianças” que foram colocadas “numa das vias mais movimentadas do município”, com riscos para a sua segurança, criticando o professor por não ter cumprido os requisitos legais do direito à manifestação.
Quanto ao seu regresso à docência, “tudo vai depender” do desfecho do processo disciplinar. E, é claro, se aceitar fazer – como mandam as regras da democracia “made in MPLA” – um transplante e passar o cérebro para os intestinos.
Os cerca de 300 alunos que saíram à rua para reivindicar carteiras foram dispersados pela polícia e ouviram-se disparos que geraram algumas situações de pânico. Alguns alunos sofreram ferimentos ligeiros enquanto fugiam e outros estiveram desaparecidos até ao início da noite.
A polícia (do MPLA) instaurou, entretanto, um inquérito para averiguar as circunstâncias da intervenção. Segundo o administrador da Viana (do MPLA), “a polícia protegeu as crianças” e tentou controlar o movimento na via pública.
“A polícia é muito responsável, não iria direccionar tiros contra as crianças, mas o som dos disparos produz efeitos, mas felizmente todos foram levados em segurança para a escola e para a casa”, acrescentou, indicando que os ferimentos se deveram à “movimentação” dos alunos na rua.
Disse ainda que todas as escolas “precisam de carteiras, umas mais do que outras”, explicando que são necessárias cerca de 23 mil carteiras para atender às necessidades em Viana, estando o processo de distribuição a decorrer desde Maio.
A ministra da Educação, Luísa Grilo, defendeu em Setembro de 2021, em Moçâmedes, que as tecnologias digitais devem estar ao dispor de todos e o seu uso aproveitado como uma nova forma de alfabetizar. Os 20 milhões de angolanos pobres… agradeceram, assim como os jovens estudantes que nem carteiras têm.
A ministra, que falava no acto central do Dia Mundial da Alfabetização, que decorreu sob o lema “Alfabetizar para aumentar a inclusão digital em tempos de pandemia”, disse que as novas tecnologias devem ser geridas para as áreas da formação, comunicação, informação, trabalho, entretenimento e na aproximação entre as pessoas em todos os enquadrantes.
Luísa Grilo reconheceu na altura que alfabetizar era cada vez mais desafiante, tendo em conta o momento difícil que se vive, por causa da pandemia da Covid-19.
Em função disso, todos os sectores, incluindo o da Educação, estavam a adoptar novos procedimentos e formas de trabalho, através do uso das novas tecnologias e uma combinação entre as técnicas convencionais e as tradicionais.
A ministra reconheceu que as tele e rádio-aulas e o uso da Internet para fins educacionais são recursos usados para se assegurar as aprendizagens. Por isso, em 2021, a UNESCO definiu como lema para as comemorações da alfabetização a recuperação centrada no ser humano e na redução da disparidade digital. É de crer que, na prossecução de mais esta promessa, o MPLA venha a instalar computadores de acesso livre e gratuito nas grandes superfícies que fornecem sem custos alimentos à população – as lixeiras.
“Angola está a dar os primeiros passos para uma massificação tecnológica”, avançou a ministra, assegurando que o Executivo assume, cada vez mais, a importância da utilização de novas tecnologias.
A ministra recorreu os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para dar conta que, desde 2020, cerca de 14,6 milhões de cidadãos são usuários de telemóveis, outros 8,9 milhões utilizadores de internet e 2,20 milhões recorrem activamente às redes sociais. Os estudantes também, nem que tenham de se sentar em adobes ou em latas de “Nido”.
“Os desafios para aumentarmos as taxas de inclusão digital ainda são grandes. Vimos aqui que o uso da internet ainda é limitativa e estamos conscientes de que tudo não depende só da extensão do sinal das redes de telecomunicação, mas sobretudo, do nível da alfabetização das suas populações, por isso, o lema escolhido para o nosso país é Alfabetizar para aumentar a inclusão digital em tempos de pandemia”, afirmou Luísa Grilo.
A ministra garantiu que o Executivo entende que a alfabetização tem um papel importante em todas as vertentes sociais: ” Se durante a pandemia da Covid-19 fomos obrigados a manter o distanciamento social e recorrer às novas tecnologias, as pessoas iletradas vivenciaram uma dupla maneira: Uma imposta pela pandemia e outra pela sua condição académica”.
Luísa Grilo disse “ser momento de agir perante a recente crise da pandemia da Covid-19, que tem acentuado os problemas da alfabetização e da educação dos jovens e adultos, com repercussões negativas na escolarização e nas oportunidades de aprendizagem ao longo de toda a vida, contribuindo, deste modo, para os níveis de atraso e das taxas do analfabetismo “.
Legenda. Sala de aulas igual à que João Manuel Gonçalves Lourenço frequentou no tempo colonial.
Folha 8 com Lusa
SENEGAL: Um desvio de seis bilhões secos a Orabank.
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Todos os agentes do Orabank Senegal envolvidos na concessão de empréstimos e na abertura de contas são convocados ao DIC, que está a investigar o desvio de seis mil milhões de francos CFA em detrimento do banco. O dinheiro foi bombeado através do estabelecimento de várias linhas de crédito em benefício de um cliente com várias contas no Orabank. Este último recolheu os fundos sem nunca reembolsar um franco.
Fontes do L'Observateur, que fala sobre o caso em sua edição de quinta-feira, suspeitam de cumplicidade interna. "Uma pessoa pode abrir várias contas num banco, mas não pode beneficiar de um empréstimo bancário para todas as suas contas", indica uma delas.
O Orabank Senegal apresentou uma queixa contra o X. Na pendência das conclusões da investigação do DIC, o novo gerente geral do banco, Michel Kofi Dorkenoo, que assumiu o lugar do francês Luc Morio, tomou medidas cautelares. O L'Observateur informa que demitiu quatro executivos do banco envolvidos na concessão dos créditos infratores. Suspendeu o Comitê de Crédito; as decisões de empréstimo são agora submetidas à empresa-mãe em Lomé, Togo. Outros executivos envolvidos em créditos receberam advertências e comparecerão perante os investigadores do DIC.
seneweb.com
ANGOLA: MEIO SÉCULO DE GOVERNOS INCAPAZES E CRIMINOSOS.
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Ao ler o artigo “ANTI-PORTUGUESISMO PRIMATOLÓGICO DO MPLA” do Folha 8 lembrei-me que tinha, esta manhã, acabado de ler o primeiro e até à data, que eu saiba, o único livro escrito por José Severino (Pacaça) e intitulado “Batalhas, Peripécias e Economia Num Recanto de Angola”, edição portuguesa da Guerra & Paz, Fevereiro de 2022.
Por Carlos Pinho (*)
Esta combinação de eventos e de mais algumas notícias sobre Angola que li nos últimos dias merecem-me algumas reflexões.
O autor acima citado, José Severino (Pacaça), discorre sobre alguns assuntos, à laia de pequenas crónicas, sobre eventos ocorridos entre 1961 e 1975. Embora, dando ênfase principalmente às lutas entre as FAPLA de um lado e as FALA mais os sul-africanos, do outro, mormente no trio composto pelas províncias de Benguela, Huíla e Namibe. No decorrer de algumas, senão de muitas das crónicas, refere inúmeras fazendas e indústrias daquelas regiões de Angola, salientando o seu peso e relevância da economia da então Colónia/Província Ultramarina Portuguesa e depois Estado de Angola, e indica claramente a actividade destruidora e de pilhagem desenfreada que nos anos de 1974-1975 arrasou todo aquele potencial económico.
O autor lá vai comentando, através da sua escrita, do enorme dano que se estava a criar para a Angola futura e igualmente na estratégia errada de se despachar os portugueses para fora de Angola com o fito de se ficar com as suas propriedades e haveres. Também refere a opção então tomada de recusar o retorno a Angola daqueles que fugiram nos períodos em que a guerra civil foi mais acesa, no referido intervalo de tempo 1974-1975, quando muitos dos fugitivos, após a independência, mostraram intenções de regressar e retomar as respectivas actividades profissionais.
Vai dando, se bem que de um modo ligeiro, indicações claras da sua discordância quanto ao que se passou e enfatiza reiteradas vezes que Angola iria e está a pagar um preço elevado por tais acções.
Eu diria mais, Angola continuará a pagar por muitas décadas por tais dislates. E verdade verdadinha, quase meio século depois daqueles eventos, não vejo em Angola governantes com capacidades intelectuais e cognitivas para corrigir tal estado de coisas.
No fundo é o continuado anti-portuguesismo primário tão querido do MPLA, e dos outros Movimentos Ditos de Libertação (MDL). MDL como eu gosto de os chamar! É que de boas intenções está o inferno cheio e a evidência experimental tem-me levado a olhar para o tal conceito “de Libertação” de soslaio. Libertação de quê? Só para uns quantos, os ditadores, os donos do poder. O resto de povo, a grande maioria, continua a levar porrada quer refile ou não. É por isso bem mais de que “porrada se refilar”. Libertação de quê, pergunto mais uma vez? Independência em relação a quê? Se não fosse o petróleo iram os angolanos comer o quê?
Mas não pensem que resolvi pegar de ponta o livro do José Severino (Pacaça), longe disso. Achei-o muito interessante. Mas, vejam por exemplo o livro de Manuel Videira, “Um Intelectual na Rebelião” edição portuguesa da Guerra & Paz, Outubro de 2021. Nele o autor fala do espanto do pessoal quando voltaram, a Luanda em 1974. Refere o desenvolvimento da cidade, do seu comércio e indústria e da vivacidade dos seus habitantes. Assim, pé ante pé, vão começando a aparecer textos, nos quais lá pelo meio, se começa a contestar a bondade de muitos eventos de antanho. É pouco, mas é um princípio. Só reconhecendo os erros do passado poderemos criar um futuro melhor. Já escrevi por várias vezes que o regime colonial no afã de se perpetuar foi obrigado a desenvolver Angola e tal aconteceu entre 1961 e 1974. Para eles antes que fosse tarde, para a história, já ia tarde! E no caso dos governos actuais?
Um aspecto relevante da acção dos portugueses foi a de que ao contrário de colónias de outras nações europeias, em Angola e Moçambique, o diferencial entre as dimensões das respectivas capitais e algumas das outras cidades não era tão elevado. No caso de Angola, que é o que interessa para o caso, as cidades de Nova Lisboa (Huambo), Sá da Bandeira (Lubango) e o binómio Benguela-Lobito, ombreavam facilmente com Luanda. Esta logicamente era maior, mas o contraste não era assustador. No seu livro o José Severino (Pacaça) refere o que então se dizia, Lobito, a sala de visitas de Angola.
Hoje em dia o contraste é brutal, o governo só tem olhos para a capital. Não que esta seja actualmente a beleza que foi até 1974, nada disso. Beleza aqui pelos meus olhos de menino e moço, daquele tempo. Havia, contudo, a mancha dos musseques, bem menor do que hoje em dia, e quanto a isso já lá vamos.
Neste quase meio século passado, Luanda tornou-se o refúgio de milhões fugidos à guerra civil, e para mim a grande obra do MPLA nesta cidade foi precisamente o crescimento brutal da mancha de musseques que envolve a cidade de alcatrão. De tal modo que, para que a cidade pudesse crescer de um modo organizado, foi preciso construir para além dessa mancha de musseques, Belas, Morro Bento, Talatona, etc.. Isto mostra claramente a incapacidade do MPLA para resolver os problemas dos mais necessitados e que vivem na dita mancha de musseques, sejam tais problemas, sociais, económicos, de saúde pública, escolaridade, no fundo cobrindo todos os aspectos que rodeiam as necessidades e aspirações daquelas gentes, e não só, de todos nós.
Não! Preferiram uma fuga para a frente, construindo novas zonas de alcatrão para fora dos musseques ao mesmo tempo que descaracterizaram a baixa da cidade com edifícios monumentais, não havendo estruturas viárias, de água, rede eléctrica e saneamento que pudessem suportar a ocupação humana que tais monstros iriam acarretar na referida baixa. Digo iriam, porque muitos deles estão minimamente ocupados. Mas é imponente quando vista da Ilha do Cabo. É assim uma espécie de Manhattan dos pobrezinhos!
A Nova Marginal é outro exemplo, criaram uma avenida fantástica, para estrangeiro e turista ver, com um sistema de iluminação pública autónomo, suportado por geradores dedicados. Como há tempos alguém roubou alguns cabos eléctricos, barraca! E ainda falta a parte até à Corimba. Dinheiro para exibicionismo e farra há sempre, agora para dar uma volta à vida do pessoal dos musseques é que não há. Tal como no tempo colonial, que se lixem, são pretos! No tempo colonial a afirmação “são pretos” tinha um conceito rácico pejorativo, como é do conhecimento geral, mas também um conceito social. Gente de baixa extracção. Agora ficou apenas o segundo conceito, mas usando o termo chique tão ao gosto do Presidente da República, lúmpenes.
É espantoso como os governos dos países independentes de África fazem gala em copiar o que de pior tinham os respectivos regimes coloniais!
Agora consta que se vão investir 11 milhões de euros num novo centro de exposições em Luanda. Muito bem, sem dúvida que vai garantir empregos e incentivar a actividade económica da cidade capital. E as outras cidades? Porque é que o governo não obrigou a contrapartidas que deveriam ser investimentos noutras cidades do país? Porque não colocar esse tal centro de congressos, por exemplo em Benguela? Estou à vontade para referir isto, não há aqui bairrismo serôdio, eu até sou calcinhas! E, para quando um programa orientado para se tentar levar as pessoas para as cidades do interior do país, no sentido de diminuir ao máximo a macrocefalia de Luanda? Certamente que havendo oportunidades de trabalho noutras regiões do país, muito boa gente iria abandonar Luanda à procura de melhor vida.
Porque raio é que os governantes de Angola não seguem aquilo que os títulos das respectivas funções a tal os deviam obrigar. Governar!
(*) Aposentado. Ex docente universitário
Enorme surpresa nos convocados do Brasil para o Mundial 2022 - ÚLTIMA HORA.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Tite anunciou a lista de convocados do Brasil para o Mundial 2022, que arranca no próximo dia 20 de novembro.
Veja também: Jogador do Aston Villa provoca Ronaldo, pega-se com o português e acaba no chão (Vídeo)
A maior surpresa nas escolhas do selecionador brasileiro é a chamada de Dani Alves, lateral-direito de 39 anos, que atua no Pumas do México. Entre as surpresas destaca-se também a chamada de Gabriel Martinelli, jovem que brilha no Arsenal.
Entre as ausências destacam-se os nomes de Roberto Firmino (Liverpool) e Gabriel Magalhães (Arsenal).
Entre os jogadores que atuam na I Liga também há ausências como Lucas Veríssimo, David Neres e Gilberto, do Benfica, e Pepê do FC Porto.
No entanto a lista integra muitos nomes que passaram passaram pelo futebol português como Ederson, Danilo, Alex Sandro, Alex Telles, Eder Militão, Casemiro, Fabinho ou Raphinha.
Veja também: Seleção Nacional terá ganho importante reforço de ÚLTIMA HORA para o Mundial
Veja abaixo a lista dos 26 convocados da seleção brasileira.
Guarda-redes: Alisson (Liverpool), Ederson (Man. City) e Weverton (Palmeiras)
Defesas: Dani Alves (Pumas), Danilo (Juventus), Alex Sandro (Juventus), Alex Telles (Sevilha), Bremer (Juventus), Éder Militão (Real Madrid), Marquinhos (PSG e Thiago Silva (Chelsea)
Médios: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Man. United), Everton Ribeiro (Flamengo), Fabinho (Liverpool), Fred (Man. United) e Lucas Paqueta (West Ham)
Avançados: Antony (Man. United), Gabriel Jesus (Arsenal), Gabriel Martinelli (Arsenal), Neymar (PSG), Pedro (Flamengo), Raphinha (Barcelona), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid) e Vinícius Jr (Real Madrid)
terça-feira, 8 de novembro de 2022
A HISTÓRIA DO AGRIPREENDIMENTO DE LAGOS: ENTRE FATOS E FICÇÃO-Nike Sodipo.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
O Governo do Estado de Lagos está irrevogavelmente comprometido em impulsionar políticas, programas e projetos inclusivos para a juventude na agricultura. A filosofia por trás disso é servir ao duplo propósito de garantir a segurança alimentar, ao mesmo tempo em que combate o duplo desafio do desemprego e das mudanças climáticas.
A agricultura é a espinha dorsal de muitas economias, com uma média de 25% ou mais do PIB em vários países em desenvolvimento e representando uma excelente oportunidade para empregar os jovens.
Considerando o envelhecimento da população de produtores de alimentos no país, com idade média de mais de 60 anos, cabe ao governo impulsionar estratégias inclusivas que envolvam o grupo-alvo na produção agrícola de alimentos.
Lagos não fica para trás nesta viagem. Assim, iniciou programas direcionados à participação dos jovens no setor através do seu Ministério da Agricultura para mitigar alguns dos desafios identificados como impedindo os jovens de se envolverem plenamente na agricultura – principalmente a falta de financiamento, terra, mercados e formação.
Alguns dos programas iniciados pelo governo do estado neste sentido são o Lagos Agripreneurship Program (L.A.P), o programa Rice for Job e o treinamento e capacitação da Cage and Pen Culture (no âmbito do Programa de Desenvolvimento da Aquicultura Marinha), bem como o Programa Lagos Agric Scholars. (L.A.S.P) e capacitação e capacitação de Apicultura (apicultura) entre outros.
Como dito anteriormente, o objetivo é criar empregos e riqueza, bem como garantir a segurança alimentar da população. Estes programas registaram níveis significativos de sucesso na consecução dos objetivos específicos.
A administração do Sr. Babajide Olusola Sanwo-Olu conceituou o estabelecimento do
Lagos Agripreneurship Program (L.A.P.) no ano de 2020 como um programa de intervenção social destinado a expor os jovens à agricultura através de formação utilizando técnicas e práticas agrícolas modernas para a criação de emprego e riqueza. O programa visa treinar 15.000 jovens em quatro cadeias de valor, nomeadamente aves, aquicultura, hortícolas e suinicultura nos próximos 5 anos.
O programa L.A.P tem como modelo o programa Arava International Centre for Agriculture Training (AICAT) de Israel, com o princípio fundamental de aprender fazendo. A combinação vencedora de treinamento prático em uma fazenda avançada e moderna, estudos teóricos e vida em comunidade proporciona aos participantes uma experiência única e rica
O Programa é um programa de treinamento de quatro meses que envolve treinamento intensivo de demonstração in loco de um mês no Instituto Estadual de Treinamento Agrícola do Estado de Lagos em Araga – Epe (onde os participantes são treinados, acomodados, alimentados, fornecidos com materiais de treinamento e kits de segurança gratuitamente pelo governo do Estado) e estágio de três meses com algumas empresas/fazendas agropecuárias selecionadas. Desde o início deste programa em 2020, um número total de 2.200 participantes foram treinados.
Os participantes passam pelo processo de pré-qualificação, que envolve a obtenção de fichas de inscrição, triagem, teste de aptidão/entrevista oral antes de serem admitidos no programa.
O programa é implementado em três fases nomeadamente formação, estágio/orientação e ligação a fontes de financiamento, com o fluxo do processo conforme abaixo:
A fase de treinamento envolve prática e teoria na proporção de 70:30 respectivamente e acontece de segunda a sábado com duração de um mês em Araga, Epe. A sessão prática decorre das 6h30 às 8h00 (sessão da manhã) e das 16h30 às 18h00 (sessão da noite). As aulas teóricas acontecem diariamente das 10h00 às 14h00.
Ao final da fase de treinamento, são realizados exames em todas as cadeias de valor para determinar o nível de compreensão dos participantes. Para incentivar o trabalho árduo, o Ministério introduziu um sistema de recompensa em 2021 para os dez melhores desempenhos em cada cadeia de valor e distribuiu insumos agrícolas como capital inicial durante o Programa Anual de Ativação de Empresas de Cadeias de Valor Agrícola do Ministério.
Para incentivar ainda mais as economias de escala, aprendizagem cruzada e apoio a programas de extensão, os beneficiários do LAP legados com insumos são aconselhados a iniciar seu empreendimento nos Centros de Produção de Alimentos em Epe & Badagry, onde o Governo do Estado forneceu instalações de produção e infraestrutura para apoiar suas atividades agrícolas sem nenhum custo por um ano.
No ano de 2021, 300 participantes dos Lotes 1 a 7, bem como participantes do extinto programa Agric YES, receberam insumos de produção na cadeia de valor da aquicultura (240) e cadeia de valor da avicultura (60) pelo ministério em cumprimento do apoio do Estado prometido ao top performers. Outros na mesma categoria nos lotes 8 a 14 receberiam suportcorporativo durante o Programa de Ativação Empresarial de 2022, que ainda não ocorreu.
O programa L.A.P tem como modelo o programa Arava International Centre for Agriculture Training (AICAT) de Israel, com o princípio fundamental de aprender fazendo. A combinação vencedora de treinamento prático em uma fazenda avançada e moderna, estudos teóricos e vida em comunidade proporciona aos participantes uma experiência única e rica
O Programa é um programa de treinamento de quatro meses que envolve treinamento intensivo de demonstração in loco de um mês no Instituto Estadual de Treinamento Agrícola do Estado de Lagos em Araga – Epe (onde os participantes são treinados, acomodados, alimentados, fornecidos com materiais de treinamento e kits de segurança gratuitamente pelo governo do Estado) e estágio de três meses com algumas empresas/fazendas agropecuárias selecionadas. Desde o início deste programa em 2020, um número total de 2.200 participantes foram treinados.
Os participantes passam pelo processo de pré-qualificação, que envolve a obtenção de fichas de inscrição, triagem, teste de aptidão/entrevista oral antes de serem admitidos no programa.
O programa é implementado em três fases nomeadamente formação, estágio/orientação e ligação a fontes de financiamento, com o fluxo do processo conforme abaixo:
A fase de treinamento envolve prática e teoria na proporção de 70:30 respectivamente e acontece de segunda a sábado com duração de um mês em Araga, Epe. A sessão prática decorre das 6h30 às 8h00 (sessão da manhã) e das 16h30 às 18h00 (sessão da noite). As aulas teóricas acontecem diariamente das 10h00 às 14h00.
O programa L.A.P tem como modelo o programa Arava International Centre for Agriculture Training (AICAT) de Israel, com o princípio fundamental de aprender fazendo. A combinação vencedora de treinamento prático em uma fazenda avançada e moderna, estudos teóricos e vida em comunidade proporciona aos participantes uma experiência única e rica
O Programa é um programa de treinamento de quatro meses que envolve treinamento intensivo de demonstração in loco de um mês no Instituto Estadual de Treinamento Agrícola do Estado de Lagos em Araga – Epe (onde os participantes são treinados, acomodados, alimentados, fornecidos com materiais de treinamento e kits de segurança gratuitamente pelo governo do Estado) e estágio de três meses com algumas empresas/fazendas agropecuárias selecionadas. Desde o início deste programa em 2020, um número total de 2.200 participantes foram treinados.
Os participantes passam pelo processo de pré-qualificação, que envolve a obtenção de fichas de inscrição, triagem, teste de aptidão/entrevista oral antes de serem admitidos no programa.
O programa é implementado em três fases nomeadamente formação, estágio/orientação e ligação a fontes de financiamento, com o fluxo do processo conforme abaixo:
A fase de treinamento envolve prática e teoria na proporção de 70:30 respectivamente e acontece de segunda a sábado com duração de um mês em Araga, Epe. A sessão prática decorre das 6h30 às 8h00 (sessão da manhã) e das 16h30 às 18h00 (sessão da noite). As aulas teóricas acontecem diariamente das 10h00 às 14h00.
Ao final da fase de treinamento, são realizados exames em todas as cadeias de valor para determinar o nível de compreensão dos participantes. Para incentivar o trabalho árduo, o Ministério introduziu um sistema de recompensa em 2021 para os dez melhores desempenhos em cada cadeia de valor e distribuiu insumos agrícolas como capital inicial durante o Programa Anual de Ativação de Empresas de Cadeias de Valor Agrícola do Ministério.
Para incentivar ainda mais as economias de escala, aprendizagem cruzada e apoio a programas de extensão, os beneficiários do LAP legados com insumos são aconselhados a iniciar seu empreendimento nos Centros de Produção de Alimentos em Epe & Badagry, onde o Governo do Estado forneceu instalações de produção e infraestrutura para apoiar suas atividades agrícolas sem nenhum custo por um ano.
No ano de 2021, 300 participantes dos Lotes 1 a 7, bem como participantes do extinto programa Agric YES, receberam insumos de produção na cadeia de valor da aquicultura (240) e cadeia de valor da avicultura (60) pelo ministério em cumprimento do apoio do Estado prometido ao top performers. Outros na mesma categoria nos lotes 8 a 14 receberiam suporte corporativo durante o Programa de Ativação Empresarial de 2022, que ainda não ocorreu.
A segunda fase, que é a fase de estágio e orientação do L.A.P, é projetada para expor os participantes treinados à economia real da agricultura e aprimorar seus conhecimentos em tecnologias modernas para aumentar os rendimentos e a lucratividade.
Os participantes estão ligados a fazendas comerciais privadas e outras empresas do agronegócio que estão muito próximas de seus locais de residência para adquirir experiência prática. Esta fase tem a duração de três meses e é implementada em colaboração com um consultor do setor privado (SME Accelerator), que se encarrega da divulgação, monitorização e avaliação dos participantes.
Para os lotes 8 e 9, o Ministério da Agricultura colaborou com o Ministério da Criação de Riqueza e Emprego para treinar e vincular seus candidatos do Programa de Estágio de Pós-Graduação (GIPP) com empresas agro-aliadas para a fase de estágio L.A.P.
Ao final do estágio de três meses, o Ministério da Agricultura emite certificados aos participantes que concluíram com sucesso esta fase. Isso é necessário para a vinculação a instituições financeiras
A terceira fase é para os participantes que concluíram com sucesso as fases 1 e 2 do Lagos Agripreneurship Program (LAP) e é implementada em conjunto com o NIRSAL Microfinance bank (CBN). Espera-se que os participantes se registrem no Instituto de Desenvolvimento Empresarial (EDI) aprovado pela CBN com a soma de N10.000 (dez mil nairas apenas) para participar de um treinamento de 3 dias em finanças/desenvolvimento de negócios como parte dos requisitos para solicitação de empréstimo financeiro.
Em sua tentativa de reduzir a carga sobre os participantes e incentivar o acompanhamento do programa, o Governo do Estado de Lagos paga as taxas de inscrição obrigatórias (N10.000) para o treinamento EDI – a taxa para todos os 2.200 participantes que passaram pelo L.A.P foi foi pago.
Espera-se que os participantes apenas carreguem o certificado L.A.P emitido após a fase de estágio e façam um pagamento obrigatório de N5.000 para o desenvolvimento do plano de negócios, que deve ser pago pelos participantes individuais com seus cartões ATM, conforme recomendado pelo CBN para auxiliar na captura de biodados.
O objetivo de longo prazo do Ministério da Agricultura do Estado de Lagos é desenvolver o instituto de treinamento agrícola Araga em Epe para se tornar um centro regional líder de pesquisa e desenvolvimento científico. Prevemos um futuro em que o centro entrará em parceria com o setor privado, parceiros de desenvolvimento e nações.
O objetivo, como sempre, é avançar nos métodos sustentáveis de cultivo e pecuária, fornecendo conhecimento crítico à comunidade agrícola regional, elevando a qualidade do produto e abrindo novos mercados.
Isso aumentaria a qualidade do treinamento dado aos participantes e abriria fronteiras para programas de intercâmbio de estudantes, em cumprimento ao objetivo de exposição a tecnologias inovadoras que seriam vitais para a segurança alimentar na Nigéria.
Sodipo é Diretor Adjunto, Relações Públicas, Ministério da Agricultura, Alausa, Ikeja
SENEGAL: Tráfico de bilhetes negros: como o filho de Mbaye Ndiaye foi rastreado e preso.
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Cheikh Issa Ndiaye, filho do ministro Mbaye Ndiaye, foi preso sexta-feira em Thiès ao mesmo tempo que um certo Abdoulaye Faye. Eles estavam de posse de notas pretas, em dólares e euros, no valor de um bilhão de francos CFA. Eles foram encaminhados ao Ministério Público ontem, segunda-feira, por associação criminosa, tentativa de lavagem de passagens pretas e tráfico de passagens pretas.
De acordo com o Liberation, os dois suspeitos estavam na mira dos elementos da Seção de Pesquisa de Thiès há algum tempo. Estes últimos sabendo que tinham uma grande quantidade de bilhetes pretos que queriam lavar.
Para prendê-los, os gendarmes montaram um dispositivo no qual colocam um agente disfarçado. Este último entra em contato com Cheikh Issa Ndiaye e Abdoulaye Faye. Liberation relata que ele os faz acreditar que ele tinha o equipamento necessário em Thiès para lavar os bilhetes pretos. A nomeação é então feita para Mbour 1, um distrito da Cité du Rail. Os dois suspeitos saem de Dakar na noite de sexta-feira para sábado passado.
Os investigadores já haviam isolado a área. Depois de obter a confirmação de que Cheikh Issa Ndiaye e Abdoulaye Faye estavam de posse dos bilhetes pretos, o agente disfarçado deu o sinal aos gendarmes. A dupla é presa e colocada sob controlo.
CAMARÕES: 40 ANOS DO REINO DE PAUL BIYA: Devemos rir ou chorar?
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6 de novembro de 1982 a 6 de novembro de 2022; Paul Biya reinou supremo sobre Camarões por 40 bons anos. De fato, tendo chegado ao poder após a renúncia do presidente Ahmadou Ahidjo, Paul Biya, que alguns chamam de "o homem de 6 de novembro", provavelmente não imaginava tamanha longevidade à frente do estado camaronês. Sobretudo quando sabemos que logo após a sua instalação no Palácio de Etoudi, ele foi confrontado com uma série de crises políticas que tomaram um rumo particular com o golpe fracassado de 6 de abril de 1984, quando uma facção do exército tentou roubar do poder que ele estava lutando para consolidar. E isso não é tudo. Porque, a contestação dos resultados das eleições presidenciais de 1992 pelo adversário John Fru Ndi, incendiou os Camarões ao ponto de alguns não hesitarem em apostar na queda de Paul Biya que, através da organização de reformas institucionais, conseguiu, para surpresa de todos, recuperar o controle. Desde então, reinando como senhor indiscutível sobre Camarões, “o homem-leão”, como alguns o chamam, regula, de acordo com os interesses do momento e os apetites pelo poder de seus supostos sucessores, o clima político nacional.
O país é apresentado como um dos mais corruptos do continente
O que lhe rendeu, em parte, essa longevidade no poder. E o mínimo que podemos dizer é que Paul Biya, muito provavelmente, não está pronto para reivindicar seus direitos de aposentadoria. “Camarões é governado de acordo com sua Constituição. De acordo com esta Constituição, meu mandato dura sete anos. Então tente fazer a subtração e você saberá quanto tempo me resta para liderar o país. Mas caso contrário, quando este mandato expirar, você será informado se fico ou vou para a aldeia”, respondeu aos jornalistas que lhe perguntaram sobre uma possível aposentadoria política. Era agosto de 2022. Para os Rasputins e outros torcedores zelosos que só defendem seu bife, com Biya, é estabilidade e progresso social. Eles podem não estar errados. Porque Camarões, ao contrário de seu vizinho nigeriano, conseguiu conter a ameaça do grupo islâmico Boko Haram, cujas incursões mortais perturbaram o sono das populações. A isso, deve-se acrescentar que Camarões é um dos pesos pesados, economicamente falando, da Comunidade Econômica dos Estados da África Central (ECCAS). Mesmo em termos de desenvolvimento humano sustentável, o país não está ridiculamente alto, 19º entre 54 países africanos. Tudo isso é mérito do presidente Paul Biya que, a menos que tenha escolhido entrar na história pela porta dos fundos, deve, aos 89 anos, escapar passando a mão para uma nova geração. Com efeito, se é verdade que Camarões, sob o magistério de Biya, experimentou progressos sociais e econômicos, deve-se reconhecer que o país se apresenta como um dos mais corruptos do continente onde o desfalque, o clientelismo, o favoritismo e o nepotismo estão bem estabelecidos . Em termos de liberdades individuais e coletivas, os sinais são vermelhos.
Paul Biya não pode dar aos Camarões nada mais do que deu em 40 anos
Porque, em Camarões, nenhuma voz ousa se levantar contra "o pai" cujos desejos são lei. E não é o adversário Maurice Kamto que dirá o contrário; aquele que, por contestar os resultados da última eleição presidencial, passou nove meses na prisão sob as ordens do príncipe reinante. Esquecemos com prazer o caso de muitos intelectuais que tiveram que fugir do país por causa de suas posições muito críticas em relação ao "vovô". E tudo isso está acontecendo sob o olhar indiferente ou mesmo cúmplice dos “arautos” da democracia – sigam nosso olhar – que não vacilam por razões óbvias de preservação de seus interesses. De fato, uma das estratégias postas em prática por Paul Biya para sustentar seu poder é dividir para conquistar. Tanto que não falta tensão entre os membros de sua comitiva imediata. Ele deixa todos acreditarem que sua hora chegou; aguçando assim as ambições um do outro. De qualquer forma, comemorar 40 anos no poder em um momento em que as pessoas aspiram à alternância parece no mínimo anacrônico. Temos que chorar mais do que rir sobre isso, especialmente quando sabemos que longos reinados geralmente levam ao caos. Os exemplos são tão numerosos no continente que não correríamos o risco de querer citá-los exaustivamente sob pena de perder o fôlego. Nem ousamos imaginar o período pós-Biya, pois o futuro é cheio de incertezas. Estamos caminhando para uma sucessão dinástica como alguns temem, quando sabemos que o "filho do outro" está emboscado, pronto para sair da floresta quando chegar a hora? Como o povo camaronês reagiria se um cenário tão provável se materializasse? Dito isto, desde que ele ame seu país como afirma, Paul Biya, no final de seu mandato atual, se beneficiaria de renunciar ao poder como seu antecessor Ahmadou Ahidjo havia feito. Porque ele não pode dar aos Camarões nada mais do que fez em 40 anos
LE PAYS
Enorme surpresa nos convocados do Brasil para o Mundial 2022 - ÚLTIMA HORA.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Tite anunciou a lista de convocados do Brasil para o Mundial 2022, que arranca no próximo dia 20 de novembro.
Veja também: Jogador do Aston Villa provoca Ronaldo, pega-se com o português e acaba no chão (Vídeo)
A maior surpresa nas escolhas do selecionador brasileiro é a chamada de Dani Alves, lateral-direito de 39 anos, que atua no Pumas do México. Entre as surpresas destaca-se também a chamada de Gabriel Martinelli, jovem que brilha no Arsenal.
Entre as ausências destacam-se os nomes de Roberto Firmino (Liverpool) e Gabriel Magalhães (Arsenal).
Entre os jogadores que atuam na I Liga também há ausências como Lucas Veríssimo, David Neres e Gilberto, do Benfica, e Pepê do FC Porto.
No entanto a lista integra muitos nomes que passaram passaram pelo futebol português como Ederson, Danilo, Alex Sandro, Alex Telles, Eder Militão, Casemiro, Fabinho ou Raphinha.
Veja também: Seleção Nacional terá ganho importante reforço de ÚLTIMA HORA para o Mundial
Veja abaixo a lista dos 26 convocados da seleção brasileira.
Guarda-redes: Alisson (Liverpool), Ederson (Man. City) e Weverton (Palmeiras)
Defesas: Dani Alves (Pumas), Danilo (Juventus), Alex Sandro (Juventus), Alex Telles (Sevilha), Bremer (Juventus), Éder Militão (Real Madrid), Marquinhos (PSG e Thiago Silva (Chelsea)
Médios: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Man. United), Everton Ribeiro (Flamengo), Fabinho (Liverpool), Fred (Man. United) e Lucas Paqueta (West Ham)
Avançados: Antony (Man. United), Gabriel Jesus (Arsenal), Gabriel Martinelli (Arsenal), Neymar (PSG), Pedro (Flamengo), Raphinha (Barcelona), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid) e Vinícius Jr (Real Madrid)
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América nas urnas para as eleições de meio de mandato, Trump promete um "anúncio muito grande" em 15 de novembro.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
Os americanos são convocados às urnas nesta terça-feira em uma eleição de meio de mandato crucial para o futuro político de Joe Biden e Donald Trump, que está flertando ostensivamente com uma candidatura presidencial de 2024.
O presidente democrata pediu ao país que "defenda a democracia", já que seu antecessor republicano prometeu um "anúncio muito grande" na próxima semana - sugerindo outra candidatura à Casa Branca.
O que está tocando hoje
Em todo o país, as assembleias de voto serão abertas às seis ou sete da manhã (11:00 ou 12:00 GMT), dependendo do estado, nesta primeira terça-feira após a primeira segunda-feira de novembro, de acordo com a tradição das eleições nacionais em os Estados Unidos. Estão em jogo toda a Câmara dos Deputados, um terço do Senado e toda uma série de cargos eleitos locais.Referendos sobre o direito ao aborto também são organizados em quatro estados: Califórnia, Vermont, Kentucky e Michigan.
Republicanos confiantes
Depois de uma campanha feroz centrada na inflação, os republicanos estão mostrando uma confiança crescente em suas chances de tirar Joe Biden de sua maioria no Congresso. "Se você quer acabar com a destruição de nosso país e salvar o sonho americano, você deve votar nos republicanos amanhã", pediu o ex-presidente Donald Trump, onipresente nesta campanha, durante uma reunião final na noite de segunda-feira em Ohio, um dos centros industriais do país. fortalezas. Rodeado pela maré de bonés vermelhos que adora, o bilionário de 76 anos anunciou que faria "um anúncio muito grande na terça-feira 15 de novembro em Mar-a-Lago", sua residência na Flórida, ciente de que uma vitória de seus tenentes nas pesquisas de terça-feira podem oferecer a ele o trampolim ideal para uma candidatura presidencial em 2024.
Um voto de sanção para Joe Biden?
Organizadas dois anos após as eleições presidenciais de 2020, estas eleições intercalares são também um referendo sobre o ocupante da Casa Branca. O partido do presidente raramente escapa do voto de sanção. Até o final, o campo de Joe Biden procurou angariar votos de esquerda e centro, retratando a oposição republicana como uma ameaça à democracia e às conquistas sociais, como o direito ao aborto. "Sabemos visceralmente que nossa democracia está em perigo", implorou o presidente de 79 anos durante uma última reunião na noite de segunda-feira em Maryland, nos arredores de Washington. Mas o aumento dos preços - 8,2% em média ao longo de um ano - continua sendo de longe a principal preocupação dos americanos e os esforços de Joe Biden para se passar por "presidente da classe média" não parecem ter dado frutos.
O que dizem as sondagens
De acordo com as pesquisas de opinião mais recentes, a oposição republicana tem boas chances de conquistar pelo menos 10 a 25 cadeiras na Câmara - mais do que suficiente para ser a maioria lá. As pesquisas estão mais confusas sobre o destino do Senado, mas os republicanos parecem ter a vantagem também. A perda do controle das duas casas do Congresso teria sérias consequências para o democrata, que até agora disse que "pretende" concorrer novamente em 2024, prenunciando um possível remake do duelo de 2020. Na noite de segunda-feira, o presidente garantiu ser "otimista" sobre o resultado da votação. Ele admitiu, no entanto, que manter o controle da Câmara seria "difícil". Sinal do interesse dos americanos por esta eleição: mais de 43 milhões deles já haviam votado na segunda-feira à noite nestas eleições, por antecipação ou por correspondência. Os resultados de alguns dos duelos mais próximos, no entanto, podem levar dias para serem anunciados.
Um punhado de estados-chave
Em termos concretos, as eleições de meio de mandato estão sendo disputadas em um punhado de estados-chave - os mesmos que já estavam em jogo nas eleições presidenciais de 2020. Todos os holofotes estão, portanto, na Pensilvânia, um antigo bastião da indústria siderúrgica. , onde o multimilionário cirurgião republicano Mehmet Oz, nomeado cavaleiro por Donald Trump, enfrenta o colosso careca e ex-prefeito democrata de uma pequena cidade, John Fetterman, pelo cargo mais disputado no Senado. Porque deste assento muito possivelmente depende o equilíbrio de poderes desta câmara alta, com imenso poder. Como em 2020, a Geórgia também está no centro de todos os desejos. O democrata Raphael Warnock, o primeiro senador negro eleito neste estado do sul com forte passado segregacionista, tenta se reeleger contra Herschel Walker, ex-desportista afro-americano, também apoiado pelo ex-presidente. Arizona, Ohio, Nevada, Wisconsin e Carolina do Norte também são palco de intensas lutas, onde os democratas de todos os lugares se opõem aos candidatos de Donald Trump, que juram lealdade absoluta ao ex-inquilino da Casa Branca.
Esses duelos de tirar o fôlego foram todos alimentados por centenas de milhões de dólares, tornando esta eleição as eleições de meio de mandato mais caras da história dos Estados Unidos.
seneweb.com
Burkina: Presidente Traoré na frente para coordenar os militares;
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Conforme indicado pelo Serviço de Informação do Governo, o Capitão Ibrahim Traoré, Presidente do Faso esteve este sábado, dia 05 de novembro, no Djibo. O Chefe de Estado entrou em contacto com elementos do 14º Regimento de Armas Combinadas (RIA) que recentemente sofreu uma violenta incursão armada de grupos terroristas armados. O ataque ao acampamento militar de Djibo em 24 de outubro foi um dos mais sangrentos a atingir as forças armadas nacionais desde a confirmação de Ibrahim Traoré como presidente.
Ibrahim Traoré como chefe de guerra
Durante este ataque, dezenas de soldados de Burkinabè perderam a vida. Durante sua viagem ao local da 14ª RIA em Djibo, o capitão Traoré primeiro galvanizou o moral de suas tropas. “Parabéns pelo trabalho realizado, muita coragem para o futuro” insinuou notadamente o comandante supremo dos exércitos. Ibrahim Traoré, que estava acompanhado da alta hierarquia militar, explicou às tropas que serão feitos rearranjos para tornar eficaz o combate aos grupos armados terroristas que circulam pela região.
Além disso, novos planos de ação serão elaborados para aumentar a força de ataque das forças de defesa e segurança. Arma na mão, Ibrahim Traoré enviou esta mensagem aos soldados. "Mantenha seu potencial, mantenha o potencial. Onde quer que o dever nos chame, onde quer que as pessoas precisem de nós, nós iremos. Vamos recuperar todo o território."
lanouvelletribune.info
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
SENEGAL: [EXCLUSIVO] Tráfico de dinheiro falso: um filho do ministro Mbaye Ndiaye preso.
NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...
A Seção de Pesquisa de Thiès acaba de fazer uma apreensão recorde de notas falsas! De acordo com informações exclusivas da Seneweb, essas formidáveis Pandoras desmantelaram uma poderosa rede de traficantes e apreenderam um bilhão de FCFA em notas pretas.
Os gendarmes conseguiram derrubar seis infratores, incluindo um filho do ministro Mbaye Ndiaye, membro fundador do Apr.
Tudo começou quando elementos do SR em Thiès receberam informações sobre uma vasta rede de falsificadores.
Sem parar, os agentes desta unidade de elite da gendarmaria nacional, sediada em Thiès, armaram uma armadilha para os falsificadores que quisessem lavar os bilhetes pretos.
Assim, Cheikh Issa Ndiaye, filho do ex-ministro do Interior de Wade, foi preso junto com Abdoulaye Faye, mentor desta máfia muito perigosa para a economia do país. O resto da quadrilha foi neutralizado no mesmo dia.
De acordo com fontes da Seneweb próximas à promotoria, os seis falsários confessaram.
No final da investigação, o filho do ministro Mbaye Ndiaye, Cheikh Issa Ndiaye e os outros cinco criminosos, foram apresentados ao Ministério Público no Tribunal de Grande Instance da capital Rail. Os arguidos são processados por associação criminosa, tentativa de lavagem de notas falsas pretas, tráfico de notas falsas pretas denominadas em euros e dólares, de acordo com as nossas fontes próximas da acusação.
SENEWEB.COM
ENEGAL: [COP 27] Macky Sall repreende os poderes: “Que paguem mais quem polui mais, para salvar o planeta”.
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A COP 27 está ocorrendo atualmente em Sharm El Sheikh (Egito). Por ocasião desta reunião dedicada à emergência climática, o Presidente da República Macky Sall convidou as grandes potências a assumirem suas responsabilidades. “Certamente, o momento já não deve ser de promessas, mas de ação para salvar o planeta, nosso habitat comum, convidou o Presidente em exercício da União Africana. Estamos prontos para trabalhar com todos os parceiros para que a COP em Sharm el Sheikh não seja mais uma declaração sobre o perigo climático, mas mais uma ação em favor do clima, no interesse das gerações atuais e futuras”. Acima de tudo, Macky Sall convidou o público a respeitar os compromissos assumidos, em particular com os países em desenvolvimento que estão sofrendo todo o peso das consequências das mudanças climáticas: “Fazer história, mantendo nossos compromissos, todos os nossos compromissos, incluindo o acordado de 100 bilhões de dólares por ano para apoiar os esforços de adaptação dos países em desenvolvimento, e que está lutando para ser alcançado. Sofrendo com a história, ignorando o princípio da responsabilidade comum, mas diferenciada, que quer que quem mais polui pague mais, ajude a tirar o planeta do seu estado de emergência climática”.
O Chefe de Estado senegalês salientou ainda que a África desempenhará plenamente o seu papel na salvaguarda do planeta: “A África veio à reunião em Sharm el Sheikh num espírito de participação responsável em salvar o planeta; determinado a fazer história e não fazê-la sofrer”.
seneweb.com
sexta-feira, 4 de novembro de 2022
CASO OUSMANE SONKO: E se deixarmos que a justiça faça seu trabalho?
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Há quase 20 meses, o caso Ousmane Sonko, batizado em homenagem a esta emblemática figura da oposição acusada de estupro por uma funcionária de uma casa de massagem, continua a manter o Senegal em suspense. Por uma boa razão, o que inicialmente parecia um caso legal trivial envolvendo agressão sexual rapidamente tomou um rumo político. Os apoiadores do ex-prefeito de Ziguinchor, já que se trata dele, que também é candidato presidencial declarado em 2024, vendo nele apenas uma cabala do poder em vigor visando afastar da disputa pelo cargo mais alto, um adversário problemático . Foi assim que, de fugitivo, o caso provocou violentos motins que deixaram nada menos que treze mortos no chão, em março de 2021. De modo que cada audiência do interessado se tornou uma verdadeira provação para o judiciário. Foi ainda assim, no dia 2 de novembro, quando um importante dispositivo de segurança foi implantado na capital senegalesa, por ocasião da convocação dos acusados perante o decano dos juízes de instrução para uma audiência de mérito do caso.
A equação, para a Justiça senegalesa, é como manter toda a sua serenidade num caso em que se encontra visivelmente na encruzilhada dos cálculos políticos
Gato escaldado com medo de água fria como diz o ditado, como podemos nos surpreender que, com o caso Ousmane Sonko, a oposição esteja praticamente em pé de guerra? Especialmente porque o presidente Macky Sall, que está constitucionalmente em seu último mandato, continua mantendo a imprecisão sobre as intenções do terceiro mandato que lhe são atribuídas. Mas, por outro lado, você nem sempre pode usar o argumento da cabala política toda vez que um oponente político está com problemas com a lei. E Ousmane Sonko deve evitar dar a impressão de tentar usá-lo como guarda-chuva para fugir da justiça. Seria um jogo insalubre. Porque, quando se aspira a liderar um país, é preciso saber dar o exemplo. Em qualquer caso, um processo judicial permanece pendente até que seja resolvido. E neste caso, podemos deplorar o fato de que o lado político do caso tende a prevalecer sobre o lado legal. Porque certamente há a reputação ou mesmo a carreira de um político que pode estar em jogo. Mas isso é suficiente para ignorar o sofrimento de uma mulher que sente que sua privacidade e dignidade foram violadas? Em todo o caso, cabe à justiça senegalesa saber estar equidistante dos diferentes partidos para dizer a lei, e nada mais que a lei. Sua própria credibilidade está em jogo. E se Ousmane Sonko for inocente, ele deve ser inocentado com todos os efeitos legais. Mas se for culpado, que seja sentenciado ao cúmulo de seu crime.
" O país "
PROCESSOS LEGAIS CONTRA ALPHA CONDE E COMPANHIA: O resgate da bulimia do poder.
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Deposto por um golpe militar em 5 de setembro de 2021, o agora ex-presidente guineense, Alpha Condé, deve enfrentar a justiça de seu país. Com efeito, já processado por actos de atentados intencionais à vida humana, nomeadamente homicídio, homicídio e cumplicidade em homicídio e homicídio, atentados à pessoa, constituídos por desaparecimentos forçados, detenção, rapto ou qualquer outra forma de privação de liberdade e cumplicidade, o O ex-presidente e empresa guineense também devem responder por supostos atos de corrupção, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, etc. Basta dizer que a descida ao inferno só continua. No entanto, a decisão tomada pelas autoridades de Conacri de instaurar um processo judicial contra Alpha Condé e companhia trará, sem dúvida, um bálsamo aos corações das famílias das vítimas e dos movimentos de defesa dos direitos humanos que começaram a preocupar, temendo uma troca de cortesias entre o ex-presidente e a junta no poder. Tanto mais que o atual inquilino do palácio Sékoutoureya foi um dos braços armados do regime tardio. O medo era tanto mais justificado quanto querer julgar Alpha Condé por crimes violentos parece arriscado para Mamady Doumbouya, que poderia assim dar um tiro no próprio pé. Agora que ele se atreveu a dar o salto, espera-se que ele deixe a Justiça ir até o fim, instruindo no comando e exculpando para que todos aqueles que, no final, forem considerados culpados, sejam punidos com o máximo de sus crime.
O que acontece com Alpha Condé deve servir de lição para todos os sátrapas do continente
Dito isso, é de se esperar que Alpha Condé e seus co-réus concordem em cooperar com a Justiça para a manifestação da verdade. Porque foram eles que, cegos pelo poder, assumiram a pesada responsabilidade de colocar fogo e sangue no país, exacerbando assim o ódio e a fratura social em um país onde as tensões comunitárias estão bem estabelecidas. De qualquer forma, o que acontece com Alpha Condé e companhia deve servir de lição para todos os sátrapas do continente que se recusam a imaginar outra vida fora do poder e estão prontos para andar sobre os cadáveres de seus compatriotas para manter seus assentos. , quando não têm fundos públicos como herança familiar. Deixe-os entender que, mais cedo ou mais tarde, seu passado acabará por alcançá-los. Se ele tivesse aceitado, ao final de seus dois mandatos constitucionais, fazer valer seus direitos de aposentadoria, talvez Alpha Condé estivesse descansando agora com seus netos, longe das caudinas forquilhas da Justiça onde infelizmente seus próprios erros o levaram. Ele procurou e encontrou. Então deixe que ele assuma total responsabilidade! É o resgate da bulimia do poder.
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EXCLUSÃO DO PAÍS DE HOMENS INTEGRADOS DE AGOA: Um golpe para a economia de Burkinabè.
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Burkina Faso, país de pessoas honestas, agora está excluído da Lei de Crescimento e Oportunidade para África (AGOA). A medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2023, ou seja, em apenas dois meses. Assim decidiu o presidente americano, Joe Biden, que considera que o “governo de Burkina Faso não tem feito progressos contínuos para estabelecer o respeito ao estado de direito e ao pluralismo político”. Por outras palavras, para o inquilino da Casa Branca, o Burkina Faso já não reúne as condições para poder ser elegível para o AGOA. Entra agora na lista negra em que foram entronizados os nomes de países como Etiópia, Mali e Guiné, também excluídos, um após o outro, do programa americano, pelas razões que conhecemos. Como lembrete, adotado em maio de 2000, o acordo AGOA visa regular e facilitar o comércio entre os Estados Unidos e a África. Os países beneficiários se beneficiam de um programa de preferências comerciais, incluindo a redução de impostos sobre determinados produtos que exportam para os Estados Unidos. No caso do Burkina Faso, a medida diz respeito a produtos de origem animal, oleaginosa, mineira e artesanal. Cereais, têxteis e produtos hortícolas também estão incluídos. Para um país com uma economia já lenta como a de Burkina Faso, atormentado pela insegurança ligada ao terrorismo e uma crise humanitária sem precedentes, a decisão tomada pelos Estados Unidos constitui um verdadeiro golpe, pois as consequências serão fortemente desastrosas.
A bola está na quadra das novas autoridades da transição
Nestes tempos, Burkina Faso precisava de mais medidas de apoio para tentar se recuperar economicamente do que sanções que só aumentariam sua situação já muito precária. Mas de quem é a culpa quando sabemos que este país, quase à beira do caos, caiu em profunda instabilidade crônica com dois golpes em menos de um ano, em um cenário de graves violações de direitos humanos? Isso significa que a bola está na quadra das novas autoridades da transição. Cabe a eles trabalhar para tranquilizar a comunidade internacional, neste caso os Estados Unidos, que continua muito apegado à democracia, ao Estado de direito e à boa governança. Se nos próximos meses houver progresso, a Casa Branca poderá reconsiderar sua decisão para deleite das populações que já sofrem o martírio. Isto é, aliás, o que o Presidente Joe Biden sugere nestes termos: “Continuarei a avaliar se o governo do Burkina Faso está a fazer progressos contínuos para a elegibilidade do AGOA”. Se esta não é uma forma de pressionar mais as autoridades burquinas da transição, parece-me muito. O presidente Ibrahim Traoré está, portanto, avisado. Ele deve trabalhar duas vezes mais para tirar Burkina Faso da rotina, desde que queira evitar uma crise social com consequências imprevisíveis.
Boundi OUOBA
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