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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Sentença de morte de Kabila é ameaça à estabilidade da RDC?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... A recente condenação à morte de Joseph Kabila por um tribunal militar, sob a acusação de traição e cumplicidade com o M23, despertou preocupações entre os apoiantes do ex-Presidente da República Democrática do Congo.
A condenação à morte de Kabila por crimes de guerra, traição e crimes contra a humanidade suscitou sérias preocupações quanto à estabilidade do país. O político é acusado de apoiar o grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23), que tomou o controlo de grande parte das províncias de Kivu do Norte e Kivu do Sul. Muitos dos apoiantes de Joseph Kabila acreditam que a decisão tem motivações políticas e afirmam que a sentença pode comprometer os esforços de paz na República Democrática do Congo (RDC). "Estamos muito preocupados com a sentença pelo tribunal militar. Lamentamos que o nosso Governo não esteja a ponderar as consequências das importantes decisões que estão a ser tomadas atualmente em Kinshasa. Isto pode prejudicar o processo de resolução pacífica da crise política e de segurança do país", disse o político Roger Mwinihire. À DW, o secretário-geral do Partido Popular para a Reconstrução e Democracia, Ramazani Shadary, disse que a condenação de Joseph Kabila foi uma "decisão aventureira do poder judicial". "Trata-se de um julgamento simulado, anunciado pelas instituições de um regime ditatorial. Mas não nos surpreende, porque tudo foi decidido pela hierarquia política. Para nós, esta é a vontade óbvia da ditadura existente de eliminar e neutralizar um importante ator político, que é, mais do que nunca, indispensável na República Democrática do Congo", sublinha. O M23 criticou esta quarta-feira (01.10) a condenação à morte de Joseph Kabila. Para o grupo rebelde a decisão é uma violação dos acordos alcançados para cessar o conflito no leste do país e sublinha que o atual Presidente, Félix Tshisekedi, está a "dividir para reinar". Apelos à responsabilização No entanto, também há vozes, como a da ativista Souzy Kisuki, que concordam com a responsabilização do ex-chefe de Estado. "O nosso desejo comum, como congoleses, seria ver Kabila condenado, porque estamos fartos. Desde 2014, é apontado como o mentor dos massacres de civis em Beni. Atualmente, desempenha um papel fundamental na rebelião do M23 e, por isso, merece esta condenação", afirmou. Assim como a ativista, o analista político Bob Kabamba mostra-se cético quanto à condenação. Kabamba lembra que há um longo histórico de sentenças de morte não cumpridas na RDC, acrescentando que o paradeiro de Kabila permanece desconhecido. "Portanto, pode-se presumir que esta sentença de morte, tal como as outras, poderá não ser executada", considera. Rivalidade antiga O ex-Presidente da RDC foi visto pela última vez em público há alguns meses na região leste do país, onde tentou mediar o processo de paz em curso, um esforço que, segundo relatos, irritou as autoridades em Kinshasa. Mvemba Phezo Dizolele, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, disse à DW que o julgamento militar de Kabila é o clímax de uma rivalidade de longa data entre Kabila e Tshisekedi, que lhe sucedeu no cargo. "Este é o culminar de um atrito que começou desde que o Presidente Tshisekedi se tornou o chefe do Congo", diz Dizolele, que alerta para as implicações mais amplas do julgamento." "A RDC é um país que está em transição há muito tempo", lembra o especialista. "A decisão tem consequências tremendas. É óbvio que vai causar muita frustração entre os apoiantes de Joseph Kabila", conclui. Apesar do longo mandato de Kabila como presidente e do facto de ele ainda gozar de alguma popularidade entre certas partes da população, Dizolele não acredita que a condenação irá desencadear grandes distúrbios, uma vez que a maioria dos congoleses vê Kabila como uma desilusão. "Ele esteve no poder durante 18 anos e não cumpriu o que prometeu ao país. Por isso, as pessoas não vão mobilizar-se em sua defesa", afirma. Joseph Kabila liderou o país de 2001 a 2019. Assumiu o cargo aos 29 anos, após o assassinato do pai e antigo Presidente Laurent Kabila, e prolongou o seu mandato adiando as eleições por dois anos após o fim do mesmo em 2017. fonte: www.dw.com/pt-002/sentença-de-morte-de-kabila-é-ameaça-à-estabilidade-da-rdc

RDC: ex-Presidente Joseph Kabila condenado à morte.

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Presidente da República Democrática do Congo entre 2001 e 2019, Joseph Kabila foi condenado nesta terça-feira (30.09), no final de um processo à revelia, por "traição” e "crimes de guerra”, pela justiça militar do país, onde já não reside há dois anos. Filho de Laurent-Désiré Kabila, foi julgado pela Alta Corte Militar, a mais alta instância judicial militar da RDC. A audiência, prevista para esta terça-feira, 30 de setembro, às 9h locais, começou com quase três horas de atraso. Após a apresentação do processo, o relator especial do tribunal iniciou a leitura do veredicto. Ausente, Joseph Kabila não se fez representar nem tinha advogado. O ex-presidente contou com muito pouco apoio dentro e fora do tribunal. Recorde-se que, a 22 de agosto, o Ministério Público tinha requerido a pena de morte, mas os advogados da República pediram antes prisão perpétua. Assim, segundo eles, Joseph Kabila poderia encontrar-se com as suas vítimas e tomar consciência do mal que teria causado. Sete razões da continuação do conflito no leste da RDCongo Indemnizações Para além da pena de morte, o antigo presidente congolês foi condenado a pagar 29 mil milhões de dólares em indemnizações ao Estado congolês e dois mil milhões de dólares a cada uma das duas províncias do Leste que se constituíram partes civis: o Norte-Kivu e o Sul-Kivu. Pouco depois dos reveses militares de Kinshasa e da queda, no início do ano, das cidades de Goma e Bukavu, Joseph Kabila — que tinha abandonado o território congolês em 2023 — surgiu em Goma, capital da província do Norte-Kivu, então transformada em bastião do M23. Numa alocução, declarou-se abertamente como opositor ao regime atual, afirmando estar pronto para desempenhar um papel pelo seu país. Inicialmente julgado como cidadão congolês, os advogados da República sugeriram que fosse considerado cidadão ruandês e que os factos de traição de que é acusado fossem requalificados como espionagem, dado que pertenceria a outro país. À lupa: A teia de interesses no conflito na RDC Apoio ao M23 Segundo informou a imprensa local na noite de sexta-feira, oauditor-geral das Forças Armadas da RD Congo, general Lucien René Likulia, descreveu Kabila como o mentor da violência cometida grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23), incluindo assassinatos, estupros e torturas. Em 22 de maio, o Senado da RD Congo decidiu retirar a imunidade de Kabila, a pedido da procuradoria militar, por seu suposto apoio ao M23, que conta com o apoio da vizinha Ruanda, segundo confirmaram a Organização das Nações Unidas e vários países. No dia seguinte, Kabila, que detinha o cargo de senador vitalício, denunciou em um discurso à nação transmitido de um local desconhecido o "desvio autoritário" e o "colapso das instituições" do país. Paralelamente, em meados de abril, o governo congolês suspendeu as atividades do partido político de Kabila - o Partido Popular para a Reconstrução e a Democracia (PPRD) - e ordenou o confisco de seus bens, também sob a acusação de colaborar com o M23. O ex-presidente, de 54 anos, estava fora da RD Congo desde o final de 2023, principalmente na África do Sul, mas em abril declarou que voltaria para ajudar a encontrar uma solução para a crise no leste. As perspectivas de uma saída negociada para o conflito foram reativadas recentemente com a assinatura, em Washington, no dia 27 de junho, de um acordo de paz em nível ministerial entre a RD Congo e Ruanda. Em 19 de julho, o M23 e o governo congolês assinaram em Doha uma declaração de princípios para pôr fim à violência, embora o grupo rebelde se recuse a continuar com as negociações até que Kinshasa liberte seus prisioneiros. fonte: https://www.dw.com/pt-002/rdc-ex-presidente-joseph-kabila-condenado-%C3%A0-morte

Costa do Marfim/Eleições presidenciais: Ordem de aparição dos 5 candidatos na mídia pública é conhecida após sorteio na ANP.

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Abidjan.net Por CK Costa do Marfim/Eleições Presidenciais de 2025: O Conselho Constitucional valida as candidaturas de Alassane Ouattara, Jean-Louis Billon, Ahoua Don Mello, Simone Gbagbo e Henriette Lagou O Conselho Constitucional divulgou nesta segunda-feira, 8 de setembro de 2025, por meio de sua presidente, Chantal Nanaba Camara, a lista definitiva dos candidatos selecionados para as eleições presidenciais de 25 de outubro de 2025. O anúncio ocorreu na sede da instituição em Abidjan-Plateau. A Autoridade Nacional de Imprensa (ANP), órgão regulador da mídia impressa e digital na Costa do Marfim, realizou um sorteio para determinar a ordem em que os cinco candidatos presidenciais aparecerão nos veículos de imprensa oficiais, o diário pró-governo Fraternité Matin e a Agência de Imprensa da Costa do Marfim (AIP). A cerimônia de sorteio ocorreu na quinta-feira, 2 de outubro de 2025, na sede da ANP em Angré, leste de Abidjan, na presença dos representantes dos candidatos Alassane Ouattara, Simone Ehivet Épouse Gbagbo, Jean-Louis Billon, Ahoua Don Mello e Henriette Lagou. Assim, após o sorteio, o candidato Ahoua Don Mello foi o primeiro a aparecer nas colunas e canais desses dois veículos de imprensa oficiais em 10 de outubro. Ele é seguido pelo atual presidente Alassane Ouattara, cuja aparição está marcada para 11 de outubro de 2025. O terceiro candidato nessa ordem de aparição nesses dois veículos de imprensa é Jean-Louis Billon, em 13 de outubro. O quarto candidato nessa ordem de aparição é Henriette Lagou, em 14 de outubro, e Simone Ehivet, esposa de Gbagbo, a quinta, cuja aparição está marcada para 15 de outubro. "A ANP está à sua disposição para que possa transmitir suas mensagens essenciais aos nossos concidadãos durante a campanha. Estamos à sua disposição no sentido de que terá nossos contatos e, em caso de mau funcionamento da mídia pública, entrará em contato conosco automaticamente para que possamos responder e corrigir as falhas observadas. Os pontos focais que você disponibilizará à mídia pública devem estar ativos", disse Samba Koné, presidente da ANP. A ANP informou os representantes dos candidatos. Em seguida, o Sr. Koné enfatizou a necessidade de igualdade de acesso dos candidatos à imprensa pública marfinense. "Foi com grande prazer que participamos desta sessão de trabalho, que consagra a igualdade de oportunidades e o acesso à mídia pública para todos os candidatos durante o próximo período de campanha. Estes são os termos de igualdade de acesso e os termos de processamento de informações, especialmente para os meios de comunicação oficiais de serviço público. Tomamos nota atentamente das instruções que nos foram dadas. Iremos cumpri-las e garantir que esta campanha seja festiva e bem-sucedida", prometeu Claude Sahi, vice-diretor de campanha de Alassane Ouattara, responsável pela comunicação. "O candidato Ahoua Don Mello tem o prazer de participar desta reunião. Recebemos todas as informações. A ANP também nos informou sobre os termos de acesso aos meios de comunicação oficiais. Iremos cumpri-los. Tomamos nota atentamente do sorteio." "Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para cumprir estes vários requisitos", disse Fernand Ahilé, diretor de comunicação do candidato Ahoua Don Mello. As eleições presidenciais da República da Costa do Marfim estão marcadas para 25 de outubro. Os cinco candidatos na disputa são Alassane Ouattara, Simone Gbagbo, Ahoua Don Mello, Henriette Lagou e Jean-Louis-Billon. L. Barro fonte: news.abidjan.net/articles

AIP/Presidencial 2025: Alassane Ouattara quer oferecer aos marfinenses o seu currículo e o seu projeto e não “insultos”.

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Abidjan, 2 de outubro de 2025 (AIP) - O candidato presidencial do Rally dos Houphouëtistas pela Democracia e Paz (RHDP), Alassane Ouattara, pretende apresentar aos marfinenses, durante a campanha, seu histórico e sua visão de sociedade, em vez de insultos. "Não nos envolveremos em insultos, mas apresentaremos aos marfinenses nosso histórico e, acima de tudo, nossa visão", declarou Alassane Ouattara na quinta-feira, 2 de outubro de 2025, em Abidjan, durante a cerimônia de posse de sua equipe de campanha, que inclui quase 1.300 pessoas. Para que o presidente cessante, e para que a campanha seja bem-sucedida e vitoriosa, seu partido deve se concentrar em continuar a fortalecer sua unidade. "Unidade dentro das equipes, diálogo constante, participação de todas as energias na realização de nossos ideais compartilhados e a afirmação constante da primazia do partido sobre nossas agendas pessoais", afirmou. Ele incentivou suas equipes a continuarem a fortalecer sua proximidade, não apenas com os militantes do partido, mas também com as pessoas que, segundo ele, estão no centro de suas ações a serviço do Estado. "Trabalhar pela Costa do Marfim e por seus cidadãos. Para que nossa campanha seja eficaz, precisamos demonstrar disciplina para implementar efetivamente a estratégia que definimos para a vitória. Esta campanha deve ser uma nova oportunidade para fortalecer os laços forjados ao longo dos anos entre o partido e nossos concidadãos", insistiu Alassane Ouattara. Para ele, o RHDP deve caminhar para um partido mais forte, um partido que terá ainda mais deputados, mais prefeitos e mais senadores. "Continuaremos a compartilhar com nossos concidadãos nossa ambição de manter nosso país no caminho da paz, estabilidade, desenvolvimento e progresso", garantiu. "Defenderemos juntos nosso histórico de governança, em particular o grande projeto iniciado para iniciar uma grande transformação estrutural para melhorar a vida de nossos compatriotas", acrescentou. O Sr. Ouattara pediu aos seus diretores regionais de campanha que identificassem as preocupações imediatas, de médio e longo prazo da população. "Gostaria que a campanha fosse verdadeiramente dedicada a isso e que pudéssemos transformar ainda mais a Costa do Marfim", afirmou. Para o candidato do RHDP, "esta campanha também confirmará a aspiração coletiva de viver em uma sociedade pacífica que respeite o Estado de Direito e as instituições da República". Ele recomendou unidade, disciplina, alcance e educação aos seus diretores de campanha. "Meu histórico, como você disse, é incontestável." "Devemos proteger e consolidar nossas conquistas. O RHDP deve ser a base de uma Costa do Marfim estável, pacífica e próspera por muitas décadas", disse Alassane Ouattara. O presidente do RHDP também anunciou o lançamento oficial de sua campanha na cidade de Daloa. "Gostaria de contar com vocês para uma campanha pacífica, uma campanha eficaz de nossos concidadãos e uma vitória retumbante desde o primeiro dia", concluiu. (AIP) gak/cmas

Macky Sall, África no Coração? Um Povo ao Seu Lado (Por Abdoulaye Dieng, Empreendedor).

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Após o fracasso retumbante de "Senegal at Heart", ignorado por um povo que ele preferira abandonar assim que assumiu o poder, Macky Sall retorna a Nova York com "Africa at Heart". Tendo partido às pressas, ele agora busca mascarar seu histórico com um golpe midiático, reivindicando uma estatura internacional que, de qualquer forma, lhe escapa. O golpe é descarado. Apresentando-se ao lado de ex-líderes escolhidos a partir de um catálogo, multiplicando a postura diplomática e mascarando um reinado sem brilho. Mas o povo senegalês não se deixa enganar. Eles conhecem o verdadeiro legado de Macky Sall: o bloqueio de Casamansa por motivos políticos, o boicote ao Mali em desafio à unidade africana e uma repressão sangrenta que custou a vida de dezenas de jovens. Pode-se afirmar que se ama a África com tal legado no centro de seu histórico? Ele inspirou esperança. Deixou fraturas, dívidas e desespero. Derrotado nas urnas, refugiou-se no Marrocos, em um castelo cuidadosamente preparado, símbolo de um exílio planejado. Hoje, ele desfila por Nova York para desviar a atenção de um histórico contundente, embora o Tribunal de Contas, o FMI e diversas auditorias independentes já tenham destacado má gestão excepcionalmente grave. Esses gestos não desafiam apenas o presidente Diomaye Faye, mas também todo o povo, o povo que lutou sangrentamente para preservar sua democracia. Essas pessoas já assumiram sua responsabilidade histórica. Agora cabe ao presidente Diomaye e seu governo fazer o mesmo, encerrando o jogo. Macky Sall deve ser levado perante o povo senegalês para prestar contas de todos esses abusos cometidos em seu nome. Quando se trata de desvio de dinheiro público, não pode haver presunção de inocência, especialmente quando instituições confiáveis comprovam esses fatos. Erros processuais que beneficiam saqueadores não devem mais servir de refúgio para a impunidade. O Senegal está em estado de emergência. Precisa de unidade, justiça e um Estado restaurado. Macky Sall afirma ter a África em mente. Suas ações provam que ele a abandonou. O futuro pertence aos povos livres e aos líderes patrióticos que escolhem servir em vez de servir a si mesmos. Autor: Abdoulaye Dieng

Cooperação UE-Senegal: Gendarmaria apresenta ferramenta ARHIP para harmonizar procedimentos judiciais.

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Nesta quinta-feira, 2 de outubro de 2025, às 9h, a Gendarmaria Nacional organizou um workshop na Casa da Gendarmaria para apresentar a ferramenta para elaboração e harmonização interserviços de procedimentos judiciais e administrativos (ARHIP), iniciada como parte da fase 2 do Programa Operacional Conjunto (POC II), informou a Seneweb junto ao Coronel Ibrahima Ndiaye. O evento foi copresidido pelo Major-General Martin Faye, Alto Comandante da Gendarmaria Nacional e Diretor da Justiça Militar, e Sua Excelência Jean-Marc Pisani, Embaixador da Delegação da União Europeia no Senegal. Representantes da Direção-Geral da Polícia Nacional, da Administração Aduaneira, do Ministério da Justiça e outros parceiros também participaram do evento. Esta reunião, dedicada à apresentação e demonstração prática da ferramenta ARHIP, teve como objetivo avaliar o andamento dos trabalhos relacionados à sua concepção e compartilhar os modelos de relatórios já desenvolvidos. Proporcionou também uma oportunidade para discussões aprofundadas sobre as modalidades práticas da sua implementação nas unidades das diversas forças de segurança responsáveis ​​pela elaboração de relatórios. A sessão foi marcada por uma série de apresentações de documentos e debates técnicos. Na sua intervenção, o Alto Comandante da Gendarmaria saudou a iniciativa, sublinhando que, para além do seu âmbito técnico, este projeto reflete uma verdadeira ambição estratégica que consiste em: aumentar a eficácia das nossas ações; garantir legalmente as nossas intervenções; e consolidar a confiança que os cidadãos e as instituições depositam na Gendarmaria e nas restantes Forças de Defesa e Segurança. Autor: Mor Mbaye CISSE

Senegal-FMI: Dia Decisivo!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Segundo a Bloomberg, o Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) se reunirá nesta sexta-feira para discutir o caso de declaração falsa da dívida no Senegal. Esta reunião ocorre após a revisão fiscal do governo do presidente Bassirou Diomaye Faye, que revelou US$ 7 bilhões em dívida oculta sob o antigo governo de Macky Sall, levando à suspensão de um empréstimo de US$ 1,8 bilhão. "As autoridades senegalesas e a equipe do FMI compartilham um forte compromisso de resolver construtivamente o caso de declaração falsa no Senegal", disse a porta-voz do FMI, Julie Kozack, em uma coletiva de imprensa na quinta-feira. O Conselho analisará o assunto antes de decidir sobre uma possível isenção dos US$ 700 milhões já desembolsados no âmbito do programa suspenso e antes de iniciar as negociações sobre novos financiamentos. Os títulos senegaleses com vencimento em 2033 valorizaram-se um centavo, para 73 centavos de dólar, após a reunião, classificando-se entre os de melhor desempenho nos mercados emergentes, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Kozack acrescentou que o FMI planeja iniciar as discussões sobre um novo programa "em breve". "Nossa equipe está pronta para passar para a próxima fase do nosso engajamento, que, claro, seriam as discussões sobre o programa, e esperamos poder iniciar essas discussões nas reuniões anuais", disse ela, referindo-se às reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington, em outubro. Autor: Seneweb News

Espanha: Antes de morrer, a ex-pessoa mais velha do mundo compartilhou seis segredos para envelhecer com saúde e chegar aos 117 anos.

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María Branyas, a pessoa mais velha do mundo, convidou cientistas para analisar os segredos de sua longevidade excepcional. Após vários meses de pesquisa, os resultados acabam de ser revelados. Um século e 17 anos de vida. María Branyas Morera foi a pessoa mais velha do mundo por muito tempo, antes de falecer em agosto de 2024, aos 117 anos. Seu recorde de longevidade permanece inigualável em todo o mundo. Nascida em 1907 em São Francisco, EUA, mudou-se para a Espanha ainda criança. Filha de um jornalista de Pamplona, passou os últimos vinte anos de sua vida em sua residência em Santa Maria de Tura, na Catalunha. Segredos da Longevidade Após sua idade ser registrada no Guinness Book of Records, María Branyas afirmou que atribuiu sua longevidade a: "ordem, tranquilidade, bons relacionamentos com familiares e amigos, contato com a natureza, estabilidade emocional, ausência de preocupações e arrependimentos, muita positividade e, por fim, manter-se longe de pessoas tóxicas". Durante a pandemia de Covid-19, o reitor concordou em permitir que cientistas coletassem algumas amostras para estudo. Os resultados foram conclusivos: sua idade biológica era aproximadamente 23 anos menor que sua idade cronológica. Em seu estudo, os pesquisadores identificaram vários fatores que promovem um envelhecimento saudável: um metabolismo eficiente que elimina rapidamente gorduras e açúcares nocivos, um microbioma benéfico, baixos níveis de inflamação, um sistema imunológico forte e um genoma protetor e resiliente. A isso se soma sua genética privilegiada, já que María Branyas nunca sofreu de nenhuma doença grave ou problema de saúde grave, exceto por uma leve deficiência auditiva e algumas dificuldades de mobilidade. Alto consumo de iogurte A Dra. Esteller, responsável pelas análises, explicou à mídia americana Fox News : "Dissemos a ela que seu consumo regular de iogurte e a composição específica das bactérias presentes em seu intestino poderiam estar ligados à sua longa vida. Seu perfil lipídico é excepcional: muito baixo em colesterol, baixo em gorduras ruins e alto em HDL (gorduras boas)." María Branyas consumia três iogurtes por dia da marca catalã La Fageda. Essa declaração teve um impacto muito positivo nesta pequena empresa, localizada nos Pirineus Catalães, cuja demanda por iogurtes aumentou significativamente. A La Fageda também é conhecida por seu compromisso social, promovendo a integração profissional de pessoas com deficiência intelectual ou problemas de saúde mental. Essa atenção na mídia permitiu que a empresa mantivesse suas operações e perseguisse sua missão social. Autor: CNews

Macky e a posição de Secretário-Geral da ONU: Revelações sobre sua "campanha" e as confidências do Presidente Embaló.

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No último domingo, Macky Sall falou abertamente sobre uma possível candidatura ao cargo de Secretário-Geral da ONU. "Eu só poderia considerar uma candidatura se fosse um desejo compartilhado pelos Estados-membros, especialmente os membros permanentes do Conselho de Segurança, os países africanos e meu país, o Senegal, o mundo islâmico", disse ele. Segundo a "Jeune Afrique", embora ainda não seja candidato, o ex-chefe de governo senegalês já está em campanha. O JA relata que Macky Sall pretende contar com alguns chefes de Estado, especialmente africanos, para conscientizar os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre sua candidatura. O veículo de comunicação informa ainda que o presidente Umaro Sissoco Embaló é o mais comprometido com essa função. Ele até aumentou seus contatos nesse sentido. "A ONU precisa de um Secretário-Geral respeitado, experiente e confiável. Macky Sall preenche todos os requisitos", disse o chefe de Estado da Guiné-Bissau à Jeune Afrique, garantindo que Macky Sall terá o apoio da África, dos países muçulmanos e da Ásia. "Quanto aos membros permanentes do Conselho de Segurança, entendo que China, Rússia e França votarão a seu favor", confidenciou. O presidente Umaro Sissoco Embaló deve chegar a Dacar em 6 de outubro e discutir o assunto com seu homólogo senegalês, o presidente Bassirou Diomaye Faye. Este último dará o apoio senegalês ao seu antecessor no poder? Autor: Youssouf SANE

Hospital Principal de Dakar: o novo diretor, Professor Coumba Diouf Niang, em cinco datas importantes.

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O sucessor do Cirurgião-Geral Fatou Fall à frente do exército tem uma carreira de cerca de trinta anos. Le Soleil revisitou sua carreira. Trechos. 2025 O Professor Coumba Diouf Niang foi empossado como Diretor-Geral do Hospital Principal de Dacar (HPD) na terça-feira, 30 de setembro. Até sua nomeação, este cirurgião-geral, cirurgião especializado em ortopedia e traumatologia, era o coordenador dos serviços cirúrgicos do HPD. 2016 Ano em que o Professor Niang se tornou professor titular de cirurgia de guerra e comandante da Escola de Treinamento do Serviço Médico do Exército; instituição da qual é diretor de estudos desde 2013. 2012 Obteve sua agrégation (assistente de ensino certificado). Em seguida, tornou-se chefe do Departamento de Ortopedia, Traumatologia e Neurocirurgia do Hospital Principal. 2003 O Professor Niang foi reconhecido como cirurgião nos hospitais militares. Isso lhe abriu as portas para vários cargos de responsabilidade, notadamente nos departamentos de ortopedia, traumatologia e neurocirurgia do Hospital Principal. Seis anos antes, ele havia sido aprovado no concurso para assistente em hospitais militares, chegando a ocupar o cargo de chefe adjunto do centro cirúrgico. 1994 Iniciou sua carreira como médico militar, após concluir sua tese na UCAD. Como tenente, o Professor Coumba Diouf Niang iniciou sua carreira na Enfermaria do Hospital Ouakam (IHO). Durante sua carreira, foi destacado para Kaolack, Tamba e Dacar. Realizou missões no exterior, incluindo em Ruanda e na Libéria. Autor: SenewebNews-RP

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

SENEGAL(Thiès): Desmantelada gangue de facões que vagava pelas ruas à noite.

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A unidade de investigação da 1ª Delegacia de Polícia de Thiès desmantelou uma perigosa quadrilha especializada em roubos violentos de motocicletas. Três dos membros e seu receptador foram presos e detidos por conspiração criminosa, múltiplos roubos cometidos à noite em grupo com violência e uso de facas, segundo fontes da Seneweb. Esta prisão é resultado de uma investigação iniciada em fevereiro de 2025, após a primeira quadrilha ter sido levada a julgamento em 27 de fevereiro por crimes semelhantes. O Sr. Sow, também conhecido como "B. Tall", de 21 anos, residente no bairro de Serigne Ablaye Yakhine Diop, em Thiès, era procurado ativamente pela polícia pelo ataque com facão ao motociclista N. Diagne, de Jacarta, na noite de 7 para 8 de setembro de 2025, por volta das 4h, no bairro de Médina Fall. A vítima havia registrado queixa com um atestado médico atestando incapacidade temporária para o trabalho de 30 dias. Preso em 26 de setembro, por volta das 9h15, o Sr. Sow admitiu seu envolvimento no ataque e denunciou seus cúmplices, Pierre e Solo. Pierre B. D., de 20 anos, residente no bairro de Grand Standing, foi preso imediatamente. Ele confirmou sua participação no ataque, juntamente com o Sr. Sow e um certo Solo, cuja casa ele conhecia. Graças à sua colaboração, S. Diop, conhecido como "Solo", de 19 anos, estudante da BT, foi preso. Um engenheiro eletromecânico residente em Keur Mame El Hadj também foi preso. Ele também admitiu o violento ataque a N. Diagne. Um Modus Operandi Temível Os três criminosos revelaram seu método de operação particularmente perigoso. Eles viajavam em grupos de três em uma motocicleta Jakarta, armados com facões, e cruzavam as ruas escuras de Thiès. Assim que avistavam um motociclista Jakarta, o perseguiam. Ao alcançá-lo, um deles o golpeava para desestabilizá-lo, fazê-lo cair e tomar sua motocicleta. As investigações revelaram o envolvimento da gangue em vários outros ataques. O Sr. Sow era procurado por participar do ataque com facão ao Sr. Babou na noite de 9 para 10 de julho de 2025, que foi roubado em 800.000 francos CFA. Um cúmplice, O. Diop, 20 anos, mecânico, já havia sido preso e levado a julgamento em 14 de julho de 2025. A gangue também é suspeita do roubo cometido na noite de 20 de setembro de 2025, na casa de A. Samb, onde sua motocicleta Jakarta foi roubada. Desta vez, o Sr. Sow estava acompanhado de um certo A. Bello. A investigação também identificou a rede de revenda das motocicletas roubadas. S. Barry, 39 anos, mecânico de motocicletas residente no bairro de Randoulène, foi preso na rodoviária de Thiès. Ele admitiu ter comprado a motocicleta de N. Diagne por 100.000 francos CFA, uma fração do seu valor real, confirmando sua atuação como receptador dessa rede criminosa. No total, três membros da quadrilha foram presos por múltiplas agressões com facões, além de um esgrimista. Eles foram detidos. À vista na delegacia do 1º Distrito de Thiès. Autor: Mor Mbaye Cissé

SENEGAL: Queda de energia em Kédougou - SENELEC anuncia incidente na rede de média tensão.

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Um incidente ocorrido por volta das 18h desta sexta-feira deixou parte do município de Kédougou e seus arredores no escuro. Segundo a Senelec local, a interrupção está relacionada a uma falha subterrânea detectada perto da nova estação ferroviária, no bairro Lawol Tamba. Consequência imediata: a área entre a saída de Tambacounda e Mako está atualmente sem energia, causando transtornos aos moradores e às atividades econômicas. Em resposta à situação, equipes técnicas da Senelec já estão em campo para realizar reparos e identificar as causas exatas do incidente. A empresa pública de eletricidade garante que está fazendo todo o possível para restabelecer o serviço rapidamente. Esta interrupção ocorre em um momento em que os moradores de Kédougou estão cada vez mais preocupados com as frequentes quedas de energia, especialmente durante a estação chuvosa, que afetam tanto as residências quanto as estruturas econômicas e sociais da região. Autora: Dialy Ibrahima Diébakhaté

SENEGAL: Fim de semana senegalês no exterior - Sadio Mané, Cherif Ndiaye e Ismaïla Sarr marcam, Édouard Mendy e Pape Matar Sarr decisivos.

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Faltando doze dias para a 9ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, os jogadores senegaleses demonstraram excelente forma em campos europeus e em outros lugares. Ismaïla Sarr, Cherif Ndiaye e Sadio Mané marcaram gols, enquanto Édouard Mendy e Pape Matar Sarr também se destacaram por seus clubes. Na França Na 6ª rodada, o Nice, com Yehvann Diouf e Antoine Mendy como titulares, empatou em 1 a 1 com o Paris FC de Moustapha Mbow, que jogou a partida inteira. No Le Moustoir, o Lorient derrotou o Monaco por 3 a 1. No lugar de Merlus, Abdoulaye Faye foi titular, e Sambou Soumano entrou como substituto aos 62 minutos. Bingourou Kamara e Bamba Dieng permaneceram no banco. No Monaco, Lamine Camara ficou de fora devido a lesão, enquanto Krépin Diatta entrou como substituto aos 46 minutos. Em Lille, Moussa Niakhaté, do Lyon, venceu por 1 a 0. O zagueiro senegalês, titular, foi um dos melhores jogadores de sua equipe. No duelo senegalês, Cheikh Tidiane Sabaly e Habib Diallo, do Metz, empataram com Mory Diaw e Issa Soumaré, do Le Havre. Rassoul Ndiaye entrou em campo aos 61 minutos, enquanto Arouna Sanganté não estava na escalação. Abdallah Sima, que permaneceu no banco, não jogou no empate do Lens por 0 a 0 com o Rennes. Na Inglaterra Na 6ª rodada da Premier League, Ismaïla Sarr, de volta de lesão, marcou o segundo gol do Crystal Palace, que derrotou o Liverpool por 2 a 1. Pape Matar Sarr se destacou ao dar uma assistência no empate por 1 a 1 entre Tottenham e Wolverhampton. O Sunderland, sem o lesionado Habib Diarra, venceu o Nottingham Forest (0-1). A partida entre Everton (Gana Guèye e Iliman Ndiaye) e West Ham (El Hadji Malick Diouf) será disputada nesta segunda-feira. Na Espanha Na 6ª rodada do Campeonato Espanhol, o Villarreal (Pape Guèye) venceu o Athletic Bilbao (1-0). Titular no meio-campo, o senegalês teve uma ótima atuação. Em casa, o Rayo Vallecano (Pathé Ciss), que atuou na defesa central, perdeu para o Sevilla (0-1). Na Itália Na 6ª rodada do Campeonato Espanhol, o Hellas Verona, comandado por Cheikh Tidiane Niasse (que permaneceu no banco), foi derrotado pela AS Roma (2-0). O clube, comandado por Assane Diao, ainda lesionado, venceu o Cremona, comandado por Mikail Ngor Faye (que permaneceu no banco), pelo mesmo placar (2-0). Idrissa Guèye, que entrou como substituto aos 78 minutos, não conseguiu evitar a derrota da Udinese, derrotada pelo Sassuolo (3 a 1). Boulaye Dia e Lazio viajam a Gênova nesta segunda-feira, assim como o Parma, comandado por Abdoulaye Niakhate Ndiaye, que recebe o Torino. Na Turquia Na 7ª rodada, o Galatasaray, comandado por Sacha Boey e Victor Nelsson, venceu o Alanyaspor (1 a 0). O zagueiro senegalês Dismaël Jacobs entrou como substituto aos 63 minutos. Fora de casa, contra o Gaziantep, o Samsunspor de Cherif Ndiaye empatou em 2 a 2. O atacante senegalês marcou o segundo gol da sua equipe aos 19 minutos, antes de ser expulso aos 45 minutos. Na Alemanha Na Bundesliga, na 5ª rodada, o Bayern de Nicolas Jackson goleou o Werder Bremen por 4 a 0. Entrando em campo aos 78 minutos, o atacante senegalês teve uma grande chance, mas não conseguiu finalizar. Na Bélgica Na 9ª rodada, o Union Saint-Gilloise de Ousseynou Niang derrotou o Westerlo por 2 a 0. O atacante senegalês jogou o primeiro tempo. Moussa Ndiaye foi titular pelo Anderlecht no empate por 1 a 1 com o OH Leuven. A nova contratação dos Les Mauves, Ilay Camara, entrou em campo aos 73 minutos. Na Arábia Saudita Na 4ª rodada, Sadio Mané se destacou mais uma vez, marcando e dando uma assistência na vitória do Al Nassr por 2 a 0 sobre o Al-Ittihad. O Al Hilal de Kalidou Koulibaly venceu o Al-Okhdood por 3 a 1. O Al Ahly de Édouard Mendy venceu por 2 a 0 na Al Jazeera. O goleiro senegalês se destacou ao defender um pênalti de Fabio Martins aos 42 minutos. Autor: Babacar SENE

Macky Sall relata um momento decisivo em sua carreira política: “Foi aí que todos os meus problemas começaram”.

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Em entrevista/podcast com a H5 Motivation, o ex-presidente Macky Sall contou sua história, sua carreira como engenheiro, político e ex-líder. O presidente senegalês, que ocupou o cargo de 2012 a 2024, relatou um dos momentos decisivos de sua carreira política, ocorrido entre 2007 e 2009. "Com o Sr. Abdoulaye Wade, fui ministro diversas vezes. Também chefiei a Infraestrutura após o naufrágio do Joola, o que foi um trabalho árduo. Ocupei outros cargos e, depois, fui primeiro-ministro por três anos e meio. Em 2007, durante a eleição presidencial, Wade me nomeou gerente de campanha, e ele venceu no primeiro turno. Durante este segundo mandato, o presidente decidiu me enviar para a Assembleia Nacional. Foi assim que me tornei presidente do Parlamento." "E foi aí que todos os meus problemas começaram", contou o ex-presidente. Na Assembleia Nacional, Macky Sall enfrentou jogos políticos e influência, alienando um grande número de membros do PDS. Em 2009, o presidente Wade o convocou e o demitiu do parlamento. "Vi a solidão e o vazio se criou. O que é normal, porque ninguém queria morrer comigo. Decidi renunciar e me juntar à oposição", acrescentou Macky Sall, que mais tarde criaria a Aliança pela República (APR). A Assembleia Nacional marcou o início de seus problemas com o Partido Democrático do Senegal (PDS), mas também lhe permitiu abrir um novo capítulo que o levaria a liderar o Senegal por 12 anos. Autor: Mouhamed CAMARA

SENEGAL: Cidade de Djily Mbaye: Casa da ex-mulher de Madiambal Diagne é assaltada.

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Causalidade ou mera coincidência? A investigação confiada à Brigada de Parques de Exposições pode fornecer respostas. O L'Observateur relata que a casa da ex-mulher de Madiambal Diagne, localizada no conjunto habitacional Djily Mbaye, foi assaltada. Ela é mãe dos dois filhos do jornalista, presos em conexão com o caso que envolve o pai deles, Mouhamed e Saliou. "As portas de entrada principais da casa, constantemente vigiadas, permaneceram intactas, enquanto as dos quartos do andar de cima foram arrombadas", relata o jornal diário do Future Media Group. "Apenas algumas das joias de ouro foram levadas, tendo o restante sido abandonado no local." Este incidente ocorre enquanto Madiambal Diagne é alvo de um mandado de prisão internacional. Intimado pelo DIC na última quarta-feira por seu suposto envolvimento em transações questionáveis identificadas pela CENTIF, o jornalista não compareceu ao tribunal. E, apesar da proibição de viajar imposta contra ele, ele chegou à França em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas. Como consequência direta, os chefes do DIC e da delegacia de polícia do AIBD foram demitidos. Para justificar sua fuga, Madiambal Diagne declarou, em fontes anônimas, que estava se preparando para sua defesa, prometendo se apresentar à justiça antes da execução do mandado de prisão contra ele. Autor: Senewebnews-RP

SENEGAL: Caso de 21 bilhões de francos CFA: esposa, dois filhos e marabu de Madiambal Diagne anunciados em…

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Presos e detidos na semana passada pela DIC, a esposa de Madiambal Diagne, seus dois filhos e um indivíduo apresentado como seu marabu devem ser levados ao Ministério Público da Associação Judicial Financeira (PJF) nesta segunda-feira, informou o L'Observateur em sua edição atual. O jornalista está sendo investigado por fluxos financeiros suspeitos estimados em 21 bilhões de francos CFA, rastreados pela CENTIF. Ele se refugiou na França, apesar de estar proibido de sair do país. A esposa de Madiambal Diagne é a gerente da empresa que supostamente recebeu os supostos fundos duvidosos. O filho do jornalista, Mouhamed, foi preso quando se preparava para cruzar a fronteira para a Gâmbia em uma motocicleta de Jacarta, segundo relatos da mídia. Saliou, o segundo filho de Diagne, foi preso em Ouakam. Autor: Senewebnews-RP

Amadou Sall, Mame Mbaye Niang, Doudou Kâ...: por que a justiça está desacelerando.

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Os juízes senegaleses que lidam com casos de responsabilização enfrentam um grande desafio: a fuga para o exterior de vários dignitários do antigo regime, o que está atrasando as investigações conduzidas pela Associação Judicial Financeira (PJF) e pelo Tribunal Superior de Justiça. Embora o ex-presidente Macky Sall goze de imunidade, seus filhos, notadamente Amadou Sall, bem como vários de seus colaboradores próximos, permanecem vulneráveis ​​a processos judiciais. Entre eles estão Mamadou Guèye (ex-diretor-geral de Impostos e Patrimônio do Estado), Mamour Diallo (ex-diretor-geral de Patrimônio do Estado e ONAS), Doudou Ka (ex-diretor-geral da ANPEJ e AIBD, ex-ministro da Economia), Mame Mbaye Niang (ex-coordenador do PRODAC e ex-ministro) e Moussa Bocar Thiam (ex-ministro da Comunicação). Todos eles, alvos de investigações no Senegal, se estabeleceram entre França, Marrocos, Estados Unidos e Canadá. Segundo Papa Doudou Sow, escrivão do tribunal de Dacar, entrevistado por Wal Fadjri, essa situação não bloqueia os procedimentos, mas complica o trabalho dos juízes: "Não será fácil mesmo que haja cooperação judicial. A extradição não é uma exigência, mas um acordo de assistência mútua entre Estados. Os pedidos devem ser avaliados pelo país onde o acusado reside." Se os réus estiverem ausentes, poderão ser julgados à revelia ou à revelia. Nesse caso, o advogado do réu não tem direito à palavra, e o tribunal decide apenas com base nas provas disponíveis, que são desfavoráveis ​​ao acusado. Por sua vez, o especialista em direito comparado Dr. Mbaye Cissé destaca que, em relação à França, o Senegal e o país em questão assinaram duas convenções (sobre assistência jurídica mútua em matéria penal e extradição) em 2021, que foram aprovadas em 2023. No entanto, sua implementação continua sendo trabalhosa e diplomaticamente complexa: "O procedimento de extradição é um processo muito longo e rigoroso. A ausência do acusado inevitavelmente leva à lentidão e à morosidade do processamento dos casos." Autor: Senewebnews-RP

domingo, 28 de setembro de 2025

RDC – Assembleia Nacional: Vital Kamerhe deixou as coisas antes que as coisas o deixassem.

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Vital Kamerhe renunciou ao cargo de Presidente da Assembleia Nacional da República Democrática do Congo na segunda-feira, 22 de setembro. A decisão ocorre após dias de tensões exacerbadas por uma petição apresentada por membros da UDPS e outros partidos, acusando-o de má gestão e bloqueio da supervisão parlamentar. Os peticionários criticaram Kamerhe por sua falta de alinhamento com as prioridades do governo, particularmente a gestão opaca dos fundos parlamentares. Apesar de suas tentativas de acalmar a situação, Kamerhe não conseguiu angariar apoio suficiente. Alguns observadores veem isso como um acerto de contas interno dentro da União Sagrada, com o objetivo de consolidar o controle da UDPS sobre a instituição. A renúncia de Kamerhe abre caminho para uma rápida eleição de um novo executivo, sob a liderança interina do vice-presidente Isaac Tshilumbayi. O futuro da Assembleia Nacional é incerto, e esta vaga pode reacender os debates sobre a reforma institucional e o combate à impunidade. Apesar da renúncia, o presidente Félix Tshisekedi afirma que continua a considerar Vital Kamerhe não apenas um irmão, mas também um aliado político. Segundo o presidente Tshisekedi, o que está acontecendo deve ser visto como manipulação interna do funcionamento da câmara baixa do parlamento. Bertrand BOUKAKA/Les Échos du Congo-Brazzaville.

França – Julgamento sobre financiamento líbio de sua campanha presidencial de 2007: Nicolas Sarkozy condenado a cinco anos de prisão.

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O Tribunal Penal de Paris decidiu na quinta-feira, 25 de setembro, sobre o caso de suspeita de financiamento líbio da bem-sucedida campanha presidencial de Nicolas Sarkozy em 2007. O ex-presidente foi considerado culpado de conspiração criminosa. No entanto, foi absolvido das acusações de recebimento de verbas públicas desviadas e corrupção passiva. O ex-presidente da República havia sido condenado a cinco anos de inelegibilidade e sete anos de prisão, e foi condenado a cinco anos de prisão. Doze réus foram julgados no caso de suspeita de financiamento líbio da bem-sucedida campanha presidencial de Nicolas Sarkozy em 2007. Onze permaneceram presos após a morte de Ziad Takiedine na última terça-feira. Em suas razões, a juíza presidente do tribunal criminal, Nathalie Gavarino, explicou que Nicolas Sarkozy era culpado de conspiração criminosa por ter permitido que seus associados próximos agissem com o objetivo de obter apoio financeiro do regime líbio. No entanto, o tribunal concluiu que ele não havia financiado ilegalmente sua campanha com fundos líbios. Ao proferir sentenças, o tribunal, por vezes, foi além das recomendações da acusação. Além disso, Nicolas Sarkozy, que foi informado da extrema gravidade das acusações contra ele, foi condenado a cinco anos de prisão por meio de uma ordem de prisão suspensa, com execução provisória. Isso significa que, mesmo que recorra, Nicolas Sarkozy ficará preso por alguns dias, no máximo um mês, antes de iniciar qualquer processo. Além disso, o ex-presidente recebe uma pena de cinco anos de inelegibilidade e uma multa de € 100.000. "Sou inocente, esta injustiça é um escândalo (...) Se for absolutamente necessário, dormirei na prisão de cabeça erguida", disse Nicolas Sarkozy ao deixar a audiência. Entre os colaboradores próximos de Nicolas Sarkozy, que foram processados ​​ao mesmo tempo que ele, Brice Hortefeux foi condenado a dois anos de prisão por meio de uma escuta eletrônica. Claude Géant foi condenado a seis anos de prisão, mas, devido ao seu estado de saúde, não será preso. No entanto, terá de pagar uma multa de € 250.000. Alexandre Dihouri, condenado a seis anos de prisão, e Bechir Saleh, que recebeu uma pena de cinco anos, foram presos na audiência. Três réus foram absolvidos: Éric Worth, Amed Salhem Bughsan e Edouard Ulmo. Bertrand BOUKAKA/Les Échos du Congo-Brazzaville https://lesechos-congobrazza.com

Congo Brazaville (ONU): Declaração do Presidente Denis Sassou N’Guesso nas Nações Unidas.

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Em 24 de setembro de 2025, Sua Excelência Denis Sassou N'Guesso, Presidente da República do Congo, Chefe de Estado, proferiu uma declaração no pódio da octogésima sessão ordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas. Aqui está o texto completo. Senhora Presidente da Assembleia Geral! Sr. Secretário-Geral das Nações Unidas! Chefes de Estado e de Governo! Distintos Delegados! Senhoras e Senhores! É com seriedade, mas também com fé inabalável nos ideais das Nações Unidas, que me dirijo a vocês hoje. Estamos reunidos em um momento crítico, em um momento em que nossa responsabilidade coletiva nunca foi tão grande. Vivemos em um período marcado por tensões exacerbadas, múltiplas ameaças e profundas divisões. E, no entanto, o mundo nunca precisou tanto de unidade, cooperação e diálogo como nunca. O que está em jogo não é apenas a paz ou o desenvolvimento; é o próprio futuro do multilateralismo e desta preciosa humanidade que compartilhamos. Há oitenta anos, após os horrores da Segunda Guerra Mundial, os fundadores das Nações Unidas se reuniram com a firme intenção de estabelecer uma ordem internacional justa e sustentável. Sonhavam com um mundo onde a cooperação e a solidariedade seriam as palavras de ordem, um mundo onde a diplomacia e o diálogo substituiriam os conflitos violentos. Sua visão era ambiciosa. Ela permanece totalmente relevante hoje. As Nações Unidas foram fundadas com base em dois princípios fundamentais: • Solidariedade internacional, a convicção de que os destinos das nações estão intrinsecamente ligados e que somente um esforço coletivo pode enfrentar os desafios globais. • Multilateralismo, ou o reconhecimento de que cada nação, grande ou pequena, deve ter voz nos assuntos internacionais e que somente a ação coletiva pode garantir uma paz duradoura. Infelizmente, 80 anos após sua criação, nossa Organização enfrenta um preocupante ressurgimento de conflitos armados em todo o mundo. Em muitos lugares, a linguagem das armas prevaleceu sobre o bom senso e a diplomacia. Este é o fracasso de nossa promessa coletiva: construir um mundo livre do flagelo da guerra. É também um sinal de um sistema internacional enfraquecido, às vezes impotente, diante da lógica do confronto. Hoje, devemos reafirmar o Estado de Direito nos assuntos internacionais e a necessidade de uma ordem mundial baseada não na força armada, mas em regras estabelecidas e compartilhadas. As Nações Unidas devem, mais uma vez, se tornar um instrumento eficaz para a prevenção e mediação de conflitos. Como um ator amante da paz e da justiça que trabalha pela amizade entre todos os povos do mundo, o Congo apoia a coexistência pacífica, a tolerância recíproca e a compreensão mútua. É por isso que, no Oriente Médio, meu país apoia incondicionalmente a solução de dois Estados, com Israel e Palestina vivendo lado a lado em paz. No Caribe, meu país continuará a apoiar o povo cubano, exausto por décadas de um embargo agora incompreensível. As tensões comerciais, tecnológicas e geopolíticas entre as grandes potências que testemunhamos hoje estão claramente fragmentando nosso mundo e alimentando a desconfiança entre as nações. Elas enfraquecem as cadeias internacionais de solidariedade e comprometem nossa capacidade de enfrentar os grandes desafios globais juntos, com graves consequências para as economias dos países em desenvolvimento. Isso se reflete, em particular, na instabilidade do mercado, no aumento dos preços das commodities e nas interrupções recorrentes nas cadeias de suprimentos. No entanto, por mais compreensível que seja, a competição econômica não deve se transformar em um confronto sistêmico. Uma das grandes conquistas das Nações Unidas foi, inegavelmente, estabelecer uma plataforma sólida para a cooperação entre as nações. Mas hoje, esse multilateralismo é ameaçado pelo egoísmo nacional e por políticas unilaterais, que são a fonte de crises diplomáticas prejudiciais. Essa tendência deve ser revertida, pois os desafios globais que enfrentamos, incluindo mudanças climáticas, pandemias e insegurança alimentar, exigem uma resposta global unida, coerente e concertada. A República do Congo acredita firmemente que uma Organização das Nações Unidas mais forte e eficaz é a condição essencial para preservar a paz e garantir o desenvolvimento sustentável. É por isso que pedimos uma reforma de seus órgãos, começando pelo Conselho de Segurança, para torná-los mais representativos, mais transparentes e mais próximos das realidades do nosso mundo. Como está claro, o Conselho de Segurança, em sua composição atual, não reflete mais o equilíbrio geopolítico do nosso mundo. Portanto, é urgente reformá-lo, não na teoria, mas na prática. A África não pode mais permanecer marginalizada. É um continente com mais de 1,4 bilhão de habitantes. É um continente do futuro, da juventude, do potencial, e agora devemos garantir sua participação plena e completa nas decisões globais. Digo isso enfaticamente: a África merece representação permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Não como beneficiária de um favor, mas como parceira legítima. Este é o apelo solene que a República do Congo faz desta tribuna. Precisamos inventar um multilateralismo mais inteligente, mais eficaz, mais próximo das aspirações dos povos, mais representativo das realidades do século XXI. Esse multilateralismo também deve se traduzir em ações concretas, resultados tangíveis e soluções duradouras. Os povos do mundo não nos julgarão por nossas palavras, mas pelo que conseguimos realizar juntos. Senhora Presidente! Senhoras e Senhores! Não pode haver paz duradoura sem desenvolvimento, e vice-versa. Pobreza, desigualdade, desemprego juvenil e exclusão são terreno fértil para frustração, instabilidade e extremismo violento. Devemos honrar nossos compromissos de financiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e pôr fim aos mecanismos que estrangulam economias vulneráveis, como dívidas insustentáveis ​​ou regras comerciais injustas. A solidariedade internacional continua sendo essencial para permitir que os países em desenvolvimento façam a transição com sucesso para um futuro mais próspero. É por isso que devemos investir maciçamente em educação, saúde, agricultura, infraestrutura, novas tecnologias, inteligência artificial e outros setores. O desafio climático é uma preocupação urgente para nós hoje. Ele transcende todas as fronteiras, divisões e ideologias. Já está afetando nossas cidades, nossas áreas rurais e nossos ecossistemas. Exacerba conflitos, destrói culturas ancestrais e força famílias inteiras ao exílio. Diante disso, não temos mais o direito de agir desordenadamente. Devemos avançar em uníssono, em solidariedade e com determinação. Isso implica respeitar os compromissos do Acordo de Paris, fornecer apoio massivo à adaptação dos países mais vulneráveis ​​e uma transformação profunda dos nossos padrões de produção, consumo e financiamento. Esta é uma oportunidade para saudar a adoção pela Assembleia Geral das Nações Unidas da Resolução sobre a Década Global do Florestamento e Reflorestamento, iniciada pelo meu país, como uma das soluções que provavelmente farão avançar a nossa luta comum pela preservação do meio ambiente e pela mitigação dos estragos das alterações climáticas. O clima não deve tornar-se um novo fator de divisão entre o Norte e o Sul. Deve ser um fator de unidade global, um motivo de solidariedade global e uma força motriz para a esperança partilhada. Senhora Presidente! Senhoras e Senhores! Num momento em que as nações do mundo enfrentam graves desafios, alguns dos quais claramente com implicações existenciais, uma nova e preocupante corrida armamentista está a começar! Os gastos militares globais estão agora a atingir níveis recorde, mesmo com milhões de pessoas a viverem em extrema pobreza, com acesso reduzido a água potável, educação de qualidade e cuidados de saúde primários. Tratados de desarmamento estão sendo questionados, enquanto a proliferação de armas de destruição em massa, em particular as nucleares, volta a ser uma preocupação central. Essa mudança é perigosa em todos os sentidos. Não torna o nosso mundo mais seguro. Pelo contrário, expõe-no aos perigos mais graves, incluindo o risco de uma conflagração generalizada que sairia do controle. Fiel ao seu compromisso com a paz e a segurança internacionais, a República do Congo reitera seu apelo ao desarmamento global. Chegou a hora de todos nós investirmos na busca de soluções que fortaleçam nossa segurança coletiva, estabilidade e prosperidade para todos os povos, em vez de alimentar o ciclo vicioso e destrutivo de conflito e violência. Senhora Presidente! Senhoras e Senhores! Neste mundo instável, muitas pessoas hoje se sentem inseguras. Muitas se perguntam: as Nações Unidas ainda são úteis? Elas ainda servem a algum propósito? A elas, gostaria de responder claramente desta tribuna: sim! Sim, as Nações Unidas são até indispensáveis. Mas com uma condição: que saibam evoluir, que saibam se reformar, que se aproximem de seu povo e respondam concretamente aos inúmeros desafios de nossos tempos. Não estamos condenados à guerra, à retirada e à desconfiança. Ainda temos uma escolha: a da coragem, da solidariedade e da responsabilidade. Então, juntos, unidos na diversidade, vamos dar vida às promessas fundamentais da nossa Organização: paz, dignidade e progresso! Não deixemos que a história seja feita sem nós! Obrigado. Transcrição: Bertrand BOUKAKA/Les Échos du Congo-Brazzaville https://lesechos-congobrazza.com

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