Um memorial ao genocídio em Kigali, Ruanda. FOTO | ARQUIVO
Uma delegação da República Centro-Africana era esperada no Ruanda na segunda-feira para uma missão de uma semana para compreender o processo de recuperação pós-genocídio da nação do Leste Africano.
De acordo com o diário ruandês The New Times, a delegação de 21 pessoas esperada é composta por altos funcionários do governo, membros da sociedade civil, líderes religiosos, acadêmicos e jornalistas.
A visita segue ao anterior da RCA que é composta por uma delegação ruandesa liderada pela Comissão Nacional de Unidade e Reconciliação para compartilhar experiências sobre o processo de reconciliação e recuperação após o genocídio de 1994 contra os tutsis.
Ela será coordenada pela Aegis Trust, que tem vindo a trabalhar na RCA há perto de um ano, a convite do governo RCA e da sociedade civil.
A RCA esteve mergulhada em violência sectária em 2013 quando rebeldes muçulmanos derrubaram o governo do presidente François Bozizé, forçando-o a fugir.
O líder rebelde Michel Djotodia declarou-se presidente. No entanto, a situação de segurança no país permaneceu complicada desde então.
Divisões no governo liderado pelos rebeldes Seleka levou à renúncia de Djotodia, que foi substituído pelo presidente interino, a senhora deputada Catherine Samba-Panza em Janeiro de 2014.
Em um esforço para trazer a paz sustentável para o país, uma eleição presidencial foi realizada no mês passado, mas sem vencedor absoluto, um segundo turno está previsto para ser realizado em 31 de janeiro.
Dois ex-primeiros-ministros estarão concorendo a eleição que os observadores esperam que possa marcar o fim da violência no país instável.
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Samuel