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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

domingo, 16 de junho de 2013

NY Forum Africa: O Gabão assina importantes contratos com a China e o Marrocos.

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O Gabão assinou neste sábado vários importantes contratos nas áreas de infra-estrutura, agricultura e educação, com parceiros chineses e marroquinos na margem do NY Forum África (NYFA), realizado em Libreville de 14 a 16 de junho .

A NYFA, consagrado ao desenvolvimento económico de África, reúne cerca de 700 decisores económicos "de 50 países diferentes", segundo seus organizadores.

O primeiro contrato, assinado entre a empresa chinesa China Harbour Engenharia e a Agência Nacional de Grandes Obras (ANGT), planeja transformar o antigo porto de Libreville em uma área futurista no horizonte de 2020, com um investimento de 59 bilhões de francos CFA (cerca de 90 milhões euros), de acordo com ANGT.

O projeto prevê o "avanço do mar", ampliando a superfície de +Port Môle+ e construir uma ilha artificial em frente. No total, "43 hectares devem ser construídos", disse Richard Attias, organizador da NYFA.

Um centro de conferências, um centro cultural-museu, centros comerciais, com restaurantes e lojas, uma praia, campos desportivos e uma marina que devem ser construídos, disse o diretor de comunicações da ANGT, Virginia Akele Mozogo.

O governo do Gabão também assinou igualmente um contrato de prestação de consultoria com a empresa marroquina Valliance Consulting para execução de " um grande plano agrícola" no Gabão, uma empresa que notadamente participou do desenvolvimento do "Plano Verde" em Marrocos de acordo com o Sr. Attias.

O empresário também anunciou a "iminente" assinatura de um "acordo estratégico entre a República do Gabão e Gunvor, a gigante suíça de negócio de petróleo" para o refino e processamento de produtos petrolíferos.

De acordo com uma fonte do Ministério do Petróleo, ele actuará na "criação de um centro de comercialização de produtos petrolíferos que irá cobrir toda a costa atlântica da África, da Mauritânia à África do Sul". Para o início das atividades, previsto para setembro de 2013, "Gunvor aplicará US $ 500 milhões em capital através de empréstimos", acrescentou a fonte.

Finalmente, um projeto de construção no Gabão de três centros de formação profissional, o investimento será de 34 milhões de dólares cada (investimento de 25,5 milhões de euros) de acordo com uma fonte do Ministério da Educação, que foi concluído com a chinesa AVIC International Holding Corporation.

Gabão lançou desde 2009 uma política de obras públicas, com programas ambiciosos de estrada, eletrificação e abastecimento de água. Presidente Bongo também regularmente tenta atrair investidores estrangeiros por medidas económicas ou viajar para o exterior.

AFP

sábado, 15 de junho de 2013

OPINIÃO: O ELOGIO DA IN (DIFERENÇA), CHOVEU NO MOLHADO.

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Por vezes pensamos menos para nos adaptarmos a determinados estímulos que aparentam um desgaste explícito causado pelo uso excessivo, entendemos que não adianta reflectirmos mais sobre os mesmos sinais, tendo a sensação que tudo será como dantes, já não pensamos mais, achando que não vale a pena, arrumamos tudo para um canto, como quem cospe para o lado.

Só que, depois, com o tempo, não se sabendo como, alguns estímulos “crescem” de novo longe da vista e ganham forças, temos como exemplo os ex-dirigentes dos sucessivos Governos da Guiné-Bissau que, de tanto os vermos diante dos olhos, ao longo de anos, estando associados a um passado e presente menos bom da história do desenvolvimento do País, são hoje reconhecidos à distância como um estímulo desgastado nesta convivência pacífica com o poder do Estado.

Chamo a atenção para o facto desta observação não estar a ser personalizada, não se tratando de pessoa, A, B, ou C, mas sim no âmbito geral deste núcleo de poder ao longo dos tempos. Sentimos que os ex-dirigentes, na sua maioria, já não atraem o suficiente para mobilizar uma participação massiva de Guineenses, com o objectivo de resgatar o País da crise. Muitos de nós parece não querer admitir esta realidade dos que insistem em chover no molhado, sem abrirem mão do poder e partilharem, com a participação de independentes e outros, Guineenses espalhados pelo mundo.

Há que reconhecer esta desconfiança generalizada dos cidadãos para com os seus “clássicos” dirigentes, este símbolo que “guiou” os destinos do País até hoje e fracassou sem dúvida o Estado da Guiné-Bissau, esta realidade é um facto incontornável a termos em conta na nossa história política nacional.

Daí que, haja necessidade urgente de novas politicas e com maior abertura selectiva ao mundo moderno, a começar pela mobilização de meios humanos e tecnológicos (do território nacional à diáspora), reunir “ferramentas” imprescindíveis para esta reconstrução nacional, e será este o único percurso a tomar para sairmos da crise e continuarmos numa linha de desenvolvimento sustentado e com sucesso.

Convivemos ainda hoje com este efeito reflexo do prolongado dos erros cometidos num passado ainda próximo de nós, não deixam saudades alguns actores políticos que comandaram os destinos do País até então, “comandaram” mas sem um projecto sustentado. Tudo se começou (projectos), quase tudo terminou sem êxito ou com pouco e sem continuidade, pois tudo o vento levou, pense nisto.
É a ideia que fica, custa a acreditar, mas creio que não estou a incorrer numa falsa conclusão por falta de dados.

Alguns que têm governado o País, continuam a entrar e sair de sucessivos governos ao longo de décadas. Porque quando são afastados continuam esperançados em voltar a dirigir este mesmo “barco”. Esperando à sombra por novas oportunidades para o dirigirem, obcecados pelo poder e compulsivos perante este desejo.  
Talvez fora deste tacho (governo) não saibam fazer mais nada, e compreendemos porquê, sendo que, fora do Estado, se trabalha mais, havendo maior controle da produtividade, por isso, não se adaptam ao método de avaliação da rentabilidade como forma de controlar o progresso conseguido na instituição que representam.
Se no Estado há mel, a maior parte mete o dedo e chupa, só.

Pensávamos nós que alguns membros deste novo governo de inclusão/transição seriam caras novas, alguns independentes convidados para a inclusão, mas afinal preferimos mais uma vez chover no molhado, como prova da nossa memória curta.
Vemos alguns famosos do costume (tais estímulos desgastados) afectos à cor partidária e prontos a governar. O Povo vai fazendo a sua vida sem contar com os mesmos de sempre (lideres), estes estão desacreditados, sabendo que daí só estão para promessas, pedir votos e fechar os olhos à gestão danosa e continuada do País.  

Chegará o dia em que as muitas dívidas perdoadas ao País até hoje, serão na mesma auditadas (contas são contas) para sabermos o que fizeram aos dinheiros entrados ou não, dedicados à Guiné-Bissau.
Porque as dívidas quando são perdoadas a um País, trata-se de perdoar ao Estado, não às pessoas ou indivíduos que geriram mal este fundo dos cofres do Povo. Não está a ser perdoado aos que se aproveitaram com comportamentos duvidosos e geriram mal enormes quantidades de dinheiro. Vemos que alguns Países amigos perdoaram as dívidas graças a Deus, mas agora compete ao Estado Guineense, pedir contas aos nossos “gestores” de dinheiros públicos, isto é no mínimo honrar as ofertas desses Países amigos, que trouxeram até nós, apoios mais que precisos para o desenvolvimento do nosso País.  

Hoje sabemos que o País não tem dinheiro, só não sabemos, porque não se pergunta pelos milhares de biliões que deram entrada como ajudas económicas e financeiras para o Estado da Guiné-Bissau, ao longo de décadas. Qual o seu percurso detalhado. Sabemos nós que o dinheiro não tem asas, se move de um lugar para outro, tem sempre um nome a assinar por baixo, o que ajudará a apurar as responsabilidades.
Dinheiro do Povo é sagrado, devemos apurar o que foi feito dele, onde e como.

Cada um, enquanto líder no passado, com responsabilidades no desenvolvimento do País, deve pôr a mão na consciência e analisar o que falhou na gestão de dinheiros públicos, quais os erros cometidos, porque de olhos fechados ou às apalpadelas, eles atingem o alvo rapidamente, uma vez que os mesmos assinaram decisões que não foram felizes para o País, sabem o que aconteceu, o que fizeram, sabem o que falhou.
Por isso esta razão torna-se pertinente, justificando a preocupação destas dúvidas.

Sublinho aqui o seguinte, hoje parece que todos queremos ver passar muito depressa estes seis meses de governo inclusivo, damos conta de certa depressão a acompanhar todo o desenvolvimento deste fenómeno “inclusivo” deste novo governo. Um desejo que alguém chamou de “inclusão” das promessas feitas, mas que pelo formato centralizador apresentado, deixou à margem muitas qualidades, sendo que, o “centralizador” nada tem que ver com os conteúdos expectantes desta inovação pretendida pela maioria, para sairmos da crise, temos sim uma “inclusão” sem independentes/tecnocratas, que desta ainda não aconteceu, talvez brevemente.

Temos aqui apenas a “CARA-LAVADA” dum rosto igual a si próprio na fotografia antiga, velha e careca de tanto mau olhado dirigido num passado próximo, mas que ainda resiste, estão aptos a darem cartas neste arranque do prolongamento deste desafio, estipulado por mais “seis” meses.
Não havendo os “empatas” do costume (por causa da marcação de grandes penalidades), e apurados os vencedores, teremos governo todo-o-terreno, pronto a iniciar anos de trabalho pela frente (período pós eleição democrática).

Será esta uma das prioridades deste governo “inclusivo”, cumprir nos próximos seis meses de mandato, um calendário preparatório, rumo às eleições.
Preparar as próximas eleições, ao mesmo tempo inteirar-se da situação do estado da Nação, no sentido de aprofundar o diagnóstico, concluir por terapêuticas a adoptar, de acordo com os objectivos. Sendo que as eleições são de facto importantes, e nunca mais importantes do que as instituições como ferramentas do Estado, daí as duas estarem interligadas na seriedade deste trabalho.

Este governo, no tapete vermelho, já demonstrou o seu grau “discriminatório” em relação ao género feminino no exercício de cargos de liderança, acabando por excluir uma variável sexual importante, a mulher. O que traria com certeza um reequilíbrio profundo nos vários aspectos desta observação pertinente desta classe feminina na dinâmica social, i. é, dum ponto de vista cultural, da política, da motivação e da sensibilidade, para cargos públicos no geral, de maior destaque da sua presença na instituição, mas este quadro falhou, por agora.

Esta ausência e outras foram marcantes, acabou por chover no molhado a composição deste governo de inclusão (sem independentes de raiz), trouxe repetições de perfil de liderança e de nomes. Talvez esteja implícita a manutenção do tráfico de influências ocultas, nos ministérios que pretendem controlar à distância, e mais não se fez do que manifestamente esta “leitura”, preocupados com nomes identificados com partidos políticos ou com o grupo de “dinossauros” do poder até aqui na Guiné-Bissau, que movem influências e vão dando cartas à distância.
Dando a sensação de que não querem perder “ligação” ao vínculo deste cordão umbilical, por onde ainda vai pingando “mel” da abelha mestra, já cansada, que agora quer voltar única e simplesmente para a sua responsabilidade maternal primeira e prioritária, cuidar do Povo!

Esta vontade esteve desviada durante décadas, mas iniciou já o seu retorno às fontes. O que é do Povo, para o Povo volta. Disto, encarregar-se-ão os filhos (Guineenses) com a nova mentalidade de levar o “País-a-Bom-Porto”, acredita.

Por enquanto ainda temos uma “passerelle” cheia de “divorciados”, que voltaram para casar na mesma “paróquia”, com as “pastas” feito aliança, rumo ao respectivo ministério que a “distracção” lhes conferiu com maiores responsabilidades até, para durante mais seis meses, pelo menos, para mostrarem o que valem. Não se vêem os padrinhos a assinar por baixo, mas existem, com certeza, nos cantos da casa, para quem sabe, “casa velha, não faltam baratas”, esta não é excepção, penso.

Mas há mais novidades pouco felizes aqui, o facto de um denominador comum entre eles trazer o anúncio de pré-aviso de “divórcio”, marcado para daqui a seis meses, este condicionamento negativo estará sempre presente neste governo, longe de reunir consenso alargado nas escolhas efectivadas, mas que depois de muita luta e guerrinhas de bastidores, vemos os ilustres vencedores desta maratona de negociações um pouco acanhados, parecendo que lhes falta o entusiasmo natural para quem acabou de receber uma prenda nova e desejada. Será só desmotivação, ou algo mais, antevê mais qualquer coisa?

Conhecemos alguns, das anteriores pastas assumidas nos respectivos governos da época, enquanto políticos, técnicos, empresários, e também os ilustres desconhecidos/as que agora fazem parte desta equipa de trabalho, com o despedimento colectivo já marcado para daqui a seis meses.
Parabéns a todos Camaradas, foram chamados para mostrarem trabalho num curto espaço de tempo, tendo como limite as eleições marcadas para este ano de 2013.
Convenhamos camaradas, que não seja fácil, num tempo curto que pode até vir a justificar ausências nos avanços desejados (o que será compreensível), enfim, um tempo que nem para se coçarem, há-de descontar a favor dos críticos do costume (som pá pega-têssu-dê…) no bom e no mau sentido. Aliás, aqui vamos ver as habilidades e capacidades de cada um dos nomeados e, por agora, desejamos com franqueza boa sorte a todos sem excepção e um bom ambiente de trabalho, sim, porque o ambiente de trabalho tem de ser positivo, com todos os seus membros a remarem para o mesmo lado, a baixarem as orelhas ao Camarada chefe que está no leme, cumprirem todos juntos os objectivos traçados (chefe é chefe, enquanto tal) para o barco deslizar sem pequenos ou grandes obstáculos.

No fundo há esperança neste novo Governo, pelos vistos o “tempo” melhorou um pouco, as portas ainda não estão escancaradas, mas já se abriram envergonhadas, ouvimos as palavras do Dr. Portas, e de outros amigos “atrasados” na fila desta esperança que tardou, mas ela esteve sempre com muitos de nós, a puxar por ela para não fugir (como queriam alguns), e ainda bem, há que – continuar a pensar Guiné-Bissau com humildade – sem arrogância e comparações alienadas tiradas de chapa.

Esta etapa na vida do País é de extrema importância para o futuro de todos, queremos a formação de um Governo eleito Democraticamente e a seguir, um Estado de Direito forte, que o Povo merece.

Temos olhares discretos sobre alguns dos nossos dirigentes activos/inactivos, são Guineenses já conotados com a desgraça a que o País chegou, mas, convém nunca “sentenciar” nomes ou projecções de nomes às cegas, sem que sejam os factos a provar seja o que for, para isso temos os Tribunais, a justiça em Sede própria, baseada nos factos, não adivinhando culpados a partir de suposições e historietas do costume ou sem julgamento prévio, pense nisto.

Digo isto, porque a ser verdade o que acabei de citar como dúvida, haverá sempre quem queira tirar o partido, numa eventual escalada de caça às bruxas, enfim, porque cada “bruxa” presa ou morta, os seus devedores batem palmas, deixando de se preocupar com a “dívida”, que no fundo se trata de dinheiros e segredos, desviados dos cofres e dos arquivos do Estado, pense nisto.

Por conseguinte, mais do que matar, torturar, perseguir ou prender, devemos reunir condições materiais e de estratégias (investigação sob alçada dos tribunais) para recolher fundos do Estado, desviados pela corrupção deste sistema dentro do seu próprio aparelho.

Porque não é possível que em quarenta anos de ofertas económicas e financeiras a fundo perdido e com as dívidas, progressivamente perdoadas ao Estado da República da Guiné-Bissau até hoje, não se veja sequer um ou dois edifícios públicos de vulto no País, construídos de raiz, em qualquer uma das cidades do território nacional, nada. Com excepção das obras de raiz que os Países doadores, mas que não recebemos dinheiro na mão para os executar, mas sim, – chave na mão – depois de obra acabada/prontos (o estádio de futebol, pontes, parlamento…), o que nos impele ao registo de que, mais vale uma “chave” na mão do Guineense, do que grandes quantias de dinheiro para executar projectos/obras enquanto responsável, será (sem ofensa).  

Perguntamos o porquê disto, para onde foi ou está investido todo esse dinheiro (quantias astronómicas de milhares de biliões de dólares ao longo de quarenta anos …), porque na Guiné-Bissau não temos expressão física quase nenhuma, que justifique a aplicação duma engenharia financeira de gastos ou a aplicação, ao longo deste tempo, nas obras públicas por exemplo, perguntamos, o que é que aconteceu este tempo todo com o dinheiro público?

Pensar os erros, Camaradas é pensar incluindo todas as variáveis possíveis, aqui falamos dos dinheiros do Povo, que foram mal gastos ou simplesmente desviados. Os entendidos nesta matéria têm a palavra, para ajudarem no entendimento e na análise esperada, desta conjugação de factos apontados.

Digo tudo isto, com o objectivo de pensarmos os nossos próprios erros cometidos nestes quarenta anos que, progressivamente, estagnaram o País, parando este comboio gigante, fora das linhas, neste momento.
É muitíssimo séria esta situação a que chegou a Guiné-Bissau (sem dramatizar), o Estado merece urgentemente de continuadores capazes de demonstrar, na prática, a importância dum modelo democrático activo operando no País. A lei da transparência é a única capaz de iluminar a vida do cidadão comum num Estado de Direito, através das suas instituições públicas e privadas.

Penso que um próximo governo no País, terá como uma das suas prioridades eliminar muitas dúvidas aqui colocadas, optando por um perfil organizacional diferente para a liderança do aparelho de Estado, sem esta monotonia de fidelização partidária constante.
Abrirá as portas a independentes, tecnocratas e outros, igualmente competentes, mulheres e homens preparados, para vencermos todos os obstáculos que determinaram esta paragem obrigatória do País.
Penso que será possível, a curto prazo, avançarmos com um modelo diferente nas opções políticas, se os nossos futuros dirigentes assim o entenderem e mudarem de rumo ou de caminho a seguir, para tratarmos de vida nacional com todos os Guineenses sem excepção ou pré-conceitos à partida

Camaradas, aqui vos deixo mais uma reflexão que partilho na Guinendade, com todo o gosto, podem não citar o autor, mas serei sempre o único responsável por estas palavras, com total liberdade de expressão …, saudações fraternas.


Djarama. Filomeno Pina.

Ernesto Dabó revelando a Guiné-Bissau pelo mundo na sua voz inconfundível: 


Veja o vídeo - Click no link

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Económico e Social: Senegal vai buscar o financiamento restante do Grupo Consultivo em Paris.

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Para financiar o seu ambicioso programa de desenvolvimento econômico e social contido na Estratégia Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Sndes), Senegal necessita de cerca de 5.300 bilhões de francos CFA. Grande parte deste montante já foi mobilizada, de acordo com Amadou Kane. Para o resto, a mobilização de um empréstimo será feita com o Grupo Consultivo em outubro de 2013 em Paris.
De acordo com o Ministro da Economia e Finanças, Amadou Kane, Senegal está pronto para ir para o grupo de consultoria em outubro, em Paris. "O que nós queremos garantir é que todas as nossas necessidades serão bem cobertas", disse ele ontem em uma reunião (que presidiu com o Ministro dos Negócios Estrangeiros e dos Senegaleses no exterior, Mankeur Ndiaye), com os membros do corpo diplomático representando os países emissores de financiamento e instituições financeiras que operam no Senegal. Uma reunião entre a preparação da sétima reunião do grupo consultivo planejado para 21 e 22 de Outubro de 2013, na sede do Banco Mundial em Paris.
Ele estima que são 5.300.000 milhões de francos CFA (muitos dos quais já foram mobilizados) as necessidades de financiamento de projetos e programas no âmbito da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Sndes) 2013-2017. "Mas agora estamos refinando para as prioridades do novo governo que são levadas em conta", diz ele. Este documento ambicioso deve habilitar Senegal para alcançar uma taxa de crescimento de 7% no curto prazo e aumentar o emprego. O Ministro da Economia e Finanças, convida investidores para se concentrarem em outros sectores prioritários como a agricultura.
Para ele, tal ambição vem através de objetivos estratégicos realistas e bem definidos, linhas de ações relevantes e um programa de investimento público e privado consistente. Tudo bem articulado com um impacto económico e social forte na vida das pessoas. "É nossa ambição de tornar a nossa economia eficiente e economia justa. E o nosso programa de investimento de três anos é construído em torno de um núcleo de projetos cuidadosamente selecionados, pois são os detentores de melhores retornos econômicos e sociais ", diz Amadou Kane. O programa também chamado de "profundas reformas que melhoram significativamente a gestão das nossas organizações, as regras do jogo econômico e social, quadros regulamentares e legislativas para a criação de riqueza." "Assim, a construção e reabilitação de de infra-estruturas físicas, financeiras, energéticas e material vão dar uma nova dimensão no nosso país", ele anunciou.

Eleger a boa governação e prioridades
Amadou Kane reconhece que o êxito dessa estratégia de desenvolvimento requer um apoio significativo dos parceiros de desenvolvimento do Senegal, mas também exige a construção dos princípios da boa governação como uma prioridade nacional. Além disso, para construir a confiança dos investidores e um espaço de segurança jurídica, Senegal prosseguiu a execução das reformas. Isto levou ao nascimento de um Conselho Presidencial de Investimento (CPI) como um quadro de diálogo direto e reflexão entre o Presidente e os investidores em todos os assuntos relativos ao ambiente de negócios, incluindo procedimentos de acesso à terra, os procedimentos para a obtenção de licenças de construção, a legislação trabalhista, tributação, a desmaterialização das formalidades de comércio exterior, etc.

Por: Seydou KA

fonte: lesoleil.sn

Eleições gerais na Guiné-Bissau: o início de um caminho para a reconstrução do Estado.

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O primeiro passo para o regresso à normalidade constitucional foi dado com o anúncio do escrutínio para o final do ano. O apoio técnico e financeiro para a realização de eleições foi já garantido pela União Europeia.
Bruxelas irá assegurar as condições técnicas e financeiras para a realização das eleições gerais na Guiné-Bissau. Falando aos jornalistas após a tomada de posse da nova equipa dirigente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), liderada pelo juiz do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Augusto Mendes, o representante da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau, Joaquim Gonzalez Ducay, assegurou que a UE "vai apoiar técnica e financeiramente as eleições gerais" que devem realizar-se até ao final de 2013.

Gonzalez Ducay não é presença habitual nas cerimónias ou atos oficiais das autoridades de transição, que não são reconhecidas por Bruxelas, todavia esta quinta-feira (13.06) Gonzalez Ducay sentou-se na primeira fila de convidados no ato de posse dos novos dirigentes da CNE.
O que terá contribuido para desbloquear o impasse nas relações entre Bruxelas e Bissau foi a constituição de um Governo inclusivo, mas também a percepção da necessidade de um novo quadro de compromisso dos parceiros internacionais.

António Indjai, Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas guineenses, é o homem que detém o poder de facto no país
Eleições não são panaceia
O desafio maior na Guiné-Bissau, nunca foi o de organizar eleições, para as quais os doadores internacionais sempre mostraram vontade política  e agiram rapidamente, o verdadeiro problema do país é a fragilidade do Estado, nomeadamente a instabilidade política recorrente, o défice democrático, a incapacidade das instituições públicas, a insubordinação das Forças Armadas, a impunidade, factores a que se soma o impacto de fenómenos transnacionais como o tráfico de droga e a criminalidade organizada. A permeabilidade dos militares da classe política ao narcotráfico acrescenta um elemento de maior volatilidade à já complexa constelação guineense.
A história recente da Guiné-Bissau, desde a independência, é um somatório de desafios constantes à normalidade constitucional e instabilidade política, em particular desde a guerra civil de 1998-1999. Golpes de estado, contragolpes e intentonas, assassínios políticos e um padrão de desrespeito pelos direitos humanos deixaram de ser a excepção e passaram a ser a regra. Nos dez anos a política guineense passou a ser feita de arma em punho.
Uma-familia-que-vende-carvao-ambulante.-Carvao-no-saco-preto. Umwelt-Herd, Frauen verbesseren Herd, ist wirtschaftlich und schont die Umwelt
Foto: DW/Braima Darame 03.13. 
Guiné-Bissau está na cauda do desenvolvimento humano
Golpes, contragolpes e intentonas
Enumeremos: entre 1998 a 2013, a Guiné-Bissau elegeu dez primeiros-ministros, sem nenhum deles ter concluido o mandato, teve três presidentes interinos em virtude dos levantamentos militares, quatro chefes de Estado-Maior, todos afastados, sem nenhum completar o mandato, por motins militares (e dois foram assassinados, em funções, pelos militares), e três Presidentes.
Com este pano de fundo o desenvolvimento têm sido repetidamente adiado e a Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo apesar dos seus abundantes recursos naturais, encontra-se hoje na cauda do Índice de Desenvolvimento Humano, ocupando 176ª posição entre 186 países no relatório do PNUD relativo a 2013.
Dos aproximadamente 1.5 milhões de habitantes do país, 69.3% vive em situação de pobreza absoluta (ou seja com um rendimento inferior a 2 dólares por dia), comparado com 49% em 1991.
Timor-Leste's President Jose Ramos-Horta talks to the media during a joint press conference with European Union Commission President Barroso, unseen, following their meeting at the EU Commission headquarter in Brussels, Tuesday July 22, 2008. Foto: Wiktor Dabkowski +++(c) dpa - Report+++José Ramos-Horta, Representante Especial das Nações para a Guiné-Bissau, joga o seu prestígio para trazer a normalização democrática à Guiné
A Guiné-Bissau pode desaparecer como país
Face aos actuais desafios com que o país se depara José Ramos Horta, Representante Especial das Nações para a Guiné-Bissau, alertou, precisamento no dia em que se completava o primeiro aniversário do mais recente golpe militar (12.04.12) que  o país enfrenta "uma ameaça existencial enquanto Estado".
À Guiné-Bissau, que perdeu inúmeras oportunidades de travar o crescendo de violência e insegurança e inverter a espiral de fragilidade e pobreza, resta uma via de saída da crise crónica muito estreita que não pode ser dissociada da reforma do sector de segurança e defesa.
Soluções de longo prazo para a Guiné passam pela reforma das Forças Armadas
Em Março, a Missão Conjunta de Avaliação CEDEAO/UA/CPLP/UE/ONU na Guiné-Bissau,  reconheceu a necessidade imperiosa de soluções de longo prazo para "os problemas da impunidade, das violações dos direitos humanos e da intrusão repetida do exército na vida política do país que se colocam há muito tempo".
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) irá disponibilizar de imeadiato para a Guiné-Bissau 9,2 milhões de dólares (6,9 milhões de euros) para apoiar o programa de reforma do sector de defesa e segurança. A verba que deve chegar a Bissau o mais tardar na próxima terça-feira (18.06) faz parte de um envelope de 63 milhões de dólares (47,3 milhões de euros) que a CEDEAO prometeu entregar às autoridades guineenses para a reforma do sector militar. 
Os analistas reconhecem a necessidade de reduzir consideravelmente as Forças Armadas ( há actualmente mais oficiais do que soldados), repensar o papel destas na construção de um Estado democrático e dotar o Fundo de Pensões com a verba prometida.
fonte: DW

quinta-feira, 13 de junho de 2013

África do Sul: Mais bem desejado a Mandela.

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madiba card
A criança tem um cartão, com uma mensagem de apoio escrito por ele fora de sua casa, para o ex-Presidente Nelson Mandela, em Joanesburgo.

Pretória - moradores de Pretória que passavam ao lado do hospital onde o ex-presidente Nelson Mandela está sendo tratado desejavam que ao estadista idoso uma rápida recuperação nesta quinta-feira.

Dezenas de pessoas pararam temporariamente ao lado do grande contingente de mídia no Park Street, Arcadia, para perguntar sobre Mandela.

Alice Shange, que acompanhava seu filho de seis anos de idade, a uma creche nas proximidades, disse que ela faz uma oração cada vez que ela passou ao lado do hospital.

"Toda vez que vejo os policiais na entrada, agora eu sei que Madiba ainda é permanece lá. Mesmo agora, meu filho entende que o grande ícone está doente.

"Nossa fé nos faz acreditar que ele vai ficar bem. O homem que superou muitos desafios no passado", disse ela.

Vestido com traje tradicional Zulu, Daniel Sello chegou à entrada do hospital depois do meio-dia com uma lança de madeira em uma mão e uma Bíblia na outra.

Depois de falar com os policiais na entrada do hospital, Sello falou com repórteres na rua.

"O homem que está no hospital é um lutador. Mesmo se ele morrer, seu espírito estará sempre conosco.

"Aquilo que aconteceu em Marikana não teria acontecido (se Mandela ainda estavisse no governo). Eu o conheci em 1994, quando ele veio a Ga-Rankuwa (em Pretória)."

Bíblia de Sello estava coberto com veteranos do Congresso Nacional Africano e adesivos envolvendo a imagem de Mandela.

"Eu os coloquei em 1994. Eles (os adesivos) vai ficar lá para sempre", disse ele.

Alguns motoristas que passavam gritavam: "Madiba".

Na entrada do hospital em Celliers Street, uma carta, assinada por um MaMboleo Stephanie Mandela, estava pendurada na parede. Tinha uma impressão palmar colorido e uma leitura de mensagem: "Não é hora de ir, Mandela."

Da filha de Mandela, Zenani Mandela-Dlamini, o embaixador da África do Sul na Argentina, chegou ao hospital pouco depois do meio-dia em um Mercedes-Benz preto.

Momentos depois, um Toyota preto Land Cruiser transportava o neto de Mandela, Mandla que entrou no estabelecimento.

Mais cedo, a filha de Mandela, Zindzi chegou ao hospital com seus filhos: Zoleka e Zondwa. Outra de suas netas, Tukwini, também estava no hospital.

Policiais vistoriou veículos que entravam no hospital.

A imprensa local e internacional foram deixados do lado de fora do hospital e na casa de Mandela em Houghton, Johanesburgo, uma vez que ele foi hospitalizado na manhã de sábado com uma infecção pulmonar recorrente.

A Presidência havia descrito sua situação como "grave, mas estável".

O presidente Jacob Zuma disse aos deputados na quarta-feira que Mandela estava respondendo "melhor" ao tratamento.

Na quinta-feira de manhã, o gabinete disse em um comunicado que estava "respondendo bem ao tratamento".

A Aliança Democrática saudou a notícia.

"Esperamos que a Tata continua a ganhar força e somos gratos à sua equipe médica por tudo o que eles têm feito para ele", disse em um comunicado.

Liga das Mulheres do Congresso Nacional Africano disse que estava orando por Mandela com o resto do país.

"Nossos corações e pensamentos estão com a família Mandela durante este período de grande preocupação e entendemos que não é fácil de ver um ente querido em tempos com problemas de saúde", disse.

O partido Al Jama-Ah e arcebispo anglicano Islâmica da Cidade do Cabo, Thabo Makgoba pediu às pessoas que continuem orando por Mandela.

O Conselho Judicial Muçulmano liderou uma vigília de Mandela na Mesquita Owal na Cidade do Cabo. - Sapa

fonte: www.thepost.co.za

Planos secretos do Hezbollah em África.

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O movimento libanês está fazendo do continente uma verdadeira base de retaguarda.
Les autorités nigérianes devant la cache d'armes saisie à Kano, le 30 mai 2013 / REUTERS
As autoridades nigerianas de frente de uma coleção de material de guerra deixada no Kano, 30 de maio de 2013 / REUTERS.

O movimento libanês Hezbollah está presente na Síria e trabalha de certo com Iran. Mas o que é menos conhecido é que a organização terrorista ganha cada vez mais terreno em África. A Universidade israelenses Ely Karmon revelou sobre as questões desta presença indesejada em uma entrevista publicada pela RFI.

O especialista explicou que, durante vários anos, os incidentes estão aumentando na África Ocidental, comprovando a existência de células do Hezbollah no território Africano. Ele cita a queda do avião em Cotonou em 2003: entre os mortos, um membro do Hezbollah, que transportava dois milhões de dólares em dinheiro, uma soma fornecida pelas comunidades libanesas na Costa do Marfim e Serra Leoa, em apoio ao Hezbollah . A pesquisa indica que eles são mais notáveis ​​como libaneses bem estabelecidos em vários países da África Ocidental para financiar a infra-estrutura do grupo xiita.

Ele acrescenta que o Departamento de Justiça dos EUA publicou uma lista de quatro nomes, envolvendo quatro representantes do Hezbollah localizados na África Ocidental (Senegal, Gâmbia, Costa do Marfim e Serra Leoa).

Ely Karmon dá outro exemplo mais recente: 30 de Maio de 2013, uma célula do Hezbollah foi desmantelada pelas autoridades nigerianas em Kano e três cidadãos libaneses foram presos pela polícia. De acordo com a universidade, o líder nigeriano xiita Sheikh Zakzaky, muito influente na área de Kano, poderia estar implicado no caso, embora as autoridades nigerianas ainda não desvendaram essa conexão.

De acordo com a universidade, a atividade do Hezbollah na África atende a diversos requisitos. Ele é usado para "contornar as sanções que os Estados Unidos e a Comunidade Europeia decidiram contra os interesses econômicos do Irã". Para o pesquisador, o Hezbollah está a tentar "desestabilizar" os países pró-americanos e "radicalizar" os Estados anti-americanos, a fim de tomar medidas contra os governos do bloco ocidental ", isto é: Israel, os Estados Unidos e talvez até da Europa. "

Leia mais na RFI

fonte: slateafrique.com


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Senegal: Cooperação - A USAID vai investir cerca de 400 bilhões de francos CFA no Senegal daqui a 2015.

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O apoio dos Estados Unidos ao Senegal para o período 2010-2015, por meio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), é estimado em US$ 777 milhões de dólares ou cerca de 388,5 bilhões de francos CFA . Este valor não leva em conta os 267.800 milhões de francos CFA do Millennium Challenge Account (MCA). Depois de 1961, os Estados Unidos investiram mais de 650 biliões de francos CFA no Senegal.
Em 2012, a ajuda dos Estados Unidos para Senegal se elevaram para mais de 109 milhões de dólares americanos ou cerca de 54 bilhões de francos CFA. Em detalhe, dos 55 milhões dólares ou cerca de 27,2 bilhões de francos CFA no campo da saúde, 27 milhões dólares ou 13,3 bilhões de francos CFA na área do crescimento económico e da agricultura. Cerca de 19 milhões de euros ou 9,4 bilhões de francos CFA foram investidos na educação e US $ 8 milhões, ou 3,9 bilhões de francos CFA em boa governança. De acordo com o Ministro da Economia e Finanças, Amadou Kane, a cooperação entre os dois países é excelente em todos os aspectos. "É importante notar que, com mais de 650 biliões de francos CFA investidos na nossa economia, desde 1961, os Estados Unidos estão entre os parceiros privilegiados do Senegal, desde que essa cooperação abrangeu os setores-chave como a agricultura, educação, saúde ", disse Amadou Kane, ontem, durante a revisão anual conjunta do programa de cooperação entre o Senegal e a USAID.
Para o período 2010-2015, o apoio esperado dos Estados Unidos para o Senegal em particular através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), é estimado em 777 milhões de dólares, ou cerca de 388,5 bilhões francos CFA. Ele é acrescentado a $US 540.000.000, ou cerca de 267.800 milhões de francos CFA do Millennium Challenge Account (MCA). No total, um orçamento de $ 1.317 milhões, ou cerca de 653.200 milhões de francos CFA é colocado à disposição do Senegal pelos Estados Unidos. Regozijando-se da importância desta cooperação, o ministro Amadou Kane sugere revisão setor por setor para ver o que é preciso  consolidar e melhorar.
O embaixador dos Estados Unidos em Dacar, Lewis Lukens, disse que USAID tem feito um esforço concertado para trabalhar mais diretamente com as agências governamentais, ONGs locais e organizações do setor privado para ajudar a fortalecer capacidades, visão de negócios e potencial das instituições locais de crescimento. "Ao longo dos próximos dois anos, esperamos transmitir a um terço do nosso financiamento através de parceiros senegaleses de setores público e privado", diz Lewis Lukens.
No sector da saúde, a iniciativa dos Estados Unidos é para a saúde global e da iniciativa presidencial contra a malária no Senegal o que ajudou a fazer "progressos significativos" para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) no campo da saúde materno-infantil, contribuindo assim para uma redução de 41% na mortalidade de crianças menores de cinco anos desde a última pesquisa populacional em 2005, diz Lukens.

Mais de 70 mil agricultores treinados
O governo dos EUA tem contribuído em 2012 para a criação de 9.000 novos postos de trabalho e já treinou mais de 70 mil agricultores. Ele também ajudou a construir redes que permitem que os agricultores tenham acesso a sementes de qualidade. O que gerou quase US $ 3 milhões de receita adicional em 2012. O sector da educação não foi deixado nos últimos quatro anos, durante o qual, a USAID ajudou a proporcionar educação básica para mais de 60.000 crianças vulneráveis, incluindo as meninas, estudantes de escolas corânicas e outras crianças que estavam em risco de abandono escolar. A USAID também construiu cerca de uma centena de escolas ao longo da última década, a Agência também está envolvido na busca pela paz em Casamance e o reforço da boa governação. No entanto, apesar desses sucessos, Senegal ainda tem alguns desafios. O embaixador dos EUA em Dacar, Lewis Lukens, acredita que o governo deve reforçar a supervisão dos sistemas de saúde a nível local e manter estoques de drogas. Segundo ele, também exigiria que os laboratórios de sementes sejam geridos totalmente por pessoal, o Programa Nacional de Investimento Agrícola tem uma melhor coordenação e que as leis sobre agricultura sejam reformadas.

Por: Seydou KA

fonte: lesoleil.sn

terça-feira, 11 de junho de 2013

Direito de estadia no Senegal: o dispositivo para visto de entrada pronto para 1o de julho.

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Exceto cidadãos da CEDEAO, todos os estrangeiros que transitam por solo senegalês agora terão que obter um visto de entrada. A empresa SNEDAI responsável pelo projeto dá os detalhes da nova política de Estado.
A decisão tomada pelo Estado para efetivar a emissão de visto de entrada para o Senegal a partir de 01 de julho próximo está no caminho certo. Esta é, pelo menos, a garantia dada pelo director-geral adjunto da empresa nacional de edição de documentos administrativos e de identificação (SNEDAI), empresa responsável pela execução do projecto. "Tecnicamente, estamos prontos. O material está no local, no hall de chegada do Aeroporto Leopold Sedar Senghor. Os instrutores estão treinados, os testes estão em andamento e o sistema é funcional. A data fatídica é para 1 de Julho, esperamos que as coisas possam acontecer ", disse Oumar Abdoul Wane interrogado por « Le Soleil ». Assim, nas embaixadas e consulados do Senegal e no Aeroporto de Dakar, um dispositivo especial está criado com toda a logística necessária para permitir que os cidadãos estrangeiros se adequem a estas formalidades.

Em um lugar como o Aeroporto, quinze hospedeiras são recrutadas para acompanhar os turistas que desejam permanecer no Senegal. No local, os candidatos podem encontrar uma cabine integrada ao mesmo tempo para tiragem de foto, um leitor de impressão digital assim como um memorando de assinatura. As diferentes informações sobre as solicitações são enviadas para a Direcção de Vigilância do Território (DST) que válida antes de permitir a impressão do visto. Isso quer no Senegal ou no exterior, as taxas de visto são fixadas em 50 euros (menos de 32.500 francos CFA) para todos os solicitantes de visto. Eles também devem arcar com os custos adicionais que ele paga com seu cartão de crédito. "Ao contrário de outros países, o Senegal leva em conta o aspecto do turismo e da nossa "Téranga" por não fazer um visto a um custo muito alto", disse Oumar Abdoul Wane. Para simplificar a operação, um site (www.visasenegal.sn) foi criado especialmente  para permitir que o requerente possa inspecionar todos os documentos necessários. Nacionais de países onde Senegal não tem embaixada ou consulado podem viajar e, uma vez chegados ao aeroporto, fazem o seu pedido de visto. E sobre a confiabilidade desse visto? Lá, a DGA Snedai, assegura. "A confiabilidade desses vistos biométricos é de dois níveis. A primeira é que a direção de Vigilância do Território (DST) sabe, antecipado, dos nacionais que entram no Senegal dentro de 24 horas ou nos próximos dias.
Em segundo lugar, o banco de dados disponível para a empresa é idêntico ao da polícia ou Interpol a tal ponto que se o candidato é procurado pela polícia, ele é informado automaticamente pelo arquivo. "A amostra que é colada sobre o passaporte é de um papel seguro e os caracteres que estão acima são irreproduzíveis. Há um holograma personalizado com as autoridades de Senegal que ninguém pode reproduzir, portanto, há recursos ocultos que são conhecidos apenas pelas autoridades ", informa o Sr. Wane. Este projeto também inclui a criação de dez terminais de controle em comunidades fronteiriças, como Rosso Gorrel Oumar Ly, Matam, NAYE, Fongolimbi, Badiara, Ouassadu, Coumbacara, Mpack Senoba.
Além de ser "um grande ato de soberania" para o Senegal, a emissão desses vistos biométricos tem muitas vantagens. Porque o Estado vai, com essa medida, beneficiar de recursos financeiros adicionais. Mas também com o controle e o estabelecimento de um banco de dados, a segurança interna é reforçada. Em termos de turismo, as projeções podem ser feitas, de acordo com Oumar Abdoul Wane, para desenvolver o setor.

Um lugar de Senghor, em Faenza, na Itália
O ministro Senegalês do exterior, em turnê na Itália, presidiu a cerimônia de domingo no Lugar de Leopold Sedar Senghor, em Faenza, no norte, disse em um comunicado.
Seynabou Gaye Touré recordou a dimensão universal de Senghor, argumentando que "o primeiro presidente do Senegal ainda tem de demonstrar que ele é imortal." Ela assegurou que, através deste ato de dar o nome ao primeiro negro a um lugar ", a cidade de Faenza é bendito eternamente." Os 500 senegaleses que vivem nesta área, ele pediu que "a comunidade senegalesa tem o encargo de continuar a comportar-se como verdadeiros embaixadores para beneficiar mais da confiança das autoridades locais de Faenza ". O ministro agradeceu às autoridades em nome do Presidente Sall e o povo do Senegal como um todo e pediu que os nossos compatriotas "a perseverar nesta dinâmica, criando uma ponte entre Faenza e Senegal, que nos honrará para sempre."
Estiveram presentes no acto o Prefeito Bruno Corda, o embaixador da Itália, Ms. Gaye Seynabou Badiane, Cônsul Geral do Senegal em Milão Mukhtar Kouyaté, o Administrador de Faise, Sory Kaba e numerosas personalidades. O prefeito de Fuenza explicou as razões para a escolha do nome de Senghor, que, segundo ele, "um dos maiores homens da história mundial do século passado." Giovanni Malpezzi foi definido como "um baobá gigante." À margem da cerimónia, o ministro se reuniu com os chefes de associações. A reunião, que permitiu as partes interessadas para discutir determinados temas, incluindo as pensões de reforma, a escolha dos membros do próximo Alto Conselho de senegaleses no exterior. Seynabou Gaye Touré também se reuniu com os empresários que querem investir no setor avícola no Senegal.

Por: Maguette NDONG

fonte: lesoleil.sn


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Brasil: Em despedida da Record, Gugu não consegue alavancar audiência.

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Gugu se despede do público em seu último programa na TV Record

Em sua despedida da Record, o apresentador Gugu Liberato não conseguiu alavancar a audiência de seu programa dominical.
Transmitido das 15h30 às 19h15, o Programa do Gugu marcou 7,4 pontos de média, contra 6,9 pontos do SBT, 2,2 da Band e 20,2 da Globo. Cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande SP.
No dois domingos anteriores -- 2 de junho e 26 de maio --, o dominical havia registrado 7 e 8 pontos, respectivamente. Uma das constantes reclamações da cúpula da emissora era referente à audiência do programa, que nunca decolou na Record. O salário do apresentador, na casa dos R$ 3,5 milhões por mês, também era alvo de críticas na Record, que demitiu centenas de funcionários nas últimas semanas no Rio de Janeiro e São Paulo.
O apresentador Rodrigo Faro deverá assumir com seu programa, O Melhor do Brasil, a faixa deixada por Gugu aos domingos.
Muita gente me pergunta por que e eu respondo: Tinha que ser. É simples assim. Eu quero agradecer à Record e aos colegas que convivi e em especial à minha equipe, que trabalhou duro para realizar as mais loucas ideias; à plateia e ao público que nos prestigia há mais de 30 anos. Sem vocês, eu não seria nada”, disse o apresentador, que estava estrategicamente posicionado no meio da plateia, junto ao público.


Veja o vídeo da despedida do Apresentador da TV Record, Gugu.

fonte: caras.com.br

Congo Brazavile: O Chefe de Estado Alassane Ouattara conversou com os homens e mulheres de negócios de Pointe Noire e animou uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo congolês.

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Conférence
© presidência por Aristide
Conferência de Imprensa dos Presidentes Alassane Ouattara e Sassou N `Guesso
Domingo, 9 de junho de 2013, em Pointe Noire (Congo). Presidente Alassane Ouattara e seu homólogo congolês Sassou N `Guesso co-organizaram uma conferência de imprensa no final da visita do Chefe de Estado.

O Presidente da República, Sr. Alassane Ouattara, conversou, este domingo, 9 de junho de 2013, com os homens e mulheres de negócios, membros da Câmara de Comércio de Pointe Noire, no Hotel Atlantic Palace.
Esta desejada reunião com a ''Câmara Consular'' visa ver e compartilhar outras oportunidades de investimento em cada país. Assim, o presidente da Câmara de Comércio de Pointe Noire apresentou as oportunidades de negócios no Congo ao CEPICI (Centro de Costa do Marfim de Promoção de Investimentos), através de uma projecção de vídeo, com destaque para as vantagens para a Costa do Marfim. Através destas apresentações, notou-se que a balança comercial entre os dois países é excedentária para a Costa do Marfim, com quase 335.000 milhões de francos CFA de produtos exportados para o Congo e 58.000 milhões de francos CFA do Congo em direção a Costa do Marfim em 2010.
Falando na ocasião, o Chefe de Estado saudou a reunião e disse toda a sua admiração para as mudanças de qualificação feitos pelo Congo nos últimos 15 anos sob a liderança do Presidente Denis Sassou Nguesso, ilustração perfeita para este crescimento é as modernas instalações do Porto Autónomo de Pointe Noire.
O Presidente Ouattara, em seguida, apresentou as reformas empreendidas na Costa do Marfim, incluindo a adopção de um quadro macro-econômico atraente.
Ele ainda se referiu aos esforços empreendidos a nível nacional, no âmbito da reconciliação e revelou alguns projetos de integração para alcançar o nível sub-regional, nomeadamente o rodoviário e o ferroviário, áreas entre os países da CEDEAO.
Por fim, reiterou seu desejo de fortalecer as relações de cooperação entre o Congo e Costa do Marfim.
Antes de sair de Pointe Noire, o Chefe de Estado e o seu homólogo congolês organizaram uma conferência de imprensa de honra no saguão do aeroporto.
Durante esta conferência conjunta, os dois líderes enfatizaram as maneiras de intensificar as relações de cooperação entre o Congo e Costa do Marfim, a fim de atender a baixa taxa de câmbio, promovendo a inclusão do movimento de pessoas e bens entre os dois países.
Presidente Alassane Ouattara reiterou a auto-estima e sua admiração ao presidente Denis Sassou Nguesso e lembrou o grande papel desempenhado pelo Chefe de Estado congolês para a retomada do diálogo entre os líderes políticos da Costa do Marfim em 2006, numa época em que tudo estava trancado. Neste sentido, ele queria ter a grande experiência do seu homólogo congolês para o sucesso de sua missão à frente da Costa do Marfim.
Após a conferência de imprensa conjunta, o chefe de Estado voltou para Abidjan no domingo no período da tarde.
Ele reiterou o sucesso de sua visita oficial ao Congo, durante a conferência de imprensa, que ele deu no Salão Internacional do aeroporto Felix Houphouet-Boigny do Port-Bouet.


fonte: abidjan.net

Brasil: Carros até R$ 7,7 milhões: veja os supercarros lançados em 2013 - um pode ser seu, sendo milionário ou jogador de futebol milionário.

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Acesse o Link e visite as imagens dos lançamentos: Veja carros de novos lançamentos.

fonte: terra.com.br


domingo, 9 de junho de 2013

Visita de Chefe de Estado: o Presidente Alassane Ouattara reencontra marfinenses que vivem no Congo.

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Visite
© Presidência por DR
Visita de Estado: Presidente Alassane Ouattara encontra marfinenses que vivem no Congo
Sábado, 8 de junho, 2013. Em visita ao Congo, o Presidente da República Sr. Alassane Ouattara conheceu os marfinenses.

Pointe-Noire (Congo) - O presidente marfinense Alassane Ouattara, disse neste domingo em Pointe-Noire (Sul), no final da sua primeira visita oficial ao Congo, que o Tribunal Penal Internacional (TPI), fez saber seu "trabalho com plena liberdade" no dossier do seu antecessor, Laurent Gbagbo. "Os juízes do Tribunal Penal Internacional fizeram uma série de recomendações dirigidas ao Ministério Público. Costa do Marfim apenas espera a decisão do TPI", disse à imprensa o presidente Ouattara durante uma conferência imprensa com o seu homólogo congolês Denis Sassou Nguesso. "Cabe ao Ministério Público fornecer documentos adicionais que foram solicitados a ele", disse Ouattara. "Quanto ao resto, o TPI está fazendo seu trabalho, eu faço o meu para meus conterrâneos", ele enfatisou. Realizada em Haia no final de 2011, Laurent Gbagbo, 68 anos, acredita-se ser o "co-autor indireto de" quatro acusações de crimes contra a humanidade cometidos durante a crise pós-eleitoral de 2010-2011, que ocasionou cerca de 3000 mortes. O Tribunal Penal Internacional anunciou no início de Junho que os juízes responsáveis ​​necessitam de informação ou prova adicional do advogado antes de decidir realizar um estudo prospectivo contra o Sr. Gbagbo. Por seu turno, o partido de Laurent Gbagbo apelou recentemente ao TPI para impor a "absolvição definitiva" do ex-presidente da Costa do Marfim, dizendo que a acusação não conseguiu fornecer provas de sua culpa. Alassane Ouattara completou domingo em sua primeira visita oficial ao Congo,
que durou três dias e foi realizado em Brazzaville, no Pointe-Noire, capital econômica. A visita teve como objetivo reforçar a cooperação entre os dois países, incluindo a criação da primeira Comissão Mista de Cooperação, em 2014, de acordo com um comunicado de imprensa. Presidente Sassou Nguesso também anunciou a abertura de uma embaixada do Congo, na Costa do Marfim, em 2014. De acordo com o mesmo comunicado, os dois líderes "analisaram a crise na República Democrática do Congo, Mali, Guiné-Bissau, entre os dois Sudãos, Madagáscar, Somália e Nigéria. "Quanto ao Mali, Alassane Ouattara disse que tem" esperança "de que a eleição presidencial será realizada no dia 28 de julho." Esta eleição é para malianos e para aqueles que apoiam o processo. Um pré-requisito para a emissão de Kidal (Nordeste). Kidal é parte do Mali e as eleições também devem ser realizadas em Kidal ", atualmente sob o controle dos rebeldes tuaregues, disse ele.

lmm / hab / hm

fonte: abidjan.net

sábado, 8 de junho de 2013

EUA e China fecham o movimento sobre o Clima, mas não em ciberespionagem.

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O presidente da China, Xi Jinping andou com o presidente Obama neste sábado, no Retiro Annenberg Sunnylands em Rancho Mirage, na Califórnia.

RANCHO MIRAGE, Califórnia - Mesmo que eles se comprometam a construir "um novo modelo" das relações, o presidente Obama e o presidente da China, Xi Jinping terminaram os dois dias de reuniões informais neste sábado, aproximação que visa pressionar a Coréia do Norte sobre arma nuclear e combate às alterações climáticas, mas permaneceram fortemente divididos sobre ciberespionagem e outros assuntos que dividiram os dois países ao longo dos anos.

Embora os líderes das duas maiores potências do mundo não fezeram declarações públicas sobre seu segundo dia de negociações, as divergências - mais de ciberataques, bem como vendas de armas para Taiwan, disputas territoriais marítimas no Mar do Sul da China e da manipulação da moeda chinesa - derramado a céu aberto quando os altos funcionários dos dois países surgiram para descrever as reuniões em detalhe.
Desde o início, a Casa Branca disse que o objetivo das reuniões aqui não era para anunciar novos acordos ou entendimentos - "entregáveis", no jargão diplomático -, mas para criar uma relação mais confortável entre Obama e Xi, que assumiu o pleno poder, em março, que poderiam evitar o mergulho das duas nações em conflito crescente.
Mesmo assim, a Casa Branca anunciou que os dois países tinham chegado pelo menos em um acordo concreto que os ambientalistas saudaram como um passo potencial no combate às alterações climáticas. China e os Estados Unidos concordaram em discutir formas de reduzir as emissões de hidrofluorocarbonos  conhecidos como HFCs, que são usados ​​em refrigerantes e espumas isolantes.
Representante Henry Waxman da Califórnia, um dos vários democratas seniores que instou Obama a levantar a questão nestas negociações, elogiou o anúncio. "A fase mundial-diminuição de HFCs eliminaria mais gases-estufa até 2050, que os Estados Unidos emite ao longo de uma década", disse ele em um comunicado.
Obama e Xi também encontraram áreas de consenso sobre a Coreia do Norte, que sob pressão de China tem silenciado o que tinha sido uma enxurrada de declarações beligerantes após os testes nucleares e de mísseis deste ano. Depois de suspender quase todo o contato com a Coreia do Sul, o Norte nas últimas semanas mudou de curso, e no domingo as autoridades dos dois países vão se reunir em uma aldeia fronteiriça para organizar a primeira reunião de gabinete em nível de ministro em seis anos.
Administração de Obama tem recebido nova assertividade da China com seu vizinho e aliado, acreditando que ela reflete um novo cálculo que em um constante estado de crise na Península Coreana está desestabilizando para os chineses também. Os dois presidentes realizaram uma longa discussão sobre a Coreia do Norte e sobre o que Tom Donilon, o conselheiro do departamento nacional  de segurança de Obama, e chamou de "um jantar muito animado", na sexta à noite, e ele disse que eles concordaram que lidar com o arsenal nuclear dos países era um compromisso na arena para a "cooperação reforçada".
"Eles concordaram que a Coreia do Norte tem de desnuclearizar, que nenhum país irá aceitar a Coreia do Norte como um Estado com armas nucleares" e que os dois países iriam trabalhar juntos para conseguir que, através de pressão sobre Pyongyang, Mr. Donilon, disse, referindo-se a capital do Norte .
Os dois presidentes reuniram-se por cerca de oito horas que começou sexta-feira à noite, e pareciam ansiosos para redefinir a relação de uma forma que permitiria que seus países possam superar as diferenças econômicas, políticas e diplomáticas entre eles, ao invés de deixar-a nova - ou velha - crise descarrilar o progresso em todo o espectro de questões.
Sobre a questão mais controversa entre os dois países nos últimos meses - as acusações americanas de que as empresas chinesas ligadas aos ramos militares haviam furtado segredos e bens militares e econômicos no ciberespaço - os funcionários pareciam falar uns aos outros. O que dominou as conversas de sábado aqui em uma propriedade isolada, mas terminou sem um claro reconhecimento pelo Sr. Xi de qualquer culpabilidade.
O conselheiro de Estado da China, Yang Jiechi, disse que a China se opôs fortemente hackers e ciberespionagem e que China era por si só uma vítima, enquanto o Sr. Donilon advertiu que a ameaça da China ameaçou limitar o espírito de parceria Obama e Xi que declararam publicamente o que queriam.
Obama advertiu que se o hacker continuar, Mr. Donilon disse que "ia ser um problema muito difícil no relacionamento econômico".
fonte: nytimes.com

África do Sul: Nelson Mandela hospitalizado em estado de "preocupação".

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O ex-presidente Sul-Africano foi novamente internado na noite de sexta-feira para sábado, de acordo com um comunicado oficial.
Nelson Mandela, juin 2010 / AFP
Nelson Mandela, junho de 2010 / AFP

Nelson Mandela, de 94 anos foi hospitalizado neste sábado, 8 de junho, cerca de 1h30, por uma infecção pulmonar, disse em um comunicado o porta-voz da presidência sul-Africano.

A declaração refere que o ex-chefe do Estado está em um estado "preocupante, mas estável", e está em um hospital em Pretória, a capital do país.

"O presidente recebe atendimento especializado e os médicos estão fazendo de tudo que podem para fazê-lo sentir-se melhor, afirma o Presidente Zuma,  acrescentando: em nome do governo e da nação, desejo Madiba uma cura rápida e peço aos medias e ao público para respeitarem a privacidade de Madiba e de sua família ".

Nelson Mandela celebra os seus 95 anos em julho. Já Foi hospitalizado em abril por 10 dias, ficou muito fraco nas últimas imagens dele que vazaram logo após a sua liberação do hospital, na ocasião de uma visita ao hospital do atual chefe do Estado Jacob Zuma e de vários executivos da ANC, o partido no poder.

Anteriormente, o primeiro presidente negro da África do Sul, eleito em 1994, foi hospitalizado em janeiro de 2011 e em dezembro de 2012, sempre por infecções pulmonares.

Veja o vídeo:


fonte: Slate África

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O presidente da Costa do Marfim iniciou uma visita de três dias ao Congo.

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Activité
Atividade do Chefe de Estado: Chegada do presidente Alassane Ouattara, após uma visita oficial ao Qatar e Bélgica, Quarta-feira, 15 de maio de 2013, o Chefe de Estado, Presidente Alassane Ouattara voltará a Costa do Marfim, após uma visita oficial ao Qatar e Conferência de Doadores para o Desenvolvimento do Mali na Bélgica.

Brazzaville (Congo) - O presidente marfinense Alassane Ouattara chegou nesta sexta-feira em sua primeira visita a Brazzaville, no Congo que deve terminar domingo, disse um jornalista da AFP.

O avião do presidente Ouattara aterrissou no final da tarde no aeroporto Maya-Maya, onde foi recebido pelo seu homólogo congolês Denis Sassou Nguesso, com quem teve um face-a-face no palácio do povo. Um jantar vai seguir, de acordo com o programa oficial.

Sábado de manhã, Alassane Ouattara deve atender aos cerca de mil pessoas da comunidade marfinense que se dedicam ao comércio no Congo.

Em seguida, ele irá para Pointe-Noire (sul), a capital econômica, para visitar o porto, considerado a porta de entrada para os produtos provenientes de alguns países sem acesso ao mar na sub-região, como a República Centro-Africano.

De Pointe-Negra, Ouattara também visitará a plataforma de petróleo, Nkossa. Em funcionamento desde 1996, é gerido pela Total de grupo francês, a primeira operadora do setor no Congo.

Domingo, antes de regressar ao seu país, o líder da Costa do Marfim vai realizar uma conferência de imprensa conjunta com o presidente Sassou Nguesso no aeroporto Agostino Neto de Pointe-Noire.

Congo e Costa do Marfim estabeleceram relações de cooperação logo após a sua independência em 1960. Eles estão ligados por uma comissão mista criada em 1975.

lmm / pb / lbx

fonte: abidjan.net

Uganda quer tornar-se um país de rendimento médio em 2017 e um país de primeiro mundo em 50 anos.

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Presidente Yoweri Museveni disse que aqueles que ainda vêem Uganda como um país do terceiro mundo "são uma espécie em extinção" . "Se você não quer estar em um bom país tal como Uganda, então você deve ir embora", brincou o Presidente Museveni, durante uma declaração  à Nação nesta quinta-feira.
Refletindo sobre a Visão de Uganda até 2040 que visa transformar Uganda num país predominantemente de camponeses, país de baixa renda para um país competitivo e de renda média alta, com renda per capita de cerca de EUA $ 9.500 em 2040, hoje em moeda corrente tem a renda per capita de EUA $ 506, Museveni observou que, com os recursos humanos altamente qualificados , Uganda não terá de nenhuma maneira como essa visão possa ser desperdiçada.
Na longa estrada até 2040, a taxa média de crescimento real do PIB será de mais 8,2% ao ano, traduzindo-se em PIB total de cerca de EUA $ 580,5 bilhões com uma população projetada para 61,3 milhões, disse Museveni, acrescentando que hoje o total do PIB de Uganda está em torno de US420,2 bilhões .
"A alta taxa de crescimento projetada irá coincidir com o nível de desenvolvimento observado em países de renda média alta como a Malásia, Ilhas Maurícias, Hungria e Chile", disse ele.
Para atingir o elevado nível de rendimento per capita, o país irá explorar suas enormes capacidades e novas oportunidades, incluindo petróleo e gás, turismo, minerais, as empresas de TIC, que são uma força de trabalho jovem abundante, a localização geográfica estratégica, os recursos em água doce, indústrias e agricultura, entre outros .
Estas oportunidades, acrescentou, serão aproveitadas através do reforço em fundamentos, incluindo: infra-estrutura física (transporte, energia e TIC), ciência, tecnologia, engenharia e inovação, recursos humanos e competitividade.
fonte: allafrica.com
Uganda
Enxurradas Forças Foco em Saneamento, Higiene
'Terrível', disse o Dr. Robert Tiondi a uma Equipe de Resposta 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Senegal: Transportes urbanos - 400 microônibus(autocarros-médios!) serão implantados nas regiões.

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O Ministro das Infra-estruturas e Transportes, Thierno Alassane Sall, visitou ontem, em Thies, a unidade de montagem de autocarros-médios " Senbus Industries", o resultado de uma parceria público-privada e é a primeira fábrica de montagem de veículos na África Ocidental francófona.
O ministro visitou toda a cadeia de produção, desde as oficinas de montagem até a conclusão de ônibus(autocarros), saudou a parceria que resultou, segundo ele, "esta grande unidade industrial em Thies, uma cidade que tem experimentado uma história fabulosa no sector ferroviário e tornou-se um berço do automóvel com esta época que nós apenas começamos com Senbus ". Assim, como explicado pelo seu CEO, Sadibou Cheikh Diop, "esta é uma indústria especializada na instalação dos chamados veículos comerciais, ou seja, vans, carretas, caminhões, tratores agrícolas e pick- up. A planta tem uma capacidade de produção de 1.000 veículos por ano, expansíveis até 2500, com uma rotação de equipes ".
Depois de uma fase-piloto, que deu resultados satisfatórios, em parceria com a empresa indiana Tata Motors, com um primeiro lote de 505 microônibus(autocarros-médios) financiados pelo Estado do Senegal e do Banco Mundial, Sensbus começou uma segunda fase em 2009. Assim, o apoio financeiro do Exim Bank da China e o Estado do Senegal que iniciou a montagem de 400 autocarros de marca King Long em oficinas Senbus em parceria com a empresa chinesa. E depois de 2012, a parceria com o Estado do Senegal levou a uma terceira fase de uma série de 700 ônibus no contexto da renovação da frota de carros rápidos na capital e o programa é executado pela Associação para Financiamento de Trânsito (AFTU). Além disso, o Presidente El Hadji Abdoulaye Gueye (ele obteve sua carta de condução em 1951) congratulou-se, com o ministro da Infra-estrutura, a colaboração entre a associação e a Senbus como parte da implementação deste programa que será expandido para outras capitais regionais.

A qualidade de veículos
O encontro de Thierno Alassane Sall com operadoras na estação de ônibus foi nesta perspectiva. E há já, um lote de  400 ônibus que estão em processo de serem lançados e, serão do modelo Dg de Senbus Cheikh Diop Sadibou ", as primeiras entregas devem ser efetivados no decorrer do ano de 2013". Além disso, a fábrica de montagem Thies entregará lotes de ônibus ao Mali, Níger, Guiné-Conakry, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, disse Diop.
Assim, as perspectivas não faltam, desde Senbus, mas estamos também envolvidos em um processo de expansão e diversificação de nossas linhas com o iminente lançamento de ônibus urbanos e intermunicipais, ônibus de turismo e caminhões de grande porte.
Os objetivos estão a posicionar-se em primeiro lugar nos mercados da sub-região, em seguida, para ampliar suas parcerias técnicas e, finalmente, criar novos postos de trabalho permanentes. Sem dúvida, é por isso que o próximo lançamento de uma plataforma industrial de referência nacional e sub-regional como Thies que, além das subsidiárias Industrias Senbus, vai se especializar na embalagem de tratores agrícolas e acessórios do carro.
Reiterando o compromisso do Estado em companhia com a sociedade para apoiar a empresa, Thierno Alassane Sall insistiu em veículos de qualidade que devem salvaguardar a necessidade de produzir veículos adaptados para nossas estradas. Ele, então, convidou os bancos a tornarem-se mais envolvidos no financiamento da indústria automotiva, mas também agrícola. O Ministro das Infra-estruturas e Transportes também enfatizou sua visita a capital das rodovias para reencontrar os transportadores nas estação com quem há muito tempo insistiu em segurança rodoviária, um mal a ser erradicado. Segundo ele, "o Estado vai  tomar medidas em breve." Ele apelou aos motoristas(condutores) para estarem cientes e para garantirem que haja menos acidentes nas nossas estradas. Em seguida, ele distribuiu um monte de capacetes e coletes para os taxistas de bicicletas que estão agora envolvidos em transporte urbano.

Por: Mohamadou Sagne

fonte: lesoleil.sn

Japão quer conseguir um lugar no solo Africano.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Da ordem de bilhões de ienes, ele tenta ganhar um mercado já bastante ocupado pela China e Malásia.
Photo de groupe des dirigeants lors de la Ticad V / REUTERS
Foto de grupo de líderes no TICAD V / REUTERS


Após a Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD), realizada a partir de 1 a 3 Junho de 2013, em Yokohama, o Japão decidiu conceder a mais países africanos um pouco mais de € 24,2 bilhões de euros por um período de 5 anos - inclusive 10.6 bilhões de dólares em forma de ajuda pública que serão distribuídos notadamente, em "pesadas infra-estrutura", especialmente no campo da energia, transportes e água.
Uma doação adicional de 750 milhões de euros é concedida especificamente para a estabilização da região do Sahel, na sequência da libertação de reféns em Amenas em janeiro de 2013, onde dez cidadãos japoneses foram mortos.
Este plano de apoio amplo é parte de um esforço para revitalizar as relações econômicas entre o Japão e a África para combater a concorrência generalizada da China. A presença japonesa na África já está bem estabelecida. Mais de 300 empresas japonesas estão localizados em 24 países africanos e empregam 200 mil pessoas. É também no Japão, que se deu origem a TICAD em 1993. No entanto, a África representa apenas 1,8% do comércio exterior japonês e para o país do Sol Nascente ele não é mais o interlocutor privilegiado do continente.

Concorrência asiática acirrada 
Desde 2009, é a China que está entre os primeiros parceiros da África. Investimento directo chinês chegou a US $ 16 bilhões em 2011, enquanto no período 2006-2010, houve uma média de investimento de 5,2 bilhões dólares de Tóquio.
Em 2009, as trocas de comércio sino-africano representaram 13,5% do comércio exterior com a África, enquanto o comércio com o Japão não ultrapassa 2,7%, de acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) .
O mercado Africano também é cobiçado por outras potências asiáticas. O comércio entre a Índia e a África está agora mobilizando $ 40 bilhões.
Coréia do Sul está tentando forjar novas ligações com o continente, depois "da iniciativa para o desenvolvimento de África" ​​pelo presidente da Coréia em 2006. O primeiro investidor no continente também não está fora dessa concorrência: é a Malásia, cujos investimentos atingem 19,3 bilhões de dólares americanos.

fonte: Slate África





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