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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sábado, 6 de julho de 2013

Depois do Kongo, Ouattara apela a união e perdão dos marfinenses.

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© Abidjan.net por Atapointe
Visita de Estado, no distrito de Savannas: Kong acolhe o presidente Alassane Ouattara
Sexta-feira, 5 de julho de 2013 no Kong. No quadro da visita de Estado que ele efectuou ao distrito de Savannas, o presidente Alassane Ouattara animou um meeting na presença da Primeira Dama Dominique Ouattara, vários membros do Governo e a população mobilizada para ocasião.

Kong (Costa do Marfim) - O chefe de Estado da Costa do Marfim, Alassane Ouattara retornou sexta-feira a terra de seus antepassados ​​Kong (cerca de 783 km a nordeste de Abidjan), pela primeira vez desde a sua eleição para a presidência em novembro de 2010, incitando os seus concidadãos para união e perdão.

Ouattara e sua esposa, Dominique Ouattara, foram recebidos em júbilo na entrada da cidade de Kong, a quinta etapa da visita de Estado desde que começou na terça-feira, 2 de julho, no distrito de Savannas.

Após as honras militares, o Chefe de Estado marfinense inaugurou a nova estrada principal da cidade, antes de liderar uma reunião que ele chamou de um grande encontro de marfinenses.
''Eu quero na minha mensagem ao Kong apelar a união de todos os marfinenses'', disse ele sobre esse propósito.

Em um breve discurso para milhares de pessoas de várias partes do país para mostrar seu carinho e gratidão, Alassane Ouattara também disse que tinha vindo para traduzir seus "agradecimentos" e sua '' infinita gratidão" ao povo de Kong, sua aldeia natal.

Chefes de aldeias de Gagnoa, a cidade natal do ex-presidente marfinense Laurent Gbagbo e uma delegação ganense liderada pelo irmão mais novo do presidente, John Dramani, compareceram ao comício do Kong.

''Eu gostaria de cumprimentar todos os meus sobrinhos, todas as minhas sobrinhas e dizer-lhes a que ponto Kong sofreu. Este é o local para pedir a cada um de vocês, apesar do sofrimento que viveram para perdoar, perdoar e perdoar'', insistiu Alassane Ouattara.


''Eu venho novamente para pedir-lhe para repetir suas orações, suas bênçãos para que tenhamos saúde e que possamos continuar a fazer mais para todos os nossos concidadãos'', acrescentou.

Caro populações de Kong e arredores, continuou o chefe de Estado marfinense, '' eu tenho que dizer-lhes que o nosso país precisa de paz. A Justiça contribui para a paz, é importante que nos reconciliemos e que possamos juntar as mãos para o país avançar.''

''Peço que vocês se lembrem dessa lição de tolerância e de paz (...) Esta não é apenas para reforçar a coesão social, fazendo mais para os mais pobres, mas também para tentar construir uma nação. Ou seja, uma nação que vai além da região e além de religiões e etnias'', acrescentou Alassane Ouattara.

Ele confiou publicamente o Kong a seu irmão mais novo Ibrahim Ouattara, o prefeito recém-eleito da Comuna. '' Confio Kong'', disse Ouattara no lugar de seu irmão mais novo, carinhosamente chamado de ''fotocópia''.

''Um filho de Kong reencontrou a terra de seus ancestrais sob o selo de statu de Chefe de Estado'', congratulou-se o porta voz do povo, o Sr. Abdoulaye Diomande, lembrando em seguida que '' Kong sofreu com erros políticos.''

O Centro de Saúde Urbano de Kong, totalmente reabilitado por Alassane Ouattara foi inaugurado por sua esposa Dominique Ouattara.

Kong é uma cidade antiga de mercado, que foi destruída por Samory Touré em 1897, depois reconstruída. Apesar da queda de sua glória, foi na Grande Mesquita de Kong, que Ouattara fez sua oração nesta sexta-feira após a reunião. A cidade foi em grande parte reconstruída em estilo arquitetônico do Sahel.

fonte: abidjan.net

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Dia da Independência de Cabo Verde - 5 de Julho: Um povo que fez e faz sua história valorizando o conhecimento agregado ao patriotismo.

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Hoje um dia extremamente importante para o povo cabo-verdiano. 05 de Julho é o dia que marcou o nascimento da liberdade do povo cabo-verdiano, sua total soberania como um povo, seu valor patriótico incomensurável, sua lealdade aos princípios traçados para o desenvolvimento com base no combate ao analfabetismo, melhoria das condições de vida, reforço às instituições democráticas, um novo patamar de vida para transitar para patamares do primeiro mundo - objectivo a ser alcançado. Isso tudo associado a um governo de muita responsabilidade no uso de poucos recursos que o país tem.
O governo dirigi o país com grandes projetos viáveis e com muita sabedoria na sua implementação e execução. A passos largos e em tão pouco tempo, Cabo Verde vem superando muitos países africanos no sistema de gestão de seus recursos e na implementação de algumas obras a nível nacional, mas sempre visando grau de prioridade para todas elas.   

Parabéns ao Presidente da República Jorge Carlos de almeida Fonseca, ao Primeiro Ministro José Maria das Neves e ao povo cabo-verdiano em particular, por mais um ano escrevendo a sua história de luta como um povo determinado a lograr sucesso nas áreas essenciais ao desenvolvimento: Educação, saúde, economia.

Um abraço irmão deste guineense que está sempre envolvido com a história fascinante do vosso desenvolvimento.

Samuel Vieira

   

Na cabeça de imigrantes tunisinos... Cidadãos tunisinos que vivem na França dão a sua opinião sobre a situação no seu país.

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Des immigrés tunisiens installés en France manifestent à Marseille, le 15 janvier 2011 / REUTERS



Os imigrantes tunisinos residentes em França manifestam em Marselha, 15 janeiro de 2011 / REUTERS


Enquanto que François Hollande faz sua jornada pela Tunísia para discutir a "transição democrática", a pioneira da Primavera Árabe, tunisinos e Franco-tunisinos, Hexagon não sabe o que pensar sobre o desenvolvimento do seu país de origem. Em um relatório do Mundo, os cidadãos imigrantes depõem.

As respostas mostram uma grande diversidade de opiniões, que depende das experiências pessoais de cada um. Um activista associativo entrevistado pelo jornal se opinou:

"Sob Ben Ali, fomos levados a acreditar que eramos todos iguais. Hoje temos de aprender a falar e conviver com nossas opiniões. "

Alguns estão preocupados com o ressurgimento de mulheres com véus e os homens barbudos nas ruas da Tunísia. Outros, entretanto, rejeitam a idéia de islamização da sociedade e pensam que "no terreno, a Tunísia não mudou."

Algumas testemunhas falam sobre insegurança, como Le Monde descreveu"realidade para alguns, para outros exagerada." A estudante lamenta a baixa presença policial em todo o país. Um pai imigrante tunisino afirma sentir-se "mais seguro nos subúrbios do norte de Marselha", relata o site.

Uma evolução ainda "instável"
O fim de Ben Ali marcou um progresso significativo na luta contra a "corrupção desenfreada", diz um dos abordados pelo jornal. Novamente, outro observador qualifica esta afirmação:

"No porto de Tunis, a quantidade de suborno dobrou."

Mas todos concordam com "a situação desastrosa da economia tunisina, resultando na explosão de preços e na desvalorização da moeda", disse o relatório. De acordo com uma testemunha, o custo de vida na Tunísia é quase igual ao da França. As greves estão a aumentar, bem maior que no governo de Ben Ali.

Situação ainda "muito instável", de modo que desencoraja alguns deles a pensar em voltar para a Tunísia. Em contraste, a militância consultada por Le Monde diz que muitos imigrantes de segunda e terceira gerações reencontradas em suas associações estão "redescobrindo sua identidade tunisina e poderiam fazer de seu processo" um retorno ao país.

Fonte: Le Monde


quinta-feira, 4 de julho de 2013

A difícil preparação das eleições na Guiné-Bissau.

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Será possível organizar eleições gerais a 24 de novembro deste ano? Autoridades guineenses e comunidade internacional correm contra o tempo para responder a esta pergunta, já que muitos observadores estão pessimistas.
Quando faltam apenas cinco meses para a ida às urnas, o tema das conversas nas ruas de Bissau é atualmente a realização de eleições para que o país possa regressar à normalidade constitucional. “Com os nossos recursos, não podemos realizar as eleições, mas como toda a comunidade está interessada em ajudar-nos, espero que seja desta vez e que seja para valer”, comentou um cidadão guineense à DW África.
Mas nem todos estão positivos. Outro eleitor ouvido pela DW África considera que “o Governo não está em condições de realizar as eleições neste preciso momento”, até porque “os meios materiais mostram claramente que não estão em condições de realizar o recenseamento” antes das eleições.
Há também quem considere que “a falta vontade política” é o principal problema. “Como o próprio representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau disse, em Timor-Leste realizaram-se eleições num prazo bastante curto e a Guiné-Bissau, que é um país praticamente da mesma dimensão, entendo que é possível também”, até porque ainda faltam alguns meses, afirmou uma cidadã guineense.
Presidente de transição confiante
O presidente de transição, Serifo Nhamadjo, não tem dúvidas de que é possível realizar as eleições na data prevista
Quem também não tem dúvidas que é possível realizar as eleições presidenciais e legislativas na data prevista é o presidente de transição, Serifo Nhamadjo. “Acredito que se houver boa vontade conjugada, a data é possível. É só pôr os meios e aumentar as equipas de trabalho para que a data seja realizável”, sublinhou, lembrando que “a Guiné-Bissau sempre mobilizou recursos para as eleições.” Aliás, acrescentou Nhamadjo, o país, que nunca teve recursos próprios, “contou sempre com a comunidade internacional.”
Para dinamizar o processo, o primeiro-ministro do Governo de transição, Rui Duarte de Barros, apresentou quarta-feira (03.07) no Parlamento o Orçamento do Estado e o programa de Governo, que tem como prioridade organizar o pleito eleitoral em novembro. “Importa sublinhar que o Governo considera a organização das próximas eleições legislativas e presidenciais como a sua missão principal”, declarou.
Na apresentação do programa, Rui Duarte de Barros prometeu ainda que o executivo "tudo fará para que sejam criadas as condições técnicas, materiais e logísticas adequadas para que a realização destas eleições seja levada a termo com sucesso”.
Recenseamento biométrico
Em relação ao recenseamento, o Governo e a Presidência da República defendem o formato biométrico. Algo que, no enatnto, levanta uma série de dúvidas entre os jovens, que preferem um recenseamento viável como forma de evitar contestação dos resultados eleitorais. “Imagine a ilha mais recôndita das ilhas dos Bijagós. Não temos transportes para lá chegar, não temos energia elétrica. Como é que vamos fazer o recenseamento biométrico?”, interroga-se uma cidadã guineense, que classifica o recenseamento biométrico como “uma utopia”.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) já veio a afirmar que precisa de 5,6 milhões de euros para o seufuncionamento para realizar as eleições de novembro, para as quais estão já criadas as condições técnicas. Lembra ainda que até à presente data não entrou nenhum fundo na CNE, apesar das promessas dos parceiros internacionais, nomeadamente das Nações Unidas e da União Europeia (UE).
A União Africana (UA) garantiu já que tem capacidade técnica para apoiar do processo, anunciou o representante permanente da organização em Bissau, Ovídeo Pequeno.
Liga dos Direitos Humanos pessimista
O Orçamento do Estado e o programa de Governo foram apresentados esta quarta-feira (03.07) no Parlamento guineense
Mesmo com a disponibilidade dos parceiros internacionais que sempre apoiaram eleições no país, a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) ainda duvida que seja possível realizar o escrutínio na data prevista, preferindo esperar para ver até ao dia 24 de novembro.
“Sinceramente não acreditamos que as eleições vão ter lugar nessa data”, disse à agência de notícias portuguesa Lusa o presidente da instituição, Luís Vaz Martins, alegando que há “atrasos na preparação de atos prévios”.
O presidente da LGDH reconhece que a marcação da data das eleições “é um passo importante”, até porque vai ao encontro das exigências da comunidade nacional e internacional, mas não basta para que o escrutínio tenha lugar. 

fonte: DW.DE

Senegal: O financiamento do Banco Mundial - mais de 35 mil milhões de francos CFA para melhorar a qualidade de ensino.

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Um crédito de 10 bilhões de francos CFA e duas concessões de 24 bilhões de francos CFA e 1,5 bilhão. Estes são os montantes de financiamento que o Banco Mundial concedeu ao Senegal, em nome da Educação Primária e Secundária.

No âmbito do reforço da qualidade das aprendizagens no ensino primário e secundário, o Banco Mundial está fornecendo 35 mil milhões de francos CFA ao Senegal. Foi no final do Conselho de Administração, realizado em 13 de junho, informou um comunicado de imprensa chegado à nossa redacção. É, de fato, o "primeiro grande projecto financiado no âmbito do Pilar 2 da nova Estratégia de Parceria entre o Banco Mundial e o Senegal para melhorar a equidade e a qualidade da educação em consonância com estratégia nacional do governo para o desenvolvimento econômico e social (2013-2017), que tem uma coluna específica sobre o capital humano e desenvolvimento sustentável ", diz Vera Songwe, Diretor de Operações do Banco Mundial no Senegal.

O financiamento consiste em um empréstimo de 10 bilhões de francos CFA e duas subvenções estimadas em 24 bilhões de francos CFA e 1,5 biliões de francos CFA. Destina-se a melhorar a qualidade e a equidade da educação básica (Paqeeb) e "Projeto irá fortalecer a qualidade da aprendizagem no ensino básico e aumentar o acesso à série científica no ensino secundário, melhorando a equidade global no acesso à educação básica ", diz o documento no qual os esforços feitos por Senegal no campo da educação são realçados. De fato, para o Diretor de Operações do Banco Mundial no nosso país, "Senegal está profundamente envolvido no processo de educação, e tem conseguido resultados significativos. Mas ainda há muito a ser feito. " Assim, "este projecto vai apoiar os esforços do governo para fornecer uma educação de qualidade para crianças carentes, um fator essencial para as perspectivas de desenvolvimento do país." Isto será realizado através da introdução de "mecanismos de responsabilização e de incentivos motivacionais para melhorar o nível de aprendizagem em leitura e resultados de matemática nos primeiros anos do ensino fundamental", disse Atou Seck, responsável de Paqeeb pelo Banco Mundial. Ele insistiu no acesso à educação para crianças em idade escolar, que também devem receber uma educação de qualidade. "As instituições de ensino descentralizadas serão reforçadas para melhor gerir a qualidade da prestação de serviços", disse Seck, observando que após 4 anos de implementação de Paqeeb", no Senegal é esperado melhoria dos resultados da aprendizagem para os alunos do ensino fundamental (especialmente alunos de 1o  ao 4o ano) e aumentar o número de alunos não-repetidores  matriculados nas classes 1 ª a 4 ª em cinco regiões com atraso na educação que são Kaffrine, Tambacounda, Matam, Luga, Diourbel. " Além disso, Paqeeb deverá "permitir melhorar a transição nas fileiras científicas e matemática no ensino médio."

Além disso, 100 daaras (escolas corânicas) irão beneficiar do financiamento de Paqeeb que vai lhes oferecer "recursos para financiar a reabilitação de infra-estrutura, o custo com os professores franceses suplementares, materiais e prêmios de incentivo para professores do ensino corânico", disse Will em seu comunicado.

Por: Maimouna Gueye

fonte: lesoleil.sn

OPINIÃO: O SUPOSITÓRIO POLÍTICO ENTRE PAULO PORTAS E PASSOS COELHO.

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 A situação de "neurose" política que se vive em Portugal, desde há uns dias, ainda sem final feliz/infeliz para os actores políticos partidários e o Povo, este paciente espectador que aguarda o veredicto final, sem saber se o Presidente da República, agirá antes ou depois deste jogo de sedução entre Dr. Paulo Portas e Dr. Passos Coelho, ainda "fechados" nos bastidores com a porta entreaberta, para se ouvirem os murmúrios do exterior, uma vez que, movidos por influências dos dinossauros da política Portuguesa  não podem sair da linha invisível/traçada, parece!?

Esta situação (Paulo Portas/Passos Coelho) faz lembrar uma expressão na neurose, caracterizada pelo – impasse e contenção – do paciente numa situação "indecisa", também com ganhos secundários, centrados no narcisismo/estrutura (imagem pretendida neste caso), alimentada por uma pulsão complexa e difusa na personalidade do individuo, que não deixa de "invadir", acumulando e só posteriormente, implodir/explodir numa espécie de "clímax", que terá certo gozo, neste caso, para o individuo, uma espécie de Sado masoquismo...

Sinceramente, parece-me que estamos a viver uma situação política exemplar, como controle tipo "ano-rectal", ou melhor, indo ao encontro da imagem do supositório introduzido no recto, enquanto neste "corredor", entre a porta de entrada (ânus), à distância limite do recto, para o intestino grosso, e neste espaço "ano-rectal", ainda é possível um controle voluntário do supositório introduzido no nosso corpo, tornando assim possível, expelir ou aceitar o objecto (supositório) durante a sua permanência.

Enquanto neste corredor, a passagem definitiva seria para o interior do corpo (intestinos...), o contrário, seria expulsar o supositório, aqui seria acabar com a sensação de prazer/desprazer, supostamente perverso ou manipulador no individuo, sendo que  me parece uma situação parecida, esta que vivemos em Portugal neste momento!?

Quem espera um clímax neste teatro medonho!?

Enquanto dura esta dança, estamos nisto, ver o Dr. Paulo Portas, exibir o seu controle "atípico" em politica, sobre o outro parceiro da coligação, afinal, nem tudo que parece é, fica uma pergunta no ar, quem manda neste governo de coligação?

Parece que é neste momento quem não está, que não sabe se volta (não faz e não sai de cima), mas que pode, de repente, dar ordem de recuo deste governo, aos membros do seu partido (CDS). O mesmo que expelir o supositório ainda no recto e, acabando desta maneira de roer a corda, pondo um ponto final nesta dança na corda "bamba".

Esta situação política é embaraçosa, alertando para a falta de sensibilidade dos governantes nos vários momentos da vida deste último Governo em Portugal.

Agora temos assistido a uma fuga para a frente, recuam dos cornos do touro, evitando uma pega frontal, por cobardia e falta de carácter em política, dando a mão à palmatória. Assistimos à tentativa de sacudir a água do capote, friamente, centrados no seu umbigo, como sempre já "barrigudos" do bónus desta má governação, que a culpa irá morrer solteira, é moda, quem faz mal recebe um prémio, um cargo com maior responsabilidade ou, melhor remunerado, só.

O Povo está revoltado, o Vinte e Cinco de Abril  não foi para isto!, dirão muitos dos Militares hoje, trouxeram a Liberdade para o Povo Português e os Políticos falharam.

O que me faz lembrar o meu País (Guiné-Bissau), mas com uma diferença apenas, a Luta de Libertação Nacional, trouxe a Liberdade e Independência para o Povo, mas depois – tanto os Militares como os Políticos Guineenses – falharam.
É esta a diferença, neste caso um falhanço a cem por cento, na anterior, apenas a cinquenta por cento, haverá mais diferenças com certeza, mas estas duas Instituições (militar/politica) quero Eu aqui deixar na minha opinião.

Faço votos de que se termine rapidamente tudo isto, já são dois anos de sacrifícios, que não se podem deitar ao lixo... Haja soluções positivas!


O Povo espera um desfecho em que o suposto supositório seja  EXPELIDO!

Djarama. Filomeno Pina.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Briga de família por jazigo estaria 'atormentando' espírito de Mandela.

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Monumento dedicado a Mandela em Pretória (AFP)
Há dúvidas quanto a quem ocupará o lugar de Mandela dentro de sua família
Enquanto Nelson Mandela luta por sua vida, hospitalizado em Pretória, membros de sua família estão no meio de uma disputa, acompanhada de perto pela imprensa da África do Sul.


Diversos parentes do ex-presidente sul-africano entraram com ação na Justiça contra seu neto mais velho, Mandla, na tentativa de exumar os corpos de três dos filhos de Mandela para que estes sejam re-enterrados no túmulo da família em Qunu, onde Mandela quer ser levado.
A batalha jurídica em torno das exumações sinaliza profundas divisões dentro da grande e complexa família de Mandela, envolvendo suas três mulheres, seus 17 netos e 12 bisnetos.
De acordo com alguns dos membros mais velhos de seu clã, enquanto sua família estiver em disputa, o espírito do ex-presidente não terá paz.

Profundo simbolismo

Dezesseis integrantes da família do ex-presidente e líderes locais receberam, na semana passada, uma autorização judicial temporária para exumar os restos mortais de Makgatho Mandela (pai de Mandla e morto por doenças relacionadas à Aids, em 2005) e seus irmãos Thembekile (morto em acidente de carro em 1969) e Makaziwe (primeira filha de Mandela, morta em 1948 aos 9 meses de idade) e movê-los para Qunu, onde fica a residência do clã.
Mas Mandla Mandela - que, segundo a imprensa local, moveu os restos mortais do pai e dos tios para Mvezo, em 2011 - vai recorrer da decisão.
Mandla Mandela
Mandla, neto de Mandela, está envolvido em uma disputa com seus parentes


Os três corpos foram aparentemente exumados sem consulta prévia ao restante da família.
Talvez a briga pareça sinistra e complicada para quem a olha de fora, mas o tema carrega forte simbolismo para os sul-africanos. Segundo as tradições locais, perturbar os mortos traz maus agouros.
Tanto que, para alguns idosos do clã, as recorrentes doenças que têm afetado Mandela seriam uma mensagem dos ancestrais - um sinal de que estes estariam descontentes com Mandla.
Eles acreditam que o espírito de Mandela está atormentado pelas brigas familiares.
Acredita-se que 16 parentes estejam participando da ação judicial - lista que incluiria a mulher de Mandela, Graça Machel, sua filha Makaziwe (nascida em 1954) e membros sêniores do clã.

Quem vai substituí-lo?

No pano de fundo dessa disputa existe o debate, ainda em curso, quanto a quem substituirá Mandela como chefe da família.
O ex-presidente nomeou como seu herdeiro o seu neto mais velho (na ausência de filhos homens), Mandla. Ele será o chefe Zwelivelile do clã Thembu, sucedendo seu pai. Mandla também é atualmente parlamentar pelo partido governista, o Congresso Nacional Africano (CNA).
Mas muitos parentes estão cada vez mais insatisfeitos com ele - incluindo Makaziwe, a mais velha dos filhos sobreviventes de Mandela.
Os planos de Mandla, de abrir um memorial em Mvezo, na propriedade onde os túmulos estão localizados atualmente, despertaram insatisfações entre muitos familiares.
E corre em paralelo outra disputa envolvendo o legado de Mandela: suas filhas Makaziwe e Zenani foram à Justiça para tentar expulsar três assessores dos empreendimentos de Mandela. As duas querem ter controle sobre os empreendimentos, que têm valor estimado em milhões de dólares.

Paz de espírito

Para alguns, a família precisa resolver esses assuntos pendentes para que Mandela possa ter paz de espírito.
Segundo a "isintu" - tradicional cultura sul-africana -, uma das razões pela qual uma pessoa luta contra a morte é porque ela tem "assuntos mal resolvidos" a tratar.
Muitos acreditam que o "assunto mal resolvido" de Mandela é a unificação de sua família, da mesma forma como ele uniu negros e brancos sul-africanos após o fim do apartheid, em 1994.
Na próxima segunda-feira, haverá uma nova reunião do clã para tentar resolver as questões, segundo a agência noticiosa Sapa.

Os filhos de Mandela

Com Evelyn Mase:
Thembekile (1945-1969)
Makaziwe (1947-1948)
Makgatho (1950-2005)
Makaziwe (1954-)
Com Winnie Madikizela-Mandela:
Zenani (1959-)
Zindziswa (1960-)

fonte: bbc.co.uk
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Angola: Matrículas irregulares têm os dias contados.

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Nas estradas do país circulam veículos com chapas de matrícula sem características determinadas pela lei (artigo 37º e 115º do regulamento do Código da Estrada).
Esta desobediência dos automobilistas ao Código da Estrada motivou a Direcção Nacional de Viacção e Trânsito a preparar um Diploma de revisão que estabelece as características das chapas de matrícula.
O artigo 37º do regulamento do Código da Estrada estabelece as seguintes características para as chapas de matrícula: dimensões gerais de 460 mm de comprimento e 100mm de largura, para a dianteira; e 520 mm por 120 mm ou 340 mm por 230mm para a traseira do veículo; fundo negro e caracteres em cor branca para os automóveis em  regime geral; fundo vermelho e caracteres de côr branca, para os veículos do corpo diplomático; e fundo verde e caracteres  de côr branca para os de regime especial (Instituições internacionais).
“Toda e qualquer alteração destas características sujeita o automobilista a multa por violação ao que está regulamentado” alertou  o porta-voz da Policia de Viação e Trânsito.
Segundo Angelino Sarrote, a proposta procedeu do conselho Técnico do Ministério do Interior e está agora sob apreciação do Conselho de Ministros para  aprovação, mas sem prazo definido.
Não foi indicado se serão introduzidos novos elementos nas matriculas, no futuro, tais  como o ano de fabrico do automóvel, simbolos regionais ou nacionais, como noutros países que os usam para mais facilmente idenficarem os vículos e proprietários em várias sitauções.
“As casas que fazem chapas de matrícula não autorizadas pela Direcção Nacional de Viação e Trânsito serão encerradas com a actuação da Polícia Económica”, disse o porta-voz.
VIDROS ESCURECIDOS
Outra característica frequentemente verificada em veículos automóveis é o escurecimento dos vidros com películas autocolantes.
Questionado sobre o assunto, o porta-voz informou que todo o veículo que  for alterado neste aspecto infringe o que está estipulado.
“Os veículos devem apresentar os vidro de origem ou idênticos; se for incolor que continue assim, até por questões de segurança do próprio automobilista. A lei não prevê o uso de vidros escuros para regime geral, mas está a ser estudada a possibilidade da alteração da percentagem de opacidade que os vidros dos veículos podem ter”, explicou.
 “Se o automobilista tiver necessidade de escurecer os vidros do seu automóvel, deve dirigir um requerimento ao Comandante Geral da Policia Nacional  a explicar os motivos. Os mesmos serão analisados e se forem justificáveis o pedido será aceite”, esclareceu Angelino Sarrote.
A polícia pede aos automobilistas o cumprimento da lei.
REACÇÃO DOS AUTOMOBILISTAS
Que as autoridadse sejam os primeiros a cumprir. O automobilista Simão Sabão é de opinião que “se se mudar vai ser bom para a identificação do veículo e ajudará o agente regulador a fazer o seu trabalho. Pois a diversidade de chapas de matrícula é sinónimo de desorganização no país”.
“Não podemos usar graffitis nas chapas de matrícula nem escurecer muito os vidros do carro, e que as autoridades do país sejam o modelo a seguir. Pois se eles alteram as chapas de matricula dos seus carros e escurecem os vidros dos mesmos, o que nós cidadãos comuns iremos fazer, se não copiar o que eles fazem? E até por que dá ao veiculo outro brilho”, disse o automobilista. O mesmo contou que já foi multado por circular com um veículo de vidros escurecidos aplicados por ele. Outro automobilista que pediu o anonimato defendeu o respeito pelas  normas estabelecidas. “Os que fazem, aplicam e fiscalizam a lei, devem cumprir de igual modo o regulamento do Código da Estrada”, afirmou o nosso entrevistado.
 “Elementos da autoridade dizem que o fazem para elevar o charme e embelezar o carro  e o automobilista comum também o faz com o mesmo fim”, acrescentou.
“Muitos com veículos de vidros escuros ou fumados transportam armas de fogo, droga ou outros ilícitos. A polícia quando os interpela deve fazer a vistoria e aplicar a multa recomendada ou prendê-los, mas a todos sem distinção nem excepção. E que a alfândega impeça a entrada no país de veículos com vidros escuros que não são de origem”, disse.
Os automobilistas pedem a policia um comportamento mais pedagógico e prometem mais disciplina.
FABRICANTES DE MATRÍCULAS
Numa visita feita a algumas casas que fazem chapas de matrícula, os responsáveis dizem estar legais.
Afirmam que quando são procurados pelo cliente aconselham-no a optar por chapas com fundo preto e caracteres brancos porque caracteres com cor diferente das regulamentares implicam multa.
Segundo um dos gerentes da casa Auto Silva Lda, “os preços variam de acordo com a qualidade do material usado para fazer uma determinada chapa de matrícula, mas não foge dos dois mil e quinhentos a quinze mil Kwanzas. A escolha do tipo de chapa depende do cliente”.
Outro proprietário, preocupado, disse: “Se assim for, vai ser bom, mas estragará o nosso negócio e não sei o que faremos depois”.
Os jovens que aplicam peliculas de cor para os vidros pela temem a perda desta actividade com o novo regulamento que impeça a sua continuidade.
Os mesmos pedem ao executivo a criação de mais empregos e políticas que facilitem o acesso ao emprego.
fonte: opais.net

Costa do Marfim: O Conselho de Ministros extraordinário em Korhogo: O governo anuncia uma instância de regulação da comercialização do algodão e da castanha de caju.

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Conseil
© Abidjan.net por Atapointe
Conselho de Ministros na Prefeitura de Korhogo
Terça-feira, 2 de julho de 2013. Presidente Ouattara preside uma reunião do Conselho de Ministros, à margem da visita de Estado, no distrito das Savanas.

Instado como o homem que arbitrou uma sessão especial do Conselho de Ministros durante a visita de Estado efectuado pelo Presidente da República em maio passado, um Conselho de ministro de Estado extraordinário ocorreu nesta terça-feira, 2 de julho, na sala de reuniões da prefeitura de Korhogo. Em torno do presidente Alassane Ouattara, o Primeiro-Ministro, Ministro da Economia, Daniel Kablan Duncan e sua equipe debateram por mais de três horas sobre vários assuntos, alguns dos quais estavam diretamente relacionados com a economia do distrito de savanas. Estes incluem a realização de uma ordem que rege a comercialização de castanha de caju e do algodão, um dos dois principais produtos de exportação, e umas das principais fontes de riqueza do norte. De acordo com Bruno Kone, porta-voz do governo, essa decisão aborda o problema irritante e persistente do preço de compra mais baixo com base em especulações. Para superar as deficiências constantes, o Estado instituiu um guiché de suporte e de alisamento do preço que vá funcionar dentro do mesmo registro do Conselho de café e de cacau. Essa estrutura, segundo o porta-voz do Governo vai setar o objetivo de garantir um preço de compra fixado pelos produtores. Segundo o ministro Bruno Kone, o objetivo final das autoridades é conseguir a transformação do caju no local para beneficiar ao país mais recursos.

fonte: abidjan.net

terça-feira, 2 de julho de 2013

Jovens Revolucionários de Angola entregam carta aberta a Obama.

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Entregue em Dar Es Salaam, na Tanzânia, a carta aberta dirigida ao Presidente norte-americano tem como objetivo chamar a atenção de Barack Obama para as contínuas violações de direitos humanos em Angola.
Para entregar a carta aberta ao Presidente dos Estados Unidos da América, uma delegação do Movimento Jovens Revolucionários de Angola (MJRA) deslocou-se a Dar Es Salaam, na Tanzânia, destino final do mais recente périplo de Obama, após ter passado já pelo Senegal e pela África do Sul.
Pedrowski Teca, membro do Movimento Jovens Revolucionários de Angola
A DW África conversou por telefone com Pedrowski Teca, um dos elementos do movimento revolucionário que se deslocou a Dar Es Salam para entregar a carta aberta a Barack Obama, e ouviu as suas explicações sobre as razões da iniciativa.
DW África: Que motivos levaram os Jovens Revolucionários de Angola a escrever esta carta aberta a Barack Obama?
Pedrowski Teca (PT): A carta foi uma iniciativa do próprio movimento revolucionário. O objetivo foi mesmo levar ao conhecimento do Presidente Barack Obama, em primeira mão, o nosso sofrimento, a nossa versão da história - nós que sofremos com o bastão do regime. Nós precisamos mesmo da intervenção dele.
DW África: À carta foi anexada uma pen drive de 8 GB. O que consta dessa pen drive?
PT: Anexamos uma pen drive de 8 GB com fotografias das nossas manifestações em Angola e que provam a nossa tortura. E incluímos não só fotografias como também vídeos com filmagens de como fomos brutalizados durante todo este tempo e de como continuamos a ser brutalizados.
DW África: E a mesma carta foi também entregue à Embaixada de Angola em Dar Es Salaam, na Tanzânia.
PT: Concerteza. Uma cópia da carta foi entregue ao senhor Rodrigues, que é o segundo secretário da Embaixada angolana em Dar Es Salaam, porque nós achamos que não seria bom chegarmos a este país e entregarmos uma carta ao Presidente norte-americano que está de visita a este país sem passarmos pela nossa Embaixada.
DW África: Como descreveria o ambiente que se vive nestes dias na capital económica da Tanzânia, Dar Es Salaam?
PT: Em Dar Es Salaam há uma euforia por causa da visita do Presidente Obama. As ruas estão cheias de fotos de Obama, há publicidade no aeroporto e nas ruas de Dar Es Salaam. A Tanzânia é um país que ficou pela História. Aqui, neste momento, vejo a a pobreza deste povo e o subdesenvolvimento deste país, que precisa realmente de muito trabalho para estar em pé de igualdade com muitos dos países que ajudou a libertar.
DW África: O movimento revolucionário recebeu algum tipo de apoio financeiro para a deslocação de alguns dos seus elementos a Dar Es Salaam?
PT: Não recebemos apoios financeiros. Juntamos algum dinheiro. Isso está a impossibilitar a nossa estadia aqui durante mais tempo. Já estamos com vários problemas financeiros e nem nos temos deslocado muito. Estamos sempre no hotel. Fizemos as nossas cartas, entregámo-las e voltamos. Nem dinheiro temos para lazer ou para táxis.
Foi uma viagem muito secreta. Nem todos no movimento revolucionário sabiam. Muita gente foi apanhada de surpresa. Porque é algo muito sensível e já tivemos vários casos de fuga de informação, não queríamos que isso se repetisse. Não queríamos divulgar isto antes de cumprir o que pretendíamos. Agora que o fizemos, e que todos já sabem, vamos apostar na divulgação destas informações até ao nosso regresso. Acreditamos que vamos chegar com segurança à nossa própria terra.

fonte: DW.DE

Cabo Verde aposta no desenvolvimento da TIC(Tecnologia da Informação e Comunicação) - Primeiro-ministro quer maior envolvimento do sector privado no programa estratégico para sociedade de informação.

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fonte: RTC.CV

Obama e Bush se encontram na África em homenagem a vítimas de ataque.

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e seu antecessor George W. Bush estiveram lado a lado na Tanzânia nesta terça-feira durante uma homenagem às vítimas de um atentado da Al Qaeda contra a embaixada norte-americana nesse país há 15 anos, um ataque que prenunciou a atual expansão da presença militar do país na África.
Obama e Bush abaixaram as cabeças em silêncio diante do memorial de pedra construído na nova embaixada em Dar es Salaam, homenageando os dez tanzanianos que morreram e as 85 pessoas, entre locais e norte-americanos, que ficaram feridas no atentado de 7 de agosto de 1998.
Os dois políticos, de partidos rivais, posteriormente conversaram rapidamente com os sobreviventes, mas pouco interagiram entre si.
A cerimônia ocorre num momento em que os EUA ampliam sua participação na luta contra militantes islâmicos da África.
Washington apoia as forças africanas que tentam estabilizar a Somália e o Mali, mantém instrutores militares em vários países africanos, compartilha informações e já atacou militantes com aviões teleguiados.
Os 5 mil militares dos EUA presentes na África representam o maior contingente norte-americano no continente desde a fracassada intervenção na Somália, há duas décadas.
No mesmo dia do atentado na Tanzânia, a Al Qaeda também realizou uma explosão na embaixada dos EUA no Quênia.
Esses atentados são hoje vistos como precursores dos ataques da Al Qaeda em território norte-americano no dia 11 de setembro de 2001, que resultaram em cerca de 3 mil e desencadearam as invasões norte-americanas no Afeganistão e Iraque, ordenadas por Bush.
Desde que assumiu o cargo, em 2009, Obama tenta encerrar esses conflitos e promover uma recuperação da economia, após uma crise que os democratas atribuem às políticas de Bush. Os republicanos, por sua vez, dizem que as ações de Obama não têm contribuído para o crescimento.
Mas, durante sua atual viagem por três países africanos, Obama tem feito elogios ao seu antecessor, que é muito popular na África, especialmente por causa dos programas de combate à Aids que seu governo promoveu. Por outro lado, muitos africanos sentem que Obama, primeiro líder afrodescendente dos EUA, dá pouca importância ao continente.


(Reportagem de Mark Felsenthal e Jeff Mason)
fonte: terra.com.br

Após milhões pedirem saída de Morsi, Exército egípcio dá ultimato ao governo.

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CAIRO - Um dia após milhões de pessoas tomarem as ruas do Egito para exigir a renúncia do presidente Mohamed Morsi, o Conselho Supremo das Forças Armadas (SCAF) divulgou nesta segunda-feira, 1,  um comunicado no qual deu um ultimato de 48 horas para o governo e a oposição “atenderem as demandas do povo”. Desde domingo, 16 pessoas morreram e 781 ficaram feridas em confrontos de rua. Quatro ministros do gabinete de Morsi romperam com o governo.
Manifestante rasga foto de Morsi no Cairo - Hassan Ammar/ AP
Hassan Ammar/ AP
Manifestante rasga foto de Morsi no Cairo
O comunicado elevou temores entre parte da população egípcia de um retorno das Forças Armadas à cena política. O Exército governou o país por 55 anos, desde a chegada de Gamal Abdel Nasser ao poder até a queda de Hosni Mubarak, há dois anos e meio. Apesar do comunicado, no entanto, os militares prometeram não se envolver na política do país.
“As Forças Armadas repetem seu pedido pelo atendimento às demandas populares e dão a todos 48 horas para a última chance de abarcar o peso deste momento histórico”, disse o general Abdel Fatah al-Sisi. “O Exército egípcio não se envolverá em política, nem na administração pública. Está satisfeito com seu papel, conforme preveem as regras democráticas. Mas a segurança nacional está em grave perigo e o Exército tem a responsabilidade de agir.”
Horas depois do anúncio, Morsi se reuniu com o general Al-Sisi. Espera-se para a noite de hoje um pronunciamento da presidência.
Yasser Hamza, líder do Partido Liberdade e Justiça (PLJ), braço político da Irmandade Muçulmana, afirmou que nenhuma instituição do Estado vai promover um golpe contra Morsi e alertou contra interpretações equivocadas de quaisquer comunicados do Exército do país. “Qualquer força que for contra a Constituição, é um chamado à sabotagem e anarquia”, disse. O partido salafista Al-Nur, segunda maior força política islâmica, disse “temer” a volta do Exército à cena política.
Já o ex-primeiro-ministro egípcio Ahmed Shafiq, um dos colaboradores de Mubarak, derrotado por Morsi nas eleições do ano passado, declarou que o “reinado da Irmandade acabará até o fim da semana.”
Em meio à tensão política, quatro ministros renunciaram em solidariedade aos manifestantes. São eles os chefes das pastas do Turismo, Hisham Zaazou; da Comunicação , Atef Helmi; de Assuntos Jurídicos, Hatem Bagato; e do Meio Ambiente, Khaled Abdel-Al.
Mobilização. No começo da tarde, uma multidão de manifestantes voltou a se reunir nos arredores da Praça Tahrir, berço dos protestos que derrubaram a ditadura militar e agora pedem a saída do governo da Irmandade Muçulmana. Helicópteros do Exército com bandeiras egípcias sobrevoaram o local, as mesmas que, na praça, eram agitadas pelos ativistas.
Em sua maioria, as manifestações dos últimos dois dias foram pacíficas. Houve confronto nos arredores do escritório do PLJ, no Cairo. Armados, partidários de Morsi se entrincheiraram no edifício e atiraram nos manifestantes, que responderam com bombas incendiárias e pedras. O prédio foi invadido e saqueado. Móveis, arquivos e equipamentos foram destruídos.
Primeiro presidente eleito democraticamente na história do país, Morsi é acusado pela oposição secular de tentar impor uma agenda religiosa no país, além de ter se tornado cada vez mais autoritário e de não controlar a crise econômica.
EUA. Na Tanzânia, o presidente americano, Barack Obama, disse que os EUA estão preocupados com a violência no Egito e pediu que haja “moderação” dos dois lados. Obama lembrou que o presidente Morsi “foi eleito democraticamente” e ressaltou que o governo deve agir junto com a oposição para fazer “as melhoras que são necessárias” no país. O Pentágono disse monitorar a situação no país nos próximos dias. / AP, REUTERS e EFE
Veja também:

Caos econômico e heranças da ditadura prejudicam governo.

Dois anos após a revolução que destituiu seu ditador, o Egito continua um Estado falido. Com base no Índice de Estados Falidos, no ano anterior à revolução estávamos em 45º lugar. Depois da queda de Mubarak, pioramos e ficamos em 31º. Não examinei esse índice recentemente - não quero ficar mais deprimido. Mas as evidências estão claras.
Observamos hoje uma corrosão da autoridade do Estado. Um Estado, na sua forma mais básica, deve fornecer segurança e justiça. Mas a lei e a ordem estão se desintegrando no Egito. Em 2012, os assassinatos aumentaram 130%, os roubos 350% e os sequestros 145%, de acordo com o ministério do Interior. Você vê pessoas serem linchadas em público, enquanto outras tiram fotos da cena. E pense, este é o século 21 - não é a Revolução Francesa! O sentimento hoje é de que não existe uma autoridade de Estado para impor a lei e a ordem e assim todos acham que tudo é permitido. E isso, claro, gera muito medo e nervosismo.
Não podemos esperar que o Egito tenha uma vida econômica normal nessas circunstâncias. As pessoas estão muito preocupadas. Aqueles que têm dinheiro não estão investindo - nem egípcios e nem estrangeiros. Numa situação em que a lei e a ordem não têm consistência, as instituições não cumprem com suas obrigações, quando você não sabe o que sucederá amanhã, obviamente há um recuo. Como resultado, as reservas em divisas do Egito se esgotaram, o déficit do orçamento será de 12% este ano e a libra se desvaloriza. Cerca de 25% dos nossos jovens acordam de manhã sem trabalho. Em todas as áreas os fundamentos econômicos desapareceram.
O Egito pode declarar moratória da sua dívida externa nos próximos meses e o governo tenta desesperadamente conseguir alguma linha de crédito aqui e ali, mas não é deste modo que a economia voltará a funcionar. É necessário investimento externo, são necessárias estratégias econômicas, instituições eficientes, mão de obra qualificada.
Até agora, contudo, a visão do governo tem sido confusa e as políticas econômicas adotadas extemporâneas, sem uma mão firme no comando do Estado. O governo adotou algumas medidas de austeridade em dezembro para satisfazer algumas exigências do Fundo Monetário Internacional (FMI), revogando-as em seguida. Entretanto os preços sobem vertiginosamente e a situação está cada vez mais insustentável, particularmente para a metade dos egípcios que vivem com menos de dois dólares por dia.
O Executivo não tem nenhuma noção de como governar o Egito. Sejam liberais ou da Irmandade Muçulmana, o fato é que os políticos não têm nenhuma visão ou experiência. Não sabem como diagnosticar o problema e tampouco oferecer a solução. Simplesmente não estão qualificados para governar.
A oposição há meses insiste junto ao presidente Mohamed Morsi e companhia que o Egito necessita de um governo competente e imparcial, pelo menos até a próxima eleição parlamentar. Precisamos criar uma comissão de ampla representatividade para emendar a Constituição atual do país que, todos concordam, não assegura um adequado equilíbrio dos poderes e não garante os direitos básicos e as liberdades do cidadão. E precisamos estabelecer uma parceria política entre os partidos estabelecidos, incluindo os de orientação islâmica, e a Irmandade Muçulmana, que provavelmente representa menos de 20% do país.
Infelizmente, nossas recomendações não são ouvidas.
A Irmandade vem perdendo apoio em todas as frentes porque, apesar de todos os seus slogans, não conseguiu oferecer alguma coisa substancial.
As pessoas querem ter comida na mesa, saúde, educação, e o governo não respondeu às suas expectativas. A Irmandade não tem pessoas qualificadas, que pertencem na maioria a partidos de esquerda e liberais. Precisamos formar uma grande coalizão, colocar as diferenças ideológicas de lado e trabalhar juntos para atender às necessidades básicas da população. A sharia não é alimento.
Estamos pagando o preço de muitos anos de repressão e governo ditatorial. As pessoas viviam numa zona de conforto, ou seja, não precisavam tomar decisões independentes. Neste momento, após a revolta popular, todos são livres, mas isso é muito desconfortável. É o dilema existencial entre a ânsia de ser livre e a velha muleta de ter alguém que lhe diga o que fazer. Liberdade ainda é algo novo para as pessoas.
Muitos dos desafios são consequência da antiga ditadura. A ferida ainda está aberta e muito pus precisa ser drenado. E temos de curá-la não só colocando um esparadrapo. Mas é isto que vem ocorrendo.
Continuamos nos atendo às mesmas ideias desgastadas. A revolução não teve por objetivo mudar as pessoas, mas mudar nossa mentalidade. O que observamos, contudo, é apenas uma mudança de rostos com o mesmo modo de pensar da era Mubarak - com a diferença de que agora existe também o componente religioso.
Até que ponto as coisas podem piorar? Claro que diferentes cenários se apresentam se a lei e a ordem continuarem em processo de deterioração.
Hoje as pessoas fazem afirmações que antes eram inconcebíveis: por exemplo, que gostariam que o Exército voltasse a governar para estabilizar a situação. Ou que poderíamos ter uma revolta dos pobres, tempestuosa e ameaçadora. Existem coisas piores do que a falência de um Estado e temo que o Egito está à beira do abismo. /TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO
fonte: ESTADÃO

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Presidente Obama e Turnê por África.

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U.S. President Barack Obama and Tanzanian President Jakaya Kikwete, right, are greeted by a cheering crowd as they arrive at the State House in Dar es Salaam, Tanzania, on Monday, July 1.

Dar es Salaam, Tanzânia (CNN) - tanzanianos, centenas vestidos de camisas brancas com o rosto do presidente Barack Obama e chapéus, saudaram  dizendo "karibu", ou seja "bem-vindo", para o líder dos EUA à medida que se alinhavam na rua - provisoriamente rebatizada de "Avenue Obama "- percorrendo à State House nesta segunda-feira.
A Tanzânia é o mais recente país democrático, o presidente está de visita para promover o aumento da parceria da Casa Branca com a África em meio a críticas da administração que tem focado a sua atenção em outras áreas do globo e os interesses apenas e principalmente militares em África.
A nação do Leste Africano é um parceiro importante para os Estados Unidos sobre questões de segurança e iniciativas de desenvolvimento. O presidente provavelmente vai enfatizar a parceria durante sua visita a um país que tem recebido maior atenção de outros governos estrangeiros, especialmente da China.
Situado estrategicamente às margens do Oceano Índico, Tanzânia é uma saída para os seus muitos vizinhos sem acesso ao mar e um ponto de partida ideal para empresas que procuram expandir-se em uma região que é vista como tendo grande potencial de crescimento e de consumo.

Ele também tem um enorme potencial econômico com os recursos agrícolas e minerais em grande parte inexplorados, e Obama está a tentar apresentar o caso para os consumidores africanos e seus governos a procurarem o Ocidente em vez de Leste.

Mas ele chega demasiado tarde?
China tornou-se o maior parceiro comercial individual do continente, há três anos, superado apenas pela União Europeia.
No início deste ano, apenas 10 dias depois de tomar posse, o presidente chinês Xi Jinping fez da Tanzânia, a sua primeira parada em uma turnê por três países da África, realizando a assinatura de 16 acordos; comercial, cultural e acordos diplomáticos na Tanzânia somente.
De acordo com informação local do Conselho Empresarial China-África, há cerca de 8.000 empresas estatais chinesas que operam na Tanzânia, que vão desde projetos de construção em grande escala para pequenas lojas e quiosques de mercado.
E mais cidadãos chineses estão reunidos em busca de fortuna de toda a África.
"Todo mundo sabe que a China é a fábrica do mundo. Todos os grandes países, incluindo os EUA, têm suas fábricas lá", disse Hao Jianguo do Conselho Empresarial China-África, observando que importação e exportação do gasoduto é direta e a preços favoráveis .
"Onde há uma oportunidade de negócio, os homens de negócio encontram-no. Nosso lema é:" Siga o lucro ", disse Jianguo.
Obama e o presidente da Tanzânia Jakaya Kikwete falaram e responderam as perguntas perante os grandes edifícios adornados com bandeiras da Tanzânia e Americana.
A relação entre os dois líderes, bem como a apreciação de Kikwete tem sido para os Estados Unidos muito clara.

fonte: CNN

sábado, 29 de junho de 2013

Mapa do investimento chinês na África revela destino de US$ 75 bilhões.

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Xi Jinping no Congo (Foto AFP)
Líder chinês Xi Jinping em visita ao Congo: ajuda em gama variada de setores

Pesquisadores nos Estados Unidos mapearam os investimentos da China em projetos de ajuda na África no maior levantamento do tipo já feito sobre o tema.
Na tentativa de ampliar sua influência política e econômica no continente, os chineses têm financiado obras de infraestrutura e se tornado responsáveis por serviços básicos em países que, em troca, contratam empresas chinesas ou tornam-se importantes fornecedores de recursos naturais para o país asiático.
Mas quanto exatamente os chineses estão investindo, onde e em que condições sempre foram segredos guardados a sete chaves por autoridades de Pequim.
Agora, pesquisadores da organização AidData e do Center for Global Development (CGD), com sede em Washington, prometem expor esses dados no maior levantamento público sobre o que eles classificam de "ajuda" chinesa para a África - e que, na realidade, se refere ao "financiamento oficial" pelo Estado chinês de diversos projetos e iniciativas, desde obras de infraestrutura (com o envolvimento de empresas chinesas) até fluxos de comércio, investimentos em petróleo ou telecomunicações, joint ventures de empresas africanas com estatais chinesas, bolsas de estudo e programas de cooperação militar.
Seus números mostram que em dez anos a China investiu um total de US$ 75 bilhões (R$ 150,6 bilhões) em projetos de "ajuda" e "desenvolvimento" na tentativa de assegurar seu poder de influência na África.
E uma das novidades para a qual a pesquisa parece chamar a atenção é que, além da extração de recursos naturais e grandes obras de infraestrutura, os chineses estão financiando projetos em uma gama bastante variada de setores - que inclui, por exemplo, saúde, educação e até cultura.
"É impressionante a diversidade de projetos que eles têm tocado na área de desenvolvimento", opinou, em entrevista à agência de notícias Reuters, Brad Parks, diretor executivo da AidData.
As informações foram coletadas em veículos da imprensa e documentos oficiais públicos. Como resultado, uma ampla base de dados já está disponível na internet no endereço aiddatachina.org com o objetivo de "ajudar pesquisadores, formuladores de políticas públicas, jornalistas e organizações da sociedade civil a entenderem o papel da China na África".
A catalogação foi feita com a ajuda de estudantes e os coordenadores do levantamento admitem que pode haver erros. Por isso, a própria base de dados oferece àqueles que fazem consultas a opção de sugerir ajustes.

Destino dos aportes

No total, foram reunidos dados sobre 1.673 projetos em 51 países entre 2000 e 2011. Eles mostram que os países que reúnem o maior número de iniciativas financiadas pelos chineses são Zimbábue (295), Gana (195) Zâmbia (167) Sudão (164), Etiópia (159) e Quênia (151).
Angola e Moçambique, países que concentram presença e interesses brasileiros, receberam financiamento chinês para 91 e 130 projetos respectivamente.
No que diz respeito a setores, o que concentra o maior número de iniciativas financiadas pela China é o de "Governos e Sociedade Civil", com um total de 191 projetos.
Mas um estudo do Center for Global Development feito a partir da nova base de dados ressalta que enquanto a "ajuda externa" de países do Ocidente nessas áreas hoje é direcionada a projetos de "melhorias na gestão de finanças públicas, instituições anticorrupção e iniciativas de boa governança", a "ajuda" Chinesa inclui, "entre outras coisas, a construção de edifícios presidenciais e escritórios executivos".
Na área de "Saúde", os chineses financiaram 174 projetos, na de "Educação", 136, e na de "Transportes e Armazenagem", 103.
Em termos de volumes de investimentos, porém, o setor de "Transporte e Armazenagem" assume a liderança na lista dos aportes chineses, seguido de "Geração e Suprimento de Energia". No total, foram investidos pela China, US$ 16,6 milhões (R$33,2 milhões) e US$ 14,7 milhões (R$29,4) nessas áreas, respectivamente.
fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias 
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Costa do Marfim: O Chefe de Estado fez o lançamento da primeira pedra do Hospital Materno-Infantil de Bingerville.

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© Presidência por DR
O Presidente Alassane Ouattara fez o lançamento da primeira pedra do Hospital Materno-Infantil de Bingerville. Sábado 29 junho de 2013, Bingerville. Presidente Alassane Ouattara fez o lançamento da primeira pedra do Hospital Materno-Infantil Bingerville. Abre a Fundação "As Crianças da África'', 'Children of Africa' da Primeira Dama Dominique Ouattara.

O Presidente da República, Sr. Alassane Ouattara, realizou este sábado, 29 junho de 2013, o lançamento fundamental da primeira pedra do hospital Materno-Infantil de Bingerville. Esta unidade de saúde que oferece 110 leitos, a Copa Mãe da Criança e uma plataforma tecnológica de última geração com todas as opções e especialidades médicas, é um empreendimento da Fundação dos "Filhos de Africa'' da Primeira Dama Dominique Ouattara.
Em seu discurso durante a cerimônia, o Chefe de Estado congratulou-se com este ato de grande significado social que, em sua opinião, demonstra mais uma vez, o "compromisso" e " generosidade "da Primeira Dama para os mais vulneráveis. Por isso, o presidente Alassane Ouattara disse que é um orgulho seu no lugar de sua esposa, mas também para a realização deste projeto, o primeiro do gênero na Costa do Marfim e na África Ocidental.
O Chefe de Estado não se esqueceu de agradecer igualmente os Chefes Tradicionais de Bingerville por seu ato de "generosidade", que eles concordaram em disponibilizar para as crianças da Fundação "Crianças da África" no terreno de 3 ha no qual o edifício vai ser construído. Um agradecimento, também envolvendo todas as partes interessadas e parceiros, em particular, o Gabinete de Arquitetura "Cauris" do Sr. Roger MBENGUE e os médicos coletivos que trabalharam no projeto para torná-lo realidade .
O Presidente da República afirmou que este projeto faz parte do programa de saúde para o ano de 2013, um ano dedicado à saúde pelo governo e, em última análise, irá disponibilizar a todos os marfinenses instalações de saúde equipados e perto da população. Isso, de acordo com o Chefe de Estado, isso tem como fim melhorar a vida dos nossos cidadãos.
No que diz respeito mais especificamente a Bingerville, o Presidente Alassane Ouattara disse que em seu vasto programa de desenvolvimento da Costa do Marfim, o povo desta cidade vai ser "levado em conta". Além disso, já iniciou a criação de uma série de obras em Bingerville, ou seja, a reabilitação do eixo central e asfaltamento de mais artérias, no valor de dois mil milhões de francos CFA. Na mesma linha, ele anunciará nos próximos meses os investimentos no reforço da capacidade de água potável para 1,5 bilhão de francos CFA e um extenso programa de renovação e reabilitação de várias unidades de saúde e escolas da antiga capital da Costa do Marfim. Tudo isso, na opinião do presidente da República, é para criar postos de trabalho, especialmente para os jovens.
Antes de o Presidente da República, a Primeira Dama, Sra. Dominique Ouattara interveio para dizer que a cerimônia do Dia consagra o sonho " de ver nossas mulheres e nossas crianças receberem os melhores cuidados nas melhores condições". Além disso, ela dirigiu seus
agradecemos a todos os colaboradores e todos os parceiros que trabalharam tão "ferozmente" e mostraram "solidariedade activa".
Dominique Ouattara também fez uma homenagem à presença de vários convidados VIPs em particular Sua Majestade, a princesa Ira DE Furstenberg e o ex-ministro da Saúde francês, Philippe Douste-Blazy, Conselheiro Especial do atual secretário-geral das Nações Unidas.
Note-se que de acordo com a decisão do Ministro da Saúde e da Luta contra a AIDS, Raymonde GOUDOU-COFFIE, o Hospital Materno-Infantil de Bingerville se chamará de ''Hospital Materno-Infantil Dominique Ouattara.'' O fim da obra está programado para dezembro de 2014.

fonte: abidjan.net

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