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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Syndrome Stockholm da Libéria : Por que Bong County ainda ama Charles Taylor?

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Charles Taylor foi o responsável por atrocidades e abusos de direitos humanos na Libéria. Então, por que tantos liberianos ainda o reverenciam?

Partidários do ex-presidente Charles Taylor mostram seu apoio. Fotografados por Travis Lupick.

No Bong County, o ex-reduto de apoio a Charles Taylor, o ex-presidente e senhor da guerra da Libéria, uma passagem de Pehn-Pehn (moto) levanta uma nuvem de poeira no céu da tarde tingido de laranja. Além da buzina ocasional na estrada principal distante e o farfalhar das galinhas à procura de comida, ela é calma fora do barraco de lata que virou bairro-de-bar, onde um grupo de mulheres se reuniram em torno de uma garrafa de gin localmente destilada.

O proprietário do bar improvisado olha com indiferença, como Esther, Maria e Marilynn se revezam pelo relato de tiros. Um outro participante de outra forma regular deste encontro das mulheres, o dono do bar está sentado com peito de fora devido à doença no estômago. Enquanto isso, sua filha adolescente gira salsicha kebabs em uma pequena churrasqueira e monitora a panela de água a partir de sua pousada, esperando por ela para ferver.

A reputação de um senhor da guerra
Peço às mulheres sobre a próxima campanha da reeleição do senador sênior do condado de Bong, Jewel Howard Taylor - ex-mulher do ex-presidente. Em 2005, Jewel Taylor ascendeu ao poder na aba da contínua popularidade de seu ex-marido em Bong County.

Foto: Jewel Taylor

"Ela vai ganhar", diz Esther, sem qualquer sinal de dúvida. As outras mulheres balançam a cabeça em aprovação.

Durante a guerra civil de 14 anos da Libéria, grupo rebelde de Charles Taylor, a Frente Patriótica Nacional da Libéria (NPFL), usava Gbarnga, a capital de Bong County, como sua sede. E dez anos depois da guerra civil liberiana que terminou oficialmente, e mais de um ano depois que Taylor foi condenado pelo Tribunal Especial para Serra Leoa (TESL) por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante a guerra civil do país, e que continua ainda a ser uma figura popular na Gbarnga.

Refletindo a solidariedade generalizada com Taylor que ainda se faz sentir na região, Esther afirma que, em vez de mergulhar a Libéria em uma guerra ", ele trouxe a paz, ele abriu os nossos olhos."

Difícil ter paz no estômago com uma barriga vazia.
Durante o reinado de Taylor, Gbarnga representava um mínimo de tranqüilidade em uma outra Libéria volátil e fragmentada, onde concorrentes de facções rebeldes, disputavam o poder e acesso a recursos que vagavam em torno do campo, causando estragos e predando as populações locais. Embora NPFL de Taylor era responsável por violações maciças dos direitos humanos, muitos moradores dizem que a vida em Gbarnga era mais suportável durante a guerra do que é agora.

Argumentos como "a paz não pode ser executada em um estômago vazio" são usados ​​por muitos liberianos como racionalizações para o apoio contínuo por Taylor em vastas áreas do país. O custo do arroz, o principal alimento na Libéria, teria sido muito menor no período de NPFL em territórios ocupados durante a guerra do que na Libéria atual. De fato, o controle de portos e a apreensão de navios importadores de produtos alimentares durante a guerra permitiu a estes custos artificialmente baixos durante o uso de poder por NPFL.

No entanto, o que muitos beneficiários de arroz barato durante a insurreição de Taylor deixaram de reconhecer - ou como resultado de uma falta de informação ou ignorância deliberada - é que, apesar de apreensão de cargas por NPFL que mantinha os preços baixos para o seu eleitorado, a fim de ganhar seus corações e mentes, simultaneamente serviu para cortar o fornecimento de alimentos de Monrovia, deixando a população deste local para morrer de fome. Mas, em Gbarnga, você não pode morder a mão que nos alimenta - e Taylor manteve alimentados uma grande quantidade de pessoas.

Por: Ma Ghankay

fonte :thinkafricapress.com

Mali: O futuro presidente do Mali, é ele ou (talvez) não.

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Em menos de uma semana do segundo turno da eleição presidencial a vitória de Ibrahim Boubacar Keita é descrita como "quase certa".
Ibrahim Boubacar Keita, le 4 août, au Mali.  REUTERS/Joe Penney
Ibrahim Boubacar Keita, 04 de agosto de 2013, no Mali. REUTERS/Joe Penney

IBK: três letras que poderiam suceder as do ex-Presidentes do Mali, ATT (Amadou Toumani Toure) derrubado por uma junta militar em março de 2012.

Ibrahim Boubacar Keita, abreviatura IBK, é apresentado como o candidato preferido da eleição presidencial do Mali. Após o primeiro turno da eleição presidencial em 28 de julho, o homem ganhou 40% dos votos, o dobro o seu rival Soumaila Cisse. Poucos dias antes do segundo turno previsto para 11 de agosto, a vitória do IBK parece, de acordo com o site Think Africa Press  "quase certa".

Homem do harém
Na idade de 68 anos, o IBK finalmente aparece a subir no topo do estado depois de dois fracassos sucessivos, em 2002 e 2007. O homem é descrito como um político "experiente" que oficia mais de duas décadas na administração do Estado maliano. Depois de estudar história e relações internacionais na Universidade de Dakar e da Sorbonne, Ibrahim Boubacar Keita trabalhou durante muitos anos para um "think tanks" francês e as organizações não governamentais.

Ele rapidamente entra na vida política do Mali e tornou-se Ministro das Relações Exteriores em 1993, cargo que ocupou um ano antes de aceitar o cargo de primeiro-ministro (1994-2000) e criar o seu próprio partido em 2001, união para Mali.

Flexibilidade
Segundo o site Think Africa Press  IBK tem uma reputação de homem forte capaz de gerenciar as greves estudantis e negociar com os tuaregues. Um homem, também, cheio de contradições, como sendo um membro da Internacional Socialista, sem nunca ter dado um tom socialista à sua política.

Este Francofono bem vivido, será, no entanto (se ganhar o segundo turno) representará uma solução para a crise em que o país está mergulhado há mais de um ano. Certamente, a sua margem de manobra será limitada, incluindo apoio financeiro concedido pela comunidade internacional. Mas o próximo presidente vai iniciar as negociações com os rebeldes tuaregues, cujas reivindicações de autonomia ainda são válidas.


fonte: Slate Afrique


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Angola: Queixa para destituição de Manuel Vicente.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu, hoje, uma queixa-crime contra o vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, por acumulação de funções públicas e privadas alegadamente contrárias à legislação em vigor no país.
 
Interposta pelo jornalista e defensor dos direitos humanos Rafael Marques de Morais, a queixa-crime refere-se ao exercício actual, por Manuel Vicente, do cargo de director na China-Sonangol International Holding Limited, uma empresa privada chinesa.
 
Segundo a denúncia, a PGR deve iniciar um processo de destituição contra Manuel Vicente, à luz do Art. 138.º da Constituição. A lei magna proíbe os membros do Executivo de exercerem, entre outras, as “funções de administração, gerência ou de qualquer cargo social em sociedades comerciais e demais instituições que prossigam fins de natureza económica”.
 
O queixoso disse ao Maka Angola que o envolvimento de Manuel Vicente em empresas chinesas, numa altura em que já havia sido eleito vice-presidente, poderia levá-lo a favorecer “a influência e o domínio geoestratégico da China e dos interesses chineses sobre a independência nacional, sobre o controlo e gestão dos recursos naturais e sobre a capacidade de decisão colectiva do Estado angolano”.
 
Manuel Vicente, ex-presidente do Conselho de Administração da Sonangol, foi nomeado ministro de Estado em Janeiro de 2012, e foi eleito vice-presidente nas eleições de 31 de Agosto de 2012. A 6 de Setembro de 2012, já depois de eleito e antes da sua tomada de posse, Vicente aceitou a renovação do seu cargo de director da empresa China-Sonangol International Holding.
 
Mais de dois terços do capital social da China-Sonangol são detidos por sócios chineses, através da Dayuan International Development Limited. Documentos apresentados ao Procurador-Geral da República mostram que a Dayuan adquiriu a sua participação maioritária na China Sonangol através de um investimento de apenas US $7.000. A Dayuan tem a sua sede em Queensway, Hong Kong, no mesmo edifício que a China-Sonangol.
 
A Sonangol detém uma participação minoritária de 30 porcento na China-Sonangol. A petrolífera nacional, por lei, “é detentora exclusiva de direitos para a prospecção, pesquisa e produção de hidrocarbonetos líquidos e gasosos”.
 
De acordo com a queixa-crime, Manuel Vicente era o responsável máximo da Sonangol à data da criação da China-Sonangol. A sua permanência no cargo dessa empresa chinesa levanta, segundo o denunciante, questões sobre eventuais actos corrupção e tráfico de influências. Estas práticas são proibidas pela lei angolana e por tratados internacionais de que Angola é signatária.
 
Embora o Artigo 138.º da Constituição não mencione o cargo de vice-presidente explicitamente, a queixa-crime argumenta que, por interpretação extensiva, a lei deve aplicar-se ao vice-presidente como membro pleno do Executivo.


fonte: makaangola

Angola Procura Paradeiro do Presidente.

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O presidente da República, José Eduardo dos Santos, encontra-se ausente do país há mais de 40 dias, sem uma explicação oficial.
 
Por norma, quando o presidente viaja para o interior ou exterior do país, os principais membros dos órgãos de soberania e do seu executivo perfilham-se em cumprimentos de despedida junto ao avião. O ritual repete-se no seu regresso.
 
A 26 de Junho passado, José Eduardo dos Santos embarcou na Base Aérea Militar nº 1, em Luanda, com destino a Barcelona. A sua viagem foi anunciada publicamente pela presidência e destacada pelos mídia estatais como “visita de carácter privado”. Em 34 anos de poder, esta é a primeira vez que Dos Santos se encontra ausente do país, de forma ininterrupta, por mais de um mês.
 
No ano passado, o presidente esteve em Barcelona por duas semanas, em visita privada. À chegada a Luanda, a 11 de Julho de 2012, o então vice-presidente Fernando Dias dos Santos “Nandó”, apresentou-lhe os cumprimentos de boas-vindas, com cobertura mediática. O mesmo aconteceu em 2011 e em 2009.
 
Estranhamente, o presidente apenas realiza ou anuncia visitas privadas a Barcelona. Será a única cidade no mundo que lhe agrada visitar?
 
Rumores, com origem no seu séquito, referem sempre as suas viagens à Espanha como visitas para exames ou tratamento médico. Também se diz que, em algumas ocasiões, o presidente passa apenas por Barcelona, com destino ao leste da Europa, para cuidar da sua saúde em segredo.
 
Em 2006, após uma fuga de informação ter gerado notícias na imprensa brasileira, a Presidência da República sancionou a divulgação da informação em Angola sobre o internamento do presidente numa clínica no Rio de Janeiro, Brasil.
 
A notícia indicava que Dos Santos havia tido “uma reacção alérgica ao iodo radioactivo usado como contraste num exame, mas já teve alta e está de boa saúde”.
 
A Angop referiu também que o Chefe de Estado padecia, há alguns anos, de uma lesão no tendão de Aquiles, do pé esquerdo.
 
José Eduardo dos Santos é, antes de tudo, um ser humano. É espantoso como a sua imagem foi construída como alguém que não adoece nem precisa de férias, mas apenas de visitas privadas a Barcelona.
 
A ausência injustificada do presidente do país é uma grande falta de respeito à sociedade angolana. É um acto de arrogância que demonstra, sobremaneira, o grau cumulativo de indiferença, apatia e ignorância que enfermam a nossa sociedade.
 
No entanto, o cerne da questão, sobre a ausência do presidente, pouco tem a ver com o seu estado de saúde. A preocupação deve ser mais profunda.
 
Estranhamente, a ausência do presidente Dos Santos gera um ambiente político sereno. O sistema de auto-gestão do seu executivo é menos danoso: “patrão fora, dia santo na loja”. A população, no geral, manifesta indiferença à sua ausência. Essa indiferença pode ser interpretada como um alívio no contexto actual em que o regime se serve apenas do Estado e trata a população, para além da necessidade do voto, como marginal.
 
De certo modo, a sociedade sente mais a presença do presidente em quatro vertentes fundamentais: a sua especialidade no controlo do aparelho repressivo; a sua mestria na gestão dos assuntos e fundos do Estado como actos sobre a sua propriedade privada; a sua excelência na manipulação dos jogos de intrigas políticas, sociais e económicas a seu favor; o seu poder de infiltração e corrupção de governos estrangeiros, sobretudo o português, por via da satisfação dos seus interesses económicos, para sua legitimação e protecção internacional.
 
Caso Angola tivesse instituições soberanas subordinadas ao Estado democrático e de direito, a Assembleia Nacional, já deveria estar a trabalhar na substituição do líder ausente.
 
A lei concede a todos os funcionários públicos, incluindo o mais alto magistrado da Nação, um período de férias anual de 30 dias. O presidente da República não está acima da lei, como ele próprio cinicamente faz questão de lembrar aos seus principais críticos. Do mais alto servidor público esperam-se exemplos que inspirem o escrupuloso cumprimento da lei.
 
Ao exceder largamente o período de férias a que tem direito, sem justificação oficial, José Eduardo dos Santos incorre no acto de abandono do lugar. Cabe ao Tribunal Constitucional, de acordo com a Constituição, verificar a vacatura do cargo de presidente da República.
 
Ninguém nega a Dos Santos, como qualquer servidor público, o direito de desfrutar de férias anuais. Como qualquer mortal, ninguém exige que JES seja imune a doenças e à necessidade de assistência médica.Mas férias ou idas a médicos explicam-se facilmente. Todos os angolanos aceitariam com naturalidade a informação de que o presidente da República está enfermo. Quem está livre disso? Fazer de Dos Santos um ser mitológico como o grego Aquiles, aparentemente imune a doenças e de todo invulnerável, excepto no tendão, só provoca especulações. A questão fundamental reside em aferir até que ponto José Eduardo dos Santos faz falta à sociedade, na condição de presidente. O fim do seu poder significaria o caos para Angola ou o início de uma nova era de liberdade e democratização efectiva? Ao ignorar o poder dos soberanos que o elegeram, de forma atípica, José Eduardo dos Santos legitima as exigências para a sua demissão.O país não deve continuar refém da figura do actual presidente do MPLA e da República.
fonte: makaangola

O Vice-Rei realiza Orações em Eid Al-Fitr - fim de ramadan.

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Manama, 08 de agosto (BNA) - Sua Alteza Real, o príncipe Salman bin Hamad Al Khalifa, vice de Sua Majestade o Rei realizou a oração de Eid esta manhã na Mesquita Shaikh em West Riffa.
HRH Príncipe Coroado se juntou nas orações com membros da família real, presidentes dos Representantes do Conselho de Shura, ministros, altos funcionários, oficiais superiores do Bahrain, Forças Armadas e Defesa, do Ministério do Interior e da Guarda Nacional, e dezenas de cidadãos.

O Imam emitiu um sermão de Eid Al-Fitr, rezando para que Deus Todo-Poderoso abençoe Bahrain com a continuação da graça, a prosperidade, a segurança e a estabilidade sob a sábia liderança de Sua Majestade o Rei Hamad bin Isa Al Khalifa.

Ele também espera que o jejum e adoração durante o mês sagrado do Ramadã será bem recebido por Deus.

Após as orações de Eid, Sua Alteza Real e Vice de Sua Majestade o Rei e Príncipe trocaram saudações por ocasião do Eid Al Fitr.

fonte: WHQ

Costa do Marfim: Michel Gbagbo, "pronto para a reconciliação".

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Politique:
© Abidjan.net por Atteby
Política: O FPI acolheu o seu militante após sua libertação provisória na
Terça-feira, 6 de agosto de 2013. em Riviera Attoban. Os ex-detentos que receberam liberdade provisória foram brindados com uma recepção calorosa por ativistas e simpatizantes da Frente Popular Marfinense (FPI).

"A reconciliação na Costa do Marfim será um processo longo", disse nesta quarta-feira em Abidjan, Michel Gbagbo, o filho do ex-presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo, um dia após sua
libertação, declarando que ele iria dar sua "contribuição".
"Eu quero que voltemos para uma situação mais tranquila na Costa do Marfim " disse à AFP, Michel Gbagbo, fazendo parte das 14 figuras dos pró-Gbagbo, presos desde a crise pós-eleitoral de 2010-2011, e libertados na terça-feira.
"Eu quero encontrar um país cada vez mais reconciliado, onde se faz política sem violência. Eu quero dar a minha contribuição", acrescentou.
Para ele, essa liberdade provisória é "um passo positivo" e parte do processo de reconciliação.
"Nosso lançamento mostra que o governo faz parte da reconciliação, um longo processo que não vai acontecer durante a noite", elogiou.
"Minha esperança é que esse processo continue para que possamos um dia viver neste país sem violência política com um espírito de tolerância", continuou o filho do ex-presidente da Costa do Marfim.
Michel Gbagbo disse que estava "feliz em falar sobre a liberdade do homem" acima de tudo, no dia da celebração do 53 º aniversário da "independência" da Costa do Marfim do governo francês.
Presidente da Costa do Marfim Alassane Ouattara saudou quarta-feira a fiança concedida a 14 indivíduos pró-Gbagbo, vendo nisso "um ato de apaziguamento".
Michel Gbagbo, de 42 anos, que também tem nacionalidade francesa, foi preso com seu pai em 11 de abril de 2011, em Abidjan, no momento de sua queda. Ele é acusado de crimes económicos, nomeadamente peculato.
De acordo com sua família, Michel Gbagbo antes da queda de seu pai, foi professor e consultor por um comitê do governo encarregado de organizar o retorno do pessoal do Estado nas zonas abandonadas durante o conflito inter-marfinense em 2002.
Conflito que nasceu com a recusa de Laurent Gbagbo de ceder o poder a Alassane Ouattara após perder a eleição presidencial em novembro de 2010, a crise fez com que cerca de 3.000 pessoas perdessem vidas e foi o culminar de uma década de turbulência.
Gbagbo está detido desde o final de 2011 em Haia pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), e é suspeito de crimes contra a humanidade.

Por: ck / jmc "

fonte: abidjan.net

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Senegal: Renovação da Frota de transporte urbano: 310 novos ônibus(autocarros) postos em circulação em Dakar.

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O parque dos ônibus(transporte coletivo) acaba de acrescentar mais 310 novos veículos. A cerimônia da entrega simbólica foi ontem, na nova estação de ônibus do Jardim de Pikine, com a presença do Secretário-Geral do Ministério das Infra-estruturas e Transportes, Aubin Sagna, e o Diretor-Geral do Conselho Executivo de Transporte Urbano de Dakar, Alioune Thiam.

O processo de renovação da frota de trânsito na região de Dakar continua com a entrega de 310 microônibus(mini-autocarros) de marca Tata, aos membros da Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU). Este pacote se acrescenta  aos 90 atualmente em serviço e completa o primeiro ato da terceira fase do programa de renovação da frota, que deve atingir um total de 702 microônibus. "O segundo ato desta terceira fase envolve 300 veículos cuja marca será conhecido nos próximos dias. Quando a terceira fase for completamente executada, o número total de veículos substituídos em Dacar será aumentada para 1.607, ou mais de 60% dos cerca de 2.500 unidades no parque. Isto significa que tantos os "carros rápidos" e "Ndiaga ndiaye", estes serão colocados para fora de uso e removidos da rede ", disse Jules Aubin Sagna, secretário-geral do Ministério da Infra-estrutura e Transportes.

Entrou na sua fase ativa a partir de 2005, o programa de renovação da frota "carros rápidos" e "Ndiaga Ndiaye" dependem de operadoras que já trabalham no setor e estão organizados em 15 grupos de interesses económicos que fazem parte da empresa Dikk Dakar Dem. Assim, a primeira operação, financiada pelo Banco Mundial aos operadores da AFTU chega a 10,7 bilhões de francos CFA, com foco na marca Tata, 505 microônibus foram divulgados entre dezembro de 2005 a setembro 2008.

Um crédito de 3,5 bilhões de francos CFA

Dois anos mais tarde, entre 2010 e 2012, a segunda operação foi realizada com o apoio da República Popular da China que disponibilizou um crédito para o Senegal para adquirir 402 microônibus. A terceira operação, que começou em agosto de 2012 e vai durar até junho de 2014, foi financiado pelo Estado do Senegal por meio de um fundo rotativo, destinado a manter a operação de renovação da frota, que são feitas através de operadores reconhecidos. "Graças a esse novo sistema, assim começou a terceira operação de 700 veículos. Atualmente, o programa está sendo ampliado em seis capitais regionais e AFTU recebeu um mandato do Cetud para apoiar a implementação ", disse o Alioune Thiam, Diretor Geral Cetud.

Por sua parte, o secretário-geral do Ministério das Infra-estruturas e Transportes, elogiou o desempenho do AFTU no reembolso dos empréstimos que lhe permitiu receber uma linha de crédito de 13,5 mil milhões de francos CFA dos bancos locais. E uma parte dessa bonança financeira que será usado, de acordo com Jules Aubin Sagna, para iniciar a  renovação da frota Thies, Luga, St. Louis, Kaolack, Ziguinchor e Tambacounda.

Certamente, esta é a quarta vez que acontece uma cerimônia de entrega simbólica a principais stands, mas Amar Mbaye, vice-presidente de AFTU, disse ontem que é especial porque vem em um contexto onde persistem rumores que sugerem que as transportadoras se retiraram e, consequentemente, o programa tinha caído na água. "É falso, o programa continua e nós continuamos empenhados em continuar ao lado do Estado. Este tipo de projeto é único no mundo. Devemos apoiar e torná-lo mais viável ", disse ele. Além disso, Amar Mbaye foi vaiado por motoristas sobre a preservação e manutenção dos veículos, enquanto isso, pediu ao estado para olhar para o estado de algumas estradas intransitáveis ​​nos subúrbios com a chegada do inverno, para que os micro-ônibus possam ter acesso .

As Formações para um comportamento mais responsável dos condutores

À margem da cerimónia ocorreu com entrega de chaves, certificados de formação que foram emitidos pelos operadores da Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU). Além de renovação da frota, este programa de reestruturação total do sistema de transporte, cujo objetivo é a profissionalização da exploração. Para este fim, Jules Aubin Sagna convidou Cetud para continuar a desenvolver programas de formação que começaram a dar frutos. "Mudanças positivas têm sido de fato observado no comportamento dos agentes que operam desde o lançamento de novos veículos, resultantes, nomeadamente, do cumprimento das rotas e paradas e condução mais responsável sob as regras da estrada" , disse ele. A continuação do programa de treinamento de pessoal deve seguir exemplos da AFTU para outros atores do sistema de transporte privado, disse ele que espera isso.

O AFTU enfrenta a ameaça de greve dos motoristas

O Secretário-Geral Djibril Ndiaye quer clareza. Sua organização, a Associação para o financiamento do transporte urbano (AFTU), que reagrupe as transportadoras, de modo que os proprietários de veículos de transporte público não fiquem nem de perto e nem de longe da greve anunciada pelo sindicato Alassane Ndoye para 12 e 13 de agosto. Para ele, as razões apontadas pelo sindicato dos motoristas para ir à greve não retêm água. "Esta estação vai permitir que as transportadoras concentrem seus veículos para o Estado para fazer o fluxo de caixa e de clientes para ser no conforto.

Você não pode compreender que uma união decide entrar em greve e a opor-se de tudo isso, simplesmente porque seus membros não podem receber o que eles chamam em seu jargão de "mandato". Com a entrada em funcionamento da nova estação, essa prática insalubre vai desaparecer porque vai ser gerenciado por um prestador de serviços que irá recolher dinheiro para o Estado. Essa deve ser a razão pela qual eles não podem continuar a viver na ilegalidade e informal ", disse Djibril Ndiaye. De acordo com o Sr. Ndiaye, Alassane Ndoyeparle falou em nome dos motoristas, e não das operadoras. "Quem disse que a greve não são de transportadoras, mas sim de motoristas? Se faça saber aos senegaleses que Alassane Ndoye não é uma transportador. É um sindicalista que representa os motoristas quando eles têm conflitos com os empregadores. Se, portanto, se declara uma greve, não foi o AFTU que a organizou ", frisou. O AFTU, tem uma nova dinâmica que a levou a contrair empréstimos em bancos, e não pode dar ao luxo de parar seus veículos, acrescentou. Muito irritado, o Sr. Ndiaye afirma que o setor de transporte tem um problema de gestão porque ninguém quer investir em pessoas que se declaram como transportadoras quando eles não têm veículos.

"Hoje é o AFTU o elemento central do sistema de transportes no Senegal, porque temos ônibus e ônibus intermunicipais que vão para todas as regiões", diz Djibril Ndiaye.

Por: Elh. I. Thiam

fonte: lesoleil.sn

Marrocos: Casablanca volta a ser palco de protestos contra perdão a pedófilo.

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Espanha decreta prisão preventiva de pedófilo que teve indulto no Marrocos
O Homem foi detido nesta segunda na Espanha. Ele foi condenado a 30 anos de prisão no Marrocos, mas teve perdão do rei.

Mais de 2.000 pessoas saíram na terça-feira às ruas de Casablanca, a maior cidade de Marrocos, contra o perdão real concedido por erro pelo rei Mohamed VI a um pedófilo espanhol, constatou um jornalista da agência AFP.

Casablanca volta a ser palco de protestos contra perdão a pedófilo

"Nós queremos uma reforma da justiça", "Dignidade e Justiça", "o povo quer que os culpados sejam julgados", gritavam os manifestantes na praça Mohamed V, no centro de Casablanca.
Marrocos tem sido palco de um grande movimento de indignação depois de ter sido concedido um perdão real, a 30 de julho, a 48 presos espanhóis, entre os quais Daniel Galvan, de 63 anos, condenado em 2011 a 30 anos de prisão por violação de 11 menores.
Depois de vários dias de protestos no reino, o perdão foi anulado pelo rei no domingo, e o espanhol foi detido na segunda-feira em Espanha e colocado na terça-feira em prisão preventiva.
Na segunda-feira, o rei de Marrocos decidiu demitir o diretor dos serviços prisionais, acusados de terem "transmitido inadvertidamente informações erradas sobre o caso em questão" e no dia seguinte recebeu as famílias das vítimas do pedófilo espanhol para manifestar a sua "compaixão" e "empatia", indicou o Palácio real em comunicado.

fonte: noticiasaominuto.com

O fim do Ramadã é hoje à noite ou amanhã?

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Os fasters franceses esperam evitar a controvérsia que marcou o início do mês sagrado.

Croissant de lune, 2005 / REUTERS

Os muçulmanos franceses saberão hoje em torno de 20h a data do fim do Ramadã. O mês sagrado deve ser concluído nesta quarta-feira, 7 de agosto ou quinta-feira, 8 de agosto ao pôr do sol, relata o Le Parisien.

Como todos os anos, os imãs da Hexagon fixam a olho nu se uma nova lua crescente é visível. Esta fase marca o início de um novo mês no calendário lunar muçulmano, o que significa que o Ramadã termina hoje à noite, diz o artigo. Se os dignatários religiosos não perceberem a nova lua crescente, então a data se postergará para o dia seguinte.

Em caso de mau tempo impedir a observação do céu, os fiéis franceses vão seguir a decisão da maioria dos países muçulmanos, acrescentou o jornal. O festival do Eid al-Fitr, que é realizada após o último dia do Ramadã deve ter lugar na quinta-feira ou sexta-feira, de acordo com o Le Parisien.

Muçulmanos franceses esperam em todo caso, que o fim do mês sagrado não vá causar tanto redemoinho quanto no começo, diz o artigo. Anunciado pela primeira vez em 09 de julho de 2013 pelo Conselho Francês da Fé Muçulmana (CFCM), o primeiro dia do Ramadã, foi adiado para 10 de julho, depois de discussões acaloradas entre as diversas instituições Islâmicas da França.

Por: Lu Le Parisien

fonte: Slate África

Obama se diz decepcionado com a "mentalidade de Guerra Fria" da Rússia.

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Obama participou pela sexta vez do programa 'The Tonight Show' - a quarta como presidente Foto: AP

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta terça-feira estar decepcionado com a Rússia e sua "mentalidade de Guerra Fria" no caso de Edward Snowden, além de ter negado que seu governo tenha "um programa de espionagem doméstica".
"Há momentos nos quais eles (os russos) voltam a cair no pensamento e na mentalidade da Guerra Fria. O que dizemos a eles e ao presidente (Vladimir) Putin é que isso faz parte do passado", afirmou Obama em entrevista ao programa The Tonight Show, do popular apresentador Jay Leno e que será transmitido nesta noite na emissora NBC.
Obama também afirmou estar decepcionado com a decisão da Rússia de ter concedido asilo temporário a Snowden, acusado de espionagem por parte do governo americano por ter divulgado os programas secretos de vigilância da Agência de Segurança Nacional (NSA).
No entanto, Obama indicou que os EUA seguem colaborando com a Rússia em diversos assuntos, como a guerra no Afeganistão e a investigação dos atentados do último dia 15 de abril em Boston, supostamente perpetrados pelos irmãos Tsarnaev, de origem chechena, e que causaram três mortes e deixaram mais de 280 feridos.
Além disso, Obama também declarou que prevê assistir a cúpula do G20, que será realizada em setembro na Rússia. O que a Casa Branca disse estar avaliando é a realização da cúpula bilateral que Obama e Putin têm agendado para antes da cúpula do G20.
Sobre os programas secretos divulgados pelo ex-técnico da CIA, Obama assegurou que os mesmos não são um "componente crucial" da luta antiterrorista dos EUA
"Não temos um programa de espionagem doméstico. O que temos são alguns mecanismos para rastrear um número de telefone ou um endereço de e-mail que esteja conectado a um ataque terrorista. Essa informação é útil", defendeu o presidente americano.
Questionado por Leno sobre como definiria o jovem Snowden, Obama mostrou cautela ao responder: "Não sabemos exatamente o que fez, exceto pelo que disse na internet. É importante não julgá-lo", respondeu o presidente.
Obama revelou que pediu a seu gabinete pensar em uma forma de reduzir o número de funcionários contratados que trabalham nos serviços de inteligência, como era o caso de Snowden. Essa é a sexta aparição de Obama no programa The Tonight Show e a quarta como presidente.
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Grande incêndio fecha maior aeroporto internacional do Quênia.

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De acordo com testemunhas, a fumaça pode ser vista a quilômetros de distância Foto: AP
De acordo com testemunhas, a fumaça pode ser vista a quilômetros de distância
Foto: AP

Um grande incêndio atingiu nesta quarta-feira o maior aeroporto internacional do Quênia, na capital Nairóbi. Autoridades aeroportuárias do país informaram que o Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta foi fechado, para que as equipes de emergência possam combater as chamas, segundo informações da agênciaAP.
A fumaça pode ser vista a quilômetros de distância. De acordo com testemunhas, o incêndio é de grandes proporções, e teria destruído a área de desembarque internacional, no local onde os passageiros, que foram evacuados, passam pela imigração e recolhem sua bagagem.
Voos com destino ao aeroporto foram redirecionados para outros locais do Quênia. Impedidos de embarcar, muitos passageiros aguardavam a normalização da situação nas calçadas do aeroporto, ao lado de suas bagagens.
O secretário de Interior, Mutea Iringo, confirmou o fechamento do aeroporto e assegurou que a situação é "muito séria". O responsável de segurança da Autoridade Aeroportuária do Quênia, Eric Kiraithe, explicou que somente aterrissagens de emergência estão sendo autorizadas.
Até o momento não houve registro de vítimas e a causa do fogo ainda é desconhecida, de acordo com a rede BBC. O aeroporto Jomo Kenyatta é um importante eixo aéreo no leste da África, sendo um ponto de parada para muitos voos em conexão com outros países da região.
fonte: terra.com.br

terça-feira, 6 de agosto de 2013

EUA: Soldado de elite americano muda de sexo.

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Foto: Kristin Beck
Kristin Beck assumiu-se como transgênero após 20 anos no Navy Seals

Chris Beck trabalhou 20 anos no Navy Seals, um comando especial da Marinha dos EUA que frequentemente faz operações secretas em territórios inimigos. Mas ao longo desse período o oficial guardava um segredo pessoal: desde a infância, ele sentia que era uma mulher nascida em um corpo masculino.


Como oficial altamente condecorado da Marinha, o mundo de Beck era duro, machista e às vezes violento. Ele participou de missões sigilosas no Pacífico e no Oriente Médio, inclusive durante a Guerra do Iraque.
Mas, em fevereiro passado, mais de um ano após sua aposentadoria da Marinha, ele trocou sua foto em seu perfil no LinkedIn pela de uma mulher alta, morena, com uma blusa branca, sorrindo diante de uma bandeira americana. E escreveu: "Tiro agora todos os meus disfarces e mostro ao mundo minha verdadeira identidade como mulher".
Chris se tornou Kristin.
Enquanto esperava pela reação de seus antigos colegas de trabalho, Kristin sabia que sua decisão não tinha volta.

Códigos

Os oficiais do Navy Seals participam de algumas das missões militares mais difíceis e perigosas do mundo (uma das unidades em que Kristin trabalhou, por exemplo, foi responsável pela missão que matou Osama Bin Laden no Paquistão, em maio de 2011) e têm, entre si, um código de lealdade, integridade e confiança.
Kristin temia que seus ex-colegas a acusassem de desonrar esse código por assumir-se como transgênero.
Alguns tiveram dificuldades em aceitar a decisão dela, mas as respostas que ela recebeu foram, em sua maioria, positivas.
"Muitos deles disseram 'Kris, não entendo o que você está passando agora, mas sei da sua história", ela conta à BBC. "Meus 'irmãos' do Navy Seal disseram, 'você fez um ótimo trabalho de campo nos últimos 20 anos. Não te entendo, mas te apoio 100% e espero aprender mais a respeito (do que você está passando) e te ver no próximo encontro."
Sabendo que a notícia rapidamente espalharia, Kristin decidiu contar sua própria história antes que alguém fizesse isso para ela.

'Três vidas'

Nas Forças Armadas, Kristin (ainda Chris) trabalhou em missões complexas
Ela é coautora do livro Warrior Princess: A US Navy Seal's Journey to Coming Out Transgender (em tradução livre, "Princesa Guerreira: A Jornada de Uma Navy Seal em se assumir Trangênero"), com Anne Speckhard, professora de psiquiatria da Universidade Georgetown, em Washington.
O livro aborda sua infância em uma família religiosa e socialmente conservadora, suas tentativas de suprimir sua identidade de gênero - ela secretamente comprava roupas femininas e depois as jogava fora - e seus dois casamentos, que fracassaram.
"Eu estava vivendo três vidas", diz Kristin. "Tinha uma vida secreta com minha identidade feminina, minha vida secreta com os Seals e minha vida em casa, que eu compartilhava com minha mulher, filhos, pais e amigos. As pessoas viam fragmentos de mim, mas, em geral, ninguém realmente me conhecia."
As operações especiais ocorridas após os atentados de 11 de Setembro, combinadas com uma vida emocional "totalmente esmagada" fizeram com que Kristin desenvolvesse estresse pós-traumático.
Ela contou que, por anos, lidou com o impacto psicológico de "tanta morte, tanta dor" recorrendo a "cerveja, motos e mais cerveja".
Mas o fato de assumir-se como transgênero teve um "impacto dramático" em seus sintomas de estresse. "Não sinto tanta raiva e durmo melhor, simplesmente porque estou mais feliz", relata. "Muitas pessoas me disseram, 'pela primeira vez estou vendo você sorrir'."

'Não pergunte, não conte'

Comando Navy Seals
Navy Seals são parte de algumas das missões mais perigosas das Forças Armadas
O fim da política "don't ask, don't tell" ("não pergunte, não conte"), em 2011, pôs fim ao veto a pessoas abertamente homossexuais nas Forças Armadas americanas. Mas essa mudança não se aplicou a transgêneros, que ainda podem ser dispensados se descobertos.
Kristin, por sua vez, defende que oficiais transgêneros possam ser realocados dentro das Forças Armadas.
"É uma condição humana", argumenta. "Os militares têm de olhar além do gênero e ver pessoas como eu como indivíduos, não apenas feminino ou masculino, e entender que eu ainda posso fazer um bom trabalho. Posso não conseguir fazer todas as tarefas de antes, mas posso fazer algo diferente - ser analista de inteligência ou oficial de segurança em postos de checagem."
"Ninguém é perfeito", prossegue. "Não sou Conan o Bárbaro, nem sou a Barbie. Somos todos diferentes."
Kristin diz agora que abraça seu novo papel como porta-voz não oficial da comunidade transgênero com o mesmo "espírito guerreiro" de sua carreira militar.
"Recebi e-mails comoventes de pessoas presas a ambientes de dor e preconceito, e (ajudá-las) faz com que tudo valha a pena", conta. "Também recebi e-mails de heterrossexuais dizendo, 'obrigada por seu trabalho (na Marinha). Nunca entendi (o que você passou), mas agora entendo'."
"O medo do desconhecido é o maior problema", agrega Kristin. "Não vou machucar ninguém e não sou contagiosa. Sou apenas eu."
Clique
fonte: BBC

Fundador da Amazon compra jornal The Washington Post por US$250 milhões.

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Bezos comprou a título pessoal, sem envolver a Amazon, apenas a divisão de imprensa do grupo The Washington Post.

NOVA YORK - O conglomerado The Washington Post anunciou nesta segunda-feira (5/8) que vendeu suas atividades de edição, incluindo o jornal de mesmo nome, ao fundador e presidente da Amazon, Jeff Bezos, por 250 milhões de dólares.



Bezos comprou a título pessoal, sem envolver a Amazon, apenas a divisão de imprensa do grupo The Washington Post, que também administra serviços de televisão, rádio e cabo, entre outros.

Este surpreendente anúncio foi feito dias depois de o The New York Times anunciar que aceitou vender o jornal The Boston Globe por 70 milhões de dólares a um investidor norte-americano e proprietário do Liverpool inglês e o Red Sox de Boston.

"Decidimos vender depois que, após administrar durante anos as dificultades do setor, nos demos conta de que poderia haver outro dono que fosse melhor para o Post", disse Donald Graham, presidente e diretor do The Washington Post Company.

"A conhecida tecnologia de Jeff Bezos e seu talento para os negócios, seu olhar a longo prazo e sua integridade pessoal o transformam na pessoa (indicada) para ser dona do 'Post'", acrescentou.

"Entendo o papel crucial que o jornal possui em Washington e em nosso país e os valores do Post não vão mudar", prometeu Bezos. "A internet está transformando quase todos os elementos do negócio das notícias: encurtando os ciclos das notícias, erodindo as fontes de recursos em que já se confiou largamente e permitindo novas formas de concorrência", apontou.

"Não há mapa e traçar um caminho para o futuro não será fácil. Precisaremos inventar, o que significa que precisaremos experimentar". A venda manifesta o desespero do setor para obter novos apoios econômicos que permitam sobreviver à rápida transição do papel à Internet, onde o acesso a grandes quantidades de notícias continua sendo grátis.

O anúncio foi feito dias depois de o The New York Times informar que aceitou vender o jornal The Boston Globe por 70 milhões de dólares a um investidor norte-americano e proprietário do Liverpool inglês e o Red Sox de Boston. The Washington Post é um dos jornais de referência nos Estados Unidos. Recentemente revelou, junto com o britânico The Guardian, os programas de espionagem realizados pelas agências de inteligência norte-americanas.

fonte: correiobrasiliense.com.br

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Senegal: Macky Sall quer mais rapidez na execução dos contratos públicos.

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O presidente da República estima que todos os contratos em atraso de execução serão reduzidos para permitir que o governo possa responder à demanda dos cidadãos que é cada vez mais forte. Mas ele diz que "as salvaguardas estão no local para evitar derrapagens.

O presidente quer mais velocidade na execução de contratos públicos. É por isso que ele tirou o dia de antes de ontem, para dar atenção a Agência de Regulação dos Contratos Públicos (ARMP) e da Direcção dos Contratos Públicos (DCMP) e a sociedade civil sobre a necessidade de reduzir nos registros de tratamento relacionados aos projetos do Estado. "Todo o tempo deve ser reduzido, porque nós temos uma exigência cívica maior e mais forte", disse ele. O Chefe de Estado falava na "Ndogou" (farinha de quebrar o jejum), que ele ofereceu à imprensa. Ele respondeu às críticas claramente delineados por membros da sociedade civil em relação ao que disse recentemente durante o conselho presidencial e relativos a atrasos verificados no processo do Conselho. "Estou emocionado quando eu peço um problema fundamental e que as pessoas trazem para o público, apesar dos esforços do governo e que são reconhecidos pelos nossos parceiros de desenvolvimento. Não se trata disso. Todos os instrumentos existentes são responsáveis ​​por colocar dispositivos que impeçam o desperdício de recursos ", disse o chefe de Estado.

Acerca desse propósito, o presidente lembrou que ele decidiu criar uma estrutura independente que garanta a gestão adequada dos recursos do país: o Serviço Nacional de luta contra a fraude e a corrupção. Ele também enfatiza a criação de uma lei sobre a declaração de bens. "Todos gastos públicos oficiais e todos os direitos de crédito de mais de 500 milhões do orçamento estarão sujeitos à declaração de bens", disse ele.

A essas medidas se acrescenta a reforma do Tribunal de Contas, que tem agora toda a legislação regulamentar, permitindo que este órgão faça seu trabalho de forma independente e à criação de uma "cultura de avaliação". "Nenhum centavo do Estado não pode ser gasto sem justificativa através de mecanismos adequados que foram implementados", insistiu Macky Sall, que acrescentou: "Todas estas reformas visam dar conteúdo real à governança ". Presidente Sall sugeriu que sua equipe está no caminho da democracia. "Eu renunciei a dois anos de exercício do poder. Quando eu falo de cinco a sete anos, temos de acelerar o ritmo. Isso requer mais recursos do governo ", insistiu. A criação de mecanismos eficazes que vão permitir ao país beneficiar das oportunidades de financiamento e acesso ao crédito oferecido pelas potências emergentes. "Nós precisamos ir ao mercado. Mecanismos de mobilização de fundos devem ser ágeis. Queremos garantir que os procedimentos não sejam um obstáculo para alcançar nossas metas de desempenho ", disse ele. Ele afirma que as garantias são postas em prática para que as pessoas não escorreguem.

Finanças: "Senegal também nunca tinha liquidez"

Em termos de governança, as novas autoridades lançaram atos fortes que permitiram ao Senegal recuperar a confiança de seus parceiros, disse Macky Sall. Ele enfatizou que os parceiros decidiram apoiar o Senegal. É por isso que o chefe de Estado não entende porque as pessoas descrevem Senegal como um país que enfrenta uma grave crise. "Senegal nunca foi tão líquido em oposição ao que é dito, apesar da redução do contributo da diáspora, por causa da crise econômica", disse ele. Ele cita como prova o pagamento de salários, a redução da dívida interna, entre outros. O Chefe de Estado lembrou o legado deixado pelos liberais. "Nós encontramos um monte de dívida à nossa chegada. Quando nos dizem que o dinheiro não está fluindo, eu quero saber de que dinheiro estamos falando? Estamos lançando sites. Aqueles que querem trabalhar para o desenvolvimento do país não vão dizer que não há dinheiro ", disse o chefe de Estado.

Na verdade, Macky Sall atribui estas palavras a fraudadores e especuladores. Para eles, ele promete uma luta feroz. "Vou lutar ferozmente contra a fraude, a especulação, dinheiro sujo. Benefícios desse dinheiro para os indivíduos que têm grandes negócios ", disse ele. "Para lutar contra o dinheiro sujo, não vou ter nenhum escrúpulo. Esse dinheiro não é realmente benéfico ao desenvolvimento econômico e social do nosso país ", disse Macky Sall. "A profundeza do país não se refere a isso, ele diz que espera mais apoio do Estado". De acordo com o Presidente da República, o Senegal está em boa rampa e à comunidade internacional entendeu isso. "Existe uma leitura de código em cada país. Senegal e Gana são os dois países citados como exemplo, na África Ocidental, na reforma de suas instituições, observou ele. "Reconhecendo o direito da oposição criticar, Macky Sall é ofendido que algumas pessoas que querem construir suas opiniões na opinião nacional. "As Capelas políticas fazem o seu trabalho. Precisamos de oposição crítica, mas que não se torne o estado da opinião pública ", disse ele.

 Mais apoio para o desenvolvimento rural

No que diz respeito ao emprego rural e juventude, Macky Sall declarou as suas prioridades. Lamentando a fraqueza do apoio até agora para as áreas rurais, eu estou empenhado em fornecer o maior apoio a este sector que detém actualmente mais de 65% da população. Este apoio, segue, de acordo com Macky Sall, uma política de equipamento ultrapassados. Assim, ele anunciou a aquisição de equipamentos agrícolas modernos. O Chefe de Estado é ciente de que o setor agrícola pode ser um gerador de empregos, e por isso a luta contra o desemprego dos jovens. Ele disse que o governo vai, nos próximos anos, equipar as zonas rurais com pequenos tratores e equipamentos. Ele revelou que, este ano, mais de 1,5 mil milhões de francos CFA serão distribuídos para a aquisição de equipamento de reboque. Além disso, para desenvolver a agricultura, o chefe de Estado quer uma revisão da propriedade manifestando a sua vontade de renovar o capital semente para aumentar a produtividade. Para o arroz, ele estabeleceu uma meta de produção de 800 mil toneladas. O turismo também é uma outra alavanca que Macky Sall apoia na luta contra o desemprego dos jovens. Para melhor aproveitar o enorme potencial deste sector, enfatizou a formação profissional. Macky Sall anunciou, para breve, duas escolas de formação profissional em Sandiara e Fatick. A dinâmica será mantida, com a implementação destas escolas em Ziguinchor, Saint-Louis, Kaolack e em outras regiões do Senegal.

Produção da Senelec: 508 megawatts até 2016

Macky Sall saudou a melhoria do fornecimento de electricidade. Ele anunciou a chegada, em 2016, a produção da geradora de energia SENELEC em 508 megawatts.

No campo da energia, o Chefe de Estado disse solução estrutural é preferencial para atender às necessidades de Senegal que não podem ser satisfeitas sem reformas. "O melhor ainda está por vir", garantiu Macky Sall. Segundo ele, a produção será aumentada para 800 megawatts, sem dar uma data. Macky Sall lembrou de ter tomado o poder em uma situação "difícil". Ao assumir o cargo, ele disse que os atos realizados ao longo das linhas através de um ajuste rápido torna-se prioridade emergente.

Redução dos preços de certos produtos essenciais, ajudar mais de 800 mil pessoas ameaçadas pela fome, a renúncia do Estado em 29 mil milhões de francos CFA, devido ao declínio no imposto sobre os salários, para aumentar o poder compras, etc.

"Não há nenhuma nuvem entre mim e Niasse"

O secretário-geral da Aliança para a República, Macky Sall, descartou, antes de ontem, que não há qualquer conflito entre o Presidente da Assembleia Nacional Niasse e ele. "Não há nenhuma nuvem entre Niasse e eu. Nós não temos nenhum problema ", disse o presidente Sall, entrevistado antes de ontem no debate sobre a renovação do exercício da Assembleia Nacional, incluindo o presidente. O líder da Coalizão Bennoo Bokk Yaakar disse: "Ele (Niasse) tem a nossa confiança e precisamos renovar o seu mandato que será renovado. Quando da investiduras em lei, nós temos feito com base em acordos políticos. Caminhamos juntos, de acordo com os nossos respectivos compromissos ", disse o presidente Sall.

Macky Sall ficou triste de ver alguns políticos tomarem posições para criar conflitos. "Você deve ir para uma instituição em crise por causa de políticos que podem estar com pressa? A marca do Senegal é a sua estabilidade institucional, a democracia pacífica. Não devemos agir assim, porque temos ambições pessoais, levando a instabilidade. "

No que diz respeito às reformas institucionais, Sall disse que espera pelo relatório da comissão nacional por ele solicitado, embora salientando que a última palavra é a dele como o garante da Constituição.

O chefe de Estado destaca os ataques contra seus aliados

O Presidente Macky Sall destacou ataques feitos por seus aliados da coalizão ", Macky 2012" contra os líderes Bennoo Bokk Yaakaar. "Eu quero me distinguir a partir desta posição, pois não reflete o respeito. Nós não podemos dizer a esses aliados: podem se retirar. Esta não é uma maneira correta de falar com as pessoas ", desculpe é sou o chefe de Estado. Macky Sall acrescentou: "Isso não faz sentido. Se os meus amigos realmente querem me ajudar, eles não deveriam fazer isso. Esta é a melhor maneira de servir a um presidente. Como podemos observar os parceiros com quem tenho relações, não posso dizer peguem vosso afastamento. Faz fronteira com a falta de jeito. " Com os boatos da remodelação do gabinete, o presidente pediu a seus ministros para continuarem trabalhando. "Estou ciente de que eu trabalho para o Senegal. Se a posição não é bem conservada, eu faço alterações sem escrúpulos. Eu faço isso nos melhores interesses do país. Peço-lhes para continuarem trabalhando. O presidente vai fazer o que tem que fazer. " A audiência que concedi a Sra. Nafissatou Diop, responsável do Partido Rewmi, Macky Sall disse que a advogada manifestou o seu desejo de trabalhar com ele. "Eu a acolhi com muito prazer para vir trabalhar comigo. Precisamos de habilidades em todas as áreas", disse o Chefe de Estado de que não debocha de ninguém

Relatório DIONE e Mamadou Babacar Gueye

fonte: lesoleil.sn


EUA manterão embaixadas fechadas até 10 de agosto.

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WASHINGTON, District of Columbia (AFP)

Os Estados Unidos informaram neste domingo sua decisão de prolongar o fechamento de algumas de suas embaixadas e consulados no Oriente Médio e norte da África até 10 de agosto por questões de segurança. Ao todo, 19 embaixadas e consulados ficarão fechados ao longo da semana. O departamento de Estado também informou que um número adicional de representações será submetido à mesma medida preventiva, enquanto outras serão reabertas na segunda-feira. "Isto não é uma indicação de novas ameaças, apensa indica nosso compromisso no exercício da prudência e tomar as medidas apropriadas para proteger nossos funcionários, incluindo funcionários locais e visitantes, em nossa representações", afirmou a porta-voz do departamento de Estado, Jen Psaki. O texto afirma que as missões diplomáticas em Abu Dhabi, Amã, Cairo, Riad, Daran, Jidá, Doha, Dubai, Cidade do Kuwait, Manama, Muscat, Sanaa, Trípoli, Antanarivo, Bujumbura, Djibuti, Cartum, Kigali e Port Louis ficarão fechadas de segunda até o próximo sábado. Nesta segunda-feira serão reabertas ao público as representações de Daca, Argel, Nouakchott, Cabul, Herat, Mazar el Sharif, Bagdá, Basra e Erbil. Os Estados Unidos decidiram durante a semana fechar a maior parte de seus consulados e embaixadas nos países árabes, 22 no total. Essa decisão foi consequência da interceptação de conversas telefônicas de líderes da Al-Qaeda sobre operações relativas à realização de um ataque de grande magnitude. O alerta foi levado a sério pelos países envolvidos. No Iêmen, as medidas de segurança foram reforçadas após a advertência emitida por Washington. Em Amã, as medidas de segurança foram reforçadas em torno da embaixada americana, segundo uma autoridade jordaniana, descartando, no entanto, que haja ameaças específicas. Em Sanaa, as forças de segurança iemenitas, apoiadas por veículos blindados, foram mobilizadas em frente às embaixadas fechadas de Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha, entre outros países, enquanto um drone (avião não tripulado) provavelmente americano, sobrevoava a capital durante a tarde, segundo os moradores. O bairro de Hadda, no sul de Sanaa, onde está a maior parte das embaixadas e residências diplomáticas, entre elas as de França, Alemanha e Arábia Saudita, estava repleto de homens das forças especiais da Guarda Presidencial. "Nós já estávamos em estado de alerta, mas redobramos a vigilância", declarou um policial iemenita à AFP. O Alto Comitê de Segurança fez no início da semana operações nas estradas dos arredores de Sanaa e nas vias que ligam a capital às grandes cidades do país. "É uma medida preventiva durante os seis últimos dias do Ramadã", período marcado com frequência por atos de violência causados por extremistas, segundo uma fonte de segurança. As autoridades iemenitas ainda não se pronunciaram sobre o alerta de atentados ou as medidas de fechamento de embaixadas. === Ameaça global === Além dos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha decidiram fechar suas embaixadas neste domingo e na segunda-feira. A ameaça de atentados da Al-Qaeda afeta todas as representações ocidentais, advertiu o chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos, Martin Dempsey. As ameaças são "mais específicas", mas não se sabe o alvo exato. O alerta de Washington indicava um risco elevado de atentados da Al-Qaeda em agosto, "principalmente no Oriente Médio e no norte da África" e "na Península Arábica". Uma reunião sobre as ameaças terroristas da Al-Qaeda foi realizada sábado na Casa Branca. O fechamento da embaixada da França pode durar "vários dias", indicou o presidente francês, François Hollande, enquanto o Canadá decidiu fechar de forma preventiva sua representação diplomática em Dacca, Bangladesh. No sábado, a Interpol também emitiu um alerta global de segurança no qual pedia que os países membros desta organização de cooperação policial aumentassem a vigilância frente à ameaça da Al-Qaeda, já que o mês de agosto marca o aniversário de vários "ataques terroristas violentos" em Índia, Rússia e Indonésia. Em uma gravação que circula nos fóruns jihadistas há um mês, o líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, acusa os Estados Unidos de terem armado um "complô" com o Exército egípcio e com a minoria copta para destituir o presidente islamita Mohamed Mursi no início de julho. Na quinta-feira, o presidente americano, Barack Obama, agradeceu ao seu colega iemenita Abd Rabbo Mansur Hadi, em visita aos Estados Unidos, por sua "sólida cooperação" na luta contra a Al-Qaeda. A visita de Hadi ocorreu no momento em que Washington realiza várias operações contra os radicais islâmicos no Iêmen, em particular bombardeios de drones (aviões não tripulados), com a autorização tácita de Sanaa, que enfrenta a violência de grupos armados. A Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), com base no Iêmen e muito ativa, é considerada pelos Estados Unidos o braço mais perigoso da rede extremista no mundo.

Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha decidiram fechar suas embaixadas neste domingo e na segunda-feira, após o anúncio feito na quinta por Washington do fechamento de 22 consulados e embaixadas.

fonte: AFP


Cabo Verde: Passageiros vão passar a pagar taxa de segurança aeroportuária.

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Passageiros vão passar a pagar taxa de segurança aeroportuária
A Agência de Aviação Civil (AAC) institui a Taxa de Segurança Aeroportuária (TSA) no valor de 149$00 por passageiro, nos voos doméstico, e 2,17 euros nos internacionais, avançou a agência de notícias de Cabo Verde.
De acordo com o diploma publicado no Boletim Oficial nº 41, II Série, de 2 de Agosto, a taxa que passa a ser cobrada a partir de 2014, visa a “recuperação dos custos das medidas de segurança” destinadas a proteger a aviação civil contra actos de “interferência ilícita”.
Os valores cobrados constituem receitas da entidade gestora dos aeroportos e destinam-se “exclusivamente a cobrir o custo da prestação do serviço de segurança”, a aquisição, o financiamento, a instalação, funcionamento e manutenção dos equipamentos, e ainda a compra de serviços e materiais.
O montante da taxa foi calculado com base nos custos da operacionalidade, capital e o volume de passageiros esperados no período de 2013 a 2022.
Também foram considerados a soma dos custos operacionais, principalmente o custo de pessoal de segurança, incluindo os salários e formação, e de manutenções; a depreciação dos equipamentos e outros bens para fornecer o serviço; e a rentabilidade do capital
O diploma refere que estão isentos do pagamento desta taxa de segurança os títulos de passagens emitidos para crianças com menos de dois anos de idade e os passageiros que, incluídos em missões oficiais, embarquem em aeronaves ao serviço do Estado de Cabo Verde ou Estado estrangeiro, em regime de reciprocidade.
Quanto às cobranças, o diploma aponta que serão feitas pelos transportadores aéreos ou seus agentes, no acto de emissão do título de passagem e depositada numa conta bancária que a entidade gestora dos aeródromos indicar.
O documento salienta ainda que a Agência de Aviação Civil pode proceder à actualização dos valores da taxa TSA, sempre que este considere justificado, mediante alteração do regulamento.

fonte: expressodasilhas.sapo.cv

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