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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cuba: Honras fúnebres do general-de-corpo-de-exército da reserva Sixto Batista Santana.

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OFERENDAS florais do líder histórico da Revolução Fidel Castro Ruz, e do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz foram depositadas junto das cinzas do general-de-corpo-de-exército da reserva, Sixto Batista Santana.
Honras fúnebres do general-de-corpo-de-exército da reserva Sixto Batista Santana

Durante as honras fúnebres, realizadas na segunda-feira, 30 de junho, no cemitério Colombo, de Havana, o general-de-corpo-de-exército Ramón Espinosa Martín, vice-ministro das Forças Armadas (FARs), expressou que o desaparecimento físico de Sixto Batista causou grande comoção, “por sua limpa e brilhante folha de serviços prestados à Pátria e porque constituía uma pessoa que conseguiu ganhar o afeto de todos os que o conheciam”.
 “Apesar de sua doença, sempre o observamos fazendo um grande esforço para dar sua contribuição à Revolução, com a mesma atitude e inteireza que o caracterizou sempre”, manifestou o general-de-corpo-de-exército Espinosa Martín.
 De sua parte, Ulises Rosales del Toro, vice-presidente do Conselho de Ministros, referiu que a morte daquele que foi seu companheiro em inúmeras tarefas é uma grande perda, pois “para os homens e mulheres de nossa geração, é um ícone”.
 A cerimônia foi presidida pelos membros do Bureau Político, generais-de-corpo-de-exército Abelardo Colomé Ibarra e Leopoldo Cintra Frías, ministros do Interior (Minint) e das Forças Armadas Revolucionarias, respectivamente; dirigentes do Partido e do governo, oficiais de altapatente das FARs e do Minint, assim como por familiares.

Por: Arianna Ceballo González
# graanma.cu

Guiné-Bissau: Moçambique aplaude acto eleitoral.

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Armando Guebuza (foto AP)

O Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, aplaudiu esta terça-feira a eleição de um novo Presidente e Governo na Guiné-Bissau, após dois anos de autoridades de transição, defendendo o apoio internacional, mas também cautela no respeito pela Constituição.

«Devíamos todos festejar o momento que a Guiné acaba de ter, com a cautela necessária, mas devíamos festejar», declarou Armando Guebuza, em Lisboa, destacando que o resultado daseleições no país representou «uma vitória».

No entanto, a situação «exige sempre a cautela de termos a certeza de que tudo vai continuar a respeitar as normas e a Constituição deste país irmão», disse.

Armando Guebuza prometeu o apoio de Moçambique e de outros países, incluindo Portugal, às novas autoridades da Guiné-Bissau.


«Nós estaremos juntos, com Portugal, nessa batalha de apoio e com os outros países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e eu creio, também, com a própria União Africana», declarou.


# abola.pt

terça-feira, 1 de julho de 2014

Angola lidera Fórum dos PALOP.

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Fotografia: Francisco Bernardo

O Chefe de Estado angolano foi eleito ontem presidente do Fórum dos Países de Língua Oficial Portuguesa (FORPALOP) para o período 2014-2016..


José Eduardo dos Santos vai assim liderar o processo de reforma da organização de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, com o objectivo de reforçar a unidade entre os Estados membros e facilitar a concertação de posições sobre problemas de interesse comum.
No discurso que proferiu na abertura da Cimeira, o Chefe de Estado angolano considerou a institucionalização do FORPALOP um passo que vai permitir uma melhor afirmação e promoção dos interesses dos Estados membros no contexto das organizações internacionais, regionais e sub-regionais.
“Os PALOP têm problemas específicos comuns que requerem instrumentos diferenciados de intervenção fora do contexto da CPLP”, defendeu o líder angolano, para quem só a harmonia entre as nações africanas de língua portuguesa pode determinar a força e influência nas tomadas de decisões em foros mais alargados onde se discutam os problemas e se procuram soluções, em prol das causas africanas.

Apelo à unidade

O Chefe de Estado angolano disse ainda que os novos desafios dos países africanos exigem a preservação da “unidade de pensamento e de acção”, tendo em conta as transformações ocorridas na conjuntura internacional. “Quanto mais próximos e unidos estivermos, trocando ideias e experiências, mais facilmente conseguiremos encontrar respostas adequadas para realização desses objectivos”, defendeu.
O Presidente angolano referiu-se à “herança pesada do colonialismo”, agravada, como disse, por “conflitos de índole diversa e por tentativas de neocolonização de potências estrangeiras”. “São muitos ainda os obstáculos que temos de vencer nos domínios da erradicação da pobreza, da fome, do analfabetismo, da igualdade de género, da redução da mortalidade infantil, do combate ao VIH, à malária e outras doenças egarantir a sustentabilidade ambiental”, sublinhou.

Prioridade para a Paz

O líder do FORPALOP também destacou os desafios de natureza política, como a paz, a segurança, a consolidação da democracia e do estado democrático de direito, a promoção dos direitos humanos e a boa governação. José Eduardo dos Santos considerou a paz e o desenvolvimento sustentado como a “grande causa africana” e primeira prioridade do Fórum dos PALOP. “Ela é a nossa prioridade, tendo em linha de conta que todos os outros factores giram em torno desse eixo fundamental”.
A Guiné-Bissau mereceu um destaque especial na intervenção do Presidente angolano, que elogiou a forma como decorreram as eleições naquele país. José Eduardo dos Santos, ao dirigir-se ao Presidente José Mário Vaz, disse estar certo de que a vitória eleitoral representa um primeiro passo para a completa normalização da ordem constitucional da Guiné-Bissau e para a plena reinserção no concerto das nações africanas e de todo o mundo. “A República de Angola é sempre solidária com os povos irmãos que integram a nossa organização na preservação da paz e da ordem constitucional”, sublinhou.

Momento ímpar


O Presidente de Cabo Verde também saudou a eleição de José Mário Vaz como Presidente da Guiné-Bissau.
Um facto de relevo no actual contexto dos PALOP, que cria o Fórum de concertação política e diplomática, logo a seguir à Cimeira da União Africana em Malabo, Guiné Equatorial, e antes da Cimeira da CPLP, que se realiza em Dili, Timor-Leste.
Jorge de Almeida Fonseca particularizou as mudanças registadas nos últimos anos na cena internacional e nas próprias sociedades africanas de língua oficial portuguesa, razão primeira do desejo dos países africanos de expressão portuguesa de operarem uma viragem na organização. Para oPresidente cabo-verdiano é de esperar que a conversão da organização em Fórum PALOP, organismo dotado de uma agenda de alcance operacional e estratégico mais amplo que o do figurino anterior, impulsione as consultas políticas, de concertação e formação de posições comuns e de interesse das nações que integram o espaço PALOP.
Para um Fórum PALOP mais robusto, coeso, interveniente e eficaz, disse Jorge de Almeida Fonseca, é necessário que os seus integrantes se revejam e se realizem nas suas dimensões estratégicas e programáticas.
O líder cabo-verdiano considerou fundamental que no processo de redefinição da sua identidade, para evitar sobreposição ou colisão com outras organizações, como a CPLP, o FORPALOP se coíba de “avançar em direcção a domínios que estejam a ser abordados e tratados por outros espaços, favorecendo os mesmos objectivos e destinatários\".
Os líderes dos PALOP encorajaram o Presidente angolano a prosseguir com os esforços na materialização de “acções identificadas e não concluídas”, no quadro da cooperação dos cinco Países Africanos de Língua Oficial portuguesa, “com vista a uma actuação conjunta cada vez mais significativa e influente”.
Os Chefes de Estado recomendaram a revisão dos acordos e protocolos de cooperação existentes entre os cinco países, assim como a identificação de outras áreas de cooperação futura, com particular realce para a vertente empresarial, tendo em vista o reforço dos programas de cooperação em torno dos objectivos comuns e partilhados.
Os líderes dos cinco Países Africanos de Línguaq Oficial Portugesa congratularam-se pela “forma ordeira e pacífica\" como decorreram as recentes eleições gerais na Guiné-Bissau e felicitaram José Mário Vaz pela sua eleição para o  cargo de Presidente da República. Apelaram àcomunidade internacional a prestar à Guiné-Bissau apoio aos programas de desenvolvimento e ao fundo de emergência.
Os Chefes de Estado do FORPALOP reiteraram o seu apoio à candidatura de Angola a membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para o período 2015-2017, e agradeceram ao Presidente José Eduardo dos Santos pelo “acolhimento caloroso e fraternal\" que lhes foi reservado e às suas delegações, durante a sua estada em Luanda, assim como pelas excelentes condições criadas que proporcionaram os resultados alcançados pela Cimeira. Esta Cimeira estava agendada de início para ter lugar em Cabo Verde. Durante a Cimeira de Luanda foi analisada a situação política prevalecente nos PALOP, tendo os Chefes de Estado manifestado a sua satisfação pelo actual nível das relações políticas e de cooperação. Reafirmaram os laços profundos que os unem e a sua disposição de contribuir activamente para que os cinco países possam desenvolver as suas enormes potencialidades.
Em relação à situação regional e internacional, os Chefes de Estado e de Governo manifestaram a sua preocupação quanto às situações de conflito que prevalecem nalguns países do continente africano e a crescente ameaça do terrorismo internacional em África.
Neste sentido, reiteraram a necessidade da resolução pacífica de crises, através do diálogo e negociação, permitindo deste modo que sejam preservados os direitos fundamentais dos cidadãos. Os estadistas reafirmaram, deste modo, o apoio dos seus países aos esforços da comunidade internacional na luta contra o terrorismo, tráfico de drogas e de seres humanos e outros crimes transfronteiriços. A próxima Cimeira do Fórum PALOP tem lugar em 2016, em Cabo Verde.

Conversa de irmãos

A ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e Príncipe, Natália Umbelina, deixou claro que o Fórum dos Países de Língua Oficial Portuguesa (FORPALOP), constituído ontem em Luanda, não vem substituir a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
A chefe da diplomacia são-tomense, que falava à imprensa, momentos antes da institucionalização do FORPALOP, lembrou que os países africanos de língua oficial portuguesa têm laços e histórias comuns, razão pela qual também devem resolver em conjunto os seus problemas comuns.
“A CPLP é uma organização inter-regional (Europa, América, África e Ásia), mas o FORPALOP é um espaço exclusivo de africanos, onde vão conversar e discutir como africanos sobre o futuro do continente. Portanto, é expectável que tenhamos um espaço de conversa, diálogo franco entre irmãos, como são os nossos Estados\", disse Natália Umbelina, ao justificar a criação do FORPALOP.
A ministra são-tomense deplorou a letargia em que se encontravam os PALOP, cujos Chefes de Estados se reúnem pela primeira vez, depois de cerca de 20 anos. Natália Umbelina disse desconhecer as reais causas da apatia dos PALOP, mas afirmou que o mais importante é que os Chefes de Estado dos países lusófonos africanos reuniram-se em Luanda para traçar um novo rumo para a organização.
 O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Moçambique, Henrique Banze, sublinhou que, apesar de não ter havido encontros regulares entre os PALOP, as relações bilaterais entre cada um dos Estados nunca foi posta de parte. “Não me parece que tenha havido dificuldades. Parece-me que situações específicas de cada país (dos PALOP) provavelmente tenham feito com que os países estivessem mais virados para si mesmos, porque, de uma forma ou de outra, a cooperação sempre existiu\", disse.
Henrique Banze revelou que o trabalho para a formalização do FORPALOP durou cerca de quatro anos, congratulando-se mais adiante com o facto de ter sido possível ontem formalizar o acto constitutivo e os estatutos, que estabelecem a regularidade, formalidades e procedimentos que devem ser seguidos pelos países africanos falantes da língua portuguesa.
# http://jornaldeangola.sapo.ao/

Senegal: CEDEAO moeda única - os bancos centrais começaram a reflexão.

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O processo de integração monetária na África Ocidental é o sitio principal da Agência Monetária da África Ocidental (AMAO) em direção ao objetivo de criar a moeda única.

A 46 ª sessão da Comissão de Governadores dos Bancos Centrais da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), foi realizada ontem, em Dakar, na sede do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO). Os trabalhos que marcam o reencontro foram abertos pelo Presidente da Comissão, ou seja, o Governador do BCEAO, Tiémoko Koné Meyliet que voltou para o assunto de processo de integração monetária, diz ele, que continua a ser o assunto principal da Agência Monetária da África Ocidental (AMAO). Segundo o Sr. Koné face aos retardos registados na implementação moeda única, a Cimeira Extraordinária da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, realizada em outubro de 2013 em Dakar, recomendou os presidentes do Níger e do Gana para uma nova dinâmica ao processo.

Com base nas recomendações do seu trabalho, prosseguiu o governador do BCEAO, a Conferência de março 2014 adotou uma abordagem gradual para a implementação da União Económica e Monetária na África Ocidental. Assim, a Comissão da CEDEAO foi instruída a desenvolver, em colaboração com instituições regionais pertinentes, a ações detalhadas necessárias para alcançar o objetivo do calendário da moeda única. "A Conferência também pediu que todos os bancos centrais a estarem fortemente envolvidos neste processo, especialmente nas ações de quadros de harmonização de política monetária, regulação bancária e de reforma do setor financeiro", também apoiou o Sr. Koné.

Além disso, esta reunião do Comité dos Governadores dos Bancos Centrais da CEDEAO que teve de analisar o roteiro para a criação da moeda única, que foi preparada pelo Comitê Técnico. As decisões decorrentes do debate, disse Tiémoko Meyliet Koné, poderia avançar significativamente o projeto de criação da moeda única da África Ocidental. O Presidente de Governadores também indicou que as conclusões também são esperadas em outras questões, incluindo relatórios relativos à harmonização das regulamentações que regem o desenvolvimento das contas externas, o estudo de viabilidade do sistema de pagamento regional, mas também que o excesso de liquidez e eficiência do mecanismo de transmissão da política monetária na CEDEAO.

O Diretor Geral da AMAO, Mohamed Ben Oumar Ndiaye, e pelo representante da Comissão da CEDEAO, Kalilou Traoré, também enfatizaram a importância desse projeto de integração monetária.
Sobre a questão da integração monetária e financeira, disse Traoré na 44 ª Sessão Ordinária realizada em Yamoussoukro, em março 2014, os Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, interligados, decidiram que o prazo de 2020 será cumprido e um roteiro revisado de atividades será desenvolvidao para esta finalidade. É nesta dinâmica que se registra que o AMAO, de acordo com o seu CEO, está empenhado em acelerar o projeto.

Mais de 6% de crescimento esperado em 2014 para CEDEAO
O crescimento é projetada em um nível de 6,7% em 2014 contra 6,1 em 2013, nos estados da CEDEAO. A taxa média de inflação na comunidade atingirá 6,8% em 2014 contra 7,4% em 2013, disse também Tiémoko Meyliet Koné, o Governador do BCEAO. Segundo ele, em termos de convergência macroeconômica, o desempenho do país continua a ser pessimista. "Os critérios de conformidade relacionados ao déficit fiscal e a inflação continuam a ser um desafio para a maioria dos países, embora tenham sido feitos esforços consideráveis ​​para chegar lá", ele também disse isso ontem, na abertura do 46 ª reunião do Comité de Governadores da CEDEAO. No que diz respeito as finanças públicas, a CEDEAO tem registado um défice orçamental global na ordem de 4,3% do PIB em 2013 contra 3,6% do PIB em 2012. Esta degradação, de acordo com o diretor-geral da AMAO, o Sr. Mohamed Ben Oumar Ndiaye, isso é explicado pela manutenção do investimento público e do aumento dos custos salariais em um ambiente de declínio das receitas devido à crise global.

Em relação ao comércio exterior, o Sr. Ndiaye destacou que o saldo atual da CEDEAO teve um superávit de 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 contra 1,7% em 2012. Esta melhoria é, em sua opinião, devido ao desempenho da Nigéria, que registrou um superávit de 7,4% do PIB, contra 7,3% do PIB em 2012. por contras, diz o Diretor Geral da AMAO, outros países da comunidade têm todos eles experimentado déficits em suas balanças de transacções correntes.

Por: Adama Mbodj

# lesoleil.sn

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Angola: O Laboratório do General Zé Maria e o Agente Português.

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Há já vários meses, o chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), general António “Zé” Maria, tem vindo a liderar um laboratório de ideias com vista a criar um clima de instabilidade no seio das Forças Armadas Angolanas (FAA), de modo que justifiquem purgas. Esta estratégia é conhecida como “a purificação das FAA”.
A iniciativa visa igualmente implementar manobras de distracção diante do agravamento da situação socioeconómica da maioria dos cidadãos e da notória incapacidade de resposta do governo. Pela mesma via, procura-se desviar as atenções sobre a grande incerteza que paira no seio do MPLA e da sociedade acerca da reforma do presidente José Eduardo dos Santos.
Segundo apurou o Maka Angola junto de círculos castrenses, o laboratório conta com a activa participação triangular do adjunto do chefe de Estado-Maior General para a Educação Patriótica, general Egídio de Sousa Santos “Disciplina”, e do responsável pelo Gabinete de Estudos de Segurança da Casa de Segurança do presidente da República, tenente-general João António Santana “Lungo”.
A estratégia fundamental do triunvirato é forçar a conotação dos generais oriundos da UNITA, ao abrigo dosAcordos de Paz, com a direcção política da UNITA e promovê-los como uma ameaça permanente à manutenção do poder do MPLA, sobretudo na era pós-Dos Santos.
O actual chefe de Estado-Maior General das FAA (CEMGFAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, é o principal visado da campanha de intrigas. O general Nunda desertou da UNITA em 1993, juntou-se às forças governamentais e foi instrumental na destruição da máquina de guerra do seu antigo comandante-em-chefe, Jonas Savimbi.
Segundo informações difundidas pelo referido laboratório ao nível das FAA, o general Nunda tem estado a privilegiar a formação e promoção de oficiais provenientes da UNITA, com o objectivo de controlar efectivamente o exército e, desse modo, facilitar a tomada do poder pela via militar.
O SISM já afastou das suas estruturas de relevo os oficiais oriundos da UNITA. Por outro lado, ao arrepio da Constituição, que estabelece o apartidarismo das FAA, o general Zé Maria tem organizado e presidido assembleias regulares do MPLA, nas instalações do SISM, nas quais todos os oficiais são obrigados a participar, sob pena de serem sancionados como desleais. “Aqui temos de ser puros”, tem afirmado o general nas referidas reuniões partidárias.
Os generais “provenientes”, como são chamados nas FAA, já manifestaram de forma vigorosa o seu descontentamento junto do presidente da República.
Na última reunião do Conselho de Estados-Maiores, que decorreu no Comando da Marinha de Guerra de Angola, em Luanda, o conselheiro do CEMGFAA, general Isidro Peregrino Chindondo Wambu, tomou a palavra e manifestou a sua indignação. “Chefe, precisamos de saber se, nas FAA, ainda estamos juntos ou não” - assim intimou Wambu o seu superior, general Nunda.
A resposta do general Nunda foi pedir paciência ao seu conselheiro. Nunda falou sobre a gravidade das intrigas que visam a instabilidade política no seio das FAA e referiu-se à ausência, no encontro, dos seus promotores. “O caso já está na mesa do presidente da República”, concluiu o CEMGFAA.
Para além do clima de intrigas, o descontentamento entre os oficiais oriundos da UNITA é agravado peloregime severo de vigilância a que estão sujeitos pelo SISM e a aberta partidarização das FAA por generais que se identificam enquanto líderes do MPLA, como o próprio Zé Maria. O general Egídio de Sousa e Santos “Disciplina”, por exemplo, chegou a acumular, durante vários anos, altas funções nas FAA com o cargo político de membro do Comité Central do MPLA.
Três generais têm merecido atenção especial por parte do SISM, nomeadamente o general Wambu, conselheiro do general Nunda; o general Arlindo Samuel Kapinala “Samy”, presidente da ComissãoSuperior de Disciplina Militar (CSDM) do EMGFAA; e o general Vasco Mbundi Chimuco, actual conselheiro do comandante do Exército para Obras e Infra-Estruturas do EMGFAA. O general Wambu, antigo chefe da secreta militar da UNITA, integrou as FAA em 1992, ao abrigo dos Acordos de Bicesse. Por sua vez, os generais Samy e Chimuco foram dois dos mais importantes cabos de guerra de Jonas Savimbi, até à sua morte em combate, no Moxico, em 2002. O general Samy desempenhou o cargo de chefe do Estado-Maior Adjunto do Alto Estado Maior General da FALA, ao passo que o general Chimuco foi o comandante da Região Militar 57, no Moxico. Ambos ingressaram nas FAA na sequência dos Acordos do Luena, datados de 2002.
Na primeira semana de Maio, o chefe da Casa de Segurança do presidente da República, general Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, orientou uma reunião sobre os supostos actos de conspiração dos generais “provenientes” da UNITA com vista à tomada de poderMaka Angola soube de fonte segura que o general Kopelipa terá manifestado o seu repúdio ao rol de intrigas concebidas pelo referido laboratório, sem que os seus promotores as pudessem sustentar com provas.
Em causa estão as eventuais consequências negativas associadas à iniciativa dos teóricos da “purificação das FAA”, que podem prejudicar a unidade e coesão das FAA, bem como o clima de paz e a reconciliação nacional.
O general Kopelipa tem apoiado a gestão do general Nunda, com quem mantém uma relação de grande proximidade ao nível dos negócios e a quem trata por “compadre”.  
Por sua vez, a 21 de Maio passado, o presidente da República, na qualidade de comandante-em-chefe das FAA, procedeu à nomeação de 52 oficiais generais. De entre estes, apenas três são oriundos da UNITA: tratam-se dos generais Vasco Mbundi Chimuco e Amadeu Norberto Chapanga Chiteculo, nomeados, respectivamente, para os cargos de conselheiro do Comandante do Exército para Obras e Infra-Estruturas do EMGFAA e chefe-adjunto da Direcção de Preparação Combativa e Ensino da Força Aérea Nacional; o presidente promoveu ainda Tiago Muekalia, que ingressou nas FAA ao abrigo dos Acordos de Bicesse, em 1992, ao grau de brigadeiro, depois de 22 anos com a patente de coronel. Ou seja, José Eduardo dos Santos nomeou o brigadeiro Muekalia para exercer o cargo de Inspector da Direcção Principal de Logística do EMGFAA.
As pressões do laboratório visam forçar o afastamento do general Nunda do cargo de CEMGFAA, ou obrigá-lo a pedir demissão.

O Escriba do General Zé Maria

Como parte da cabala, o general Zé Maria conta com os serviços de um agente português para a criação de um estado de opinião pública favorável aos desígnios do seu grupo: a incitação ao ódio.
Trata-se do cidadão Artur Queirós, que tem repartido o seu tempo de trabalho entre o diário estatal Jornal de Angola e a sede do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM).
No SISM, Artur Queirós recolhe o material e o poder para os textos incendiários que tem escrito, usando-os a favor da campanha de diabolização da UNITA.
A ideia fundamental, como se verificou em ocasiões anteriores, é esbater a falta de popularidade do presidente, tanto no seio do MPLA como na sociedade em geral, já que cada vez mais é considerado um monarca despótico e desprovido de sentimentos para com a população. Assim, apresenta-se a UNITA como o inimigo comum e, consequentemente, alerta-se para a premência de unidade entre os sectores desavindos do MPLA e da população contra essa alegada ameaça latente.
Por outro lado, o general Zé Maria também delegou outro tipo de poderes a Artur Queirós, que lhe serve como “escritor fantasma” na composição de um livro sobre a Batalha do Cuíto-Cuanavale.
Através deste livro, o general Zé Maria, que se apresentará como autor exclusivo da obra, visará três objectivos.
Primeiro, elevar a figura do presidente José Eduardo dos Santos, promovendo-o como um comandante-em-chefe cuja visão política e estratégia militar mudou o curso da história em África. Numa das suas mensagens laudatórias ao presidente, em 2010, o general Zé Maria descreveu-o como um “génio militar”,“Pessoa de Bem, Defensor do Povo, Protector do Estado e o Melhor de todos nós” 
Segundo, retirar qualquer mérito à intervenção militar cubana, que foi a chave para travar o avanço da UNITA e das forças sul-africanas sobre o Cuito-Cuanavale, após terem impedido a ofensiva governamental sobre Mavinga. Em Março passado, o governo cubano declinou participar nas comemorações  sobre a Batalha do Cuíto-Cuanavale, ocorrida em 1988. Segundo fonte oficiosa, Cuba considera um acto de desonestidade e ingratidão o modo como o governo do presidente José Eduardo dos Santos, através do general Zé Maria, se tem engajado na negação dos factos históricos.
Finalmente, a estratégia visa reduzir a UNITA à insignificância política e militar, sujeitando-a a purgas de modo a alcançar a sua total submissão.
Não há, de momento, informações disponíveis acerca do que pensa o presidente Dos Santos e qual a sua decisão sobre a maka da “purificação das FAA”, que de resto se encontra na sua mesa de trabalhos.

# makaangola.org

Tribunal de genocídio de Ruanda defende sentença de 30 anos para ex-chefe dos rebeldes.

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Uma foto de arquivo tirada em 27 de julho de 1994 mostra o ex-chefe do Exército de Ruanda Augustin Bizimungu sentado em um caminhão perto de Goma, leste da RDC PHOTO | AFP

O tribunal da ONU para Ruanda confirmou uma pena de prisão de 30 anos para o ex-chefe do Exército Augustin Bizimungu, na segunda-feira, por seu papel no genocídio de 1994, durante o qual ele atuou no assassinato de minoria tutsi.

O Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR) ", afirmou, por unanimidade, a sentença de 30 anos de prisão", disse o juiz Theodor Meron, quando o ex-general se levantou ao ouvir o apelo do tribunal na Tanzânia.

Bizimungu estava apelando pela condenação imposta em maio 2011. Ele está entre as figuras mais altas a serem julgadas pelo tribunal com base na Tanzânia pelo genocídio no qual 800 mil pessoas, a maioria tutsis, foram mortas.

O tribunal considerou que Bizimungu tinha o controle total sobre os homens que ele ordenava, e que estavam envolvidos nos massacres que começou na noite de 6 de abril de 1994.

Também considerou-o culpado de fazer um discurso no dia seguinte em que ele pediu o assassinato de tutsis, apenas alguns dias antes dele ser escolhido como chefe do Exército.

Bizimungu afirmou durante a sua audiência de apelação que havia "instado disciplina aos militares e pelo respeito à dignidade da vida humana."
Mas o promotor Abdoulaye Seye pediu uma sentença mais pesada.

O ICTR, com sede na cidade do norte de Tanzânia Arusha, foi criada no final de 1994 para julgar os responsáveis ​​do genocídio de Ruanda.

Ele é responsável apenas por casos relacionados com aqueles que tiveram a maior responsabilidade pelo genocídio, mas agora está encerrando o seu trabalho.

Alguns funcionários seniores e os cidadãos comuns acusados ​​de participar no genocídio foram julgados em Ruanda.

# africareview.com

Presidente Angolano assume liderança do Fórum Palop.

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Luanda - O Chefe de Estado Angolano, José Eduardo dos Santos, assume a partir de hoje, segunda-feira, a presidência em exercício do Fórum Palop, proclamado, em Luanda, na presença dos presidentes de Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e o primeiro-ministro de Moçambique.


O líder angolano  conduzirá os destinos deste novo organismo regional de 2014 até 2016.
Os cinco líderes procederam a assinatura da acta de proclamação deste órgão dos estados membros dos países de Língua Oficial Portuguesa.
# portalangop.co.ao





Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira «tranquilíssimo» em relação às Forças Armadas.

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Domingos Simões Pereira (foto D.R.)
Primeiro Ministro da Guiné-Bissau - Domingos Simões Pereira
O novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, garantiu que não está preocupado com a futura atuação das Forças Armadas, mas escusou-se a confirmar se pensa em substituir o António Indjai, o atual Chefe do Estado-Maior General.

«Estou tranquilíssimo. Dialogámos e não sinto nenhuma dificuldade em dizer o que penso ou como eu acho que as coisas vão ser. Esta é uma questão que todos os políticos nacionais estão interessados em resolver. Tenho algum grau de sensibilidade, e por isso vamos estar muito atentos e a ponderar cada medida. Vou ter de tratar desse assunto com o Presidente da República e com outras instâncias», disse o primeiro-ministro guineense.

Domingos Simões Pereira defendeu que a educação é a prioridade do seu Governo e pediu a todos os cidadãos guineense que tiveram a possibilidade de se formarem que retribuam.

«Eu próprio estarei disponível para dar parte do meu tempo para dar aulas, se for necessário. É importante passar o sinal, não há investimento mais importante do que a educação», explicou.


# abola.pt

Angola: Presidente da República felicita homólogos de Cabo Verde e da Guiné-Bissau

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O presidente da República, José Eduardo dos Santos, elogiou hoje, segunda-feira, em Luanda, o seu homólogo de Cabo Verde, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, pela forma sagaz como dirigiu os destinos do grupo dos Países de Língua Oficial Portuguesa ( PALOP).
Presidente da república, José Eduardo dos Santos, na abertura da cimeira dos palop (ANGOP)
Presidente da república, José Eduardo dos Santos, na abertura da cimeira dos palop (ANGOP)

“Dirijo uma palavra de apreço pelo esforço e dedicação pessoal por si empreendidos na concretização do fórum dos PALOP”, reconheceu o Chefe de Estado angolano quando discursava na cerimónia oficial de abertura da Cimeira Constitutiva do Fórum, a designar-se FORPALOP, integrado por Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tome e Príncipe a ser proclamada hoje nesta capital.
Numa outra vertente, o estadista angolano exprimiu saudação especial ao presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, recentemente eleito à presidência daquele pais.
“Aproveito a ocasião para lhe reiterar ao vivo as minhas felicitações e para desejar que conduza a bom porto a difícil missão de reunificar e devolver a esperança de um futuro melhor a todos os guineenses”, manifestou o líder angolano.
Disse estar certo de que a convincente vectorial em eleições democráticas, livres e justas, constitui umprimeiro passo para a completa normalização da ordem constitucional da Guiné -Bissau e para a sua plena reinserção no concerto das nações africanas e de todo o mundo.
“Desde já reafirmo a total e indefectível solidariedade do Governo e do povo. Angolano, ciente de que todos os estados aqui representados partilham desta mesma intenção”, destacou.
Salientou que a República de Angola será sempre solidária com os povos irmãos que integram os PALOP na preservação da paz e da ordem constitucional.
“Desejo-vos uma agradável estadia entre nós e espero que esta Cimeira produza os resultados que nos permitem enriquecer as transformações sociais em curso em cada um dos nossos países e reforçar o papel da nossa organização num mundo em constante mudança”, concluiu o Presidente José Eduardo dos Santos.
Até ao momento, os cinco chefes de estados continuam reunidos à aporta fechada na Sala Luanda docentro de Convenções de Talatona. 
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domingo, 29 de junho de 2014

Guiné-Bissau/PALOP: Presidente Mário Vaz realiza primeira visita oficial a Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O recém-eleito Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, chegou ao fim da tarde de hoje (domingo), a cidade de Luanda, onde vai participar, segunda-feira, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), na Cimeira Constitutiva do Fórum dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a denominar-se “FORPALOP”.
Chegada do Presidente da Guiné - Bissau - José Mário Vaz (Foto: Pedro Parente)
Chegada do Presidente da Guiné – Bissau – José Mário Vaz (Foto: Pedro Parente)

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o estatista foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chicoti, na companhia do titular da pasta dos Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra, Cândido Pereira Van-Dunem, o director para África e Médio Oriente, Joaquim do Espirito Santos, diplomatas e entidades governativas da província de Luanda.
Segundo apurou a Angop no aeroporto de fonte oficial, ainda na segunda-feira, o estadista bissau-guineense será recebido em audiência pelo presidente José Eduardo dos Santos.
Depois de ter mantido breve conversa com o Chefe da Diplomacia nacional na sala protocolar do complexo presidencial, José Mário Vaz, que cumpre a sua primeira visita oficial a Angola deste que foi empossado para o cargo, saudou, com “um aceno de mão ao ar”, os seus compatriotas que se deslocaram ao aeroporto para dar as boas-vindas ao seu novo líder.
Para participar no referido evento, encontra-se já na capital angolana, desde a tarde de hoje (domingo), o Primeiro-Ministro de Moçambique, Alberto Vaquina, que vai representar o Presidente Armado Quebuza, na Cimeira Constitutiva do Fórum dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, e o Presidente de Cabo-Verde, Jorge Carlos da Fonseca.
O FORPALOP é um órgão multilateral, privilegiando a concertação político-diplomática e de cooperação, bem como de aprofundamento das históricas relações de amizade e solidariedade.
Dos princípios orientadores de que se regerá o Fórum, destacam-se a igualdade, soberania e independência dos Estados membros, a não ingerência nos assuntos internos de cada Estado e o respeito pelos princípios democráticos.
A organização defende ainda o respeito pelos direitos humanos e o Estado de direito, integridade territorial, promoção da paz e da segurança internacionais, a resolução pacífica de conflitos, bem como a observância do preceituado no Acto Constitutivo da União Africana (UA).
Integram o Fórum, as Repúblicas de Angola, Moçambique, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.
No final da reunião, os dignatários deverão aprovar uma data e local para a realização da próxima Cimeira, bem como procederão a assinatura da Declaração Constitutiva do Fórum dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (FORPALOP).
Prevê ainda a leitura do comunicado final pelo ministro das Relações Exteriores, Geroges Rebelo Chicoti, seguindo-se, no início da tarde de segunda-feira (30 de Junho), o almoço oficial que o Presidente José Eduardo dos Santos oferecerá aos visitantes. 
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Nigéria: O filme de Omoni Oboli brilha no Festival de Cinema Francês.

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Para Omoni Oboli, a vida tem sido sempre um passo após o outro. Ela começou como atriz, mas mudou-se para a fase em que ela teve que abandonar tudo para atender a seus filhos e família depois que ela se casou.

Quando ela chegou ao estágio em que as crianças tinham idade suficiente, ela voltou para Nollywood - mas não tão silenciosamente como ela deixara. Seu retorno foi anunciado enfaticamente no filme altamente divulgado de Anchor Bebê. Depois disso, ela começou a conquistar todos os tipos de papéis de coadjuvantes para jogar papéis em vários filmes. Em um ponto, ela foi a atriz mais visada pelas organizações empresariais.

Passando essa fase, Omoni Oboli adicionou agora em suas conquistas a toga de 'diretor' para o título. Ela já nos últimos meses dirigiu três filmes. E, assim com o seu grande retorno a Nollywood, seu filme de estreia, Sra. Elliot (BME) também fez uma estréia enfático em Paris, França, onde ela abriu um grande festival, a Semana Nollywood em Paris.

Falando sobre o desenvolvimento, a mãe de três filhos, disse: "Eu fiquei muito feliz quando fui informada de que BME abriria o festival em Paris. A maior parte de um festival é o filme de abertura e fechamento, como diretora de chifre verde, é um grande negócio para o meu filme para abrir um festival tão importante na França. Agradeço ao meu co-produtor e marido, Nnamdi, e o elenco -. AY, Lepacious Bose, Majid, Uru Eke, e outros ".

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Nigéria: 11 mortos, 28 feridos em explosão em Bauchi - Polícia prende um suspeito.

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Onze pessoas foram confirmadas mortas na explosão de uma bomba na sexta-feira à noite, o que abalou um bordel, Hotel do Povo, na área de Bayan Gari da região metropolitana de Bauchi, enquanto 28 outros sofreram diferentes graus de lesão no ataque, a polícia disse que prendeu um suspeito com ligação com o incidente.

Sunday Tribune resumiu que a explosão ocorreu por volta das 09:50hs, como alguns fun-seekers convergindo-se para o bordel. O ataque ao bordel é a segunda vez que ocorre explosão de bomba em dois anos.

Recolheram informações de que os agressores detonaram um dispositivo explosivo improvisado (IED) que deixou lamentações e choros atrás.

Uma das profissionais do sexo no bordel, que não quis se identificar, disse que os simpatizantes se reuniram perto do local da explosão na manhã de sábado, onde os atacantes estacionaram o seu veículo, disseram que foi uma van Hilux, a uma distância do bordel e caminharam para a porta do bordel, onde apontaram uma arma para o segurança de plantão, abriram caminho e detonaram o explosivo nas instalações do bordel.

Segundo ela, algumas pessoas estavam no salão do bordel tomando cerveja e assistindo televisão e se divertindo quando os atacantes entraram no bordel, disseram que estas pessoas foram as mais afetadas no ataque.

Embora a polícia disse que não podia verificar a identidade daqueles que perderam a vida na explosão, a testemunha disse que um de seus colegas do bordel, foi localizado na área do distrito vermelho de Bauchi, e foi morto no ataque.

"Quando os agressores chegaram, eles estacionaram sua camionete Hilux em algum lugar e caminharam para este lugar. Eles apontaram uma arma para o porteiro obrigando que permitisse que eles entrassem, e lá dentro Algumas pessoas estavam assistindo TV na sala de estar quando essas pessoas mal entraram e jogaram a bomba ", disse ela.

Moradores confirmaram que o som da explosão ecoou por toda a metrópole de Bauchi, acrescentando que o estrondo foi seguido por tiros esporádicos.

Falando sobre o incidente abordado por jornalistas na sede de comando da polícia do estado em Bauchi, o Comissário da Polícia do Estado de Bauchi, Lawal Shehu, confirmou que 11 pessoas perderam a vida no ataque, enquanto 28 ficaram feridas.

De acordo com o chefe de polícia, " em 27/6/2014, cerca 21.50 horas, houve uma explosão em um bordel na área Bayan Gari em Bauchi. 11 pessoas foram confirmadas mortas, enquanto 28 outras sofreram vários graus de lesões. "

Ele disse que as vítimas foram levados para o Hospital Universitário Abubakar Tafawa Balewa (ATBUTH), em Bauchi, para tratamento, enquanto que os restos mortais dos falecidos foram evacuados para um necrotério.

Lawal informou que os assaltantes fugiram depois de terem detonado uma bomba caseira, que ele disse não foi de alta magnitude, acrescentando que a polícia conseguiu prender um dos assaltantes, salientando que a investigação sobre o assunto estava em andamento.

Ele afirmou que "que toda área foi isolada e cenário assegurado pela polícia  da unidade Explosive Ordinance Disposal (EOD). Um suspeito foi detido em conexão com o incidente e o esforço está sendo intensificado para prender outros suspeitos em fuga. "

Ao incitar o povo do estado a manter-se dentro de seu ambiente físico e social, preocupado com a segurança, o comissário declarou que todo mundo deve permanecer em seus locais​​, enquanto a questão de segurança levanta preocupação.

Lawal apelou ao povo para comunicar imediatamente das pessoas suspeitas ou de objetos encontrados dentro de seu bairro para a delegacia mais próxima ou através de alguns números designados, incluindo 08151849417 e 07013490795, com vista a permitir que a polícia possa proteger a vida e a propriedade das pessoas do estado.

Yuguda condena a explosão
Governador do Estado de Bauchi, Mallam Isa Yuguda, condenou no sábado em termos fortes o ato de terrorismo exibido no bombardeio a uma seção da metrópole de Bauchi na sexta-feira, à noite, por pessoas não identificadas, assegurando que os autores do ato seriam levados a justiça.

Um comunicado de imprensa emitido e assinado pelo secretário de imprensa principal (CPS) e pelo governador, o Sr. Michael Ishola Adeyemi, afirmou que o governador condoeu com as famílias daqueles que perderam seus entes queridos no incidente lamentável e desejou a rápida recuperação dos feridos.

Lamentando que o ataque foi perpetrado em um momento que a comunidade muçulmana estava começando o mês sagrado do Ramadã, Yuguda assegurou que seu governo continuaria a estar comprometido com a proteção de vidas e propriedade de todos os cidadãos do Estado, que segundo ele, é a principal função do Estado.

O comunicado afirmou ainda que o governo não cederia em garantir que a paz e a atmosfera pacífica continuem a reinar no estado e apelou ao povo para ser vigilante e sempre reportar aos agentes de segurança, quando questionável qualquer movimento ao redor deles, garantindo que os agentes de segurança estarão sempre disponíveis para fornecer a segurança adequada para os cidadãos do Estado.

Ele recomendou que os agentes de segurança farão intervenção imediata, e colocou em xeque o ato que pode se espalhar para outras partes da cidade, assegurando que os agentes de segurança continuariam a trabalhar dia e noite para pescar ovos podres na sociedade, bem como assegurar a adequada segurança em todo o Estado.

O Governador Yuguda ainda conclamou o povo do estado para fazerem seus negócios normais e legítimas, sem qualquer medo de molestamento, instando-os a estarem atentos a uma pessoa que se próxima deles como uma medida de segurança, porque, segundo ele, a segurança é um negócio para tudo.

Ele, então, desejou a todos os muçulmanos uma bem sucedida jejum de Ramadan de 2014, orando para que Deus lhes conceda todas as bênçãos dos atos de ibadah durante e após o jejum de 30 dias.

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África decide criar Fundo Monetário.

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A 23ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA), que terminou os trabalhos na sexta-feira em Malabo, aprovou o projecto de protocolo sobre a criação do Fundo Monetário Africano.

Fotografia: João Gomes | Malabo

Outros instrumentos jurídicos adoptados incluem os projectos de Convenção da União Africana sobre a Cibersegurança e o de Convenção sobre a Cooperação Transfronteiriça (Convenção de Niamey). Os chefes de Estado e de Governo da União Africana adoptaram também o projecto da Carta  Africana sobre os Valores e Princípios de Descentralização, Governação Local e Desenvolvimento Local, o projecto de protocolo sobre o Estatuto do Tribunal Africano de Justiça e dos Direitos Humanos e o de protocolo ao Acto Constitutivo da União Africana relativo ao Parlamento Pan-africano. 
Os líderes africanos debateram os relatórios da Comissão sobre Fontes Alternativas de Financiamento da UA e da Comissão sobre a Aplicação da Estratégia Africana Integrada para os Mares e Oceanos 2050 (EAI 2050).
A Cimeira de Malabo pediu aos Estados membros para assinarem e ratificarem os documentos o mais depressa possível, para permitir a sua rápida entrada em vigor.
O Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, participou na cimeira em representação do Chefe de Estado angolano.
Durante esta 23ª cimeira ordinária, os líderes africanos analisaram um conjunto de relatórios sobre as actividades realizadas pelos diferentes órgãos da organização, durante os últimos seis meses. Trata-se do Relatório de Avaliação da Agenda 2063 da UA, apresentado pela Comissão da UA e do Relatório do Conselho de Paz e Segurança (CPS) sobre as suas actividades e o Estado de Paz e Segurança em África, incluindo as actividades do Painel dos Sábios e a renovação dos seus mandatos.
A cimeira assinalou também o regresso da Guiné-Bissau e do Egipto à UA, após suspensões resultantes do golpe de Estado de Abril de 2012 e da instabilidade interna. A Cimeira reconheceu a prevalência de forças contrárias à paz e estabilidade em África, vincando a necessidade de os países membros repelirem o terrorismo, para que as suas actividades não ponham em perigo a vida social, económica e política do continente.
Nessa perspectiva, África está determinada a criar uma força local de intervenção, constituída exclusivamente por africanos.
“A manutenção da paz tem custos e é preciso, para essa força de paz, que todos os países africanos contribuam com meios materiais e financeiros. Por ser um continente em crescimento, é preciso que tenha uma força robusta e interventiva para as situações de emergência e ameaça à estabilidade.
 O objectivo de África é que antes de 2020 as armas se calem à escala continental”, disse o primeiro-ministro de Moçambique, Alberto Vaquina.                                              
“Temos de acabar com a ideia de que África é um continente de sofrimento, de guerra e fome. Temos o direito de olhar para a frente com esperança. Chegou o momento de deixarmos um legado, da mesma forma que as outras gerações lutaram pela independência. O sonho de uma África sem guerra é possível desde que todos nos comprometamos nesse sentido\", disse Alberto Vaquina.
Paralelamente à Agricultura e Paz, a cimeira abordou outras questões como o VIH/SIDA, malária e mudanças climáticas.
O director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, felicitou os dirigentes africanos pela sua forte determinação na luta contra a fome.
A União Africana designou igualmente 2014 como o Ano da Agricultura e Segurança Alimentar em África. Durante a Cimeira, o Fundo de Solidariedade Africano anunciou um apoio a quatro novos projectos sub-regionais destinados a aumentar a segurança alimentar e a nutrição em 24 países.

Audiência em Malabo


A vontade das empresas norte-americanas aumentarem as suas operações em África dominou na sexta-feira o encontro entre o Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, e a secretária de Estado norte-americana para os Assuntos Africanos, Linda Thomas- Greenfield, realizado em Malabo, à margem da 23ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da União África. No encontro foram ainda abordados aspectos relacionados com a cooperação entre Angola e os Estados Unidos, e os caminhos a seguir para ajudar  África a progredir no desenvolvimento. O secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, considerou “excelentes\" as relações entre os dois países, mas defendeu a introdução de uma visão africana na agenda da cimeira entre Obama e os líderes africanos em Agosto.
Além das questões relacionadas com a agricultura, segurança e estabilidade em África, os Chefes de Estado e de Governo da UA decidiram a criação de um grupo para apresentar uma proposta de programa do encontro, e dar um “toque africano\" às discussões, uma vez que, até agora, a agenda foi integralmente feita pela parte norte-americana.
O objectivo deste comité de 20 membros é levar para a cimeira uma visão daquilo que são as prioridades de África, mais concretamente na área da agricultura. “As grandes potências e a comunidade internacional podem ajudar o continente a galgar para o desenvolvimento e no plano de segurança é indiscutível a ajuda dessas potências para resolver os conflitos ou preveni-los\", assinalou Manuel Augusto. Os Estados Unidos têm o peso que têm e é bom que possam ter, na formulação das suas políticas futuras, o ponto de vista africano, acrescentou.
Os Chefes de Estado entendem não se justificar ter 48 presidentes numa reunião em que praticamente é inexistente uma visão africana, disse, acrescentando: “O tempo é curto, mas vai-se tentar tudo e fazer com que esse grupo de ministros e executivos possa mostrar à parte norte-americana a nossa visão\".
Sobre as decisões das anteriores cimeiras, referiu a questão do Parlamento Africano dos Direitos Humanos e dos Povos e do Tribunal Africano. Manuel Augusto explicou que o Parlamento Africano tem, numa das suas disposições, um artigo que diz que, depois de cinco anos, este órgão passa a ter poderes legislativos, à semelhança do que acontece com o Parlamento Europeu, e a legislar sobre matérias de cumprimento obrigatório para todos os Estados membros.
Mas surgiram divergências em torno desta matéria, com alguns países a considerarem que ainda não estão reunidas as condições para a assumpção de um carácter supranacional do parlamento pan-africano e outros disponíveis para avançar. “Esta é uma questão que tem sido debatida noutras cimeiras e estava num impasse, mas agora deu-se aqui um passo que vai ajudar a definir o papel do Parlamento Pan-africano, sem pôr em causa a soberania dos parlamentos nacionais\", salientou Manuel Augusto.
 Angola apresentou uma candidatura ao grupo das iminentes personalidades africanas. Desde há alguns anos que África reúne antigos Chefes de Estados e outras entidades que funcionam como um conselho de sábios. O objectivo é fazer com que olhem para as diversas situações por que passa o continente e com as suas experiências ajudarem a UA a debelar tais situações. Foi dada a Angola a oportunidade de apresentar a candidatura da antiga ministra dos Petróleos, Albina Assis, que foi eleita para o conselho de sábios.
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Israel assenta milhares de imigrantes africanos na fronteira com o Egito.

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Des demandeurs d'asile africains entrés en Israël clandestinement ces dernières années.
Os africanos requerentes de asilo entraram em Israel ilegalmente nos últimos anos. © AFP

Mais de mil imigrantes ilegais africanos participaram no sábado em um assentamento, no sul de Israel, perto da fronteira com o Egito, depois de uma marcha para denunciar suas condições de vida em um campo de detenção, indicaram seus representantes.

"Vamos ficar perto da fronteira com o Egito até que seja encontrada uma solução para que sejam respeitados os nossos direitos (...)", afirmou o comité dos requerentes de asilo no acampamento Holot (sul), disse em um comunicado. No dia anterior, esses imigrantes, principalmente da Eritreia e do Sudão, haviam participado de uma marcha de protesto que foi parado a 300 metros da fronteira com o Egito por soldados israelenses.

Os imigrantes denunciam sua detenção "desumana e sem limite de tempo" no campo de detenção em Holot que abriga 2.300 imigrantes ilegais. Manifestantes pedem para deixar Israel e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para apoiar para que eles possam imigrar para um terceiro país. As autoridades israelenses impuseram aos imigrantes ilegais residentes por mais de cinco anos em Israel para viverem no acampamento de asilo Holot.

De acordo com os manifestantes, o que as autoridades descreveram como um "sistema aberto" é "realmente uma prisão", porque eles podem deixar o campo durante o dia, mas eles são obrigados a voltar para o campo a noite. Os manifestantes têm ido mais longe com este regulamento e continuam pernoitados desde sexta-feira para sábado, fora do acampamento, perto da fronteira.

De acordo com o Gabinete israelense de População e de Imigração, 53.646 imigrantes africanos residiam em Israel no final de 2013, incluindo 35.987 eritreus, 13.249 sudanês e 4.400 de outros países. Em fevereiro, o jornal Haaretz revelou que Israel tinha começado a transferir imigrantes africanos ilegais para Uganda com a autorização desse país.

# jeuneafrique.com

sexta-feira, 27 de junho de 2014

O segredo por trás do sucesso do homem mais rico da África.

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"Eu tenho razão de acordar todos os dias e trabalhar duro para enfrentar os desafios e se esforçar para levar o continente para o próximo nível" - empresário nigeriano Aliko Dangote. FOTO | O CIDADÃO.

Sendo o homem mais rico do continente Africano, o Sr. Aliko Dangote poderia simplesmente pegar um ano sabático indefinido e deixar o dinheiro trabalhar para ele para o resto de sua vida.

Sim, depois de anos de trabalho árduo, com poupança agressiva, o investidor e o re-investidor, de 57 anos de idade poderia simplesmente gozar de um merecido descanso e exigir um cheque gordo a cada mês a partir de seu império- do Grupo Dangote - que com 26.000 milhões dólares americanos em negócios tem interesses em commodities e opera em vários países africanos, incluindo a Nigéria, Benin, Camarões, Togo, Gana, África do Sul, Zâmbia e agora Tanzânia.

Na Tanzânia, onde a empresa tem investido na fabricação de cimento, a Dangote Industries (Tanzânia) Ltd está expandindo a sua capacidade de 1.500 para 3.000 toneladas métricas por ano, tornando-se o maior projeto em um único local na África Austral e Oriental.

No pensamento comum, um descanso agora seria bem merecido, considerando o fato de que o ímã do negócio virou sucesso para o Grupo Dangote de uma pequena empresa de comércio  criada em 1977 com o valor de alguns milhares de nairas em um conglomerado de vários bilhões de negociação de processamento de alimentos, fabricação de cimento, frete, açúcar, cervejarias e confeiteiro, para mencionar apenas alguns.

Alhaji Aliko Dangote é classificado pela revista Forbes, como a bíblia das tendências globais de negócios, e como a pessoa mais rica 23 do mundo e o homem mais rico da África após ultrapassar o bilionário saudita-etíope Mohammed Hussein Al-Amoudi em 2013 com $ 2,6 bilhões líquidos - para tornar-se o homem mais rico do mundo negro.

Sem luxo

Mas o magnata nigeriano acorda muito cedo e trabalha duro, mais do que os mortais comuns que lutam para sobreviver a cada dia que passa. Então, o que faz com que este "Broda" trabalhe ainda mais duro, em vez de ceder ao luxo depois de anos de quebra-costas na labuta?

Falando aos editores do Cidadão em Dar-Es-Salaam ontem, o Sr. Dangote revelou que ele leva sua inspiração aos tigres asiáticos e ao Brasil, países que estavam mais ou menos ao mesmo nível econômico como a África a cerca de 20 anos atrás, mas que agora são de renda média e perseguem o caminho para o status de Primeiro Mundo. "Uma vez que eles são seres humanos como nós e eles foram capazes de fazê-lo, também nós seremos capazes de fazê-lo", disse ele.

"A razão de eu acordar todos os dias e trabalhar duro é para continuar a enfrentar os desafios e se esforçar para levar o continente para o próximo nível", acrescentou.

Mas o que parece ser a maior força do Sr. Dangote é o fato de que ele não se considera "o homem mais rico da África" ​, isso não entrar na sua cabeça. E ele não mede o sucesso pela sua própria realização pessoal, mas pelo progresso e prosperidade do povo africano como um todo.

Disse ele: "Se você é rico, você está bem, mas você não pode continuar a ficar bem quando há um grande número de pessoas que estão sem emprego. Então, você precisa fazer o seu melhor para vê-los a conquistar empregos e pela suas competências ".

Correspondente Americano

Sr. Dangote afirma que, com base em projeções, o futuro da África será muito brilhante, com os maiores ativos, com terra arável em quase todo o continente - e a sua população. Ele disse que o crescimento anual com PIB de 5,5 por cento nos últimos 11 anos, pode ser mantido e até mesmo superado.

Com um olhar empresarial, o Sr. Dangote vê a chave para libertar o potencial de energia elétrica no continente africano. Energia elétrica, argumenta ele, desencadeia potencialidades econômicas nas pequenas e médias indústrias em escalas que criam a maioria dos empregos.

Se a África melhora a geração de energia e torna-a acessível para a maioria da sua população, o continente vai fazer milagres econômicos, diz ele. Pois, com potência energética suficiente, as pessoas serão capazes de criar suas próprias pequenas empresas e terão renda disponível, diz ele.

"Em 2050, vamos ser capazes de corresponder ao tamanho da economia atual americana, que é 19 trilhões de dólar, o nosso atual é de 1.8 trilhões de dólares", disse ele.

Outro ponto-chave é a nossa população, que deverá atingir 2 bilhões de pessoas até 2050. Ele, no entanto, advertiu que esta bênção pode facilmente se transformar em uma maldição, se não está envolvida em atividades produtivas.

"Se você olhar para a população da África, quase 55 a 60 por cento da população está abaixo da idade de 25 anos. É uma coisa boa, mas se não conseguirmos administrar isso,  isso pode ser uma coisa ruim no futuro", alertou.

# africareview.com


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