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MACKY SALL EM BASSIROU DIOMAYE FAYE: Uma visita num contexto de cálculos políticos

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Dois anos depois de deixar a capital senegalesa no final do seu segu...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os prémios do Festival de Cinema de Marraquexe.

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A décima quarta edição do Festival de Cinema de Marraquexe chegou ao fim. A presidente do júri, Isabelle Hupert, entregou os galardões.
A estrela de ouro do festival marroquino foi entregue a Ivan Tverdovsky pelo filme “Corrections Class”.
A obra retrata a vida de Lena, uma estudante brilhante com uma deficiência motora que deseja voltar à escola mas que é colocada numa turma de alunos com necessidades especiais.
“Tenho imensa pena por não poder estar convosco esta noite, Estou a rodar o meu novo filme em Moscovo. Sinto-me honrado pelo convite e pelo prémio”, disse Ivan Tverdovsky.
O prémio do júri recompensou o filme “Chrieg” de Simon Jaquemet. A película gira em torno de Matteo um adolescente em conflito com o pai que é raptado por um grupo de jovens violentos e preso no canil de uma quinta.
“Queria retratar a violência adolescente e ao mesmo tempo falar da lenda desta quinta. Normalmente sou uma pessoa simpática mas durante a rodagem tornei-me às vezes muito mau, nomeadamente com a minha equipa”, contou Simon Jaquemet.
O prémio para melhor realizador foi entregue a Aditya Vikram Sengupta pelo filme “Labour of love”.
A ação de “Labour of Love” desenrola-se em Calcutá. O filme retrata um casal preso num cenário de recessão económica, trabalho excessivo e rotina.
Estou triste por Aditya não estar aqui mas eu estou e nós somos feitos da mesma matéria. Penso que atravessamos uma época excelente para o cinema indiano e estou contente por dar o meu contributo” sublinhou Shetty Sengupta, produtora do filme.
O galardão para melhor atriz foi atribuído a Clotidle Hesme pelo filme “The Last hammer Blow”.
O filme de Alix Delaporte gira em torno de um filho que encontra o pai pela primeira vez. O progenitor dirige a sexta sinfonia de Mahler na Ópera de Montpelier.
“Nunca tive tanta confiança e estima da parte de um realizador ou de uma realizadora. Alix Delaporte mostrou uma confiança absoluta no meu trabalho e nós sentíamos que estávamos a fazer um grande filme” afirmou Clotidle Hesme.
O prémio para melhor ator foi atribuído a Benjamin Lutzke pelo filme “Chrieg”.
“Ainda não consigo acreditar e estou a tremer, nunca tinha ganho nada antes, é o meu primeiro filme, estou muito entusiasmado”, confessou Benjamin Lutzke.
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Fidel e Hugo Chávez homenageados.

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A Aliança Bolivariana para os Povos da América (Alba) homenageia, na sua 13ª reunião, ao comemorar uma década de existência, dois dos seus fundadores, o líder cubano Fidel Castro, e o falecido Presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Fotografia: AFP

A reunião decorre no Palácio da Revolução, em Havana, com a presença de Presidentes e altos funcionários dos nove países que integram a aliança: Antígua e Barbuda, Bolívia, Cuba, República Dominicana, Equador, Nicarágua, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas e Venezuela.
Os Presidentes dos países bolivarianos, entre eles Nicolás Maduro, começaram a chegar a Cuba este sábado.
Nos últimos dias, a imprensa cubana sublinhou o “especial significado” desta reunião pois, além dos dez anos do bloco, faz 20 anos do primeiro encontro entre Fidel Castro e Hugo Chávez, em 1994.
A reunião é também uma homenagem a Fidel e ao falecido líder venezuelano, que, dez anos após o seu primeiro encontro, assinaram em Havana em 14 de Dezembro de 2004 o tratado constitutivo de uma aliança à qual depois se foram somando os outros países que integram Aliança Bolivariana para os Povos da América. A instituição nasceu como um mecanismo para a cooperação entre os países da América Latina e das Caraíbas, baseada na solidariedade e na complementaridade das economias nacionais, como uma alternativa à fracassada Área de Livre Comércio para as Américas promovida então pelos EUA.
Nesta reunião, a Aliança Bolivariana para os Povos da América deve oficializar a entrada de dois novos membros: as ilhas de São Cristóvão e Nevis e a de Granada.
No último dia 2, Maduro informou que vai propor o desenvolvimento da zona económica Aliança Bolivariana para os Povos da América, a Petrocaribe e o Mercosul, para romper com os individualismos dos países.
“Nós temos um plano que tem como pilar fundamental o desenvolvimento da nossa zona económica produtiva para os próximos dez anos”, disse Maduro.
Na reunião de Havana também vai ser dado um impulso ao Sistema Único de Compensação Regional (Sucre), uma moeda virtual para as trocas comerciais na zona da Aliança Bolivariana para os Povos da América que pretende substituir o dólar e ser um primeiro passo em direcção a uma moeda comum no bloco.
O “Sucre” foi activado em Janeiro de 2010 e, por enquanto Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua e Venezuela utilizam o sistema. O Uruguai pediu a adesão em Março de 2013.
Além do “Sucre”, outra iniciativa da Aliança Bolivariana para os Povos da América é o Tratado de Comércio dos Povos que propõe relações  “justas, complementares e solidárias”.
Na reunião de hoje vão ser analisadas as novas sanções aprovadas pelo Congresso norte-americano contra a Venezuela, que contemplam o congelamento de activos e a proibição de emitir vistos a funcionários do governo de Caracas.
Em comunicado divulgado esta semana, os países da Aliança Bolivariana para os Povos da América rejeitaram as sanções  “e qualquer outra agressão, seja do tipo legal, económica ou político contra a Venezuela, porque constitui uma violação ao Direito “Internacional e contra qualquer outro dos países membros do bloco”. Os Estados-membros prometem mais esforços.
#JORNALDEANGOLA.SAPO.AO

Costa do Marfim: Reformas na área da Defesa.

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O governo da Costa do Marfim vai reformar a área da Defesa e as estruturas das Forças Armadas para enfrentar os novos desafios no país e na região, sobretudo nas questões de soberania.


Segundo o porta-voz do governo, Burno Nabagné Koné, o objectivo de reorganizar a Defesa e as Forças Armadas da Costa do Marfim é adaptá-las às exigências, às contingências e à evolução dos principais domínios da organização destes sectores e da Segurança Nacional.
O projecto de lei, inscrito no quadro da reforma do sector da Segurança, compreende a reformulação do Conselho Nacional de Segurança, a criação e composição de um Comité de Coordenação da Defesa  e a instituição de Comandos Militares Regionais de Defesa.
Também contempla a promoção das noções de respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades públicas nas missões da Polícia Nacional e do Exército, a criação de um Estado-Maior General das Forças Armadas, das forças especiais e o modo de fixação dos efectivos por região.
A adopção deste projecto de lei pelo Parlamento vai promover uma mudança importante no sector da Defesa e da Segurança da Costa do Marfim, país confrontado com múltiplas convulsões há duas décadas, agravadas com o queda do presidente Gbabo.
#jornaldeangola.sapo.ao


domingo, 14 de dezembro de 2014

Dois colonizadores europeus - a partilha da África.

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Dois colonizadores europeus. 21291.jpeg


Havana, (Prensa Latina) Eucaristus de Campos e Savorgnan de Brazza foram expoentes de uma época de disputas e ambições. O primeiro, originário de Portugal, e o segundo, da França, deixaram sua marca nos Países da África, e o nome do segundo serviu para denominar uma capital. 
O nome de Eucaristus nunca teria aparecido em documentos históricos da África se não fosse sua obsessiva participação, no século XVIII, no comércio de escravos na antiga Dahomey, atual Benin após a independência.

O português não foi quem iniciou o tráfico de escravos, pois o fizeram seus compatriotas duas centenas de anos antes, no século XVI, quando o Brasil era uma colônia de Portugal e tinha necessidade de mão de obra para as plantações agrícolas.
Os proprietários consideravam que suas fazendas só poderiam prosperar utilizando essa força de trabalho trazida do longínquo continente e encomendavam mais escravos aos traficantes que obtinham grande lucro com o tráfico de africanos.

PONTO DE PARTIDA
Na formação histórica de Dahomey incidiram dois movimentos migratórios: o dos hueda e os agassouvi. Os contatos iniciais da população autóctone com os europeus datam do século XIV com a chegada dos primeiros navegantes portugueses às praias dessa nação da África Ocidental, assim como fizeram com outros locais da região.

No início a relação entre europeus e africanos limitou-se a um modesto intercâmbio comercial, fundamentalmente, com as populações que habitavam próximas à costa.
No século seguinte, os portugueses não mostraram interesse em avançar para o interior de Dahomey para ocupar todo o território e só eram estabelecidos entrepostos no litoral.

Uma centena de ano mais tarde, no século XVI, os portugueses começaram a desenvolver o comércio de escravos, inicialmente de forma lenta, mas depois de maneira acelerada, a tal grau que o território foi uma das regiões mais exploradas para tal fim na África Ocidental.

Dos milhares de africanos arrancados de terra dahomeyana e enviados para a América e o Caribe, muitos ficaram no Oceano Atlântico em consequência das péssimas condições impostas durante a travessia.

É em 1752, em pleno século XVIII, que Eucaristus de Campos emerge como uma figura importante no tráfico de escravos organizado no reino de Porto Novo, onde tinha chegado alegando fins comerciais.

O português ocultou suas verdadeiras intenções. Utilizando diversas artimanhas incitou o soberano nativo para que colaborasse no tráfico negreiro. O pouco entusiasmo mostrado pelo rei para participar da caçada de africanos provocou a indignação de Eucaristus, homem agressivo e autoritário.

Sob pressões e ameaças, o comércio de escravos de Eucaristus estendeu-se até 1757, quando abandonou o país. Em seus seis anos no reino de Porto Novo, foi um dos europeus que mais se esforçou em promover o tráfico em solo africano.

Essa foi a marca deixada por Eucaristus de Campos no antigo Dahomey, um país que ao conseguir a independência no século XX tinha sido vítima da escravidão e do colonialismo.

SAVORGMAN DE BRAZZA

No início do século XIX, a França tinha expulsado os portugueses dos territórios que ocupavam, Gabão e Congo (atual República do Congo), e disputava com a Grã-Bretanha como os dois maiores impérios coloniais na África.

A origem da posterior África Equatorial Francesa esteve ligada de forma muito direta à conquista do Gabão, primeira base francesa nessa costa do Oceano Atlântico.

Essa conquista estabeleceu-se mediante um tratado assinado em 1839 por Benet Willaumez e pelo chefe tribal local Louis Dowe, denominado em inglês como o rei Denis. O estabelecimento de semelhantes acordos sempre impunha desvantagens à parte africana.

Os franceses presentes no Congo e no Gabão construíram entrepostos na costa e depois iniciaram expedições para o interior, depois de criar em 1849 a cidade de Libreville, atual capital gabonesa, que também foi o primeiro centro administrativo do Golfo de Guiné.

As expedições foram levadas a cabo por membros da marinha francesa, circunstâncias nas quais aparece no cenário congolês Savorgnan de Brazza, que realizou sua primeira incursão pelo rio Oggoue, atravessando posteriormente em 1875 o rio Congo, o mais extenso do continente.

Brazza, enviado pelas autoridades francesas e em quem confiavam para realizar exitosamente sua missão colonizadora, durante sua primeira expedição entre 1875 e 1878 atravessou a pé o território do Congo.

Em sua segunda expedição (1879-1883), foram assinados tratados com o rei Makoko, soberano dos tekes, com o fim de estabelecer o domínio sobre essa parte da África Central e impedir similares tentativas do grupo dirigido pelo inglês Stanley, pela outra margem do rio entre 1874 e 1877.

Brazza impôs uma espécie de protetorado e pronunciou-se por métodos pacíficos de colonização, enquanto na prática procedia-se o extermínio de populações inteiras quando ofereciam resistência à presença estrangeira.

Em 1881, o governo da França designou Brazza como Comissionado e todas as terras conquistadas de Gabão até o Congo ficaram sob sua autoridade em 1883, depois de reformas no sistema de colonização, que incluíram a extensão de poderes aos governadores.

A Conferência de Berlim realizada em 1884-1885, na qual as potências europeias realizaram a partilha da África, afirmou o domínio colonial da França sobre o Gabão e Congo, que junto a outras colônias formaram a denominada África Equatorial Francesa.

Cumprida sua missão colonizadora no Congo, Savorgnan de Brazza deixou, entre outras heranças, seu nome à capital do país: Brazzaville.
*Colaborador da Prensa Latina


#pravda.ru


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

BURKINA FASO: O CHEFE TRADICIONAL E O CONSELHEIRO MUNICIPAL CÚMPLICES DOS LADRÕES DE MOGTÉDO.

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Banditisme : Le chef coutumier et le conseiller municipal complices des braqueurs de Mogtédo

O comissário de Nongr-Mâasom colocou o gancho sobre uma rede de bandidos que roubavam a cidade de Ouaga e as aldeias circundantes. Esses criminosos são suspeitos de assalto a loja de Sr. Kaboré em Mogtédo e cometidos os assassinatos que se seguiram. A ironia dessa história é que os bandidos são cúmplices de um chefe tradicional e um vereador. Todo o bando, além de encarcerados, estão pendentes a uma nova ação na justiça. Eles foram apresentados nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2014 para a imprensa.
A tragédia que atingiu Mogtedo a 14 de novembro de 2014, ainda é lembrada. Este não é o Karim Kabore que dizem, pelo contrário, é este que não consegue segurar as lágrimas nesta Quarta-feira última, 10 de dezembro, perante o comissário da delegacia de polícia, Nongr-Massom e foram apresentados à imprensa. O Comissário Joseph Toni e seus homens, em colaboração com a polícial de Zorgho, Kaya, de Méguet e de Mogtédo, conseguiram uma verdadeira repressão e apreensão de criminosos que devastaram a Mogtédo. Como lembrete, Joseph Toni, referiu 14 de novembro de 2014, e disse à imprensa que três assaltantes, dois dos quais foram, cada um armado com um rifle Kalashnikov e o terceiro com uma pistola automática, e roubaram a loja Karim Kaboré. Neste ataque sórdido, seu amigo Ouda Soudré morreu, baleado por um dos bandidos. As perdas são enormes, tanto da vida humana, como em dinheiro. "A soma de nove milhões setecentos e oitenta e cinco francos CFA (9,785 milhões FCFA), cartões de recarga das três redes que operam em nosso solo com um valor de cerca de 4,1 milhões de francos CFA (4,1 milhões CFA) foram lavados ", ele comentou.
A queixa apresentada ao mesmo tempo em diferentes jurisdições da polícia e da guarda civil permitiram levantar inquérito sobre três suspeitos perigosos que não estão aliados só a esses primeiros fatos. Este é o Pafadnam Souleymane (líder da banda, que assumiu ter participado em vários assaltos à mão armada), Désiré T. Somé (que reconhece ter derrubado a vítima com a coronhada de um rifle Kalashnikov), Amadou Sawadogo, Badhio Moumouni (pai de dez crianças que havia participado de três assaltos à mão armada) e Ratodo Compaoré, Nestor, disse (ter feito três assaltos à mão armada) e Issaka Tapsoba (vários ataques a mão armada e com membros do grupo ). Um dos líderes, que se sentiu queimado, esfregou os seus calcanhares.
Pamipouloumdé o feiticeiro que deu luz verde
Essas pessoas incriminadas, a polícia levantou os cúmplices, incluindo um feiticeiro, Pamipouloumdé Compaoré. Este último seria o assistente da banda. Foi ele quem, por sua "magia negra", deu luz verde para os infratores cometerem o seu trabalho sujo. Com 60 anos e pai de sete filhos, um rifle de caça de 12 milímetros de calibre foi apreendido com ele. Seguindo-o, o ex-vereador (Nota do editor: devido aos acontecimentos de 30 e 31 de Outubro de 2014, todos os conselhos municipais foram dissolvidos) Pegdwoaga Compaore ( de 61 anos, ele é o pai de 16 crianças). Uma espingarda calibre 12 milímetros também foi apreendida com ele. Joseph Sawadogo, pai de 5 filhos, o último da lista de cúmplices, o chefe tradicional da aldeia Rimalgré/Méguet, Amado Ouédraogo. Dez armas foram apreendidas em sua casa: quatro espingardas serradas; três espingardas de 12 mm de calibre; três espingardas e sete cartuchos de calibre 12 milímetros, caseiro. A polícia não pode contentar-se com todas essas pessoas. A investigação também levou para à prisão os receptores denominados: Ousmane Zongo, Sayouba Lankoandé, Abdoulaye Ouedraogo que estavam na posse de cartões de recarga roubados.
Uma verdadeira rede organizada
# l´observateur

Sierra Leone proíbe festas de Natal por causa do Ebola.

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Serra Leoa, disse nesta sexta-feira que está proibida todas as celebrações públicas do Natal por causa do número de casos de infecções de Ebola que continua  a alarmar.

Os soldados devem ir para as ruas em todo o período festivo, forçando as pessoas que se aventuram pelas ruas a retornar para dentro de suas casas, disse um responsável da unidade do governo sobre Ebola.

# africareview.com

ONU nomeia novo chefe da missão do Ebola.

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O diretor-geral das Nações Unidas indicou, nesta quinta-feira, um cidadão mauritano para presidir a missão da ONU sobre o Ebola, criada há dois meses para combater a pior epidemia do vírus registrada até agora.

Ismail Ould Cheikh Ahmed, que atualmente trabalha como o número dois da missão da ONU na Líbia, sucederá o americano Anthony Banbury como diretor da Missão da ONU para a Resposta à Emergência do Ebola (UNMEER).

Ould Cheikh Ahmed assumirá a missão enquanto o número de infecções continua a subir em Serra Leoa, que superou a Libéria como o país mais afetado.

A epidemia de Ebola deixou quase 6.400 mortos e cerca de 18.000 casos de infecção em oito países, sendo que o oeste da África permanece o epicentro da crise.

Ould Cheikh Ahmed, de 54 anos, trabalhou para várias agências humanitárias e de desenvolvimento da ONU em Síria, Iêmen, Nairóbi e Geórgia.

Ban decidiu criar a primeira missão da ONU concentrada em uma emergência sanitária para coordenar a resposta internacional à epidemia, depois das críticas recebidas de organizações não governamentais de que não estava sendo feito o suficiente.

#correiobraziliense.com.br

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Libéria: Presidente Sirleaf - Créditos da Administração Obama para estabilizar Ebola.

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A Presidente Ellen Johnson Sirleaf disse que foi a liderança da Administração Obama, apoiado pelo Congresso norte-americano, que abriu o espaço para o combate ao Virus Ebola que assola o país e que está a ser estabilizado e manifestou o seu apreço para os Estados Unidos e os seus parceiros para o progresso que agora foi feito para conter o vírus.

Ela disse que o apoio do governo Obama que "incentivou o resto do mundo a responder a esta crise global", mas no entanto advertiu que embora muito progresso tenha sido feito, mas tem que continuar a ser feito, pois, esta é a fase mais crítica da luta contra a doença mortal.
De acordo com um comunicado da Mansão Executiva, a presidente Sirleaf fez esta declaração quando ela se dirigiu aos membros do Subcomitê de Relações Exteriores no Senado do Estados Unidos sobre Assuntos Africanos na quarta-feira, 10 de dezembro. A audiência discutiu "A epidemia de Ebola: as chaves do sucesso para a resposta internacional 'e foi presidida pelo senador Chris Coons (D-Delaware).

O líder liberiano, proporcionando a uma atualização do progresso feito até o momento, disse que 13 Unidades de Tratamento de Emergência, com um total de 840 camas, tem agora apenas 136 pacientes; enquanto 70 equipes declararam ter enterrado 23 pessoas por dia em todo o país, em comparação com centenas, meses atrás.

"Nós vimos a queda de cerca de 100 novos casos por dia no auge da epidemia, a apenas 10 casos novos foram confirmados por dia durante a semana passada. Nossos seis laboratórios ativos têm feito testes de 60 amostras por dia, mas, em média, apenas detectaram 8 novos casos de Ebola por dia. Os 4.000 agentes de contacto que envolvem agentes comunitários estão seguindo cerca de 7.000 pessoas. Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, em torno de 174 dos mais de 3.000 que morreram, não estão mais em risco, porque as instalações de tratamento de qualidade estão disponíveis para eles. Estamos felizes em dizer que 1.312 pessoas, incluindo 345 crianças, muitas delas órfãs, terão apresentado o estado livre da doença ", disse ela à Subcomissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA.

A Presidente Sirleaf indicou que embora avalia-se 10 casos por dia, a crise é administrável por especialistas que notaram que chegar a zero para novos casos será muito mais difícil, porque a doença recuou-se e agora deve ser perseguida em cada esquina.
Citando um exemplo dos desafios enfrentados na Libéria, a presidente Sirleaf destacou a questão de identificação de contactos. Ela disse que para cada paciente nos EUA, havia cerca de 40 contatos que precisavam ser colocados em quarentena e monitorados. Para a Libéria, o desafio é ainda maior, com mais milhares de contatos, muitas vezes em aldeias que levam horas para se chegar pela mata densa e estradas deploráveis. "Esta é uma das muitas razões por que devem continuar o seu apoio e o nosso trabalho conjunto é tão importante", ressaltou.

A presidente da Libéria, enfatizou que a erradicação completa não será alcançada até que toda a região seja libertada de Ebola; Existem medidas de prevenção contra futuros possíveis focos, e até um medicamento foi desenvolvido, tanto para preventiva e curativa para conquistar esta doença mortal.
A Presidente Sirleaf citou um Seminário técnico regional organizado pela Libéria na terça-feira, 9 de dezembro com a Serra Leoa, Guiné e Mali para compartilhar as lições e as melhores práticas que resolveram que Ebola é uma questão global que todos os países devem continuar a enfrentar. "É por isso que continuar a prestar assistência aos esforços combinados com os nossos vizinhos, continua a ser uma prioridade. É por isso que os EUA têm estado na linha da frente para enfrentar a doença, aqui na África Ocidental. É por isso que a Dra. Margaret Chan, Diretora Geral da OMS, estava certa quando ela observou que este é o maior desafio em tempos de paz das Nações Unidas e que suas agências já enfrentaram. Na Libéria, e na Serra Leoa e na Guiné, e continuamos a viver este desafio ", reiterou.

O líder liberiano instou os parceiros, mais especialmente o governo dos Estados Unidos, para continuar a apoiar os esforços para seu governo e para ajudar o país a graduar técnicos para tratamento para a prevenção. Ela chamou atenção para o fortalecimento da propriedade comunitária e responsabilidade para a consciência e ação de resposta imediata, por meio dos Centros de Atenção comunitários que estão sendo estabelecidos com o apoio da USAID.

Fornecendo poucas estatísticas a este respeito, a presidente Sirleaf forneceu um quadro sombrio do sistema de saúde da Libéria. "A Libéria tem 218 médicos e 5.234 enfermeiros para servir uma população de 4,3 milhões em 405 estabelecimentos públicos e 253 estabelecimentos de saúde privados. Isso significa que temos um médico para 100.000 pessoas, em comparação com 4 por 100.000 na Serra Leoa, 10 por 100.000 na Guiné e 245 por 100.000 nos Estados Unidos ", disse ela, observando que há mais médicos liberianos e profissionais médicos nos Estados Unidos do que em casa; a maioria dos quais deixou o país durante a guerra.

Ela alertou que a Libéria está muito atrás e só pode sustentar o progresso e evitar a reincidência através de unidades de saúde mais bem equipadas - melhores meios de diagnóstico para doenças infecciosas, melhores hospitais e melhores clínicas.

A Presidente Sirleaf informou a Subcomissão do Senado dos EUA que seu governo pediu aos 137 parceiros de alguns 26 países que estejam com o país nesta luta e para se juntarem a este esforço expandindo-se.
Ela ressaltou que a Libéria deve voltar para o caminho do crescimento. "Meu governo está preparando um plano abrangente para o período pós-Ebola, para a recuperação económica da Libéria, acelerando o nosso trabalho em infra-estrutura - acima de todos os percursos está a Saúde, a eletricidade e as operações WatSan. Um grande impulso é esperado no setor agrícola, onde a maioria dos liberianos são empregados, o que nos permitirá gerar empregos e restaurar os meios de subsistência. O setor privado terá um papel fundamental ", a presidente Sirleaf informou o Subcomitê de Relações Exteriores do Senado.

Ela apelou para uma extensão da concessão Millennium Challenge Corporation, que, segundo ela, seria um divisor de águas para a Libéria. "Isso facilitaria nossa recuperação econômica, no período pós-Ebola e colocaremos a nossa dinâmica de desenvolvimento de volta aos trilhos levando a transformação substancial da nossa economia. A Libéria alcançou o MCC de elegibilidade compacta em 2012, passando para 10 dos 20 indicadores, incluindo o controle da corrupção e da elegibilidade novamente passou em 2014, passando para 10 dos 20 indicadores.

A Presidente Sirleaf expressou gratidão ao Congresso dos Estados Unidos, pela amizade e apoio, sem o qual muito progresso não teria sido alcançado até à data. Ela ressaltou que ainda há muito o que fazer - "para garantir que os recursos sejam devidamente implantado pelas muitas instituições e que estão devidamente alocados; para garantir que não seja responsabilidade total só nossa, mas de todos os nossos parceiros e do povo liberiano. "Ela observou que sua determinação para enfrentar o desafio que confronta a Libéria é forte e implacável. "Vamos ganhar esta batalha", ela concluiu com otimismo.

O Presidente Obama solicitou US $ 6,2 bilhões em financiamento de emergência ao Congresso para combater a doença do vírus Ebola em casa e no exterior, embora os legisladores anunciaram, na terça-feira, que planejam autorizar US $ 5,4 bilhões, de seu pedido.

# liberianobserver.com


ONU: as torturas da CIA não devem ficar “impunes”.

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A Convenção contra a tortura não permite “circunstâncias excepcionais” nas quais se possa humilhar os detentos, expressa o relatório do Senado dos EUA sobre as torturas da CIA na era Bush.


Nações Unidas. — A difusão do relatório do Senado dos EUA sobre as torturas da CIA na era Bush tem provocado repúdio mundial, sem que por enquanto as revelações tenham causado represálias contra cidadãos e interesses norte-americanos, uma possibilidade ante a qual as embaixadas têm adotado preventivamente medidas de segurança.
ONU: as torturas da CIA não devem ficar “impunes”

Neste contexto, a ONU pediu que as torturas não fiquem “impunes”. O alto comissionado das Nações Unidas para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al-Hussein, reclamou que não deve haver “impunidade” sobre as torturas reveladas pelo relatório, segundo o jornal El País.
A Convenção contra a tortura não permite “circunstâncias excepcionais” nas quais se possa humilhar o detento, expressa o texto.
“A Convenção não deixa ninguém fora, nem os mesmos torturadores, nem os responsáveis políticos nem os funcionários que dão as ordens” na hora de prestar contas pelas possíveis violações dos direitos humanos, afirmou.

#granma.cu

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Costa do Marfim: O workshop de esclarecimento sobre o trabalho infantil é particularmente importante, diz a primeira-dama.

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Cérémonie

Abidjan - A presidente do Comité Nacional de Acompanhamento das acções de luta contra o trabalho infantil (CNS), a Sra Dominique Ouattara, estimou que o objectivo do workshop é para avaliação do Plano de Acção Nacional (PAN) 2012-2014, na luta contra o tráfico, da exploração e trabalho infantil que é de particular importância.

"O objetivo deste workshop é particularmente importante", disse , nesta quarta-feira, na abertura de um seminário de dois dias no espaço Latrille Eventos em Cococdy Angré, na esperança de um trabalho de qualidade, em razão da experiência e do apoio dos participantes.

A presidente do CNS disse que o seminário vai avaliar o grau de cumprimento do NAP, medir o seu impacto, a fim de tomar medidas correctivas apesar dos sucessos ao longo dos últimos três anos. Sucesso, ela disse, permitiu em 2013 e 2014, a "reclassificação do nosso país entre os países que estão a fazer esforços para eliminar o trabalho infantil."


"Esta reclassificação para o nível 2 permite que a Costa do Marfim possa evitar sanções internacionais que ameaçavam o nosso cacau", disse Ouattara. Ela saudou a cooperação franca das estruturas envolvidas nesta luta, incluindo a comissão interdepartamental.

#abidjan.net

ik / KKP / kam

Zimbabwe - Presidente revela Mnangagwa como Vice-Presidente.

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O Presidente Mugabe fez anúncio em uma reunião do comitê central da Zanu-PF partido no poder, onde ele revelou novos membros do politburo do partido, na sequência do congresso do fim de semana que confirmou um expurgo sem precedentes de seus tenentes.

O líder em envelhecimento também demitiu oito ministros que foram acusados de trabalhar com a Sra. Mujuru no suposto complô.

Ele disse que os dois vice-presidentes não teriam quaisquer papéis ", exceto" para tentar substituí-lo.

Espera-se que o Presidente vá agora anunciar um novo gabinete com a mídia estatal relatando que mais ministros seriam despedidos.

O Sr Mnangagwa, de 68 anos, tinha sido apontado ao lado Sra. Mujuru como provável sucessor do presidente Mugabe.

Último cargo do Sr. Mpoko foi desempenhado na África do Sul, onde foi embaixador do Zimbábue, e retirou-se para comandar um negócio na segunda cidade de Bulawayo.

Antecipadamente, a Sra. Mujuru disse que o presidente Mugabe preparou uma lei errada que disparou contra ele, mas insistiu  de que ainda era muito cedo para falar sobre seu próximo passo.

Conspiraram para matar

Sra. Mujuru tornou-se a primeira vice-presidente na história do Zimbabwe a ser afastada do cargo.

Seus quatro antecessores morreram no cargo.

Sra. Mujuru, que foi nomeada vice-presidente em 2004, disse que sua demissão foi política, mas que ela não tinha feito nada de errado.

"A carta dizia que eu não era mais a vice-presidente do Zimbabwe, e ponto final", disse à Voz da América no Studio 7.

"E ela citou a Seção 102 (1b), da Constituição, o que eu tentei verificar, mas não consegui, talvez ela queria dizer Seção 2-B."

O ex-combatente da libertação culpou pessoas não identificadas na Zanu-PF por seus infortúnios, dizendo que o partido sofreu infiltração.

"Alguns dizem que a política é um jogo sujo, desta vez na Zanu-PF, só tem mais sujos", disse ela.

"É muito cedo para eu dizer (qual será o próximo passo...). Eu não sou um personagem de luta. "

Sra Mujuru, cujo marido morreu em um misterioso incêndio há dois anos, disse que nunca planejaram matar o governante veterano.

"Eu fui presidente em exercício várias vezes e eu não acho que, alguma vez, houve um momento em que qualquer um de seus seguranças (de Mugabe) disseram-lhe em detalhe que a vice-presidente nos convidou para uma tentativa, de jeito nenhum", disse ela.

Sra Mujuru disse que ela tinha avisado o presidente Mugabe de que a Zanu-PF tinha sido infiltrada, mas ele estava alheio à trama.


#africareview.com

Guiné-Conacry: O Presidente Alpha Condé - "Nós não morremos necessariamente de Ebola".

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Com um falar-francês sem igual, o Presidente da Guiné enviou várias mensagens à comunidade internacional que se desenrolam em criar pânico em torno de Ebola em vez de se unirem a nós para combatê-la. Perspectiva de Alpha Condé, a partir de Marrakech.

As Áfricas: Sr. Presidente, o senhor disse em seu discurso na conferência da 5ª edição do fórum GES que a Organização Internacional de Saúde comunicou uma má notícia no início da epidemia de Ebola?

Alpha Conde: Ela não comunicou.

LA: Você faz vergonha para esta instituição internacional?
AC: Isso não é uma crítica, mas uma observação. Se alguém está doente e lhe dizem que ela não vai se curar, como ela pode ser salva. Por outro lado, se lhe dizem que ela tem chances de recuperação, ela é incentivada. Ebola é uma epidemia extremamente grave, mas nós não necessariamente morremos de Ebola. Exatamente, por isso, no início, dissemos que não morremos de Ebola e se mobilizássemos, não teríamos chegado a este estado. Isto não é uma crítica, mas uma observação, e como eu disse antes, um fato.

LA: Na Guiné, cerca de 1.192 pacientes morreram devido ao Ebola. Que avaliação podemos fazer hoje de infra-estrutura sanitária dedicada à epidemia?
AC: Em breve chegaremos a seis centros de tratamento contra o Ebola através da ajuda americana e francesa. Além disso, as autoridades marroquinas nos ajudaram a criar um laboratório. Na verdade, o nosso encarregado da defesa foi convidado a Rabat, Marrocos, nesse sentido.

LA: Como você descreveria a cooperação entre Marrocos e Guiné?
AC: Há vários níveis de cooperação económica entre Marrocos e Guiné. Cooperação através da Fundação do rei Mohammed VI, cooperação entre os dois governos, e, finalmente, entre os empresários guineenses e marroquinos, como com o ministro e o empresário marroquino Aziz Akhennouch.

#seneweb.com

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Visita a Cabo Verde de primeiro-ministro da Guiné-Bissau remarcada para 2015.

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Visita a Cabo Verde de primeiro-ministro da Guiné-Bissau remarcada para 2015

Visita a Cabo Verde de primeiro-ministro da Guiné-Bissau remarcada para 2015

A visita oficial a Cabo Verde do primeiro-ministro da Guiné-Bissau, inicialmente prevista de 04 a 07 deste mês, foi remarcada pera fim de janeiro ou início de fevereiro, anunciaram hoje fontes governamentais dos dois países.
A indicação foi dada pelo primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros guineense, Mário Lopes da Rosa, no final de um encontro entre ambos, na Cidade da Praia.
O chefe da diplomacia guineense deslocou-se a Cabo Verde por algumas horas para entregar a José Maria Neves uma mensagem de solidariedade do chefe do executivo guineense, Domingos Simões Pereira, disponibilizando também 58 mil euros para apoiar a crise provocada pelo vulcão do Fogo, em erupção há 16 dias, razão do adiamento da visita.
“Há um conjunto de ações a ser empreendidas entre os dois governos. Queremos dinamizar a cooperação nas áreas dos transportes, aéreos e marítimos, económico-empresarial e técnico-científica, agenda que deverá ser discutida no quadro da cooperação bilateral”, afirmou Lopes da Rosa.
O diplomata guineense indicou, também, que há a possibilidade de José Maria Neves visitar oficialmente a Guiné-Bissau, data que só será acertada durante a estada de Domingos Simões Pereira na Cidade da Praia.
Sobre as relações bilaterais, afetadas nos últimos anos pelo facto de as autoridades cabo-verdianas nunca terem reconhecido o Governo de Transição saído do golpe de Estado de abril de 2012, Lopes da Rosa indicou que estão a “normalizar-se” e que há “boas perspetivas” para o futuro.
“Normalizando. As relações estão a normalizar. Há boas perspetivas e passado é passado. Estamos agora a ver as perspetivas. Mas posso dizer que está tudo a ser muito bem alinhavado. Está tudo a ser preparado. Há um conjunto de medidas a serem tomadas, sobretudo a nível empresarial”, indicou.
A este propósito, José Maria Neves, confirmando as datas da visita à Guiné-Bissau avançadas por Lopes da Rosa, manifestou “total disponibilidade” de Cabo Verde em redinamizar a cooperação bilateral, no domínio económico e empresarial, reforma do Estado e da Administração Pública, governação eletrónica, turismo, ensino superior, ciência, inovação e segurança social.
“Em relação à cooperação económica e empresarial há muitos empresários com interesse em desenvolver relações especiais com a Guiné-Bissau, designadamente realizando investimentos privados para participar na reconstrução, no crescimento e na competitividade da economia guineense”, realçou o primeiro-ministro cabo-verdiano.

Guiné-Bissau doa 75 mil dólares para apoiar deslocados da Ilha do Fogo



O governo da República da Guiné-Bissau doou a Cabo Verde 75 mil dólares, cerca de seis mil e 500 contos, para apoiar os deslocados da ilha do Fogo, doação entregue, esta segunda-feira, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes da Rosa, que se encontra no arquipélago desde domingo.
“Este nobre acto, de um país irmão”, nas palavras do primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, “é significativo”, tendo em conta as “fortes relações de amizade que unem os dois países”.
Mário Lopes da Rosa é o enviado especial do chefe do executivo guineense, Domingos Simões Pereira, e portador de uma mensagem de solidariedade dirigida ao primeiro-ministro cabo-verdiano José Maria Neves.
“A Guiné-Bissau não podia ficar indiferente à situação que Cabo Verde enfrenta neste momento delicado, tendo em conta as relações de amizade histórica e secular que sempre existiram entre os dois povos”, realçou Mário Lopes da Rosa.
#anacao.cv

Brasil: 68% da população acusam Dilma de ser responsável por corrupção.

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Brasil: 68% da população acusam Dilma de ser responsável por corrupção. 21272.jpeg

SÃO PAULO/BRASIL - No Brasil, de cada 10 brasileiros 7 acham que a presidente Dilma Rousseff tem alguma responsabilidade no escândalo de corrupção e roubo na Petrobrás, maior empresa estatal do País, envolvendo as mais poderosas empreiteiras e cabeças coroadas da política brasileira.

Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Isso é o que mostra a pesquisa nacional do respeitado Instituto Datafolha realizada nos dias 2 e 3 deste mês.
Apesar disso, as revelações da Operação Lava Jato da Polícia Federal que prendeu um bando de empresários, executivos e funcionários de empreiteiras corruptas, não provocaram alteração relevante na imagem da presidente Dilma Rousseff.
Para 42% dos brasileiros, a gestão de Dilma Rousseff na Presidência da República é boa ou ótima. É a mesma taxa de 21 de outubro, quando, no final da eleição - com propaganda diária na TV -, ela atingiu seu melhor patamar desde junho de 2013.
Já a desaprovação sofreu leve mudança: eram 20% os que julgavam Dilma ruim ou péssima, são 24% agora. A margem de erro é de dois pontos. A petista Dilma Rousseff chega à véspera do início de seu segundo mandato com 50% do eleitorado achando que ela fará um bom governo daqui para frente.
O patamar é 23 pontos menor que o observado antes da posse de 2011, porém melhor que o do tucano Fernando Henrique Cardoso na véspera de seu segundo mandato, em 1998 (41%). O Datafolha não fez essa pergunta antes da segunda posse de Lula.
Outros dados dão pistas sobre a razão da imobilidade da popularidade de Dilma apesar da associação de seu nome com o caso Petrobras.
A preocupação com a corrupção tem caído. Em junho, era o principal problema do país para 14%. Agora, para apenas 9%. Saúde segue líder desse ranking com 43% das citações; seguida de violência/segurança, com 18%.
Além disso, 40% acham que nunca houve tanta punição aos corruptos como hoje.
ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU.





domingo, 7 de dezembro de 2014

Gâmbia: O Presidente Jammeh desafia África para abraçar a agricultura para a segurança alimentar.

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O Presidente gambiano, Sua Excelência Sheikh Prof Dr Yahya Jammeh Alh desafiou o continente Africano para abraçar o desenvolvimento da agricultura para a segurança alimentar e os meios de vida dos cidadãos.

Jammeh, ele próprio um fazendeiro apaixonado e forte defensor da independência continental na área de segurança alimentar, estava falando rodeado da imprensa local e internacional em um campo perto de Kayai uma ilha na Região Central do Rio (CRR).

O líder gambiano, acompanhado por uma delegação de alta personalidade está na segunda etapa de sua visita a colheita na região da CRR como parte dos esforços para intensificar os objectivos da Visão 2016 e para colher arroz nos campos cultivados no âmbito deste programa.

Sua turnê aconteceu apenas uma semana depois dele lançar um apelo apaixonado para comunidades agrícolas para darem mãos para colher os vastos campos de arroz que são cultivadas sob iniciativa do país no horizonte 2016 para evitar a perda da colheita.

"Isso é [o desenvolvimento agrícola] é o único caminho a ser seguido pela África", o Presidente declarou.

O líder gambiano é de opinião forte de que é preciso abraçar a agricultura, o que não só irá selar a insegurança alimentar no continente, mas permitirá que os africanos vivam de uma forma digna, independente.

Ele citou os países como o Senegal, Gâmbia, Mauritânia e Guiné Bissau mencionados como poucas nações na África Ocidental que têm o potencial de cultivo e fornecimento de arroz para outras partes do continente, apenas porque os recursos dados por Deus devem ser explorados.

Visita a campo Kayai
Enquanto isso, o presidente e a delegação visitaram um outro vasto campo próximo a ilha Kayai Kayai. Neste local, o presidente observou o enorme potencial do campo que tem assegurado os moradores nos planos para introduzir melhores métodos de cultivo de arroz. Estes métodos, de acordo com ele, não exigem muito mais intensidade no trabalho. Ele prometeu fornecer debulhadoras e tratores para facilitar a produção agrícola na área.

Nesta cidade, milhares de pessoas fizeram fila ao longo da estrada para dar boas vindas ao Presidente Jammeh e sua comitiva, uma recepção digna de uma demonstração de solidariedade e de amor por ele. Eles são muito agradecidos por iniciativas agrícolas do seu líder. Muitos dos agricultores, que que retornam aos trabalhos nos campos, amontoaram louvores  a seu líder gambiano por este fornecer as condições necessárias que melhoraram suas condições de vida.

Autor: Musa Ndow em turnê

#dailyobserver


Senegal: Francofonia aposta no crescimento.

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Fotografia: AFP

O francês, revela o estudo “O Potencial Económico da Língua Portuguesa, apresentado pelo Instituto Camões, está fora do “top-10” das línguas mais faladas no Mundo.

O mesmo estudo mostra que o português é o quarto idioma, 244 milhões, e o chinês, 850 milhões, o mais falado.
Os países de língua oficial francesa estão apostados no crescimento do número de falantes do idioma de Molière e isso foi um dos principais temas de discussão do primeiro Fórum Económico dos Países Francófonos, realizado nos dias 1 e 2, em Dacar, Senegal.
O mais recente relatório da Organização Internacional da Francofonia (OIF) salienta que em 2060 há 760 milhões falantes de francês no Mundo em vez dos actuais 220 milhões e que 85 por cento deles estão em África, continente que se vai tornar “num centro de negócios de primeiro nível”. O Presidente do Senegal declarou que “o mundo francófono é uma força económica” ao representar 16 por cento do PIB mundial, 14 por cento dos recursos naturais do planeta e 20 por cento do comércio global.
Macky Sall disse que os negócios promovidos por intermédio da língua francesa utilizada em cerca de 30 países são responsáveis por seis por cento da riqueza média de cada habitante e por 0,2 da taxa de emprego.
Por isso, acentuou, há muitas razões para optimismo, mas também ainda algumas nuvens no horizonte do continente. O baixo nível escolar mina as perspectivas africanas de desenvolvimento, assim como as fracas infra-estruturas.
#jornaldeangola.sapo.ao

Senegal: Ebola - a reabertura das fronteiras em estudo, disse Awa Marie Coll-Seck.

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As autoridades senegalesas estão trabalhando no problema de reabertura da fronteira terrestre com a Guiné, com especial ênfase sobre as precauções e cuidados antes de tomar uma decisão, afirmou sábado em Dakar, a Ministra da Saúde e da Ação Social Awa Marie Coll-Seck.

'' Os deputados puseram uma questão muito importante: a de fronteiras abertas. que a CEDEAO, a OMS e Nações Unidas têm falado (...). A idéia de reabertura de fronteiras terrestres, nós pensamos nela '', declarou ela notadamente, quando da análise do orçamento de seu departamento para a gestão de 2015.

'' É verdade que todos nós falamos sobre a livre circulação de pessoas e bens. Mas os estados têm também o direito de pensar sobre a melhor estratégia a pôr em prática para a proteção da nossa população e isso é o que Senegal fez '', ela declarou perante os deputados.

Intervindo após o debate geral, a Sra. Seck disse que '' a idéia de reabrir a fronteira terrestre, nós pensamos nisso. Mas estamos com todas as precauções e com uma supervisão necessárias que envolvem todas as áreas da segurança, mas também da saúde. ''

'' Estamos trabalhando no dossiê da reabertura da fronteira terrestre. Nós vamos fazer de tudo para nos preparar, assim como nós também vai assumir a responsabilidade em relação à gestão adequada da fronteira '', disse Awa Marie Coll-Seck, convidando outros países para trabalhar no mesmo formato.

'' Mas também queremos que o outro lado das fronteiras, em outros países vizinhos envolvidos que também haja uma boa gestão. Precisamos desse mesmo trabalho com a Guiné como estamos a ver também com Mali '', disse a ministra.

'' Com isso, podemos olhar para as coisas de forma otimista, mesmo que saibamos que, na verdade, não existe risco zero '', acrescentou.

O projecto de orçamento do Ministério da Saúde e Ação Social equivale a 134 bilhões de FCFA 566 milhões de dólares para 2015, contra 127 bilhões de FCFA 95 milhões de dólares em 2014, um aumento de cerca de 7,5 bilhões de francos CFA absoluto e 5,88%, em termos relativos. O texto foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Nacional.

#seneweb.com

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Burkuna Faso: Os Shankaras, uma família a se recompor.

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Photo non datée de Thomas Sankara en famille.
Foto sem data da família Thomas Sankara. © DR

A família Sankara nunca mais esteve reunida desde o assassinato do pai da revolução Burkinabe em 1987. Hoje, após a queda de Blaise Compaoré, há esperança.
É uma família destruída, espalhada ao redor do globo, se rejuntou em torno de um só homem, em 31 de outubro, quando da queda de Blaise Compaoré. Não é que a esposa, o filho, os irmãos e irmãs de Thomas Sankara, nunca realmente lamentaram a sua morte violenta em 15 de outubro de 1987, vivendo esse momento como uma revanche da história. Não, ele é mais um "alívio duplo", nas palavras de Valentin, o irmão mais novo de Thomas, que ainda mantém a casa da família e tornou-se, com efeito, o porta-voz dos irmãos.
"Nós sentimos alegria, porque é o fim de uma ditadura, e também porque nós temos a esperança de que a justiça foi finalmente feita, ele explica em torno de um terraço de uma modesta casa, situada a dois passos do acampamento gendarmerie em Paspanga, no coração de Ouagadougou. Talvez nós poderemos enfim saber quem ordenou o assassinato de Thomas ".
Muitos acreditam que é o próprio Blaise, um amigo próximo de Thomas que ia tantas vezes comer em casa, no terraço agora ocupado por Valentin, e que o patriarca, que morreu em 2006, era considerado um filho. Mas eles precisam de um teste para estarem convencidos definitivamente.

"Sob Blaise, estávamos sendo observados"
Espero, também, ver de novo a família reunida. "Isso nunca aconteceu desde 1987", lamenta Day. Alguns, de fato, deixaram o Burkina após a morte de Thomas, e prometeram voltar depois da queda de Compaoré. "Sob Blaise, nós fomos banidos, éramos monitorados. Foi demais suportar tudo isso", disse Valentin.


Após a queda do Compaoré, saberemos quem ordenou o assassinato de Sankara? © DR

Mariam, a esposa, fugiu do país em junho de 1988, depois de ter sido por longo tempo impedida. Ela viveu por anos em Montpellier, no sul da França. Na revolta de 31 de Outubro, ela anunciou em vários meios de comunicação sua intenção de retornar. Hoje é mais discreta. "Eu estou esperando para ver como as coisas vão evoluir", disse ela. Durante seus 26 anos de exílio, ela voltou ao Burkina uma vez - em 2007, por ocasião do vigésimo aniversário da morte de seu marido.
Seus dois filho, Philip ( de 33 anos) e Augusto ( de 31 anos), que vivem nos Estados Unidos, em Nova York. Foram  "comunicados após a saída de Blaise. Eles ficaram muito felizes", disse Valentin. Lá, eles muitas vezes se cruzam com os dois irmãos e duas irmãs de seu pai: Pascal, Paul, Pauline e Lydia, o caçula. Paul, o último dos meninos partiu mais ou menos na mesma época que Mariam. "Ele era um estudante dedicado. Ele era muito reservado. Ele teve de fugir", lamenta Day. Hoje, ele trabalha em uma loja em Nova York. "Ele não poderia pensar em regressar, mas agora a porta está aberta."

"Nós já não esperávamos nada de Compaoré"
Pascal, irmãozinho seguido de Thomas, juntou-se em 2000, após a morte de sua mãe. Pauline já estava lá (ela comanda um restaurante e um salão de cabeleireiro), e Lydia, que trabalhou no Banco Mundial, foi encontrada mais tarde. O resto dos irmãos estão localizados em Burkina: Florence, a mais velha, seguida de Valentin, Colette e Blandine. Mary, essa que, segundo Valentin ", conhecia muito bem o Blaise ", ela morreu. Será que eles esperam que Compaore se desculpa um dia perante a família? "Ele nunca fez isso antes, por que ele faria isso hoje? Pergunta de Valentine. É quando os meus pais ainda estavam vivos que ele teria de fazer isso. Nós não esperamos nada."

Os pais de Thomas foram enterrados no jardim da casa da família. Sua sepultura é a primeira coisa que você vê quando você vai entrar. Uma verdadeira volta ao passado que permanece. Ela contém fotos amareladas (incluindo um onde vemos Thomas cercado por todos os irmãos, após seu retorno de Madagascar), o mesmo painel que acolheu tantas vezes Blaise e Thomas, a dependecia que ele tinha mandado construír já  em idade adulta ... "Ela pertence à família desde 1956 ou 1957. Nós todos crescemos aqui", disse Valentin com uma pitada de orgulho em sua voz. Alguns, de fato, querem fazer dela um museu.
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Rémi Carayol, correspondente especial em Ouagadougou

#jeuneafrique.com

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Cuba: O mérito veste de branco.

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O reconhecimento aos que com humildade e entrega desinteressada exercem cada dia a tarefa nobre de sarar, e “lutam pela vida do nosso povo e de outros países irmãos” esteve presente neste 3 de dezembro, Dia da Medicina Latino-americana.

O mérito veste de branco

E foi precisamente o Instituto Nacional de Oncologia e Radiobiologia (INOR), centro de referência nacional para o diagnóstico e tratamento do câncer — primeira causa de morte hoje no país e um dos desafios que enfrenta o sistema de saúde pública — a sede selecionada para a celebração do ato nacional por ocasião da data, pelos excelentes resultados de trabalho conseguidos neste ano.
“É um dia de reafirmação e estímulo, mas também de compromisso com as novas tarefas derivadas do processo de implementação das diretrizes da Política Econômica e Social do Partido e a Revolução”, foi a mensagem de felicitação do ministro da Saúde Pública a todos os trabalhadores do setor, lida pelo diretor do INOR, dr. Luis Curbelo Alfonso.

#granma.cu



Senegal: Relações Senegal x Guiné-Conacry - Abdou Diouf pede a Condé para refletir.

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Abdou Diouf ex-presidente do Senegal e Secretário Geral cessante da OIF.

Se Alpha Conde não colocou água no seu vinho na sua relação com o presidente Macky Sall, foi graças à intervenção do ex-Secretário-Geral da Francofonia, Abdou Diouf. "The Observer" informa que, durante o conclave de chefes de Estado no domingo para escolher o novo secretário-geral da OIF, Abdou Diouf, em um tom firme, comentou com Condé, com quem tem boas relações. Ele perguntou-lhe a razão de seu comportamento em relação a Macky Sall, deixando-o saber que ele não tinha nenhuma razão para adotar essa atitude - "fria" vis-à-vis com Macky Sall, "um homem sem nenhum problema."

As declarações de Diouf tocou o Presidente guineense, bombardeado por um bloco de seus colaboradores que não queria nem participar na Cimeira da Francofonia em Dakar, com a exceção de seu dois ministros, incluindo o de Relações Exteriores. Sensível a cerca do que Diouf lhe falou, Condé nem sequer esperou o fim dos trabalhos para chamar a imprensa em seu hotel para tentar salvar as relações. Macky Sall por sua vez, cumpriu a sua missão, convidando-o para almoçar.

#seneweb.com


Coligação internacional discute hoje em Bruxelas combate ao Estado Islâmico.

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Rui Machete, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, também estará presente na reunião
Rui Machete, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, também estará presente na reunião.Fotografia © Mário Cruz/Lusa

Reunião vai contar com mais de cinco dezenas de delegações, incluindo da NATO e da União Europeia. Realiza-se a pedido do secretário de Estado dos EUA.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Coligação Internacional de Combate ao autoproclamado Estado Islâmico, entre os quais Rui Machete, reúnem-se hoje, em Bruxelas, para discutir o combate àquela organização terrorista.
A reunião, a primeira do género entre os membros da coligação, e realizada por solicitação do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, realiza-se na sede da NATO, mas por questões logísticas - na véspera teve lugar uma reunião dos chefes de diplomacia da Aliança Atlântica -, já que a coligação é liderada pelos Estados Unidos.
No encontro, que contará com a participação de mais de cinco dezenas de delegações, incluindo da própria NATO e também da União Europeia, serão abordados os progressos alcançados contra o autoproclamado ISIS, nos vários eixos da ação da coligação internacional, e far-se-á também a coordenação dos passos a serem tomados contra esta organização terrorista, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
#globo.com






ONU condena assassinato de 36 trabalhadores no Quênia por grupo terrorista.

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Em comunicado emitido por seu porta-voz, Ban Ki-moon qualifica o ataque contra civis como "horrendo" e apresenta condolências às famílias, ao povo e às autoridades do Quênia.


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, condenou nessa terça-feira (2) o assassinato de 36 trabalhadores de uma pedreira no Quênia pelo grupo terrorista Al Shabad e exigiu que os autores sejam levados à Justiça.

O grupo terrorista somali Al Shabab fez mais um ataque, ao executar com tiros na cabeça 36 trabalhadores de uma pedreira, no Noroeste do país, por não serem muçulmanos. O ataque ocorreu em Koromei, a poucos quilômetros de Mandera, onde há dez dias o mesmo grupo terrorista assassinou 28 pessoas de forma semelhante.

Em comunicado emitido por seu porta-voz, Ban Ki-moon qualifica o ataque contra civis como “horrendo” e apresenta condolências às famílias, ao povo e às autoridades do Quênia. Ban garantiu o apoio das Nações Unidas aos esforços do país africano contra o terrorismo e de proteção da população.

Os Estados Unidos também condenaram "energicamente" os atentados ocorridos na madrugada de segunda-feira (1º) no Quênia e reiteraram apoio ao governo de Nairóbi. Em comunicado, a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Bernadette Meehan, condenou o ataque "contra civis inocentes".

#correiobraziliense.com

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Estados Unidos: Obama pede ao Congresso que aprove US $ 6 bilhões em ajuda para Ebola na África Ocidental.

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Presidente Barack Obama (à direita) falando com o Diretor Tony Fauci (2, à esquerda) do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos Estados Unidos durante uma excursão ao centro de pesquisa de vacinas nos Institutos Nacionais de Saúde em 2 de dezembro de 2014 em Bethesda, Maryland . O NIH publicou recentemente os resultados de uma fase de ensaios clínicos de uma vacina candidata contra Ebola. PHOTO / AFP.

O Presidente dos EUA, Barack Obama renovou as chamadas para o Congresso para aprovar US $ 6 bilhões (R $ 3,8 bilhões) em ajuda de emergência para combater o surto de Ebola na África Ocidental.

O presidente fez o apelo em uma visita aos Institutos Nacionais de Saúde, onde ele felicitou os cientistas sobre o trabalho no sentido conseguir uma vacina.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que 6.055 pessoas morreram na Libéria, Serra Leoa e Guiné.

A caridade médica, Médicos Sem Fronteiras (MSF), mais uma vez criticou fortemente a resposta internacional.

Ela descreveu como irregular e lenta, o trabalho de combate à crise, em grande parte pelos médicos, enfermeiros e organizações de caridade.

O relatório MSF disse que os governos estrangeiros - nomeadamente o do Reino Unido em Serra Leoa e China e, mais recentemente na Libéria - continuavam a construir centros de tratamento de Ebola.

Mas estes eram, por vezes, nos lugares errados e usando equipes local sub-qualificados.

"É extremamente decepcionante que os estados com as capacidades de resposta ao desastre-biológico optaram por não implantá-las," Dr Joanne Liu, presidente internacional do MSF, disse em um comunicado.

Mais cedo nesta terça-feira, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e (FICV) disse que foi um estigma a ação contra viajantes de países infectados por Ebola que estava dificultando a luta contra a doença, desencorajando os médicos ocidentais em ajudar.

"Presente de Natal"

O presidente Obama disse que a estratégia de combate Ebola está "começando a mostrar resultados".

"Nós estamos vendo algum progresso, mas a luta não está nem perto de chegar ao fim ", disse ele.

"Cada "hotspot" é uma brasa que se não for contida pode se tornar num novo fogo, por isso não podemos baixar a guarda nem por um minuto. E nós não podemos apenas lutar contra esta epidemia, temos de extingui-lo."

Ele disse que era encorajador ver as taxas de infecção em declínio na Libéria e chamou atenção ao progresso na pesquisa da vacina, o que é "emocionante".

Ele instou o Congresso a dar um "bom presente de Natal" para o mundo, através da aprovação US $ 6 bilhões em financiamento de emergência.

Congresso está trabalhando em um projeto de gastos em massa, mas a legislação se envolveu com Ebola e com o partidarismo político.

Membros conservadores do Congresso são esperados a  desafiar o apelo do Presidente Obama para os fundos em resposta às recentes ações executivas controversas do presidente sobre a imigração, ajudando mais de quatro milhões de imigrantes ilegais.

Enquanto isso, a Casa Branca disse que os EUA estavam melhor preparados para lidar com o surto de Ebola em casa, e os esforços para combater isso na África Ocidental estavam progredindo.

Uma rede de 35 hospitais em todo os EUA estão prontos para tratar pacientes de Ebola e o número de laboratórios utilizados para testar o vírus aumentou de 13 para 42.

Cerca de 200 civis e 3.000 militares também foram mobilizados para a África Ocidental, e três unidades de tratamento de Ebola e um hospital foram criados na Libéria.

# africareview.com


Novo embaixador de Portugal na Guiné-Bissau apresenta cartas credenciais.

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Foi assessor diplomático de Durão Barroso e Santana Lopes.


O novo embaixador de Portugal na Guiné-Bissau, António Leão Rocha, entrega esta quarta-feira as respectivas cartas credenciais ao Presidente da República guineense, formalizando as funções que na prática já exerce, disse à Lusa fonte diplomática. O cargo já não era ocupado há dois anos.
As cartas credenciais são enviadas pelo chefe de Estado do país de origem do diplomata, pedindo ao homólogo do Estado de destino que o aceite como embaixador. António Leão Rocha foi nomeado por Portugal por decreto presidencial publicado em Diário da República a 16 de Setembro.
Após o golpe de Estado de Abril de 2012 na Guiné-Bissau e com o fim da missão do embaixador português à época, não voltou a haver nenhum representante no cargo, numa altura em que Portugal não reconhecia as autoridades de transição – que tomaram o poder após a insurreição militar.
A designação de António Leão Rocha, que já se encontra em Bissau desde Abril nas funções de encarregado de negócios, surge depois da posse de órgãos de soberania eleitos este ano.
O novo embaixador tinha sido anteriormente cônsul-geral em Bordéus e, ainda antes, representante permanente adjunto de Portugal junto da comissão política e de segurança da União Europeia, em Bruxelas. No currículo conta com ligações à realidade africana. Foi ministro conselheiro na embaixada de Portugal na África do Sul durante quatro anos e posteriormente adjunto diplomático dos primeiros-ministros Durão Barroso e Santana Lopes com o pelouro de África.

#publico.pt

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